Top PDF Avaliação da presença do vírus influenza em suínos no sul do Brasil.

Avaliação da presença do vírus influenza em suínos no sul do Brasil.

Avaliação da presença do vírus influenza em suínos no sul do Brasil.

O vírus influenza (SIV) é um dos agentes infecciosos envolvidos em surtos de doença respiratória aguda em suínos, agindo como agente primário de lesões no aparelho respiratório e também como responsável pelo agravamento de quadros respiratórios pela co-infecção com outros agentes infecciosos. Em suínos, a doença é considerada endêmica e os animais são considerados portadores dos subtipos A/H1N1, A/H3N2 e A/H1N2. Buscando identificar quais subtipos virais que circulam em suínos no Sul do Brasil, este trabalho teve como objetivo o isolamento e a caracterização de amostras do vírus influenza. Para isto, foram
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Avaliação da virulência em hamsters (Mesocricetus auratus) de estirpes de Mycobacterium avium presentes na população de suínos do sul do Brasil

Avaliação da virulência em hamsters (Mesocricetus auratus) de estirpes de Mycobacterium avium presentes na população de suínos do sul do Brasil

Tendo sido comprovada a existência de quatro famílias molecularmente distintas de M. avium (PIG-A, B, C e D) circulando em suínos da região sul do Brasil, e havendo dúvidas a respeito da importância da transmissão horizontal como mecanismo de manutenção da doença, o presente teve por objetivo estudar a virulência dessas estirpes, informação importante para o aperfeiçoamento dos métodos de controle. Uma estirpe representante de cada família foi inoculada pela via intra-peritoneal em 48 hamsters com uma dose de 30.000 U.F.C. por animal. Após 2, 13, 26 e 40 dias da inoculação (T1 a T4), 12 hamsters inoculados de cada família foram anestesiados, sacrificados e os agentes foram quantificados no fígado, baço e pulmão. Os resultados foram expressos em número de U.F.C./g de órgão. A presença das estirpes foi pesquisada no sangue e também foram realizados exames histológicos. As estirpes PIG-A, B, C e D induziram a formação de lesões granulomatosas no fígado e baço a partir do segundo dia pós-inoculação e disseminaram-se pela via hemática, alcançando os pulmões. O baço sempre apresentou maiores contagens de U.F.C., seguido pelo figado e pulmões. Diferenças entre as estirpes foram constatadas através de análises das contagens de U.F.C de baço (T1: p<0,001; T2: p<0,001; T3: p<0,001 e T4: p<0,001), permitindo a construção da seguinte escala de virulência: PIG-B> PIG-A> PIG-D> PIG-C.
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Avaliação microbiológica de queijo tipo colonial mediante presença ou ausência de certificação comercial no sul do Brasil

Avaliação microbiológica de queijo tipo colonial mediante presença ou ausência de certificação comercial no sul do Brasil

Já a presença Staphylococcus coagulase positiva nos queijos analisados, possível causador de DTA, pode indicar que houve contaminação na manipulação do alimento. Essa bactéria é frequente na microbiota do ser humano tanto nas vias nasais, pele, cabelo e também pode estar presente em outros animais de sangue quente como a vaca, contaminando o leite através da ordenha (FRANCO; LANDGRAF, 2008). Staphylococcus são micro-organismos intensamente disseminados no meio ambiente e é difícil erradicá-lo totalmente, contudo através de adequadas medidas de higiene, como a pasteurização da matéria-prima, é possível diminuir sua contagem. Ainda assim, o processamento artesanal do queijo deve ser realizado com técnicas higiênicas de manipulação a fim de evitar a contaminação do alimento pronto e consequentemente possibilidade da produção da enterotoxina estafilocócica (GRECELLE et al. 2020).
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Avaliação do risco de difusão do vírus da febre aftosa em produtos suínos exportados pela região Sul do Brasil

Avaliação do risco de difusão do vírus da febre aftosa em produtos suínos exportados pela região Sul do Brasil

O modelo desenvolvido pressupõe que existe risco de atividade viral em bovi- nos, mesmo que muito baixo. Não há qualquer evidência de que isso efetivamente esteja ocorrendo, em particular na Região Sul, que constitui a população alvo deste estudo. Obviamente, se fosse assumido que o risco em bovinos não existe, não se- ria necessário desenvolver qualquer avaliação de risco para febre aftosa. De manei- ra muito conservadora considerou-se uma prevalência mínima de 2% de rebanhos infectados no cálculo da probabilidade dos bovinos da região estarem infectados com o VFA. Esta prevalência pode ser considerada pouco provável quando conside- ramos a real situação da zona livre de febre aftosa sem vacinação no Estado de Santa Catarina e as zonas livre de febre aftosa com vacinação do Rio Grande do Sul e Paraná. Assim sendo, os resultados obtidos devem ser interpretados como um cenário muito pessimista.
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Influenza A: detecção de anticorpos e subtipos virais em suínos do Brasil e Estados Unidos

Influenza A: detecção de anticorpos e subtipos virais em suínos do Brasil e Estados Unidos

21 detectados em suínos da China em 1993, mas estes não descenderam dos vírus H1N1 aviários da linhagem Europa/Ásia, representando provavelmente uma transmissão entre espécies de reservatórios aviários da Ásia para suínos (Guan et al., 1996). Vírus H3N2 e H1N1 são encontrados em suínos na Tailândia desde o começo da década de 1980 (Nerome et al., 1982). De uma forma geral, esses vírus que circulam na Tailândia são relacionados a linhagens do H3N2 e H1N1 encontrados na Europa e ao cH1N1 (Vincent et al., 2014). No Vietnã, vírus H3N2 rearranjados com o TRIG da América do Norte já foram identificados em suínos. O H3 e o N2 foram adquiridos através do rearranjo com vírus humanos sazonais circulantes em humanos entre 2004 e 2006 (Ngo et al., 2012). Na Coréia do Sul, além da linhagem H3N2 humana (diferente da linhagem que circula na China e Vietnã), o cH1N1 e linhagens do H1N2 e H3N2 contendo o gene TRIG da América do Norte co-circulam neste país (Lee et al., 2008). Na América do Sul, a Argentina detectou a presença de linhagens humanas dos subtipos H1N1, H1N2 e H3N2 (Cappucio et al., 2011; Pereda et al., 2011). Em 2009 e 2010, vírus com genes internos do H1N1pdm09 e genes de superfície do vírus humano da América do Norte foram isolados em rebanhos argentinos (Pereda et al., 2011). No Brasil, o primeiro isolamento do SIAV em suínos ocorreu em 1974 (Cunha et al., 1978). Estudos sorológicos realizados em 10 estados brasileiros identificaram em suínos anticorpos contra vírus humanos H3N2 e H1N1 humano e suíno (Brentano et al. 2002). Elevadas prevalências para anticorpos contra os subtipos H1N1 e H3N2 foram encontradas em suínos do estado de São Paulo, onde o vírus também foi isolado (Mancini et al,, 2006). Um estudo realizado em granjas do Paraná observou que 46% das granjas foram consideradas positivas para SIAV, com uma prevalência de anticorpos contra o subtipo H3N2 de 20% (Caron et al., 2010). H1N1pdm09 foi isolado de suínos provenientes de uma granja com surto respiratório em Santa Catarina (Schaefer et al, 2011) e a partir daí, outros estudos também revelaram a circulação do vírus pandêmico nos estados de MG, SP, PR, RS e MT nos anos de 2009-2010 em granjas com surto de doença respiratória (Rajão et al., 2013b). Um estudo sorológico realizado após a pandemia do H1N1 em 2009 também detectou anticorpos contra cH1N1, H3N2 suíno e H1N1 humano em rebanhos de suínos no Brasil (Rajão et al, 2013a). Vírus da influenza foi detectado em amostras de suabes nasais e fragmentos de pulmão de suínos, e análises filogenéticas dos isolados sugeriram a presença dos vírus H1N1pdm09 e do H1N2 com rearranjo entre segmentos do vírus humano e do vírus pandêmico de 2009 (Biondo et al., 2014; Schaefer et al., 2015).
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Infecção por Salmonella enterica em suínos criados em um sistema integrado de produção do sul do Brasil.

Infecção por Salmonella enterica em suínos criados em um sistema integrado de produção do sul do Brasil.

sistema de produção situado no Rio Grande do Sul, onde havia sido encontrada elevada prevalência de suínos portadores ao abate (Bessa et al., 2004). Na segunda fase, uma das UPL da fase anterior foi escolhida para a realização do estudo longitudinal que acompanhou um lote de animais do nascimento até o abate. A escolha da UPL teve como critérios a ocorrência de animais excretores de Salmonella sp e a presença de um padrão de sanidade considerado médio em relação à totalidade das granjas integradas. Na primeira fase, foram realizadas duas visitas ao setor de reposição de cada uma das três UPL, sendo colhidas amostras de fezes de todas as leitoas de reposição que chegavam à UPL no dia da visita e daquelas alojadas há 30 dias. Foram amostrados 125 animais, sendo as amostras processadas em pool de fezes colhidas de cinco animais.
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Detecção de anticorpos contra vírus influenza A em Tayassuidae de criações comerciais no Brasil

Detecção de anticorpos contra vírus influenza A em Tayassuidae de criações comerciais no Brasil

e o Caititu (Pecari tajacu). Ambas as espécies compartilham patógenos com o suíno doméstico (Sus scrofa), entretanto o papel destes animais como carreadores destas infecções permanece indefinido. O presente estudo teve como objetivo detectar a ocorrência de anticorpos contra vírus influenza A em amostras de soro de rebanhos comerciais de queixada e caititu, provenientes de dois estados do Brasil. Um total de 50 amostras de soro de Pecari tajacu e 55 amostras de Tayassu pecari foram testadas por meio de ELISA, sendo que 22% (11/50) das amostras de Pecari tajacu foram soropositivas para o agente. Estudos de vigilância sorológica são importantes para identificar a presença e a disseminação do vírus influenza em suínos selvagens.
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Erros de anotações na elaboração de índices de produção em granjas industriais de suínos no Sul do Brasil.

Erros de anotações na elaboração de índices de produção em granjas industriais de suínos no Sul do Brasil.

As diferenças entre os registros dos FUN e dos AO podem estar subestimadas, pelo fato de não se analisar o efeito PEAT. Os resultados efetivamente registrados pelos FUN sem a presença de estranhos, possivelmente refletem melhor os acontecimentos diários da granja. Leitões nascidos vivos, porém pequenos e com baixa viabilidade, podem não ser registrados, e, caso sobrevivam, são incorporados ao registro de outra fêmea ou de leitões que foram registrados e morreram mais tarde, na lactação. Outra causa do não apontamento de leitões nascidos vivos refere-se à tentativa de manipulação para controle da taxa de mortalidade pré-desmame. Somente na granja 2 foi observada diferença no número médio de leitões nascidos vivos registrados pelos FUN e pelos AO. Na granja 4,
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Patogenicidade e virulência de Toxoplasma gondii isolado de suínos de criação artesanal no sul do Brasil.

Patogenicidade e virulência de Toxoplasma gondii isolado de suínos de criação artesanal no sul do Brasil.

Além disso, Dubey et al. (2005) não observaram estru- turas compatíveis com cistos de T. gondii nos camundongos sobreviventes, após 50 dias da inoculação. Isto demonstra diferenças entre a capacidade cistogênica dos isolados, pois todos os isolados aqui descritos foram capazes de induzir à formação de cistos nos animais inoculados. A capacidade cistogênica dos isolados encontrados neste estudo sugere a presença de T. gondii nos tecidos de suínos da região. Aler- ta-se para o alto risco de infecção humana, principalmente para pessoas que consomem produtos e subprodutos de suínos de criatórios artesanais.
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Sorotipos de Salmonella isolados em uma propriedade de suínos de terminação no Sul do Brasil.

Sorotipos de Salmonella isolados em uma propriedade de suínos de terminação no Sul do Brasil.

este microrganismo foi detectado em 14 das 21 baias coletadas (Tabela 1). A amostra de ração também foi positiva, tendo sido uma provável fonte de contaminação. Na segunda coleta, houve uma diminuição do número de animais positivos; apenas 7 animais (6,6%), distribuídos em 6 baias estavam excretando Salmonella. Nesta coleta, não foi possível detectar a bactéria nas fezes de lote nem na ração. A diminuição do número de animais positivos, aliada ao resultado negativo da ração, pode indicar que muitos animais amostrados na primeira visita estavam excretando Salmonella como portadores passivos ou tornaram-se portadores latentes. Apesar de existirem 6,6% de animais excretando a bactéria, além de um número imprevisível de animais portadores latentes, nenhuma das amostras de fezes de lote foi positiva. Esta discrepância entre fezes de lote e presença de animais portadores já havia sido observada por WEISS et al. (1999), indicando que este tipo de amostra só será eficiente em lotes onde esteja ocorrendo um alto nível de excreção de Salmonella.
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Pegada hídrica dos suínos abatidos nos Estados da Região Centro-Sul do Brasil.

Pegada hídrica dos suínos abatidos nos Estados da Região Centro-Sul do Brasil.

Nesse estudo se considerou para o cálculo da pegada hídrica o número de suínos abatidos no Brasil em 2008, de acordo com a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por animais abatidos entendem-se suínos abatidos sob inspeção federal, estadual ou municipal. A escolha por avaliar somente os Estados localizados na Região Centro-Sul do país justifica-se por esses concentrarem 98,3% dos abates no período, conforme a Tabela 1.

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Avaliação do sistema de vigilância epidemiológica da influenza no Brasil, 2010-2013

Avaliação do sistema de vigilância epidemiológica da influenza no Brasil, 2010-2013

Influenza is a highly transmissible viral respiratory infection with significant impact on world population. The World Health Organization estimates that current epidemics result in approximately 3 to 5 million cases of severe illness and 250 thousand to 500 thousand deaths worldwide. The overall objective of the study was to evaluate the epidemiological surveillance system of influenza in Brazil. The specific objectives were: to describe the Brazilian health structure against the pandemic episodes of influenza; to describe the implementation and structuring of influenza surveillance in Brazil; to discuss ethical principles in influenza surveillance; to describe the data and the quality of the records in the databases of the influenza epidemiological surveillance system; to describe the attributes of the influenza epidemiological surveillance system. Literature review was performed and in order to assess the qualitative and quantitative attributes, the system usefulness and the performance of the case definition the methodology used was based on the Updated Guidelines for Evaluating Public Health of Systems Centers of the Disease Control and Prevention (CDC). The population of the study corresponded to recorded cases of flu-like illness in Brazil’s Influenza Epidemiological Information System (Sivep-Gripe), from 2010 to 2013, with secondary databases and without patient names. The surveillance system should be improved in relation to data quality, methodological clarity and completeness. It was considered partially useful, simple, of easy comprehension, timely and flexible. However, it has low acceptability, low positive predictive value and unsatisfactory representation. The study demonstrated that there is a need for ethical reflection on health surveillance practices, noting the interdependence between surveillance and health research. It is evidenced the importance of influenza surveillance and that ongoing assessments should be conducted to identify and correct problems and to improve the performance of the surveillance system in a continuous process of improvement.
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Echinococcus granulosus sensu lato e Taenia hydatigena em suínos no sul do Brasil

Echinococcus granulosus sensu lato e Taenia hydatigena em suínos no sul do Brasil

The low occurrence of E. granulosus sensu lato detected in this study can be explained by the rearing system used for pigs in central/northern region of Rio Grande do Sul State, Brazil. The animals are kept in an intensive farming system with restricted access to contamination due to limited contact with infected dogs. Although pigs become infected more rarely, they also seem to be well suited for developing fertile cysts (BRUZINSKAITE et al., 2009). Cystic lesions of varying shapes and sizes, corresponding to hydatid cysts in the viscera of cattle and sheep, have been reported by some authors in Rio Grande do Sul State, generally in the southern part of the state where farming is an important economic activity, which probably facilitates the access of dogs to these intermediate hosts (DE LA RUE et al., 2008; BALBINOTTI et al., 2012). However, the central/northern region of this state has not been targeted in investigations on cystic echinococcosis over recent years. Pigs have been reported to be intermediate hosts of Echinococcus spp. in countries like Argentina, Mexico and Peru (SANCHEZ et al., 2012; KAMENETZKY et al., 2002; VILLALOBOS et al., 2007). The occurrence of cystic echinococcosis cases in the studied area suggests that there is a practice of feeding dogs with contaminated viscera from pigs, sheep and/or cattle, which consequently perpetuates the life cycle of this parasite on studied regions. The contamination of pigs is probably related to their diet, since the food could be contaminated with eggs of the parasite. However, Torgerson et al. (1995) have already reported the possibility that Echinococcus spp. eggs may be transported by mechanical means, such as by birds or even by the wind, thus allowing the contamination of large areas. In Brazil, notification of findings of cystic echinococcosis in intermediate hosts slaughtered under supervision by the veterinarian federal inspection service is mandatory, thus making it possible to generate official data on cyst occurrence in livestock animals (BRASIL, 1999). However, macroscopic analysis does not provide accurate and correct identification of these lesions in intermediate hosts and this probably leads to misdiagnosis of parasitic diseases. This hypothesis is strongly supported by the fact that the cysts of E. granulosus sensu lato have no particular morphology, thus making it difficult to perform differential diagnoses, especially with T. hydatigena, and leading to mismatch with the official data from slaughterhouses under supervision by the veterinarian inspection (SLAIS & VANĔK, 1980).
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Diversidade genética da hemaglutinina (HA) de vírus influenza A, entre 1995 e 20...

Diversidade genética da hemaglutinina (HA) de vírus influenza A, entre 1995 e 20...

A influenza ocorre de forma epidêmica e ocasionalmente pandêmica. Epidemias de influenza de gravidade variável têm ocorrido de maneira sistemática a cada 1 a 3 anos, predominantemente no inverno em países de clima temperado, tanto no Hemisfério Norte, com surtos ocorrendo entre os meses de novembro e março, como no Hemisfério Sul, com maior ocorrência nos meses de maio a setembro. Por outro lado, nos países de clima tropical a atividade da influenza tende a ser mais esporádica, com a ocorrência de casos no decorrer do ano inteiro ou em pequenos surtos esparsos e irregulares (LOWEN e PALESE, 2007; MARTINS, 2001; FORLEO NETO et al., 2003; JAWETZ et al., 2009). A importância do clima na sazonalidade do vírus foi sugerida por diferentes autores (ALONSO et al., 2007; LOWEN et al., 2006), pois o mesmo tem uma influência direta na sobrevida do vírus. As temperaturas e umidade relativa do ar baixas, em torno de 5 ºC e 20 a 35%, respectivamente, observadas durante os meses de inverno em países de clima temperado podem favorecer a permanência do vírus em suspensão no ambiente, facilitando o contágio direto, hospedeiro para hospedeiro, via aerossol. Em contrapartida, foi sugerido que a transmissão via aerossol pode ser bloqueada com a umidade relativa do ar em torno de 80% e temperaturas em torno de 30 ºC (LOWEN et al., 2006). Além disso, o clima pode influenciar a susceptibilidade do hospedeiro e proporcionar a aglomeração da população facilitando a disseminação do vírus (ALONSO et al., 2007; KAMPS; HOFFMANN; PREISER, 2006; WRIGHT et al., 1995).
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A presença de imigrantes de países do Cone Sul no Brasil: medidas e reflexões.

A presença de imigrantes de países do Cone Sul no Brasil: medidas e reflexões.

80 e 90, por meio da aplicação direta das relações de sobrevivência de tabelas de mortalidade. Como se deseja comparar as mudanças entre os dois períodos, julgou-se conveniente adotar uma única técnica de estimação. Não houve correção alguma do grau de subenumeração, nem dos erros de declaração de idade, nem das variações de cobertura censitária entre os diferentes censos demográficos. Deve-se estar atento para os erros causados pela melhoria de cobertura censitária entre 1991 e 2000 que, provavelmente, atingiram, também, os na- turais dos países do Cone Sul residentes no Brasil. Os problemas advindos dos erros de declaração de idade serão minimizados, pois as estimativas analisadas correspon- dem ao total e não a grupos etários especí- ficos. As distorções presentes nos diversos grupos etários, devido a erro de declaração de idade, tendem a ser compensadas ao se somarem os SMs das diversas idades. As estimativas de TLMs conterão erros propor- cionais menores do que aquelas dos SMs, porque os erros causados pela melhoria de cobertura censitária estarão presentes, ainda que em proporções diferentes, tanto no numerador quanto no denominador das TLMs (CARVALHO, 1982). O numerador corresponde ao SM e o denominador à po- pulação enumerada no segundo censo. A população enumerada em 1991 foi ajustada para 1º de setembro de 1990.
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Modelação molecular/bioinformática estrutural da hemaglutinina do vírus influenza

Modelação molecular/bioinformática estrutural da hemaglutinina do vírus influenza

O VI faz parte da família Orthomyxoviridae que inclui 5 géneros: Influenzavirus A, influenzavirus B, influenzavirus C, Isavirus e Thogotovirus. O VI é dividido então em três tipos: A, B e C. Os VI do tipo B e C são menos comuns e causam efeitos mais suaves que o tipo A. Para além destes dois apenas infetarem mamíferos, não existem subtipos destes vírus e não causam pandemias. A maior diferença entre os VI do tipo C e o tipo A ou B é a glicoproteína na superfície viral. O VI do tipo C contém apenas uma glicoproteína em contraste com os outros tipos que possuem duas. Esta proteína possui uma estrutura semelhante à hemaglutinina, mas além da atividade da hemaglutinina também apresenta atividade da neuramidase. Na verdade a proteína hemaglutinina dos tipos A e B têm um domínio que possui semelhanças a um centro ativo com função de esterase, sugerindo que esses dois tipos tiveram como antepassado o tipo C [Luo 2012]. No decorrer desta dissertação será tratado o VI do tipo A, exceto se for referido especificamente o tipo. Ao contrário dos outros tipos, o principal organismo alvo do tipo A são as aves, mas os humanos, porcos, cavalos e mamíferos aquáticos (por exemplo focas) também podem ser infetados [Treanor 2012].
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Avaliação da presença de citomegalovírus e vírus epstein-barr em lesões periapicais sintomáticas e assintomáticas

Avaliação da presença de citomegalovírus e vírus epstein-barr em lesões periapicais sintomáticas e assintomáticas

Recentes estudos sugeriram que alguns herpesvírus participariam da etiopatogênese das periapicopatias. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a presença do citomegalovírus humano (HCMV) e vírus Epstein-Barr (EBV) nas lesões periapicais e verificar a possível associação desses vírus com a ocorrência de grandes lesões sintomáticas e com o seu diagnóstico histopatológico. Incluíram-se no estudo 27 lesões sintomáticas e 52 assintomáticas. A técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) foi empregada para investigar a presença do HCMV e EBV. Os testes do Qui-quadrado e Exato de Fisher foram usados para análise estatística. Observou-se que 64 lesões (81%) apresentaram EBV, 3 (4%) tinham HCMV e nenhum vírus foi detectado em 15 amostras (19%). Notadamente, todas as lesões positivas para HCMV mostraram também EBV. Nenhuma associação significativa foi identificada entre as infecções por HCMV e EBV e a ocorrência de sintomatologia ou o tamanho das lesões, enquanto a infecção por EBV estava estatisticamente relacionada aos cistos periapicais. Concluindo, diferentemente do HCMV, detectou-se uma alta freqüência do EBV nas lesões periapicais, especialmente nos cistos. Entretanto, a presença desses vírus não estava relacionada com a sintomatologia das lesões nem com o seu tamanho radiográfico.
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Determinação da presença da raça 1 de Venturia inaequalis no Sul do Brasil.

Determinação da presença da raça 1 de Venturia inaequalis no Sul do Brasil.

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Segurança, imunogenicidade e eficácia da vacina contra o vírus influenza em crianças.

Segurança, imunogenicidade e eficácia da vacina contra o vírus influenza em crianças.

Recentemente, McMahon et al. 63 realizaram revisão de 14 anos, 12 anos (1990 a 2002) antes e 2 anos (2002-2003) após a recomendação da vacinação de crianças menores de 24 meses, através do sistema de vigilância de eventos adversos à vacina do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) – Vaccine Adverse Event Report System (VAERS) – buscando os relatos de reações adversas após a vacina inativada contra influenza em crianças menores de 2 anos. Foram encontrados relatos de 166 eventos, sendo 62 (37%) com a vacinação isolada de influenza e 104 (63%) após aplicação de influenza e outras vacinas. Febre (59%) foi o evento mais freqüente, seguido de rash (42%), convulsão (28%) e reação local (28%). Estima-se que, no período de 2002-2003, cerca de 424.667 a 513.403 crianças foram vacinadas, e ocorreram 61 relatos de evento adverso, com taxa de ocorrência entre 0,014 a 0,012%. Destes, apenas 18 foram associados à vacina isolada contra influen- za, reduzindo de forma significativa essa ocorrência para cerca de 3:100.000 doses aplicadas. Esses dados são corroborados por informações obtidas junto à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, onde o relato de evento adverso após a vacinação contra influenza em crianças também foi pouco representativo (Sato HK, comunicação pessoal em reunião do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo, realizada em São Paulo, SP, em 8 de agosto de 2005).
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Situação atual da disseminação do vírus da síndrome reprodutiva respiratória em suínos (PRRSV) no mundo e os perigos de introdução no Brasil

Situação atual da disseminação do vírus da síndrome reprodutiva respiratória em suínos (PRRSV) no mundo e os perigos de introdução no Brasil

& LAGE (2000) testaram 1.054 animais provenientes de 67 granjas de suínos do Estado de Minas Gerais e nenhuma amostra foi positiva. Outro levantamento sorológico foi realizado por CIACCI- ZANELLA (2004) amostrando 54 plantéis de suínos de 8 Estados brasileiros, os quais haviam importado, nos 10 anos anteriores, animais de países onde a PRRS é endêmica. Esses autores testaram 3.247 amostras de soro de reprodutores, 27 amostras com resultado positivo ou suspeito no ELISA foram retestadas em provas complementares mais especificas (imunofluorêscencia, RT-PCR e isolamento viral) e nenhuma amostra confirmou positividade, indicando que não houve identificação do agente.
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