Top PDF Avaliação de fatores associados à recorrência de trombose venosa

Avaliação de fatores associados à recorrência de trombose venosa

Avaliação de fatores associados à recorrência de trombose venosa

76 usando um formulário com perguntas relacionadas à trombose venosa, primeiro evento e recorrências. Apesar dos esforços para o seguimento de todos os pacientes incluídos, 42 dos 420 pacientes (10%) foram vistos somente no momento da inclusão. Estes pacientes foram excluídos da análise, resultando em uma coorte de 378 pacientes. Com exceção de 62 pacientes (perda de acompanhamento: 16%) todos os demais foram contatados por telefone ou tiveram uma avaliação clínica após 01 de julho 2011. A última consulta dos 62 pacientes que perderam o acompanhamento aconteceu entre 03/09/2005 e 30/03/2011 (dois em 2011, 41 em 2010, sete em 2009, cinco em 2008, cinco em 2007 e um em 2005). Naquele momento, eles foram questionados sobre a presença de recorrência de trombose venosa. O critério utilizado para definir a trombose venosa recorrente foi a existência de um teste objetivo, evidenciando nova formação de trombos. Houve acesso a todos os laudos dos exames de imagem. As informações laboratoriais estavam disponíveis para os seguintes testes: fator VIII, homocisteína, fator V Leiden, mutação G20210A da protrombina e grupo sanguíneo. O risco de recorrência foi analisado separadamente para cada teste e em conjunto. Considerou-se o fator VIII como trombofilia, quando o nível deste esteve acima de 150 UI/dL em pelo menos duas dosagens consecutivas com intervalo mínimo de três meses. Da mesma forma, um nível elevado de homocisteína (> 20 umol / L) foi considerado somente quando confirmadas em outra amostra de sangue. Todos os pacientes elegíveis para este estudo forneceram consentimento livre e informado e o estudo foi aprovado pelo comitê de ética local.
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Avaliação clínica e ultrassonografia tardia de pacientes com trombose venosa profunda, portadores de trombofilia

Avaliação clínica e ultrassonografia tardia de pacientes com trombose venosa profunda, portadores de trombofilia

O tromboembolismo venoso (TEV) tem uma taxa de recorrência de 5- 10% (RIDKER et al., 2003; EICHINGER et al., 2004) por ano, freqüentemente, entre os primeiros 6 e 12 meses e continua tendo sua importância nos primeiros 10 anos do evento (HEIT et al., 2000). Estima-se que este risco seja de 10% no primeiro ano em pacientes que tiveram trombose idiopática e naqueles pacientes em que os fatores de risco são persistentes ou irreversíveis; este risco seria de 5% ao ano para os casos de trombose desencadeada por fator de risco transitório (KEARON, 2004). Estudo coorte retrospectivo realizado em Minesota avaliou a recorrência de TVP e seus preditores. Foram estudados 1719 pacientes no período de 1966 a 1990 avaliados quanto à idade, tipo de evento (TVP e/ou embolia pulmonar), sexo, ano do diagnóstico do evento, índice de massa corporal, doença cardíaca crônica, neoplasias, doenças neurológicas isquêmicas, pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos que necessitassem de anestesias, traumas, doenças pulmonares crônicas, doença hepática crônica, doença renal crônica, varizes, uso de cateter venoso central, tabagismo, terapia hormonal ou contraceptivos orais, gravidez, cirurgias ginecológicas ou uso de tamoxifeno. Destacou-se a relação de neoplasias com maior recorrência da TVP (HEIT et al., 2000). O sexo pode estar relacionado com maior recorrência de episódios trombóticos. Um estudo com 826 pacientes que foram seguidos durante 36 meses após o primeiro episódio de TVP e submetidos ao tratamento anticoagulante, descartando-se mulheres grávidas e pacientes portadores de trombofilias genéticas, SAF e portadores de neoplasias, demonstrou recorrência da TVP em 74 dos 373 homens comparados com recorrência em 28 de 453 mulheres, ajustados quantos à idade, com significância estatística. O porquê desta observação permanece obscuro, necessitando de mais estudos (HEIT et al, 2000; EICHINGER et al., 2004; VOSSEN et al., 2005).
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Fatores associados à recorrência de quedas em uma coorte de idosos.

Fatores associados à recorrência de quedas em uma coorte de idosos.

Cruz DT, Ribeiro LC, Vieira MT, Teixeira MTB, Bastos RR, Leite ICG. Prevalência de quedas e fatores associa- dos em idosos. Rev Saude Publica 2012; 46(1):138-146. Pinho TAM, Silva AO, Tura LFR, Moreira MASP, Gur- gel SN, Smith AAF, Bezerra VP. Avaliação do risco de quedas em idosos atendidos em Unidade Básica de Saúde. Rev Esc Enferm USP 2012; 46(2):320-327. Abreu HCA, Reiners AAO, Azevedo RCS, Silva AMC, Abreu DROM. Incontinência urinária na predição de quedas em idosos hospitalizados. Rev esc enferm USP 2014; 48(5):851-856.

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Fatores associados à recorrência da infecção do trato urinário em crianças.

Fatores associados à recorrência da infecção do trato urinário em crianças.

Após o tratamento da infecção urinária, para todos os pacientes foram prescritos medicamentos profiláticos (cefalexina nas crianças menores de três meses de idade; cefalexina ou nitrofurantoína ou ácido nalidíxico para as maiores de três meses) até a conclusão do estudo, por imagem. Em todos os pacientes a avaliação do trato urinário foi realizada pelo ultra-som renal ou pela urografia excretora e pela uretrocistografia miccional. A cintilografia renal com 99mTc ácido dimercaptosuccínico (DMSA), para diagnóstico de cicatriz renal, foi realizada em 74 pacientes (77,9%). O tempo médio de obtenção completa dos resultados pelo estudo por imagem foi de 3,5 + 2,5 meses.
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Avaliação do risco tromboembolico na mulher grávida

Avaliação do risco tromboembolico na mulher grávida

Desenvolvimento: Inúmeros fatores de risco foram estudados por diversos autores na tentativa de estabelecer uma análise que permitisse ao clínico inferir sobre a necessidade de introduzir tromboprofilaxia na gravidez a grupos de mulheres com risco aumentado de tromboembolismo venoso. Entre eles, a história pregressa de fenómenos tromboembólicos, principalmente se o primeiro evento ocorreu durante a gravidez, a presença de trombofilia hereditária, a raça negra, a obesidade, o tabagismo, a anemia falciforme, a fertilização in vitro (devido à hormonoterapia com estrogénio e progesterona em altas doses), a gravidez múltipla, bem como o parto cesáreo, foram associados a um aumento significativo do risco para tromboembolismo venoso durante a gravidez ou puerpério. Existe uma preocupação mundial em estabelecer normas que orientem o clínico na avaliação do risco de trombose na mulher grávida bem como a sua orientação, sendo as principais as propostas pela American College of Chest Physicians e a Royal College of Obstetricians and Gynaecologists. É universalmente aceite que todas as mulheres grávidas devem ser precocemente avaliadas para o risco de complicações tromboembólicas nesse período. Estas normas são apenas orientadoras, devendo a mulher ser informada e ser a principal interveniente na tomada de decisão.
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Influência do fator V de Leiden e da mutação g20210a no gene da protrombina no  de eventos trombóticos no município de Fortaleza

Influência do fator V de Leiden e da mutação g20210a no gene da protrombina no de eventos trombóticos no município de Fortaleza

Pessoas que têm tendência aumentada para desenvolver trombose são denominadas trombofílicas. O termo trombofilia foi usado originalmente por Edberg, em 1965, para descrever a tendência à trombose venosa de uma família norueguesa. Atualmente ele é empregado para qualquer condição, adquirida ou genética, que se associa a maior propensão para tromboembolismo (D’AMICO, 2006). Alguns autores utilizam o termo somente para pacientes com trombose atípica, baseando-se em características, tais como: evento em idade até 50 anos; recorrência; história familiar e eventos em locais incomuns (LANE, 1996a; PRICE & RIDKER, 1997; LORENZI, 1999). Trombose é a formação de um coágulo fibrino-plaquetário no interior de um vaso sangüíneo. Ocorre quando há alteração do mecanismo hemostático vascular, desenvolvendo-se pelo desequilíbrio entre os processos pró-trombóticos e anti- trombóticos. Alterações nas paredes dos vasos, do fluxo sangüíneo e na composição dos constituintes do sangue são os principais envolvidos na fisiopatologia da trombose. Estes fatores são conhecidos como tríade de Virchow (LEE 1998).
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Trombose venosa cerebral  Casustica de 11 anos

Trombose venosa cerebral Casustica de 11 anos

Selecionámos uma amostra não probabilística por conveniência, de doentes internados entre 01/01/2000 e 31/12/2010 (11 anos), de todas as idades, em cujas cartas de alta constava o diagnóstico de trombose venosa cerebral (ICD9: código 325). Foi um estudo retrospe- tivo, observacional e descritivo, onde foram analisados os respetivos processos clínicos, tendo por base as variáveis: idade, sexo, tempo de evolução da doença, manifestações clínicas, fatores de risco/precipitantes, exames auxiliares de diagnóstico, localização da lesão, tipo de tratamento, grau de recuperação, resultado final, recorrência e sequelas.
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A Importncia da Recanalizao na Trombose Venosa Intracraniana e Fatores Preditivos

A Importncia da Recanalizao na Trombose Venosa Intracraniana e Fatores Preditivos

Dos potenciais fatores preditivos, demonstrou-se asso- ciação entre a recanalização e a idade, a presença de duas ou mais comorbilidades, a hipertensão arterial, a dislipidemia, a encefalopatia como apresentação clínica, alteração do estado de consciência e sintomas/sinais resi- duais de novo aos três meses. A avaliação da associação de possíveis fatores preditivos de recanalização na litera- tura é baseada, principalmente, na divisão da recanaliza- ção em três categorias. Em alguns estudos encontra-se associação de menor recanalização com a idade, o género masculino e a ausência de fatores de risco conhecidos. 13
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Discriminação alélica do fator V da coagulação por PCR em tempo real: diagnóstico simples e preciso.

Discriminação alélica do fator V da coagulação por PCR em tempo real: diagnóstico simples e preciso.

Dentre as doenças cardiovasculares, a trombose venosa (TV) destaca-se pela asso- ciação entre fatores de riscos adquiridos e fatores genéticos. A resistência hereditá- ria à proteína C ativada tem sido identificada como a principal causa dos casos de trombose venosa, sendo frequentemente associada à mutação fator V Leiden (G1694A). Em indivíduos homozigotos, o risco de trombose venosa é 50 a 100 vezes maior que em pacientes homozigotos normais, enquanto em pacientes heterozigotos o risco é de 5 a 10 vezes. Baseado na necessidade de avaliação e acompanhamento de pacientes com casos de trombose venosa e prevenção de seus respectivos famili- ares, foi desenvolvido um método simples de discriminação alélica do fator V da coagulação utilizando PCR em tempo real. Foram selecionados 67 pacientes com histórico de TV e 51 indivíduos sem histórico de TV. Primeiramente, a discriminação alélica do fator V foi realizada através de PCR convencional seguida de digestão enzimática (Mnl). Posteriormente, o diagnóstico foi realizado por PCR em tempo real. Ambos os métodos foram baseados no polimorfismo G1691A, sendo no segun- do utilizado fluoróforos VIC e FAM para marcar os nucleotídeos G e A, respectiva- mente. A técnica de PCR-RFLP foi utilizada para diagnosticar 95 indivíduos homozigotos normais, 21 heterozigotos e 2 homozigotos FVL. Utilizando PCR em tempo real foram obtidos os mesmos resultados. A máxima similaridade entre os resultados obtidos por PCR em tempo real e PCR-RFLP indicou precisão significati- va do novo método de discriminação e visualização alélica do fator V. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 2009;31(1):25-28.
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Recanalização após trombose venosa profunda aguda.

Recanalização após trombose venosa profunda aguda.

Pacientes não diagnosticados e não adequadamente tratados podem resultar em insuficiência venosa crônica (IVC) e até morte por EP. Desse modo, diante de um paciente com suspeita clínica de TVP e da necessidade de avaliação da evolução de uma veia trombosada para tratamento de suas complicações, devem ser feitos exames específicos ou métodos auxiliares de diagnóstico, os quais demonstrem direta ou indiretamente a presença e a extensão do trombo. Assim, modelos de predição clínica, como o proposto por Wells et al. 17 , associados ao exame laboratorial
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Avaliação da utilização de profilaxia da trombose venosa profunda em um hospital escola.

Avaliação da utilização de profilaxia da trombose venosa profunda em um hospital escola.

Métodos: Foi realizado um estudo transversal descritivo no HEJC durante o período de 6 meses. A amostra foi de 298 pacientes, de diferentes especialidades. Os dados foram coletados nos prontuários, divididos em clínicos (68,5%) e cirúrgicos (31,5%). Analisou-se, em cada paciente, como se procedeu a utilização da profilaxia para a TVP. Foram pesquisados fatores clínicos, medicamentosos e cirúrgicos para todos os pacientes e, com base nesses dados, foi realizada estratificação do risco conforme a classificação recomendada pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). O estudo estatístico foi realizado através do software SPSS, utilizando os testes qui-quadrado e de correção bivariada, considerando o valor de p < 0,05.
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Fatores de risco associados a trombose em pacientes do estado do Ceará.

Fatores de risco associados a trombose em pacientes do estado do Ceará.

Trombose refere-se à formação de constituintes sanguíneos de massa anormal dentro dos vasos e envolve a interação de fatores vasculares, celulares e humorais na corrente sanguínea circulante e pode desenvolver-se em artérias ou veias, sendo designada arterial ou venosa. Tanto a trombose arterial quanto a venosa são patologias de grande interesse médico com alto índice de morbidade e mortalidade. Este estudo objetivou verificar a associação de fatores de risco e o desenvolvimento de trombose venosa e arterial em pacientes do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado do Ceará (Hemoce). Foram entrevistados 189 pacientes com eventos tromboembólicos e 349 voluntários saudáveis quanto aos fatores ambientais sabidamente envolvidos no desenvolvimento de trombose. Em análises univariadas e multivariadas, fumo (OR- 17,3, 14,9 e 33,3), o álcool (OR- 6,4, 5,8 e 13,5), a idade acima de 40 anos (OR-2) e o sexo feminino (OR- 3,7 e 4,1) foram estatisticamente significativos. O uso do fumo e do álcool, a idade avançada e o sexo feminino contribuíram para a ocorrência de trombose nos pacientes do estado do Ceará. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 2009;31(3):132-136.
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Eventos tromboembólicos em contexto de cirurgia ortopédica

Eventos tromboembólicos em contexto de cirurgia ortopédica

8 Quanto ao procedimento cirúrgico, os factores de risco prendem-se com o tipo e a duração do procedimento. Curiosamente, verifica-se uma maior incidência de EP em contexto de revisão da artroplastia total da anca (ATA) e artroplastia total do joelho (ATJ) que na ATA primária e revisão de ATJ, mesmo quando feito um controlo apertado de diversas variabilidades. As razões para estes achados não são completamente compreendidas, mas talvez possam ser explicadas pelas diferenças nos volumes de medula óssea mobilizados durante os procedimentos (a medula entra na corrente sanguínea e provoca a activação da cascata de coagulação). Para além disso, a revisão da ATA requer, frequentemente, a colocação do membro em flexão e rotação interna por períodos prolongados, o que resulta em estase venosa.
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FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS NA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM TROMBOEMBOLIA VENOSA

FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS NA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM TROMBOEMBOLIA VENOSA

A tromboembolia venosa (TEV), é uma doença vascular de patogênese multifatorial que resulta em duas manifestações clínicas principais: a trombose venosa profunda, que geralmente tem origem nas veias profundas das panturrilhas e se dissemina ascendentemente e a tromboembolia pulmonar (TEP), que embora não seja uma doença pulmonar propriamente dita, é a afecção pulmonar aguda mais comum e séria em pacientes hospitalizados, apresentando sintomatologia em cerca de 30% dos pacientes com TVP (KEARON, 2016).

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J. vasc. bras.  vol.12 número3

J. vasc. bras. vol.12 número3

Causas secundárias de trombose do membro superior são as mais frequentes e estão relacionadas ao uso de cateteres venosos centrais e implante de marcapasso. Trombose venosa do membro superior por causas primárias ocorre em duas a cada 100 mil pessoas por ano e comumente apresenta associação com doenças malignas, trombose por esforço (Síndrome de Paget-Schroetter) e tromboilias 1,2 .

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Doença de Behçet com extensa trombose venosa.

Doença de Behçet com extensa trombose venosa.

A tomografia de tórax (Figura 1) mostrava derrame pleural bilateral, atelectasia parcial em lobo inferior direito, trombose de segmento intra-hepático de veia cava inferior com dilatação de veias ázigos e hemiázigos, presença de veia cava persistente, drenando para veia hemiázigos através de

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Prevalência de dor e fatores associados em pacientes com úlcera venosa.

Prevalência de dor e fatores associados em pacientes com úlcera venosa.

MÉTODOS: Estudo transversal, desenvolvido em um Hospital Universitário em Natal, RN. A amostra, de conveniência, foi cons- tituída por 100 pacientes com úlcera venosa atendidos no ambula- tório de angiologia do referido hospital. Utilizou-se um formulário estruturado de entrevista com características sociodemográicas e de saúde, características da assistência e da lesão, além de duas questões sobre dor do Medical Outcome Study Short Form 36 (SF-36). Para a comparação das variáveis categóricas, foi utilizado o teste Mann- -Whitney. O nível de signiicância estabelecido foi p<0,05. RESULTADOS: A dor esteve presente em 86% dos pacientes ava- liados. Pacientes com proissão/ocupação, de baixa renda e que não fumavam/bebiam, que usavam terapia compressiva, que receberam orientações sobre uso de terapia compressiva e elevação de membros inferiores, com lesões menores, em fase de epitelização, sem odor e sem sinais de infecção apresentaram menor intensidade da dor e menor impacto da dor nas atividades do dia a dia.
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Malformação de veia cava inferior e trombose venosa profunda: fator de risco de trombose venosa em jovens.

Malformação de veia cava inferior e trombose venosa profunda: fator de risco de trombose venosa em jovens.

A ausência da veia cava inferior, alteração no processo de formação embriológica que ocorre entre a sexta e a oitava semanas de gestação, é uma rara anomalia congênita. Porém, recentemente foi confirmada como sendo um fator de risco importante para o desenvolvimento de trombose venosa profunda, especialmente em jovens. Apresentamos um caso de trombose em veias cava inferior, ilíacas, femorais e poplíteas num jovem de 16 anos com agenesia de um segmento de veia cava infra-renal e veia renal esquerda retroaórtica.

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Trombose venosa cerebral e homocistinúria: relato de caso.

Trombose venosa cerebral e homocistinúria: relato de caso.

RESUMO - Homocistinúria apresentando-se como trombose venosa cerebral é incomum. Relatamos o caso de um adolescente com características fenotípicas de homocistinúria que foi admitido por cefaléia intensa, vômitos e sonolência. Investigação diagnóstica com tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética e angiorressonância foi compatível com trombose dos seios transversos e sigmóides. Altos níveis de homocisteína foram detectados no sangue e na urina. Apresentamos os aspectos clínicos e radiológicos deste caso discutindo a controversa fisiopatologia da tendência trombofílica associada a homocistinúria.
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Fibrinogênio como marcador de trombose

Fibrinogênio como marcador de trombose

O trombo é constituído de fibrina e células sanguíneas. A proporção de um tipo de célula ou outro e fibrina é influenciada por fatores hemodinâmicos; portanto, o trombo arterial difere do venoso. O trombo arterial é formado sob condições de alto fluxo e é constituído principalmente de agregados plaquetários; já o venoso forma-se em áreas de estase e é composto por células vermelhas, com maior quantidade de fibrina e poucas plaquetas. O trombo pode ser formado em qualquer parte do sistema cardiovascular, incluindo veias, artérias, coração e microcirculação. As complicações das tromboses podem estar no local obstruído ou distante por embolização do material trombótico (HIRSH et al., 2001).
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