Top PDF Avaliação de quedas em idosos hospitalizados

Avaliação de quedas em idosos hospitalizados

Avaliação de quedas em idosos hospitalizados

A busca pela segurança do paciente internado em instituições de saúde tem sido estabelecida pelo Programa Nacional de Segurança do Paciente objetivando a melhoria da assistência à saúde e consequentemente minimizando a ocorrência de eventos adversos. Foi realizada uma coorte concorrente com 96 idosos em risco de queda que estavam internados em um hospital particular e de grande porte de Belo Horizonte - MG, no período de março a setembro de 2014. O objetivo geral foi avaliar a ocorrência de queda nos pacientes idosos internados que apresentavam alto risco para o evento. Os objetivos específicos foram: estimar a incidência do risco de queda e a incidência de queda dos pacientes acompanhados; identificar fatores de risco possivelmente associados ao evento queda. A incidência de queda durante a internação dos 96 idosos foi de 13,54%. A associação entre os fatores de risco estudados e a ocorrência de queda foi realizada utilizando a análise bivariada através do modelo de regressão logística. Foram encontrados como fatores de risco associados à ocorrência de quedas: paciente encontrar-se em pós –operatório, apresentar dificuldade de marcha, utilizar algum tipo de órtese, apresentar déficit cognitivo e ter diagnóstico de depressão. Após o ajuste final do modelo, os fatores associados à ocorrência de quedas na amostra estudada foram: apresentar déficit cognitivo, ter diagnóstico de depressão e utilizar algum tipo de órtese. As quedas estão ligadas diretamente aos indicadores de segurança do paciente. Assim, faz-se necessário uma abordagem multiprofissional e interdisciplinar, avaliando os fatores de risco a que os idosos hospitalizados estão expostos para que sejam adotadas estratégias preventivas para manutenção da saúde.
Mostrar mais

79 Ler mais

Incontinência urinária na predição de quedas em idosos hospitalizados.

Incontinência urinária na predição de quedas em idosos hospitalizados.

Neste estudo, a IU foi um forte preditor de quedas na população estudada, semelhante ao encontrado em estudos longitudinais existentes (12-13) . Outro achado relevante foi que pacientes inconinentes sofreram quedas com menor tem- po de internação do que os que não inham IU, reforçando a suposição de que essa condição inluencia a ocorrência de quedas em idosos hospitalizados. Uma das explicações é a necessidade mais frequente do idoso de urinar e da in- capacidade de adiamento da micção, o que o obriga a ir ao banheiro mais vezes que o esperado, expondo-o ao maior risco de quedas (17) . Em estudo com 77 adultos hospitalizados com IU, foi encontrado que 85,2% deles acordavam para ir ao banheiro (18) . Essa tarefa pode ser ainda mais diícil na con- comitância de outros fatores de risco como comorbidades e iluminação precária do ambiente (19) . Aliado a isso, há que se
Mostrar mais

6 Ler mais

Revisão de dois instrumentos clínicos de avaliação para predizer risco de quedas em idosos.

Revisão de dois instrumentos clínicos de avaliação para predizer risco de quedas em idosos.

Introdução: Quedas são um problema clínico comum nos idosos, que pode reduzir sua mobilidade e independência. O uso de instrumentos simples para detecção do risco de quedas é fundamental para prevenção e tratamento de tais eventos. Não há, porém, consenso quanto aos testes mais adequados para cada situação. Objetivo: Revisar estudos sobre eficácia, sensibilidade e especificidade dos testes Timed Up and Go Test e Berg Balance Scale, a fim de verificar qual é o mais apropriado para predizer quedas em idosos. Métodos: Realizou-se revisão bibliográfica nas bases de dados MEDLINE, PubMed, ISI, LILACS e Portal de Periódicos CAPES, entre os anos de 2001 e 2011. Resultados: Foram selecionados 37 artigos, sendo 17 sobre a Berg Balance Scale e 20 sobre o Timed Up and Go Test. A revisão mostrou que os dois testes podem ser bons preditores de quedas, mas os artigos diferiram quanto à definição de queda e caidor, tipo de estudo, quantidade e característica da amostra e avaliação de quedas, levando a diferentes resultados quanto a nota de corte, sensibilidade, especificidade e predição de quedas. Há controvérsias quanto à capacidade de predição em perfis específicos, como os idosos ativos. Conclusão: Os testes avaliados são eficazes para predição de quedas, desde que adaptados para cada perfil. Novos estudos devem ser realizados com metodologia homogênea, a fim de favorecer a comparação de resultados sobre a eficácia desses testes.
Mostrar mais

13 Ler mais

Open Avaliação do Risco de Quedas em Idosos na Perspectiva das Representações Sociais

Open Avaliação do Risco de Quedas em Idosos na Perspectiva das Representações Sociais

o risco de quedas e envelhecimento foram permeadas por dimensões muito mais negativas que positivas, como doença, incapacidade, dependência, solidão, tristeza, sendo representados como «perdas» e «incapacidades», demonstrando as dificuldades vivenciadas pelos idosos do estudo frente a essa fase da vida.. Percebeu-se que a maioria dos idosos (58,8%), deste estudo não sofreu quedas, sendo que, dos 63 idosos que caíram, 71,4% relataram ter sofrido de 1 a 2 quedas, e a principal causa intrínseca foi a tontura/vertigem, enquanto que a extrínseca foi pisos escorregadios ou molhados. Os dados coletados e analisados foram interpretados subsidiados do referencial teórico das representações sociais. Considerações Finais: é de grande relevância a avaliação do risco de queda em idosos na perspectiva das representações sociais, para que sirvam de subsídios para realização de medidas preventivas que visem a maximização da qualidade de vida desta população.
Mostrar mais

84 Ler mais

Correlação entre três instrumentos de avaliação para risco de quedas em idosos.

Correlação entre três instrumentos de avaliação para risco de quedas em idosos.

Apesar da existência de diversos instrumentos dire- cionados à avaliação do equilíbrio e risco de quedas em idosos, é escasso o número de trabalhos que investiga- ram e discutiram o assunto, há pouco espaço e material e os testes de laboratório são mais complexos, pois utili- zam aparelhos sofisticados e exigem mais infraestrutura para serem aplicados. Mota et al. investigaram a associação entre a EEB e um dispositivo de plataforma de estabilidade postural, o Biodex Balance System – Modo Fall Risk BBS-FR , encontrando correlação sig- nificativa e moderada entre eles. Entretanto, devido ao alto custo, o acesso a esses dispositivos laboratoriais muitas vezes está restrito a universidades e hospitais- -escola, que possuem maior poder aquisitivo, fator que priva seu uso a muitos profissionais da saúde que não possuem condições financeiras de adquirir e manter essa tecnologia em seus consultórios.
Mostrar mais

12 Ler mais

Avaliação do risco de quedas em idosos atendidos em Unidade Básica de Saúde.

Avaliação do risco de quedas em idosos atendidos em Unidade Básica de Saúde.

Nesse estudo, os idosos relataram que tomavam muito remédio, mas não uilizaram medicamentos antes da queda e não foi observado que o sexo seja determinante deste uso (Tabela 1), diferindo dos estudos citados, em que mais da metade dos idosos izeram uso de medica- mento. O uso de quatro ou mais drogas associadas em idosos pode aumentar o risco de queda. Isso pode ocor- rer devido à associação entre as drogas ou ainda que o tratamento de polifármacos esteja relacionado a debili- dades funcionais e a uma precária condição de saúde. A relação entre o uso de drogas e queda pode ocorrer por dosagens inapropriadas, por efeitos adversos e por inte- rações medicamentosas. Dessa forma, é importante que o proissional, ao indicar o uso de fármacos, estabeleça uma avaliação criteriosa sobre a real necessidade do seu uso ou mesmo um ajuste da dosagem, podendo assim diminuir o risco de quedas (20) .
Mostrar mais

8 Ler mais

Avaliação nutricional de idosos hospitalizados com úlcera de pressão

Avaliação nutricional de idosos hospitalizados com úlcera de pressão

A desnutrição é cada vez mais frequente na população idosa hospitalizada, o que por si só acarreta alguns problemas como diminuição da capacidade funcional, dificuldade na mobilidade, alteração da composição corporal, aumento do tempo de internamento, maior tendência a infeções, aumento da mortalidade, dificuldade na cicatrização de feridas e aumento da incidência de úlceras de pressão. Assim, o presente estudo tem por objetivo avaliar o estado nutricional dos idosos hospitalizados com presença de úlcera de pressão com o intuito de perceber quais os parâmetros nutricionais e clínicos associados à presença de úlcera de pressão. Para que seja efetuada esta avaliação, será avaliada a composição corporal com base em medições antropométricas como o peso, altura, índice de massa corporal, prega cutânea tricipital e subescapular e perímetro braquial e geminal) e Bioimpedância Elétrica.
Mostrar mais

87 Ler mais

Avaliação da função renal em idosos hospitalizados: comparação entre métodos diagnósticos

Avaliação da função renal em idosos hospitalizados: comparação entre métodos diagnósticos

obteve a média mais elevada, de 84,97 mL/min; sua diferença em relação ao ClCr foi significativa (p<000,1), assim como os resultados das fórmulas MDRDsc e de Sjostrom (p<0,001). A prevalência de IR pelo ClCr foi alta, de 52,5%, e variou muito segundo o método de avaliação, de 22,5% com a creatinina sérica a 65,8% com a cistatina C. A prevalência de IR mais próxima daquela do ClCr foi obtida pela fórmula de Rule, de 55,3%. Todas as fórmulas apresentaram correlação de Pearson (r) com o ClCr significativa (p<0,001), maior nas fórmulas baseadas na cistatina C, como a de Hoek ou de Sjostrom, ambas com r de 0,72. A MDRD obteve r de 0,617 e a FCG r de 0,63. A maior precisão, com erro relativo (ER) de – 3,30 % (DP: 44,00; IC 95%: -17,37 a 10,78) foi obtida pela FCG, seguida pela fórmula de Rule: ER de 3,69 % (DP: 46,34; IC 95%: -11,54 a 18,93) e pela FCGsc: ER de 4,97%; (DP: 49,11; IC95%: -10,73 a 20,68). As outras fórmulas foram pouco precisas, com ER entre 22,31% (fórmula de Grubb) e 57,62% (MDRD). A FCG teve a melhor sensibilidade, de 90,5% e o melhor VPN, de 85,7%, para diagnóstico de IR. Para IR grave, a maior sensibilidade, de 71,4% e o melhor VPN, de 94,3% foram obtidos pela FCGsc. Conclusão: o uso sistemático da FCG em pacientes idosos hospitalizados pode ser recomendado para estimar de forma rápida a função renal e afastar IR moderada e grave. Nos casos em que não há como obter o peso do paciente, a fórmula de Rule, baseada na cistatina C, representa a melhor alternativa.
Mostrar mais

106 Ler mais

Avaliação da tendência à quedas em idosos de Sergipe.

Avaliação da tendência à quedas em idosos de Sergipe.

Ressalta-se que ambos os testes que caracte- rizam-se pela avaliação funcional, as quais simulam as demandas envolvidas na habilidade em controlar o equilíbrio corporal e a marcha em diferentes contextos e a escolha destes seriam justiicadas pelo baixo custo, facilidade para reproduzi-los em tempo de duração e equipamentos, tanto quanto pelo papel diagnóstico e prognóstico atribuído a eles, uma vez que seriam fortemente preditivas do risco de quedas nos idosos.

8 Ler mais

FATORES DE RISCO PARA QUEDAS EM IDOSOS HOSPITALIZADOS

FATORES DE RISCO PARA QUEDAS EM IDOSOS HOSPITALIZADOS

O processo de envelhecer e a população idosa apresentam-se numa crescente, sendo necessário a avaliação e acompanhamento constante desta população e os fatores que influenciam na sua saúde, ocorrência de doenças e fatores adversos. Este estudo objetivou descrever quais os fatores de risco para a queda mais frequentes nos idosos hospitalizados. Para tanto, o estudo fundamentou-se metodologicamente em Mendes, Silveira e Galvão (2008) e Souza, Silva e Carvalho (2010). Tratando-se de uma revisão integrativa, com coleta de dados realizada a partir de fontes secundárias, por meio de levantamento e análise bibliográfica de publicações realizadas entre os anos de 2010 a 2014. Para o levantamento dos artigos foi realizada busca nas bases de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde
Mostrar mais

9 Ler mais

Avaliação do equilíbrio em idosos que sofrem queda e aqueles que não sofrem quedas.

Avaliação do equilíbrio em idosos que sofrem queda e aqueles que não sofrem quedas.

“oscilar” da esquerda para a direita e de frente para trás de forma rítmica. Os parâmetros medidos estão relacio- nados à velocidade sobre o eixo e controle direcional. O EEB consiste de 14 subtestes conduzidos em ordem convencional. Cada tarefa é pontuada em uma escala de cinco pontos (0-4) de acordo com a qualidade do desempenho ou a quantidade de tempo necessária para se concluir a tarefa, como classificado por aqueles que desenvolveram o teste. A pontuação máxima para essa avaliação é de 56.

6 Ler mais

Avaliação Antropométrica em idosos hospitalizados: estimativa do peso e altura

Avaliação Antropométrica em idosos hospitalizados: estimativa do peso e altura

sendo um público especialmente vulnerável, é fundamental garantir uma boa avaliação nutricional de forma a adequar a intervenção do profissional de saúde. Dando especial destaque à antropometria, a medição do peso corporal e da altura são frequentemente realizados na prática clínica, por serem de grande importância quer para a avaliação quer para a monitorização do estado nutricional dos doentes hospitalizados (14) . Usando estes dois parâmetros, é possível calcular o Índice de

27 Ler mais

Avaliação do uso de antimicrobianos e sua relação com a resistência microbiana em idosos hospitalizados

Avaliação do uso de antimicrobianos e sua relação com a resistência microbiana em idosos hospitalizados

O controle da disseminação da resistência antimicrobiana inclui necessariamente o uso racional de antibióticos. A antibioticoterapia racional apresenta como resultante a redução de morbi-mortalidade associada ás infecções causadas por inúmeros microorganismos patogênicos e multiresistentes. Este estudo avaliou o uso de antimicrobianos e sua relação com o desenvolvimento de resistência microbiana em idosos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Trata-se de um estudo transversal realizado em três momentos com investigação em prontuários de um hospital público. Os critérios de inclusão foram pacientes de ambos os sexos com 60 anos ou mais, admitidos na UTI, nos meses de janeiro a junho de 2006, 2007 e 2008, com permanência superior a 24 horas e em uso de antimicrobiano. Para avaliar se houve o uso racional do antimicrobiano utilizou-se o conceito da Organização Mundial de Saúde (WHO;1997) e o guia terapêutico “The Johns Hopkins Hospital”. Das 651 vezes em que as bactérias isoladas foram testadas quanto à sensibilidade antibiótica, 303 vezes estes microorganismos apresentaram resistência a oito dos dez antibióticos mais utilizados. A multirresistência foi expressa em 46,5% dos idosos, com um aumento significativo no número de bactérias multirresistentes entre os anos de 2006 e 2007 para 2008 respectivamente (r=0,41; p=0,006), (r=0,598;p=0,001), (r=0,688;p=0,00). As terapias empíricas inadequadas corresponderam a mais de 80% e as dirigidas a 59%. A terapia antimicrobiana inadequada, incluindo a empírica e dirigida, apresentaram correlação positiva com a resistência antimicrobiana (r=0,316;p=0,001). Há um elevado índice de inadequação das terapias antimicrobianas relacionadas a resistência antimicrobiana.
Mostrar mais

2 Ler mais

Funcionalidade global de idosos hospitalizados.

Funcionalidade global de idosos hospitalizados.

Avaliação cognitiva: a função cognitiva foi avaliada por meio do Miniexame do Estado Mental (MEEM), composto por 11 domínios (orientação temporal, orientação espacial, registro, atenção e cálculo, memória de evocação, nomear objetos, repetição, comandos, escrita, ler e executar e copiar), com o escore total que varia de 0 a 30 pontos. É um teste de rastreio que possibilita classificar o idoso como normal ou com possível demência, considerando sua escolaridade, com escore de normalidade de 14 pontos para analfabetos, 18 pontos para aqueles entre 1 e 8 anos de estudo e 24 pontos para aqueles com mais de 8 anos de estudo. 11
Mostrar mais

12 Ler mais

Iatrogenia em pacientes idosos hospitalizados.

Iatrogenia em pacientes idosos hospitalizados.

analisou 392 acidentes ocorridos em um hospital- escola, no período de um ano, em pacientes com mais de 65 anos. A maioria das quedas ocorreu durante a primeira semana de hospitalização, talvez porque durante esse período o paciente não estava adaptado ao novo ambiente, encontrava-se mais afetado pela doença e muitas vezes fisicamente dependente. Sem dúvida, pacientes com afecções neurológicas são os mais sujeitos a quedas, porém também são fatores de risco os medicamentos anti-hipertensivos, ansio- líticos, hipnóticos e sedativos.

8 Ler mais

Quedas: conceitos, frequências e aplicações à assistência ao idoso. Revisão da literatura.

Quedas: conceitos, frequências e aplicações à assistência ao idoso. Revisão da literatura.

variação entre os estudos, mas a frequência esteve elevada. Entre os principais fatores associados a este evento mutifatorial, destacam- se aqueles relacionados às dimensões biológica, comportamental, ambiental e socioeconômica. Com relação ao desfecho das quedas, os estudos sugerem incapacidades, fraturas, internações e mortalidade. Quanto às medidas de prevenção para as quedas, a intervenção multifatorial é descrita pelos trabalhos acadêmicos como a mais eficaz, utilizando adaptação do ambiente, incorporação de exercícios físicos, suplementação com vitamina D, retirada ou redução da dosagem de medicamentos, em especial os psicoativos, e avaliação da hipotensão postural.
Mostrar mais

14 Ler mais

Ações  alicerçadas em diagnósticos de enfermagem para prevenção de quedas em idosos

Ações alicerçadas em diagnósticos de enfermagem para prevenção de quedas em idosos

Neste sentido, os profissionais de saúde, mais especificamente o enfermeiro, têm papel importante na avaliação do idoso, direcionada principalmente para a manutenção da funcionalidade e cognição, visando minimizar o risco de quedas. A queda é determinada por múltiplos fatores, podendo estar associada também a diversos diagnósticos. Nesse sentido, pretende-se com o estudo propor ações que visem minimizar/prevenir os fatores que podem desencadear a queda. Assim, apresenta-se como questão norteadora: quais ações institucionais podem ser propostas, com base em diagnósticos de enfermagem para prevenção de quedas em idosos? O objetivo desse estudo foi propor ações institucionais baseadas em diagnósticos de enfermagem para a prevenção de quedas em idosos.
Mostrar mais

9 Ler mais

Desenvolvimento de um sistema de alerta para prevenção de quedas em pacientes hospitalizados

Desenvolvimento de um sistema de alerta para prevenção de quedas em pacientes hospitalizados

O protocolo de intervenções para pacientes com potencial para injúrias também encontra-se disponível no sistema computacional e recomenda que algumas ações sejam adotadas com relação ao paciente. Por exemplo: supervisionar a Avaliação ADL sempre que necessário, dispor itens pessoais ao alcance do paciente, manter o ambiente seguro, colocar o leito em posição mais baixa, mantendo as rodas travadas e grades laterais suspensas, entre outras.

6 Ler mais

Diagnóstico de enfermagem de risco de quedas e sarcopenia em idosos da comunidade de Ceilândia

Diagnóstico de enfermagem de risco de quedas e sarcopenia em idosos da comunidade de Ceilândia

A seleção dos participantes do estudo levou em consideração os seguintes critérios de inclusão: idade ≥ 60 anos, ambos os sexos e com Diabetes Mellitus e/ou Hipertensão Arterial Sistêmica. Foram excluídos 30 idosos que atendiam aos seguintes critérios de exclusão: demonstraram incapacidade física para realizar os testes físicos para avaliação do risco de quedas, como o uso de cadeira de rodas, e os idosos que possuíam contra indicações para realização da DEXA - condições osteomusculares que impedissem o posicionamento adequado (decúbito dorsal) no tempo necessário para realização do exame, presença de implantes/próteses metálicas, terem sido submetidos a exames radiológicos recentes com infusão de radioisótopos(123). Ainda, 14 idosos não concordaram em participar da pesquisa, totalizando, portanto, em uma amostra final de 156 idosos.
Mostrar mais

136 Ler mais

CHARACTERIZATION OF FALLS IN THE ELDERLY

CHARACTERIZATION OF FALLS IN THE ELDERLY

15. Schiaveto FV. Avaliação do risco de quedas em idosos na comunidade. [Dissertação]. Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo; 2008. 117 p. Mestrado 16. Camarano AA, El Ghaour SK. Familiar com idosos: ninhos vazios? Rio de Janeiro: Ipea, 2003. 17. Camargos MCS, Machado CJ, Rodrigues RN. A relação entre renda e morar sozinho para idosos paulistanos – 2000. R. bras. Est. Pop, São Paulo. 2007 Jun-Jul.; 24(1):37-51.

8 Ler mais

Show all 10000 documents...