Top PDF Avaliação do diodo emissor de luz (LED) para iluminação de interiores

Avaliação do diodo emissor de luz (LED) para iluminação de interiores

Avaliação do diodo emissor de luz (LED) para iluminação de interiores

O Departamento de Água e Luz de Los Angeles (LADWP) patrocinou recentemente um estudo do LRC para determinar se o uso de LEDs em vitrines de lojas atrairia o interesse dos consumidores e reduziria o consumo de energia, sem reduzir as vendas. Os pesquisadores do laboratório instalaram luminárias de LED em três lojas de uma rede de roupas populares em shopping de Los Angeles. Para o teste, as lâmpadas fluorescentes foram removidas e foi reduzido o número e a potência dos spots com lâmpadas halógenas. Foram criados painéis de LEDs coloridos ao redor e acima das mercadorias para criar pontos de interesse. Os pesquisadores testaram vários designs de iluminação em um período de oito semanas, e entrevistaram os fregueses a respeito das características da iluminação, como visibilidade e atração para o olhar. De acordo com a pesquisa do Lighting Research Center, 74% dos compradores acharam a nova iluminação atraente, 84% consideraram a iluminação com LEDs visualmente interessante e 91% dos entrevistados disseram que a troca dos spots por LEDs não prejudicou a visibilidades das roupas nos manequins.
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Avaliação da terapia fotodinâmica utilizando diodo emissor de luz (LED) na descontaminação de dentina bovina artificialmente cariado

Avaliação da terapia fotodinâmica utilizando diodo emissor de luz (LED) na descontaminação de dentina bovina artificialmente cariado

Ito 5 (1970) demonstrou que o corante TBO era fotodinamicamente ativo, provocando a morte celular sem indução de alteração genética, e que provavelmente, a membrana celular fosse o local onde o oxigênio singleto agia para inativar as células de levedura, causando aumento da permeabilidade ou perda do controle da permeabilidade, resultando em desequilíbrio das substâncias intracelulares e morte celular sem aparente dano cromossômico. Em 1995, Paardekooper et al. 10 observaram que o Azul de Toluidina (TB) entrava na célula durante a iluminação devido a uma mudança súbita das propriedades da membrana celular e estruturas intracelulares eram danificadas. Desse modo, além do dano causado à membrana plasmática, o dano fotodinâmico também atingiria estruturas intracelulares.
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Projeto e implementação de lâmpadas para iluminação de interiores empregando diodos emissores de luz(LEDS)

Projeto e implementação de lâmpadas para iluminação de interiores empregando diodos emissores de luz(LEDS)

A avaliação feita com as formas de onda senoidal retificada e dente de serra apresentaram resultados semelhantes. Porém, para manter a corrente nominal do LED, e com isso sua luminosidade máxima, o pico de corrente destas formas de onda deve ser elevado. Este pico de corrente muitas vezes é superior ao valor máximo garantido pelo fabricante tornando sua implementação inviável. Além disso, se os LEDs estiverem afastados do conversor, as harmônicas geradas pela corrente pulsada podem causar problemas de interferência eletromagnética. Assim, alimentar os LED com corrente contínua apresenta algumas vantagens com relação às demais formas de onda. Também foi constatado que uma ondulação de até 40 % não provoca maiores alterações nos resultados. Esta ondulação é suficiente para o desenvolvimento de um projeto simples, compacto e com baixo custo.
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Diretrizes normativas e legais para aquisição de luminárias viárias com diodo emissor de luz pelas administrações municipais em ambiente sustentável

Diretrizes normativas e legais para aquisição de luminárias viárias com diodo emissor de luz pelas administrações municipais em ambiente sustentável

A aplicação da tecnologia LED na iluminação pública é recente no Brasil, suscitando dúvidas na especificação, aquisição, viabilidade econômica e ambiental. Com a adoção de iluminação pública LED, as licitações deverão atender a novas especificações técnicas, a manutenção deverá ser modificada e o descarte das lâmpadas retiradas deverá minimizar o impacto ambiental. Uma análise da evolução tecnológica da iluminação pública e das legislações e normas para implantação da tecnologia LED é apresentada, bem como uma avaliação dos requisitos técnicos para especificação das luminárias. O processo de licitação e casos de impugnação envolvendo luminárias públicas LED é discutido. Para fundamentar o estudo, é realizada a análise de viabilidade em que lâmpadas vapor de sódio são substituídas por lâmpadas de estado sólido em uma praça localizada na cidade de Três Passos-RS. Como principais resultados da modernização e adaptação tecnológica, verificaram-se a redução da fatura mensal de energia, maior durabilidade, menor manutenção devido à redução nas trocas das lâmpadas, melhoria nos índices de luminosidade e benefícios ambientais como a diminuição do indicador de emissão do dióxido de carbono equivalente e da contaminação com mercúrio. A contribuição deste trabalho é o de apresentar as diretrizes para especificar luminárias públicas LED, atendendo os requisitos normativos e legais em vigência, servindo de referência para os agentes públicos municipais envolvidos com a iluminação pública.
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Iluminação LED - Avaliação económica e ambiental

Iluminação LED - Avaliação económica e ambiental

DIALux – Desenvolvida por uma empresa alemã com o mesmo nome, esta aplicação informática é a mais completa apresentando uma base de dados variada desde texturas a materiais. É uma aplicação gratuita, possibilita a importação de texturas, materiais, objetos em 3D e também luminárias de diversos fornecedores, contendo toda a informação da lâmpada necessária no seu cálculo. Existe em duas versões: uma para interiores de cada divisão a avaliar e outra mais completa para interiores e exteriores, que possibilita o projeto com vários andares. Esta última é um pouco limitada por não conter ferramentas de avaliação de energia nem de luz natural. LUMEN – É uma ferramenta criada pela Lighting Technologies Inc. Este simula a iluminação artificial e natural em vários ambientes e apresenta uma base de dados variada de objetos de decoração e luminárias. Tem como principal desvantagem a impossibilidade de importar ficheiros CAD.
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Efeito da terapia de fotobiomodulação por Diodo Emissor de Luz (LED) nas capacidades de força e resistência de atletas de ciclismo

Efeito da terapia de fotobiomodulação por Diodo Emissor de Luz (LED) nas capacidades de força e resistência de atletas de ciclismo

A fotobiomodulação é um mecanismo ergogênico efetivo, mas seu uso em termos de parâmetros, modelos de aplicação e comprimentos de onda é conflitante na literatura. Não há investigação dos potenciais efeitos cumulativos que ela possa gerar quando aplicados seqüencialmente sem a influência do treinamento, e qual é o melhor comprimento de onda para criar o melhor benefício para o desempenho. Objetivo: Analisar os efeitos agudos e crônicos da aplicação sequenciada da fotobiomodulação de diodo emissor de luz (LED) em diferentes comprimentos de onda nas capacidades de força e resistência à fadiga de atletas de ciclismo. Métodos: A amostra do estudo foi composta por 48 ciclistas do sexo masculino, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos: Grupo LED Infravermelho (IR), Grupo LED Vermelho (RED), LED Infravermelho e Grupo Vermelho (IR / RED) e Grupo Sham. Os atletas foram submetidos à avaliação de desempenho por meio do teste incremental, VO2máx, análise de lactato sanguíneo, termografia infravermelha e avaliações isocinéticas. A aplicação da fotobiomodulação ocorreu em três dias consecutivos, o LED (180 J) foi aplicado no músculo quadríceps femoral bilateralmente, e após 24 horas da última aplicação, as reavaliações foram realizadas, seguidas de uma semana de fallow-up. Adotou-se um nível de significância de 5% e o tamanho do efeito calculado por Cohens'd. Resultados: Não houve diferenças significativas nas variáveis analisadas em nenhuma condição experimental (p> 0,05), porém um tamanho de efeito moderado pode ser observado para Pico de Torque a 60 ° / s MIE (0,67), Potência Média a 60 ° / s do MID (0,73) e MIE (0,65) e um grande tamanho de efeito no Pico de torque 60 ° / s do MID (0,98) no grupo IR / RED em comparação ao Sham 24 horas após a última aplicação, bem como um grande tamanho de efeito para o tempo total até a exaustão (1,98) e para o VO2max (6,96) e um tamanho de efeito moderado para iLAN (0,62) para o grupo IR / RED quando comparado ao Sham. Conclusão: A fotobiomodulação não associada ao treinamento não foi capaz de produzir um efeito cumulativo e aumentar a força e a resistência de ciclismo. No entanto, foram observados grandes e moderados efeitos na associação de dois comprimentos de onda – vermelho e infravermelho- sendo assim, tal associação parece apresentar melhores resultados quando comparado ao LED vermelho, e ao LED infravermelho, assim como ao Sham.
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Avaliação da eficiência do diodo emissor de luz (LED) emitindo em 460 nm associado à curcumina na fotossensibilização letal de Candida albicans e de Aggregatibacter actinomycetemcomitans: Estudo in vitro

Avaliação da eficiência do diodo emissor de luz (LED) emitindo em 460 nm associado à curcumina na fotossensibilização letal de Candida albicans e de Aggregatibacter actinomycetemcomitans: Estudo in vitro

Photofrin ® (dihematoporfirina ester), é o FS mais extensivamente estudado, tem sua fórmula comercial disponível por mais 30 anos, é o agente fototerapêutico mais utilizado clinicamente, embora não seja o mais adequado, já que entre os seus efeitos colaterais está a indução de prolongada fotossensibilidade na pele, além de apresentar demora em ser eliminado do organismo. Esse composto e os derivados do hematoporfirina (HPDs) são considerados como os FS de primeira geração. As clorinas são porfirinas reduzidas. Os FS de segunda geração incluem ALA (Levulan ® ), derivados da benzoporfirina (Visudyne ® - BPDMA), temoporfina (mTHPC), entre outros. O ALA é um precursor, ou seja, é o material de partida para todas as porfirinas in vivo, é ciclizado por biossíntese, gerando a protoporfirina IX, que é a espécie fotoativa. O Foscan ® (mTHPC) é o FS de segunda geração de maior potência, apresentando atividade 100 vezes maior do que o Photofrin ® , como foi relatado por Allison et al. (2004). Esses mesmos autores em 2006 relataram que esses FS têm maior potencialidade para gerar oxigênio do singleto; entretanto, podem causar dor significativa durante a terapia, e, por isso, mesmo utilizando luz de baixa intensidade (60 watts) podem provocar na pele severa fotosensibilidade. Os FS de terceira geração incluem atualmente compostos que são associados com anticorpos monoclonais, com anticorpo carregador de proteína, sistemas receptor de proteína e conjugados com marcadores radioativos (KONOPKA et al., 2007).
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Uso de lâmpadas de diodo emissor de luz ‘LED’ no controle do florescimento em plantas de Tango (Solidago canadensis L.) e Hipérico (Hypericum inodorum)

Uso de lâmpadas de diodo emissor de luz ‘LED’ no controle do florescimento em plantas de Tango (Solidago canadensis L.) e Hipérico (Hypericum inodorum)

incandescentes de 100 W. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F e análise de regressão. A colheita ocorreu quando as hastes apresentaram cerca de 40% das inflorescências abertas. O uso da iluminação suplementar com lâmpadas de LED foi eficiente, pois todos os ciclos avaliados produziram hastes dentro do padrão comercial. Plantas cultivadas sob o ciclo de 7/23 minutos obtiveram menor tempo de cultivo e maior formação de ramos florais e conjunto de inflorescências comparado as demais. Porém os ciclos de 23/7 e 30/0 minutos foram aqueles que obtiveram os resultados mais expressivos nas características utilizadas para a classificação comercial, como tamanho e peso da haste. As plantas cultivadas sem iluminação suplementar não apresentaram desenvolvimento de hastes florais.
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Terapia por diodo emissor de luz promove antihipersensibilidade, mas falha em acelerar regeneração nervosa após lesão do nervo ciático em camundongos

Terapia por diodo emissor de luz promove antihipersensibilidade, mas falha em acelerar regeneração nervosa após lesão do nervo ciático em camundongos

trauma físico, neste caso específico, por esmagamento (CORONEL et al., 2008; NAIK et al., 2008; DECOSTERD et al., 2002; BESTER et al., 2000). Por ser um modelo de axoniotmese, a estrutura do nervo é preservada, ao menos em parte, facilitando a regeneração, bem como a avaliação da hipersensibilidade mecânica e térmica, sinais estes considerados representativos de dor neuropática em estudos translacionais (KONTINEN; MEERT, 2003). Além disso, murinos, em especial ratos e camundongos, têm sido freqüentemente utilizados no estudo da regeneração nervosa, não apenas pela facilidade de cuidado, fácil manejo e pequeno porte, mas principalmente, pela distribuição de seus troncos nervosos que se assemelham àqueles dos humanos (MACKINNON et al., 1985; RODRIGUEZ et al., 2004). Devido a estas características, este modelo de NP, i.e. ENC, tem contribuído para a compreensão dos efeitos de diversos agentes com potencial regenerador e analgésico. No entanto, até o momento, este é o primeiro estudo a empregá-lo para investigar os efeitos da LEDT.
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Avaliação dos mecanismos fotobiológicos envolvidos na antinocicepção induzida pela terapia por diodo emissor de luz em camundongos

Avaliação dos mecanismos fotobiológicos envolvidos na antinocicepção induzida pela terapia por diodo emissor de luz em camundongos

poderia desencadear repostas em sítios medulares ou supra-medulares, recentemente foi publicado um estudo na revista Nature Chemical Biology (KOKEL et al., 2013) que demonstrou que os efeitos comportamentais ativados pela optovina, uma pequena molécula que permite a fotoativação repetida de comportamentos motores em peixes- zebra e em camundongos, não é mediada pelo sistema visual, mas sim por meio de neurônios sensoriais que expressam o canal catiônico receptor de potencial transitório ankirina 1 (TRPA1, do inglês Transient Receptor Potential Ankyrin 1). A saber, os canais TRPA1 participam de processos sensoriais, como sensação de frio e audição, além de exercerem um papel funcional na dor e inflamação de origem neurogênica (GUIMARÃES; JORDT, 2007). No caso específico, a optovina ativa os canais TRPA1 humano via uma estrutura dependente de reações fotoquímicas com resíduos de cisteína redox-sensíveis. Em animais com medulas espinais decepadas, o tratamento com optovina permite o controle da atividade motora nas extremidades paralisadas por meio de estimulação luminosa localizada. Estes estudos identificam uma estratégia baseada na estimulação fotônica (luz) para controlar os receptores TRPA1 endógenos in vivo, com potencial para aplicações clínicas e de pesquisa em animais, incluindo seres humanos.
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Efeito fotobiomodulador da terapia com diodo emissor de luz de baixa intensidade na inflamação muscular induzida por exercício em ratos

Efeito fotobiomodulador da terapia com diodo emissor de luz de baixa intensidade na inflamação muscular induzida por exercício em ratos

com diodo emissor de luz (LEDT), indicam que a fototerapia induz efeitos ergogênicos e recuperativos do músculo esquelético. No entanto, ensaios clínicos e pesquisas experimentais apresentam divergências no que diz respeito aos parâmetros a serem utilizados. OBJETIVO - Comparar o efeito de diferentes doses da LEDT (630 nm) na inflamação do músculo estriado esquelético induzida por exercício em ratos. MÉTODOS - Ratos Wistar foram divididos em cinco grupos experimentais (n=8/grupo): controle (CON), animais não submetidos ao protocolo de exercício; recuperação passiva (RP), animais que não receberam tratamento após a indução da inflamação; LEDT (1,2 J; 4,2 J ou 10,0 J), animais tratados com fototerapia após indução da inflamação. A inflamação muscular esquelética foi induzida por protocolo de 100 minutos de nado. Após o exercício, os animais dos grupos LEDT foram expostos à fototerapia nas doses de 1,2 J, 4,2 J ou 10,0 J sobre os músculos tríceps sural (gastrocnêmios e sóleo). Para avaliação da hiperalgesia mecânica com o von Frey eletrônico, os animais foram submetidos a avaliação antes e 24 horas após o procedimento de nado. Após 24 horas do nado, amostras sanguíneas foram coletadas para análise da atividade de creatina quinase (CK). O músculo sóleo foi retirado para análise histológica. Os dados foram expressos como média± erro padrão da média (EPM). Foi utilizado análise de variância seguido pelo Tukey post hoc. Para os dados histológicos foi realizada análise com Qui-quadrado seguido de correção de Yates. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Animais (Universidade Federal de Sergipe) sob nº 15/2013 e pelo Comitê de Ética em Uso de Animais (Universidade Estadual de Londrina) sob nº 124/2014. RESULTADOS - No grupo RP houve um aumento (p<0,0001) da atividade plasmática de CK (2.071±346 U/L) quando comparado ao grupo CON (683±103 U/L) e houve atenuação (p<0,0001) da resposta nos grupos tratados com LEDT (630 nm) com doses de 1,2 J (379±71 U/L), 4,2 J (599±131 U/L) ou 10,0 J (544±86 U/L). Em relação à hiperalgesia mecânica, o grupo RP apresentou redução (p<0,05) no limiar de retirada da pata (-11,9±1,9 g) quando comparado ao grupo CON (2,2±1,5 g) e apenas o grupo LEDT 4,2 J (-3,3±2,4 g) alterou esse limiar (p<0,05) quando comparado ao grupo RP. Na análise histológica, foi observada infiltração de leucócitos no músculo do grupo RP, além de áreas edemaciadas e necrosadas. Porém, menor infiltração foi observada nos animais tratados com as doses de 4,2 e 10,0 J.
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Terapia a Laser de baixa intensidade e diodo emissor de luz na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos

Terapia a Laser de baixa intensidade e diodo emissor de luz na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos

SANO et al. (2001) observaram diversos métodos para mensuração da área de viabilidade dos retalhos em modelos animais, como planimetria, programas de computador e o método gabarito de papel. Assim sendo, o estudo comparou a validade de dois métodos: gabarito de papel e programa de computador (Adobe Photoshop). Foram utilizados 64 ratos Sprague- Dawley distribuídos em 6 grupos, de acordo com diferentes técnicas de retalho musculofasciocutâneo transverso do reto do abdome (TRAM) utilizadas. Todos os gabaritos de papel foram escaneados eletronicamente em forma de bitmap (bmp), e cada bmp foi colorido correspondendo às áreas viável e não viável dos retalhos, utilizando o software mais comum para esse tipo de avaliação. Assim, a soma dos pixels individuais coloridos foram somados para calcular a porcentagem da área de viabilidade dos retalhos. A comparação entre os métodos de avaliação em 64 retalhos TRAM mostrou que a área viável foi ligeiramente maior quando utilizado o método do software, porém, sem diferença significante quando comparado com o método de gabarito de papel (p=0, 479). Em conclusão, os autores verificaram que tanto o método de gabarito de papel como o software do programa de computador são confiáveis para avaliar a viabilidade do TRAM.
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Terapia por diodo emissor de luz 630 nm reduz hiperalgesia mecânica inflamatória por meio da ativação de receptores endotelinérgicos / opioidérgicos: análise da influência da potência em camundongos machos e fêmeas

Terapia por diodo emissor de luz 630 nm reduz hiperalgesia mecânica inflamatória por meio da ativação de receptores endotelinérgicos / opioidérgicos: análise da influência da potência em camundongos machos e fêmeas

A percepção dolorosa em seres humanos é complexa e abrange aspectos nem sempre passíveis de mensuração. Desse modo, estudos não clínicos onde a avaliação se limita a transmissão sensorial dolorosa denominada de nocicepção se tornam relevantes no auxílio de futuros estudos clínicos 31 . O processo neuronal de interpretação e percepção de estímulos nocivos ocorre em etapas distintas que são descritas como: transdução, condução, transmissão, modulação e percepção. A primeira, refere-se a conversão da energia gerada por um estímulo nocivo de origem térmica, mecânica ou química em potencial de ação pelos receptores sensoriais, sendo estes denominados nociceptores 30 . A condução consiste na propagação do impulso elétrico do sistema nervoso periférico (SNP) até o sistema nervoso central SNC. Ela inicia nas fibras de neurônios nociceptivos denominadas de fibras do tipo C e as fibras do tipo Aδ 30
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A fototerapia com diodo emissor de luz (LEDT) aplicada pré-exercício inibe a peroxidação lipídica em atletas após exercício de alta intensidade: um estudo preliminar.

A fototerapia com diodo emissor de luz (LEDT) aplicada pré-exercício inibe a peroxidação lipídica em atletas após exercício de alta intensidade: um estudo preliminar.

Os procedimentos ocorreram de maneira exatamente igual nas duas sessões de exercício, que ocorreram com intervalo de uma sema- na entre si, em um mesmo dia da semana (segunda-feira), no mesmo período do dia (entre 18:30h e 21:30h), sendo vetada qualquer atividade física de alta intensidade durante os finais de semana anteriores aos testes. Dentre os cuidados que foram tomados para a obtenção da pa- dronização na execução do protocolo de exercício, cita-se a realização dos exercícios aproximadamente na mesma hora do dia (para controle de ritmo circadiano), além das recomendações aos atletas quanto ao tipo de refeição apropriada para o dia dos procedimentos e intervalo entre a última refeição e o momento da avaliação.
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Desenho de luz: um estudo sobre o uso da iluminação no palco

Desenho de luz: um estudo sobre o uso da iluminação no palco

Todos os conhecimentos produzidos ao longo destes três mil anos contribuíram diretamente para o domínio da luz gerada artificialmente. Os primeiros pesquisadores tinham como objetivo, conhecer para assim desenvolver, a eficiência das luminárias, visando suprir a ausência do sol e viabilizar as relações sociais fora do período solar. Conforme registros históricos, as pesquisas de maior relevância no aprimoramento das fontes de luz, precedentes ao século XVIII, apontam para o período da Renascença. Estas buscaram medir a eficiência luminosa proporcionada por uma única chama, porém, o aprimoramento e a execução dos testes ópticos se desenvolveram mais objetivamente nos séculos seguintes. (BERGMAN, 1977)
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AVALIAÇÃO DE ARGAMASSA DE TERRA PARA REBOCOS INTERIORES

AVALIAÇÃO DE ARGAMASSA DE TERRA PARA REBOCOS INTERIORES

Este artigo teve por base um anteriormente apresentado pelas autoras no I Simpósio de Argamassas e ETICS, Argamassas2014. Após décadas de esquecimento, as possibilidades de utilização da terra como material de construção têm evoluído nos últimos anos em todo o mundo, a nível industrial e científico. Tal situação permite que a terra possa ser cada vez mais utilizada, com vantagens técnicas e ecológicas. Estas vantagens residem no facto de: a terra ser uma matéria-prima abundante e de, muitas vezes, poder ser utilizada para a construção a própria terra que é escavada durante a implantação de uma nova construção ou escavada para a execução de estruturas enterradas; a utilização da terra não necessitar de processos de transformação dis- pendiosos em termos de energia (normalmente apenas um desterroamento e homogeneização); da utilização da terra poder contribuir para a melhoria do comportamento higrotérmico e do conforto acústico dos edifícios; dos elementos construtivos construídos com terra poderem ser reciclados e a matéria-prima terra poder ser reutilizada (desde que não estabilizada com ligantes); a terra ser incombustível, não ser tóxica e poder até contribuir para a melhoria da qualidade do ar interior [1]. Para além destes aspetos e no que respeita à utilização da terra em argamassas de reboco interior, destacam-se ainda eventuais qualidades estéticas, juntamente com efeitos benéficos a nível do clima interior e de bem-estar geral, tais como a capacidade de contribuir para regular a humidade relativa do ar interior [2] [3]. Esta última vantagem advém das argamassas de terra serem muito higroscópicas e permeáveis ao vapor de água. Para além disso, o seu comportamento mecânico é semelhante ao de uma parede de terra e de paredes de edifícios antigos com base em alvenaria de pedra argamassada. Esta situação faz com que estas argamassas sejam mais compatíveis com estas paredes que as argamassas à base de cimento; estas últimas, apesar de apresentarem melhor comportamento face à ação da água, são excessivamente rígidas para este tipo de alvenarias [4]. As argamassas de terra foram muito utilizadas no passado, nomeadamente em rebocos interiores de paredes construídas com terra (nas técnicas construtivas monolíticas da taipa, em alvenarias de adobe ou em paredes ligeiras de tabique) mas também em paredes de alvenaria de pedra argamassada. Foram também muito usadas como argamassas de assentamento em alvena- rias de pedra, por exemplo de xisto [5].
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Condensações superficiais interiores : avaliação do risco

Condensações superficiais interiores : avaliação do risco

Um ponto que poderia ser melhorado prende-se com a definição das condições interiores. No programa a temperatura interior e a humidade relativa interior são definidas através de um valor médio, uma amplitude e a data do ano para o valor máximo numa variação sinusoidal, como é possível ver na figura 3.8 (b). Desta maneira, se for objectivo estudar diferentes períodos com temperaturas interiores e humidades relativas escolhidas pelo utilizador será necessário definir cada par de valores de temperatura e humidade relativa como valores médios e amplitudes nulas e repetir a operação as vezes necessárias para se atingir os objectivos iniciais. Se fosse possível definir as condições interiores através de um ficheiro como na definição das condições exteriores seria uma mais valia para o programa.
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EFEITOS TERAPÊUTICOS DO DIODO EMISSOR DE LUZ - LED EM MASTITES LACTACIONAIS

EFEITOS TERAPÊUTICOS DO DIODO EMISSOR DE LUZ - LED EM MASTITES LACTACIONAIS

RESUMO: Mastite é o processo inflamatório de um ou mais segmentos da mama, que pode ou não progredir para infecção bacteriana. Suas taxas de ocorrência variam de 4% a 8,5% em todas as lactantes; e, os abscessos mamários em 5% a 11% dos casos, representando incidência de 0,4 a 0,5% de todas as lactantes. O tratamento clínico consiste no combate à infecção e no uso de analgésicos. Dentre as formas terapêuticas utilizadas para alívio da dor está a Terapia a Laser de Baixa Intensidade - TLBI; cuja eficácia na redução dos sintomas álgicos tem sido evidenciada por vários autores em diferentes especialidades; isto porque diversas reações teciduais podem ser obtidas; porém a escolha do comprimento de onda, dosagem e tempo de exposição estão relacionadas com alguns fatores intrínsecos da paciente, como nutrição tecidual e sistêmica, idade, e, sexo; o que justifica as diferentes respostas. O Laser possui propriedades que o diferenciam de outras fontes luminosas: monocromaticidade, coerência e colimação; e, como a resposta celular à fotoestimulação não está associada às suas propriedades específicas, como a coerência, permitiu - se o trabalho com fontes emissoras de luz não coerentes, como os Diodos Emissores de Luz - LEDs - dispositivos mais baratos, de fácil manuseio, e que operam com correntes elétricas relativamente baixas em comparação aos laseres. Poucos trabalhos foram realizados com o LED em reparo tecidual, não se observando o emprego desta ferramenta terapêutica em mastites, sendo, portanto, objeto de estudo desta revisão.
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Arquitectura e luz. Estratégias de iluminação - Teatro Capitólio

Arquitectura e luz. Estratégias de iluminação - Teatro Capitólio

Existe ainda outro fenómeno que relaciona a intensidade da luz com a cor, que tem o nome do autor que primeiro o descreveu, Johanner E. Purkinje. Este diz que as cores mais escuras, como por exemplo o vermelho, quando estão sob uma iluminação forte, parecem- nos sempre mais claras do que são na realidade. Isto acontece porque são os cones da retina que executam a maior parte do trabalho, são responsáveis pela distinção das cores e pelos comprimentos de onda mais longos, enquanto, uma luz fraca vai realçar os verdes e os azuis, fazendo-os parecer também mais claros, porque são os bastonetes retinianos que são responsáveis pela luz dos comprimentos de onda mais curtos, mas não são sensíveis à cor. (Arnheim, 1995)
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Iluminação cênica: espaço, luz e corpos em foco

Iluminação cênica: espaço, luz e corpos em foco

Jean Rosenthal, ex-aluna de McCandless em Yale, revolucionou a composição do desenho da luz dentro da caixa cênica italiana, ao introduzir um novo ponto de vista para a plateia, quando colocou torres laterais em pontos à esquerda e direita da caixa cênica do palco italiano. Esta nova forma de incidência de luz sobre os corpos proporcionou destaque aos movimentos dos dançarinos ao iluminar espetáculos de Martha Graham entre 1934 e 1968. Nesta nova posição as fontes de luz colocadas na mesma altura dos corpos em cena, incorporou uma nova plasticidade ao reper- tório de formas de iluminar a figura humana, que valoriza e amplia a lateralidade dos movimentos ágeis de bailarinos. Daí nasce toda uma estética dos corredores criando planos de profundidade pelo espaço a serem ocupados pelos corpos em movimento, disseminado de forma canônica para as estéticas de iluminação para Dança.
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