Top PDF Avaliação econômica de vacas leiteiras submetidas à dieta com diferentes níveis de orégano.

Avaliação econômica de vacas leiteiras submetidas à dieta com diferentes níveis de orégano.

Avaliação econômica de vacas leiteiras submetidas à dieta com diferentes níveis de orégano.

RESUMO. Objetivou-se, com este estudo avaliar a viabilidade econômica de diferentes níveis de orégano nas dietas de vacas lactantes alimentadas com cana-de-açúcar. Utilizaram-se 12 vacas mestiças Holandês x Zebu, distribuídas em três quadrados latinos 4 x 4. Os quatro tratamentos foram constituídos de diferentes níveis de orégano, como se segue: dieta controle sem orégano (0%); dieta com 0,8; 1,6 e 2,4% de orégano. As dietas foram calculadas para suprir as exigências de mantença e produção de 15 kg de leite/dia. Utilizaram-se, para efeito de estudo da análise econômica, dois indicadores econômicos, valor presente líquido e taxa interna de retorno. O custo total por animal e por litro de leite produzido aumentou com a inclusão de orégano na dieta. A inclusão de orégano não foi eficiente tanto na produtividade quanto na lucratividade, com os preços iguais a R$ 0,87; 0,97; 1,09; 1,22 e R$ 0,78; 1,03; 1,28 e 1,52 de leite e concentrado, respectivamente para cada nível de inclusão. A taxa interna de retorno foi mais vantajosa quando não se utilizou orégano na dieta, sendo viável o uso de orégano até 0,8% de inclusão na dieta de vacas lactantes nas condições do presente experimento. O cálculo do valor presente líquido demonstrou que este investimento é interessante para todas as taxas de desconto utilizadas na dieta sem inclusão de orégano, demonstrando que, neste tratamento, a atividade foi viável a todo custo de oportunidade.
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Comportamento ingestivo e digestibilidade de nutrientes em vacas submetidas a diferentes níveis de concentrado.

Comportamento ingestivo e digestibilidade de nutrientes em vacas submetidas a diferentes níveis de concentrado.

Para dietas volumosas, a mastigação aumenta a degradação ruminal, por elevar a matéria seca e as frações da fibra potencialmente digerível e reduzir o tempo de latência de degradação da fibra. Para dietas de cereais, os grãos inteiros não são influenciados pela mastigação, tornando a digestão limitada; desse modo, é necessário o processamento do alimento (Beauchemin, 1992). Uma série de fatores influencia o tempo de apreensão e ingestão, de ruminação e de mastigação, e todo esse processo dura cerca de 4,5 horas. Todas essas etapas podem ser utilizadas para avaliação de características da dieta. Alimentos concentrados e fenos finamente triturados ou peletizados reduzem o tempo de ruminação, enquanto volumosos o aumentam proporcionalmente ao teor de parede celular do volume. O aumento do consumo tende a diminuir o tempo de ruminação por grama de alimento, fator provavelmente responsável pelo aumento do tamanho das partículas fecais, quando o consumo é elevado (Deswysen et al., 1993; Van Soest, 1994).
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Desempenho produtivo de vacas leiteiras alimentadas com diferentes proporções de cana-de-açúcar e concentrado ou silagem de milho na dieta.

Desempenho produtivo de vacas leiteiras alimentadas com diferentes proporções de cana-de-açúcar e concentrado ou silagem de milho na dieta.

tes foram encontrados por Mendonça et al. (2004), ao trabalharem com cana-de-açúcar nas relações de 60 e 50%. Era esperado maior valor de CDFDN para a dieta com 40% de cana-de-açúcar, em virtude da menor participação da cana-de-açúcar na dieta. En- tretanto, autores que trabalharam na avaliação de diferentes níveis de concentrado em dietas para bovi- nos, dentre eles Campos et al. (1998) e Resende et al. (2001), observaram efeito depressor na digestibilidade da fibra em elevadas quantidades de concentrados na dieta, embora os trabalhos tenham sido obtidos com novilhos e com volumoso diferente da cana-de-açú- car. O coeficiente de digestibilidade aparente da FDN na dieta à base de silagem de milho foi superior (P<0,05) ao das demais dietas. Esses resultados estão de acordo com os encontrados por Magalhães et al. (2004), Mendonça et al. (2004), Corrêa et al. (2003) e Sousa (2003) Segundo estes autores, a menor digestibilidade da FDN para dietas à base de cana-de- açúcar poderia ser apontada como o principal respon- sável pela diminuição de consumo de matéria seca.
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Desenvolvimento de novilhas leiteiras submetidas a diferentes relações proteína metabolizável: energia metabolizável na dieta

Desenvolvimento de novilhas leiteiras submetidas a diferentes relações proteína metabolizável: energia metabolizável na dieta

Os resultados contraditórios encontrados na literatura podem ser justificados pela complexa interação nutrição x fisiologia e a fase da vida em que são conduzidos os experimentos para avaliação do desenvolvimento da glândula mamária das novilhas. Animais consumindo acima da mantença têm seus níveis séricos de hormônio do crescimento (GH) reduzidos (Radcliff et al., 2004). O GH está associado com o desenvolvimento da glândula mamária. Diante dessas premissas, concluir-se-ia, erroneamente, que animais sob alto consumo tenderiam a reduzir o desenvolvimento da glândula mamária, devido à redução dos níveis do GH no soro sanguíneo. No entanto, o GH não atua diretamente estimulando o desenvolvimento da glândula mamária, pois o mesmo tem sua ação mediada pelo fator de crescimento semelhante a insulina tipo 1 (IGF-1), que por sua vez, apresenta comportamento inverso ao GH, ou seja, quanto menor os níveis de GH maior os de IGF-1 (Sejrsen, et al., 2000). Dessa forma, parece existir um paradoxo entre o elevado consumo e o desenvolvimento da glândula mamária. Além dos aspectos nutricionais, a idade em que o animal atinge a puberdade também influencia o desenvolvimento da glândula (Meyer et al., 2006).
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Viabilidade econômica do uso de fontes lipídicas na dieta de vacas em lactação.

Viabilidade econômica do uso de fontes lipídicas na dieta de vacas em lactação.

A TIR foi mais vantajosa quando não se utilizou fonte lipídica na dieta, o que demonstra que este tratamento é economicamente mais interessante para um investidor, gerando 0,73% ao mês, enquanto nas dietas com presença de fontes lipídicas, os valores foram de 0,61; 0,52 e 0,69% ao mês, para os tratamentos com caroço de algodão, óleo de soja e óleo de soja de fritura, respectivamente (Tab. 8). Costa et al. (2011), ao trabalharem com diferentes níveis de concentrado na alimentação de vacas leiteiras confinadas, encontraram TIR de 1,72% ao mês, com a utilização de 24% de concentrado na dieta, resultado que se encontra acima dos verificados no presente trabalho. Tal valor pode ser explicado pelo menor capital fixo investido para produção e maior produtividade dos animais. Já Mendes (2010) utilizou 23,3% de concentrado na dieta de vacas leiteiras em pastagens e relatou TIR de 0,68% ao mês, valor próximo aos encontrados no presente trabalho.
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Avaliação da monensina sódica em vacas leiteiras

Avaliação da monensina sódica em vacas leiteiras

(1983) estudaram o efeito da adição de monensina (l00mg) em dietas de novilhas da raça holandesa, recebendo 33% de concentrado e 67% de volumoso, verificaram que houve aumento de ganho d[r]

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Viabilidade econômica de vacas leiteiras F1 Holandês x Zebu com diferentes bases maternas e ordens de parto

Viabilidade econômica de vacas leiteiras F1 Holandês x Zebu com diferentes bases maternas e ordens de parto

Vacas F1 H x G apresentaram maior (P<0,05) média de produção total, seguidas pelas vacas F1 H x NG, cuja média, por sua vez, foi maior que a das F1 H x N, demonstrando que houve influência das bases maternas, em que as médias de produção leiteira das filhas da base materna Gir, raça com seleção leiteira, foram superiores (P<0,05) às filhas de Nelore e às filhas de Nelogir, com produção intermediária às duas. Vale ressaltar que, mesmo nas vacas da base materna Nelore, que tiveram menor média de produção, a produção obtida ainda é maior que a média nacional de 1.609,00 litros/vaca/ano (Produção..., 2015). Em relação à ordem de parto, médias de produção total de leite da segunda e da terceira ordem de parto foram superiores (P<0,05) às médias da primeira ordem de parto e inferiores às médias da quarta ordem ou mais. Tal fato pode estar ligado à maturidade do animal, visto que os pesos das vacas na segunda e na terceira ordem de parto também foram semelhantes. Glória et al. (2010), ao estudarem a curva de lactação de vacas F1 de Holandês x Zebu em diferentes ordens de parto, observaram que a produção de leite é menor na primeira ordem e que houve aumento nas produções totais com o avançar das ordens de parto, corroborando os resultados encontrados neste estudo.
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Análise econômica da adição de níveis crescentes de concentrado em dietas para vacas leiteiras mestiças alimentadas com cana-de-açúcar.

Análise econômica da adição de níveis crescentes de concentrado em dietas para vacas leiteiras mestiças alimentadas com cana-de-açúcar.

Foram avaliados diferentes níveis de suplementação concentrada, tendo como volumoso a cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) da variedade RB 72-454, colhida em um canavial de quatro anos de plantado cortado anualmente, com produtividade média de 90 t.ha -1 .ano -1 , tratada com 1% de uma mistura de ureia e sulfato de amônia (9:1 partes) durante toda a fase experimental. Houve um período preliminar de adaptação de uma semana para todos os animais utilizando-se apenas 0,5% desta mistura. Os níveis de suplementação concentrada foram definidos pelo balanceamento das dietas para conter nutrientes suficientes para mantença e produção de 6, 9, 12 e 15 kg.dia -1 de leite
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Consumo, digestibilidade aparente dos nutrientes e desempenho de vacas leiteiras sob pastejo em função de níveis de concentrado e proteína bruta na dieta

Consumo, digestibilidade aparente dos nutrientes e desempenho de vacas leiteiras sob pastejo em função de níveis de concentrado e proteína bruta na dieta

As tabelas de exigências nutricionais para bovinos de leite têm sido utilizadas amplamente pelos nutricionistas, sendo geradas a partir de dados provenientes de países de clima temperado como Estados Unidos (NRC, 1978, 1989 e 2001) e Inglaterra (AFRC, 1993). Deve-se, portanto, levar em consideração que as condições em que foram geradas as equações que deram origem às respectivas tabelas, são diferentes das condições predominantes em países de clima tropical como o Brasil. Deste modo, a aplicação de tais dados em condições tropicais deve ser adotada com cautela, e o uso destas tabelas para obtenção das exigências de proteína bruta, NDT e consumo de matéria seca, para predizer o desempenho de vacas leiteiras, pode ser ineficiente, acarretando problemas metabólicos, ambientais e, principalmente, prejuízos financeiros. Ainda hoje não há um consenso por parte dos técnicos de campo, nutricionistas e pesquisadores, a respeito do melhor sistema nutricional a ser usado para vacas em lactação.
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Diferentes níveis de gordura na dieta de vacas Jersey em lactação influenciam a resposta superovulatória?.

Diferentes níveis de gordura na dieta de vacas Jersey em lactação influenciam a resposta superovulatória?.

O consumo de matéria seca (BORBA et al., 2003) não foi alterado pelos tratamentos. Também MALAFAIA et al. (1996) não encontraram diferenças no consumo de matéria seca, quando utilizaram dietas com 4, 7 e 10% de sebo bovino. Isto pode ser devido ao fato de que a fonte de gordura utilizada para incrementar o extrato etéreo foi o sebo, gordura de origem animal que tem pouca ação sobre o metabolismo ruminal (SANTOS & AMSTALDEN, 1998). Segundo SANTOS & AMSTALDEN (1998), o consumo de matéria seca tende a diminuir nas primeiras semanas pós-parto, quando os animais recebem gordura na dieta, oque foi observado por FERGUSON et al. (1990), os quais, ainda obtiveram maior taxa de concepção.
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Consumo de nutrientes e parâmetros ruminais de vacas alimentadas com diferentes níveis de energia na dieta.

Consumo de nutrientes e parâmetros ruminais de vacas alimentadas com diferentes níveis de energia na dieta.

(Tab. 3), indicando que não houve acidificação com o aumento do nível de energia proveniente do extrato etéreo (gordura protegida), semelhantes aos resultados de Caton e Dhuyvetter (1997), que apresentaram, em revisão, resultados de pesquisas indicando que o pH ruminal não é sempre reduzido pela suplementação. Mould et al. (1983) observaram que o efeito do pH na digestão da fibra é bifásico, assim, a redução de 6,8 para 6,0 provoca depressão na digestão da fibra e somente abaixo de 6,0 ocorre efeito drástico. Russel et al. (1979) indicaram que a população de bactérias celulolíticas diminuiu quando o pH variou de 5,7 a 6, 2, enquanto as bactérias fermentadoras de carboidratos solúveis persistem até em variações de pH de 4,6 a 4,9. Mudanças nas populações bacterianas em resposta à redução de pH têm sido sugeridas como uma das razões para redução na ingestão e digestão de forragem por ruminantes alimentados com dietas à base de forragens. Semelhantes resultados foram publicados por Ítavo et al. (2002), ao trabalharem com novilhos em diferentes níveis de concentrado.
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Suplementação com diferentes níveis de silagem de milho para vacas de descarte de diferentes grupos genéticos submetidas ao pastejo.

Suplementação com diferentes níveis de silagem de milho para vacas de descarte de diferentes grupos genéticos submetidas ao pastejo.

Não houve interação entre tratamento e grupo genético para nenhuma das variáveis de desempenho estudadas, sendo estes efeitos analisados separadamente. Dados referentes ao consumo de silagem, pesos e escores corporais iniciais (PI e ECI) e finais (PF e ECF), ganho de peso médio diário (GMD) e ganho em EC (GEC), são apresentados na tabela 2. O consumo de matéria seca do suplemento foi maior no tratamento em que o mesmo foi fornecido à vontade. Mas, diferente do projetado inicialmente, os animais que receberam o suplemento na quantidade de 1,25% do PV, não consumiram todo, apresentando um consumo real de apenas 0,99%. Assim como no tratamento que recebeu o suplemento à vontade, também no tratamento que foi fornecido 1,25% do PV, o desempenho das vacas não ficou limitado pela quantidade de suplemento fornecido. No entanto, projetou-se este estudo, fornecendo silagem de milho à vontade para compará-la quando o consumo fosse limitado em 1,25% do PV, uma vez que em trabalho anterior (BRONDANI et al., 2003), em condições semelhantes, foi possível o consumo de silagem de milho, como suplemento, no nível de 1,20%. RESTLE et al. (2000), suplementando vacas de descarte em pastagem de inverno, com grãos de sorgo moídos, em
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Digestão e fermentação ruminal em vacas leiteiras recebendo glicerina bruta na dieta

Digestão e fermentação ruminal em vacas leiteiras recebendo glicerina bruta na dieta

Em outro experimento com vacas em lactação foi avaliada a substituição do milho por GB (85% de glicerol) em 0; 33,3; 66,6 e 100% na MS da dieta sobre o desempenho, digestibilidade e metabolismo de compostos nitrogenados (VITO, 2010). Foram utilizadas 12 vacas da raça Holandesa, distribuídas em três Quadrados Latinos 4x4. A dieta continha iguais proporções de silagem de milho e concentrado. A substituição do milho permitiu a participação da GB em 0, 7, 15 e 21% na MS. Foram observadas redução no consumo de MS e demais nutrientes (P<0,05) com 33,3% de substituição do milho pela GB. Exceção apenas para o consumo de EE que aumentou quando a substituição foi de 66%. Não foi observado efeito no consumo de carboidratos não fibrosos (CNF). Houve aumento na digestibilidade da MS, MO, PB, CNF e no teor de NDT (P<0,05) quando de 66% de substituição, sem repercussão nos consumos de MS e MO digestíveis. Observou-se aumento apenas da digestibilidade do EE a partir de 33% de substituição. A síntese de N microbiano foi reduzida com 33% de substituição. A produção de leite foi afetada a partir de 66% de substituição do milho pela GB (31,14; 29,77; 28,42 e 28,14 kg/dia), embora, não tenham sido percebidas alterações nas concentrações dos componentes do leite.
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Avaliação do estresse térmico em vacas leiteras mestiças (Bos taurus x Bos indicus) criadas em clima semiárido em sistema freestall

Avaliação do estresse térmico em vacas leiteras mestiças (Bos taurus x Bos indicus) criadas em clima semiárido em sistema freestall

O estudo objetivou avaliar a influência do estresse térmico em vacas leiteiras mestiças (Holandês-Gir) criadas no clima semiárido em sistema free-stall durante a época seca e chuvosa no ano de 2010 a 2011 no município de São Luis do Curu- Ceará. Para tanto, foram avaliados os elementos climáticos como a temperatura do ar (TA) e a umidade relativa (UR), dentro (DG) e fora do galpão (FG), das 6 às 18 horas. Variáveis estas utilizadas para o cálculo do índice de temperatura e umidade (ITU), bem como o acompanhamento dos parâmetros fisiológicos como a temperatura retal (TR), frequência respiratória (FR) e temperatura superficial (TS) de 14 fêmeas leiteiras, coletados uma vez por semana, pela manhã (6 h), à tarde (12 h) e á noite (18 h). Os dados foram expressos em média aritmética e erro padrão e avaliados por ANOVA, sendo as médias comparadas pelo teste de Tukey com probabilidade de 5% de erro. Correlações entre as variáveis fisiológicas (TR, FR e TS) e ambientais (TA, UR e ITU) foram estimadas através do método de Pearson (P<0,05). Os resultados mostram que independente da época do ano os animais estão sujeitos a situações de desconforto térmica, sendo o período seco o mais impactante, com a TA mais elevada (P<0,05), a UR mais baixa (P<0,05) e o ITU mais elevado (P<0,05) neste período. Os resultados dos parâmetros fisiológicos mostram que a TR, FR e TS foram mais elevadas às 12 horas (P<0,05) independente do período do ano. No período chuvoso, os resultados mostram que as variáveis fisiológicas estiveram mais próximas dos índices fisiológicos nos horários das 6 e 18 h (P<0,05). A temperatura ambiente e o ITU apresentaram maior correlação no período seco com a temperatura retal (r = 0,743 e r = 0,627; P<0,01) e, no período chuvoso com frequência respiratória (r = 0,767 e r = 0,804; P<0,01) e a temperatura superficial (r= 0,703 e r =0,895; P<0,01). Mostrando que a temperatura ambiental é o fator mais impactante para o bem estar animal. E que a estrutura do free-stall com o uso de ventiladores mecânicos consegue atenuar em alguns momentos do dia o intenso efeito da radiação solar, trazendo resultados mais efetivos no turno da tarde, principalmente durante o período seco. Conclui-se que as vacas leiteiras mestiças Holandês-Gir criadas em sistema free-stall em regiões do Semiárido no estado do Ceará são submetidas a condições de estresse térmico durante todo o ano, sendo o período seco o mais impactante, e que durante o período chuvoso existem apenas momentos do dia em que essas temperaturas são mais amenas, mas ainda sim consideradas fora da zona de conforto para esses animais, o que é confirmado através das alterações dos parâmetros fisiológicos.
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Efeito do Perfil Granulométrico das Partículas Dietéticas sobre Parâmetros de Desempenho de Vacas Leiteiras em Lactação.

Efeito do Perfil Granulométrico das Partículas Dietéticas sobre Parâmetros de Desempenho de Vacas Leiteiras em Lactação.

As dietas tiveram influência (P<0,05) no teor de gordura do leite dos animais em teste, com aumento progressivo e significativo da concentração láctea à medida que se aumentou a efetividade física da dieta. Esses resultados são consistentes com a tese de que o tamanho da partícula dietética exerce efeito marcante sobre o teor de gordura do leite de vacas de alto desempenho (O’Dell et al., 1968; Varga, 1997). Alteração na concentração de propionato no pool ruminal possivelmente pode ser um dos principais responsáveis por esse resultado (Grant et al., 1990a). Dietas com baixa efetividade física diminuem a ativi- dade de ruminação e o pH ruminal (Welch, 1982), aumentam a concentração ruminal de propionato e podem desencadear a queda na concentração de gordura do leite mediante mudanças nas concentra- ções séricas de insulina (Grant et al., 1990a,b).
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Utilização da soja em diferentes formas na alimentação de vacas leiteiras

Utilização da soja em diferentes formas na alimentação de vacas leiteiras

Comparando os parâmetros da degradação da PB da soja crua com a tratada em diferentes temperaturas e procedimentos de tostagem, verifica-se que os grãos tostados, independente do tratamento, apresentaram numericamente fração solúvel “a” e taxa de degradação menores. Consequentemente, a fração potencialmente degradável “b” foi maior para os grãos crus, comprovando a eficiência do tratamento térmico em reduzir a proteína degradada no rúmen (PDR), possibilitando que maior quantidade de aminoácidos possa ser absorvida no intestino delgado (PNDR). Resultados similares foram obtidos por Nakamura (1992), Frosi (2001) e Carvalho (2001) em seus estudos com soja tostada. Os tratamentos T3, T4, T5 e os tratamentos T2 e T6 com e sem steeping, respectivamente, apresentaram características de degradação semelhantes cujas frações “b” foram de 78,95; 81,04; e 78,92 % e de 80,66 e 82,30%, respectivamente. O tratamento 4 mostrou comportamento análogo ao da MS. A soja tostada a 145 o C durante 1 minuto com steeping exibiu a menor percentagem numérica da PDR. Isto sugere que o uso do calor pode inativar os fatores antinutricionais dos grãos de soja, conferindo uma maior resistência da degradação ruminal. A proteína da soja crua foi que apresentou a mais elevada taxa de degradação (7,52%/h), um valor superior da fração “a” (21,28%) e inferior de “b” (78,72%), indicando que a proteína presente no grão de soja cru é altamente degradada no rúmen. Os grãos de soja crus apresentou valor numérico maior de DE da PB, de 68,56% ao serem comparados com os demais tratamentos. Segundo Plegge, et al. (1985) e Hadjipanayiotou (1995), este comportamento dos grãos de soja crus pode ocasionar alguns inconvenientes tais como uma maior presença de gordura insaturada e de fatores antinutricionais, levando a uma maior taxa de degradação da proteína, o que está de acordo com o resultado encontrado neste estudo.
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Produção e composição do leite de vacas submetidas a dietas contendo diferentes níveis e formas de suplementação de lipídios.

Produção e composição do leite de vacas submetidas a dietas contendo diferentes níveis e formas de suplementação de lipídios.

A explicação para a redução no teor de gordura do leite pode ser encontrada no trabalho de GAYNOR et al. (1994), os quais demonstraram que a infusão abomasal de ácidos graxos oléicos trans reduz a per- centagem de gordura do leite, devido à diminuição na síntese de outros ácidos graxos e reduzida atividade da enzima acyl transferase no tecido mamário, reduzindo assim a síntese de triglicerídeos. Outra razão pode ser o efeito inibitório dos lípídios sobre a digestibilidade da matéria seca da dieta e diminuição da relação acetato/ propionato (produto final de degradação da celulose) no rúmen, contribuindo para a redução do suprimento de ácido acético, precursor de 50% da gordura do leite, principalmente dos ácidos graxos de cadeia curta (CHALUPA et al., 1986; PALMQUIST, 1989).
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DIFERENTES FORMAS DE DIZER NAO WEB VF

DIFERENTES FORMAS DE DIZER NAO WEB VF

Para os propósitos deste trabalho, importa detalhar, em alguma me- dida, as formas e regimes de governo das principais subunidades político-ad- ministrativas, a saber, estados, condados e municipalidades. Em primeiro lugar, dada a forma federalista do Estado, os estados individuais constituem repúblicas em si mesmas, adotando a divisão de poderes como regime de governo – sendo o Governador o chefe do Poder Executivo e o Poder Legislativo caracterizado, em geral, por representação bicameral. Por sua vez, condados e assemelhados são governados, em geral, por conselhos ou comissões, que reunificam as três dimensões do poder, abrangendo desde funções administrativas básicas de ordem jurídico-legal até a provisão de infraestrutura e serviços públicos com- plexos. Finalmente, unidades municipais são caracterizadas por governos lo- cais, cuja organização articula, em geral, conselhos administrativos e prefeitos. Essa estrutura complexa exerce efeitos importantes sobre a regulação da atividade econômica, em geral, e da indústria extrativa mineral, em par- ticular. Assim, as diretrizes básicas da legislação ambiental são definidas em nível administrativo federal, tendo sido consolidadas a partir da promulgação do National Environmental Policy Act (NEPA), em 1969, e de legislações nacio- nais compreensivas dele derivadas, como o Clean Air Act (1970), o Clean Water Act (1972), o Endangered Species Act (1973) e o Safe Drinking Water Act (1974), dentre outros.
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Suplementação da dieta de vacas leiteiras mantidas em pastagens com virginiamicina e soja crua ou tostada

Suplementação da dieta de vacas leiteiras mantidas em pastagens com virginiamicina e soja crua ou tostada

A massa inicial de forragem (pré-pastejo) foi de 15.693 kg de MS/ha com média de 84,47 cm de altura. No resíduo as médias foram 12.718 kg de MS/ha e 39,66 cm de altura. (Tabela 2). Em relação a massa de forragem, pré-pastejo, na literatura encontra-se valores de 5.772 kg de MS/ha com 38 dias de descanso (SANTOS et al., 1999). E de 7.340 kg de MS/ha por ciclo de pastejo com período de ocupação de 3 dias, avaliando o fornecimento ou não da suplementação do pasto para vacas mestiças (LIMA et al. 2001). Os valores observados no presente trabalho são bem superiores aos normalmente relatados na literatura, possivelmente esse fato é em virtude da alta adubação (50 kg N/ha/ciclo) e também da irrigação. Considerando as massas pré e pós-pastejo tem-se que o desaparecimento de forragem foi de 2.975 kg de MS/ha, valor este que representa 19,0% da massa inicial, contudo, em relação altura o desaparecido representa 53%. A altura de saída apresenta grande importância como ferramenta de manejo do pasto. Segundo Gomide et al. (2001), para que o pasto apresente boa disponibilidade de folhas verdes é fundamental manejá-las adequadamente, de modo a permitir que o animal colha boa parte da forragem produzida, mantendo um resíduo de forragem suficiente para permitir uma rebrota vigorosa e de boa qualidade. O valor residual de folhas no presente trabalho foi de 4.473 kg de MS/ha, adequado para uma alta rebrota de folhas. Outra ferramenta importante para o manejo do pasto é a porcentagem da altura que desapareceu. De acordo com Carvalho et al. (2009), o desaparecimento deve ocorrer até proporções de 50% da altura de entrada dos animais no piquete. Como no presente trabalho o desaparecimento foi de 53% é possível considerar que não houve limitações no consumo e que os animais consumiram majoritariamente lâmina foliar, parte a qual possui maior valor nutritivo na forragem.
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