Top PDF Avaliação do feedback como ferramenta de ensino e aprendizagem em um curso de Medicina

Avaliação do feedback como ferramenta de ensino e aprendizagem em um curso de Medicina

Avaliação do feedback como ferramenta de ensino e aprendizagem em um curso de Medicina

O feedback é a informação fornecida a uma pessoa descrevendo e discutindo seu desempenho em determinada atividade. O processo de ensino-aprendizagem deve vir acompanhada de feedback imediato e contínuo, que pode estar associado a processos informais e formais de avaliação. O feedback gera uma consciência da aprendizagem, mostrando seu resultado e comparando-a ao pretendido. Ele incentiva a mudanças, estimula a reflexão, orienta a adoção de comportamentos e reforça a motivação para repetir o acerto. Docentes e discentes deveriam estar preparados para dar e receber feedback, pois ele ajuda no aprendizado e consequentemente aumenta a probabilidade de um efetivo desenvolvimento profissional. Este estudo procurou identificar os critérios utilizados durante a provisão do feedback realizada pelos docentes, preceptores e discentes de um curso de Medicina. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório e quantitativo. Participaram da pesquisa 200 discentes e 82 professores (docentes e preceptores) do curso de medicina de uma faculdade particular do interior de Minas Gerais, sem fins lucrativos, mantida por uma fundação educacional. Os dados foram coletados por meio de dois questionários on-line, sendo um para os discentes e outro para os professores. Eles revelam que professores e estudantes recebem e fornecem feedback semanal, principalmente durante atividades tutorias e do internato. Os participantes concordam que os critérios mais importantes no provimento do feedback são objetividade, cuidado, compreensão, atenção e especificidade. Os estudantes estão satisfeitos com o feedback recebido e consideram que os professores estão aptos para o provimento do feedback. O feedback contínuo e imediato pode contribuir no desenvolvimento e na formação do profissional médico mais reflexivo sobre suas relações, atitudes e atuação profissional. Se faz necessário que as escolas médicas se atentem para a formação dos seus professores e estudantes, e incluam a prática do feedback no processo de ensino aprendizagem.
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Ensino baseado na Web: desenvolvimento, implementação e avaliação de um curso de graduação em medicina

Ensino baseado na Web: desenvolvimento, implementação e avaliação de um curso de graduação em medicina

that they were participating in the experiment affected the way they responded to tests and to the process; it may also have led them to act differently from their usual behavior. Some authors relate that, in educational settings, it is preferable to conduct the experiment without the students' knowledge. It was not possible to prevent our students from knowing about the project mainly because it was for undergraduate medical students; besides, we also considered it would be non-ethical to perform the study without their consent. Fourth, we lacked data on the course's evaluation because the instrument was available at the end of the activities and we believe that the students were too tired to complete them. Most of them appreciated a lot the fact that they could fill in the form by sections, but even so, the response rate was not ideal. We had a different situation with data collected on the content. The instruments were available during the course and the students felt more motivated and less tired to fill in them all. We suggest providing evaluation forms during the course of the experiment so as to gather more data and to reduce to a minimum the number of questions put to the students in the summative evaluation. Studies demonstrate the advantage of collecting students’ feedback in web-based environments. 32 This way, you can effectively
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Feedback de usuários como subsídio para avaliação do estudante de medicina .

Feedback de usuários como subsídio para avaliação do estudante de medicina .

A avaliação é fundamental para o processo ensino-aprendizagem. Diferentes métodos de avaliação e diversos atores envolvidos na avaliação podem fornecer elementos distintos, que, somados, fornecem melhor compreensão sobre a efetividade do processo educacional em suas variadas dimensões. A ava- liação de habilidades e atitudes de estudantes tem recebido grande atenção recentemente. O envolvi- mento de pacientes no processo pode ser contributivo, pois sua perspectiva acrescenta informações ímpares. O presente estudo avaliou a aquisição de competências e habilidades de estudantes de Medi- cina no internato de Obstetrícia, sob o ponto de vista de gestantes. As pacientes responderam a um questionário segundo escala de Likert, com itens de avaliação divididos em habilidades de comunica- ção, exame físico e profissionalismo. Os resultados mostraram boa avaliação dos estudantes em geral, o que atribuímos ao sentimento de gratidão das pacientes. Algumas questões com maiores frequências de respostas negativas, porém, apontam aspectos que merecem maior atenção da escola médica pelo impacto que podem trazer à prática profissional. A perspectiva de pacientes na avaliação do estudante de Medicina poderá balizar estratégias de feedback para qualificar a formação médica.
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Um modelo piagetiano de ensino como ferramenta para o planejamento do ensino e a avaliação da aprendizagem.

Um modelo piagetiano de ensino como ferramenta para o planejamento do ensino e a avaliação da aprendizagem.

Como podemos compor uma avaliação global dos indicadores de aprendizagem de Fabiana ao longo do curso? Vista em conjunto, a análise dos dados permitem afirmar que Fabiana procura acrescentar esquemas ao seu repertório de conhecimentos, desde que mantidos os elementos anteriores. Assim, ao elaborar uma explicação, busca conectar elementos em cadeias causa-efeito, sem examinar se a explicação, como um todo, apresenta-se logicamente consistente. Na ausência de tomadas de consciência que conduzam a um afastamento de seu próprio ponto de vista, considera apenas o que afirma e não aquilo que conduz à negação de suas proposições. Sem acordo entre afirmações e negações, por insuficiência destas, Fabiana não se dá conta das contradições que perpassam, com freqüência, seu discurso (Piaget, 1978). Falta-lhe a atitude epistêmica de examinar internamente a consistência das proposições. O fato de não fazê-lo conduz à tendência de acrescentar novas explicações por justaposição, sem que se tenha assegurado a harmonia do conjunto. Por outro lado, seu texto escrito é relativamente coeso, de modo que a aluna se vale dessa competência para dar forma ao discurso, sem que seja acompanhado pelas necessárias revisões de seu conteúdo.
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A CONTRIBUIÇÃO DO FEEDBACK PARA A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO CONTEXTO UNIVERSITÁRIO

A CONTRIBUIÇÃO DO FEEDBACK PARA A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO CONTEXTO UNIVERSITÁRIO

7 Para Gaetta e Masetto (2013), o feedback é uma relevante ferramenta que pode contribuir com a aprendizagem do aluno, retomando os objetivos iniciais, e diagnosticando junto aos discentes, os aspectos a serem melhorados. Além de propiciar o diagnóstico da turma, a avaliação também fornece feedback para o professor. Conforme Gil (2012, p. 246) “a informação do desempenho é fundamental para a obtenção de mais elevados níveis de eficácia profissional. Se bem estruturada, constitui uma das poucas maneiras de verificar a pertinência do ensino que ministra e validade das ações”. Ainda sobre isso, Fernandes (2008, p. 354) também acusa que, não se pode “relativizar o papel do feedback que, por si só, não garante o desenvolvimento das aprendizagens”.
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Ferramenta prática e multidisciplinar de aprendizagem - curso de dissecção anatômica

Ferramenta prática e multidisciplinar de aprendizagem - curso de dissecção anatômica

sidades durante gerações, em que estudantes dos cursos da área de saúde aprendem os princípios básicos de construção do corpo humano. Objetivou-se descrever as ati- vidades, a aplicabilidade e importância do Curso de Dissecção Anatômica no Depar- tamento de Morfologia (DMORF) da Universidade Federal de Goiás (UFG) para os profissionais da área da saúde, alunos internos e externos à UFG. Com esse intuito realizou-se um estudo transversal quantitativo, com base em dados secundários, a partir da análise de fichas de matrícula, publicações e avaliação do curso. O curso ge- rou a publicação de trabalhos científicos em congressos regionais, nacionais e inter- nacionais; contribuiu para o conhecimento na formação anatômica, para estudantes de diferentes instituições de ensino, no melhoramento do desempenho de profissio- nais da área da saúde em suas atividades, logo, melhorando a qualidade do cuidado em saúde. O Curso de Dissecção se estabeleceu como uma excelente oportunidade para capacitar alunos de outras instituições e da UFG e profissionais da área de saúde, levando ao aprimoramento dos conhecimentos anatômicos, das habilidades manuais e do uso de instrumentos cirúrgicos, na iniciação científica, além de produzir peças anatômicas para o estudo da anatomia.
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Feedback e aprendizagem no ensino básico: perspetivas de docentes, alunos e pais

Feedback e aprendizagem no ensino básico: perspetivas de docentes, alunos e pais

Este trabalho teve como objetivo, analisar investigação dos últimos cinco anos sobre o feedback e o seu efeito na aprendizagem dos alunos. Esta análise resultou de uma revisão bibliográfica e originou uma hipótese de investigação nova. Constata-se que o feedback constitui uma ferramenta com elevada importância no envolvimento dos alunos nas tarefas escolares e, como consequência, numa melhoria das suas aprendizagens, aumentando a sua motivação, autoeficácia e probabilidade de alcance de um estádio de autorregulação. Há diferentes formas de gerar feedback nos alunos, através do questionamento eficaz na sala de aula, avaliação formativa e trabalho de casa. Todos podem fornecer aos alunos, informações sobre os seus progressos, um fator de envolvimento e aprendizagem. Será importante investigar o conhecimento que professores, alunos e pais/encarregados de educação têm sobre o feedback, e a sua relação com o envolvimento dos alunos na aprendizagem. Para tal, sugere-se um estudo exploratório nessa área que envolverá os alunos de dez turmas de quinto ano de escolaridade (N=250), de duas escolas públicas, bem como os respetivos docentes e encarregados de educação. A recolha de informação e dados será efetuada a partir de inquéritos aos alunos e entrevistas aos professores e pais/encarregados de educação, elaborados para o efeito.
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Avaliação Clínica Objetiva Estruturada (OSCE) com feedback efetivo e vídeo feedback: sua interface no ensino e na aprendizagem

Avaliação Clínica Objetiva Estruturada (OSCE) com feedback efetivo e vídeo feedback: sua interface no ensino e na aprendizagem

Por outro lado, há necessidade de trabalhar, de saber lidar com a sensação (D2-RC-6ºO-SFI/II) cuja experiência pode ser favorável para ter tal aprendizado. Como menciona o D16, “[...] você largou o aluno numa situação de estresse, mas de uma maneira boa, sem constrangê-lo, algo extremamente estruturado” (D16- RC-1ºO-CM/EC). O ambiente estressante e a pressão que é percebida no OSCE tem seu aspecto positivo como afirma o D21, “ele tem que ser submetido à certa pressão porque [...] vai chegar um paciente com hemotórax, ou com um corte, um tiro, e ele vai ter que se habituar àquilo. Eu acredito que na formação eles devem estar prontos para isso (D21-RC-1ºO-CM/EC). No exercício da Medicina, diversas situações difíceis terão que ser enfrentadas pelo médico, tendo o tempo como fator decisivo para a manutenção da vida. Nesse sentido, vivenciar momentos de pressão e de nervosismo, no período acadêmico, podem ser benéficos ao aprendizado relacionado a aprender a lidar com as emoções, o qual necessita da habilidade para lidar com o outro, incluindo suas emoções. Ensino esse que requer construção junto aos alunos universitários por não trazerem esse aprendizado do ensino médio (ANASTASIOU; ALVES, 2004). Já sob o ponto de vista de (VASCONCELLOS, 2006b), ele considera uma deformação assimilada pelo aluno a afirmação de que pelo fato de a vida ser cheia de momentos de tensão, a escola necessita propiciar aos alunos a vivência dessa tensão, preparando-os dessa maneira à vida. O resultado de atribuir tarefas desgastantes aos alunos, tem repercussão à saúde mental dos estudantes de medicina causando um estresse desnecessário e aumento do sofrimento mental. (REGO, 2003).
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Aprendizagem Baseada Em Problemas: na perspectiva dos docentes de um curso de medicina

Aprendizagem Baseada Em Problemas: na perspectiva dos docentes de um curso de medicina

Com isso, no novo modelo curricular, a abordagem pedagógica que se desenvolve na UES tem como base a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP). O ABP surgiu pela primeira vez em 1969, no Canadá, na McMasterUniversity e desde então propaga-se pelo mundo como modelo pedagógico na educação de adultos não ficando restrita somente a Medicina. Trata-se um processo de ensino aprendizagem centrada no aluno, isto é, ele é o gerenciador de sua autoaprendizagem. Além disso, o ABP foca-se na multidisciplinaridade, aproximando as ciências básicas com a clínica e na integração dos conteúdos Biológicos, Psicológicos e Sociais, indo ao contrário da máxima onde as faculdades de medicina tradicionalmente buscam “tratar doenças e não doentes” (Tsuji & Aguilar-Silva, 2010; Schmidt, Cohen-Schotanus & Arends, 2009). Para isso, o ABP deve seguir as quatro taxonomias de Barrows (1986, cit por Tsuji & Aguiar-Silva, [s.d.]): “a) estruturar o conhecimento de forma que os conteúdos das ciências básicas e clínicas possam ser aplicados no contexto clínico, facilitando o resgate e a aplicação de informação (SCC – Structuringofknowledge for use in ClinicalContext); b) desenvolver um processo eficaz de raciocínio clínico para as habilidades de resolver problemas, incluindo: formulação de hipóteses, levantamento de questões de aprendizagem, busca de informações, análise de dados, síntese do problema e tomada de decisões (CRP – ClinicalReasoningProcess); c) habilidades que permitem ao estudante entender as suas próprias necessidades de aprendizagem e localizar fontes de informações apropriadas (SDL – Self-Directed Learning); d) aumentar a motivação para aprendizagem (MOT – IncreasingMotivation for Learning).” Nesse método, os estudantes são separados em pequenos grupos (em média oito estudantes por grupo) sempre sob a orientação do tutor, que não é, necessariamente, um especialista no assunto que será tratado durante a tutoria, mas sim, um conhecedor dos passos tutorias, dos princípios que regem o método ativo de ensino aprendizagem e deve dominar a técnica no que norteia o trabalho em um grupo de tutoria. O professor tem acesso ao “Guia do tutor”, ferramenta que o auxiliará a nortear e permitir que os estudantes tenham clareza dos objetivos que devem alcançar de acordo com o que foi pretendido na elaboração do problema. O processo tutorial deve seguir nove passos (Komatsu, 2003; Kamp, Dolmans, Van Berkel & Schmidt, 2013).
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Podcasts : uma ferramenta de ensino, aprendizagem e avaliação da língua inglesa, à luz da teoria da atividade

Podcasts : uma ferramenta de ensino, aprendizagem e avaliação da língua inglesa, à luz da teoria da atividade

Neste sentido, irei dar especial atenção ao contributo da partilha de podcasts na minha tese, a fim de fomentar uma autoavaliação de aprendizagem dos alunos consciente e autónoma ao nível da comunicação e expressão oral em inglês nas AEC. Refletindo acerca dos propósitos da avaliação formativa alternativa defendida por Fernandes (2005:63) centrar-me-ei na possibilidade e importância da criação de podcasts, passíveis de serem publicados no blog das quatro turmas das AEC de inglês em estudo. Os podcasts, ostentando a gravação de canções e outras locuções proferidas pelos alunos do 3.º ano de escolaridade potenciarão a realização de uma autoavaliação mais consciente, melhorando em simultâneo as competências dos alunos para comunicarem em inglês em contextos diversificados. Um blog com publicação de postcads “permite a criação de redes de comunicação e interação entre criadores e ouvintes” (Marques & Reis 2011:68). O privilégio dado aos serviços de blogs na nossa sociedade impulsiona os alunos a serem agentes ativos, participantes de serviços web e criadores de diversos conteúdos passíveis de serem partilhados por muitos internautas. Paulo Dias (2007: 31 citado em Santiago, 2009:2) refere que “comunicar e aprender em rede são, assim, aspectos da mudança em curso no desenvolvimento da educação e formação para a Sociedade do Conhecimento 8 ”. Cabe aos docentes, enquanto reguladores de aprendizagens, selecionar ferramentas da Web 2.0 que encorajem a participação dos alunos, internautas na sala de aula e em ambiente extraescolar, através de aplicações e serviços abertos. Neste estudo focarei a utilização do blog, cuja publicação de podcasts nas AEC de inglês surge como apresentação de diversas tarefas sugestivas e específicas para a realização de aprendizagens significativas pelos alunos, no âmbito do conhecimento e identificação de festividades da escola, projetos interdisciplinares e festejos típicos da cultura inglesa, conteúdo integrante das orientações curriculares do inglês no 1.º CEB.
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O ensino-aprendizagem da relação médico-paciente: estudo de caso com esudantes do último semestre do curso de medicina.

O ensino-aprendizagem da relação médico-paciente: estudo de caso com esudantes do último semestre do curso de medicina.

Além do ensino das estratégias de comunicação para o aprimoramento da relação médico-paciente, trabalhar na área da medicina pode ser árduo, estressante e até mesmo preju- dicial à saúde do médico. Os estudantes devem ter a oportu- nidade de aprender a desenvolver o autoconhecimento, além de estratégias para lidar com o estresse. Com planejamento adequado, este tipo de atividade pode acontecer em pequenos grupos de discussão. Além disso, métodos usados para o feed- back devem encorajar os estudantes a refletir sobre seus pontos fortes e a identificar áreas em que podem melhorar. O ensino e a avaliação que respondem às necessidades dos que apren- dem tendem a promover o cuidado médico que responde às necessidades dos pacientes 31 .
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Plickers como ferramenta de avaliação de aprendizagem

Plickers como ferramenta de avaliação de aprendizagem

As atuais orientações do Ministério da Educação apontam para uma escola que crie um ambiente propício à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências. Esta escola terá de realizar uma reconfiguração, de modo a ir ao encontro das exigências destes tempos de imprevisibilidade e de mudanças aceleradas. Para que ocorra essa reconfiguração, existe um vasto corpo de autores que defende o uso das ferramentas da web 2.0 na sala de aula. O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação torna as aulas mais interessantes, motivantes e torna o aluno mais ativo na sua aprendizagem. No entanto, existe um longo percurso a percorrer nas nossas escolas para alterar a metodologia de ensino/aprendizagem/avaliação. Neste sentido, este trabalho procurou investigar se o uso de ferramentas da web 2.0, a ferramenta Plickers, facilita e/ou melhora a avaliação diagnóstica e formativa na disciplina de Ciências Naturais. Também, se pretende investigar se o feedback fornecido pela ferramenta é importante para o aluno aprender a aprender.
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Uso da ferramenta virtual UpToDate como prática de aprendizagem de um curso de medicina

Uso da ferramenta virtual UpToDate como prática de aprendizagem de um curso de medicina

As ferramentas da informática em saúde são fundamentais para a seleção, organização e disseminação do saber e estão intrinsecamente associadas ao ensino e à prática médica. Nesse sentido, a gestão do conhecimento, por meio de uma ferramenta especializada, contribui para que o conhecimento possa ser rapidamente compartilhado, ou seja, qualquer médico, em qualquer lugar do mundo, pode ter acesso e de maneira mais rápida, a uma informação científica de qualidade. A finalidade do consumo da pesquisa clínica de qualidade é fundamental para os profissionais da saúde, pois isto oferece alicerce para avaliar criticamente a prática em relação aos achados de pesquisa e promover mudanças, mantendo padrões sempre baseados em evidências. Na medicina baseada em evidências, o UpToDate desponta como uma ferramenta de largo auxílio na atualização do conhecimento na área médica. Nos cursos de graduação, a facilidade do acesso se dá mediante assinatura pessoal ou institucional, que pode ser fornecida por computadores e dispositivos móveis, via acesso remoto. Importante ressaltar que a assinatura pessoal exige alto investimento por parte do interessado, o que, muitas vezes, acaba limitando o acesso. Isso se torna uma desvantagem, tendo em vista que, para ter acesso à base, faz-se necessário que o médico, acadêmico ou residente, esteja na instituição para efetuar a pesquisa.
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Organização da avaliação da aprendizagem no curso de medicina: estudo de caso

Organização da avaliação da aprendizagem no curso de medicina: estudo de caso

Neste sentido, tem-se assistido a um movimento que preconiza a utilização de metodologias de avaliação integradas no processo de ensino-aprendizagem, onde o estudante também aprende e modifica os seus comportamentos 15-17 . Estas considerações remetem-nos para a questão das modalidades de avaliação, no que concerne às suas funções e objectivos. De acordo com Bloom 18 a avaliação do processo de ensino-aprendizagem apresenta três tipos de funções: diagnóstica, formativa e somativa, as quais são contempladas pelos regulamentos da Universidade do Porto (UP) e da FMUP 19-22 . A avaliação diagnóstica (ou inicial) é aquela que se implementa ao iniciar-se um curso/UC/módulo e visa comparar os conhecimentos actuais dos estudantes face a um padrão definido, estabelece um ponto de situação, recolhe informações para estruturar a acção futura e identifica causas recorrentes de dificuldade na aprendizagem. A avaliação somativa (de soma) tem por função básica a classificação e certificação dos estudantes, realizando-se no final da UC, permitindo o juízo globalizante dos níveis de aproveitamento previamente estabelecidos. A avaliação formativa realiza-se ao longo da UC, com o intuito de verificar se os estudantes estão a cumprir os objectivos previstos, prestar feedback ao estudante e orientar o seu estudo. Rowntree (1987) 12 referiu-se à avaliação como “o acto que ocorre sempre que uma pessoa, numa interacção
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Ensino e aprendizagem de competências de comunicação no Curso de Medicina da UBI

Ensino e aprendizagem de competências de comunicação no Curso de Medicina da UBI

Na terceira secção encontram-se listadas 18 competências essenciais de comunicação, uma versão resumida dos 61 objetivos para a Educação pré-graduada em Medicina que foram definidos e avaliados por um painel de especialistas. Este artigo intitulado “European consensus on learning objectives for a core communication curriculum in health care professions” [1], procurou identificar objetivos de aprendizagem de comunicação para o currículo de todos os profissionais de saúde com base na literatura internacional e no conhecimento especializado de um grupo internacional composto por 121 especialistas em comunicação de diferentes áreas profissionais. Neste consenso europeu, foram classificados numa escala de cinco valores (1 - extremamente importante e 5 - nada importante) os objetivos nucleares de comunicação considerados relevantes no ensino pré-graduado dos futuros profissionais de saúde. Esta avaliação foi também solicitada aos alunos de Medicina da UBI, realizando-se, desta forma, uma comparação do nível de importância médio encontrado para cada objetivo de comunicação analisado, por estes dois grupos distintos.
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Os guiões de apoio e o feedback no processo de ensino aprendizagem  do texto narrativo

Os guiões de apoio e o feedback no processo de ensino aprendizagem do texto narrativo

Relativamente à coerência gramatical do texto, a aluna continua a posicionar incorretamente o pronome “me” na frase “Podes-me ajudar?”. Este erro poderá ter origem no desconhecimento da criança e na sua oralidade, dado que o comete também oralmente, tal como ilustra o exemplo anteriormente evidenciado. Contudo também poderá dever-se ao facto de a aluna ter ignorado o feedback fornecido. No âmbito da coerência gramatical, embora ainda exista uma repetição, verifica-se que a criança diminuiu a utilização do conector “e” e do pronome “ela”, além de ter encontrado alguns sinónimos para a palavra “disse”, especificando-a através de palavras como “perguntou” e “respondeu”. Além disso, na rescrita do seu texto, a aluna esclareceu a dúvida em torno da utiliza ção da palavra “defeito” trocando-a por “caraquetristicas”. Embora a troca contemple erros ortográficos, a coerência e coesão do texto ficaram mais ricos. Importa destacar que as alterações verificadas podem ter origem na correta apropriação do feedback por parte da aluna.
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Percepção de Discentes de Medicina sobre o Feedback no Ambiente de Aprendizagem.

Percepção de Discentes de Medicina sobre o Feedback no Ambiente de Aprendizagem.

Esta pesquisa apresentou como limitação um viés de sele- ção, uma vez que trabalhou com uma amostra aleatória extraí- da de um grupo específico de estudantes de Medicina, expon- do o ponto de vista apenas desta amostra sobre feedback edu- cacional, podendo conter em seu discurso elementos menos representativos de seu grupo social como um todo, ou seja, a percepção dos outros discentes pode ter elementos diferentes. Apesar disso e mesmo sendo diferente o número de partici- pantes de cada grupo focal, as falas registradas revelaram uma opinião homogênea sobre o assunto e houve saturação dos dados coletados, cumprindo-se o verdadeiro interesse deste estudo, que está na profundidade e na riqueza da informação colhida. Não se está sugerindo que os resultados sejam verda- deiros em outros contextos, uma vez que a representatividade está ligada a contextos específicos e não à representação de uma população 18 .
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O ensino do desenho na escola artística António Arroio : o feedback como ferramenta de aprendizagem

O ensino do desenho na escola artística António Arroio : o feedback como ferramenta de aprendizagem

Para definir os objetivos para cada turma e cada aluno o professor deve ter em conta não só as competências visadas ou finalização, como a operacionalização, onde deve definir prioridades e pensar adaptações a cada caso específico. No que diz respeito à finalização, a questão principal é o professor questionar-se sobre o que pretende ensinar, o conteúdo, a unidade e o método de trabalho e para que se destina essa aprendizagem, que tipo de competências deve o aluno adquirir e em que sentido iram os alunos usar esse conhecimento. A operacionalização deve ser mais precisa, deve refletir sobre uma unidade específica, deve listar quantos e quais são os objetivos, que competências devem ter os alunos adquirido, com que nível de consecução e de que forma observável foram concretizadas. Devem também estabelecer-se prioridades, ou seja, o professor deve planear quais são os objetivos principais ou essenciais e o porquê. Se o aluno não conseguir alcançar todos os objetivos deve determinar quantos e quais são primários para a concretização dos objetivos globais e porque. Tendo em conta os alunos que foram analisados, para que alunos em particular ou em que aspetos será à partida necessário ajustar determinadas variáveis para que eles compreendam e adquiram o conhecimento e/ ou competências formuladas para o objetivo (Roldão, 2009).
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Avaliação da qualidade do processo ensino-aprendizagem no curso de graduação em Enfermagem.

Avaliação da qualidade do processo ensino-aprendizagem no curso de graduação em Enfermagem.

O sistema de avaliação utilizado considera a qualiicação teórica (teoria e prática simuladas) como 50% da nota inal de cada disciplina. Os outros 50% correspondem à qualiicação obtida em práticas clínicas e se baseiam na avaliação realizada por enfermeiras clínicas credenciadas pela universidade com formação especíica que orientam os alunos (Enfermeiras de Referência) e os professores através das seguintes ferramentas: (i) Guia de Avaliação de Práticas Clínicas [Guía de Evaluación de Prácticas Clínicas (GEPC)] – engloba a veriicação e o registro de atividades de aprendizagem deinidas para a realização de objetivos, com avaliações formativas na 3ª, 5ª, 8ª e 11ª semanas e uma avaliação somativa na 12ª semana, realizadas pelas Enfermeiras de Referência (ER) e pelos professores das disciplinas * ; (ii) Defesa de um caso clínico – trata-
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Avaliação da aprendizagem de ética em curso de formação de professores de Ensino Fundamental.

Avaliação da aprendizagem de ética em curso de formação de professores de Ensino Fundamental.

Quando perguntamos sobre porque que- ria ser professor 62% deu uma resposta co- erente com a profissão. “Gosto de crianças. Me sinto bem ao lado delas. Elas precisam de mim e eu delas”, disse uma aluna. O restante deu justificativas dispersas. “Porque é o sonho da minha mãe”, disse uma outra. Nesta pesquisa, buscamos no referencial teórico, a filosofia de MacIntyre (1984, 1990, 1991, 1998, 1999), conceitos básicos que nos auxiliaram na compreensão dos nossos alunos e na realidade que os cerca. Estes conceitos - Escola, Família e País - se referem à idéia de tradição enquanto fundamento da humanidade, ponto de destaque para a Éti- ca segundo MacIntyre. Com relação ao pri- meiro, Escola, 28% dos alunos não abstraí- ram o conceito e responderam se restringin- do apenas à escola que freqüentam. Isto pode indicar que esses alunos estão ainda numa fase operacional concreta segundo a pers- pectiva piagetiana. As respostas se referiam às deficiências do ensino, à estrutura da es- cola, ao ambiente agradável, entre outras. Com relação aos que abstraíram, destaca- mos que a grande maioria (50%) a relaciona com a preocupação futura, 30% com o apren- der e o restante com a socialização.
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