Top PDF Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 1.º Relatório de Execução

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 1.º Relatório de Execução

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 1.º Relatório de Execução

O estudo do impacte dos fogos nos diversos processos do ciclo hidrológico, requer o conhecimento de uma série de processos, para que a partir deles se possa calcular os outros. Basicamente pretende-se ver como a água da precipitação se distribui pelas três componentes principais do ciclo hidrológico terrestre (escoamento directo, escoamento subterrâneo e evapotranspiração). Um quarto processo a ser considerado é a variação do armazenamento de água no solo, que a longo prazo é pouco significativo. Os processos que são monitorizados são a precipitação e o escoamento superficial (este último, por sua vez, é composto pelo escoamento directo e pela descarga do escoamento subterrâneo para a superfície = escoamento de base, podendo estes processos ser afectados pelo degelo no caso de áreas com queda de neve e formação de gelo). Enquanto a monitorização da precipitação se encontra bem distribuída pelo território nacional e é possível fazer a sua interpolação para qualquer área do território, a monitorização do escoamento superficial diz respeito apenas às bacias hidrográficas onde estão instaladas as estações de monitorização, não havendo uma distribuição uniforme destas estações.
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Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 2.º Relatório de Execução Material.

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 2.º Relatório de Execução Material.

Relativamente à caracterização da qualidade da água, para dar cumprimento ao estudo do impacte das substâncias poluentes existentes nas cinzas florestais nos solos e nos corpos hídricos, foi levado a cabo um plano de monitorização e amostragem de águas subterrâneas e superficiais e de solos nas áreas de estudo do Caratão, Quebrada, Carvoeiro e Penhascoso. Este Plano foi iniciado em 2006 e continuado em 2007 com campanhas realizadas em 15-Março-2007, 28-Maio-2007 e 25- Setembro-2007. Foi também feita a monitorização dos níveis freáticos em poços.
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Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 3.º Relatório de Execução

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 3.º Relatório de Execução

A selecção das áreas de estudo foi uma tarefa desempenhada por toda a equipa do Projecto. As áreas de estudo são as já definidas no ano de 2006 (Relatório de Progresso do 2º Ano): - bacias hidrográficas a montante das estações hidrométricas 17L/01-Ponte de Panasco (representativa de uma área ardida) e 18L/01-Couto de Andreiros (representativa de uma área não ardida, utilizada para comparação com os escoamentos da bacia anterior).

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Avaliação do impacte de fogos florestais em recursos hídricos subterrâneos

Avaliação do impacte de fogos florestais em recursos hídricos subterrâneos

Litologicamente, a bacia de Ponte Panasco é constituída fundamentalmente por ortognaisses, à excepção no seu limite NE, na serra de Castelo de Vide, onde ocorrem arcoses e quartzitos, e do seu extremo SE onde ocorrem xistos. As rochas ortognáissicas encontram-se recortadas por filões de quartzo e por diversas falhas que nalguns locais condicionam o percurso das ribeiras. Estas formações geológicas constituem meios cristalinos que sustentam aquíferos do tipo fissurado descontínuos. Dispõe-se de inventário de 25 origens de água (12 furos, 3 nascentes, 1 galerias e 9 poços). A maioria das origens destina-se a consumo agrícola/pecuária e doméstica. Os registos de caudais variam entre 0 e 0,25 l/s para um total de 6 dados. Relativamente à qualidade das águas, dispõe-se de 14 dados de parâmetros de campo (temperatura, pH e condutividade eléctrica) e 9 análises físico-químicas a elementos maiores.
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Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos

Capítulo 6 – São apresentados os estudos relativos à afectação dos fogos na componente qualitativa do ciclo hidrológico, desenvolvidos pela equipa do Núcleo de Águas Subterrâneas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC-NAS). Neste capítulo descrevem-se: (1) o plano de monitorização para as áreas de estudos de águas subterrâneas e superficiais, bem como dos solos e cinzas (localização e número de amostras a recolher; frequência de amostragem; parâmetros a analisar); (2) descrição das campanhas de recolha de amostras de águas e solos para análise química laboratorial (determinação da concentração de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP), bem como de outros elementos químicos (cloretos, sulfatos, bicarbonatos, nitratos, cálcio, magnésio, sódio e potássio) e medições in situ dos parâmetros condutividade eléctrica, temperatura, pH e Eh); (3) análise dos resultados obtidos para detectar a eventual contaminação das amostras por acção dos fogos e a determinação de indicadores da alteração da qualidade da água por acção dos fogos. Capítulo 7 – É apresentada uma metodologia de aplicação dos conhecimentos adquiridos com os estudos apresentados nos capítulos anteriores para a avaliação dos impactos dos fogos numa área ardida (bacia do rio Zêzere, a montante de Caldas de Manteigas) desenvolvidos pela equipa do Núcleo de Águas Subterrâneas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC-NAS). Neste capítulo descreve-se: (1) o cálculo sumário da recarga para a área estudada; (2) o cálculo das respectivas reservas de água subterrânea; (3) a carga poluente produzida pelo fogo aí ocorrido; (4) o impacto desta carga poluente sobre as águas subterrâneas considerando a sua evolução espacial e temporal.
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Caracterização multidisciplinar dos recursos hídricos subterrâneos em áreas urbanas e montanhosas (Norte e Centro de Portugal): metodologias e técnicas

Caracterização multidisciplinar dos recursos hídricos subterrâneos em áreas urbanas e montanhosas (Norte e Centro de Portugal): metodologias e técnicas

A crescente pressão exercida à escala mundial sobre os recursos hídricos, num cenário de expansão demográfica, de crescimento económico e de alterações climáticas requer uma abordagem científica e tecnológica multidisciplinar como meio para se conseguir o melhor conhecimento sobre os processos envolvidos no ciclo da água. A obtenção de conhecimento científico passível de apoiar a tomada de decisões respeitantes à gestão destes recursos — à escala local, regional ou global — é francamente facilitada quando se utilizam de forma integrada conceitos, métodos e técnicas provenientes de diversas disciplinas científicas, num esforço que, além de multidisciplinar, pode ser interdisciplinar (Assaad et al., 2004).
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Inventário dos recursos hídricos subterrâneos na bacia hidrográfica da Ribeira de Sá, Sardoura, Castelo de Paiva: metodologia e potencialidades

Inventário dos recursos hídricos subterrâneos na bacia hidrográfica da Ribeira de Sá, Sardoura, Castelo de Paiva: metodologia e potencialidades

A metodologia aplicada consistiu, numa primeira fase, na pesquisa e recolha de dados bibliográficos e documentais relativos ao tema das águas subterrâneas bem como na análise de cartografia militar das décadas de 40, 70 e 90 referente a informação iconográfica de indicadores de recursos hídricos subterrâneos existentes no concelho de Castelo de Paiva, designadamente, chafarizes ou fontes, poços, tanques, poços com engenho e nascentes (figura

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Aplicação dos SIG em operações de prevenção e combate a fogos florestais

Aplicação dos SIG em operações de prevenção e combate a fogos florestais

Como anteriormente referido, para que deflagre um fogo florestal é necessário que ao binómio combustível-comburente se associe uma fonte de ignição, e que se verifiquem as condições adequadas à reação em cadeia que vão fazer com que o fogo progrida. Também já foi referido que o tipo de combustível vegetal e a percentagem de humidade são determinantes na deflagração e na progressão do fogo, e que, numa situação de propagação, o próprio fogo vai alternado as condições atmosféricas locais: modifica o sentido, a direção e a intensidade do vento, aumenta a temperatura e baixa a humidade, quer ao nível da atmosfera quer ao nível dos combustíveis florestais. Estes factos permitem evidenciar a complexidade deste fenómeno e a necessidade de desenvolver sistemas de simulação que permitam, por um lado, estudar e entender o fenómeno em si, auxiliando a gestão dos espaços florestais, e por outro, que operem como sistemas de previsão capazes de dar apoio às decisões que se colocam em cenários reais.
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Sistema de apoio no combate aos fogos florestais para o Concelho de Águeda

Sistema de apoio no combate aos fogos florestais para o Concelho de Águeda

Este novo sistema de comunicações para além das funções de comunicações que os antigos rádios de banda baixa e banda alta possuíam, possui novas funcionalidades. Os terminais (rádios) SIRESP permitem obter a localização exata do terminal, rumo do vento, e temperatura, estes dois últimos podem não ser 100% fiáveis. No combate a incêndios florestais e em particular para uma equipa de primeira intervenção estas três caraterísticas do local são muito importantes para passagem de dados ao Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS), ou até mesmo para pedir uma descarga de um meio aéreo num local específico, para pedir mais reforços, ou até mesmo para pedir ajuda.
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Sistema de suporte à previsão e deteção de fogos florestais

Sistema de suporte à previsão e deteção de fogos florestais

O artigo foi criado como uma solução para ser aplicado nas florestas tropicais da Indonésia. Devido ao grande volume de fogos florestais provocados pela área da agricultura, torna-se importante encontrar uma forma de mitigar o impacto, através da monitorização da floresta utilizando para isso, uma WSN composta por uma grande quantidade de sensores, que recolhem informação sobre temperatura, humidade luz e pressão atmosférica, transmitida para um ponto de monitorização ou departamento de proteção civil. Com os avanços neste tipo de redes e tecnologias envolvidas, permite a sua utilização, pois sistemas baseados em satélite são bastante suscetíveis às condições climatéricas e a outra solução que passa por utilizar seres humanos para observar, são bastante limitadas na deteção. É proposta assim a utilização de WSN para recolher dados em tempo real e a utilização de objetos aéreos não tripulados para obtenção de imagens de vídeo. As características para o início de um fogo, são ter material inflamável, oxigénio e altas temperaturas.
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Métodos probabilísticos e estatísticos na gestão de fogos florestais

Métodos probabilísticos e estatísticos na gestão de fogos florestais

Portugal ´ e o pa´ıs mais pequeno do sul da Europa, no entanto tem das mais altas taxas de incidˆ encia de incˆ endios florestais da regi˜ ao, como ´ e referido nos diversos relat´ orios anuais sobre incˆ endios florestais divulgados pela Uni˜ ao Europeia, em particular no relat´ orio divulgado em 2013 (European Commission, 2013). No per´ıodo de 1980 a 2012 o total de ´ area ardida em Portugal foi de 3 575 020 hectares (ha), o que corresponde a uma m´ edia de 108 334 ha ardidos por ano e a 23% da ´ area total ardida nos 5 pa´ıses do sul da Europa (Espanha, Fran¸ ca, Gr´ ecia, It´ alia e Portugal). Em termos de m´ edia anual, Portugal ´ e apenas ultrapassado pela Espanha, cuja m´ edia anual nesse per´ıodo ´ e de 171 593 ha. Em rela¸ c˜ ao ao n´ umero de incˆ endios, Portugal apresenta os piores resultados. No per´ıodo de 1980 a 2012, em Portugal registaram-se 614 228 incˆ endios florestais, valores que correspondem a uma m´ edia de 18 613 incˆ endios por ano e a 37% dos incˆ endios registados nos 5 pa´ıses acima referidos. Em 2012, e em rela¸ c˜ ao ao sul da Europa, Portugal apresenta a maior percentagem de ´ area destru´ıda em rela¸ c˜ ao ` as regi˜ oes protegidas no ˆ
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Impacto dos fogos florestais na adsorção de fósforo ao solo

Impacto dos fogos florestais na adsorção de fósforo ao solo

proporção de 3:1) e 6 ml de HF. Após fechar muito bem as bombas de teflon, estas foram colocadas na estufa durante 1 hora a 100 ºC. Após uma hora, retiraram-se as bombas de teflon, deixando arrefecer (pelo menos 1.30 h). Quando frios transfere-se o conteúdo para balões de plástico de 100 ml e adiciona-se 5,6 g de ácido bórico. Perfaz- se o volume com água Milli-Q e agita-se muito bem para facilitar a dissolução do ácido bórico. Guarda-se a solução num frasco de plástico, colocou-se numa câmara a 4 ºC e as amostras foram, posteriormente, analisadas por ICP. Fazem-se 3 réplicas para cada solo, 3 para os brancos e 3 com o material de referência.
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Efeitos dos fogos florestais repetidos na exportação de nutrientes

Efeitos dos fogos florestais repetidos na exportação de nutrientes

28 Departamento de Ambiente e Ordenamento No caso das perdas de PT ambas as áreas se mantêm com um comportamento semelhante ao longo do tempo, apesar da área multi-fogos apresentar valores superiores de perdas. Ao longo do período de estudo é de notar uma diminuição gradual das perdas de PT em ambas as áreas. A primeira amostragem foi onde a área multi-fogos registou o seu maior valor de perdas, em contraste na uni-fogo não se obteve amostras pelo que não há valor para comparação. Esta grande perda de PT da primeira amostra foi seguida duma diminuição abrupta, tendo atingido um valor menor que na área uni-fogo. À semelhança do que aconteceu no evento de Janeiro nas perdas de NT, também nessa mesma data a área multi-fogos registou um aumento de perdas de PT mas não foi acompanhado dum aumento na área uni-fogo. A considerar ainda que os valores maiores são registados no inicio do estudo (primeiro mês), correspondendo ao máximo 24,4 mg/m 2 e 14,9 mg/m 2 respetivamente nas áreas multi-fogos e uni-fogo.
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Recursos hídricos

Recursos hídricos

Em Sergipe o órgão que emprega engenheiros hídricos é a CODEVASF por meio de concursos públicos, para realizar vários tipos de trabalhos como a da transposição do Rio São Francisco, cuidar da captação, do transporte, do emprego e do tratamento da água para atender a população e reduzir eventuais danos ambientais. Este profissional calcula a demanda e a disponibilidade hídrica nas bacias e auxilia na implantação de políticas de uso e controle de qualidade da água, bem como da manutenção e recuperação de mananciais. Também cabe a ele elaborar redes de água e esgoto, de irrigação e drenagem. No setor de energia, atua na operação de reservatórios e no planejamento dos recursos hídricos, mas em Sergipe a oferta de emprego está baixa.
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Estudo do comportamento de fogos florestais com base no modelo FARSITE

Estudo do comportamento de fogos florestais com base no modelo FARSITE

Para que haja um fogo é necessária a existência de combustível, o qual no caso dos incêndios florestais, é constituído pelo vasto conjunto de espécies vegetais que se encontram na floresta. De forma geral os combustíveis são consumidos rapidamente, pelo que a continuação da combustão é acompanhada da propagação a novos combustíveis adjacentes. Assim, os incêndios florestais tendem a progredir ao longo de uma linha à qual se chama frente de chamas, cujo perímetro delimita a área ardida. A quantidade de combustível disponível no terreno é um parâmetro deveras importante, porque dele depende em última análise, a energia libertada durante a progressão do incêndio – a intensidade de progressão, e consequentemente a maior ou menor facilidade com que o incêndio poderá ser combatido e suprimido.
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Recursos hídricos subterrâneos na bacia do rio Uíma, Santa Maria da Feira: um contributo para o ordenamento do território a nível municipal

Recursos hídricos subterrâneos na bacia do rio Uíma, Santa Maria da Feira: um contributo para o ordenamento do território a nível municipal

situação topográfica. Relacionado com este tema, serão aprofundados alguns estudos referentes à relação entre os potenciais focos de contaminação com a localização das nascentes, principalmente em áreas próximas das Termas das Caldas de São Jorge, de modo a verificar a sua vulnerabilidade à contaminação e na identificação de elementos expostos. Com este estudo pretende-se alertar para a importância da inventariação e conhecimento dos recursos hídricos subterrâneos, de forma a contribuir para a sua valorização, gestão e proteção adequada, criando suportes cartográficos e bases de dados que apoiem os processos de decisão, contribuindo assim, para melhoramento do ordenamento do território à escala municipal.
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Modelação da nuvem de retardante químico: optimização no combate aos fogos florestais

Modelação da nuvem de retardante químico: optimização no combate aos fogos florestais

A maioria dos retardantes químicos espessados à base de gomas (ou polímeros orgânicos) comporta-se como fluidos shear thinning, mas com uma elasticidade elevada, a qual mantém uma viscosidade considerável, mesmo durante as grandes tensões tangenciais que ocorrem na atomização aerodinâmica. Muitos modelos conceptuais/numéricos foram propostos nas últimas décadas para modelar o processo da atomização, embora com aplicações muito limitadas (Mansour e Chigier, 1995). Não se pretendendo fazer qualquer análise exaustiva sobre a temática da atomização de fluidos complexos, é importante realçar que a investigação nesta área ainda não produziu qualquer modelo com uma aplicação fiável à atomização da nuvem de retardante. Isto deve-se ao facto de o avião lançar um grande caudal de líquido, na ordem de alguns m 3 .s -1 . Assim, simultaneamente com a atomização, ocorre a deformação desta grande massa de líquido bruto, a qual, por sua vez, altera o escoamento atmosférico na sua proximidade, afectando as tensões exercidas sobre o fluido e influenciando o próprio fenómeno de atomização. Trata-se, sem dúvida, de processos complexos que ocorrem em simultâneo e que se influenciam mutuamente, sendo necessária uma aproximação two-ways para descrever a interacção bifásica entre o escoamento atmosférico local e o retardante (Crowe et al., 1977 e Crowe et al. 1998).
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Efeito dos fogos florestais sobre a água subterrânea na Serra do Caramulo

Efeito dos fogos florestais sobre a água subterrânea na Serra do Caramulo

Thomas et al. (2000) estudaram a perda dos catiões Ca, Mg e K de solos por escoamento superficial em florestas ardidas de pinheiro e eucalipto e uma zona não ardida durante 19 meses, 2 a 3 anos após a ocorrência dos fogos na bacia do rio Águeda. A partir de amostras efetuadas nas zonas ardidas após eventos de precipitação, foi detetado um aumento inicial das concentrações destes catiões no escoamento superficial, que foram diminuindo gradualmente nas amostragens seguintes. Estes concluíram que houve uma perda gradual de solutos nos solos e que nas amostras em geral, as concentrações de Ca foram superiores, seguido do Mg e do K.
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Geofísica aplicada na avaliação de recursos hídricos subterrâneos e meio ambiente da zona costeira do campo petrolífero de fazenda Alegre, norte Capixaba Espírito Santo

Geofísica aplicada na avaliação de recursos hídricos subterrâneos e meio ambiente da zona costeira do campo petrolífero de fazenda Alegre, norte Capixaba Espírito Santo

O Campo de Fazenda Alegre (FAL), objeto desta dissertação, é o maior produtor terrestre do Espírito Santo (com produção média de 20.000 bbl/d), localiza-se no Município de Jaguaré e situa-se geologicamente na porção noroeste do Paleocanyon de Fazenda Cedro, na bacia do Espírito Santo, distando 40 km da cidade de São Mateus. Este Campo foi descoberto a partir da perfuração do poço pioneiro 1-FAL-01-ES, em maio de 1996, cuja interpretação geológica foi baseada na sísmica 2D, e o seu desenvolvimento foi iniciado no segundo semestre de 1998. Atualmente, toda a extensão é coberta pela sísmica 3D.
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Avaliação de materiais educativos sobre recursos hídricos

Avaliação de materiais educativos sobre recursos hídricos

284 gubernamentales, instituciones filantrópicas y otros, tanto documentos impresos como digitales. Se evaluaron 52 documentos, con el objetivo de identificar las relaciones entre sus modalidades, desarrolladores, público objetivo, propósitos y las características del documento. Se observa que la mayoría de los materiales evaluados ignoran las particularidades de los públicos objetivo, caracterizándose por un enfoque pragmático, especialmente en los producidos por instituciones gubernamentales, que invariablemente, apuntan a actitudes individuales, para la economía de agua. Se destaca que existe la urgencia de que se desarrollen investigaciones que aborden los recursos hídricos por la óptica de la educación ambiental. Entendiendo aquí la educación ambiental como un proceso político que habilite al ciudadano al protagonismo en el medio en que vive.
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