Top PDF Avaliação da implantação da atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso método Canguru, no Brasil

Avaliação da implantação da atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso método Canguru, no Brasil

Avaliação da implantação da atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso método Canguru, no Brasil

Introdução: O Método Canguru (MC) introduziu-se no Brasil por iniciativa própria de algumas maternidades no final da década de 90. A partir daí o Ministério da Saúde (MS) iniciou amplo processo para sua disseminação, por meio de capacitações de profissionais das maternidades brasileiras, com o objetivo de estimular a ampliação e a melhoria da qualidade da assistência obstétrica e neonatal no setor público. Este programa de capacitação tinha como meta atingir as 255 maternidades que fazem parte do Sistema de Atendimento Hospitalar à Gestante. Objetivo: Avaliar a implantação da Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de baixo pesoMétodo Canguru, no Brasil, nas maternidades capacitadas até 2003. Método: Trata-se de estudo de avaliação fundamentado na avaliação normativa e na utilização de métodos que integram aspectos quantitativos e qualitativos. Analisou-se os 293 hospitais maternidades capacitados pelo MS para implantação do Método Canguru, no Brasil, no período de 2000 a 2003. Este estudo foi dividido em duas fases. A primeira consistiu na avaliação do conjunto das maternidades capacitadas, por meio do envio de questionário postal, dirigido ao coordenador desta prática ou da unidade neonatal, contendo questões relativas à: a) estrutura das maternidades; b) avaliação de práticas de humanização; c) resultados alcançados com a implantação da atenção humanizada ao recém nascido baixo pesoMétodo Canguru. Nessa fase utilizou-se o programa estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0. A segunda fase consistiu na avaliação “in loco” de amostra dessas maternidades, onde foram aplicados diversos instrumentos de coleta de dados direcionados a profissionais, gestores e mães. Nessa fase utilizou-se para análise qualitativa do material coletado nas entrevistas
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Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - Método Canguru: a proposta brasileira.

Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - Método Canguru: a proposta brasileira.

Essa disseminação tem tomado dois cami- nhos. O método continua sendo recomendado como alternativa para países muito pobres que não dispõem de uma boa organização neonatal (Charpak, 2001; OMS, 2004). Mas vem sendo muito utilizado, também, por países desenvolvi- dos, que contam com todos os recursos necessá- rios para a assistência neonatal (Browne, 2005). No Brasil, hoje, mesmo aqueles profissio- nais que não utilizam o método em seus servi- ços e até os que fazem restrições a ele têm bus- cado compreender melhor a proposta nacional de utilização que foge da perspectiva de subs- tituição de incubadora, utilizando o Método Canguru como mais uma tecnologia disponí- vel para o cuidado do bebê internado em tera- pia intensiva neonatal.
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Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo-peso. Método Canguru e cuidado centrado na família: correspondências e especificidades.

Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo-peso. Método Canguru e cuidado centrado na família: correspondências e especificidades.

836 Componente integrante da taxa de mortalidade infantil, a mortalidade neonatal reflete a assistência à saúde associada aos fatores biológicos e à assistência pré-natal, ao parto e ao recém-nascido (BN). Assim, assistência materna e neonatal de alto risco inclui investimentos de serviços hospitalares de alta complexidade, que abarquem as necessidades desta área. No Brasil, a implantação de novas tecnologias e práticas, bem como a produção de novos conhecimentos, refletiram significativamente na redução das taxas de mortalidade perinatal, provocando uma ampla mudança na forma de cuidar os recém-nascidos (GOMES, 2004).
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Avaliação da implantação do cuidado humanizado aos recém-nascidos com baixo peso: método canguru.

Avaliação da implantação do cuidado humanizado aos recém-nascidos com baixo peso: método canguru.

Uma delas é a proporção relativamente elevada de maternidades não respondentes (39,1%), apesar das inúmeras tentativas realizadas para minimizar as perdas de informação. Destaca-se na análise das perdas que a proporção de RNBP entre as maternidades não respon- dentes foi de 27,3% do total dos partos realizados pelas maternidades capacitadas e apenas de 9,3% dos partos de RNBP no Brasil. Uma hipótese para os serviços silenciosos consiste na possibilidade de não terem implantado o MC e, assim, terem optado por não participar. É possível que a proporção de serviços com a AHRNBP-MC plenamente implantada seja ainda menor, quando consideramos os resultados da visita in loco, o que pode ter resultado em superestimação da real implantação nos HM capacitados. É necessário ressaltar as limitações inerentes ao tipo de coleta de dados adotado na primeira fase, embora essa estratégia não seja incomum em estudos observacionais. Neste sentido, os resultados do teste de kappa indicam, em geral, concordância adequada entre as duas metodologias de coleta de dados.
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Conhecimentos e práticas dos profissionais de saúde sobre a "atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - método canguru".

Conhecimentos e práticas dos profissionais de saúde sobre a "atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - método canguru".

A AHRNBP-MC no Brasil difere bastante da idealizada e implementada em seu país de origem, a Colômbia. De método canguru ou mãe canguru, a proposta brasileira como o próprio nome o diz, é muito mais abrangente, fundamentando-se num contexto de assistência neonatal mais amplo, baseado em cuidados individualizados, intervenção centrada na família, contato pele-a-pele precoce como facilitador do vínculo entre pais e bebê, inter- venções no meio ambiente e na assistência neonatal prestada através de seus profissionais, objeto deste estudo. Entretanto a "marca" canguru é muito forte e as respostas dos profissionais sugerem que ainda não está completamente assimilada essa abrangência da proposta brasileira.
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Avaliação da implantação do Método Canguru por gestores, profissionais e mães de recém-nascidos.

Avaliação da implantação do Método Canguru por gestores, profissionais e mães de recém-nascidos.

mãe e família devem ser orientados quanto às condições da criança, ressaltando a importân- cia do Método Canguru. Na segunda etapa, o recém-nascido, após estabilização das condições clínicas, é transferido para a enfermaria cangu- ru, onde ficará acompanhado de sua mãe, que assumirá a posição canguru pelo maior tempo possível, o que permite aumentar a proximidade física e comunicação entre mãe e bebê e o empo- deramento materno. Esta etapa funciona como período de adaptação da mãe e do filho para a alta. A terceira etapa começa quando o bebê re- cebe alta hospitalar e caracteriza-se pelo acom- panhamento do bebê e da família no ambula- tório e/ou domicílio até atingir o peso de 2.500 gramas. Após alcançar este peso o acompanha- mento deve seguir as normas de crescimento e desenvolvimento do Ministério da Saúde. Nem todas as etapas fazem parte da rotina dos servi- ços públicos ou privados de assistência ao parto, no Brasil, e são vivenciadas diferenciadamente pelas mães, desde a disseminação do Método Canguru no país.
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INTERDISCIPLINARIDADE NA ATENÇÃO HUMANIZADA AO RECÉM-NASCIDO DE BAIXO-PESO NUM CENTRO DE REFERÊNCIA NACIONAL DO MÉTODO CANGURU

INTERDISCIPLINARIDADE NA ATENÇÃO HUMANIZADA AO RECÉM-NASCIDO DE BAIXO-PESO NUM CENTRO DE REFERÊNCIA NACIONAL DO MÉTODO CANGURU

Enquanto Centro de Referência para a Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo PesoMétodo Canguru, representantes da equipe interdisciplinar da Unidade Neonatal do HU/UFSC assumiram o compromisso junto ao Ministério da Saúde de atuar como consultores do MC e capacitar profissionais de Unidades Neonatais com o objetivo de disseminar este modelo de assistência. Esta equipe composta por enfermeiros, psicólogos, médicos, assistentes sociais e fonoaudiólogos vem desde o ano de 2000 realizando cursos de capacitação com duração de 40 horas, utilizando como metodologia a exposição dialogada, oficinas e dinâmicas de grupo. A partir de 2009, as capacitações passaram a adotar o sistema de ensino centrado no educando, com objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de transformar a sua realidade, chamado de Ensino-Aprendizagem Baseado em Problemas (BRASIL, 2011).
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Assistência humanizada ao neonato prematuro e/ou de baixo peso: implantação do Método Mãe Canguru em Hospital Universitário.

Assistência humanizada ao neonato prematuro e/ou de baixo peso: implantação do Método Mãe Canguru em Hospital Universitário.

Relato de experiência de enfermeiros e equipe multiprofissional no processo de implantação do Método Mãe Canguru no Hospital Universitário, da Universidade Estadual de Maringá, Paraná, em 2002, com os objetivos de: humanizar o cuidado ao recém-nascido prematuro e/ou de baixo peso, aprimorando o suporte familiar; promoção de maior nível de satisfação da equipe assistencial. O bebê fica em contato pele a pele com o peito da mãe, pai ou familiar significativo, com benefícios para seu peso, temperatura, afetividade, aleitamento materno, além da provável redução no tempo de internação e risco de infecção. Capacitada pelo Ministério da Saúde, uma equipe passou à implantação e multiplicação do Método; elaborado um Projeto de Extensão institucional, multiprofissional, como organizador e integrador do ensino à assistência. Dificuldades encontradas foram em relação à associação entre tecnologia, relacionamento interpessoal e entre as diversas áreas, cuidado humano e participação familiar.
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A CENTRALIDADE DO FEMININO NO MÉTODO CANGURU.

A CENTRALIDADE DO FEMININO NO MÉTODO CANGURU.

Mater. Infant.), Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Rev. Bras. Ginecol. Obstet.), Revista de Ginecologia e Obstetrícia USP (RGO/USP), Revista Pediatria (RP), Revista de Pediatria SOPERJ (RP/ SOPERJ). Destes, optou-se pelos indexados na plataforma Scielo, como: J. Pediatr., Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. e Rev. Bras. Ginecol. Obstet. Os artigos que integraram o corpus responderam aos critérios apre- sentados por Lima e Mioto (2007), a saber: parâmetro linguístico – obras no idioma português; parâmetro cronológico – sem fixação de data para a seleção das obras; parâmetro temático – obras relacionadas ao objeto de estudo e às fontes de consulta com base nos três periódicos analisados e tendo as seguintes palavras-chave para a seleção dos artigos: Mãe Canguru, Projeto Canguru, Método Canguru e Política de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo PesoMétodo Canguru.
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Método mãe canguru nos hospitais / maternidades públicos de Salvador e atuação dos profissionais da saúde na segunda etapa do método.

Método mãe canguru nos hospitais / maternidades públicos de Salvador e atuação dos profissionais da saúde na segunda etapa do método.

O atendimento perinatal tem sido foco das aten- ções do Ministério da Saúde, já que neste compo- nente, juntamente com o pré-natal, reside o maior desaio para a redução da mortalidade infantil. Neste sentido, o Ministério da Saúde, pela Portaria GM/MS Nº 072 de 02 março de 2000, recomenda e incentiva a Atenção Humanizada ao Recém- nascido de Baixo Peso, por meio do MMC, em todas as unidades médico-assistenciais integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), propondo a apli- cação do método em três etapas 2 .
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Efeitos do Método Mãe Canguru nos sinais vitais de recém-nascidos pré-termo de baixo peso.

Efeitos do Método Mãe Canguru nos sinais vitais de recém-nascidos pré-termo de baixo peso.

De acordo com as Normas de Atenção Humanizada do Recém-Nascido de Baixo Peso, do Ministério da Saúde, o MMC é uma forma de assistência neonatal que consiste no contato pele a pele precoce entre mãe e RNPT de baixo peso, de forma crescente, permitindo uma participação maior dos pais no cuidado ao RN. Esse método tem como vantagens aumentar o vínculo mãe-filho; evitar longos períodos sem estimulação sensorial por reduzir o tempo de separação mãe- -filho; estimular o aleitamento materno, o que favorece maior freqüência, precocidade e duração; melhorar o controle térmico, devido a maior rotatividade de leitos; reduzir o número de RN em unidades de cuidados intermediários; reduzir o índice de infecção hospitalar e possibilitar menor permanência no hospital 5 .
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Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo-peso (método Mãe Canguru): percepções de puérperas.

Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo-peso (método Mãe Canguru): percepções de puérperas.

La lactancia materna es una de las principales prácticas que promueven la salud, estando ésta asociada a una reducción de la enfermedad y la mortalidad de los niños. El estudio es de conclusión de curso de graduación y es una investigación cualitativa, descriptiva y de campo y objetivó conocer las percepciones de las madres con el uso del método madre canguro. Se celebró en un Hospital Filantrópico de la cuidad de Ponta Grossa, Paraná, Brasil, entre los meses de agosto y octubre de 2006, con la participación de seis madres incluidas en el método madre canguro durante la hospitalización del niño. La colecta de datos tuvo entrevista semi estructurada y los datos con el análisis de contenido. Este artículo ha analizado solamente dos categorías, Experiencias de la Maternidad con el método madre canguro, con dos sub categorías, método madre canguro y la lactancia materna y, Experiencias en la práctica canguro; y Conociendo el Método Canguro. Concluyó que la enfermería desempeña un papel central en la inserción del método con la familia, con los cuidados.
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Ações de enfermagem na assistência domiciliar ao recém-nascido de muito baixo peso.

Ações de enfermagem na assistência domiciliar ao recém-nascido de muito baixo peso.

O estímulo ao acompanhamento do bebê com especialistas também foi um dos principais focos da assistência de enfermagem no domicílio, quan- do a família era esclarecida sobre a importância desses seguimentos e das consultas de puericultu- ra na Unidade Básica de Saúde para o diagnóstico precoce, tratamento e prevenção de distúrbios as- sociados ao nascimento, ao muito baixo peso ao nascer e à terapia de alta complexidade utilizada durante a internação:

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A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

O presente trabalho, intitulado “A implementação da reforma curricular do Ensino Médio no Brasil, da LDB ao Enem – o caso de uma escola estadual em Juiz de Fora – MG”, foi desenvolvido no Programa de Pós Graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública do CAEd/UFJF para obtenção do título de mestre. Teve como objetivo analisar como se dá o processo de implementação dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio – PCNEM (texto principal da reforma curricular brasileira para esta modalidade de ensino) na realidade de uma escola estadual de Juiz de Fora – MG. No trabalho, foi descrito o caso específico da escola analisada, relacionando esta realidade com as proposições dos documentos oficiais sobre o Ensino Médio. A realização deste trabalho foi fundamentada nas pesquisas de Ball (2001; 2006) no que diz respeito às políticas curriculares e também nas reflexões gerais sobre o problema do currículo trabalhadas por Lopes (2006). Além disso, foram utilizadas as pesquisas de Abramovay (2003) no que tange à recepção da reforma curricular no Brasil e também os trabalhos de Lück (2009) e Wallace Foundation (2010) a respeito das questões relacionadas à gestão escolar. Obviamente, os textos oficiais do Ministério da Educação foram também utilizados como referências fundamentais. Destaca-se no trabalho o desenvolvimento de um Plano de Ação Educacional que compreende a produção de orientações para a gestão escolar, passos para a atualização do Projeto Pedagógico da escola, além de um roteiro que sintetiza as principais teses da reforma brasileira. Todas estas ações foram apresentadas tendo como foco a atuação do gestor escolar como protagonista do processo de implementação da reforma.
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Sucção do recém-nascido prematuro: comparação do método Mãe-Canguru com os cuidados tradicionais

Sucção do recém-nascido prematuro: comparação do método Mãe-Canguru com os cuidados tradicionais

Quando comparada a avaliação com a reavali- ação no Grupo 2, o que se considerou estatistica- mente significante foi em relação à coordenação entre sucção, deglutição e respiração. Acredita-se que a estimulação fonoaudiológica tenha sido a causa da mudança de comportamento ocorrida. Além do que, muitos autores afirmam que a idade gesta- cional não é o único fator determinante para o sucesso da alimentação por via oral, pois a partir de 32 semanas o recém-nascido prematuro tem condições de coordenar sucção e deglutição, com essa habili- dade precedida de reflexos de tosse e vômito, desde que estimulado. Deve-se observar que a introdução precoce da alimentação por via oral pode antecipar todo o processo e, quando associada com a estimu- lação da sucção não-nutritiva, tem um importante papel na alimentação. No entanto, devem ser considerados também os sinais de aproximação e retraimento. 3,4,6,8,10,22,26,30
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O discurso e a prática do cuidado ao recém-nascido de risco: refletindo sobre a atenção humanizada.

O discurso e a prática do cuidado ao recém-nascido de risco: refletindo sobre a atenção humanizada.

O período neonat al com preende os prim eiros vinte e oito dias de vida do bebê. O recém - nascido a t erm o é aquele cuj a idade gest acional é de 37 a 42 sem anas e o pré- t erm o ( RNPT) t odo aquele que t em m en os d e 3 7 sem an as ( 3 ) . Per ceb e- se esse b eb ê, in d ep en d en t e d e su a id ad e ao n ascim en t o, com o capaz de ex pr essar suas em oções, o prazer, a dor, de buscar contato e dele fugir, quando não pode m ais suport ar a est im ulação negat iva e o est resse por ela pr ov ocado.

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Fatores de risco associados ao nascimento de recém-nascidos de muito baixo peso em uma população de baixa renda.

Fatores de risco associados ao nascimento de recém-nascidos de muito baixo peso em uma população de baixa renda.

No estudo, a média de consultas de pré-na- tal das mães dos recém-nascidos de muito baixo peso foi de quatro e no grupo controle de seis. Essa diferença deve ser analisada com cuidado porque as gestantes do grupo caso tiveram me- nor tempo disponível para a realização do pré- natal devido ao parto prematuro que, em geral, ocorreu antes das 32 semanas de gestação, sendo que o número menor de consultas pode não ser a causa do nascimento prematuro e sim a conse- qüência. Ao analisar o número de gestantes que não fizeram nenhuma consulta de pré-natal, ob- servou-se que 18,5% das mães dos recém-nasci- dos de muito baixo peso estavam nesta situação em comparação com apenas 3,3% das mães do grupo controle. Essa diferença foi estatisticamen- te significante mostrando que a ausência de pré- natal está fortemente associada ao nascimento de recém-nascidos de muito baixo peso.
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Tempo de transição alimentar na técnica sonda-peito em recém-nascidos baixo peso do Método Canguru 2018

Tempo de transição alimentar na técnica sonda-peito em recém-nascidos baixo peso do Método Canguru 2018

24. Neiva FC, Leone CR. Sucking development in pre-term newborns and the influence of nonnutritive sucking stimulation. Pediatr Res. 2003;53(4):498. 25. Yamamoto RCC, Bauer MA, Häeffner LSB, Weinmann ARM, Keske-Soares M. Os efeitos da estimulação sensório motora oral na sucção nutritiva na mamadeira de recém-nascidos pré-termo. Rev CEFAC. 2009;12(2):1-9. 26. McCain GC, Gartside PS, Greenberg JM, Lott JW. A feeding protocol

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Aditivo homólogo para a alimentação do recém-nascido pré-termo de muito baixo peso.

Aditivo homólogo para a alimentação do recém-nascido pré-termo de muito baixo peso.

A presenc¸a de cálcio no leite humano difere das fórmu- las infantis, não somente em quantidade, como também nas espécies químicas constituintes, devido às diferenc¸as na frac¸ão proteica do leite humano e de vaca. Nas fór- mulas, o cálcio está associado principalmente à caseína. No leite humano, uma proporc¸ão elevada de cálcio forma parte da frac¸ão lipídica. Na frac¸ão aquosa, a maior parte do cálcio está associada às proteínas do soro e a compos- tos de baixo peso molecular. No leite humano há pouco cálcio ligado à caseína. Essas diferenc¸as na estrutura quí- mica das espécies constituintes do conteúdo de cálcio dos leites explicam a elevada biodisponibilidade de cálcio do leite humano. 28 Apesar do aumento significativo nos teo-
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O significado da interação das profissionais de enfermagem com o recém-nascido/família durante a hospitalização.

O significado da interação das profissionais de enfermagem com o recém-nascido/família durante a hospitalização.

As evidências teóricas desse modelo permitiram compreender que a maneira como estabelecem essas interações são decorrentes da motivação das enfermeiras e auxiliares de enfermagem para se comunicarem com o recém- nascido e a família, durante o processo de hospitalização, uma vez que a motivação é a força que as conduz para que desenvolvam ações de cuidar centradas na pessoa do recém-nascido e na família. A motivação humana é responsável pela intensidade e a qualidade do esforço que o indivíduo despende quando caminha em direção a seus objetivos (12-13) . Nesse sentido, a intensidade e a qualidade do esforço das profissionais de enfermagem na interação com o recém-nascido e a família refletem-se na qualidade das interações que elas estabelecem. Desse modo, proporcionam aos recém- nascidos estímulos mais apropriados para seu desenvolvimento, mobilizam-se para utilizarem diferentes maneiras de se comunicarem com a mãe e transmitirem-lhe carinho e, também, levam-nas a usar suas habilidades pessoais, como estratégia para favorecer a aproximação da família com seu filho e promover a recuperação de sua saúde. Tal achado é concordante com a literatura, segundo a qual aquilo que as pessoas comunicam é determinado pela percepção que elas têm de si mesmas e do outro na situação e, também, pela percepção dos aspectos de sua motivação (14)
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