Top PDF Avaliação nutricional de pacientes obesos antes e seis meses após a cirurgia bariátrica

Avaliação nutricional de pacientes obesos antes e seis meses após a cirurgia bariátrica

Avaliação nutricional de pacientes obesos antes e seis meses após a cirurgia bariátrica

Este estudo teve como objetivo avaliar as alterações nutricionais e alimentares ocorridas em pacientes submetidos ao procedimento de desvio gástrico em Y de Roux (RYGB) atendidos no ano de 2005-2006 no hospital das Clínicas da UFMG. Onze mulheres e quatro homens foram avaliados no pré-operatório e após seis meses de acompanhamento. Para obtenção dos dados alimentares foram utilizados os métodos de registro alimentar de três dias e questionário de freqüência de consumo alimentar (QFCA), os dados referentes às mudanças na composição corporal foram obtidos por impedância bioelétrica (BIA) e para avaliação bioquímica foram utilizados dados dos exames de rotina do pré e do pós-operatório. Os resultados revelaram baixa ingestão de nutrientes e calorias no pré-operatório além de alta percentagem de hipertensão arterial e dislipidemia. Após seis meses de cirurgia houve perda média de 41,4 kg (51,4%) do excesso de peso em virtude da perda de 27,8 kg de massa gorda (40,5%), mas também da perda indesejável de 13,7 kg de massa magra (17,5%), com concomitante baixa ingestão protéica. Entretanto, não houve correlação entre perda de massa magra e baixo consumo de proteínas (r=-0,00; p=0,99). Com a esperada perda ponderal, houve melhora das complicações associadas à obesidade, nos níveis pressóricos e nos níveis de colesterol total (CT) e do colesterol em lipoproteína de baixa densidade (LDL-C), porém aumentada incidência de alopecia. A suplementação de vitaminas e minerais mostrou-se adequada para manter os níveis séricos de ferro, vitamina B12 e folato adequados. Contudo, a suplementação de cálcio não foi suficiente para manter os níveis de cálcio iônico dentro da normalidade e reduzir os níveis de paratormônio (PTH). Em conclusão, embora a maioria das complicações ligadas à obesidade tenha sido melhorada com a perda de peso após a cirurgia, especial atenção deve ser dada ao consumo e suplementação de cálcio e proteína nesses pacientes.
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Qualidade de vida de pacientes obesos em preparo para a cirurgia bariátrica

Qualidade de vida de pacientes obesos em preparo para a cirurgia bariátrica

Após aprovação do projeto de pesquisa pelo Co- mitê de Ética em Pesquisa, foi realizado um estudo pi- loto, no período de junho a julho de 2005, com cinco participantes do Programa de Prevenção e Controle da Obesidade (PPCO), de um Hospital Público de Goiânia, com o objetivo de investigar o grau de com- preensão dos participantes quanto aos instrumentos escolhidos. Posteriormente, foram abordadas pessoas obesas que estavam no momento pré-cirúrgico, apre- sentados os objetivos do estudo e solicitado sua ade- são. Todos os participantes faziam parte do Protocolo de Acompanhamento Psicológico ao Obeso, prepara- tório à cirurgia, da referida instituição. Contudo, os dados foram colhidos antes da intervenção psicológi- ca. Assim, aqueles que aceitaram participar da pesqui- sa tiveram acesso ao Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, iniciando, no mesmo encontro, os procedi- mentos de avaliação, respondendo, o WHOQOL-100. Em outro encontro, responderam o SF-36 e uma Entrevista Semi-Estruturada, gravada em áudio. O tempo médio de cada encontro foi de 40 minutos, sendo os dados colhidos entre os meses de julho e dezembro de 2005. Ao longo da aplicação dos instrumentos, não foram observadas ocorrências que interferissem no processo.
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PERFIL CLÍNICO E AVALIAÇÃO DA DOR DE PACIENTES OBESOS NO PERÍODO PRÉ-OPERATÓRIO DE CIRURGIA BARIÁTRICA

PERFIL CLÍNICO E AVALIAÇÃO DA DOR DE PACIENTES OBESOS NO PERÍODO PRÉ-OPERATÓRIO DE CIRURGIA BARIÁTRICA

Quanto ao processo cirúrgico, há divisão em três etapas, sendo que a primeira é o pré-operatório, onde é realizada a indicação médica do paciente em receber o tratamento através da cirurgia, até a chegada à mesa cirúrgica. Esta deve ser uma fase extensa pela complexidade da cirurgia e mudança radical que o paciente será submetido. O trans-operatório é a segunda etapa, onde ocorre todo o ato cirúrgico até a saída para a recuperação pós-anestésica. E o pós-operatório, que compreende a última etapa e perdura até meses após a cirurgia 11 .
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Avaliação da memória recente e da qualidade de vida em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica

Avaliação da memória recente e da qualidade de vida em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica

função da normalização da função respiratória após a redução de peso, com conseqüente melhora das atividades cerebrais. No item REC-A e nível de B1 observa-se que quanto menor o nível de vitamina B1 melhor o resultado obtido. Nos outros testes não se observou diferenças. São resultados diferentes dos esperados. Fandiño et al (2005) descreveram um caso em que persistiram prejuízo de memória a longo prazo, apesar de tratamento adequado da hipovitaminose B1. Relataram o caso de um homem de 43 anos, no 2º mês pós-cirúrgico, que chegou ao hospital com quadro de confusão mental: desorientação no tempo e espaço, síndrome amnéstico com amnésia anterógrada, diminuição de memória retrógrada, incapacidade para reter novas informações, labilidade emocional e ausência de insight sobre seu estado mórbido. Com a informação de que o paciente desenvolveu pavor do reganho de peso, que instituiu grave restrição alimentar e que abandonou a suplementação nutricional, foi pesquisada a taxa de tiamina, que estava diminuída, assim como estavam outros nutrientes. Instituída as reposições necessárias, o paciente melhorou do quadro confusional, mas permaneceu a recusa alimentar, tendo sido necessária alimentação enteral. Dois meses após, o paciente teve alta hospitalar, com hábitos alimentares regulares e melhora dos aspectos cognitivos. Dois anos após, em visita controle ao paciente, permaneciam os hábitos alimentares saudáveis, mas persistiu síndrome amnésica residual parcial, dificuldade para reter novas informações, algumas confabulações e apatia. Caso semelhante foi descrito por Loh et al (2004), um caso de Wernicke-Korsakoff 2 meses após a cirurgia bariátrica. Submetido à avaliação neurológica, o paciente apresentou alterações cognitivas moderadas no MEEM (escore 18/30) e alterações no exame de Ressonância Magnética compatíveis com Encefalopatia de Wernicke aguda. Seis horas após o início do tratamento endovenoso com tiamina já houve melhora no desempenho do MEEM (escore 22/30). Setenta e duas horas após, o escore do MEEM melhorou (25/30), assim como a imagem na Ressonância Magnética. Após 4 meses, continuando com reposição de tiamina via oral, a imagem cerebral normalizou-se, permanecendo dificuldade para memória recente.
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Avaliação das variáveis cardiovasculares, capacidade de caminhar e nível de atividade física de obesos mórbidos antes e depois da cirurgia bariátrica

Avaliação das variáveis cardiovasculares, capacidade de caminhar e nível de atividade física de obesos mórbidos antes e depois da cirurgia bariátrica

Introdução: Obesos mórbidos apresentam aumento da freqüência cardíaca, da pressão arterial e da percepção do esforço além de baixa capacidade de caminhar em relação a pessoas eutróficas. No entanto, pouco se sabe como essas variáveis se apresentam após a realização da cirurgia bariátrica. Além disso, apesar da distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos (TC6M) melhorar após a cirurgia, ainda não está bem estabelecido como o nível de atividade física influencia nesta melhora. Objetivo: Avaliar o desempenho cardiovascular, a percepção do esforço, a capacidade de caminhar e o nível de atividade física de pacientes portadores de obesidade mórbida antes e depois da cirurgia bariátrica. Métodos: O desempenho cardiovascular, a percepção do esforço, a capacidade de caminhar e o nível de atividade física foram avaliados em 22 pacientes antes (IMC=50,4kg/m 2 ) e após (IMC=34,8kg/m 2 ) a cirurgia bariátrica através do TC6M. A FC, a pressão arterial e a percepção do esforço foram avaliados no repouso, ao final do TC6M e no segundo minuto pós-teste (FC recuperação). Já a capacidade de caminhar foi aferida através da distância total caminhada ao final do TC6M enquanto o nível de atividade física foi estimado pela aplicação do Questionário de Baecke, analisando os domínios ocupação, lazer e locomoção e lazer e atividade física. Resultados: A FC de repouso e recuperação diminuíram significativamente (91,2±15,8 bpm vs 71,9±9,8 bpm; 99,5±15,3 bpm vs 82,5±11,1 bpm, respectivamente), assim como todos os valores de pressão arterial e percepção de esforço após a cirurgia. Já a distância atingida pelos pacientes aumentou em 58,4 m (p=0,001) no pós- operatório. O tempo de pós-operatório obteve correlação com o percentual de excesso de peso perdido (r=0,48;p=0,02), com o IMC (r=-0,68;p=0,001) e com o Baecke (r=0,52;p=0,01), no entanto não teve relação com a distância caminhada (r=0,37;p=0,09). Outrossim, a despeito da perda ponderal, os pacientes não apresentaram diferença no nível de atividade física em nenhum dos domínios antes e depois da cirurgia. Conclusão: O desempenho cardiovascular, a percepção do esforço e a capacidade de caminhar parecem melhorar após a realização da cirurgia bariátrica. No entanto, apesar da
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Rev. Col. Bras. Cir.  vol.44 número2

Rev. Col. Bras. Cir. vol.44 número2

Objetivo: comparar as condições clínicas de pacientes obesos em período pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica. Método: estudo descritivo, retrospectivo, de abordagem quantitativa, por meio de consulta ao prontuário de 134 pacientes submetidos à cirurgia bari- átrica no período de 2009 a 2014. Os dados foram coletados entre os meses de setembro e novembro de 2015. Foi realizada análise estatística descritiva e comparativa das variáveis antropométricas, metabólicas, bioquímicas e clínicas, considerando seis meses antes e após a cirurgia. Resultados: a maioria dos pacientes era do sexo feminino (91,8%), com maior prevalência (35%) na faixa etária de 18 aos 29 anos, com ensino médio completo (65,6%) e obesidade grau III (60,4%). Seis meses após a cirurgia, a redução do peso e o perfil lipídico foram significativos em ambos os sexos, mas o impacto nos parâmetros bioquímicos, antropométricos, metabólicos e clínicos foi significativo apenas nos indivíduos do sexo feminino, com redução das morbidades associadas à obesidade como hipertensão arte- rial, diabetes mellitus, dislipidemia e síndrome metabólica e na utilização de medicamentos. Conclusão: a cirurgia bariátrica foi eficaz na perda ponderal de peso, com melhoras nos parâmetros antropométricos, metabólicos e bioquímicos e na redução de morbidades associadas à obesidade.
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Reganho de peso após cirurgia bariátrica: avaliação do perfil nutricional dos pacientes candidatos ao procedimento de plasma endoscópico de argônio.

Reganho de peso após cirurgia bariátrica: avaliação do perfil nutricional dos pacientes candidatos ao procedimento de plasma endoscópico de argônio.

O aumento ponderal, por sua vez, pode trazer ainda as sequelas nutricionais devido à má absorção intestinal provocada pela maioria das técnicas cirúrgicas empregadas no tratamento da obesidade. Embora a recidiva de peso possa representar a retomada do aproveitamento nutricional completo, muitos nutrientes essenciais ainda são perdidos, o que pode evidenciar quadros graves de anemia ferropriva, megaloblástica, deficiência de vitamina D e desnutrição crônica. Nesta situação, tem-se um obeso com várias complicações nutricionais que precisam ser tratadas antes de se pensar no emagrecimento per se.
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Perfil farmacoterapêutico de pacientes obesos no pós-operatório de cirurgia bariátrica.

Perfil farmacoterapêutico de pacientes obesos no pós-operatório de cirurgia bariátrica.

Contexto: A obesidade pode estar relacionada a doenças como diabetes, hipertensão arterial e dislipidemia. A cirurgia bariátrica é um dos tratamentos mais eicazes, levando à diminuição de peso e comorbidades. Objetivo: Avaliar o peril metabólico e farmacoterapêutico de pacientes obesos após cirurgia bariátrica. Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal retrospectivo, realizado em um hospital localizado na cidade de Porto Alegre, RS, Brasil. Foram avaliados 70 prontuários de pacientes que realizaram cirurgia bariátrica, nos períodos de antes de 2 meses e mais de 6 meses após a cirurgia bariátrica. A análise estatística foi realizada no programa SPSS 17.0  . Resultados: A pressão arterial inicial foi de 130/85 mmHg, passando para 120/80 mmHg (p < 0,01). Com relação ao peril metabólico antes de dois meses, o HDL foi de 34 mg/dL, o colesterol total foi de 195,07 ± 40,17 mg/dL, o LDL foi de 118,22 ± 41,28 mg/dL, os triglicerídeos foram de 141,09 ± 43,39 mg/dL, e a glicemia de jejum foi de 90 mg/dL. Após 6 meses de cirurgia, os valores passaram para 43 mg/dL, 133,67 ± 28,14 mg/dL, 65,53 ± 24,3 mg/dL, 104,41 ± 29,6 mg/dL, e 77 mg/dL, respectivamente (p < 0,01). Com relação ao uso de medicamentos, 41% utilizaram anti-hipertensivos, 39% utilizaram hipolipemiantes, 10% utilizaram hipoglicemiantes orais e 97% utilizaram suplementos antes dos 2 meses de cirurgia. Após os 6 meses, os percentuais foram alterados para 21%, 19%, 9% e 99%, respectivamente. Conclusões: O estudo mostra o sucesso da cirurgia bariátrica em pacientes obesos com comorbidades, revelando melhora no peril metabólico e redução na utilização de medicamentos para tratamento de comorbidades.
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Evolução da massa corporal magra após 12 meses da cirurgia bariátrica.

Evolução da massa corporal magra após 12 meses da cirurgia bariátrica.

Os métodos de avaliação da composição corporal empregados no seguimento pós-opera- tório imediato e/ou tardio devem ser de fácil exe- cução, baixo custo e não envolver procedimentos invasivos. Devido à facilidade de acesso e execu- ção, as medidas de circunferências e a espessura de pregas cutâneas são comumente utilizadas na avaliação da evolução nutricional. Entretanto, em indivíduos obesos há dificuldade em isolar a massa gordurosa, o que diminui a precisão do método 4 .

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Avaliação ultrassonográfica da síndrome do túnel do carpo antes e após cirurgia bariátrica.

Avaliação ultrassonográfica da síndrome do túnel do carpo antes e após cirurgia bariátrica.

Objetivo: verificar a prevalência da STC em pacientes obesos candidatos à cirurgia bariátrica comparada com a prevalência em indivíduos não obesos e em pacientes já submetidos ao procedimento cirúrgico para verificar se as medidas de perda de peso influem na prevalência e gravidade dos sintomas. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: três grupos de indivíduos foram estudados: 1) candidatos à cirurgia bariátrica (pré-operatório); 2) já submetidos ao tratamento cirúrgico bariátrico (pós-operatório) e 3) grupo controle. Foram coletados dados demográficos e clínicos referentes à síndrome do túnel do carpo. Foi realizada ultrassonografia para medição da área da secção transversa do nervo mediano para o diagnóstico da síndrome. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: foram incluídos 329 indivíduos (114 no grupo pré- operatório, 90 no grupo pós-operatório e 125 controles). Houve maior prevalência de parestesias quando se comparou o grupo pré- operatório com o controle (p<0,00001). Houve diminuição das parestesias (p=0,0002) e da área da secção transversa do nervo mediano (p=0.04) nos pacientes do pós-operatório, mas não houve diferença significativa na prevalência geral da síndrome do túnel do carpo. Foi observada diferença significativa entre os grupos pré e pós-operatório (p=0,05) nos indivíduos que realizavam trabalho não manual. Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: houve maior prevalência da síndrome do túnel do carpo entre o grupo pré-operatório comparado com Conclusão: o controle, mas não se observou diferença significativa entre os grupos pré e pós-operatório no geral. Houve diferença entre os grupos pré e pós-operatório dentre os trabalhadores não manuais.
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Correlação entre hipomotilidade da vesícula biliar e desenvolvimento de colecistolitíase após operação bariátrica.

Correlação entre hipomotilidade da vesícula biliar e desenvolvimento de colecistolitíase após operação bariátrica.

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste estudo foi determinar se existe associação entre a hipomotilidade da vesícula biliar em obesos, antes da cirurgia bariátrica e o desenvolvimento da litíase biliar após perda de peso. Método: No período de setembro de 2002 a janeiro de 2005, utilizando ultra-sonografia em tempo real, com medidas do volume em jejum e 60 minutos após ingestão de dieta, avaliamos a vesícula biliar de noventa e seis pacientes obesos com indicação de cirurgia bariátrica. Estes pacientes foram reavaliados um ano após a cirurgia com ultra-sonografia para detecção de litíase biliar. Resultados: Vinte e sete (28,12%) apresentaram hipomotilidade da vesícula, destes, sete (29,62%) apresentaram litíase. Dezoito (18,75%) da amostra total, desenvolveram litíase biliar no período pós-operatório. Conclusão: Não foi encontrada diferença estatisticamente significante no desenvolvimento de litíase no grupo de pacientes com hipomotilidade e naqueles com motilidade normal da vesícula biliar (Rev. Col. Bras. Cir. 2006; 33(5): 285-288).
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Condições periodontais e de higiene bucal, qualidade de vida e satisfação com a vida...

Condições periodontais e de higiene bucal, qualidade de vida e satisfação com a vida...

Objetivou-se avaliar as condições periodontais e de higiene bucal, qualidade de vida e satisfação geral com a vida em pacientes obesos diabéticos e não diabéticos submetidos à cirurgia bariátrica (CB). Estudo observacional longitudinal prospectivo que contou com amostra inicial de 150 indivíduos (G1- obesos diabéticos n=50; G2-obesos não diabéticos, n=50 e G3-eutróficos, n=50). G1 e G2 foram submetidos à CB e avaliados após seis (PO 6m, G1-n=18; G2-n=34) e 12 meses (PO 12m, G1-n=10; G2-n=15). Utilizou-se Índice de Massa Corpórea (IMC), Circunferências da Cintura (CC) e Quadril (CQ) e Relação Cintura-Quadril (RCQ). Os exames bucais foram realizados por um examinador (Kappa>0,81), avaliando sangramento (S), profundidade de sondagem (PS), nível de inserção clínica (NIC), índice de placa (IP), gengivite, periodontite e dentes perdidos. Aplicou- se OHIP-14 e Escala de Satisfação com a Vida (SV), além do registro das condições socioeconômicas, hábitos e história médica. Na análise dos dados foram aplicados Análise de Variância pós teste Tukey, Kruskal-Wallis pós teste Dun, Friedman, teste t-Student, Mann-Whitney, Odds ratio, intervalo de confiança 95%, Qui-quadrado e correlação de Pearson (p<0,05). O gênero feminino foi o mais prevalente G1- 80,00%; G2-90,00%; G3-80,00%) e idade média foi 43,48±8,99-G1, 38,70±8,52-G2 e 40,22±12,35-G3. Houve diferença quanto à escolaridade, ocupação, renda, hipertensão e etilismo (p<0,05). Os obesos apresentaram maior PS e IP (p<0,05), porém G1 apresentou maior percentual de S (p<0,05). A periodontite esteve associada ao DM (OR= 3,67; IC 95%= 1,80-7,48; p= 0,000). O impacto bucal na QV foi baixo e a SV não diferiu entre os grupos (p>0,05). Após a CB, houve redução das medidas antropométricas e IP em G1 e G2 (p<0,05) e melhora na SV (p>0,05). A QV foi correlacionada com idade (r=0,165; p=0,043) e dentes perdidos (r=0,446; p=0,000); SV correlacionou-se com RCQ (r=0,196; p=0,016) e IP (r=-0,201; p=0,013). Após a CB, SV correlacionou-se com IMC (r=-0,581; p=0,002) e idade (r=- 0,451; p=0,024) em PO 6m, e com IMC (r=-0,424; p=0,035) em PO 12m. Após a CB, houve melhora da higiene bucal e aumento da satisfação com a vida independente do grupo e não houve diferenças para as demais variáveis analisadas.
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Aspectos nutricionais em obesos antes e após a cirurgia bariátrica.

Aspectos nutricionais em obesos antes e após a cirurgia bariátrica.

operatório: 104,4mg/dL(p=0,018), 95,5mg/dL(p=0,263) e 84,8g/dL(p=0,004), respectivamente; transferrina apresentou valores reduzidos aos 6 meses. Prevalência maior dos sintomas ocorreu no 6° mês: alopécia (19%), vômitos (18%), intolerância alimentar (12,2%). Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: A Cirurgia bariátrica foi um procedimento eficaz para promover perda ponderal e sua manutenção por dois anos, assim como melhora de parâmetros bioquímicos e co-morbidades, com sintomas clínico–nutricionais reduzidos e/ou evitados por monitorização nutricional.
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Avaliação Nutricional de Doentes Obesos submetidos a Cirurgia Bariátrica.

Avaliação Nutricional de Doentes Obesos submetidos a Cirurgia Bariátrica.

Com o aumento progressivo da prevalência da Obesidade, a Cirurgia Bariátrica é o tratamento cirúrgico a que cada vez mais se recorre, para promover a curto e médio prazo uma diminuição do peso corporal e comorbilidades associadas. Para além da perda de peso, também tem sido reportada a prevalência de deficiências nutricionais em candidatos a cirurgia bariátrica. No entanto existem poucos estudos que avaliem a ingestão nutricional dos doentes obesos antes e após serem submetidos a cirurgia bariátrica.
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Avaliação psicológica de obesos grau III antes e depois de Cirurgia Bariátrica.

Avaliação psicológica de obesos grau III antes e depois de Cirurgia Bariátrica.

Em relação aos índices de depressão e ansiedade em pa- ciente com obesidade grau III, por exemplo, Franques e Ascencio (2006) encontraram níveis reduzidos de depres- são, enquanto que uma pesquisa australiana (Dixon et al., 2003) mostrou que a perda de peso foi associada com uma significante e sustentada queda nos escores de depressão. Um estudo americano (Dymek et al., 2002) que avaliou a qualidade de vida (incluindo a medida de depressão), indi- cou que antes da cirurgia os pacientes apresentaram um nível leve de depressão e após o procedimento, os escores caíram para depressão mínima. Com relação à ansiedade, a pesquisa de Capitão e Tello (2002) apontou para níveis modestos de ansiedade, utilizando o IDATE. Outras pes- quisas apontaram para níveis mais elevados de depressão e ansiedade como, por exemplo, Sánchez et al. (2003) veri- ficaram que do total de 70 participantes (35 M e 25 H), 60% apresentaram desordens do eixo I do DSM- IV, mais freqüentemente a ansiedade e transtorno do humor. O estu- do de Matos et al. (2002) mostrou que 100% (N=50, 40 M e 10 H) dos pacientes apresentavam sintomas depressivos antes da cirurgia, sendo que 84% apresentavam sinto- matologia grave. A proporção de indivíduos que exibi- am escores indicativos de ansiedade como traço de per- sonalidade foi de 70% e como estado ansioso foi 54%.
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AVALIAÇÃO IMUNOLÓGICA DE PACIENTES COM DIABETE MELITO TIPO 2 SUBMETIDOS À CIRURGIA METABÓLICA.

AVALIAÇÃO IMUNOLÓGICA DE PACIENTES COM DIABETE MELITO TIPO 2 SUBMETIDOS À CIRURGIA METABÓLICA.

RESUMO - Racional: Mecanismos imunológicos e inflamatórios desempenham papel-chave no desenvolvimento e progressão do diabete melito tipo 2. Objetivo: Levantar a hipótese de que alterações nos parâmetros imunológicos ocorrem após operação duodenojejunal combinada com interposição ileal sem gastrectomia, e influenciam o metabolismo da insulina das células beta. Métodos: Dezessete pacientes com diabete melito tipo 2 sob manejo clínico foram submetidos à cirurgia e amostras de sangue foram coletadas antes e seis meses após para avaliação do perfil de sorológico de citocinas pró-inflamatórias (IFN-γ, TNF-α, IL-17A) e anti- inflamatórias(IL-4, IL-10). Além disso, parâmetros antropométricos, glicemia e uso de insulina foram avaliados em cada paciente. Resultados: Não ocorreram alterações no padrão de expressão de citocinas pró-inflamatórias observadas antes e depois da operação. Em contraste, houve diminuição significativa na expressão de IL-10, que coincide com redução da dose diária de insulina, com o controle glicêmico e redução do IMC dos pacientes. Apresentação precoce de alimentos para o íleo pode ter induzido a produção das incretinas tais como GLP-1 e PYY, que, juntamente com o controle da glicemia, contribuíram para a perda de peso, remissão do diabete e o bom prognóstico consequente cirúrgico. Além disso, o controle de síndrome metabólica foi responsável pela redução da expressão de IL-10 nestes doentes. Conclusão: Baixo grau de inflamação estava presente nesses pacientes no pós-operatório, certamente pelo adequado controle glicêmico e ausência de obesidade, o que contribuiu para bom resultado cirúrgico.
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Efeito da perda ponderal induzida pela cirurgia bariátrica sobre a prevalência de síndrome metabólica.

Efeito da perda ponderal induzida pela cirurgia bariátrica sobre a prevalência de síndrome metabólica.

Corroborando dados da literatura, a cirurgia bariátrica, neste estudo, promoveu importante perda ponderal em médio prazo (36,7%, em média). Como suposto, essa perda ponderal se traduziu em redução altamente significativa da prevalência de SM nessa população, de 92,6%, em reavaliação realizada, em média, três anos após o procedimento cirúrgico. Observou-se diminuição acentuada da prevalência de todos os cinco critérios diagnósticos de SM do NCEP, com destaque para os critérios glicemia, pressão arterial e triglicerídeos. Os critérios cintura abdominal e HDL-colesterol mantiveram-se como os mais prevalentes na reavaliação tardia.
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Uso de marcadores bioquímicos no diabetes tipo 2 como parâmetro de monitorização no  farmacoterapêutico de pacientes

Uso de marcadores bioquímicos no diabetes tipo 2 como parâmetro de monitorização no farmacoterapêutico de pacientes

A utilização de conhecimentos científicos na área da saúde, através dos canais de comunicação entre os profissionais de saúde e os pacientes, pode facilitar a adoção de medidas preventivas e de participação em tomadas de decisões tanto individuais quanto coletivas ou constituir-se um obstáculo, quando não bem aproveitada. O automedicar-se é problema antigo, capaz de alcançar grandes proporções e repercussões, e exige um longo e difícil trabalho por parte dos profissionais de saúde, no sentido de orientar e oferecer melhor qualidade de vida aos usuários. A capacidade de um paciente, instruído ou não, auto- administrar corretamente um fármaco é mínima, consolidando um hábito prejudicial à saúde, além de dispendioso. (PENNA, 2004; ARRAIS, 1997). Entre diabéticos, exige-se ainda maior cuidado com a automedicação, por serem, geralmente, pacientes mais idosos, sujeitos a leituras equivocadas dos rótulos e bulas, além de estarem mais expostos a indicações de pessoas não instruídas na área. Não se deve esquecer, também, que muitos fármacos possuem açúcares em sua composição. Fatores econômicos, políticos e culturais têm contribuído para o crescimento e difusão da automedicação no mundo, tornando-a um problema de saúde pública. Mais disponibilidade de produtos no mercado gera maior familiaridade do usuário leigo com os medicamentos (LOIOLA et al., 2002).
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Qualidade de vida entre obesos mórbidos e pacientes submetidos à cirurgia bariátrica

Qualidade de vida entre obesos mórbidos e pacientes submetidos à cirurgia bariátrica

O uso de instrumentos padronizados favorece o planejamento das ações no cuidado ao cliente com a implementação das intervenções e a avaliação do resultado das mesmas. Além disso, é importante que os profissionais ampliem a sua participação nos cuidados direcionados ao paciente bariátrico durante todo o seu percurso em busca do peso desejado, sendo a avaliação da qualidade de vida e a orientação sobre como obter um estilo de vida mais saudável uma das formas de prestar o cuidado. Além disso, a avaliação da qualidade de vida pode proporcionar o conhecimento dos fatores que devem ser alvo das intervenções de enfermagem visando a melhoria da qualidade de vida após a cirurgia e a prestação de uma assistência ao paciente mais eficaz.
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Avaliação nutricional de crianças de seis a sessenta meses.

Avaliação nutricional de crianças de seis a sessenta meses.

Este estudio tiene como objetivo identificar la situación nutricional de niños en edades entre seis a sesenta meses. Se utilizaron dos metodologías para definir la condición de nutrición de los niños: criterios de Waterlow y la Curva Peso/Edad de la Tarjeta del Niño. La predominancia de los problemas nutricionales fue de 42.9% según criterios de Waterlow y 35.6% cuando se utiliza el criterio de la Curva Peso/Edad. Se propone acciones educativas para que la familia adopte comportamientos y estilos de vida buscando reducir los riesgos para el crecimiento y desarrollo del niño. Descriptores: evaluación de nutricional; desnutrición; niño
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