Top PDF Avaliação de serviços de saúde mental na assistência e prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (Aids, Sífilis, Hepatite B e C)

Avaliação de serviços de saúde mental na assistência e prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (Aids, Sífilis, Hepatite B e C)

Avaliação de serviços de saúde mental na assistência e prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (Aids, Sífilis, Hepatite B e C)

Ela avalia os serviços de saúde mental na assistência e prevenção às IST/aids, com ênfase na integralidade da assistência por meio da avaliação de estrutura e processo [r]

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J. bras. psiquiatr.  vol.62 número2

J. bras. psiquiatr. vol.62 número2

O quarto capítulo é destinado a comparar os resultados do estudo nacional (Projeto Pessoas I) com os resultados observados no estado de Minas Gerais, traçando um paralelo. E o quinto ca- pítulo é destinado a analisar os facilitadores e diicultadores na prevenção das doenças sexual- mente transmissíveis entre a população psiquiátrica pela ótica dos proissionais de saúde mental. Considerando a carência de estudos abrangentes sobre os serviços de saúde mental, o risco aumentado para doenças sexualmente transmissíveis da população psiquiátrica e as in- formações e questionamentos trazidos na obra, o livro representa uma grande contribuição para os campos da saúde mental e da saúde pública no Brasil, sendo de interesse para a comu- nidade cientíica, para os gestores de serviços de saúde e para a população geral.
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Adolescentes vítimas de violência sexual : crenças e valores relacionados à prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS

Adolescentes vítimas de violência sexual : crenças e valores relacionados à prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS

Com base no exposto, podemos considerar a adolescência como fase da vida marcada por alterações de naturezas diversas, as quais influenciam na consolidação da identidade pessoal, e, consequentemente, no papel sexual exercido por parte de cada sexo, podendo, assim, determinar comportamentos prejudiciais à sua saúde física, mental e social, principalmente porque eles se identificam com grupos formados por adolescentes que também se encontram numa situação de instabilidade e imaturidade, além de muitos adultos sentirem dificuldades de se relacionar com membros nessa faixa etária, por não saberem conversar com eles sobre sexualidade e sexo e acharem que ainda são crianças e não despertaram para o desejo e envolvimento sexual com o outro.
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Vivenciando o racismo e a violência: um estudo sobre as vulnerabilidades da mulher negra e a busca de prevenção do HIV/aids em comunidades remanescentes de Quilombos, em Alagoas.

Vivenciando o racismo e a violência: um estudo sobre as vulnerabilidades da mulher negra e a busca de prevenção do HIV/aids em comunidades remanescentes de Quilombos, em Alagoas.

Com base nos resultados obtidos, entrelaçados com o quadro teórico, algumas considerações tornam- -se possíveis. Primeiramente constatamos que a violência exercida sobre a mulher negra em nível doméstico, racial e institucional se constitui em um fenômeno que avilta a dignidade da mulher, ao tempo em que se estabelece uma violação focada duplamente, pela saúde pública e pelos direitos humanos da mulher como cidadã. Os dados obtidos sobre violência, racismo e suas implicações para a saúde da mulher, bem como o desconhecimento das doenças sexualmente transmissíveis, confirmam a abrangência do estudo sobre as vulnerabilidades da população negra ao HIV/aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis e a outros agravos de saúde, em vista dos resultados obtidos, tais como a constatação de péssimas condições de vida a que estão submetidas as populações remanescentes de quilombos, as dificuldades que essas comunidades têm para o acesso aos serviços de saúde, a falta de prática preventiva no que se refere às doenças sexualmente transmissíveis. Esses fatores possivel- mente podem acarretar uma grande vulnerabilidade dessa às DST/aids.
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Prevenção da gravidez na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes

Prevenção da gravidez na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes

No que se refere às jovens mães deveria ser facilitada a sua participação na tomada de decisões em relação ao rumo a dar à sua gravidez, tais como na continuação ou interrupção desta. Estas raparigas têm o direito à sua saúde reprodutiva, a uma escolha responsável, a assistência durante a gravidez, no parto, no pós-parto, a programas de saúde materno infantis adequadas. Isto tudo para salientar que tanto as raparigas tal como os rapazes devem ter o direito aos acessos rápidos e gratuitos aos programas de saúde, incluindo saúde sexual e reprodutiva. Também devem existir apoios para a interrupção voluntária da gravidez, pois sabe-se que existem enormes riscos associados ao aborto. Estes acessos podem contribuir para a melhoria da saúde em geral, evitando a gravidez nesta fase da vida, as doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a mais temível, a sida, e também para as adolescentes entenderem melhor a sua sexualidade. Aliada ao conhecimento que os jovens devem ter em relação à sexualidade também deve existir o direito universal à educação básica e sobretudo ao prolongamento da sua trajetória escolar. Ou seja, às jovens mães, devido á interrupção provisória ou durável do percurso escolar, a adolescente acaba por aceitar a condição de ser mãe, colocando de parte a escolarização. Para que tal não suceda é importante que seja garantido o acesso e o direito à educação para todos, promovendo a promoção e desenvolvimento de programas de emprego entre jovens a vários níveis, criando condições indicadas às adolescentes grávidas, com a ampliação do planeamento familiar e da educação sexual, favorecendo desta forma a reintegração familiar e melhorando a auto imagem das crianças, adolescentes e famílias (Gameiro, 1999).
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Tecnologia assistiva na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis para pessoas com deficiência visual: estudo de validação

Tecnologia assistiva na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis para pessoas com deficiência visual: estudo de validação

Objetivou-se validar a tecnologia assistiva DST – para prevenir é preciso conhecer para pessoas com deficiência visual. Trata-se de estudo de desenvolvimento metodológico. O referencial metodológico adotado foi o modelo de construção de instrumentos psicológicos de Pasquali (2010). A TA é um texto rimado gravado em áudio no formato mp3 composto por 52 versos com duração em torno de 15 minutos. Coleta de dados realizada em duas cidades da Região Nordeste, Fortaleza e Recife, em cinco associações de cegos, mediante autorização das instituições, entre os meses de dezembro de 2014 e setembro de 2015. Inicialmente, foi realizado o teste piloto, do qual participaram 15 sujeitos. A amostra foi de 180 mulheres e homens com deficiência visual de idade mínima de 18 anos e sem deficiência intelectual e auditiva associada. Procedeu-se à validação da TA pela aplicação da medida de Razão de Chances (RC) e seus IC de 95%, testes estatísticos binomial, Qui-Quadrado e razão de verossimilhança. Adotou-se p <0,05 para análises estatisticamente significantes. Por fim, realizou-se a regravação da versão final da TA. Os aspectos éticos foram respeitados com aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. A maioria dos sujeitos apresentou cegueira (58,9%), era do sexo masculino (52,2%), estudou até o ensino médio completo (74,5%), residia em Fortaleza (58,9%) e possuia renda de até dois salários mínimos (64,4%). Quanto às características sexuais, a maior parte iniciou atividade sexual (83,3%), não apresentou alteração na genitália (61,6%) e não recebeu preservativo gratuitamente dos serviços de saúde (73,9%). Os domínios analisados foram objetivos, acesso, clareza, estrutura e apresentação, relevância e eficácia, e interatividade. Os itens de cada domínio cujas avaliações dos sujeitos não fossem adequada em 95% ou mais foram analisados para correção na TA. As principais alterações realizadas na tecnologia foram: regravação com leitura compassada e música de fundo mais baixa; divisão do áudio em faixas, separadas por cada doença; citar os dois tipos de preservativo e a questão da gratuidade; tabus que envolvem o contexto da pessoa com HIV e sua transmissão vertical. O processo de validação da tecnologia concluiu o percurso metodológico, e ela está validada. A TA apresenta coerência com os objetivos a que se propõe; respeita a acessibilidade de pessoas com deficiência visual; proporciona a compreensão da informação através de linguagem clara; possui estratégia de apresentação atrativa e coerente; e é capaz de desenvolver autonomia. As limitações corresponderam à dificuldade de acesso aos sujeitos. Assim, a ampla divulgação da TA ora validada se apresenta como perspectiva futura.
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INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS: CONHECER PARA PREVENIR

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS: CONHECER PARA PREVENIR

Vários estudos relacionados a Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) têm comprovado que os adolescentes iniciam sua vida sexual precocemente, tendo em vista que cada um é influenciado pela sua vida social, econômica e cultural. O presente estudo tem como objetivo identificar a percepção dos alunos do ensino médio de escolas públicas acerca das IST, esclarecendo dúvidas e contribuindo com a prevenção e a qualidade da sexualidade na adolescência, bem como, aplicar metodologias norteadoras a fim de mensurar o conhecimento dos estudantes sobre a temática e assim, estimular a busca pelo aprendizado de forma que os mesmos tornem-se multiplicadores do assunto em questão. Foi desenvolvido roda de conversa e oficinas que buscaram contribuir com a aprendizagem dos alunos a respeito das IST na adolescência. A atividade foi realizada na cidade de Juazeiro do Norte – CE, no período de fevereiro a abril de 2019, na Escola de Ensino Fundamental e Médio Prefeito Antônio Conserva Feitosa, com a participação de doze alunos líderes de sala de aula do ensino médio. Ao todo foi desenvolvido 04 ações no coletivo. Primariamente foi executado um acolhimento com os alunos/líderes de sala de aula em seguida foi apresentado o projeto, posterior fora realizado uma avaliação oral para sondagem de conhecimento do tema proposto, por fim foram aplicadas oficinas com orientações sobre as IST na adolescência, sinais e sintomas e a melhor forma de prevenção, em seguida foi realizada uma análise dos conhecimentos obtidos sobre o nível do entendimento do que fora explanado. Portanto, fica compreendida a importância da educação em saúde nas escolas, tendo em vista a incidência das doenças que acometem nesta faixa etária.
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Masculinidade, vulnerabilidade e prevenção relacionadas às doenças sexualmente transmissíveis/HIV/Aids entre adolescentes do sexo masculino: representações sociais em assentamento da reforma agrária .

Masculinidade, vulnerabilidade e prevenção relacionadas às doenças sexualmente transmissíveis/HIV/Aids entre adolescentes do sexo masculino: representações sociais em assentamento da reforma agrária .

Fica evidente que o grande desaio continua sendo o de inserir os adolescentes nos serviços de saúde/educação para abordagens sobre gênero e vulnerabilidades às DSTs/ HIV/Aids, de modo que os indicadores de promoção da saúde masculina sejam melhorados. As poucas tentativas para sensibilizá-los por intermédio de campanhas parecem ainda não haver alcançado os efeitos desejados. Todavia, de certa forma, os adolescentes assentados se mostraram abertos às discussões sobre a temática, fato extremamente positivo para interromper a cadeia de transmissão dos patógenos de transmissão sexual, de forma a promover a saúde sexual e reprodutiva desse segmento populacional.
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Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e procura da contracepção de emergência em farmácias e drogarias do município de São Paulo.

Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e procura da contracepção de emergência em farmácias e drogarias do município de São Paulo.

O conteúdo do curso versava sobre: a) o panorama da DST/Aids no país e os aspectos epidemiológicos; b) a natureza inovadora do projeto e novos indicado- res de qualidade no atendimento; c) a descrição de situações de atendimento no balcão de farmácia; d) o conhecimento e a prática de proissionais de farmácias e drogarias com relação ao público; e) a criação de opor- tunidades de ação educativa no balcão de farmácia; g) proposta conjunta de atuação articulada com a rede pública de serviços de saúde; h) conceitos e práticas sobre promoção de mudanças de comportamento sexu- al e quanto à regulação da reprodução pela adoção de preservativos; i) a utilização oportuna de serviços de saúde por abordagem sindrômica de DST; j) recursos para diagnósticos etiológicos de DST.
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Validação de tecnologia assistiva para deficientes visuais na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis

Validação de tecnologia assistiva para deficientes visuais na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis

É indiscutível a relevância da temática de orientação à Pessoa com Deficiência (PcD) visual quanto à prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Se as DST representam um risco às pessoas sem deficiência, para as PcD, os riscos podem se tornar ampliados. Para essa população, dispõe-se da Tecnologia Assistiva (TA), a qual se constitui de materiais, métodos e processos adaptados às suas necessidades. O crescente número de ferramentas computacionais direcionadas para a PcD permite a inclusão dessas pessoas na educação e promoção da saúde. O objetivo deste estudo foi validar uma TA na prevenção de DST para a promoção da saúde da PcD visual. Trata-se de estudo de validação de TA, desenvolvido no ambiente virtual do Laboratório de Comunicação em Saúde do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará (www.labcomsaude.ufc.br). A TA é composta por um texto rimado, gravado em áudio e disponibilizado no site do referido laboratório para ser acessada a distância. O período da coleta de dados ocorreu entre maio e setembro de 2012, com a utilização dos endereços eletrônicos dos sujeitos. Foram sujeitos do estudo 14 especialistas em conteúdo e aspectos pedagógicos. O estudo foi realizado em três etapas: validação aparente e de conteúdo do instrumento de avaliação de conteúdo; validação do texto por especialistas em conteúdo; e validação por especialistas em aspectos pedagógicos com experiência em educação especial. A análise dos dados ocorreu com base nas considerações emitidas pelos sujeitos, através da organização e do processamento das pontuações do instrumento, analisadas quantitativamente. Os aspectos éticos foram respeitados, conforme Resolução 196/96, aprovado sob protocolo 37/12. Quanto ao conteúdo, referente aos objetivos, apresentaram índices insatisfatórios: (1.6) ressalta os tipos
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O conhecimento das doenças sexualmente transmissíveis nos jovens adultos

O conhecimento das doenças sexualmente transmissíveis nos jovens adultos

Quando falamos de prevenção da doença, não pudemos deixar de referenciar a promoção da saúde. O conceito de promoção da saúde vem se desenvolvendo desde a década de 70, época em que passou a ser debatido e disseminado em discussões internacionais. Com Leavell e Clarck (1976), ele foi considerado como parte dos níveis de aplicação de medidas preventivas na história natural da doença, incluindo-se no nível de atenção primário. Em 1974, Lalonde, refere-se pela primeira vez ao conceito de promoção de saúde. Este referia quatro determinantes de saúde: biologia humana, ambiente, estilo de vida e organização da assistência à saúde mas este só se destacou posteriormente, como pilar para o desdobramento da estratégia da promoção da saúde com a Declaração de Alma-Ata, para os Cuidados Primários em Saúde, em que a proposta para uma saúde na sua concepção positiva começava a surgir (OMS, 1978). A Conferência de Ottawa, no Canadá, em 1986, foi a primeira conferência internacional sobre promoção da saúde. Esta Carta teve como base os progressos decorrentes da Declaração de Alma-Ata, sobre os Cuidados de Saúde Primários.
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Saúde Pública e Sexualidade: Fatores de risco, prevenção e enfrentamento contra as Doenças Sexualmente TransmissíveisARRUDA NETO, Orlando de Paula; CAMARGO, Cristina Bianca; CANO, Ana Patrcia Fleitas; CANO, Lourdes Inez Fleitas; PAULA, Janaina Bueno de

Saúde Pública e Sexualidade: Fatores de risco, prevenção e enfrentamento contra as Doenças Sexualmente TransmissíveisARRUDA NETO, Orlando de Paula; CAMARGO, Cristina Bianca; CANO, Ana Patrcia Fleitas; CANO, Lourdes Inez Fleitas; PAULA, Janaina Bueno de

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas um grave problema de saúde pública, em razão do grande número de pessoas que podem contraí-las ou que já estão infectadas principalmente através da relação sexual entre os Indivíduos que não se sentem vulneráveis e em situação de risco para contrair uma doença, por esse motivo não aceitam as medidas preventivas como, por exemplo, o uso de preservativo, dessa forma é primordial que seja feito o enfrentamento das DST, sendo uma questão prioritária na formulação das políticas públicas.
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GRAVIDEZ E DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA ADOLESCÊNCIA

GRAVIDEZ E DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA ADOLESCÊNCIA

Análise bibliográfica da produção científica realizada no período compreendido entre 2010 e 2016 sobre a gravidez e doenças sexualmente transmissíveis na adolescência. Os artigos foram selecionados por meio de busca às bases de dados PUBMED, LILACS/SciELO e Science Direct, utilizando os descritores doenças sexualmente transmissíveis e adolescentes, gravidez na adolescência e comportamento sexual na adolescência, nas línguas português, inglês e espanhol. Dos 14208 artigos encontrados foram selecionados 30 para análise. A busca foi realizada no mês de novembro de 2016. A maioria dos artigos selecionados foram publicados no anos de 2014 / 2015 e nas bases de dados PUBMED e LILACS/SciELO. Quanto aos níveis de evidência dos artigos escolhidos, predominaram a Revisão Sistemática de Estudo Qualitativo ou Descritivo (nível V) e o Estudo Qualitativo ou Descritivo (nível VI). Observou-se um predomínio do aparecimento de gravidez e DSTs nos adolescentes de baixa renda e cujos pais tinham baixos níveis de escolaridade e relações instáveis. A gravidez e contaminação por DSTs na adolescência são um problema de saúde pública que se perpetua por gerações. Assim, são necessários olhares atentos na sociedade, escola e família na condução do assunto sexualidade e reprodução para os adolescentes.
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Gonorréia.

Gonorréia.

O objetivo desse atendimento é tentar prover, em uma única consulta: diagnóstico, tratamento e aconselhamento adequados. Não há impedimento para que exames laboratoriais sejam colhidos ou oferecidos. A conduta, no entanto, não deverá depender de demorados processos de realização e/ou interpretação dos exames. Não se quer dizer com isto que o laboratório seja dispensável, ao contrário, tem seu papel aumentado principalmente em unidades de saúde de maior complexidade, que servirão como fontes para a definição do perfil epidemiológico das diferentes DST e de sua sensibilidade aos medicamentos preconizados. Fluxogramas específicos, já desenvolvidos e validados, são instrumentos que auxiliarão o profissional que realiza o atendimento na tomada de decisões. Seguindo os passos dos fluxogramas, o profissional, ainda que não especialista, estará habilitado a: determinar um diagnóstico sindrômico, implementar o tratamento imediato, realizar aconselhamento para estimular a adesão ao tratamento, para a redução de riscos, para a convocação, orientação e tratamento de parceiros, promoção de incentivo ao uso de preservativos, dentre outros aspectos.
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Experiência dos Agentes Comunitários de Saúde em Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Experiência dos Agentes Comunitários de Saúde em Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Trata-se de uma experiência na capacitação de Agentes Comunitários de Saúde, em Doenças Sexualmente Transmissíveis, desenvolvido em centros de saúde de Florianópolis, Santa Catarina. O desafio desta experiência está relacionado com a dificuldade de transmitir as informações, sabendo-se das limitações dos agentes comunitários de saúde nesta área. Optou-se em utilizar a metodologia problematizadora, desenvolvendo oficinas, dramatizações, modelagens, seminários, fitas educativas, relatos de experiência, dentre outros, utilizando como subsídios os materiais didáticos do Ministério da Saúde. Foram apresentadas as atividades desenvolvidas pelo município, na promoção/prevenção/tratamento/recuperação das doenças sexualmente transmissíveis, evidenciando o planejamento familiar e o Projeto de Redução de Danos. Descritores: Programa Saúde da Família; Doenças Sexualmente Transmissíveis; Enfermagem. ABSTRACT
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Sexualidade na terceira idade: medidas de prevenção para doenças sexualmente transmissíveis e AIDS.

Sexualidade na terceira idade: medidas de prevenção para doenças sexualmente transmissíveis e AIDS.

O objetivo deste estudo foi identificar as medidas de prevenção que os idosos estão utilizando para à prevenção das Doenças Sexualmente T ransmissíveis e Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. A pesquisa foi de caráter prospectivo, quantitativo e descritivo com uma amostragem intencional, realizada com 98 idosos. Foi aplicado um questionário com perguntas abertas e fechadas, relacionadas à vida sexual dos idosos frequentadores de uma instituição que desenvolve programas para a melhoria da qualidade de vida dos idosos no município de Curitiba, Paraná. Dos entrevistados 43%, relatam fazer uso de alguma medida de prevenção. A realização de programas de prevenção voltados para o atendimento de pessoas com 50 anos ou mais, deve estar atenta às questões de sexualidade no envelhecimento. Os idosos devem ser vistos como indivíduos que possuem desejos, necessidades sexuais e que fazem projetos para o futuro.
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Consulta ginecológica sob a ótica de estudantes do ensino médio do Rio de Janeiro, RJ.

Consulta ginecológica sob a ótica de estudantes do ensino médio do Rio de Janeiro, RJ.

O maior determinante das diferenças signifi cativas nas associações de diversas variáveis foi o status socioeco- nômico. Os grupos do ensino privado e da escola técnica federal pública apresentaram características semelhantes, porém diferentes daquelas da instituição estadual. As colegiais da escola estadual eram predominante- mente da raça negra, mais sexualmente ativas, seus responsáveis apresentaram menor escolaridade e viviam em piores condições de moradia. Apesar do maior número de gestações, de parceiros, de casos de aborta- mentos e de histórico de violência sexual, a média de idade da primeira consulta ginecológica foi mais tardia. A difi culdade de acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva pode ser um dos motivos prováveis. Torna-se cada vez mais importante um olhar dife- renciado e atento às especifi cidades da adolescência, devido à importância em ordem de grandeza e de perspectivas para o futuro desse grupo etário no desenvolvimento da população. Estudos brasileiros
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Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres: associação com variáveis sócio-econômicas e demográficas.

Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres: associação com variáveis sócio-econômicas e demográficas.

Tem sido considerado pouco provável que as mulheres pensem na possibilidade de con- taminar-se com DST/HIV, pois não se conside- ram promíscuas, confiam e conhecem seus par- ceiros e têm relações sexuais envolvidas em sentimentos afetivos (Guimarães, K., 1996; Heil- born & Gouveia, 1997). Goldstein (1996) obser- vou que as mulheres sem vínculo marital ainda têm poder para pedir/exigir o uso do condom pelo parceiro; entretanto, após o casamento, perdem-no, mesmo sabendo da possível infide- lidade do companheiro e que, em outros rela- cionamentos, este não se protegeria de doenças. Gogna (1998) observou que a maioria das mu- lheres considera desnecessário o uso de con- dom pelos parceiros estáveis. Associações en- tre tipo de relação e uso de condom (ou usá-lo “sempre”) são apontadas por Agha (1998), Picci- no & Mosher (1998) e Sikkema et al. (1996).
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pt 0034 8910 rsp S1518

pt 0034 8910 rsp S1518

das prevalências de fatores de risco de doenças crônicas, divulgadas no Vigitel, após a inclusão de dados provenientes da população que não possui linha telefônica ixa, apenas telefone celular. O outro artigo dedicou-se a analisar os fatores associados ao diagnóstico autorreferido de hipertensão arterial 19 .

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Perfil de pessoas idosas vivendo com HIV/aids em Pelotas, sul do Brasil, 1998 a 2013.

Perfil de pessoas idosas vivendo com HIV/aids em Pelotas, sul do Brasil, 1998 a 2013.

Das doenças não transmissíveis encontradas nessa população, observou-se predomínio da hipertensão arterial sistêmica, (51,4%), seguido por depressão/ ansiedade, dislipidemia, diabetes e cardiopatias. Ido- sos em geral são mais propensos a comorbidades que necessitam de tratamento contínuo com vários medica- mentos e, por causa da aids, o uso de antirretrovirais poderá acarretar interações medicamentosas em seu organismo, como também dificuldade em utilizar todos esses medicamentos nos horários corretos. 8,24

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