Top PDF Avanços nas pesquisas etnobotânicas no Brasil.

Avanços nas pesquisas etnobotânicas no Brasil.

Avanços nas pesquisas etnobotânicas no Brasil.

Tendo em vista que este artigo adota um enfoque preponderantemente biológico, a despeito das importantes contribuições da antropologia em particular e das ciências humanas como um todo, para complementar as informações foram realizadas buscas nas publicações da Sociedade Botânica do Brasil (SBB/ Comissão de Etnobotânica), bem como da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE). Foram acessados os Anais de todos os Congressos Nacionais de Botânica que ocorreram entre os anos de 1985-2007 e os Anais dos seis Simpósios da SBEE realizados, desde 1996. No caso dos Congressos Nacionais de Botânica também foi realizada uma análise mais geral com relação aos eventos realizados durante o período de 1968-1985, porém não foi possível acessar todos os Anais produzidos neste período. Foi também efetuada uma análise do histórico dos trabalhos desenvolvidos por pesquisadores brasileiros no país e publicados em revistas científicas de circulação nacional ou internacional indexadas, no período de 1990 a 2007. As ferramentas de busca utilizadas foram: (http://scholar.google.com.br), ScienceDirect (http://www.sciencedirect.com), Scirus (http://www.scirus.com), Scopus (http://www.scopus.com) e WebSPIRS5 (http://web5s.silverplatter.com/webspirs). Foram incluídas nos resultados da busca publicações contendo pelo menos um pesquisador brasileiro entre os autores e que possuíam a palavra “etnobotânica” no título ou como palavra-chave. As palavras-chave utilizadas foram: “Ethnobotany” e “Ethnobotany” combinada com “Brazil”. Por um lado, é provável que alguns trabalhos tenham escapado a esta busca pelos seguintes motivos: 1) O fato de os autores não empregarem o conceito de etnobotânica em seus trabalhos; 2) A existência de artigos publicados em periódicos não indexados pelos buscadores usados. Por outro lado, alguns trabalhos não foram incluídos, pois apesar de terem sido resgatados pelas palavras-chave da busca tratavam-se de estudos fitoquímicos ou
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Avanços na cultura da macieira no Brasil.

Avanços na cultura da macieira no Brasil.

O sucesso com a cultura da macieira no Brasil está ligado aos avanços tecnológicos que acompanha- ram a cultura. Um dos principais fatores a considerar neste sucesso são as cultivares utilizadas. Nos pri- meiros plantios, foram utilizadas as cvs. Golden De- licious, Starkimson, Blackjon e Melrose. Entretanto, estas foram rapidamente substituídas por Gala e Fuji, que despontavam em nível internacional como culti- vares promissoras. Atualmente, representam 14,89% e 7,20% da produção mundial, respectivamente. Estima-se que, em 2020, estarão na terceira colo- cação em volume mundial de produção. No Brasil, os grupos Gala e Fuji representam em torno de 60% e 30% da produção, respectivamente. Já a partir do início da década de 1980, foram introduzidos clones destas cultivares, com melhor coloração, como Royal Gala, Imperial Gala, Maxi Gala, Brookield, Fuji Suprema, Fuji Seleta e Mishima, que possibilitaram viabilizar a exportação e, assim, atender às exigências do mercado externo. Para as regiões com pouco frio, destaca-se a cv. Eva, que é comercializada nos meses de dezembro e janeiro. Novas cultivares oriundas dos trabalhos de melhoramento genético, como Daiane e Monalisa, vêm sendo introduzidas, porém ainda representam menos de 5% da área plantada.
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A trajetória da didática no Brasil: entre avanços e retrocessos / The path of teaching in Brazil: between advances and retrocesses

A trajetória da didática no Brasil: entre avanços e retrocessos / The path of teaching in Brazil: between advances and retrocesses

Diante do exposto, a pesquisa teve como objetivo analisar a trajetória da didática no Brasil. Trata-se de temática relevante, visto que a didática permanece em evolução, apontando caminhos para a superação das desigualdades educacionais através de novas práticas pedagógicas, da formação dos professores e da criação de políticas educacionais. Metodologicamente a pesquisa assentou-se na abordagem qualitativa, inspirando- se na Pesquisa Bibliográfica para articular discussões a acerca das vicissitudes pelas quais a Didática no Brasil vem passando, ou seja, seus constantes avanços e retrocessos.
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O controle do tabagismo no Brasil: avanços e desafios.

O controle do tabagismo no Brasil: avanços e desafios.

Em 1995, ao enviar uma amostra das cinco marcas de cigarros mais vendidas e produzi das no Brasil para análi- se dos teores de substâncias tóxicas no Canadá, o INCA deu um importante passo no sentido de mobilizar ações legislativas para regulamentar os derivados do tabaco. Em 1996, com a ampla divulgação na mídia dos resultados que mostraram que os níveis de várias das substâncias analisadas estavam muito acima dos teores máximos estipulados em outros países, o INCA expôs publicamente a necessidade de regulamentação dos conteúdos dos cigarros. Na ocasião da divulgação, o assunto foi matéria de capa de uma grande revista na- cional dando grande repercussão (Veja, 1996). A partir das constatações dessa análise, o INCA elaborou um documento em que fez uma série de recomendações no sentido de criar mecanismos legislativos que obrigassem os fabricantes ou importadores de cigarros a informar ao Ministério da Saúde sobre os conteúdos dos seus produtos, a divulgarem essas informações nas emba-
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Avanços na fruticultura tropical no Brasil

Avanços na fruticultura tropical no Brasil

RESUMO - Os principais aspectos que marcaram a evolução técnica das culturas do abacaxizeiro, ma- moeiro e maracujazeiro no Brasil foram discutidos. Em abacaxizeiro, tem-se constatado uma inovação no sistema de comercialização da cv. Smooth Cayenne, que consiste no uso de caixas de papelão ondulado para o mercado interno, cujo objetivo é propiciar uma garantia de sabor inserida em uma marca. O recente lançamento de cultivares resistentes à fusariose, pela Embrapa (Imperial e Vitória) e IAC (Fantástico), traz novas perspectivas de produtividade. Em maracujazeiro, a maior contribuição aos pomares foi dada pelo melhoramento genético, inicialmente voltado apenas para ampliação da produtividade da cultura. No início dos anos 2000, o lançamento das primeiras cultivares de maracujá - mais produtivas e com qualidade de fruta diferenciada para os dois segmentos de mercado (frutas frescas e agroindústria), transformou o cenário produtivo brasileiro. Com a criação de um sistema organizado de produção e comercialização de sementes e mudas selecionadas, ampliou-se signiicativamente a qualidade dos pomares. Atualmente, a disponibilidade de novas cultivares tolerantes à virose (VEFM) e cultivares regionais passou a representar um diferencial para a cultura. Em mamoeiro, destaca-se a ocorrência do Mosaico do Mamoeiro (Monte Alto-SP, 1967), que determinou a migração da cultura pelo Estado e sua expulsão para outros estados, até sua ixação na Bahia e no Espírito Santo, os maiores produtores nacionais. Comparam-se as técnicas utilizadas nos dife- rentes períodos de produção, antes e depois do surgimento do mosaico, que permitiram ao Brasil lançar-se no mercado externo, tornando-se o maior exportador mundial de mamão, com lavouras produtivas e frutos de ótima qualidade. Nesta evolução, soma-se a contribuição do melhoramento genético, que disponibilizou sementes de alta qualidade, com relexos nas práticas culturais e de propagação. São apresentadas de colheita e de pós-colheita diferenciadas que resultaram em melhorias no padrão de qualidade das frutas exportadas para o mercado europeu e norte-americano.
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AVANÇOS NA CULTURA DO MARACUJÁ NO BRASIL

AVANÇOS NA CULTURA DO MARACUJÁ NO BRASIL

O pesquisador Fábio Faleiro, integrante da equipe que desenvolveu essas cultivares, considera que os híbridos da Embrapa Cerrados são bem adap- tados à região do DF e entorno. “Essas cultivares são importantes para a competitividade do maracujá bra- sileiro no cenário internacional”, afirmou, lembrando que, apesar de o Brasil ser responsável por 80% da produção mundial do fruto, não é o principal expor- tador. Uma das vantagens da variedade BRS Ouro Vermelho destacadas por Faleiro é a maior tolerância à virose. Já a BRS Sol do Cerrado tem menor depen- dência da polinização manual (EMBRAPA, 2008). O Instituto Agronômico (IAC) e a EMBRAPA co-
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A NATUROLOGIA NO BRASIL: AVANÇOS E DESAFIOS

A NATUROLOGIA NO BRASIL: AVANÇOS E DESAFIOS

A naturologia é uma profissão recente no Brasil, a qual busca enten- der o ser-humano multidimensionalmente e respeitar a singularidade humana na busca de bem-estar, qualidade de vida e saúde através da relação de interagência e das Práticas Integrativas e Complementa- res. Este dossiê aborda um breve histórico das Práticas Integrativas e Complementares e Naturologia no Brasil, o processo de reconheci- mento da ocupação e regulamentação da profissão. O texto também explora os campos de atuação do naturólogo, órgãos de representação profissional, principais eventos científicos e publicações importantes da área. Por fim, são apresentados documentos importantes: Aprova- ção do MEC dos cursos existentes, Carta de Intenção de abertura de curso superior de Naturologia por uma Universidade Federal, Editais de concursos públicos, Relatos de experiências de trabalhos de Na- turólogos em instituições de renome nacional, Anais dos Congressos Brasileiros de Naturologia e Carta da Pedra Branca, a qual traça dire- trizes futuras para a Naturologia no Brasil.
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Educação no Brasil : avanços e retrocessos

Educação no Brasil : avanços e retrocessos

A partir dos dados suscitados pela estudiosa podemos compreender que, enquanto nos países da OCDE o investimento por aluno cresce ao longo das fases da escolaridade básica, no Brasil o gasto por aluno decresce do ensino fundamental para o ensino médio. Franca constata que o baixo investimento neste último nível de ensino reverbera o tamanho da população que finalizou o ensino médio, muito inferior a dos países da OCDE. Sob sua lógica, o aumento da escolaridade de jovens e adultos, bem como a inclusão da população em idade escolar que consta fora da escola, sugerem a expansão do sistema educacional. Seguindo os parâmetros do Plano Nacional da Educação, a autora prossegue dizendo que este prevê: “a universalização do ensino dos (4 a 17 anos), elevação da qualidade do ensino e da escolaridade média da população adulta, valorização do magistério, ampliação da jornada escolar, etc” (Idem, p.23).
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Avanços e possibilidades da educação do campo no Brasil

Avanços e possibilidades da educação do campo no Brasil

As licenciaturas em educação do campo, oferecidas por inúmeras universidades públicas espalhadas por esse Brasil a fora, quando defendem o debate, o conflito de ideias e a reconstrução de valores, constituem-se mecanismo para fazer emergir os sonhos e as esperanças dos trabalhadores/as do campo, num projeto coerente com a realidade de vida desses sujeitos, valorizando a escola como local de construção da cidadania plena, contrária às ações reprodutivistas e produtoras das desigualdades. Essa escola deve estar diretamente envolvida, por um lado, na luta pela inclusão social, defesa dos direitos humanos, agroecologia e segurança alimentar, e, por outro, no combate e denúncia aos agrotóxicos, venenos, transgênicos, assassinatos e a histórica presença dos latifúndios improdutivos. Uma escola do campo que busque a igualdade, o direito à terra e saiba lidar com as diferenças de gênero, étnica, social, de geração, entre outras.
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GOVERNANÇA AMBIENTAL NO BRASIL

GOVERNANÇA AMBIENTAL NO BRASIL

Apesar disso tudo, o país ainda enfrenta graves problemas ambientais, uma vez que o desmatamento intransigente, a poluição dos recursos hídricos, do solo e do ar, a desertificação e outras calamidades ecológicas afetam as diversas regiões. Na Amazônia e nos Cerrados centrais, a expansão da soja e da criação de gado e a derrubada ilegal estão destruindo as florestas nativas em um ritmo cada vez mais veloz; no Nordeste, a desertificação está avançando; nas grandes áreas metropolitanas, o ruído e a poluição do ar pioram a qualidade de vida, sobretudo da população desfavorecida. De fato, este aspecto é bastante emblemático, pois associa a deterio- ração do meio ambiente reinante nas periferias das grandes cidades com a pobreza. O contraste entre os avanços institucionais e a gravidade dos problemas ambientais aponta para uma aparente contradição. Este paradoxo é contextualizado neste capítulo, que procura entendimento do processo coorporativo e personalista da definição das políticas públicas que levam à setorialização e à falta de coordenação na tomada de decisão sobre a execução de planos e ações de promoção ao desenvolvimento. Com efeito, este quadro explica-se pelos conflitos federativos imputados no cerne da própria legislação, na ausência de transversalidade da política ambiental e no excessivo uso de instrumentos de comando e controle na gestão ambiental. O conjunto destes aspectos acaba por obstaculizar o processo de governança e leva ao comprometimento da promoção do desenvolvimento sustentável.
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A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

Entre 2006 e 2009, período de transição da faixa etária de atendimento compulsório no ensino fundamental de 8 (EF8) para 9 anos (EF9), os avanços de acesso permaneceram significativos. Aos 6 anos, aproximadamente 2/3 das crianças (66,4%) em 2007 estavam em classes de alfabetização ou 1ª série (EF8) ou 1º ou 2º anos (EF9), sendo que 2,3% já estavam em séries posteriores. Este percentual avançou para 73,6% em 2008 e atingiu 77,6% em 2009. Observa-se que os Sistemas de Ensino no Brasil conseguem enfrentar com relativo sucesso os desafios de acesso, sejam eles em quais níveis forem. No entanto, o fazem de maneira muito lenta e sem conseguir atingir toda a população, o que sempre mantém uma parcela excluída. Assim, apesar destes largos avanços, o acesso continua a ser um desafio. Não em função da oferta bruta de matrículas no ensino fundamental, mas em função principalmente de sua distribuição geográfica, de sua capacidade de pleno atendimento ao longo das transições educacionais e da oferta de modalidades de ensino adequadas à variada demanda social, em especial de ensino profissionalizante e educação especial. Preocupante também é a persistência do analfabetismo juvenil. Apesar de toda esta expansão das vagas, ainda há jovens brasileiros que sistematicamente chegam aos 15 anos sem saber ler e escrever. Embora este percentual seja reduzido (1,6% em 2009), é vergonhoso e preocupante.
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Participação de crianças em pesquisas: uma proposta considerando os avanços teórico-metodológicos.

Participação de crianças em pesquisas: uma proposta considerando os avanços teórico-metodológicos.

Considerando as interpretações que as crianças fazem de si mesmas, do outro e do mundo, nos anos iniciais da traje- tória escolar, estudos sobre o desenvolvimento do self adqui- riram maior relevância, no Brasil, com o ingresso de crianças com 6 anos no Ensino Fundamental de Nove Anos. Frente a isso, construímos uma proposta de pesquisa com crian- ças de idades entre 5 a 7 anos, que estão em transição da EI para o primeiro ano do EF, com objetivo de compreender as dinâmicas de construção de suas interpretações a respeito de si mesmas, do outro e do mundo, diante das continuidades e mudanças ocorridas em seu processo de desenvolvimento, nesse momento de transição escolar, cujos diferentes aspec- tos devem ser considerados de forma integrada e sistêmica, pela complexidade do fenômeno estudado. Delineamos um método longitudinal, mediado pelas diferentes formas de ex- pressão das crianças, que possibilitasse o desencadeamento de novos posicionamentos. As atividades foram realizadas em contextos individuais e coletivos, buscando-se o aprofun- damento da compreensão dos signifi cados e sentidos de suas interpretações.
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Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

A Via Campesina é um movimento internacional que articula 150 organizações e em 70 países e se considera como um movimento autônomo, pluralista e multicultural, sem nenhuma filiação política, econômica ou de qualquer outro tipo e com relação horizontal. Esse movimento vem se constituindo como um dos principais movimentos camponeses na atualidade, e com suas ações e campanhas vem destacando-se no cenário mundial através de manifestações confrontando as organizações multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), e da ocupação de fazendas ligadas às empresas multinacionais, como a Monsanto, a Syngenta Seeds, Votorantim e entre outras. No Brasil, com o histórico de conflitos e da luta pela terra, materializado sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pretendemos analisar a atuação da Via Campesina. Partiremos das ações territoriais – ocupação e manifestação - da Via Campesina no Brasil de 2000 a 2010 em base do Banco de Dados da Luta pela Terra (DATALUTA) para compreender a luta pela/na terra e da resistência camponesa desse movimento frente aos avanços da modernização da agricultura. Focaremos uma analise sobre as ações realizadas pelo calendário de lutas criado pelo movimento, a fim de, identificar o motivo dessas datas e se são realizadas no cenário brasileiro e com qual intensidade acontecem.
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Agrotóxicos Violações Socioambientais e Direitos Humanos no Brasil

Agrotóxicos Violações Socioambientais e Direitos Humanos no Brasil

Portanto, é importante, para entendermos o poder da grande propriedade fundiária no Brasil, procu- ramos reatualizar o nosso imaginário social quando pensamos quem são os proprietários de terras . Se olharmos em volta e nos subtrairmos um pouco do poder simbólico da mídia, que apresenta, sobretudo, uma figura estereotipada, e nem por isso falsa, per- cebemos que há infinidade de pessoas, grupos e categorias sociais de proprietários de terras, expressão do “casamento” entre a renda fundiária e o lucro . São os banqueiros-proprietários de terra; os empresários-proprietários de terra; os homens do agronegócio-proprietários de terra; os donos dos meios de comunicação-proprietários de terra; os comerciantes-proprietários de terra . E, mesmo os nãos proprietários, em seu modo de ser, são grandes proprietários por “apoio aos meus”, como costumam declarar na mídia . Isso só para falar das classes e grupos dominantes . (BRUNO, 2009, p . 216)
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Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Seu estudo, depois de empreender uma crítica radical ao modelo energético brasileiro e ao cenário futuro businesss as usual, iniciava uma reflexão sobre o que poderia ser a “sustentabilidade energética” no nosso país. Muito se caminhou e a energia renovável ganhou as manchetes e entrou no vocabulário usual. No entanto, não é por acaso que sua aceitação na prática se restringe quase que exclusivamente à energia hidroelétrica e à de biomassa. Há tempos que a matriz energética brasileira está principalmente calcada na energia hidroelétrica e o mercado dessa energia é extremamente interessante, para as construtoras de obras e de equipamentos, e para as vendedoras de energia. Quanto à energia de biomassa, o Brasil soube, quando da primeira crise do petróleo, aproveitar da sua condição de grande produtor de cana de açúcar para encorajar o carro funcionando com etanol e, com o alerta climático geral e a previsão de esgotamento das jazidas de petróleo, entrar com vontade na produção de biodiesel.
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Pesquisas com a maconha no Brasil

Pesquisas com a maconha no Brasil

Lucena and his colleagues were probably the most prolific researchers at that time, giving their State the deserved honor and describing the symptoms presented by mari[r]

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A Liga e as lutas sociais no Brasil

A Liga e as lutas sociais no Brasil

JORNAL LIGA: Publicado por Francisco Julião entre 1962 até 31 de março de 1964, sendo interrompida a publicação do órgão oficial das Ligas Camponesas do Brasil pelos militares que derrubaram o governo constitucional do presidente João Goulart. A coleção foi fornecida pelo CEDEM da Unesp foi digitalizada pelo fotógrafo Douglas Mansur e está em processo de tratamento de imagem para ser indexada, previsão para estar aberta à consulta digital: julho/agosto de 2009. Coleção Incompleta. 2

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Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Nosso autor, atento à máxima “análise concreta de situações concretas”, retorna ao tema do proletariado rural dez anos após a publicação de A formação do proletariado rural no Brasil. Em 1981, ao publicar A ditadura do grande capital, o sociólogo constatou uma intensificação da tendência observada no artigo de 1971. Do seu ponto de vista, a economia política levada a cabo pela Ditadura, no Brasil, radicalizou a disseminação de relações produtivas especificamente capitalistas em praticamente todo o espaço agrário nacional, nos mais diversos ramos do setor agrícola. A articulação entre indústria e agricultura, sobretudo em razão das exigências do capitalismo monopolista, ingressa noutro patamar de complexidade. Ianni anota:
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A cultura da palma, origem, introdução, expansão, utilidades e perspectivas futuras: Revisão de Literatura / The cactus pear culture, origin, introduction, expansion, utilities and future perspectives: Literature Review

A cultura da palma, origem, introdução, expansão, utilidades e perspectivas futuras: Revisão de Literatura / The cactus pear culture, origin, introduction, expansion, utilities and future perspectives: Literature Review

Em relação a pesquisas com palma muitas descobertas e avanços já foram realizados e tem vários aspectos ainda para serem elucidados, e mais recentemente a técnica do plantio de palma adensado podendo-se conseguir produção de massa verde em torno de 400 toneladas por hectare é algo fantástico, como também pesquisas sobre a utilização da irrigação da palma que apesar de ser uma planta cactácea aquosa, em algumas localidades do Nordeste brasileiro devido a elevadas temperaturas diurnas e noturnas a palma não consegue se desenvolver satisfatoriamente em condições de sequeiro sendo necessário uso da irrigação, o uso da técnica de plantio por micropropagação de cladódio, que pode diminuir os custos de implantação de um palmal quando o produtor não dispõe de cladódios suficientes para realizar o plantio, uso na alimentação animal também se diversificou, pois além do uso convencional in natura picada e oferecida aos animais ao cocho, o pastejo rotacionado de palma, a utilização do farelo e da silagem de palma apresentam-se promissores quanto as formas de utilização na alimentação animal (PEREIRA et al., 2015; LIMA et al., 2016; MOKOBOKI et al., 2016; MACÊDO et al., 2018).
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Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Diante do quadro social imposto pelas políticas neoliberais no Brasil, o horizonte teórico do pós-neoliberalismo parecia tender para a necessidade da superação da ordem. Mas este rápido suspiro logo passou, à medida que se tornou evidente que a ordem do capital não se restringia ao ajuste político promovido pelo neoliberalismo. De acordo com Emir Sader, no entanto, o período de hegemonia do neoliberalismo teria provocado duas incompreensões fundamentais. A primeira, decorrente da interpretação de que se tratava do estágio final do capitalismo, levando muitos ao equívoco de pensar que a transição só poderia se dar para o socialismo. A segunda, vinda da concepção do “fim da história”, que aponta para a impossibilidade de qualquer construção política fora dos limites da ordem capitalista neoliberal. Para o autor, essas incompreensões precisavam dar lugar a uma análise das condições concretas da realidade brasileira e latino-americana. A seu ver, o neoliberalismo teria encontrado seu limite sem que tivesse surgido no horizonte histórico um projeto alternativo que o substituísse em escala global, de modo que, a alternativa possível estava, apenas, no pós-neoliberalismo. (I BID ., p.136-137).
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