Top PDF Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme.

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

A s s i m , considerando-se esses aspectos, em que se supõe que os valores da evapotrans- piração real e potencial sejam muito seme- lhantes para o local estudado ou mesmo outros cober[r]

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Definição das unidades de resposta hidrológica na sub-bacia do igarapé Vontade, em região de savana da bacia Amazônica/Definition of the hydrologic response units in the sub-basin of the Vontade river, in the savannah region of the Amazon Basin

Definição das unidades de resposta hidrológica na sub-bacia do igarapé Vontade, em região de savana da bacia Amazônica/Definition of the hydrologic response units in the sub-basin of the Vontade river, in the savannah region of the Amazon Basin

A cobertura vegetal da densa floresta tropical amazônica é composta de formações florestais e campos. Destacam-se as matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas igapós, campos abertos e cerrados. As áreas de cerrados, campinas e campinaranas se encontram de maneira esparsa. No contexto da região hidrográfica amazônica têm-se que pouco mais de 80% esta recoberta com vegetação de florestas, 10% de savanas e aproximadamente 8% são divididos entre as atividades agropastoris, água, vegetação secundária, áreas de refúgios montanos e reflorestamento, cerca de 2 % da área total é revestida por formações ou áreas pioneiras (Brasil, 2006)
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Florística, estrutura e dispersão de sementes de três trechos de floresta estacional perenifólia ribeirinha na bacia hidrográfica do rio das Pacas, Querência-MT

Florística, estrutura e dispersão de sementes de três trechos de floresta estacional perenifólia ribeirinha na bacia hidrográfica do rio das Pacas, Querência-MT

A Floresta Amazônica distingue-se não só por sua extensão territorial, mas pela alta biodiversidade, pelo elevado potencial econômico e pela rápida descaracterização de extensas áreas determinadas por fatores antrópicos, como o extrativismo vegetal a agricultura e a pecuária (Rabelo et al., 2002). A Amazônia é formada por um conjunto de ecossistemas que, ao longo do seu desenvolvimento sócio-econômico, vêm sofrendo grandes pressões ambientais, dentre elas as causadas pela expansão dos sistemas agrícola e pecuário de produção, sendo o último, principal responsável pelos altos índices de desmatamentos tanto em regiões de terra firme quanto em regiões de floresta ciliar (Griz et al. 2002). Este panorama tem chamado à atenção e despertado o interesse da sociedade científica com o intuíto de desenvolver pesquisas que possam mitigar os efeitos nocivos das ações antrópicas, bem como criar estratégias para o uso e manejo dos recursos naturais de forma sustentável.
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Dinâmica da biomassa da Floresta Amazônica em resposta a estresse hídrico

Dinâmica da biomassa da Floresta Amazônica em resposta a estresse hídrico

Através das simulações feitas com o auxílio do modelo CARLUC foi possível estimar o efeito potencial da seca sobre a floresta. Os resultados mostraram que com a seca a floresta perde uma grande quantidade de carbono para a atmosfera. A seca de 2005 levou a um impacto de 1,12 Pg de C na biomassa. As estimativas reais do processo de emissão para a atmosfera decorrente desse carbono nos anos subseqüentes dependerá do balanço entre a taxa de decomposição das árvores mortas e o recrescimento da floresta em um dado período de tempo. A seca de 2005 foi mais intensa sobre a região do estado do Acre, segundo as simulações, esta área precisou de mais anos para recuperar a sua biomassa inicial. O modelo simulou que foram necessários 34 anos para que o estoque de carbono fosse recomposto em 99 % das áreas afetadas pela seca.
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Critér ios ec ológicos para o desenvolvimento agrícola das terra s-fi rmes da Amazônia( •)

Critér ios ec ológicos para o desenvolvimento agrícola das terra s-fi rmes da Amazônia( •)

Viu-se anteriormente, em linhas muito gerais, como um ecossistema natural - a floresta ama- zônica de terra firme - mantém este equilí- brio: uma grande diversidade em e[r]

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Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

Este artigo apresenta os resultados de análise de composição florística, abundância e aspectos fitossociológicos da flora pteridofítica em três ambientes da Área de Pesquisa Ecológica do Rio Guamá, localizada em Belém, PA. Os ambientes estudados foram floresta terra firme (Reserva Mocambo), Floresta de Igapó (Reserva Catu) e a transição entre estes dois ambientes. Em cada sítio foram sorteadas seis parcelas de 5m x 10 m. Dentro de cada parcela foram registradas as espécies ocorrentes, contados os indivíduos e anotadas as formas de vida. A flora de pteridófitas inventariada foi de 12 espécies distribuídas em 11 gêneros e nove famílias botânicas. A maior riqueza específica medida foi na área de igapó, seguida da área de transição e de terra firme, embora a de terra firme tenha apresentado maior densidade de indivíduos. Algumas espécies apresentam elevada freqüência e abundância em mais de um hábitat, enquanto outras podem ser localmente raras e restritas a um só ambiente. A floresta de igapó apresentou menor similaridade tanto internamente como quando comparada com a de terra firme e a de transição. As epífitas verdadeiras ou holoepífitas dominaram nos três ambientes estudados, sendo mais representativas no igapó, onde a inundação do solo deve inibir as formas terrestres. Estratégias de proteção para este grupo de plantas devem priorizar unidades de conservação que incluam variação ambiental, uma vez que mesmo ambientes próximos e interligados podem incluir considerável número de espécies exclusivas ou restritas. PALAVRAS-CHAVE
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ATRIBUTOS FÍSICOS E BALANÇO HÍDRICO DO SOLO COM FLORESTA OMBRÓFILA MISTA, EM LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO, EM TELÊMACO BORBA - PR PHYSICAL ATTRIBUTES AND FIELD WATER BALANCE FOR NATIVE OMBROPHYLOUS FOREST, ON AN OXISOL, IN TELÊMACO BORBA - PR STATE Jorge Lu

ATRIBUTOS FÍSICOS E BALANÇO HÍDRICO DO SOLO COM FLORESTA OMBRÓFILA MISTA, EM LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO, EM TELÊMACO BORBA - PR PHYSICAL ATTRIBUTES AND FIELD WATER BALANCE FOR NATIVE OMBROPHYLOUS FOREST, ON AN OXISOL, IN TELÊMACO BORBA - PR STATE Jorge Lu

Os remanescentes florestais deste tipo de vegetação são elementos importantes na paisagem, pois desempenham relevante função ambiental, protegendo o solo e cursos de água (PINTO, 2011). Além disso, sua importância se estende às esferas econômica e social, devido à existência de várias espécies de interesse madeireiro e não madeireiro (HIGUCHI et al., 2014). Sendo assim, avaliar os atributos físicos do solo e as relações hídricas é de extrema relevância para entender a dinâmica da Floresta Ombrófila Mista, uma vez que esta apresenta elevada biodiversidade.

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Plano anual de outorga Florestal

Plano anual de outorga Florestal

A FLONA localiza-se a sudoeste do Pará e apresenta logística intermodal. O acesso aéreo é realizado através do aeroporto de Itaituba em direção a Manaus ou Belém. Em relação ao modal rodoviário, Santarém é a principal rota de transporte e escoamento terrestre da região. Por meio da BR-163 e por meio das estradas secundárias, é possível acessar à FLONA. As distâncias da FLONA às sedes municipais são: Trairão – 40 km, Itaituba – 80 km e Rurópolis – 60 km. O acesso fluvial, a partir de Santarém, é feito pelo rio Tapajós. A temperatura média é de 26,7°C e a precipitação média anual está em torno de 1.950 mm. A FLONA encontra-se à margem direita do rio Tapajós e os rios Atapacurá, Tucunará, Branco, Cuparí e Jamanxinzinho encontram-se na área da floresta nacional. Foram identificadas 231 espécies. O volume estimado foi de 235 m³/ha e o volume comercial médio foi de 61,7 m³/ha. As principais espécies comerciais são: cedro-rosa, abiu, ipê-roxo, freijó, grão-de-galo, sucupira, cumaru e jutaí.
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As aves do rio Aripuanâ, Estados de Mato Grosso e Amazonas

As aves do rio Aripuanâ, Estados de Mato Grosso e Amazonas

E m Dardanelos onde eram bastante comuns foram capturados no interior da floresta de terra firme no baixo e médio subosque.. iris da região de Belém.[r]

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Alguns aspectos ecofisiológicos de floresta tropical úmida~

Alguns aspectos ecofisiológicos de floresta tropical úmida~

então, que não houve uma seleção na floresta tropical úmida de terra firme (quanto a deficits de água) no sentido de que as plantas dos es tratos superiores supo[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

74 A espécie que apresentou maior valor de importância foi Pleopeltis pleopeltifolia (Polypodiaceae) com um valor de importância epifítica (VIE) igual a 12,55 e nota média de 1,60; essa espécie ocorreu em 33,9% dos forófitos e 17,9% dos estratos. Tillandsia recurvata (Bromeliaceae), com VIE de 12,37 e nota média de 1,61, ocorrendo em cerca de 35% dos forófitos e 17% dos estratos, foi a segunda espécie mais importante da Área Jusante. Microgramma squamulosa (Polypodiaceae) obteve VIE de 11,61 e nota média de 1,80, sendo observada em 26,9% dos forófitos e 14,7% dos estratos; além desta, Tillandsia tricholepis teve um VIE de 10,91 e nota média de 1,68, ocorrendo em 27,5% dos forófitos e 13,8% dos estratos. Peperomia rotundifolia (Piperaceae) apresentou VIE de 7,03, já Rhipsalis teres e Lepismium lumbricoides (Cactaceae) apresentaram VIE de 6,23 e 5,17, respectivamente. Estas sete espécies foram responsáveis por mais de 65% do valor de importância epifítica no Ecótono entre Floresta Estacional Semidecidual e Cerrado da Área Jusante na bacia do Sorocaba/Médio Tietê. As famílias Polypodiaceae, Bromeliaceae e Cactaceae são comuns entre as mais frequentemente observadas nos estudos brasileiros em Floresta Estacional Semidecidual (DISLICH; MANTOVANI, 1998; ROGALSKI; ZANIN, 2003; GIONGO; WAECHTER, 2004; BREIER, 2005; DETTKE et al. 2008; BATAGHIN et al., 2010) e em áreas de Cerrado (BREIER, 2005; BATAGHIN et al., 2012b). A família Polypodiaceae foi a mais importante da área com um VIE de 37,54, seguida por Bromeliaceae com VIE de 27,54% e pelas espécies da família Cactaceae, responsáveis por quase 19% do VIE da Área Jusante. A resistência ao déficit hídrico e/ou à variação da temperatura pode ser responsável pelo sucesso dessas famílias nesse tipo de ambiente.
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Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Fenologia de espécies flores- tais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central. Fenologia de essências florestais amazônicas[r]

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Open Estudo florístico e estrutural da família Orchidaceae em três inselbergues da Paraíba, Brasil

Open Estudo florístico e estrutural da família Orchidaceae em três inselbergues da Paraíba, Brasil

Os dados de pluviosidade e temperatura foram fornecidos pelo Departamento de Ciências Atmosféricas (DCA), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a partir dos quais efetuou-se o cálculo do balanço hídrico para todas as áreas estudadas através do programa BH Clima versão 1.0 (Neto & van Lier, 1991). Os dados obtidos na análise são detalhados nas tabelas e nos diagramas correspondentes. A temperatura na Região Nordeste apresenta uma pequena amplitude de variação, permanecendo elevada durante quase todos os meses do ano, com exceção das áreas de altitude mais elevada que sofrem a influência direta do relevo (Andrade, 1998).
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Índice de expansão florística na floresta equatorial de terra-firme.

Índice de expansão florística na floresta equatorial de terra-firme.

pecieÁ qae. ^lofuJtica, òcndo e&t>eJ> doiÁ Qhsxpoò neòpon- òáveM) peZai) vaniacoeJò &lonlòticaé na anca* estudada. Um outAo guapo de. peZa manutenção da {sij>i.onomia eÁ[r]

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Rev. bras. meteorol.  vol.32 número3

Rev. bras. meteorol. vol.32 número3

máximos de chuva situados na parte oeste e central da Amazônia ocorrem em DJF, associadoscom a posição da Alta da Bolívia (AB). No outono, a banda de máxima precipitação está localizada na Amazônia central, exten- dendo-se desde o setor oeste da bacia até a foz do Rio Amazonas. Em JJA, o centro de máxima precipitação des- loca-se para o norte e situa-se sobre a América Central, estabelendo a estação seca (sem grande atividade con- vectiva) sobre a Amazônia central e meridional que se encontram sob o domínio do ramo descendente da Célula de Hadley. Entretanto, neste período, o máximo de preci- pitação ocorre na Amazônia setentrional. Os trimestres mais secos na região Norte do Brasil mudam progres- sivamente de SON no extremo norte, para ASO, numa longa faixa latitudinal desde o oeste da região Nordeste do Brasil; para JAS no vale da bacia amazônica, sobretudo a oeste, e para JJA na parte sul.
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Efeito da fragmentação Florestal sobre borboletas (Lepidoptera, Hesperiidae) associada à formiga-de-correição Eciton burchelli (Hymenoptera, Formicidae, Ecitoninae).

Efeito da fragmentação Florestal sobre borboletas (Lepidoptera, Hesperiidae) associada à formiga-de-correição Eciton burchelli (Hymenoptera, Formicidae, Ecitoninae).

O fator área de habitat é documentado como responsável pela extinção de aves (Willis, 1979; Bierreggard & Lovejoy, 1989), mas o componente, “habilidade de dispersão” parece ser preponderante sobre as distribuições deste grupo de aves (Sekercioglu et al., 2002). Esta habilidade de dispersão pode ser guiada por fatores extrínsicos como efeito de borda (Develey & Stouffer, 2001; Laurance, 2001), configurados por fatores como estrutura da vegetação (Borges, 1995), gradientes de umidade (Kaar & Freemark, 1983) e exposição aos predadores que ocorrem nas copas e áreas abertas, consequentemente mais hábeis nestes ambientes que as aves de interior de floresta (Hilty & Brown, 1986). Também pode se dar em função de fatores intrínsecos à conquista e ao translocamento por novos habitats, onde são mostradas reações fisiológicas e comportamentais por parte das espécies, (Greenberg, 1983; 1989; Stratford & Stouffer, 1999 a e b) as quais podem determinar a resistência que estas mostrarão as novas condições ambientais.
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SÍNDROMES DE DISPERSÃO E POLINIZAÇÃO EM UMA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA

SÍNDROMES DE DISPERSÃO E POLINIZAÇÃO EM UMA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA

A polinização das flores e dispersão de frutos e sementes são fatores vitais para a manutenção de grande parte da população de espécies vegetais em florestas tropicais. A caracterização das síndromes de dispersão e polinização ocorrentes num fragmento de floresta tropical pode ser uma ferramenta de diagnóstico ambiental, demonstrando o grau de distúrbio que o ambiente possa estar sofrendo. Este trabalho teve como objetivo analisar e descrever as estratégias de polinização e dispersão dos diásporos de diferentes tipos vegetacionais no Parque Estadual do Utinga, unidade de conservação que compreende um gradiente florestal com áreas em diferentes estágios de preservação no município de Belém/PA. Foi utilizada a lista de espécies arbóreas levantadas no Plano de Manejo do Parque do Utinga, realizado em agosto de 2013. Utilizou-se a lista de espécies da flora por cada tipo vegetacional: Floresta Secundária, Floresta de Igapó e Floresta de Terra Firme. As espécies catalogadas no plano de manejo do parque foram caracterizadas quanto às suas síndromes de dispersão e polinização, baseando-se na análise de diferentes bibliografias especializadas, nas características morfológicas de seus diásporos e caracteres relacionados a polinização compartilhados em seus táxons. A síndrome de dispersão zoocórica foi a mais comum entre as espécies analisadas (72%) e entre os indivíduos (78,24%). Para as síndromes de polinização, mais de 90% das espécies e 76% dos indivíduos amostrados foram classificados dentro de alguma das síndromes de dispersão bióticas. Entre os tipos vegetacionais, houve diferença apenas quando analisadas as síndromes de polinização por número de indivíduos. As síndromes de dispersão e polinização bióticas são mais comuns em florestas tropicais com baixo nível de perturbação. Estes resultados indicariam um grau de distúrbio ambiental ainda moderado na unidade de conservação e em seus diferentes tipos vegetacionais. Levantamentos fitossociológicos, estudos de biologia floral e análises subsequentes são necessários para o acompanhamento da evolução deste quadro.
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Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

Esse cenário tem despertado o interesse da sociedade científica para desenvolver pesquisas que possam garantir a conservação das espécies após o início das atividades exploratórias na Floresta Estadual. Logo, para obter respostas que fortaleçam a eficiência da implantação do manejo florestal sustentável, este trabalho tentou responder à seguinte questão: A estrutura das espécies arbóreas regenerantes garante significativa representatividade para compor o futuro dossel da florestal?

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