Top PDF Banheiros residenciais construídos para pessoas com deficiência e sua acessibilidade pela ótica de seus usuários

(In) Acessibilidade na web para pessoas com deficiência visual: um estudo de usuários à luz da Cognição situada

(In) Acessibilidade na web para pessoas com deficiência visual: um estudo de usuários à luz da Cognição situada

Esta pesquisa se caracteriza como um estudo de usuários pautado pela abordagem social. Seu objetivo norteador foi compreender como pessoas com cegueira congênita e adquirida interagem com a Web e como percebem sua (in)acessibilidade, buscando identificar as carências e contribuições das Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web – WCAG 2.0 – para a construção de websites mais adequados a esse perfil de usuários. A Cognição Situada foi adotada como suporte teórico, pois se baseia na noção de que as ações dos usuários são adaptadas à situação e ao contexto, sofrendo influência das suas diversas dimensões (individual, social, motivacional, emocional). A opção de se realizar a pesquisa com usuários com deficiência visual justifica-se pela importância da Internet/Web na vida deles e pelas diversas barreiras que ainda encontram quando as acessam. Considerando o escopo e os objetivos da pesquisa, realizou-se um estudo qualitativo com oito usuários, selecionados a partir da técnica bola de neve. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas em profundidade e ensaios de interação em ambiente natural. Os resultados da pesquisa mostram que os participantes tiveram seus primeiros contatos com a Internet e a Web a partir de formas e motivações distintas, sendo este processo permeado por diversas emoções, prevalecendo as positivas. Os discursos dos participantes indicam que a percepção que têm da (in)acessibilidade é influenciada por vários elementos: agentes de usuário, público alvo dos websites, problemas de usabilidade, violação das recomendações de acessibilidade e conhecimento e experiência de uso tanto da Internet/Web, quanto dos agentes de usuário. Já em relação aos elementos que influenciam o comportamento e as ações dos usuários durante o acesso mediado por leitores de tela, destacam-se: o ambiente físico e o digital, os recursos e programas adicionais que usam, a flexibilidade e improviso baseados em experiências anteriores, as necessidades e as motivações para acesso e uso e as lembranças visuais e conceitos que possuem. Foi possível perceber que emoções positivas são despertadas diante da acessibilidade e emoções negativas surgem diante da inacessibilidade. Comprovou- se a importância de que os websites sejam desenvolvidos em conformidade com as WCAG, entretanto elas carecem de algumas complementações. Além disso, comprovou-se a importância de se conhecer as especificidades e demandas dos usuários com deficiência visual para que os websites se tornem cada vez mais acessíveis e inclusivos.
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Abordagem da ergonomia para análise da acessibilidade a hóspedes com deficiência visual em hotéis: soluções de inclusão de pessoas cegas e com baixa visão

Abordagem da ergonomia para análise da acessibilidade a hóspedes com deficiência visual em hotéis: soluções de inclusão de pessoas cegas e com baixa visão

Muitos trabalhos em ergonomia têm focalizado o problema dos portadores de deficiências, tendo em vista dois objetivos básicos. Em primeiro lugar, procura-se adaptar os equipamentos (aparelhos eletrodomésticos, carros, transportes coletivos), construção civil (casas e apartamentos) e as vias públicas (rampas) a esses portadores de necessidades especiais. A segunda linha de pesquisa relaciona-se com o desenvolvimento de novos aparelhos, equipamentos e dispositivos que visem superar essas deficiências. Por exemplo, sistema com voz sintetizada permite que os cegos façam leitura de jornais (IIDA, 2005 ). Além disso, observa-se um quadro de profissionais pouco habilitados para projetar ambientes que compensem as limitações dos indivíduos, sejam elas decorrentes de deficiências congênitas ou adquiridas – no processo de envelhecimento, por exemplo -, permanentes ou temporárias. É, portanto, urgente a atualização de conhecimentos técnicos por parte dos engenheiros, arquitetos e designers, habilitando-os a projetar ambientes e produtos que atendam as necessidades específicas dos usuários com restrições, visto que conhecimentos relativos à acessibilidade espacial não estão contemplados em sua formação acadêmica (BINS ELY, 2004).
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Acessibilidade e Teatro: a presença das pessoas com deficiência visual como provocação

Acessibilidade e Teatro: a presença das pessoas com deficiência visual como provocação

As ponderações de Grotowski (1992) auxiliam nossas reflexões sobre a pers- pectiva da presença das pessoas com deficiência no teatro. Na ótica da recepção teatral, essa presença pode provocar o próprio teatro não apenas pelo fato de que o coletivo artístico ou aqueles que respondem pela produção do espetáculo têm que atender ao item da acessibilidade do edital, mas na dilatação da própria concepção de espectador, na medida em que segmentos invisibilizados começam a fruir a cena. Ademais, se a experiência cênica se orienta pela afetação de quem a assiste, tais espectadores afetam o próprio teatro, uma vez que os arranjos tradutórios ine- rentes aos processos de acessibilidade, especialmente em relação aos surdos e às pessoas com deficiência visual, geram um outro tipo de encontro em relação à cena que diz respeito aos profissionais de LIBRAS e de audiodescrição com aqueles que se ocupam do espetáculo. Tal encontro, geralmente, suscita questões em torno do res- peito e da preservação do desenho cênico, da negociação dos sentidos construídos pelo roteiro da tradução (AD ou LIBRAS), da localização da cabine para a audiodes- crição ou, em outros casos, a posição do audiodescritor.
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A acessibilidade à informação no espaço digital

A acessibilidade à informação no espaço digital

Conforme Janik (1997), nos dias atuais, nenhuma pes- soa deve considerar que o acesso aos serviços de biblio- teca seja um luxo, não-prioritário, para os cidadãos com limitações oriundas de deficiência. Essa autora opina que as bibliotecas, sobretudo as públicas, devem colocar à disposição de todas as pessoas, sem distinção de nível escolar ou intelectual, os documentos de que elas neces- sitam, levando em consideração as suas capacidades pes- soais e o ritmo conveniente a elas. Quando discute o que as bibliotecas podem fazer, para favorecer a integração dessas pessoas, a autora citada relaciona entre os servi- ços principais a serem dispensados a “acolhida”. E o que é uma boa acolhida para uma pessoa que utiliza uma biblioteca, consultando obras ou solicitando servi- ços, principalmente por intermédio do espaço digital? Ser acolhido, neste contexto, significa poder utilizar os mesmos serviços que são disponibilizados aos outros usuários, e o sinal de boas-vindas a esses serviços, para as pessoas com limitações oriundas de deficiência, é repre- sentado pela presença de um dos selos de acessibilidade, como o Bobby Approved ou o W3C-WAI, anteriormente apresentados na página institucional da biblioteca, que é disponibilizada na Internet.
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Levantamento Cadastral Interno de Prédio Existente das Escolas Públicas para Adequação da Acessibilidade

Levantamento Cadastral Interno de Prédio Existente das Escolas Públicas para Adequação da Acessibilidade

O contexto arquitetônico perante a educação deve prover inclusão de todos os usuários, porém, com as dificuldades de gestão integrada das obras públicas ou, a falta de recursos, o ambiente físico torna-se mais uma maneira de segregação, especialmente para pessoas portadoras de alguma deficiência. Objetivo desta pesquisa é o desenvolvimento de uma análise quantitativa e qualitativa dos equipamentos de adaptação aos deficientes existentes nas escolas dos ensinos fundamental e médio, ou a falta deles, de forma a orientar a realização de projetos novos, de adequações e de reformas que tenham finalidade de atendimento a pessoas portadoras de deficiências. O foco da pesquisa é o desenvolvimento de um levantamento predial de ao menos cinco escolas públicas em cidades no Noroeste Paulista na região de Araçatuba. Os resultados obtidos descreveram o descaso com a acessibilidade no ambiente escolar, demonstrando claramente que as escolas públicas analisadas não atingiram o mínimo das exigências feitas pela Norma RBR 9050. O produto final desta pesquisa será uma análise das escolas a qual servirá como base para elaboração de projetos futuros, visando sanar os problemas de acessibilidade no ambiente educacional.
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BENEFÍCIOS E MITOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DA ACESSIBILIDADE WEB

BENEFÍCIOS E MITOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DA ACESSIBILIDADE WEB

ciberespaço. Para que um usuário se sinta incluso nesse meio, é importante que um site tenha ferramentas de navegação adequadas, para que ele consiga desenvolver atividades sem constrangimento e com sucesso. A acessibilidade web é uma forma de permitir que usuários portadores de deficiência possam navegar de forma funcional e objetiva como os demais usuários que não têm nenhum tipo de limitação física ou mental. Isso significa que pessoas com diferentes tipos de necessidades também podem entender, navegar, interagir e contribuir com o desenvolvimento web. Desse modo o apoio à busca de sites que forneçam esse tipo de recurso se torna reduzida, não exclui nenhum usuário e estende o conceito de usabilidade.
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Acessibilidade de pessoas com deficiência visual em portais municipais paranaenses

Acessibilidade de pessoas com deficiência visual em portais municipais paranaenses

Dificuldade semelhante foi encontrada num estudo realizado por Rocha (2013), sobre a acessibilidade na web para pessoas com deficiência visual, que demonstrou que durante as entrevistas com usuários cegos foi possível detectar comentários e problemas relacionados a violações das diretrizes de acessibilidade. A grande maioria dos relatos indicou problemas com elementos gráficos, especialmente links representados por imagens sem descrição que podem ser clicadas, levando a outras partes dos websites e CAPTCHAS. Como o leitor de telas lê apenas as descrições de imagens, aquelas não descritas e com nome não significativo fica inacessível. A grande maioria de CAPTCHAS são imagens que os leitores de tela não conseguem captar. Em alguns casos, é oferecida a opção do usuário ouvir as letras e/ou números do CAPTCHA, mas há uma distorção proposital no áudio ou são usados sintetizadores de voz, o que dificulta sua compreensão por alguns usuários.
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Acessibilidade do catálogo em linha para usuário com deficiência visual

Acessibilidade do catálogo em linha para usuário com deficiência visual

O avanço tecnológico tem modificado expressivamente a disponibilização e disseminação da informação. No âmbito das bibliotecas, a criação do Catálogo Público de Acesso em Linha (OPAC) possibilitou ao usuário o acesso direto com a utilização de diversas interfaces. Essa facilidade permitiu, também, que pessoas com deficiência visual pudessem recuperar informações com maior autonomia e independência, por meio do uso da tecnologia assistiva, contribuindo para sua inserção e desempenho em instituições de ensino. Esta dissertação consiste em um estudo de usuários, com propósito descritivo, de concepção pragmática com o objetivo de verificar a acessibilidade digital do OPAC para o usuário com deficiência visual. Trata-se de um estudo de caso, realizado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB. A avaliação da acessibilidade do catálogo – SIABI, foi realizada por meio da percepção dos usuários e do Avaliador e Simulador de Acessibilidade para Sítios (ASES). Com abordagem qualitativa, os dados foram coletados por meio de entrevista e observação da tarefa. Foram realizados pré-testes para avaliação dos instrumentos de pesquisa e da tarefa. Participaram da pesquisa oito pessoas, dos dezoito estudantes e servidores que se declararam como pessoa com deficiência visual, em sete das dez unidades da instituição, no segundo semestre de 2017. Os participantes apresentaram características sócio demográficas heterogêneas, com idade de 20 a 56 anos, matriculados em cursos desde o ensino médio a pós-graduação. Em relação a condição visual, a maior parte apresentou baixa visão e apenas uma apresentou cegueira. A partir das entrevistas, verificou-se que os participantes possuem pouco contato com o catálogo, apesar de reconhecer a sua importância para o desenvolvimento das atividades acadêmicas. Os respondentes avaliaram o catálogo após a realização de uma tarefa proposta e relataram algumas dificuldades para navegação, mas o classificaram como satisfatório, atribuindo uma nota média de 7,42. As dificuldades relatadas foram confirmadas durante a observação da execução da tarefa. O resultado da avaliação pelo validador automático ASES-Web indicou um percentual de 70,72%, demonstrando consonância com a avaliação dos usuários. Por fim, o estudo apontou que o catálogo se mostra parcialmente acessível. O OPAC tem sido pouco utilizado pelos participantes, indicando a possível necessidade de ações que ampliem a divulgação do sistema. Além disso, foram indicadas possibilidades de melhorias a partir da experiência realizada pelos usuários.
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Acessibilidade de pessoas com deficiência ou restrição permanente de mobilidade ao SUS.

Acessibilidade de pessoas com deficiência ou restrição permanente de mobilidade ao SUS.

so à atenção especializada, todavia, em se tratan- do de uma população com deficiência físcia ou mobilidade reduzida, as barreiras arquitetônicas e a pouca disponibilidade de transportes públicos adaptados, apresenta-se como um importante fator para a não realização do tratamento de rea- bilitação. O atendimento desses usuários, em ní- vel de atenção primária, pode representar um ele- mento facilitador do acesso, diminuindo a de- manda reprimida nos setores de média e alta com- plexidade. Entretanto, faz-se necessário aproxi- mar os profissionais que compõem a equipe de reabilitação desse nível de atenção à saúde.
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A  de pessoas com deficiência nas instituições de ensino superior: o caso da Unisidade Federal do Ceará

A de pessoas com deficiência nas instituições de ensino superior: o caso da Unisidade Federal do Ceará

Atualmente, a UFC conta com 265.628,00 m² de área construída em Fortaleza, distribuída em três áreas: Pici, com 118.776,00 m², Benfica, com 73.600,00 m² e Porangabuçu, com 66.197,00 m², algumas unidades dispersas que somam mais de 7.000,00 m², sem dimensionar os novos campi do interior. Além disso, conta, nos três terrenos, com área urbanizada de 218.410,00 m². Tem, portanto, o grande desafio de dar continuidade à universalização da acessibilidade, adequando seus edifícios e implementando nos novos o conceito do Desenho Universal, obedecendo à legislação vigente, eliminando as barreiras arquitetônicas e proporcionando a todos os usuários, sejam alunos, servidores ou visitantes, o acesso e a livre circulação.
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ACESSIBILIDADE PARA USUÁRIOS DA INFORMAÇÃO COM DEFICIÊNCIA: UM ESTUDO DE ARTIGOS EM BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

ACESSIBILIDADE PARA USUÁRIOS DA INFORMAÇÃO COM DEFICIÊNCIA: UM ESTUDO DE ARTIGOS EM BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Alguns tipos de obras sonoras possuem diferenças quanto à forma de leitura dos textos como, de acordo com Jesus (2011), no site Bengala Legal, o Audiolivro é uma obra que contém mais dramatização da leitura e, muitas vezes, seus locutores são atores que contam com trilhas sonoras e efeitos especiais, dando mais interpretações para seu público. Já o ‘Livro Falado’ foi criado com o objetivo principal de oferecer leitura para pessoas com deficiência visual. É, portanto, uma tecnologia assistiva que compreende normas de acessibilidade a serem obedecidas, como buscar fazer uma leitura bem pontuada, clara e viva, mas não dramatizada, pois é o leitor quem tem de construir o significado da leitura.
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AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO TRANSPORTE COLETIVO URBANO

AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO TRANSPORTE COLETIVO URBANO

O tema acessibilidade de pessoas com deficiência tem sido motivo de grande polêmica nos vários segmentos da sociedade, principalmente perante o setor econômico. No caso específico do transporte coletivo, seja ele urbano ou interurbano, muitas são as adequações necessárias para torná-lo acessível, principalmente para as pessoas portadoras de deficiência. O objetivo geral deste trabalho foi analisar a acessibilidade das pessoas com deficiência física no transporte coletivo urbano com referência ao cumprimento das leis e normas técnicas. Como objetivo específico fez-se uma avaliação da acessibilidade no serviço de transporte público da cidade de Uberlândia, MG por meio de pesquisas com usuários portadores de deficiência. Além disso, foram observados os espaços, a partir das calçadas públicas, que são utilizadas para o transporte a pé, bem como equipamentos e veículos utilizados na prestação do serviço de transporte coletivo. No sistema de transporte coletivo da cidade de Uberlândia foi verificado o que já foi implantado, como funciona e se o serviço está adequado às leis existentes. Ao final, foram apresentadas algumas diretrizes para orientação dos profissionais fiscalizadores e operadores do transporte coletivo na implantação e complementação do serviço. Espera-se que este trabalho proporcione aos leitores maior entendimento das necessidades de um transporte coletivo que possa ser utilizado por qualquer pessoa, independentemente da sua condição física, além de possibilitar a visualização crítica dos administradores públicos e operadores na elaboração de projetos para a implantação e complementação de sistemas de transporte urbano de passageiros com autonomia e segurança.
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Acessibilidade para pessoas com deficiência e inclusão social no turismo : a experiência da cidade de Socorro – SP

Acessibilidade para pessoas com deficiência e inclusão social no turismo : a experiência da cidade de Socorro – SP

Utilizamos as abordagens dadas a esses conceitos por algumas áreas das ciências, como a sociologia, a psicologia e a educação, São utilizados autores como Rosemary Shakespeare (1977)-, que escreveu sobre a convivência da pessoa com deficiência em sociedade, sob a perspectiva psicológica da própria pessòa com deficiência e das pessoas que a cercam, e Márcia Sõléra (2008) sobre a dificuldade do sujeito frente à diferença, sob a perspectiva psicanalítica. João Batista Ribas (2003) e Romeu Sassaki (2004; 2005) são utilizados pelo debate que fazem a • respeito das questões sociais da pessoa com deficiência, suas definições, entre
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Audiodescrição em contexto de Teatro em Portugal

Audiodescrição em contexto de Teatro em Portugal

No contexto de teatro a AD é complementada com outras atividades como, por exemplo, a visita ao palco com momentos táteis do guarda-roupa e outros acessórios, do cenário e conhecimento dos atores. Esta visita é exclusiva para as pessoas com deficiência visual e acompanhantes, realizando-se aproximadamente 45 minutos antes de a peça começar. Inicialmente, a audiodescritora realiza uma primeira descrição introdutória da peça, contextualizando-a. Esta áudio introdução assume essencialmente uma função referencial, fornecendo informações relativas às personagens, espaço físico e temporal, aspetos que exijam uma maior explicitação como, por exemplo, referências intertextuais, entre outros elementos pertinentes para a compreensão global do texto que por constrangimentos como o tempo não podem ser referenciados com tanto pormenor durante a AD. Este texto deverá ser apelativo para que o audiodescritor capte a atenção do recetor até ao final. Sendo um texto denso e com muita informação para processar é aconselhável que seja claro, simples e coerente. É de evitar a divulgação de demasiada informação relativa ao enredo ou revelar elementos humorísticos e outros que atenuem ou até eliminem o fator surpresa. De seguida, os espectadores com deficiência visual são convidados a subir ao palco e conhecer os elementos que compõem o cenário, a sua disposição e as suas principais características, o que lhes irá permitir construir a sua própria perceção do espaço e do ambiente. Em palco têm, igualmente, a oportunidade de conhecer os elementos do elenco, conhecer as vozes, as suas características físicas e os figurinos, o que lhes irá facilitar a identificação e compreensão das personagens.
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: Brapci ::

: Brapci ::

A abertura oficial do evento aconteceu no dia 23 de novembro, contou com a presença das Senhoras Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 14ª Região, da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias e Diretoras da Biblioteca Central da UFSC, a Representante do Escritório Regional de Regional da América Latina e Caribe da IFLA ,a Coordenadora da Comissão Brasileira de Acessibilidade por Portadores de Deficiência da FEBAB, Presidente da Associação Catarinense de Bibliotecários - ACB e a Presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições - FEBAB e Presidente do V SENABRAILLE, a quem foi dada à palavra.
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Turismo e acessibilidade para os deficientes visuais : proposta de percursos no Centro Histórico do Porto, Portugal

Turismo e acessibilidade para os deficientes visuais : proposta de percursos no Centro Histórico do Porto, Portugal

O documento é bem claro ao afirmar que as recomendações indicam medidas adequadas para assegurar que as pessoas com deficiência tenham acesso, em igualdade de condições com os demais. Pode acontecer em diferentes ambientes e em instalações abertas ao público ou de uso público, em áreas urbanas e até em zonas rurais e costeiras. As medidas estabelecidas para a acessibilidade estão contidas numa cadeia turística que está envolvida por alguns elementos, são eles: agentes ou agências de turismo, informação e publicidade (preparação, informações e reservas), ambientes urbanos e arquitetura, modos de transporte e estações, alojamento e restauração, atividades culturais (museus, teatros, cinemas) e outras atividades e ou eventos turísticos. Dentro destes elementos, destacamos as medidas indicadas para as atividades culturais, especificamente os museus e outros edifícios de interesse, as medidas ressaltam a importância de resolver os problemas de acessibilidade ao equipamento, seja com instalação de elevadores ou rampas de acesso. Quanto às informações no interior dos museus, devem levar em conta pessoas com deficiência auditiva ou visual, fornecendo as informações de forma escrita e também em formato de áudio. Outro elemento fundamental envolve a capacitação dos funcionários para acolher e servir todos os visitantes sem qualquer distinção, incluindo a comunicação com pessoas com deficiência auditiva. Ainda neste contexto, ressaltam que o turismo acessível para todos não é apenas a facilidade de acesso a pessoas com deficiência em espaços públicos e ou privados, mas também envolve a criação de ambientes dotados com desenho universal e que apoiam as pessoas com deficiências temporárias, famílias com crianças pequenas, idosos e até mesmo um ambiente seguro para os próprios funcionários do local.
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Contribuições para o acesso de pessoas com deficiência à educação profissional e tecnológica / Contributions to access for people with disabilities to professional and technological education

Contribuições para o acesso de pessoas com deficiência à educação profissional e tecnológica / Contributions to access for people with disabilities to professional and technological education

A carência de documentos norteadores sobre acessibilidade em processos seletivos discentes impossibilita a equiparação de oportunidades e o acesso em igualdade de direitos pelas pessoas com deficiência à educação profissional e tecnológica. Assim, é objetivo deste estudo identificar fatores relacionados à acessibilidade destas pessoas em processo seletivo do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) de forma a contribuir com a institucionalização de ações inclusivas. Como referencial legal tem a educação como direito social de todos visando ao pleno desenvolvimento humano, ao preparo para exercício da cidadania e para o trabalho preconizada pela Constituição Federal e normas específicas que tratam do tema. Como referencial teórico, optou-se pelas contribuições de Sassaki (2009) no que se refere à inclusão e dimensões da acessibilidade; Saviani (2003), nas questões relativas à formação integral sob a referência do trabalho. A abordagem é qualitativa por meio da análise documental, da observação participante e de entrevistas semiestruturadas com alunos com deficiência. O instituto oferece vagas reservadas às pessoas com deficiência e busca, através dos setores envolvidos, mecanismos para garantir o acesso a todos, porém observa-se que algumas leis e conceitos ainda não estão bem compreendidos de forma que revela a necessidade, além da elaboração de documentos e cartilhas, do desenvolvimento profissional da equipe escolar numa perspectiva inclusiva.
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Acesso e acessibilidade em ambientes Web para pessoas com deficiência : avanços e limites

Acesso e acessibilidade em ambientes Web para pessoas com deficiência : avanços e limites

A utilização do Braille, da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da audiodescrição, da legenda oculta, do sistema DAISY para livros em formatos acessíveis, inclusive adaptações direcionadas para pessoas com deficiência física que não possuam coordenação para virar páginas de livros e muitas outras formas de ade- quação dos meios de informação estão atualmente disponíveis. Todavia, esses dispositivos são ainda mui- to pouco ou nada utilizados pelas emissoras de televi- são, editoras de livros, companhias telefônicas, confe- rencistas, instituições governamentais que lidam com atendimento ao público, a exemplo dos arquivos, bibli- otecas e museus, pois, de maneira geral essas tecnolo- gias e recursos, muitos deles gratuitos, permanecem desconhecidos pelos gestores das instituições gover- namentais.
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