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Biodeterioração em construções por fungos

Biodeterioração em construções por fungos

Biodeterioração em materiais de construção é pobremente relatado no Brasil e constitui um assunto de máxima importância considerando os aspectos econômicos e sociais. A instalação de fungos em substratos pode ser influenciada pela umidade, temperatura, região geográfica e fonte de nutrientes, tal instalação tem sido associada a doenças incluindo aumento do risco de asma, alergias entre outros. O presente trabalho está dividido em duas partes. Na primeira parte relata-se os aspectos gerais do reino Fungi, abordando características nutricionais, fisiológicas, taxonômicas e reprodutivas. A segunda parte faz um levantamento baseado em diversos artigos publicados sobre biodeterioração em alguns materiais de construção, descrevendo metodologias e relatando resultados. Os achados incluem Penicillium, Aspergillus, Stachybotrys e Trichoderma como maiores colonizadores dentre outros, avaliando o impacto da umidade e da temperatura na sua existência, apontando algumas micotoxinas produzidas por alguns microrganismos fúngicos e antimicóticos mais eficientes até o momento.
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Biodeterioração por fungos de cerâmicas sem revestimento

Biodeterioração por fungos de cerâmicas sem revestimento

As algas são a terceira categoria de microrganismos mais encontrados (19%). São consideradas colonizadores primários em muitos substratos não só devido a usarem a luz como fonte de energia, mas também devido às suas capacidades para crescer sem presença de matéria orgânica e à sua baixa necessidade de nutrientes, crescem em buracos, fissuras ou abaixo de crostas, onde a água fica retida e muitas vezes formam biofilmes bastante visíveis o que é também esteticamente indesejável. O género mais identificado foi a Chlorella, identificado treze vezes, onde apenas quatro foram identificadas em telhas e as restantes em tijolos; o segundo e terceiro géneros mais identificados foram a Trentepohlia e o Chlorococcum, identificados sete e oito vezes, respetivamente, onde para ambos os géneros, foram identificados duas vezes em telhas e as restantes em tijolos. A menor biodiversidade de microrganismos fototróficos encontrados em telhas cerâmicas, em comparação com tijolos, pode ser explicada pelo fato de as telhas serem geralmente submetidas a condições climatéricas extremas, como alta amplitude de temperatura, alta exposição à radiação e rápida drenagem superficial, provavelmente retardando a desenvolvimento de fotoautotróficos [3], [31] . Os fungos apenas surgem em 15% das cerâmicas sem revestimento, e são o segundo tipo de microrganismos mais identificado em objetos de cerâmica arqueológica como se pode observar na figura 2.1D Apesar de poderem estar presentes em número inferior ao das bactérias, geralmente contribuem com uma maior proporção para o total de biomassa microbiana no substrato onde se desenvolverem devido à sua maior dimensão celular [47]–[49] . Os seus crescimentos em objetos com
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Biodeterioração, anatomia do lenho e análise de risco de queda de árvores de tipuana,...

Biodeterioração, anatomia do lenho e análise de risco de queda de árvores de tipuana,...

A redução dos valores de tensão de ruptura e do módulo de elasticidade do lenho das árvores de tipuana afetado pelos fungos xilófagos em comparação com o normal/sadio (NS) foi significativa (Tabela 32), corroborada na literatura para inúmeras espécies de árvores e fungos xilófagos (TANAKA, 1991; ZABEL; MORRELL, 1992; BODIG; JAYNE, 1992; EATON; HALE, 1993; HIGHLEY, 1999; TOMAZELLO-FILHO, BRAZOLIN; CHAGAS, 2008). Observa-se que, no estágio incipiente de biodeterioração do lenho das árvores de tipuana, com discreta alteração macroscópica na sua coloração, ocorre uma significativa perda de resistência de 50 % e que atinge valores de 77-93% em estágio avançado do apodrecimento do lenho. A redução significativa da resistência mecânica do lenho de ash (Fraxinus excelsior) nos estágios iniciais de biodeterioração por Inonotus hispidus foi, da mesma forma, detectada por Young (1984). No lenho de árvores de folhosas em estágio incipiente de apodrecimento por fungos de podridão branca, Wilcox (1978 apud EATON; HALE, 1993) obteve para o MOE uma redução significativa de 4-20%. Portanto, a existência de regiões do lenho do tronco das árvores urbanas, com sintomas de biodeterioração incipiente, deve ser considerada no diagnóstico do risco de queda, pela redução significativa da resistência mecânica. Destaca-se que o lenho das árvores de folhosas é mais comumente afetado por fungos de podridão branca, em relação a mole, considerada importante no processo de sucessão de organismos deterioradores do lenho do que no risco de ruptura do tronco das árvores (SHIGO, 1979; MATTHECK; KUBLER, 1995).
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Monitoramento da biodeterioração da madeira de três espécies amazônicas pela técnica da colorimetria.

Monitoramento da biodeterioração da madeira de três espécies amazônicas pela técnica da colorimetria.

Ao avaliar a resistência natural da madeira de Tectona grandis a ação de dois fungos de podridão parda, Gloeophyllum trabeum e Antrodia sp., Kokutse et al. (2006) verificaram que o parâmetro L* apresentou correlação significativa a 1% com a perda de massa. Por sua vez, ao considerar as coordenadas a* e b*, os mesmos autores não obtiveram correlações significativas, não sendo possível o emprego de tais parâmetros como estimadores da durabilidade natural da madeira. Entretanto, no presente estudo, além do L*, pode-se observar que as coordenadas a* e b* também colaboraram como indicadores do processo de biodeterioração das madeiras de marupá e jequitibá, por sua vez para o cumaru, apenas, a coordenada b*.
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Tratamentos químicos aplicados à biodeterioração de acervos documentais na cidade do Rio de Janeiro

Tratamentos químicos aplicados à biodeterioração de acervos documentais na cidade do Rio de Janeiro

Um dos grandes desafios a ser enfrentado pelos profissionais da área de conservação e restauração está relacionado ao dano causado por agentes biológicos como fungos e insetos bibliófagos em acervos culturais. Para enfrentar este importante fator de biodeterioração vários materiais e métodos, incluindo produtos químicos tóxicos, foram utilizados ao longo do tempo. O objetivo deste trabalho é, a partir de uma pesquisa bibliográfica e de aplicação de um questionário em algumas instituições, verificar quais os produtos químicos foram indicados para tratar a biodeterioração de acervos documentais e bibliográficos a partir dos anos 40, identificando-se os problemas decorrentes do seu uso.
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AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE TRATAMENTOS CONVENCIONAIS E APLICAÇÕES ALTERNATIVAS PARA PREVENIR A BIODETERIORAÇÃO EM PATRIMÓNIO CULTURAL

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE TRATAMENTOS CONVENCIONAIS E APLICAÇÕES ALTERNATIVAS PARA PREVENIR A BIODETERIORAÇÃO EM PATRIMÓNIO CULTURAL

Os biofilmes presentes nas superfícies exteriores do património cultural edificado constituem um vasto ecossistema, resultante de uma sucessão ecológica estabelecida ao longo de vários anos. Estes microrganismos (fungos, bactérias, líquenes, microalgas e cianobactérias) desempenham um papel fundamental na deterioração de vários monumentos e edifícios históricos [2]. Contudo devido ao seu carácter fotoautotrófico e à sua elevada capacidade de sobrevivência em ambientes inóspitos, os microrganismos fotossintéticos, como as microalgas verdes (Chlorophyceae), as cianobactérias (Cyanophyceae), são os que mais ocorrem nas superfícies expostas do património cultural, provocando uma severa biodeterioração [3, 4]. Os microrganismos fotossintéticos são responsáveis pelo desenvolvimento e crescimento da sucessão ecológica que os precede pois o seu carácter autotrófico permite que produzam uma biomassa orgânica (derivada da sua actividade metabólica) que serve de alimento aos organismos heterotróficos (por exemplo, fungos), promovendo assim o desenvolvimento de uma biocenose mais complexa [3, 5,6].
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Estudo do impacto potencial das mudanças climáticas na biodeterioração de estruturas...

Estudo do impacto potencial das mudanças climáticas na biodeterioração de estruturas...

Tipicamente, foram extraídos de 1 a 5 fungos de cada amostra de madeira, o que não significa necessariamente que os agentes de biodeterioração se restrinjam às espécies que foram extraídas, já que é sabido que o procedimento adotado apresenta uma limitação muito grande com relação ao isolamento das efetivas espécies de fungos presentes num determinado substrato. Com isso, os dados obtidos não permitiram uma avaliação do grau de biodiversidade nos substratos colhidos, nem esse tipo de processo faria realmente sentido, haja vista a heterogeneidade dos locais de coleta dentro das edificações (vigas externas, vigas internas, colunas externas, colunas internas, madeiras de acabamento) que foram escolhidas em função da efetiva disponibilidade por parte dos proprietários dos imóveis e das diversas condições de conservação das madeiras, bem como da variedade geográficas dos pontos de amostragem, incluindo diversos meios urbanos e rurais. Essa atividade permitiu, de qualquer forma, a montagem de um primeiro banco de fungos efetivamente presentes em madeiras na região de estudo e foi a partir desse banco que foram testadas as hipóteses dessa pesquisa quanto à questão do efeito das variáveis climáticas.
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Biodeterioração de monumentos históricos no mundo

Biodeterioração de monumentos históricos no mundo

Os fungos podem utilizar um largo espectro de nutrientes e até mesmo traços de matéria orgânica,estimulando seu crescimento. As camadas mais externas da superfície das rochas podem conter material orgânico como pectina, celulose, lignina, amido e proteínas, que são utilizadas como fonte de energia pelos fungos. Os fungos produzem exoenzimas, além de ácidos orgânicos e inorgânicos que são capazes de decompor vários compostos. A produção de ácidos orgânicos pelos fungos filamentosos contribui consideravelmente para a degradação natural das rochas e minerais contendo silicatos, assim como as pedras dos monumentos. Os fungos toleram larga faixa de pH, variação de temperatura e umidade. A melanina é um pigmento escuro produzido por muitos fungos e os protege contra a ação dos raios UV. Essas propriedades tornam os fungos dominantes nas superfícies das rochas (RESENDE, 1997, 2008).
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Dureza Rockwell da madeira de três espécies amazônicas submetidas a ensaios de apodrecimento acelerado.

Dureza Rockwell da madeira de três espécies amazônicas submetidas a ensaios de apodrecimento acelerado.

foram determinadas as perdas de massa, conforme critérios estabelecidos pela ASTM D2017 (2005). Quanto aos resultados, destaca-se que a dureza Rockwell pode ser empregada como ferramenta principal na caracterização da biodeterioração da madeira, sendo sensível na predição dos estágios iniciais. Dentre as madeiras amazônicas, o cumaru apresentou a maior resistência natural aos fungos apodrecedores. Com relação aos fungos, a podridão parda atacou mais intensamente as três madeiras amazônicas.

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Resistência de painéis compensados de Pinus taeda tratados com preservantes ao ataque de fungos xilófagos.

Resistência de painéis compensados de Pinus taeda tratados com preservantes ao ataque de fungos xilófagos.

RESUMO: O trabalho teve como objetivo verificar o efeito de diferentes produtos preservantes e de diferentes retenções do produto sobre a resistência de painéis compensados de Pinus taeda ao ataque de fungos xilófagos. O delineamento experimental se constituiu de seis tratamentos, sendo dois tipos de produtos preservantes (CCA e CCB), duas retenções (4,0 e 6,5 kg/m³), um tratamento apenas com água, o qual teve como objetivo avaliar o efeito apenas do processo de aplicação dos preservantes, e um tratamento testemunha (sem tratamento). Os painéis compensados utilizados foram produzidos com a madeira de Pinus taeda, cinco lâminas de 3 mm de espessura e com o adesivo fenol-formaldeído na gramatura de 420 g/m² (linha dupla). Para a avaliação da resistência a biodegradação dos painéis compensados foi utilizada a metodologia proposta pela norma ASTM D2017(2005), sendo avaliados os fungos Trametes versicolor e Gloeophyllum trabeum . Na avaliação da resistência a biodeterioração dos painéis ao ataque do fungo Trametes versicolor não foi observado efeito significativo do tipo de produto e da retenção aplicada. Na avaliação quanto à resistência ao ataque do fungo Gloeophyllum trabeum , o produto CCA aplicado na retenção de 4,0 kg/cm³ proporcionou maior resistência a biodeterioração que o produto CCB também na mesma retenção, e na avaliação das duas retenções do produto CCB observou-se que o aumento da retenção para 6,5 kg/m³ resultou em melhora significativa na resistência a biodegradação dos painéis.
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TECNOLOGIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÕES

TECNOLOGIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÕES

Utilizados como revestimento de paredes, formando superfícies laváveis. Ao contrário de outros materiais cerâmicos que utilizam a argila comum para a sua confecção, os azulejos são feitos com faiança (argila branca), recebendo um tratamento com substâncias a base de silicatos e óxidos que se vitrificam ao forno. Este tratamento torna a face brilhante e impermeável. Dimensões comuns de 15 x 15 cm, podendo haver variações para 11 x 11 cm e formas retangulares. As cores são uniformes (brancos, azuis, rosas, etc.) ou mescladas formando desenhos nos azulejos decorados. Os de cor branca são mais econômicos e alcançam o mesmo resultado quanto à impermeabilização, devendo ser preferido nas construções rurais.
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CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA ESTRUTURAL

CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA ESTRUTURAL

As constantes dificuldades em razão do aumento gradual da concorrência e aos níveis de exigência construtiva têm provocado, nas empresas construtoras, uma mudança nas estratégias, de forma a possibilitar a introdução de melhorias na produção, empregando alternativas que levem à racionalização do processo. As principais perguntas das empresas construtoras em geral são: “Como garantir a habitabilidade e o desempenho do ambiente construído?” e ”Como ganhar di- nheiro vendendo uma casa ou apartamento de 50.000 a 100.000 reais?”. Essas duas perguntas são fundamentais para entender o atual cenário brasileiro, em face do aumento do número de crédito para as construções de habitações de inte- resse social. Por isso, a alvenaria estrutural está sendo largamente utilizada como sistema construtivo capaz de responder essas perguntas, pois é capaz de atender aos critérios globais de desempenho e custo.
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Construções gramaticais e metáfora

Construções gramaticais e metáfora

Em seus estudos sobre a polaridade, Israel (2004) começa por definir tal fenômeno como uma relação entre oposições se- mânticas e por afirmar o paradoxo da gramática da polaridade. Tal paradoxo se dimensiona a partir da observância de ausên- cia de simetria entre afirmativas e negativas, isto é, da relativa autonomia de tais construções. Nessa direção, o autor pontua também a questão da assimetria na expressão da polaridade. trata-se de um fenômeno de sensibilidade à polaridade, isto é, de uma tendência de certas formas linguísticas — os itens de polaridade — para expressarem a contradição, a oposição ou a reversão — tipos básicos de polaridade. Presente, de forma relevante nas línguas, tal fenômeno resiste a uma explicação meramente estrutural, dependendo crucialmente de uso retórico em contextos específicos. Em casos prototípicos, constituem-se dois grupos de pares mínimos, ou seja, de itens de polaridade distribuídos em contextos positivos ou negativos: o Item de Po- laridade Negativa (IPN) que ocorre em construções negativas e (normalmente) não ocorre em construções positivas e o Item de Polaridade Positiva (IPP) em que temos uso inverso. Segundo Krifka (1991, 1994, 1995, apud ISRAEL, 2004, p.19), os IPNs tipica- mente envolvem unidades mínimas, enquanto os IPPs envolvem unidades máximas. IPPs e IPNs atuam como operadores escala- res e, como recursos modalizadores, servem tanto à imposição quanto à atenuação de força (MIRANDA, 2000, 2005, 2008).
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Construções aplicativas em Panará.

Construções aplicativas em Panará.

O objetivo desse trabalho é: (a) analisar a incorporação de posposições ao núcleo verbal em Panará como fonte de formação de aplicativas; (b) discutir as relações gramaticais que se estabelecem entre os constituintes da oração a partir deste processo; (c) analisar a duplicação de posposições em construções como no exemplo em (3), com base na proposta de Nunes (1999, 2001) sobre a realização fonética de múltiplas cópias. O trabalho está organizado como se segue. Na seção 1, apresento a análise de Baker (1988) sobre o fenômeno da incorporação, em geral, e da incorporação de posposições, em particular, como fonte de formação de construções aplicativas. Na seção 2, faço uma abordagem das construções aplicativas em Panará no que se refere, principalmente, ao sistema de concordância e às relações gramaticais. Na seção 3, discuto as posposições que não podem se incorporar. Na seção 4, apresento uma síntese da proposta de Nunes (1999, 2001) e analiso a questão da duplicação de posposições em constru- ções aplicativas do Panará com base nesta proposta.
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As construções resultativas nas línguas românicas: um estudo com base na Gramática Cognitiva das Construções

As construções resultativas nas línguas românicas: um estudo com base na Gramática Cognitiva das Construções

Não encontramos construções do tipo apresentado em (a) no português (as línguas românicas não apresentam este tipo de construção); na verdade, só se expressa a mudança de estado com o verbo ficar e verbos que podem ser usados no mesmo contexto como tornar-se, acabar, virar, fazer-se, etc. (todos eles classificados tradicionalmente como verbos de ligação quando indicam mudança de estado), ou com construções do tipo exemplificado em (b), consideradas por alguns autores, como visto como “falsas resultativas”.

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Complementos infinitivos num corpus de Português Clássico

Complementos infinitivos num corpus de Português Clássico

as condições que permitiram o seu alargamento a um maior número de contextos em PEC. De acordo com a diacronia do InFlex feita por Fiéis & Madeira (2014), o InFlex ocorre nas estruturas esperadas neste período da língua. O facto de não encontrarmos o InFlex em alguns contextos, como complemento de verbos causativos e percetivos, levou-nos a procurar nos verbos de Controlo, ECM e construções de fazer-infinitivo, pistas que pudessem clarificar esta ausência, uma vez que é nestas construções que eles ocorrem com mais frequência em PEC.
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Projeto Final  a Barata Gomes Pedro

Projeto Final a Barata Gomes Pedro

Concentração em atrativos - as mega atracões/construções em determinadas regiões são muitas vezes a alavanca para um enorme sucesso turístico. Mega construções, como parques temáticos,[r]

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Australia, um lugar de coincidência

Australia, um lugar de coincidência

As construções a que Smithson se refere têm como modelo a arqui- tectura já obsoleta usada em filmes utópicos que retratam o futuro, por outras palavras, as construções são obsoletas (ruínas) antes de serem construídas porque imitam um modelo de futuro que já foi abandonado. Por serem imitação de filmes de ficção, as construções não se inscrevem na história ou no passado do lugar – até porque estes subúrbios nem se- quer têm passado, apenas o que passa por futuro – tal como os filmes que imitam, elas distanciam-se do fluxo contínuo do tempo ou da história, por- que saltam para o futuro. Destes saltos resultam antecipações do futuro em várias direcções que com o passar do tempo deixam de corresponder à evolução histórica. Assim, o futuro que imitam «[…]está “fora do prazo” e “fora de moda”[…]» 28 e já não é, portanto, o tempo por vir, pelo que é pos-
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As construções de desejo em português

As construções de desejo em português

Sumarizando até aqui: há uma macroconstrução transitiva(A) que motiva as construções do desejo(B), que herdam algumas características de A; as especificações de B mostram que há os seguintes papéis argumentos: sujeito e predicado; e os seguintes papéis temáticos: sujeito experienciador volitivo e objeto desejado; o aprofundamento da análise mostra que o objeto desejado possa ser realizado de duas diferentes formas: por SN simples ou oracional. Nesse caso, por oração finita ou infinitiva; a aplicação dos parâmetros utilizados por Langacker mostra alteração da semântica das construções em função da alteração sintática. Tem-se, portanto uma rede construcional com a seguinte configuração:
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Construções com o gerúndio em Kamaiurá.

Construções com o gerúndio em Kamaiurá.

Nas construções do Tipo IV, com verbos de movimento no ge- rúndio, estes ocorrem justapostos a V1, porém a ordem não refl ete a sequência temporal das ações. O verbo no gerúndio tem a função de auxiliar, indicando a direção do movimento e a relação expressa é de simultaneidade. Mesmo nessas construções cada verbo retém sua marcação morfológica para pessoa.

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