Top PDF Bioecologia e controle da mosca-das-frutas sul-americana.

Bioecologia e controle da mosca-das-frutas sul-americana.

Bioecologia e controle da mosca-das-frutas sul-americana.

pois as moscas que entram nas armadilhas, semelhantes aos modelos da Figura 12, não saem Entretanto, adicionando-se inseticida ao suco (ex.: malation,diazinon, triclorfon, dimetoato - 1 [r]

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Bioecologia e controle de Anastrepha fraterculus e Ceratitis capitata em pessegueiro.

Bioecologia e controle de Anastrepha fraterculus e Ceratitis capitata em pessegueiro.

praticamente todos os estados, sendo importante economicamente nas regiões Sudeste e Nordeste. Na região Sul, está restrita a áreas urbanas e, apesar de alguns registros como praga em pessegueiro no Paraná (FEHN, 1981) e no Rio Grande do Sul (LORENZATO, 1988; GARCIA; CORSEUIL,1998, 1999), sua presença ainda não foi registrada nos pomares comerciais de Pelotas (NAVA et al., 2008; RICALDE, 2010) e da Serra Gaúcha, principais regiões produtoras da fruta no Rio Grande do Sul. De acordo com estudos realizados no Estado de São Paulo, dentre as infestações por mosca-das-frutas em pêssego, 72,2% correspondem a Anastrepha spp. e 26,8% a C. capitata (BRANCO et al., 2000).
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Caracterização ovariana e definição do número de gerações de mosca-das-frutas sul-americana durante o ciclo das culturas em dois pomares na região de Porto Alegre, RS, Brasil.

Caracterização ovariana e definição do número de gerações de mosca-das-frutas sul-americana durante o ciclo das culturas em dois pomares na região de Porto Alegre, RS, Brasil.

o amadurecimento ovariano e a longevidade de fêmeas de A. fraterculus com temperaturas médias sazonais da região de São Joaquim, RS, e observaram que quanto maior a idade e a temperatura, maior o número de oócitos amadurecidos nos ovários. Porém, em temperaturas de 9 e 13° C, os insetos não mostra- ram maturação ovariana, apresentando, entretanto, maior longevidade, indicando assim, a ocorrência de mecanismos regulatórios da biologia de A. fraterculus que podem auxiliar na sobrevivência dos indivíduos. Sendo assim, os insetos podem estar presentes nos pomares nas estações frias, porém não estando aptos à reprodução. Estudos como esse são necessários e oportunos para a melhor definição de épocas de controle da mosca-das-frutas sul-americana, visto sua real importância como praga de frutíferas.
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Bioecologia e controle das pragas da videira.

Bioecologia e controle das pragas da videira.

Como medida de combate, primeiramente, deve ser estabelecido um sistema de alerta da praga. Para detectar a presença da mosca-da-fruta utilizam-se armadilhas na forma de garrafas de vidro ou frascos de plástico que devem ser providos de uma substância atrativa, como, por exemplo, suco de uva ou vinagre. Sugere-se, também, construir uma armadilha caseira. Num frasco de plástico, pode-se, com a ponta de um canivete aquecido na chama, abrir dois furos de aproximadamente 2 cm de diâmetro, em pontos diametralmente opostos, na parte superior da garrafa. A garrafa será abastecida com 25 ml de vinagre e pendurada nos galhos da parreira, o líquido será reposto a cada 7 dias, da mesma forma que o procedido com as armadilhas de vidro padronizadas encontradas no comércio.
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Biologia da mosca‑das‑frutas sul‑americana em frutos de mirtilo, amoreira‑preta, araçazeiro e pitangueira.

Biologia da mosca‑das‑frutas sul‑americana em frutos de mirtilo, amoreira‑preta, araçazeiro e pitangueira.

Em razão das perspectivas de crescimento do cultivo dessas fruteiras, é evidente a necessidade do conhecimento de estratégias de controle das pragas que comprometem a produção. Um dos problemas comuns é a ocorrência da mosca‑das‑frutas sulamericana, Anastrepha fraterculus (Wiedemann, 1830) (Diptera: Tephritidae), praga de origem neotropical que ocorre do Sul dos EUA ao Norte da Argentina (Malavasi et al., 2000). No Brasil, são conhecidos 81 hospedeiros, e espécies das famílias Myrtaceae e Rosaceae estão entre os preferidos (Salles, 1995; Zucchi, 2008). A amoreira‑preta, o araçazeiro e a pitangueira são considerados hospedeiros multiplicadores de A. fraterculus e, portanto, fontes de infestação para pomares comerciais de pessegueiro (Prunus persica), macieira (Malus domestica), citros (Citrus spp.) e videira (Vitis vinifera) (Salles, 1995; Garcia et al., 2003; Zart et al., 2011).
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Novos surtos populacionais de mosca-dos-estábulos no Mato Grosso do Sul: medidas de controle e prevenção

Novos surtos populacionais de mosca-dos-estábulos no Mato Grosso do Sul: medidas de controle e prevenção

Vale ressaltar que todo programa de controle de insetos-praga exige o monitoramento ambiental de populações (fauna) não alvo, como medida preventiva de impactos indesejados na biodiversidade e no meio ambiente. Trabalhos devem ser realizados no intuito de reconhecer a dinâmica populacional, bioecologia e métodos de controle alternativo do inseto com a utilização de fungos e bactérias entomopatogênicas nas áreas destinadas ao cultivo da cana-de-açúcar próximas aos locais de criação bovina, com vistas à elaboração de um programa de manejo da mosca-dos-estábulos.
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Injúrias causadas por mosca-das-frutas sul-americana em cultivares de videira.

Injúrias causadas por mosca-das-frutas sul-americana em cultivares de videira.

Para as cultivares ‘Isabel’ e ‘Cabernet Sauvignon’ não ocorreu o desenvolvimento de larvas de A. fratercu- lus até a fase de pupa. Entretanto, as injúrias nos está- dios iniciais da formação do cacho podem ocorrer em vinhedos destas cultivares quando localizados próximos à plantas hospedeiras. No caso de ‘Moscato Embrapa’, com base nos resultados observados, infere-se tratar de cultivar suscetível ao ataque da mosca-das-frutas e, desse modo, com necessidade de atenção maior no monitoramento. Neste sentido, devido à incidência da mosca-das-frutas nas regiões produtoras do sul do Brasil ser considerada elevada entre os meses de novembro e março (Scoz et al., 2006; Nondillo et al., 2007; Chmvmrrim et al., 2009) e a colheita da uva estar concentrada entre fevereiro e março (Mmndelli, 2007), a presença da mosca-das-frutas deve ser monitorada logo após a floração nos vinhedos, o que viabilizaria a tomada de decisão para o controle, com redução dos danos quantitativos (queda de bagas) e qualitativos (deformação e desenvolvimento de larvas) na cultura.
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Bioecologia, danos e controle de Diaphorina citri e do Huanglongbing em citros e resultado do monitoramento e zoneamento para o Rio Grande do Sul.

Bioecologia, danos e controle de Diaphorina citri e do Huanglongbing em citros e resultado do monitoramento e zoneamento para o Rio Grande do Sul.

Dentre essas pragas, destacam-se as moscas-das-frutas, as cochonilhas e as doenças transmitidas por insetos, como a clorose variegada dos citros (CVC), associadas às cigarrinhas (ALMEIDA et al., 2001) e o cancro cítrico que é associado ao minador-dos-citros (CHAGAS et al., 2001). Além dessas, em julho de 2004, foi detectado pela primeira vez no Brasil o huanglongbing (HLB), doença causada pelas bactérias Candidatus Liberobacter americanus e Ca. L. asiaticus, que se localizam no floema das plantas, considerada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento como Praga Quarentenária Presente, conforme Instrução Normativa nº 41/2008 1 . O vetor dessa bactéria é o psilídeo
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Captura massal da mosca-das-frutas sul-americana Anastrepha fraterculus (Diptera: Tephritidae) como estratégia para a supressão populacional em cultivo protegido de uva fina de mesa.

Captura massal da mosca-das-frutas sul-americana Anastrepha fraterculus (Diptera: Tephritidae) como estratégia para a supressão populacional em cultivo protegido de uva fina de mesa.

Recentemente foi introduzido no mercado brasileiro uma proteína hidrolisada de origem animal formulada como um hidrolisado proteico, obtido a partir da mucosa intestinal de suínos, através de um processo de hidrólise enzimática à frio (SANTOS-RAMOS et al., 2011; EPSKY; KENDRA; SCHNELL, 2014; NAVARRO-LLOPIS; VACAS, 2014). O processo reduz as alterações físicas e químicas (EPSKY et al., 1993), com melhorias na atratividade devido a manutenção do pH alcalino da solução e conservação de aminoácidos (EPSKY; KENDRA; SCHNELL, 2014). Os principais compostos isolados e identificados no atrativo foram aminas heterocíclicas (MARÍN et al., 2006), proporcionando elevada capacidade de atração de adultos de mosca-das-frutas (EL ARABI et al., 2011). Embora desenvolvida inicialmente para o manejo de C. capitata, resultados de pesquisa demonstraram sua eficácia na captura de adultos de A. fraterculus (MACHOTA JUNIOR et al., 2013; BORTOLI et al., 2016) e outras espécies do gênero Anastrepha na América Latina (SANTOS-RAMOS et al., 2011; LASA; ORTEGA; RULL, 2013; RUIZ; JIMÉNEZ, 2015).
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Criação massal em dieta líquida e radioesterilização da mosca-sul-americana Anastrepha...

Criação massal em dieta líquida e radioesterilização da mosca-sul-americana Anastrepha...

As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) são consideradas as principais pragas da fruticultura mundial, e entre as medidas de controle, a Técnica do Inseto Estéril (SIT) tem se destacado em diversos países. Para a aplicação da SIT é necessário encontrar doses que esterilizem e ao mesmo tempo alterem o mínimo possível as qualidades biológicas do inseto para o seu sucesso em campo. O presente trabalho analisou a fertilidade, fecundidade, emergência, habilidade de vôo e longevidade sob estresse e de Anastrepha fraterculus (Wiedemann), a mosca-sul-americana, irradiados com doses de 40, 50, 60, 70 e 80 Gy. Os insetos utilizados foram provenientes da colônia do Laboratório de Radioentomologia do CENA/USP, identificados com sendo Anastrepha sp. 1 aff. fraterculus. A fonte de radiação gama foi um irradiador de Co-60 (Gammabeam-650) localizado no mesmo laboratório. Os testes foram realizados sob as seguintes condições ambientais: 26 ± 1 ° C, 70 ± 5% RH, e fotofase de 12:12. A dose de radiação gama esterilizante para machos de A. sp. 1 aff. fraterculus foi determinada sendo 70 Gy. Fêmeas irradiadas, mesmo com a dose mais baixa de 40 Gy, não ovipositaram, possivelmente pela atrofia dos ovários causada pela radiação. A radiação não afetou os demais parâmetros de qualidade do inseto como emergência, longevidade e habilidade de vôo.
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Isca tóxica e disrupção sexual no controle da mosca-da-fruta sul-americana e da mariposa-oriental em pessegueiro.

Isca tóxica e disrupção sexual no controle da mosca-da-fruta sul-americana e da mariposa-oriental em pessegueiro.

inseticida empregado em pulverizações (dimetoato) na região não é autorizado para uso na cultura (Agrofit, 2009), o que gera problemas de inconformidades em relação a análises de resíduos. No entanto, a utilização de iscas tóxicas para o controle de A. fraterculus não é uma prática adotada pelos produtores de pêssego, pois requer mudança no sistema de manejo das pragas, com substituição das aplicações por calendário pela realização de monitoramento. Outro fator que dificulta a aceitação do uso das iscas tóxicas é o baixo custo dos inseticidas fosforados e a facilidade de sua aplicação conjunta com fungicidas.
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Dietas artificiais para a criação de larvas e adultos da mosca-das-frutas sul-americana.

Dietas artificiais para a criação de larvas e adultos da mosca-das-frutas sul-americana.

Foram  avaliadas:  a  duração  do  período  ovo‑pupa,  a  duração  e  a  viabilidade  do  estágio  de  pupa,  a  massa média de pupas, a razão sexual e a duração e  viabilidade  do  perí[r]

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Aspectos do controle da mosca-dos-chifres e manejo de resistência.

Aspectos do controle da mosca-dos-chifres e manejo de resistência.

Resistência é um problema complexo, considerado irreversível. Embora sua prevenção e manejo sejam reais desafios, algumas estratégias e práticas devem ser adotadas, visando reduzir seu risco e suas conseqüências na propriedade. O presente artigo discute vários aspectos sobre o dilema existente entre o controle químico da mosca-dos-chifres e o conseqüente desenvolvimento de resistência nas populações. A abordagem teórica e aplicada das informações apresentadas não apenas estimula uma reflexão sobre o manejo sanitário adotado nas propriedades mas, também, subsidia tomadas de decisão mais adequadas com relação ao controle químico da mosca-dos-chifres e sua principal conseqüência negativa - o desenvolvimento de resistência aos inseticidas.
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EXTRATOS VEGETAIS NO CONTROLE DA MOSCA-BRANCA EM MELANCIA

EXTRATOS VEGETAIS NO CONTROLE DA MOSCA-BRANCA EM MELANCIA

Os experimentos foram dvididos em dois testes: um com teste de escolha para alimentação pelos adultos de mosca-branca e outro com teste de escolha para ovoposição. No primeiro, aplicou-se os tratamentos pulverizando as folhas das plantas na face inferior e superior, em seguida, cinco plantas, sendo uma de cada tratamento, foram dispostas ao acaso dentro de gaiolas retangulares (0,7 x 0,6 x 0,5 m de altura) recobertas com tecido de voil. Posteriormente, no centro de cada gaiola foram liberados 50 adultos de mosca-branca, provenientes da criação de manutenção e capturados com o uso do “sugador”. Depois da liberação as avaliações do número de adultos presentes em cada planta consistiram na contagem visual do número de indivíduos em cada folha após 1, 24, 48 e 72 h da instalação. Ao todo foram quatro gaiolas que ficaram dispostas casualmente sobre bancadas de madeira em casa-de-vegetação, sendo cada gaiola uma repetição. Já o teste com chance de escolha para oviposição, as plantas dos diferentes tratamentos também foram dispostas em círculo e no centro foram liberados 50 adultos das moscas-branca. Porém, somente após 72 horas fez-se o recolhimento de duas folhas de cada planta (tratamento) e realizou-se a contagem dos ovos com auxílio de um microscópio estereoscópico. A contagem foi realizada na face inferior da folha, numa área de um disco com 2,8 cm de diâmetro.
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Biofilme comestível biodegradável de amido de mandioca e refrigeração reduzem dano larval de mosca-das-frutas.

Biofilme comestível biodegradável de amido de mandioca e refrigeração reduzem dano larval de mosca-das-frutas.

relacionadas ao uso de biofilmes visando ao controle ou redução de dano larval de mosca-das-frutas, após a colheita dos frutos, são incipientes. Existe, portanto, carência de técnicas simples e adequadas que reduzam danos larvais de tefritídeos em frutos infestados naturalmente a campo e que diminuam o descarte de frutos, ampliando assim, o aproveitamento de frutos infestados e possibilitando aumento de renda e segurança alimentar de agricultores familiares. Nesse sentido, com objetivo de reduzir descarte, ampliar aproveitamento de frutos infestados por mosca-das-frutas e visando aumentar renda e segurança alimentar de agricultores familiares, se descreve e avalia processo agroindustrial alternativo de baixo custo de preparo, e aplicação de biofilme comestível biodegradável à base de amido de mandioca, em cobertura no fruto que, associado à refrigeração, reduz dano larval da mosca-do- mediterrâneo C. capitata em frutos de goiaba cv. “Paluma”.
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Efeito do ensacamento na incidência da mosca-das-frutas e qualidade dos frutos de diferentes genótipos de goiabeira-serrana

Efeito do ensacamento na incidência da mosca-das-frutas e qualidade dos frutos de diferentes genótipos de goiabeira-serrana

Um dos principais problemas enfrentados pelos produtores é o controle da mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus), que traz prejuízos econômicos para inúmeras espécies frutíferas no país (HERNANDES et al., 2013), especialmente na produção orgânica de frutas. O ensacamento dos frutos é uma alternativa que muitos produtores encontram para evitar os problemas com o ataque da praga em pomares comerciais sem a utilização de pesticidas. No entanto, pouco se sabe sobre a eficiência desta técnica na exclusão da mosca-das-frutas e seu efeito na qualidade dos frutos de goiaba-serrana.
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Controle biológico de moscas-das-frutas no Brasil

Controle biológico de moscas-das-frutas no Brasil

Brasil. O seu manejo tem sido realizado predominantemente com uso de inseticidas aplicados por cobertura e/ou na forma de isca-tóxica. Atualmente, a tendência das estratégias de manejo está direcionada à adoção de métodos de controle que causem menor impacto ambiental em grandes áreas. Neste contexto, o controle biológico é uma excelente opção para uso em conjunto com outras estratégias de manejo, como insetos estéreis, uma vez que não deixa resíduos, não atinge pragas não alvo e pode ser permanente se o inimigo natural se estabelecer em campo. Este artigo de revisão aborda o conhecimento atual sobre o controle biológico de moscas-das-frutas no Brasil, com destaque para a grande biodiversidade de seus inimigos naturais, especialmente os parasitoides, sua biologia e sua ecologia. Também são relatados os programas de controle biológico clássico no Brasil, desde a introdução de Tetrastichus giffardianus (Hymenoptera: Eulophidae), em 1937, para o controle de Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae), até a de Fopius arisanus (Hymenoptera: Braconidae), em 2012, para o controle de Bactrocera carambolae (Diptera: Tephritidae). Por fim, são destacados os avanços obtidos, bem como os principais gargalos e as perspectivas para uso efetivo de programas de controle biológico contra moscas-das-frutas.
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Dinâmica populacional de mosca-das-frutas (Diptera :Tephritidae) em três regiões do Estado de São Paulo

Dinâmica populacional de mosca-das-frutas (Diptera :Tephritidae) em três regiões do Estado de São Paulo

Na regi ão de Piracicaba, assim como na região de Jundiaf, nao houve correlação da-captura de C. �a.pitat� AnaJ- .t,te.pha. spp •. ou total de exemplares coletados, com os parametros meteoro15gicos de temperaturas (máxima, �fnima e média). Em Pi racicaba não houve correlação com precipitaçao pluviométrica· em nenhuma das análises realizadas, porém o parâmetro de velocid� de dos ·ventos apresentou maior cor.relação com. a captura das es­ pécies de tefritfdeos. Em re1ação à captura de Ana�tnepha spp. a velocidade dos ventos foi o �nico fator que �anteve correla­ çao e nos casos de capturas totais de moscas-das-frutas e para a espécie C. e.apita.ta., além de velocidade dos ventos, houve cor­ relação com a umidade relativa do ar, porém em todas as anál i­ ses realizadas para esta região houve maior percentagem de ex­
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Bioatividade dos extratos aquosos de plantas às larvas da mosca-das-frutas, Ceratitis capitata (Wied.).

Bioatividade dos extratos aquosos de plantas às larvas da mosca-das-frutas, Ceratitis capitata (Wied.).

Capitata Ceratitis (Wied.) (Diptera: Tephritidae), a mosca-do- -mediterrâneo, é considerada a mais prejudicial, cosmopolita e invasora das espécies de moscas-das-frutas (Malavasi et al., 2000). Suas fêmeas causam danos quando inserem o ovipo- sitor nos frutos, e as larvas, quando consomem a sua polpa. O controle deste inseto tem sido feito por meio de pulveriza- ções com inseticidas associados ou não a produtos à base de proteína, que são fontes de alimentação e atração do inseto. Programas do manejo integrado de pragas têm incentivado o uso de outras medidas de controle para minimizar o desequi- líbrio ecológico que tem sido verificado nos agroecossistemas (Alvarenga et al., 2006). As plantas inseticidas podem ser um método alternativo para o controle desta praga.
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Avaliação de atrativos alimentares utilizados no monitoramento de mosca-das-frutas em pessegueiro na lapa- PR.

Avaliação de atrativos alimentares utilizados no monitoramento de mosca-das-frutas em pessegueiro na lapa- PR.

Embora tenha se observado uma captura antecipada de Anastrepha com atrativos à base de proteína, isso não quer dizer que é indicativo para recomendar pulverizações com inseticidas em cobertura desde as primeiras ocorrências, visto que, em outubro, os frutos estão verdes e menos suscetíveis ao dano, como ocorre em citros (Nascimento & Carvalho, 2000). Com isso, outros estudos deverão ser realizados para se determinar o nível de controle quando atrativos à base de proteína são empregados no monitoramento em pessegueiro e a influência desse resultado sobre o manejo de moscas-das-frutas.
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