Top PDF Biologia floral e da polinização de quatro espécies de Eugenia L. (Myrtaceae).

Biologia floral e da polinização de quatro espécies de Eugenia L. (Myrtaceae).

Biologia floral e da polinização de quatro espécies de Eugenia L. (Myrtaceae).

RESUMO – (Biologia floral e da polinização de quatro espécies de Eugenia L. (Myrtaceae)). Eugenia uniflora, E. punicifolia, E. neonitida e E. rotundifolia são espécies perenes, geralmente de porte arbustivo, que ocorrem na restinga do Parque Natural Municipal de Grumari, região oeste do Município do Rio de Janeiro. Possuem inflorescências racemosas com flores pediceladas inseridas nas axilas foliares. Suas flores são andróginas, polistêmones, do tipo Papaver, generalistas, com grãos de pólen como único recurso floral sendo enquadradas dentro da categoria de “flores-pólen”. O estigma é seco, diminuto e formado por papilas delgadas. A antese é diurna, as flores duram apenas um dia e são visitadas por uma ampla variedade de insetos, incluindo himenópteros, dípteros, coleópteros e neurópteros, totalizando 29 espécies. As abelhas são os visitantes mais comuns e, dentre elas, Apis mellifera L., espécie introduzida pela ação humana, é a mais freqüente e abundante, sendo considerada o polinizador efetivo das espécies aqui estudadas. A floração é anual e em massa. E. uniflora floresce de agosto a outubro, com frutificação de setembro a novembro. E. neonitida floresce do final de agosto até início de dezembro, com frutificação de outubro até início de janeiro. E. punicifolia floresceu por duas vezes no ano de 2003, sendo a primeira florada entre os meses de junho e julho, frutificando no mês de agosto e a segunda, entre os meses de setembro e outubro, frutificando entre novembro e dezembro e no ano de 2004, floriu apenas no mês de agosto e frutificou entre outubro e dezembro. E. rotundifolia floresceu no mês de março, com frutificação de maio a junho.
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Fenologia reprodutiva, biologia floral e polinização de Allamanda blanchetii, uma Apocynaceae endêmica da Caatinga.

Fenologia reprodutiva, biologia floral e polinização de Allamanda blanchetii, uma Apocynaceae endêmica da Caatinga.

RESUMO – (Fenologia reprodutiva, biologia loral e polinização de Allamanda blanchetii, uma Apocynaceae endêmica da Caatinga). A fenologia reprodutiva, a biologia loral, o mecanismo de polinização e o sistema reprodutivo de Allamanda blanchetii A.DC. foram analisados em populações naturais na Fazenda Almas, Paraíba, Brasil. Allamanda blanchetii é uma espécie arbustiva, endêmica da Caatinga, com loração de fevereiro a julho e pico nos meses de março e abril. A frutiicação acompanhou a loração e estendeu-se até o mês de setembro. As lores são tubulares e de coloração rosa, cuja forte hercogamia evita a autopolinização. O pólen é depositado na parte superior da cabeça do estilete (região não receptiva), ainda na fase de botão em pré antese (anteras deiscentes), caracterizando a apresentação secundária de pólen. As lores produzem uma média de 36,6 µL de néctar, o qual é o único recurso para os visitantes lorais. Allamanda blanchetii é auto-incompatível e os resultados sugerem mecanismo de incompatibilidade de ação tardia. Seus atributos lorais estão relacionados com as síndromes de melitoilia e psicoilia e, de fato, os polinizadores registrados foram a abelha Eulaema nigrita Lepeletier como principal polinizador e quatro espécies de borboletas que atuam como polinizadores secundários. A ocorrência de forte hercogamia, apresentação secundária de pólen e mecanismo de auto-incompatibilidade indicam o elevado grau de especialização dos sistemas de polinização e reprodução de A. blanchetii. Palavras-chave - apresentação secundária de pólen, auto-incompatibilidade, hercogamia
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Aspectos da biologia floral e da polinização do adubo verde Mucuna pruriens (L.) DC. (Leguminosae, Faboideae)

Aspectos da biologia floral e da polinização do adubo verde Mucuna pruriens (L.) DC. (Leguminosae, Faboideae)

Na subfamília Faboideae muitas espécies apresentam flores do tipo estandarte, isto é, com cinco pétalas diferenciadas em um estandarte, duas alas e duas pétalas que formam a quilha, desta forma impedindo o livre acesso dos visitantes florais ao pólen. Este trabalho verificou e caracterizou a funcionalidade das estruturas morfológicas das flores de Mucuna pruriens (L.) DC. (Leguminosae, Faboideae) com o objetivo de relacionar com o mecanismo de abertura da flor. Em M. pruriens, o gineceu e androceu estão tensionados e confinados no interior da quilha (pétalas que se fundem), e apenas ocorre a liberação dos órgãos reprodutivos após a ativação do mecanismo explosivo de abertura da flor para liberação de pólen. No ápice da quilha, as pétalas são unidas e lignificadas apresentando uma membrana que se diferencia do tecido petalar. Mucuna pruriens apresentou um mecanismo explosivo de liberação de grãos de pólen. Apesar disso não necessita que este mecanismo seja acionado por um agente polinizador, devido a características da morfologia floral peculiares desta espécie.
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Biologia floral, ecologia da polinização e eficiência na produção de sementes de Vigna unguiculata (L.) Walp. em sistemas agrícolas

Biologia floral, ecologia da polinização e eficiência na produção de sementes de Vigna unguiculata (L.) Walp. em sistemas agrícolas

Vigna unguiculata (L.) WALP. pertence à família Fabaceae (Leguminosae) e subfamília Faboideae (Papilionoideae), apresenta distribuição cosmopolita, incluindo cerca de 600 gêneros e aproximadamente 18.000 espécies. Fabaceae é uma das maiores famílias de Angiospermas e do ponto de vista econômico, destaca-se entre as espécies cultivadas, as quais pode-se citar o feijão, amendoim e soja (Sousa and Lorenzi 2008). Podendo ser freqüentemente autógama (Pompel 1963), V. unguiculata apresenta taxa média de cruzamento natural, que pode variar de acordo com o cultivar, as condições ambientais e, mais particularmente, com a população de insetos visitantes, especialmente as abelhas, (Teofólio et al. 2001; Rizzardo 2008).
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Biologia floral e fragrâncias das flores de Passiflora L

Biologia floral e fragrâncias das flores de Passiflora L

polinizadas por aves, como P. coccinea, normalmente apresentam coronas com filamentos curtos, largos e verticais que protegem o néctar armazenado no opérculo, assim como flores vermelhas não perfumadas (ou com fragrâncias muito tênues sem função na polinização). Em concordância, foi observado que as flores de P. coccinea apresentaram uma fragrância muito sutil, quase imperceptível, constituída principalmente por substâncias alifáticas presentes também nas partes vegetativas, mais relacionadas com atração e recrutamento de formigas e outros insetos benéficos para proteger a planta da herbívora. Também foi evidenciado que a corona de P. coccinea constituiu uma barreira muito eficaz contra o roubo de néctar por parte dos insetos. Desta forma, as formigas recrutadas pelas plantas de P. coccinea aproveitam só os recursos secretados pelos nectários extraflorais na base das sépalas e pedicelos das folhas, deixando intacto o néctar da flor para os beija-flores, os quais estão perfeitamente adaptados para penetrar a corona e realizar a polinização eficientemente. Isso foi demonstrado por Varassin, Trigo e Sazima (2001) no caso de P. speciosa, espécie muito similar à P. coccinea. Entretanto, muitas das passifloras polinizadas por abelhas apresentam coronas extremamente fragrantes, com numerosos filamentos mais curtos no centro do opérculo, que junto com os filamentos mais compridos da corona, contribuem com a difusão da fragrância que a flor emite. A confluência no centro da flor constitui não só uma guia visual, mas também olfativo para os polinizadores. As espécies estudadas nesta pesquisa correspondentes nesta categoria são P. edulis, P. alata, P. quadrangularis e P. cincinnata.
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Biologia floral e sistema de polinização de Solanum stramonifolium Jacq. (Solanaceae) em remanescente de Mata Atlântica, Pernambuco.

Biologia floral e sistema de polinização de Solanum stramonifolium Jacq. (Solanaceae) em remanescente de Mata Atlântica, Pernambuco.

RESUMO – (Biologia floral e sistema de polinização de Solanum stramonifolium Jacq. (Solanaceae) em remanescente de Mata Atlântica, Pernambuco). A deiscência de anteras através de pequenos poros apicais é uma característica encontrada em várias espécies da família Solanaceae, especialmente no gênero Solanum, característica esta que restringe a polinização a um grupo de abelhas fêmeas capazes de vibrar as anteras para retirada do pólen. A fenologia, biologia floral e a polinização de Solanum stramonifolium foram estudadas entre os meses de agosto/1999 a dezembro/2000 em populações naturais ocorrentes no Parque Estadual de Dois Irmãos, um dos poucos remanescentes de Mata Atlântica localizada em Recife, Pernambuco (8°7’30”S e 34°52’30”W). Solanum stramonifolium é um arbusto com flores dispostas em inflorescências racemosas, apresentando corola branca e cinco estames de um amarelo intenso, com anteras poricidas dispostas ao redor do gineceu. A antese ocorre nas primeiras horas do dia, havendo reflexão de luz ultravioleta e presença de áreas de concentração de emissão de odor por toda a corola e na região apical das anteras. Solanum stramonifolium tem padrão de floração contínuo e apresenta flores hermafroditas (62%) e funcionalmente masculinas (38%), o que caracteriza a espécie como andromonóica. Treze espécies de abelhas foram observadas visitando as flores de S. stramonifolium (nove polinizadores e quatro pilhadores). A constante e grande produção de flores faz com que Solamun stramonifolium mantenha sua guilda de polinizadores e garanta assim a sua reprodução, sendo, ao mesmo tempo, uma importante fonte de recursos para a manutenção destas abelhas.
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Biologia floral e polinização de Casearia grandiflora, Casearia. javitensis e Lindackeria paludosa (Flacourtiaceae) na região de Manaus, AM.

Biologia floral e polinização de Casearia grandiflora, Casearia. javitensis e Lindackeria paludosa (Flacourtiaceae) na região de Manaus, AM.

Entre os visitantes de L. paludosa destacaram-se as abelhas das famílias Apidae e Halictidae, sendo M. seminigra merrillae o principal polinizador (tabela 2). As espécies de Melipona e Xylocopa sobrevoavam a planta e para a coleta de pólen pousavam nos estames, tocando as anteras com as mandíbulas e as pernas com ligeiros movimentos. Este movimento provocava uma nuvem rápida e esparsa de pólen (sem o evidente processo de vibração), icando aderido em todo o corpo. O estigma era contatado várias vezes no momento da coleta do pólen, portanto são polinizadores. Após a coleta caminhavam pelo ramo ou voavam procurando outra lor. Augochloropsis sp. (igura 7) pousava sobre os estames e coletava o pólen de cada um com as mandíbulas e os dois primeiros pares de pernas, contatando o estigma. Trigona fulviventris (igura 8), Exomalopsis sp., Scaptotrigona sp. e Stilbochlora sp., foram os visitantes menos freqüentes (igura 9). A análise das lâminas de pólen coletada das abelhas mostrou que estava presente o pólen de L. paludosa. O recurso oferecido pelas lores aos seus visitantes é o pólen. Thorp (2000) relatou que os grãos de pólen são fontes ricas em nitrogênio/proteína, vitaminas, carboidratos e lipídios onde são utilizados, principalmente, como alimento para as larvas de abelhas, moscas, besouros, vespas, pássaros e morcegos. Vários estudos feitos com outras espécies de Flacourtiaceae também citam a presença de abelhas como polinizadores (Zapata & Arroyo 1978, Bawa et al. 1985b, Kato 1996, Momose et al. 1998, Dulmen 2001).
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Rodriguezia bahiensis Rchb. f. : biologia floral, polinizadores e primeiro registro de polinização por moscas Acroceridae em Orchidaceae.

Rodriguezia bahiensis Rchb. f. : biologia floral, polinizadores e primeiro registro de polinização por moscas Acroceridae em Orchidaceae.

A deposição dos polinários em R. bahiensis pelas espécies de Acroceridae registradas pode ser considerada como mais eficiente em relação às outras espécies de polinizadores pois, embora a freqüência de visitas e o número de polinários removidos tenham sido menores, o contato dos polinários com a cavidade estigmática era mais prolongado nas moscas do que para as demais espécies, aumentando as chances de deposição dos polinários. Além disso, as duas espécies de Acroceridae registradas apresentam a porção dorsal apical do tórax proeminente, formando um escudo característico do gênero Philopota (Luz 2004), o que também auxiliou a remoção e deposição dos polinários. A taxa de formação natural de frutos de 6,57%, registrada para R. bahiensis, é inferior ao citado para outras espécies nectaríferas de Orchidaceae, exceto para Arethusa bulbosa L., com formação natural de frutos de 5% (Thien & Marcks 1972). Em geral, os níveis de frutificação registrados para outras espécies de Orchidaceae oscilam entre 16% e 52% (Thien & Marcks 1972, Smith & Snow 1976, Patt et al. 1989),
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Biologia floral e reprodutiva de Corchorus hirtus L. (Malvaceae) uma espécie de mata seca do Cerrado

Biologia floral e reprodutiva de Corchorus hirtus L. (Malvaceae) uma espécie de mata seca do Cerrado

Além da diversidade de sistemas sexuais, as plantas ao longo de sua evolução se adaptaram a diferentes formas de polinização. A polinização cruzada que envolve a transferência de pólen entre flores do mesmo indivíduo (geitonogamia) ou entre flores de indivíduos diferentes (xenogamia) e a autopolinização que envolve a fertilização a partir de junção de pólen e óvulo oriundos da mesma flor (Vieira e Fonseca 2014). A comparação entre as vantagens e desvantagens desses dois tipos de polinização é um tópico de discussão clássico dentro da biologia floral, mas não há dúvidas que a polinização cruzada produz descendentes com maior variabilidade genética. No entanto, a autopolinização pode ser uma estratégia útil quando condições ambientais são desfavoráveis, quando polinizadores estão ausentes ou em habitats extremos quando qualquer variabilidade pode modificar o arranjo de características genéticas que permite as plantas sobreviver naqueles ambientes (Lloyd e Schoen 1992; Oliveira e Maruyama 2015). Nesse sentido, o conhecimento da forma de reprodução das espécies é importante porque ela apresenta grande efeito na colonização de diferentes habitats e também na resposta das plantas às alterações ambientais.
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Polinização por vibração e sistema reprodutivo de duas espécies de Sauvagesia L. (Ochnaceae).

Polinização por vibração e sistema reprodutivo de duas espécies de Sauvagesia L. (Ochnaceae).

O comportamento dos visitantes florais foi analisado através de observações diretas no campo em um total de 284 horas, sendo 140 horas para S. erecta e 144 horas para S. sprengelii. A freqüência de visitas foi calculada em um período de nove horas consecutivas para cada espécie, sendo considerada uma visita o ato da abelha pousar na flor e realizar movimentos vibratórios. Os insetos que visitaram as flores de S. erecta e S. sprengelii foram coletados com frascos de vidro contendo acetato de etila. Posteriormente, foram montados a seco, enviados para especialistas para identificação e depositados na coleção de insetos polinizadores do Laboratório de Biologia Floral e Reprodutiva da UFPE. A disponibilidade polínica para ambas as espécies foi verificada a partir da contagem da quantidade de grãos de pólen por flor, com auxílio de câmara de Neubauer (Maêda 1985), em diferentes flores a cada duas horas, após o início das visitas (6:00 h) até o seu término (12:00 h).
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Biologia floral de cinco espécies de Passiflora L. (Passifloraceae) em mata semidecídua.

Biologia floral de cinco espécies de Passiflora L. (Passifloraceae) em mata semidecídua.

Espécies de Xylocopa, polinizadoras de P. alata, P. amethystina e P. miersii, apresentam vários atribu- tos que favorecem a polinização cruzada, tais como dimensões compatíveis com a morfologia da flor, alta freqüência de visitas, padrão de forrageamento em “linhas de captura” (Janzen 1971, Waddington 1983) e comportamento de não pousar em flores re- centemente visitadas (van der Pijl 1954, Frankie & Vinson 1977, Waddington 1983). Além disso, são abelhas muito versáteis, capazes de explorar dife- rentes tipos morfológicos de flores, como é o caso destas espécies de Passiflora e de várias outras cita- das por van der Pijl (1954). Este gênero de abelhas possui importância fundamental na polinização de Passiflora (Endress 1994). As demais abelhas de gran- de porte também tem acesso fácil ao néctar (Endress 1994), e embora pouco freqüentes, são efetivas na polinização destas espécies de Passiflora
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Inicialmente, até que as ações estejam bem delineadas, a proposta é de que seja realizada apenas uma reunião geral (Ensino Fundamental e Educação Infantil) por semestr[r]

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Biologia da polinização em Lecythidaceae.

Biologia da polinização em Lecythidaceae.

Ainda ha muito para pesquisar sobre a biologia da reprodu<;ao em Lecythidaceae. Estudos sobre compatibilidade genetic a em Lecythidaceae sao escassos. 1981), portanto[r]

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UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE PLANTAS DO CERRADO BRASILEIRO SOBRE ESPIROQUETAS DO COMPLEXO Borrelia burgdorferi sensu lato (s.l.)

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE PLANTAS DO CERRADO BRASILEIRO SOBRE ESPIROQUETAS DO COMPLEXO Borrelia burgdorferi sensu lato (s.l.)

A procura de atividade antimicrobiana em extratos vegetais face a estirpes de espécies do complexo B.burgdorferi s.l foi iniciada por Brorson e colaboradores em 2007 que demonstraram a atividade de extratos de sementes de uva contra a espécie B. afzelii. Em 2011, Liebold e colaboradores também comprovaram a eficácia de extratos apolares de raízes da planta Dipsacus sylvestris face à espiroqueta B. burgdorferi s.s.. Recentemente outros autores apostaram em 15 fitoquímicos contra as espécies B. burgdorferi s.s. e B. garinii, tendo sido demonstrada a eficácia de dois deles (baicaleína e monolaurina) contra três (3) formas morfológicas (espiroquetas, formas latentes arredondadas e biofilme) (Brorson et al., 2007; Liebold et al., 2011; Goc et al., 2015). Até à data não se conhecem mais estudos realizados no âmbito da utilização de extratos vegetais com ação antimicrobiana contra as referidas espiroquetas.
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DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

Nessa reportagem, dez instituições mineiras apresentaram os valores investidos, no período de um ano, na política de assistência (quatro dessas universidades compõem as instituições pesquisadas e relatadas nesse estudo, sendo: UFOP, UFV, UFU e UFLA) e reforçaram a necessidade urgente de ampliação de recursos para manter os programas existentes. A maioria afirmou necessitar do dobro de recursos financeiros para manter suas políticas. O reitor da Universidade Federal de Ouro Preto, João Luiz Martins, explica que a instituição, que é referência em assistência estudantil, já não consegue manter suas ações utilizando somente os recursos provenientes do PNAES e necessita complementar as ações com outras verbas (OLIVEIRA e SARAPU, 2012). Na mesma reportagem o representante da política de Assistência da Universidade Federal de Uberlândia, o Pró-Reitor de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis, afirmou que se preocupa seriamente com os recursos e já visualiza, para o ano de 2013, a necessidade de cortar projetos na área por falta de recursos financeiros. A Universidade Federal de Juiz de Fora, instituição também mencionada na notícia, afirma, por meio da Pró-Reitora de Assuntos Estudantis, que o quadro da instituição é excepcionalmente diferente do quadro nacional, já que a universidade consegue aportar os recursos para atender a todos os alunos de baixa renda (OLIVEIRA e SARAPU, 2012).
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Biologia floral e polinização de Manihot Mill.  (Euphorbiaceae), com ênfase em duas espécies do Cerrado

Biologia floral e polinização de Manihot Mill. (Euphorbiaceae), com ênfase em duas espécies do Cerrado

The species of the genus Manihot, whose M. esculenta is of nutritional importance, are poorly known about their reproductive biology. In this dissertation we investigated floral and reproductive characters and plant-pollination interactions in Manihot, focusing on species of the Cerrado, a biome with priority area for conservation of the genus. In the first chapter, we compared species with restricted distribution in the Cerrado to more widely distributed species. We revealed the occurrence of osmophores, scent glands, in the flowers of all 16 species analyzed. The structures of the floral glands were conserved and applying histochemical tests in three species, we identified compounds that potentially contribute to the protection of the flowers and attraction of pollinators (terpenes). The endemic species of the Cerrado differed in the design of the female flower and morphology of osmophores, indicating greater diversification in this biome. In the second chapter, we demonstrated in two Cerrado Manihot species, reproductive systems that depend on pollinators for seed formation. Various functional groups of insects acted as pollinators, but the species can manifest floral characteristics, such as low concentration of nectar, resulting in the restriction of certain visitors. The two species differ in the main pollinators (bees versus ants and flies) and, regardless of the generalist pollination system, we evidenced floral filters. Additionally, monoecy limits the possibilities of infrequent visitors to pollinate due to the low number of female flowers. In conclusion, despite having conservative floral traits, Manihot species can differ in their pollination biology, tending to depend on more abundant groups of insects for reproductive success.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MARÍLIA ROMEIRO VITT

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MARÍLIA ROMEIRO VITT

Desse modo, tomando como base a estrutura organizacional implantada nas SREs do Estado de Minas Gerais, com a criação da Diretoria de Pessoal, esta pesquisa permitirá que [r]

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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

A SEE/MG, por meio das Superintendências Regionais de Ensino, fez um levantamento do número de gestores que não possuem essa formação na rede e a SEE/MG junto com as prefeituras realizou convênios de colaboração mútua em que cada órgão municipal indica os profissionais que devem participar da formação continuada. Desse modo, ocorrem as inscrições em formulário próprio, conforme o referido edital. Para a modalidade EAD, o público alvo é formado por dois servidores da rede estadual e quatro da rede municipal que integram o Programa Travessia. Na rede estadual, é o diretor ou coordenador, necessariamente, e vice-diretor, preferencialmente, que possuem aprovação na Certificação Ocupacional de Dirigente Escolar 5 , ou, na falta destes, o Especialista em Educação Básica. Já na rede municipal, é o Secretário Municipal de Educação, diretor de escola, vice-diretor e coordenador de escola e/ou especialista em Educação Básica. Na modalidade on- line são três servidores por escola estadual: necessariamente, diretor e vice-diretor e, preferencialmente, o que possua aprovação na Certificação Ocupacional de Dirigente Escolar e o especialista em educação básica.
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Síndromes de polinização das espécies arbóreas em um fragmento de Mata Atlântica, Alagoas, Brasil / Pollination syndromes of tree species in an Atlantic Forest fragment, Alagoas, Brazil

Síndromes de polinização das espécies arbóreas em um fragmento de Mata Atlântica, Alagoas, Brasil / Pollination syndromes of tree species in an Atlantic Forest fragment, Alagoas, Brazil

Observa-se nos resultados que a ocorrência de polinização por anemofilia, esta polinização se dá, geralmente quando a espécie possui poucos atributos florais atrativos aos polinizadores e utiliza-se do vento para perpetuar suas espécies. De acordo com estudos a proporção das síndromes encontradas em fragmentos de Mata Atlântica por GIRÃO (2006) são em maior parte de espécies que são polinizadas por insetos de pequeno porte, dentre eles: abelhas, moscas, mariposas e vespas.

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SISTEMA ANUAL DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SISTEMA ANUAL DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

As FAPs recebem denominações específicas de acordo com o estado: FAPEMIG, FAPESP, FAPERJ, etc.[r]

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