Top PDF BIOLOGIA FLORAL DE Mauritia flexuosa LIN. FIL, NA REGIÃO DE MANAUS, AM, BRASIL.

BIOLOGIA FLORAL DE Mauritia flexuosa LIN. FIL, NA REGIÃO DE MANAUS, AM, BRASIL.

BIOLOGIA FLORAL DE Mauritia flexuosa LIN. FIL, NA REGIÃO DE MANAUS, AM, BRASIL.

A diversidade e o tamanho dos insetos visitantes de Mauritia flexuosa torna difícil o reconhecimento do seu polinizador, mas pela freqüência em que eles ocorrem nas flores estami- na[r]

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Biologia floral e polinização de Casearia grandiflora, Casearia. javitensis e Lindackeria paludosa (Flacourtiaceae) na região de Manaus, AM.

Biologia floral e polinização de Casearia grandiflora, Casearia. javitensis e Lindackeria paludosa (Flacourtiaceae) na região de Manaus, AM.

RESUMO – (Biologia loral e polinização de Casearia grandilora, Casearia javitensis e Lindackeria paludosa (Flacourtiaceae) na região de Manaus, AM). A biologia loral, polinização e sistema reprodutivo de Casearia grandilora Cambess., C. javitensis Kunth e Lindackeria paludosa (Benth.) Gilg foram estudados no campus da Universidade Federal do Amazonas, Manaus, Brasil (03°04’34” S e 59°57’50” W), durante o período de novembro 2003 a dezembro 2004. Foram realizadas observações sobre morfologia, biologia loral e visitantes lorais. O sistema reprodutivo e o sucesso reprodutivo foram determinados através de polinizações experimentais no campo. As lores são hermafroditas ou estaminadas em Lindackeria paludosa e hermafroditas nas espécies de Casearia que emitem um odor adocicado durante a antese e cujo pólen possui alta fertilidade. As lores de Lindackeria paludosa e Casearia javitensis abrem durante a manhã, enquanto que as de Casearia grandilora abrem durante a noite. Os principais polinizadores são moscas da família Syrphidae em espécies de Casearia e abelhas das famílias Apidae e Halictidae em L. paludosa. Os resultados das polinizações manuais indicam que Casearia grandilora e Lindackeria paludosa são espécies autocompatíveis, ao contrário de Casearia javitensis, que é autoincompatível. As espécies apresentaram um alto potencial reprodutivo, mas baixo sucesso reprodutivo pré-emergente.
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Biologia floral de Solanum sessiliflorum Dun. Var. sessiliflorum, na região de Manaus, AM.

Biologia floral de Solanum sessiliflorum Dun. Var. sessiliflorum, na região de Manaus, AM.

Further observations on bees which take pollen from plants of the genus Solanum.. Agricultural Research Service, United States Department of Agriculture.[r]

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Dispersão de Solanum spp. (Solanaceae) por morcegos, na região de Manaus, AM, Brasil.

Dispersão de Solanum spp. (Solanaceae) por morcegos, na região de Manaus, AM, Brasil.

(Guttiferae). Sementes das duas espécies estudadas de Solanaceae foram freqüente- mente observadas em fezes de morcegos, encontradas sobre a vegetação das margens dos[r]

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CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS NA REGIÃO DE MANAUS - AM.

CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS NA REGIÃO DE MANAUS - AM.

O estudo de bacias hidrográficas possui múltiplas finalidades e vem sendo muito utilizado no Brasil para estudos ambientais e planejamento territorial. A averiguação de padrões morfométricos em uma bacia hidrográfica, amplia o conhecimento sobre a bacia e fornece dados numéricos que quantificam as informações. É fundamental em estudos mais detalhados e subsidia, de forma mais concreta, estudos ambientais, hidrológicos e de planejamento, além de auxiliar futuras intervenções humanas que possam ocorrer na bacia ou em algum canal fluvial. Diante dos resultados obtidos, foi verificado que as bacias hidrográficas do Tarumã-Açu e Puraquequara, no município de Manaus-AM, podem ser classificadas como grandes quanto à área. Naturalmente, as bacias hidrográficas estudadas não são tão influenciadas pelas enchentes, são pouco dissecadas e com baixa declividade, o que resultará em uma resposta hidrológica lenta, com redução dos picos de enchente.
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Tendências de índices de extremos climáticos para a região de Manaus-AM.

Tendências de índices de extremos climáticos para a região de Manaus-AM.

A alta variabilidade da precipitação na Amazônia resulta em eventos de completa inundação da bacia amazônica a secas severas (por exemplo, a ocorrida no ano de 2005 e estudada por Marengo et al. 2008). As causas desses eventos têm sido relacionadas aos anômalos aquecimentos e resfriamentos das águas dos Oceanos Pacífico e Atlântico. Haja vista que as TSMs são importantes para a manutenção do clima global, especialmente nos trópicos devido à atmosfera ser sensível às condições das superfícies oceânicas e continentais, que influencia grandemente a variabilidade do clima (Yoon e Zeng 2010). Kousky et al. (1984) e Ropelewski e Halpert (1987) mostraram que a precipitação na parte norte da Amazônia e Nordeste do Brasil muda significativamente dependendo da fase do fenômeno ENOS. Recentemente, tem sido documentado que as TSMs do Oceano Atlântico tem um papel na variabilidade do balanço hídrico sobre a América do Sul, influenciando na localização da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) (Ronchail et al. 2002). Nos últimos anos têm surgido mais evidências de que a influência do Atlântico poderia se estender até a Bacia Amazônica, e a inclusão das TSMs do Atlântico no estudo da Bacia Amazônica pode levar a uma melhor previsão das descargas dos rios sobre a parte mais ao sul da bacia. Assim sendo, é necessário se entender a conexão entre as precipitações na Amazônia e as TSMs do Atlântico, bem como a sua relação com a atividade do ENOS (Yoon e Zeng 2010)
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Soroprevalência para hepatite A e hepatite B em quatro centros no Brasil.

Soroprevalência para hepatite A e hepatite B em quatro centros no Brasil.

Entre abril de 1996 e maio de 1997 foi realizado um estudo soroepidemiológico, transversal, multicêntrico e baseado na população em 6 países latino-americanos: Brasil, Argentina, Chile, República Dominicana, México e Venezuela. No Brasil, os locais do estudo situavam-se na região Norte (Manaus, AM), na região Nordeste (Fortaleza, CE), na região Sudeste (Rio de Janeiro e Nova Friburgo, RJ) e na região Sul (Porto Alegre, RS). Foram incluídos no estudo voluntários de ambos os sexos, entre 1 e 40 anos de idade. No Amazonas, os indivíduos foram recrutados em vilas não atingidas pela vacinação contra hepatite B. Voluntários da comunidade, de Universidades e de escolas foram recrutados em Fortaleza. No Estado do Rio de Janeiro, foram incluídos no estudo voluntários recrutados na comunidade, em Universidades, escolas, ambulatórios, consultórios e entre doadores de sangue. Voluntários da comunidade e de escolas participaram do estudo em Porto Alegre. Indivíduos com renda familiar mensal inferior a 3 salários mínimos foram classificados como pertencentes a classe sócio-econômica baixa e aqueles com renda igual ou superior a 3 salários mínimos foram incluídos na classe sócio- econômica média/alta.
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Efeitos da ocupação urbana sobre a macrofauna de invertebrados aquáticos de um Igarapé da cidade de Manaus/AM - Amazônia Central.

Efeitos da ocupação urbana sobre a macrofauna de invertebrados aquáticos de um Igarapé da cidade de Manaus/AM - Amazônia Central.

a ecologia da comunidade de Odonata (Insecta-Hemimetabola) no igapó e em riachos de terra-firme, na região de Manaus (AM-Brasil). Dissertação de . Mestrado. Instituto Nacional de Pesq[r]

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Mudanças na estrutura da vegetação lenhosa em três porções da mata de galeria do Córrego Bacaba (1999-2006), Nova Xavantina-MT.

Mudanças na estrutura da vegetação lenhosa em três porções da mata de galeria do Córrego Bacaba (1999-2006), Nova Xavantina-MT.

Convém salientar que, na porção do baixo, a expressiva mudança de posições hierárquicas registrada na maioria das espécies, em comparação com as porções do alto e do meio, também pode estar sendo ocasionada por distúrbios ligados às inundações e ao afloramento do lençol freático no período chuvoso (MARIMON et al., 2003). Rodrigues (2000) apresentou a elevação do curso d’água e, ou, do lençol freático como um processo de perturbação natural nas formações ribeirinhas, tornando mais complexa a dinâmica sucessional dessas áreas, pois esses fatores podem causar alterações decorrentes da deposição de sedimentos, soterramento ou retirada da serapilheira e do banco de sementes. Esse autor observou ainda que as espécies apresentam performance diferencial ao encharcamento sazonal, tal como observado em Mauritia flexuosa, espécie de maior importância nessa porção e típica de áreas alagadas.
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

A evolução das emissões brasileiras de GEE em relação à dinâmica das emissões glo- bais pode ser dividida em quatro fases: entre 1990 e 1997 as emissões totais no Brasil cresceram em um ritmo maior que as emissões globais; já no período entre 1998 e 2004 as emissões cresceram num ritmo similar ao das emissões globais e, após 2005, elas se descasam das emissões globais e apresentam uma forte redução, enquanto no resto do mundo elas crescem. Um quarto período parece se formar após 2009 – curio- samente, após o lançamento da Politica Nacional de Mudanças Climáticas: desde então as emissões pararam de cair e têm-se mantido relativamente estáveis no entorno de 1,8 a 1,9 GtCO 2 e de emissões brutas e entre 1,3 e 1,4 GtCO 2 e emissões líquidas. Nos últimos anos, as emissões globais também passaram a desacelerar e podem estar pró- ximas de atingir o seu pico, ao redor de 56 GtCO 2 e.
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Thermodynamic properties of Buriti (Mauritia flexuosa) tree gum

Thermodynamic properties of Buriti (Mauritia flexuosa) tree gum

Based on the behavior of the curves (Figure 1), all isotherms are classified as type OO (sigmoid-like isotherms) (Brunauer et al., 1940) and, in particular, they were more consistent with Langmuir-like type-OO isotherms according to the quantitative criterion proposed by Yanniotis & Blahovec (2009). Type-OO behavior was observed by Torres et al. (2012) for adsorption isotherms of carboxymethyl cellulose, guar gum, locust gum, tragacanth gum, and xanthan gum at different temperatures (20-65 °C). Melo et al. (2011) also observed type-OO sorption isotherms for the skin, pulp, and fibrous part of buriti (Mauritia flexuosa).
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Atividade antibacteriana e cicatrizante do óleo de buriti Mauritia flexuosa L..

Atividade antibacteriana e cicatrizante do óleo de buriti Mauritia flexuosa L..

O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antibacteriana in vitro e cicatrizante do óleo de buriti (M. flexuosa) em feridas realizadas em ratos (Rattus norvegicus albinus). Para a avaliação antibacteriana in vitro, foram utilizados cinco patógenos bacterianos incluindo espécies gram- positivas e espécies gram-negativas mediante o uso do método de difusão em ágar. Para a avaliação da atividade cicatrizante, foram utilizados 40 ratos da linhagem Wistar, divididos em dois grupos: o grupo I, composto por 20 ratos com feridas cutâneas, tratados com aplicação tópica do creme base com 10% de óleo de buriti, e o grupo II, controle, com o mesmo número de animais que receberam a aplicação tópica do creme base. A aplicação do produto foi realizada em feridas padronizadas, circulares de 1cm de diâmetro na região dorsolombar. As avaliações clínica, morfométrica e histopatológica das feridas foram realizadas no 3 o , 7 o , 14 o e
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Em meados da década de 80 até 1995 observa-se um maior distanciamento do cresci- mento da população com escoadouro e das emissões de GEE, decorrente principalmen- te da desestruturação do modelo financeiro do Planasa, que provocou o crescimento no déficit absoluto nos serviços de saneamento básico (ARAÚJO FILHO, 2008). Durante a primeira metade dos anos de 1990, foram criados diferentes programas para moder- nização e reestruturação institucional do setor, que impactaram positivamente na di- minuição gradativa do déficit absoluto de esgotamento sanitário (ARAÚJO FILHO, 2008). Consequentemente, foi observado um crescimento acentuado nas emissões de CO 2 e. Atualmente, os marcos regulatórios do setor são a Lei 11.445 de 5 de janeiro de 2007 e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). De acordo com a referida lei, o pla- nejamento integrado, a regulação, a cooperação federativa e o controle social impul- sionarão o setor de saneamento, focando estrategicamente no futuro. O Brasil ainda convive com as consequências de um atraso histórico nas infraestruturas de sanea- mento básico, principalmente quanto ao abastecimento de água e índices de cobertura e tratamento de águas residuais.
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Quebra de dormência, viabilidade e conservação de sementes de buriti (Mauritia flexuosa).

Quebra de dormência, viabilidade e conservação de sementes de buriti (Mauritia flexuosa).

dos primórdios da plúmula, o que se caracterizou pelo aparecimento de uma pequena protuberância em forma de cone, na região opercular. Esta protuberância continuou a crescer nas semanas seguintes, até que, por volta da quarta semana, as plúmulas já se encontravam com mais de 5 cm de compri- mento. Após seis semanas de cultivo, as plúmulas alcançaram o desenvolvi- mento completo, atingindo 15 a 20 cm de comprimento. O início do crescimen- to das raízes foi observado a partir da quarta semana de cultivo e o desenvol- vimento completo, ao final de dois meses.

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Biodisponibilidade dos Carotenóides do Buriti (Mauritia flexuosa l.) em Ratos.

Biodisponibilidade dos Carotenóides do Buriti (Mauritia flexuosa l.) em Ratos.

1200 ER/kg oriunda do palmitato de retinila), Grupo Controle 2400 (ração completa à base de case/na com adição de 2400 ER/kg oriunda do palmitato de retinila), Grupo Buriti 1200 (raç[r]

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DESENVOLVIMENTO DE UM CREME À BASE DE ÓLEO DE BURITI (Mauritia flexuosa)

DESENVOLVIMENTO DE UM CREME À BASE DE ÓLEO DE BURITI (Mauritia flexuosa)

A análise macroscópica do creme permitiu verificar que o produto apresenta um aspecto cremoso, de cor alaranjada (Figura 1) e odor característicos do buriti. A textura é agradável, uniforme e de bom espalhamento. As características organolépticas são bons indicativos para avaliar se as formas farmacêuticas apresentam ou não alterações na qualidade do produto. Além de permitirem avaliar, de imediato, o estado da amostra em estudo, com o objetivo de verificar alterações como separação de fases, precipitação e turvação, possibilitando o reconhecimento primário do produto (BRASIL, 2008).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

Avaliando as ações do macro sistema na implantação da política da HTP, três dos gestores entrevistados avaliaram positivamente as ações da SEDUC/AM. Para o então gestor da pasta, apesar da demora para a implantação, houve rapidez no processo inicial assim como capacidade de diálogo com a categoria para implantação da política de forma gradativa. Na visão do ex-diretor, se referindo à formulação da IN sobre HTP, também acredita que a normativa foi bem trabalhada pelo macro sistema, pois envolveu a participação de diversos setores da SEDUC/AM responsáveis (direta ou indiretamente) pela política, incluindo as coordenadorias enquanto unidades intermediárias. A assessora técnica do DGP, na questão do atendimento integral da HTP na jornada acredita que o macro sistema fez sua parte. Contudo, acredita que falta um maior envolvimento das equipes gestoras das escolas, na hora da organização dessa jornada, pois frequentemente recebem denúncias de professores quanto ao não cumprimento do 1/3 para HTP.
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Influência das condições do habitat sobre a estrutura de herbáceas aquáticas na região do Lago Catalão, Manaus, AM.

Influência das condições do habitat sobre a estrutura de herbáceas aquáticas na região do Lago Catalão, Manaus, AM.

Na Amazônia, as herbáceas aquáticas são encontradas em todas as tipologias de água, mas sua abundância pode ser influenciada pelas condições limnológicas de cada ambiente. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a influência das condições do habitat sobre a estrutura de herbáceas aquáticas na região do Lago Catalão, Manaus, AM. Foram avaliadas sete transecções em ambientes de água branca (AB), nove em água decantada (AD) e sete em água mista (AM). Em cada transecção foram identificadas as herbáceas aquáticas, estimada a área de cobertura relativa, calculada a frequência de ocorrência e avaliadas as variáveis turbidez, condutividade elétrica, pH e profundidade. A variação na profundidade indicou que os ambientes de AD e AM eram mais profundos do que AB, já águas mais ácidas e com menor condutividade foram registradas na AM. Foram registrados 32 táxons de herbáceas aquáticas sendo as espécies mais frequentes Paspalum repens, Salvinia auriculata, Pistia stratiotes e Lemna valdiviana. Entre as espécies levantadas, 50% foram comuns aos três ambientes. Por outro lado, algumas espécies ocorreram exclusivamente em ambientes de AB, em AD e em AM. Na AB foram mais frequentes as formas flutuantes, que também apresentaram a maior cobertura neste ambiente; na AD e na AM as emersas apresentaram maior frequência e cobertura. A AM apresentou maior riqueza de herbáceas aquáticas em relação aos demais ambientes. As variações registradas indicam que as condições limnológicas dos rios de água branca e preta podem determinar a estrutura da comunidade de herbáceas aquáticas, mesmo em pequenas escalas espaciais.
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OS EFEITOS DA IMPLEMENTAÇÃO DAS COORDENADORIAS DISTRITAIS DE EDUCAÇÃO NA GESTÃO DAS ESCOLAS ESTADUAIS DA ZONA NORTE DE MANAUS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS EFEITOS DA IMPLEMENTAÇÃO DAS COORDENADORIAS DISTRITAIS DE EDUCAÇÃO NA GESTÃO DAS ESCOLAS ESTADUAIS DA ZONA NORTE DE MANAUS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Manaus, possuem 52 escolas e uma demanda de matriculas de mais de 100 mil alunos. As escolas que compõem a CDE6 estão situadas no Bairro da Cidade Nova e adjacências e tem sob sua jurisdição as seguintes; Homero de Miranda Leão; Ernesto Pinho Filho; Maria do Céu, Dr José Milton Bandeira; Julio Cesar de Moraes Passos; Des. André Araujo; Escola Militar Marcantônio Vilaça II; Escola Marcantônio Vilaça ; Hilda Tribuzzi; Aldeia do Conhecimento Ruth Prestes; Senador João Bosco; Arthur Soares Amorim; Dom Milton; Osmar Pedrosa; Lenina Ferraro; Cid Cabral; Francisca de Paula; Leticio de Campos; Juracy Batista; Dom João, Sebastiana Braga; Juracy Batista e Raimunda Holanda.
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Tinea pedis na cidade de Manaus - AM, Brasil.

Tinea pedis na cidade de Manaus - AM, Brasil.

Na Tabela 1 estão referidos os dados relativos a faixa etária, tempo de evolução, em correlação com as localizações por segmento podai: plantar, interdigital, dorso,plan tar e interdig[r]

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