Top PDF BIOLOGIA DE Nystalea nyseus (CRAMER, 1775) (LEPIDOPTERA: NOTODONTIDAE) EM FOLHAS de Eucalyptus urophylla.

BIOLOGIA DE Nystalea nyseus (CRAMER, 1775) (LEPIDOPTERA: NOTODONTIDAE) EM FOLHAS de Eucalyptus urophylla.

BIOLOGIA DE Nystalea nyseus (CRAMER, 1775) (LEPIDOPTERA: NOTODONTIDAE) EM FOLHAS de Eucalyptus urophylla.

Nos segundo e terceiro estádios as lagartas são muito semelhantes às do estádio anterior, porém, apresentam espiráculos pretos com peritrema de tonalidade mais clara que o corpo e na[r]

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Aspectos biológicos e morfológicos de Mimallo amilia (Lepidoptera: Mimallonidae) em folhas de Eucalyptus urophylla.

Aspectos biológicos e morfológicos de Mimallo amilia (Lepidoptera: Mimallonidae) em folhas de Eucalyptus urophylla.

Mimallo amilia Cramer (Lepidoptera: Mimallonidae) foi relatada alimentando-se de plantas da família Myrtaceae como Myrciaria dubia, conhecida como camucamuzeiro, que é explorado na região amazônica por apresentar alto teor de ácido ascórbico em seus frutos e utilizada na agroindústria e indústria farmacêutica de países como Japão, França e Estados Unidos (RIBEIRO et al., 2002). Além disso, esse lepidóptero foi relatado como praga secundária de Eucalyptus urophylla em Três Marias, Minas Gerais (PEREIRA et al., 2001; ZANUNCIO et al., 1994a), e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos incluiu essa espécie na categoria 1, como uma das pragas de eucalipto sem ocorrência nesse país (KLIEJUNAS et al., 2001). Isso mostra a importância de se conhecer a biologia de M. amilia visando evitar surtos populacionais desse lepidóptero em plantios de eucalipto, pois a presença de ovos ou mesmo partes desse inseto poderá impedir a exportação de material florestal. A ocorrência, quantificação e catalogação de lepidópteros associados aos plantios de eucalipto foram feitas em diversas regiões do Brasil (ZANUNCIO et al., 1994a). Além disso, tem-se estudado a biologia desses insetos alimentando-se de eucalipto (ZANUNCIO et al., 1990, 1992a, 1994b, 1997, 1998; SANTOS et al., 1998). Por isso, é necessário estudar a biologia e a morfologia, além do comportamento das fases larval e adulta de espécies-praga como M. amilia para a correta identificação e avaliação do potencial de dano de espécies desse grupo em surtos nos plantios de eucalipto.
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Desenvolvimento de Thyrinteina arnobia Stoll (Lepidoptera: Geometridae) em folhas de Eucalyptus urophylla e Psidium guajava.

Desenvolvimento de Thyrinteina arnobia Stoll (Lepidoptera: Geometridae) em folhas de Eucalyptus urophylla e Psidium guajava.

Segundo Penfold & Willis (1961), a maioria das espécies de eucalipto possuem compostos secundários, principalmente óleos essenciais, além de fenóis, incluindo o tanino (Hills 1966, Fox & Macauley 1977) que podem ser deletérios à biologia dos insetos. A duração do período larval de fêmeas foi maior que a de machos, principalmente na dieta com goiaba. Isto pode ser devido ao fato de elas necessitarem de alimento por maior período, para acúmulo de energia e formação de suas estruturas reprodutivas. Esses resultados são explicados por Slansky & Scriber, citados por Panizzi & Parra (1991) ao afirmarem que fêmeas, pela sua atividade reprodutiva, são geralmente maiores e com período larval mais longo, o que as leva a terem um ínstar adicional. Berti Filho (1974) obteve período médio de 36,8 dias para a fase larval de T. arnobia em folhas de Eucalyptus spp., a 25°C, fotofase de 14 h e UR de 70%, sem referir-se à duração, em separado, para machos e fêmeas. Macedo (1975) encontrou duração de 35 a 40 dias para a fase larval desse inseto, em povoamentos de eucalipto. Esses resultados aproximam-se do obtido para lagartas alimentadas com folhas de E. urophylla.
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Registro de Nystalea nyseus (CRAMER, 1775) em Eucalyptus saligna Smith no Estado do Rio Grande do Sul.

Registro de Nystalea nyseus (CRAMER, 1775) em Eucalyptus saligna Smith no Estado do Rio Grande do Sul.

Visualizou-se a campo árvores totalmente infestadas, apresentando grande quantidade de lagartas subindo pelo tronco no sentido da base para o ápice. O dano de lagartas de N. nyseus caracteriza- se pelo consumo de folhas de eucalipto, no sentido do pecíolo para a margem, e, em caso severo, pode restar apenas a nervura central. Além disso, o ataque ocasiona queda prematura de folhas o que pode comprometer o volume de madeira.

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Acúmulo de ácido oxálico e cristais de cálcio em ectomicorrizas de eucalipto.: II- formação de cristais de oxalato de cálcio induzida por fungos ectomicorrízicos em raízes laterais finas.

Acúmulo de ácido oxálico e cristais de cálcio em ectomicorrizas de eucalipto.: II- formação de cristais de oxalato de cálcio induzida por fungos ectomicorrízicos em raízes laterais finas.

Foram observados quatro morfotipos de ectomicorriza no topo (Figura 2) e na encosta (Figura 3) e dois na baixada (Figura 4). As ectomicorrizas associadas ao eucalipto apresentaram forma variada, sem pelos radiculares e com manto recobrindo a superfície. Os 10 morfotipos de ectomicorriza relatados ilustram a diversidade de FEM que interage com as raízes da planta hospedeira na área estudada. Giachini et al. (2000) descreveram 49 espécies de FEM em plantações de Pinus sp. e Eucalyptus sp. no Estado de Santa Catarina e, recentemente, Campos (2004) observou 20 morfotipos

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Propagação clonal de eucalipto em ambiente protegido por estufins: produção, ecofisiologia e modelagem do crescimento das miniestacas

Propagação clonal de eucalipto em ambiente protegido por estufins: produção, ecofisiologia e modelagem do crescimento das miniestacas

A grande variação das condições ambientais impostas pela maior sazonalidade climática observada em algumas regiões do Brasil tem efeito sobre a indução nos processos rizogênicos dos propágulos vegetativos. Portanto, a época de coleta do material vegetal deve ser considerada para a obtenção de resultados satisfatórios no processo de clonagem (HARTMANN et al., 2002). BRONDANI et al. (2010) verificaram diferentes respostas na sobrevivência e enraizamento de estacas de Eucalyptus benthamii x Eucalyptus dunnii em função das distintas estações do ano.
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Efficient Regeneration of Eucalyptus urophylla × Eucalyptus

Efficient Regeneration of Eucalyptus urophylla × Eucalyptus

et al. 2005; Sartoretto et al. 2002). However, very few studies have reported successful regeneration of E. urophylla ×E. grandis. Synthetic phenylurea derivatives are potent plant growth regulators and exhibit cytokinin-like activity in various culture systems (Carra et al. 2006; Chung et al. 2007; Khan et al. 2006; Ricci et al. 2005; Turker et al. 2009). Among them, N-phenyl-N’-[6-(2- chlorobenzothiazol)-yl] urea (PBU; Fig. 1) was

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Madeira de Eucalyptus camaldulensis Dehnh e Eucalyptus urophylla S.T. Blake visando seu uso na indústria moveleira

Madeira de Eucalyptus camaldulensis Dehnh e Eucalyptus urophylla S.T. Blake visando seu uso na indústria moveleira

As espécies do gênero Eucalyptus se comportam como árvores de múltipla utilização, apresentando, além da alta produtividade, capacidade de rebrota, copa relativamente rala, permitindo a penetração de luz. Mediante o controle adequado da densidade e plantio de eucalipto, pode-se obter um retorno econômico significativo, através do consórcio com culturas agrícolas (SILVA, 2001). Segundo Silva (2004), o sistema agroflorestal ou agrossilvicultural apresenta grandes vantagens em relação aos sistemas convencionais de uso da terra, permitindo maior diversidade e sustentabilidade. Ecologicamente, a coexistência de mais de uma espécie numa mesma área permite uma melhor utilização da água e dos nutrientes. Por conseguinte, a madeira resultante é de excelente qualidade, sem restrições de uso.
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ANÁLISE DAS PROPRIEDADES DA MADEIRA E DO CARVÃO VEGETAL DE HÍBRIDOS DE EUCALIPTO EM TRÊS IDADES.

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES DA MADEIRA E DO CARVÃO VEGETAL DE HÍBRIDOS DE EUCALIPTO EM TRÊS IDADES.

ABSTRACT: In the present studied was investigated hybrids of Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla in three different ages. Wood and charcoal characteristics as well as the influence of wood characteristics on the charcoals produced were evaluated. Chemical analyzes (extractives, lignin, ash, elemental analysis), basic density and calorific value - PCS were performed for wood. The charcoals were produced in a muffle type furnace with a heating rate of 1.67 °C.min -1 and an end temperature of 450 °C. Volatile material

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Plano de Gestão de Resíduos Hospitalares em Centros de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Plano de Gestão de Resíduos Hospitalares em Centros de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Nesse sentido, deve constar a defi nição das responsabilidades, dos deveres e dos códigos de boa prática, para os diferentes grupos profi ssionais que, trabalhando diariamente no CS/ES[r]

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Organogênese in vitro a partir de explante caulinar na regeneração de clones de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden X E. urophylla S. T. Blake.

Organogênese in vitro a partir de explante caulinar na regeneração de clones de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden X E. urophylla S. T. Blake.

Foram utilizados três clones híbridos de Eucalyptus grandis provenientes das empresas V&M Florestal Ltda. (clone 1 = híbrido de Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis) e Celulose Nipo-Brasileira S.A. – CENIBRA (clones 2 e 3 = híbrido de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla). Esses clones foram inici- almente propagados vegetativamente por estaquia e introduzidos em laboratório de cultura de tecidos pela técnica de micropropagação via gemas axilares, os quais passaram por sucessivos subcultivos na fase de multiplicação, visando ao seu rejuvenescimento. Os clones 1, 2 e 3 encontravam-se em banco clonal nos subcultivos 25 o , 19 o e 22 o , respectivamente, quando
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Enraizamento de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla pela ação de peróxido de hidrogênio, quercetina e ácido indolbutírico

Enraizamento de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla pela ação de peróxido de hidrogênio, quercetina e ácido indolbutírico

Não foram encontradas diferenças estatísticas significativas para a poliamina oxidase em folhas (Tabela 8). Em raízes de eucaliptos, a atividade da PAO foi reduzida no tratamento com quercetina e peróxido associados ao IBA. Diversos relatos mostram o envolvimento de das PAO no desenvolvimento e interações do estresse (MOSCHOU et al., 2013). As poliaminas oxidases (PAOs) são responsáveis pela degradação de poliaminas, que por sua vez, tem influência em diferentes aspectos do desenvolvimento radicular, tais como aumento da atividade meristemática, alongamento, formação de raízes laterais e adventícias vêm sendo abordadas em diversos estudos (COUEÈ et al., 2004). Entretanto, esse efeito não pode ser relacionado com as plantas utilizadas, já que não apresentaram alteração em função dos tratamentos. Geralmente, uma taxa baixa de catabolismo de poliaminas ocorre em folhas jovens e em expansão, assim como nos ápices (PASCHALIDIS & ROUBELAKIS- ANGELAKIS, 2005).
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Seletividade alimentar e influência da idade da folha de Eucalyptus SPP. para Thyrinteina Arnobia (Lepidoptera: Geometridae).

Seletividade alimentar e influência da idade da folha de Eucalyptus SPP. para Thyrinteina Arnobia (Lepidoptera: Geometridae).

RESUMO - Thyrinteina arnobia (Stoll, 1782) (Lepidoptera: Geometridae) é considerada uma das mais sérias pragas do eucalipto no Brasil. Este trabalho foi realizado com o objetivo de estudar a preferência alimentar de T. arnobia em seis espécies de eucalipto e a influência da idade foliar sobre a seleção hospedeira, utilizando-se folhas jovens e velhas de Eucalyptus grandis, Eucalyptus camaldulensis, Eucalyptus saligna, Eucalyptus citriodora, Eucalyptus robusta e Eucalyptus cloeziana. Lagartas de T. arnobia alimentadas na geração anterior com folhas de E. grandis preferiram folhas jovens de E. grandis e E.cloeziana, enquanto as alimentadas com E. saligna, na geração anterior, preferiram folhas velhas de E. grandis. A espécie preferida por lagartas de T. arnobia foi E. grandis, observando-se, também maior preferência por folhas jovens que por folhas velhas nas espécies utilizadas nos testes. Termos para indexação: lagarta-desfolhadora, eucalipto, seleção hospedeira.
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Inibidor de Tripsina em Raízes de Eucalyptus urophylla

Inibidor de Tripsina em Raízes de Eucalyptus urophylla

RESUMO As raízes de eucalipto (Eucalyptus urophylla) podem estar associadas a fungos como Pisolithus tinctorius, formando uma simbiose conhecida como ectomicorriza, mas também podem estar colonizadas por fungos patogênicos, como Rhizoctonia solani, agente causal do tombamento de plantas em viveiros. O objetivo deste trabalho foi verificar a presença de atividade inibitória de tripsina, uma serino-protease, em raízes de E. urophylla e a atividade de tripsina em filtrados desses fungos. Alíquotas de extrato protéico bruto de raízes de E. urophylla e frações protéicas parcialmente purificadas por cromatografia de exclusão molecular, do tipo Sephacryl S-100- HR, foram testadas para atividade inibitória de tripsina. Proteínas do extrato ou das frações, quando incubadas com o substrato BAPNA
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Seleção de clones de Eucalyptus urophylla para produção de compensados.

Seleção de clones de Eucalyptus urophylla para produção de compensados.

Bortoletto Júnior (2003) encontrou valores de massa específica no intervalo de 0,767 g/cm³ a 0,999 g/cm³, para compensados de 11 diferentes espécies de eucalipto. Iwakiri et al. (2006) encontraram, para essa propriedade, valor médio de 0,79g/cm³ em compensados de Eucalyptus grandis. Guimarães Júnior et al. (2009), trabalhando com diferentes procedências de Eucalyptus grandis, Eucalyptus saligna e Eucalyptus cloeziana, observaram que a densidade desses painéis variavam entre 0,72 e 0,98g/cm³. Os resultados obtidos neste trabalho ficaram próximos daqueles encontrados na literatura, com exceção do clone 28, que apresentou valor abaixo. Isso pode ser explicado porque a densidade dos painéis compensados é uma variável depende da densidade e da umidade da madeira que o originou, além das variáveis do ciclo de prensagem utilizado na manufatura dos painéis (KOLLMANN et al., 1975).
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PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

O objetivo das regulamentações modernas de segurança contra incêndio é pro- teger a vida e evitar que os incêndios, caso se iniciem, se propaguem para fora de um compartimento do edifíc[r]

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Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em Programas de Atenção à Mulher em situação de Violência [2013] - CREPOP CREPOP

Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em Programas de Atenção à Mulher em situação de Violência [2013] - CREPOP CREPOP

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para a Prática de Psicólogas(os) em Programas de atenção à mulhe[r]

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Manual de Boas Práticas de Enfermagem em Tuberculose – Normas de Orientação Clínica

Manual de Boas Práticas de Enfermagem em Tuberculose – Normas de Orientação Clínica

Para desempenhar este papel com eficácia, estes profissionais devem conhecer os sinais e sintomas da doença, a abordagem da pessoa com suspeita e com diagnóstico de tuberculose, avalia[r]

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Efeito da suplementação de folhas de Eucalyptus urophylla no desenvolvimento e reprodução do predador Supputius cincticeps (Stal) (Heteroptera: Pentatomidae).

Efeito da suplementação de folhas de Eucalyptus urophylla no desenvolvimento e reprodução do predador Supputius cincticeps (Stal) (Heteroptera: Pentatomidae).

presa, com 26,6% de risco de tal fato não ocorrer. E assim, sucessivamente, até a última observação (x=9,5), quando ainda havia uma esperança de vida de cinco dias com 100% de probabilidade de morte nesse período. Tal Tabela 2. Valores dos parâmetros reprodutivos de Supputius cincticeps, alimentado com presa (larvas de Tenebrio molitor) e presa + planta (larvas T. molitor e folhas de Eucalyptus urophylla)

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Produção e nutrição mineral de mudas de Eucalyptus urophylla fertirrigadas com água residuária da suinocultura

Produção e nutrição mineral de mudas de Eucalyptus urophylla fertirrigadas com água residuária da suinocultura

De forma geral, as maiores concentrações de nitrogênio (N), enxofre (S) e magnésio (Mg), foram observadas nas folhas das plantas. Para o fósforo (P), potássio (K) e cálcio (Ca), essa superioridade foi encontrada na análise do tecido do caule. Silveira et al. (2003) também encontraram distribuição diferenciada dos nutrientes nas mudas, como os teores de N e Mg nas folhas, K e Ca no caule e P e S nas raízes. No trabalho realizado por Gonçalves e Passos (2000), foram obtidas maiores concentrações de N, K e Mg nas folhas do que nos demais órgãos analisados, em cinco espécies de eucalipto, submetidas a déficit hídrico em dois níveis de adubação de fósforo. Segundo Mengel e Kirkby (1987), a folha é considerada um dos órgãos mais ativos das plantas, além de possuir elevada capacidade de remobilização e redistribuição interna dos nutrientes, proporcionando, consequentemente, maiores concentrações nesta parte da planta.
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