Top PDF Biologia floral e visitantes de Gaylussacia brasiliensis (Spr.) Meissner (Ericaceae) - uma espécie com anteras poricidas polinizada por beija-flores .

Biologia floral e visitantes de Gaylussacia brasiliensis (Spr.) Meissner (Ericaceae) - uma espécie com anteras poricidas polinizada por beija-flores .

Biologia floral e visitantes de Gaylussacia brasiliensis (Spr.) Meissner (Ericaceae) - uma espécie com anteras poricidas polinizada por beija-flores .

(Biologia floral e visitantes de Gaylussacia brasiliensis (Spr.) Meissner (Ericaceae) - uma espécie com anteras poricidas polinizada por beija-flores). A biologia floral de Gaylussacia brasiliensis (Spr.) Meissner (Ericaceae) foi estudada na borda de uma mata de galeria na reserva ecológica do Clube de Caça e Pesca Itororó de Uber- lândia, Minas Gerais. G. brasiliensis é um arbusto que pode alcançar de 0,3 a 3,0 m de altura e ocorre de forma isolada ou agregada. Apresenta floração contínua e possui inflorescências racemosas, axilares com flores pen- dentes. As flores são hermafroditas, vermelhas, de corola urceolada, apresentam antese diurna e ausência odor. O néctar apresentou volume de cerca de 3,0 µL e concentração de açúcares por volta de 13%. G. brasiliensis é autocompatível, não apresenta autopolinização espontânea e nem apomixia. Os polinizadores foram os beija- flores: Chlorostlibon lucidus (Shaw), Amazilia fimbirata (Gmelin), Hylocharis chrysura (Shaw) (Throchilinae) e Phaethornis pretrei (Lesson & DeLattre) (Phaethornithinae). G. brasiliensis apresenta anteras poricidas com poros amplos e os beija-flores, quando adejam com o bico inserido nas flores em busca de néctar, fornecem a vibração necessária para a liberação dos grãos de pólen. Apesar de apresentar volume e concentração de açúcar no néctar relativamente pequenos, os agrupamentos de indivíduos com muitas flores parecem atrair beija-flores com comportamento territorial.
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Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Biologia Programa de Pós Graduação em Biologia Vegetal Efeito da distância da fonte de pólen no sucesso reprodutivo de Esterhazya splendida

Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Biologia Programa de Pós Graduação em Biologia Vegetal Efeito da distância da fonte de pólen no sucesso reprodutivo de Esterhazya splendida

A produção de sementes por uma flor de angiosperma depende da quantidade e qualidade de pólen que alcança seu estigma. A qualidade do pólen que chega é influenciada por muitos fatores, tal como comportamento dos visitantes florais, disponibilidade de pólen na planta doadora, a estrutura do habitat e a distância que separa os indivíduos. A distância é associada às diferenças genéticas entre indivíduos sendo que os mais próximos são comumente mais semelhantes geneticamente, mas grande parte dos trabalhos que avaliou a influência da distância no sucesso reprodutivo até hoje tem sido feito em áreas temperadas ou em florestas tropicais. O conhecimento de como a distância de cruzamento influencia o sucesso reprodutivo de plantas ainda é limitado para as Savanas, que são ecossistemas importantes nos trópicos e subtrópicos. O objetivo desse estudo foi determinar se a distância de cruzamento entre os indivíduos afeta os componentes do sucesso reprodutivo de Esterhazya splendida Mikan. O estudo foi realizado em uma área de cerrado sentido restrito da reserva Ecológica do Clube de Caça e Pesca Itororó de Uberlândia, MG. Esterhazya splendida (Orobanchaceae)é uma espécie autocompatível, polinizada principalmente por beija-flores. Caracterizamos a biologia floral, a densidade de indivíduos, a fenologia de floração e oferta de recursos. Realizamos tratamentos de polinizações controladas com fontes de pólen a distâncias que variaram de 0m (autopolinização) a 2000m e com as sementes produzidas realizamos um experimento de germinação. A espécie apresentou padrão de distribuição aleatório (χ 2 =101,26; p>0,05; GL=99) e uma densidade de 124 ind./ha. A oferta de néctar por
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Biologia reprodutiva de duas espécies de Jatropha L. (Euphorbiaceae) em caatinga, Nordeste do Brasil.

Biologia reprodutiva de duas espécies de Jatropha L. (Euphorbiaceae) em caatinga, Nordeste do Brasil.

RESUMO – (Biologia reprodutiva de duas espécies de Jatropha L. (Euphorbiaceae) em Caatinga, Nordeste do Brasil). A polinização, o sistema reprodutivo e a fenologia de floração e de frutificação de Jatropha mutabilis (Pohl) Baill. e J. mollissima (Pohl) Baill. foram estudados no Estado de Pernambuco, nos Municípios de Buíque (8°67’ S e 37°01’ W) e Arcoverde (8°25’ S e 37°02’ W), ambos em Caatinga. Foram marcados 20 indivíduos de cada espécie para registro dos dados fenológicos, aspectos da biologia floral, sistema reprodutivo, bem como freqüência e comportamento dos visitantes florais. As duas espécies são monóicas, apresentam flores do tipo disco, com antese floral diurna, havendo variação em relação à longevidade das flores nos dois sexos, sendo as flores masculinas mais efêmeras (12 h), e as femininas mais duradouras (36 h). Ambos os tipos florais são nectaríferos e a concentração de açúcares no néctar variou entre 26% e 32% em J. mutabilis e 20% a 28% em J. mollissima. A viabilidade do pólen foi alta (> 97%) em ambas as espécies. As espécies são autocompatíveis, formando frutos tanto nos tratamentos de geitonogamia como nos de xenogamia. O percentual de formação de frutos em condições naturais foi ca. 75% em J. mutabilis e de 85% em J. mollissima, indicando alto sucesso reprodutivo. As flores de ambas as espécies são polinizadas por abelhas e vespas, além de beija-flores em J. mutabilis e borboletas em J. mollissima. As duas espécies permanecem floridas ao longo do ano, sendo importante fonte de recurso para a manutenção das comunidades locais de animais que visitam suas flores. Em contrapartida, a presença e eficácia destes grupos de polinizadores são fundamentais para que se estabeleça o fluxo de pólen entre as flores masculinas e femininas, uma vez que as espécies são monóicas.
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Ruellia brevifolia (Pohl) Ezcurra (Acanthaceae): fenologia da floração, biologia da polinização e reprodução.

Ruellia brevifolia (Pohl) Ezcurra (Acanthaceae): fenologia da floração, biologia da polinização e reprodução.

ABSTRACT – (Ruellia brevifolia (Pohl) Ezcurra (Acanthaceae): flowering phenology, pollination biology and reproduction). The reproductive biology of Ruellia brevifolia was studied in two populations of southeastern Brazil. R. brevifolia is a shrublet that grows in dense clumps in open but shaded areas. This Acanthaceae blooms all year round and produces chasmogamous (CH) and cleistogamous (CL) flowers during the rainy and the dry season, respectively. Cleistogamy is of the “clymatic” type, and produces seeds in the most stressful period of the year. CH flowers are tubular, red and odourless, protogynous, and may be herkogamous or not; anthesis is diurnal, and they last two days. Nectar is produced in small amounts (5.2 µl ± 2.36) and its concentration is about 30%. CL flowers resemble CH buds, except for their pale color. Pollen/ovule ratio of CL flowers is 60% lesser than that of CH flowers because of the small amount of pollen grains. This Ruellia is self-compatible, but protogyny and herkogamy favour allogamy; spontaneous self-pollination in CH flowers seems to be related to the non herkogamous flowers. The hummingbird Amazilia lactea and the butterflies Heliconius etilla narcaea and Phoebis argante are the major pollinators of R. brevifolia. The hummingbirds visit R. brevifolia only during flowering peaks, when there is a high number of flowers. It seems plausible that both the small nectar volume per flower and the trap-line foraging strategy of A. lactea promote mainly outcrossing. The butterflies visit flowers mainly in the same plant group, but during low floral density periods they fly greater distances also favouring outcrossing.
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DISTRIBUIÇÃO E DISPONIBILIDADE DE RECURSOS FLORAIS E ESTRATÉGIAS DE FORRAGEAMENTO NA INTERAÇÃO ENTRE BEIJA-FLORES E

DISTRIBUIÇÃO E DISPONIBILIDADE DE RECURSOS FLORAIS E ESTRATÉGIAS DE FORRAGEAMENTO NA INTERAÇÃO ENTRE BEIJA-FLORES E

utilizando o programa SURFFER. Foram calculados índices de dispersão para determinar os padrões de distribuição dos recursos. Foi feita a contagem de tubos polínicos em crescimento e interrompidos para flores que foram polinizadas por beija-flores territoriais e não-territoriais. As observações das estratégias de forrageamento foram feitas em manchas com diferentes quantidades de recursos encontradas ao longo do transect, em 20 seções no CCPIU e em 6 seções no PESCAN. Outras 20 seções de observação foram realizadas no CCPIU, com manipulação da quantidade de recursos, para verificar se variações nestas quantidades geram modificações das estratégias de forrageamento adotadas. Os padrões de distribuição espacial apontaram para diferenças apenas numa escala maior e ausência de manchas menores bem definidas. Não houve variações destes padrões ao longo do tempo. Diferenças nas taxas de frutificação entre plantas que produziram muitos e poucos botões, e o maior número de tubos polínicos em crescimento nas flores polinizadas por beija-flores não-territoriais indicou que a atividade territorial pode, efetivamente, reduzir o fluxo de pólen cruzado. Mas esta estratégia não é limitante para produção de frutos, visto que existe uma relação direta entre a quantidade de botões e frutos produzidos. Eupetomena macroura e Amazilia fimbriata foram as principais espécies com comportamentos territoriais. O número médio de flores que manteve a atividade territorial foi de 45,48 ± 19,68 flores/mancha no CCPIU e de 46,8 ± 15,9 flores/mancha no PESCAN. Mas esses valores variaram conforme a espécie, sendo que para E. macroura o valor de manutenção de território foi de 58,36 ± 6,78 flores/mancha no CCPIU e 59,35 ± 12,02 flores/mancha no PESCAN, enquanto para A. fimbriata esse valor foi 32,89 ± 5,61 flores/mancha no CCPIU e de 37,19 ± 5,77 flores/mancha no PESCAN. A manipulação de recursos modificou as espécies territoriais utilizando as manchas e as estratégias de forrageamento utilizadas, mas essa modificação só foi constatada na redução de recursos. O aumento na oferta de recursos parece ter aumentado a complexidade do comportamento territorial pelo aumento das invasões de beija-flores não-territoriais. Desta maneira, uma mancha com muitas flores apresenta maior número de invasões de indivíduos não-territoriais, que podem minimizar os efeitos negativos do territorialismo ao fluxo de pólen cruzado.
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Comportamento forrageiro de abelhas visitantes de Solanun lycocarpum (Solanaceae) St. Hill e aspectos da biologia floral

Comportamento forrageiro de abelhas visitantes de Solanun lycocarpum (Solanaceae) St. Hill e aspectos da biologia floral

A competição com abelhas melíferas, a fragmentação do habitat, os defensivos químicos aplicados pela agricultura e indústria, além dos parasitas e doenças contribuem para o declínio da população de espécies nativas, muitas das quais poderiam ser utilizadas em diversas culturas em que abelhas melíferas são ineficientes. As abelhas do gênero Apis coletam grande quantidade de pólen e néctar das flores sem tocar os estigmas e, portanto, sem promover a polinização. Em alguns cultivos de solanáceas como o tomate e a berinjela, por exemplo, que possuem anteras poricidas, Apis pode promover polinização, porém esse processo é muito mais eficiente com a visita de abelhas capazes de vibrar as anteras das flores. Um estudo realizado com berinjelas, mostrou que a eficiência da polinização por abelhas de grande porte, como Bombus e Centris, é muito maior quando comparada com a polinização por ApiS. Essa eficiência foi comprovada pela qualidade e quantidade de frutos formados, através de testes de polinização controlada (GOMIG, 2007).
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Produção e qualidade de rosas em razão de doses de boro aplicadas no substrato.

Produção e qualidade de rosas em razão de doses de boro aplicadas no substrato.

A produção de flores vem apresentando expressivo crescimento no Brasil, sendo uma opção de investimento para muitos agricultores e, por causa das suas peculiaridades, exige pesquisas e técnicas adaptadas à sua realidade, sendo a adubação um fator de impacto sobre a produtividade, qualidade e longevidade das flores (Nell et al., 1997). Seu manejo adequado pode ser um diferencial para se alcançar maior sucesso na acirrada competição existente na floricultura. A influência dos micronutrientes é notada tanto no aspecto quantitativo do crescimento e no desenvolvimento das plantas quanto na expressão dos atributos qualitativos como comprimento e diâmetro da haste, cor e longevidade floral (Marschner, 1995; Ahmad et al., 2010). Isso indica que o manejo adequado da adubação com micronutrientes pode contribuir para garantir maior retorno econômico ao produtor. Particularmente para a cultura da roseira, Savvas (2002) mencionou que a produção e a qualidade das rosas são influenciadas pelo manejo da adubação. O boro é um micronutriente envolvido em muitos processos fisiológicos nas plantas, os quais são prejudicados tanto por sua deficiência quanto por sua toxidez. Transporte de açúcares; síntese e estruturação da parede celular; metabolismo fenólico do RNA, de carboidratos, de auxinas; manutenção da integridade da membrana plasmática; atividade da ATPase; respiração; e lignificação são exemplos de processos em que o B atua (Dordas & Brown, 2000; Goldbach et al., 2001; Bolaños et al., 2004; Camacho-Cristóbal et al., 2008).
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Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Famílias: 67-Ericaceae, 96-Olacaceae e 126-Trigoniaceae.

Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Famílias: 67-Ericaceae, 96-Olacaceae e 126-Trigoniaceae.

Os grãos de pólen foram preparados segundo o método de acetólise (Erdtman 1969). As ilustrações dos grãos de pólen acetolisados foram obtidas digitalmente em microscopia óptica, utilizando-se fotomicroscópio Olympus BX 50 acoplado a uma câmara de vídeo e microcomputador (PC) e o programa Image-Pro Plus versão 3.0 para Windows. Nos grãos de pólen das espécies de Agarista oleifolia (Cham.) G. Don. e Gaylussacia brasiliensis, as medidas dos diâmetros 1 (DI), 2 (DII) foram feitas de acôrdo com o descrito em Modesto & Melhem (1982). As camadas da exina foram feitas quando as tétrades encontravam-se em vista apical, enquanto que as medidas dos cólporos e das endoaberturas quando estas se encontravam em vista lateral. Vista apical é quando um grão de pólen aparece no primeiro plano, ou seja, com o pólo distal voltado para cima. Vista lateral é quando aparecem dois grãos de pólen em cada plano, ou seja, dois grãos de pólen voltados para observador e os outros dois voltados para baixo, dando a configuração de uma cruz, nesse caso, permitindo um estudo detalhado da abertura.
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Biologia floral e reprodutiva de Cenostigma macrophyllum Tul. (Fabaceae) no Parque Zoobotânico de Teresina, Piauí

Biologia floral e reprodutiva de Cenostigma macrophyllum Tul. (Fabaceae) no Parque Zoobotânico de Teresina, Piauí

Cenostigma macrophyllum Tul. is popularly known as caneleiro, has an arboreal habit, stem ridged, considered plant symbol of the capital Teresina (PI). The objective of this study was to investigate the floral and reproductive biology of Cenostigma macrophyllum the Zoobotanical Park of Teresina, Piauí. We selected 15 individuals and analyzed for morphology and floral morphometry, anthesis period, stigmatic receptivity, anther dehiscence, nectar volume behavior of floral visitors in the effectiveness of pollination and reproductive system. The flowers are hermaphrodite, have about 81.28±25.74 flowers per racemose inflorescence. Nectar produced and stored in hypanthium with an average production of 1.75 μL. The floral anthesis lasted two days, with fully distended petals at 6 AM, receptive stigma 7 AM and dehiscence-starting 9 AM, opening in groups throughout the day. The pollinators and thief began visits around 6 AM until 17 PM flowers the first day of anthesis foraging in search of nectar. The effective pollinators were bees, more frequently (64%), Xylocopa spp., Apis mellifera and Centris sp., which used the standard petal to access the nectar. Occasional pollinators were Lepidoptera with no touch always the reproductive parts. The thief, Trigona spinipes bees and hummingbird Amazilia Fimbriata that did not touch the reproductive organs to collect nectar. The species is xenogamic and presents reproductive dichogamy and protoginic system because occurs the temporal separation of maturation of the reproductive structures. Treatment of mechanical scarification is a higher potential for a rapid seed germination.
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Hummingbirds (Aves: Trochilidae) and their floral resources in an area of caatinga vegetation in the Chapada Diamantina, Bahia State, Northeast Brazil.

Hummingbirds (Aves: Trochilidae) and their floral resources in an area of caatinga vegetation in the Chapada Diamantina, Bahia State, Northeast Brazil.

ABSTRACT. Hummingbirds (Aves: Trochilidae) and their floral resources in an area of caatinga vegetation in the Chapada Diamantina, Bahia State, Northeast Brazil. This study investigated the species of hummingbird occurring in an area of caatinga vegetation, examining their seasonal activities, the assemblages of plants that they used, as well as the floral characteristics and flowering phenology of that vegetation. These surveys were performed in an area of arboreal caatinga in Chapada Diamantina, municipality of Mucugê, state of Bahia, Brazil, during 12 expeditions under- taken on a bi-monthly basis between October, 2005 and August, 2007. Field activities included observations made of the visiting hummingbird species, their behavior, and the frequency of their visits; as well as the plant species visited, their floral attributes, size, and the flowering phenophase evident on the occasion of each expedition. Seven species of hummingbirds were registered, including five residents. Phaethornis pretrei (Lesson & Delattre, 1839) acted as the organizer of this pollination guild. This species and Chlorostilbon lucidus (Shaw, 1812), these two species were consid- ered the principal pollinators within the community. The hummingbirds visited a total of 29 plant species, of which only 12 are considered ornitophilous. The plant community presented a continuous flowering, with 19 species flowering in both the dry and the rainy season, permitting the year-round permanence of resident hummingbird species.
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Foraging behavior of Melissoptila thoracica Smith (Hymenoptera, Eucerini, Apoidea) on flowers of Sida (Malvaceae).

Foraging behavior of Melissoptila thoracica Smith (Hymenoptera, Eucerini, Apoidea) on flowers of Sida (Malvaceae).

quando a fêmea inicia o percurso de coleta; e carregada, após várias visitas às flores, estando evidente a homogeneidade da massa de pólen de Sida e o arranjo destes grãos que permanecem presos entre os pêlos. As cerdas possuem ramificações em suas extremidades que facilitam a fixação dos grãos. Parte do pólen também é transportada no segundo e no terceiro pares de coxas que possuem densa pilosidade e trocanteres posteriores com pêlos longos e curvos (Fig. 2F). Na porção ventral do tórax e abdômen das fêmeas, vários grãos de pólen também ficam aderidos durante o forrageamento nas flores. Este padrão de fixação de pólen na região ventral também foi observado nos machos de M. thoracica.
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Flores ornitófilas odoríferas: duas espécies de Palicourea (Rubiaceae)na Estação Biológica de Santa Lúcia, ES, Brasil.

Flores ornitófilas odoríferas: duas espécies de Palicourea (Rubiaceae)na Estação Biológica de Santa Lúcia, ES, Brasil.

RESUMO – (Flores ornitófilas odoríferas: duas espécies de Palicourea (Rubiaceae) na Estação Biológica de Santa Lúcia, ES, Brasil). Palicourea guianensis e P. marcgravii possuem inflorescências e flores de colorido vivo. Suas flores são tubulares e polinizadas por beija-flores, mas elas são visitadas também por borboletas. Estas flores apresentam odor suave e com o método do vermelho neutro o tubo da corola ficou corado. É possível que seja um caso de síndrome de polinização mista ou a emissão de odor seria uma característica ancestral dentro de uma linhagem filogenética.
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Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

série mais interna estaminodial, filiforme, triangular, cordada, sagitada ou ausente. Flores díclinas em plantas dióicas, as estaminadas com pistilóide reduzido ou ausente e as pistiladas com estaminódios reduzidos e de morfologia semelhante aos estames das flores estaminadas. Gineceu com ovário mediano ou súpero, unicarpelar, unilocular, estilete simples, terminal, óvulo único, pêndulo, anátropo. Fruto bacáceo, exocarpo fino, mesocarpo carnoso, pouco ou muito espesso, endocarpo representado apenas pela epiderme interna da parede do fruto; sobre ou parcialmente envolvido pelo hipanto modificado em cúpula, ou esta ausente (Beilschmiedia), com margem simples ou dupla, tépalas persistentes ou decíduas, ou fruto completamente envolvido pelo perigônio acrescente formando uma núcula (Cryptocarya), pedicelo frutífero às vezes muito espessado. Semente sem endosperma, embrião desenvolvido, rostelo curto, cotilédones amplos, carnosos.
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Substratos e intensidades de luz no cultivo de orquídea denfal.

Substratos e intensidades de luz no cultivo de orquídea denfal.

Foi avaliada a influência da luminosidade e de substratos alternativos ao xaxim, no desenvolvimento e floração de plantas de Dendrobium phalaenopsis var. schroederianum x Dendrobium bigibbum var. compactum. O experimento foi conduzido na UFGD- -FCA, de outubro de 2007 a agosto de 2008. Foram utilizadas plantas com quatro anos oriundas de cultivo in vitro, aclimatizadas em viveiro com intensidade luminosa de 12.800, 8.300, 6.200, 5.300 e 4.500 lux, e plantadas em vasos plásticos contendo como substrato carvão, fibra de coco ou uma mistura de carvão + fibra de coco. Durante o período experimental foram avaliados a redução de massa fresca (%), o diâmetro de pseudobulbos (%), brotações (%), início da floração, plantas com flores (%), comprimento da haste floral, botões florais (n O ), diâmetro das flores e duração do florescimento. As menores
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Estudo taxonômico e filogenético de Mezilaurus Taub. (Lauraceae) lato sensu com...

Estudo taxonômico e filogenético de Mezilaurus Taub. (Lauraceae) lato sensu com...

/ ? 8 D Oevido a sua alta durabilidade e resistência, a madeira de Mezilaurus é a preferida para construção de estrutura de embarcações na Amazônia (Huber 1909; Kostermans 1938c; Record & Hess 1942; Medina 1966; Lisboa 1991; Vicentini 1999). Spruce em 1850 relatou “a espécie possui a mais valiosa madeira para construção que a Amazônia fornece” (Hooker 1851). Sua madeira é indicada também para construções externas como pontes, postes, moirões, estacas, esteiros, cruzetas, dormentes; na construção civil para vigas, caibros, ripas, tacos, tábuas, esquadrias, lambris, forro, fabricação de móveis; na confecção de cabos de ferramentas, implementos, embalagens, carroçarias, vagões de trens, tanoaria, barris e tonéis; obras portuárias, como estacas marítimas, trapiches (Hooker 1851; Hoehne & Kuhlmann 1951; Rizzini 1978; Lisboa 1991; MacGrath 2005). De acordo com Spruce a polpa do fruto de é comestível, embora um pouco resinosa, lembrando espécies de Myrtaceae comum em campos, e um vinho é feito de seus frutos, da mesma forma que da palmeira do açaí (Hooker 1951; Kostermans 1938c; Medina 1966; Rizzini 1978). A espécie também é utilizada na arborização urbana (Record & Hess 1942) e seus frutos são apreciados pela avifauna (Lorenzi 2002).
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Expressão sexual, polinizadores e sistema reprodutivo em Piper caldense C. DC. (Piperaceae) em fragmento de Floresta Atlântica

Expressão sexual, polinizadores e sistema reprodutivo em Piper caldense C. DC. (Piperaceae) em fragmento de Floresta Atlântica

A protoginia incompleta, como observado em P. caldense, também foi descrita para outras espécies do gênero (Figueiredo & Sazima, 2000; Silva, 2013). A separação temporal das funções dos verticilos reprodutivos é considerada uma estratégia que favorece a polinização cruzada (Lloyd & Webb, 1986; Richard, 1997; Barrett, 2003). Não obstante, a protoginia incompleta não evita a autopolinização, por causa da fase bissexuada da flor. Nesse caso, a autoincompatibilidade, tal como verificada, é uma estratégia associada à dicogamia parcial que evita a autopolinização. Figueiredo & Sazima (2000) observaram essa combinação, protoginia incompleta e autoincompatibilidade, em seis espécies do sudeste brasileiro. Fleming (1985) sugeriu que as espécies neotropicais de Piper restritas ao interior de florestas úmidas são autocompatíveis, compensando menor número de visitantes. O nosso resultado é contrario à sugestão desse autor, demonstrando alternativas reprodutivas entre essas plantas.
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Ecologia da polinização de Raphiodon echinus (Nees & Mart.) Schauer (Lamiaceae) em Petrolina, PE, Brasil.

Ecologia da polinização de Raphiodon echinus (Nees & Mart.) Schauer (Lamiaceae) em Petrolina, PE, Brasil.

primeiro caso, aproximava-se de uma inflorescência, fazendo um zumbido que parecia ser característico da espécie, rapidamente pousava sobre o lábio da corola, fechava as asas, curvava o abdômen e então introduzia a língua no interior da corola. Com esse comportamento, a abelha tocava com a parte frontal da cabeça e peças bucais as anteras, ficando o pólen aí depositado e, com a região ventral, o estigma e estilete. No caso das flores ressupinadas, o inverso ocorria, ficando o pólen depositado ventralmente. Uma vez coletado o néctar, as abelhas retraiam a língua e ainda pousadas procuram outras flores disponíveis. Após a visita de três a quatro flores, a abelha levantava vôo, podendo visitar outras espécies floridas nas proximidades. O tempo de visita à inflorescência de R. echinus foi inferior a três segundos, variando de acordo com a quantidade de flores disponíveis. As demais abelhas (Auglochora sp., Diadasina sp. e a abelha não identificada) apresentaram o mesmo comportamento descrito acima. Entre as borboletas, verificou-se que essas apresentaram comportamento semelhante, visitando as flores em busca de néctar, sem contatar as estruturas reprodutivas, sendo então considerada como pilhadores de néctar. Agraulis vanillae, uma vez pousada sobre as flores, distendiam a probóscide e introduziam no interior da corola para coletar o néctar sem, contudo, tocar as estruturas reprodutivas. Após a coleta desse recurso, a borboleta enrolava a probóscide e levantava vôo, visitando flores de outras espécies ou então outros indivíduos de R. echinus que se encontravam floridos nas proximidades. Comportamento semelhante foi observado por Kiill et al. (2000) em observações feitas em plantas invasoras em cultivo irrigado.
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Polinização e estrutura do androceu em Solanum luridifuscescens bitter (Clado cyphomandra solanaceae): a morfologia da antera prediz a estratégia de polinização?

Polinização e estrutura do androceu em Solanum luridifuscescens bitter (Clado cyphomandra solanaceae): a morfologia da antera prediz a estratégia de polinização?

, a conquista do princípio pneumático pode representar um estágio evolutivo intermediário entre um Solanum típico e aqueles polinizados por machos de Euglossini. No capítulo 2 analisamos o caráter glandular das anteras da espécie, com o objetivo de elucidar sua morfologia intracelular, buscando evidenciar se as papilas que revestem as anteras constituem osmóforos. Rápido consumo de amido, característica marcante em tecidos secretores de perfume, foi observado no material analisado. As papilas epidérmicas do conectivo que cobrem a face abaxial das anteras possuem características comumente encontradas em tecidos osmogênicos: citoplasma denso e rico em organelas, núcleo conspícuo, numerosas mitocôndrias, e gotas lipídicas no citoplasma durante a antese. Pequenas vesículas se fundem no interior dos numerosos plastídeos até formar uma grande estrutura globular. Diversas cisternas de retículo endoplasmático liso são encontradas junto aos plastídeos e à membrana plasmática. Uma substância amorfa, de elétron-densidade moderada e textura heterogênea foi encontrada junto à cutícula. A liberação parece ocorrer por processos écrinos, mas o sítio exato de transporte para o exterior não foi localizado. Embora os testes com Sudan tenham sido positivos e as evidências ultraestruturais indiquem que as células secretam substâncias de natureza lipídica, possivelmente terpenos, futuras análises ainda são necessárias para se confirmar a natureza química dos compostos produzidos. A aquisição do princípio pneumático de polinização e a evolução do conectivo secretor podem ter ocorrido mais de uma vez no clado Cyphomandra, tendo em vista o não monofiletismo das seções que o compõem.
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ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA COM BAIXO ÍNDICE SOCIOECONÔMICO E ELEVADA PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA COM BAIXO ÍNDICE SOCIOECONÔMICO E ELEVADA PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Belo Horizonte (SMED/BH) um espaço para dialogar sobre a educação de seus filhos. Em cada encontro é indicado um tema para ser debatido com as escolas. A frequência das família[r]

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Estudo da fenologia, biologia floral do girassol (Helianthus annuus, Compositae) e visitantes florais associados, em diferentes estações do ano

Estudo da fenologia, biologia floral do girassol (Helianthus annuus, Compositae) e visitantes florais associados, em diferentes estações do ano

abstract: From contested origin, the sunflower (Helianthus annuus, Composite) is used in human and animal diets and in biodiesel production in times when energy is a global concern. The phenology was studied according to the method of Bencke and Morellato (2002), and the floral biology and distribution of the flower visitors throu- ghout the day according to the method of Morgado et al. (2002). This is an annual plant which develops relatively rapidly, entering senescence about 100 days after sowing. The chapter consists of two parts: a sterile part related to attraction of the pollinators (flower of the radius) and a fertile part (flowers of the disc), consisting of ovary, modified sepals (Pappus), corolla tube with fused pedals (gamopetals), bifid style and stigma. The morphology of androecium and gynoecium is very typical and it results in the secondary presentation of pollen in the stylus. The main bees found in the chapters were Apis Mellifera, Trigona spinipes and Paratrigona lineata.
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