Top PDF Biometria de frutos e sementes e germinação e curupixá (Micropholis cf. venulosa Mart. & Eichler - Sapotaceae).

Biometria de frutos e sementes e germinação e curupixá (Micropholis cf. venulosa Mart. & Eichler - Sapotaceae).

Biometria de frutos e sementes e germinação e curupixá (Micropholis cf. venulosa Mart. & Eichler - Sapotaceae).

RESUMO - Micropholis cf. venulosa Mart. & Eichler, conhecida como curupixá, é uma espécie arbórea que vem sendo explorada pelas industrias madeireiras do Estado do Pará. O objetivo do trabalho foi estudar as características biométricas de frutos e sementes de curupixá e avaliar o efeito do dessecamento na germinação das sementes. Determinou-se o comprimento e o diâmetro dos frutos, o número de sementes por frutos, a porcentagem de sementes danificadas por insetos e o comprimento, a largura e a espessura das sementes. No controle (sementes frescas) e nas sementes submetidas ao dessecamento em sílica gel durante 72 e 96 horas, foram quantificadas as porcentagens de germinação, de plântulas anormais, de sementes mortas, tempo médio de germinação e o número de dias para iniciar a germinação. A semeadura foi realizada em substrato de areia e serragem curtida (1:1), em quatro repetições de 50 sementes. O fruto de curupixá é uma baga oblonga cujo comprimento e diâmetro dos frutos variaram de 32,5 a 72,9 mm e de 29,1 a 58,0 mm, respectivamente. O número de sementes por fruto variou de um a três, com 53,3% delas danificadas por insetos. O comprimento, a largura e a espessura das sementes variaram de 15,5 a 41,4 mm, de 8,0 a 18,7 mm e de 4,7 a 12,6 mm, respectivamente. Nas sementes frescas observou-se que a germinação foi lenta e com acentuada desuniformidade, iniciando 24 dias após a semeadura e atingindo a germinação final de 55% aos 96 dias após a semeadura. Registrou-se reduções significativas na germinação das sementes submetidas ao dessecamento e, aumento no número de dias para iniciar a germinação e na porcentagem de sementes mortas. A redução do grau de umidade de 42,6% para 28,9% reduziu a germinação de 55% para 24,7% e aumentou a porcentagem de sementes mortas de 40,5% para 70%, indicando que sementes dessa espécie apresentam sensibilidade ao dessecamento.
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Biometria de frutos e sementes e germinação de Magonia pubescens ST.Hil (sapindaceae).

Biometria de frutos e sementes e germinação de Magonia pubescens ST.Hil (sapindaceae).

RESUMO - Magonia pubescens é uma espécie arbórea típica do cerrado com grande potencial de utilização tanto pelas suas características econômicas quanto ecológicas. O objetivo do trabalho foi o de avaliar as características biométricas de frutos e sementes dessa espécie e seu potencial germinativo. Para as avaliações de biometria, foram utilizados 28 frutos e 293 sementes provenientes de matrizes localizadas em Aquidauana – MS. O estudo foi realizado no laboratório de Fisiologia Vegetal e em viveiro pertencentes à Faculdade de Ciências Agrárias (FCA) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Os frutos apresentam grande variação no tamanho, peso e no número de sementes, tendo em média 6,66 cm de comprimento; 8,14 cm de diâmetro; 248,21g de massa fresca e 13,14 sementes As sementes apresentam pequena variação no tamanho quando comparadas aos frutos, tendo em média 4,81 cm de comprimento; 8,44 cm de largura e 3,5g de massa fresca. Para o estudo da germinação as sementes receberam os seguintes tratamentos: 1) KNO 3 1% 24h; 2) KNO 3 2% 24h; 3) GA 500 mg. L -1 24h; 4) GA 250 mg. L -1 24h; 5) Água 24h; 6) Controle. O experimento
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Biometria de frutos e germinação de sementes de Couratari stellata A. C. Smith (Lecythidaceae).

Biometria de frutos e germinação de sementes de Couratari stellata A. C. Smith (Lecythidaceae).

RESUMO - Estudou-se as características biométricas de frutos e quantificou-se a germinação em Couratari stellata, espécie cuja altura varia de 30 a 40 m e ocorre em solos de terra firme das Guianas até a região central e oeste da Amazônia. Determinou-se o comprimento e o número de sementes por fruto; número de sementes completamente formadas e de sementes vazias; o grau de umidade; a massa de 100 sementes; a percentagem de germinação, de plântulas anormais e de sementes mortas; e o tempo médio de germinação. A semeadura foi realizada em substrato de areia e serragem na proporção de 1:1, em quatro repetições de 50 sementes. Comprimento e número de sementes por fruto variaram de 59,0 a 97,0 mm e de cinco a 26 sementes. As percentagens de sementes completamente formadas e de sementes vazias foram de 93,3% e 6,7%, respectivamente. A massa de 100 sementes foi de 10,7 g com 56,8% de umidade. A germinação foi lenta e desuniforme iniciando-se aos 29 dias após a semeadura, atingindo a germinação de 82,5% aos 65 dias. O tempo médio de germinação foi de 45,5 dias. A percentagem de sementes mortas e de plântulas anormais foi de 17,0% e 0,5%, respectivamente. Não houve relação entre tamanho de frutos e número de sementes por fruto. Observou-se também que sementes de C. stellata apresentam dormência.
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Biometria de frutos e sementes e germinação de jatobá-curuba (Hymenaea intermedia Ducke, Leguminosae - Caesalpinioideae).

Biometria de frutos e sementes e germinação de jatobá-curuba (Hymenaea intermedia Ducke, Leguminosae - Caesalpinioideae).

Ecofisiologia e Propagação de Plantas, da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, Pará. Após a coleta, os frutos permaneceram por três dias em bandejas de plástico, em ambiente com temperatura de 27,5 °C e umidade relativa do ar de 84%. Após esse período, iniciaram-se as avaliações previstas. Para a remoção das sementes foi necessário quebrar os frutos com auxílio de martelo. A coloração dos frutos e das sementes foi determinada baseada na carta de cores de tecido vegetal (Munsell Color Charts 1977). O comprimento, a largura e a espessura dos frutos e das sementes foram determinados com auxílio de um paquímetro digital, sendo utilizados 100 frutos e 200 sementes. O número de sementes por fruto e a porcentagem de sementes danificadas por insetos foram determinados em uma amostra de 200 frutos e 219 sementes, respectivamente. Considerou-se semente danificada por insetos, aquelas que apresentassem orifício, indicando a presença de adultos ou de larvas em seu interior. A determinação do grau de umidade foi realizada em quatro repetições de dez sementes, adotando-se o método de estufa a 105 ± 3 °C, durante 24 horas, conforme Brasil (1992). A massa e o volume de 100 sementes foram determinados utilizando-se oito repetições com a mesma quantidade de sementes, sendo o volume determinado através de uma proveta com capacidade para 1000 cm 3 . Os testes de germinação foram efetuados com sementes escarificadas e não-escarificadas. A escarificação foi efetuada atritando-se levemente a porção basal da semente, durante dois segundos, em superfície abrasiva de esmeril elétrico com 3450 rpm. Esses testes foram conduzidos em uma sala nas condições ambientais de Belém (PA). Após a escarificação, as sementes foram imersas em água durante 24 horas e, posteriormente, semeadas em substrato constituído de areia e serragem curtida, previamente esterilizado com água fervente durante duas horas, na proporção volumétrica de 1:1. Os substratos foram irrigados a cada dois dias após a semeadura, sendo realizadas contagens diárias do número de sementes germinadas. O tempo médio de germinação foi estimado segundo Edmond & Drapala (1958), pela equação:
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Biometria de frutos e sementes e germinação de Plathymenia reticulata benth. e Plathymenia foliolosa benth. (Fabaceae - mimosoideae).

Biometria de frutos e sementes e germinação de Plathymenia reticulata benth. e Plathymenia foliolosa benth. (Fabaceae - mimosoideae).

Plathymenia reticulata Benth. é conhecida como vinhático-do-campo ou vinhático-do-cerrado, ocorre em formações abertas do Cerrado brasileiro, desde o Amapá até São Paulo, sendo encontrada em todos os estados da região Centro Oeste (ALMEIDA et al., 1998). Os indivíduos possuem de 6 a 12 m de altura e de 30 a 50 cm de diâmetro de tronco (LORENZI, 2002). Estudos sobre a germinação das sementes dessa espécie, caracterizando a ocorrência de dormência tegumentar, foram realizados por Lacerda et al. (2004) apenas na temperatura constante de 28 °C. P. foliolosa Benth., popularmente conhecida como vinhático-da-mata, estende-se no território brasileiro pela Floresta Atlântica, de São Paulo a Pernambuco, porém com maior frequência no Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro (RIZZINI, 1978). Os indivíduos chegam a alcançar 30 m de altura e mais de 70 cm de diâmetro de tronco (LORENZI, 2002). Não são conhecidos estudos sobre a germinação dessa espécie em condições de laboratório.
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Biometria de frutos e sementes e germinação de melão-de-são-caetano.

Biometria de frutos e sementes e germinação de melão-de-são-caetano.

Nas Figuras 1, 2 e 3 são apresentados os dados biométricos dos frutos de melão-de- são-caetano. A maior parte dos frutos apresenta comprimento em torno de 49-57 mm, diâmetro variando de 17-19 mm e frutos com aproximadamente 20 a 23 sementes. As variações nas dimensões dos frutos podem ser atribuídas à variabilidade genética, aos fatores ambientais (bióticos e abióticos), bem como a interação genótipo-ambiente. Macedo et al. (2009) veriicaram que os frutos de Magonia pubescens têm grande variação nas dimensões

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Biometria de frutos e sementes, emergência e avaliação de plântulas de Parkia gigantocarpa Ducke

Biometria de frutos e sementes, emergência e avaliação de plântulas de Parkia gigantocarpa Ducke

De acordo com Nascimento et al. (2009) em leguminosas tropicais, a resistência e impermeabilidade do tegumento a água é o mecanismo mais comum de dormência de suas sementes. Segundo Montório et al. (1997), a dormência é uma estratégia de desenvolvimento dos vegetais, que distribui a germinação ao longo do tempo, aumentando a probabilidade de sobrevivência da espécie. Para a produção de mudas de espécies florestais, principalmente de algumas espécies de leguminosas, pode ser considerada um problema, devido à dificuldade de romper o tegumento da semente e propiciar uma germinação uniforme. Segundo Costa (2010) a dormência das sementes de fava-barriguda pode ser superada submetendo-as a escarificação em esmeril elétrico na região basal (lateral) da semente.
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BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES, EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DE PLÂNTULAS DE Parkia gigantocarpa Ducke

BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES, EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DE PLÂNTULAS DE Parkia gigantocarpa Ducke

De acordo com Nascimento et al. (2009) em leguminosas tropicais, a resistência e impermeabilidade do tegumento a água é o mecanismo mais comum de dormência de suas sementes. Segundo Montório et al. (1997), a dormência é uma estratégia de desenvolvimento dos vegetais, que distribui a germinação ao longo do tempo, aumentando a probabilidade de sobrevivência da espécie. Para a produção de mudas de espécies florestais, principalmente de algumas espécies de leguminosas, pode ser considerada um problema, devido à dificuldade de romper o tegumento da semente e propiciar uma germinação uniforme. Segundo Costa (2010) a dormência das sementes de fava-barriguda pode ser superada submetendo-as a escarificação em esmeril elétrico na região basal (lateral) da semente.
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Quality of seeds and seedlings of Cedrela fissilis Vell. due to the biometry of berry and seeds in different origins

Quality of seeds and seedlings of Cedrela fissilis Vell. due to the biometry of berry and seeds in different origins

Cedrela fissilis é espécie nativa do Brasil com uso destacado no setor madeireiro e na recuperação de áreas degradadas, existindo a necessidade de melhor entendimento das diferenças e ganhos genéticos que pode haver em relação a diferentes procedências e progênies. O objetivo do estudo foi analisar a biometria de frutos e sementes de Cedrela fissilis em função de diferentes procedências e matrizes relacionando com o crescimento inicial de mudas, além de avaliar o melhor fotoperíodo na germinação. As sementes foram coletadas em matrizes de duas procedências (Fernandes Pinheiro e Lapa) para biometria e peso de mil sementes por matriz. Sementes das duas procedências foram submetidas a distintos fotoperíodos (12, 16 e 24 horas de luz branca e 24 horas no escuro), sendo avaliada a germinação e o Índice de Velocidade de Germinação (IVG). O crescimento inicial das mudas foi avaliado através da medição de características morfológicas a cada 30 dias após a repicagem das plântulas. Os experimentos foram realizados em delineamento inteiramente casualizado e os dados submetidos à análise de variância ao nível de 5%, sendo as médias comparadas pelo teste de Tukey e/ou regressão polinomial. Houve diferença biométrica de frutos e sementes entre as matrizes, não havendo relação com a procedência. Quanto a taxa de germinação e IVG entre as procedências, Fernandes Pinheiro apresentou os melhores resultados. Em relação ao fotoperíodo, não existiu diferença na germinação em relação aos níveis de luz, sendo o IVG maior para sementes germinadas no escuro. A procedência Fernandes Pinheiro obteve maior crescimento inicial das mudas em relação à procedência Lapa e esta
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Biometria de frutos e sementes de Melanoxylon brauna, da caracterização parcial de genes e expressão do ciclo celular do eixo embrionário

Biometria de frutos e sementes de Melanoxylon brauna, da caracterização parcial de genes e expressão do ciclo celular do eixo embrionário

É, assim, fundamental, também, que se determine a temperatura adequada para a secagem, bem como o tempo de exposição à temperatura, para evitar danos e a consequente perda de qualidade das sementes, independentemente do nível de tolerância à dessecação. Miyasaki e Cândido (1978) verificaram decréscimo na qualidade de sementes de Tabebuia serratifolia determinada pelo tempo de secagem. Pinto et al. (1986) verificaram que o aumento no tempo de secagem de sementes de Tabebuia avellanedae resultou na queda da qualidade de sementes quando usada a temperatura de 40 ºC. Sementes de Araucaria angustifolia, secas em temperaturas de 30 a 40 ºC por até 16 h, tiveram o vigor significativamente reduzido, tanto pelo efeito da temperatura quanto pelo tempo de secagem, muito embora a redução no teor de água mostrasse efeito significativo somente da temperatura (RAMOS; CARNEIRO, 1988). No entanto, a secagem de sementes de Chorisia speciosa não afetou seu vigor, mesmo em temperatura de até 60 ºC por até 150 min (LOTTI et al., 1995).
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Maturação e secagem de sementes de Peltophorum dubium (Spreng.) Taubert (CANAFÍSTULA).

Maturação e secagem de sementes de Peltophorum dubium (Spreng.) Taubert (CANAFÍSTULA).

RESUMO –– O trabalho foi desenvolvido em Botucatu, SP, e teve por objetivo determinar o momento de ocorrência do máximo potencial de germinação durante a maturação das sementes de canafístula, relacionando-a com a secagem dos frutos. Cinco árvores, em final de floração, tiveram 15 inflorescências etiquetadas em 06/02/ 2002. As colheitas, realizadas semanalmente, foram iniciadas na quinta semana após a etiquetagem (35 DAE) e finalizaram quando ocorreu o início da dispersão dos frutos (98 DAE), totalizando 10 colheitas. Os frutos das cinco plantas foram colhidos e avaliados separadamente. Em cada colheita, os frutos foram divididos em duas porções: uma teve as sementes extraídas (sementes frescas), e a outra foi posta para secar em ambiente natural de laboratório para, então, se extraírem as sementes (sementes secas). Determinaram-se o teor de água e a massa seca de 100 sementes frescas e 100 secas. Os testes de germinação das sementes, frescas e secas, foram realizados com e sem escarificação. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, considerando-se a árvore e o bloco. A maior capacidade germinativa das sementes foi atingida após a ocorrência do máximo acúmulo de massa. O máximo potencial de germinação, detectado nas sementes escarificadas, foi observado no início da dispersão, quando predominavam sementes duras. A maturação, a germinação e a instalação da dormência em semente imatura foram antecipadas com a sua secagem no interior do fruto separado da planta-mãe.
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LUIZ GERALDO DA SILVA

LUIZ GERALDO DA SILVA

Com relação à influência como instrumento de monitoramento e controle das políticas públicas do estado de Minas Gerais através dos Fóruns Regionais de Governo esta[r]

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CADO DE ESTRUTURAS DE A ¸ CO, CONCRETO E MISTAS

CADO DE ESTRUTURAS DE A ¸ CO, CONCRETO E MISTAS

Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Programa de P´os Gradua¸c˜ao em Engenharia Civil, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil, 2016.. BARSAN, G.; CHIOREAN, C.[r]

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LUIZ FELIPE FERRARI CERQUEIRA DE FARIAS AGRONEGÓCIO E LUTA DE CLASSES: DIFERENTES FORMAS DE SUBORDINAÇÃO DO

LUIZ FELIPE FERRARI CERQUEIRA DE FARIAS AGRONEGÓCIO E LUTA DE CLASSES: DIFERENTES FORMAS DE SUBORDINAÇÃO DO

No terceiro capítulo apresentaremos o modo como a contradição entre o capital agroindustrial citrícola e os pequenos produtores familiares de laranjas aparece à.. [r]

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Divergência genética entre árvores matrizes de Ceiba speciosa St. Hil. para características de frutos e sementes

Divergência genética entre árvores matrizes de Ceiba speciosa St. Hil. para características de frutos e sementes

como as de melhor qualidade de sementes. O envelhecimento separou as árvores matrizes em maior número de grupos para a porcentagem de germinação, ao passo que para o índice de velocidade de germinação ocorreu o contrário, o que é facilmente entendido, haja vista que as sementes ao saírem do envelhecimento apresentam maior teor de água, adiantando o processo germinativo e, consequentemente, diminuindo o tempo para que a germinação ocorra. Contudo, de uma forma geral, o envelhecimento acelerado não provocou alterações profundas na qualidade das sementes sendo que algumas árvores matrizes apresentaram pequeno aumento na porcentagem de germinação com o envelhecimento (matrizes, 1, 4, 13, 20, 25 e 33). Estes resultados diferem dos obtidos por Fanti e Perez (2005), em que as autoras recomendam que o teste de envelhecimento acelerado de sementes de C. speciosa seja conduzido a 45 ºC por 72 h, por permitir diferenciação da qualidade de sementes desta espécie. Por outro lado, quanto à velocidade do processo germinativo, houve uma melhoria nas sementes envelhecidas, o que corrobora com os resultados obtidos das autoras acima.
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EFEITOS DA FERTILIZAÇÃO MINERAL NA PRODUÇÃO E GERMINAÇÃO DE SEMENTES E NA BIOMASSA DE PLÂNTULAS DE Dalbergia miscolobium Benth.1.

EFEITOS DA FERTILIZAÇÃO MINERAL NA PRODUÇÃO E GERMINAÇÃO DE SEMENTES E NA BIOMASSA DE PLÂNTULAS DE Dalbergia miscolobium Benth.1.

caducifolia total e renovação de folhas limitada a duas semanas, geralmente entre agosto e setembro (LENZA; KLINK, 2006). Normalmente, floresce ao final da estação chuvosa, passando grande parte da estação seca na fase de formação e amadurecimento dos frutos, que são dispersos pelo vento ao final dessa estação (BRAZ et al., 2009). Em geral, cada fruto possui uma única semente, mas há registros de duas sementes por fruto. A avaliação fenológica quantitativa, proposta por Fournier (1974), permite estimar a porcentagem de intensidade da frutificação em cada indivíduo e foi realizada no mês de julho de 2011 (mês em que a espécie estava com frutos maduros), utilizando-se uma escala de cinco categorias: 0, 1, 2, 3 e 4 (sendo 0 = ausencia da fenofase; 1 = magnitude entre 1% e 25%; 2 = entre de 26% e 50%; 3 = entre 51% e 75%; e 4 = entre 76 e 100%). A intensidade média de frutificação em cada tratamento foi calculada como I médio =
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André Luiz do Vale Soares

André Luiz do Vale Soares

“ou” basta que um dos itens avaliados seja verdadeiro para a expressão ser verdadeira.[r]

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Maturação fisiológica de sementes de quaresmeira.

Maturação fisiológica de sementes de quaresmeira.

Resumo – O presente trabalho objetivou estudar a maturação fisiológica de sementes de quaresmeira (Tibouchina granulosa Cogn.). Cada inflorescência foi identificada em sua respectiva data de antese. Os frutos foram colhi- dos semanalmente para avaliações de diâmetro, peso, coloração, grau de umidade e massa de matéria seca. As sementes foram avaliadas quanto à massa de 1.000 sementes, velocidade e porcentagem de germinação. As determinações foram conduzidas com quatro subamostras de 50 frutos e sementes, por colheita, em deline- amento inteiramente casualizado. A maturação fisiológica das sementes ocorreu entre 84 e 105 dias, a colheita deve ser feita entre 84 e 98 dias, e a deiscência dos frutos ocorre 105 dias após a antese. O teor de água e a massa de matéria seca foram os índices que melhor caracterizaram a maturação fisiológica e época de colheita das sementes; o tamanho dos frutos e a coloração das sementes revelaram-se como bons indicadores do ponto de maturação fisiológica. A maior porcentagem de germinação foi obtida entre 77 e 110 dias, e o vigor das sementes aumenta até 91 dias após a antese. As sementes de Tibouchina granulosa apresentaram dormência após a maturação fisiológica.
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DETECÇÃO DE FUNGOS PATOGÊNICOS EM SEMENTES DE ACÁCIA-NEGRA (Acacia mearnsii De Wild) PATHOGENIC FUNGI DETECTION IN SEED OF BLACK WATTLE (Acacia mearnsii De Wild)

DETECÇÃO DE FUNGOS PATOGÊNICOS EM SEMENTES DE ACÁCIA-NEGRA (Acacia mearnsii De Wild) PATHOGENIC FUNGI DETECTION IN SEED OF BLACK WATTLE (Acacia mearnsii De Wild)

Utilizaram-se sementes de acácia-negra de um plantio comercial, aos quatro anos de idade cuja origem é Austrália. A área do plantio pertence à Empresa AGROSETA S.A. que está localizada no município de Butiá (30°07’12” S e 51°57’45” W), região fisiográfica do Escudo cristalino rio-grandense. O clima da região é classificado, segundo Köppen, como subtropical (Cfa), conforme MORENO (1961). A precipitação média anual é de 1.400 mm. As temperaturas médias anual, máxima e mínima são de 18°C, 24°C e 14°C respectivamente (IPAGRO, 1989). O solo da área pertence à unidade de mapeamento São Jerônimo, classificado como Argilossolo Vermelho Distrófico Latossólico (EMBRAPA, 1999).
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