Top PDF Biotecnologia e o melhoramento genético de plantas.

Biotecnologia e o melhoramento genético de plantas.

Biotecnologia e o melhoramento genético de plantas.

Para se conseguir novas plantas a partir de uma ou poucas células transformadas é preciso cultivar estas céu Ias num meio con - t endo os nutrientes necessários para a planta e , princip[r]

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IMPORTÂNCIA DA ESTIMATIVA DO FLUXO GÊNICO EM GRAMÍNEAS DE CLIMA TROPICAL PARA O MELHORAMENTO GENÉTICO DE PLANTAS

IMPORTÂNCIA DA ESTIMATIVA DO FLUXO GÊNICO EM GRAMÍNEAS DE CLIMA TROPICAL PARA O MELHORAMENTO GENÉTICO DE PLANTAS

A utilização da engenharia genética nos programas de melhoramento genético de forragei- ras tropicais e a falta de informação sobre o fluxo gênico nessas gramíneas gerou a necessidade de se conhecer o fluxo de genes em espécies de valor econômico, principalmente do gênero Brachiaria e Panicum, por serem as mais utilizadas na dieta de ruminantes no Brasil. Os objetivos da elaboração dessa revisão são esclarecer o que é o fluxo gênico e como ele pode ocorrer na natureza, e mostrar os modelos experimentais de investigação usados no melhoramento genético de plantas forrageiras, isso tudo com a finalidade de gerar conhecimento para futuras aplicações em sistemas agrícolas transgêni- cos com espécies dos gêneros Brachiaria e Panicum em regiões tropicais.
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Distribuição de probabilidades do valor extremo e tamanho amostral para o melhoramento genético do quantil máximo em plantas

Distribuição de probabilidades do valor extremo e tamanho amostral para o melhoramento genético do quantil máximo em plantas

No melhoramento genético de plantas, uma metodologia estatística que utilize os valores máximos (indivíduos excepcionais e seus valores genotípicos preditos), para a análise de famílias e a escolha dos genitores com base no desempenho da progênie, tem sido pouco ou nada explorada. Portanto, este trabalho teve como objetivo propor e avaliar uma metodologia estatística para o melhoramento do máximo ou valor extremo das distribuições, e não necessariamente das médias das distribuições. Essa abordagem baseia-se nos quantis superiores da GEV (Distribuição de Valores Extremos Generalizada) dos BLUP´s genotípicos individuais entre e dentro de famílias, como forma de prever o aumento da ocorrência de valores extremos em função do aumento do tamanho da família (seleção de indivíduos extremos dentro de família) e também do número de famílias utilizado para representar uma população (seleção de indivíduos extremos em toda a população).
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Fenologia, produção e precocidade de plantas de Eugenia dysenterica visando melhoramento genético

Fenologia, produção e precocidade de plantas de Eugenia dysenterica visando melhoramento genético

Este estudo teve como objetivo relacionar o comportamento fenológico da cagaiteira (Eugenia dysenterica DC.) às condi- ções edafoclimáticas, selecionando plantas mais produtivas e precoces. O estudo foi desenvolvido em cagaiteiras cul- tivadas na área da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás (EA/UFG), em Goiânia, GO, Brasil. Foram realizadas leituras da altura total e da circunferência do caule a 10 cm do solo. Os estudos das fenofases ocorreram semanalmente, de setembro de 2011 a abril de 2012. Os dados climatológicos foram obtidos na Estação Evaporimétrica da EA/UFG. As plantas, com 14 anos, apresentaram altura de 3,6 m a 7,5 m e circunferência de caule de 38 cm a 81 cm. A maior emissão de folhas ocorreu em setembro, juntamente com a emissão de botões e flores; e a frutificação em outubro. Progênies de Catalão, Luziânia, Goiânia e Senador Canedo se destacaram quanto à precocidade e produção de frutos, sendo indicadas para um futuro melhoramento genético.
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A biotecnologia aplicada  ao  melhoramento  genético vegetal:  controvérsias  e  discussões doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.101.339361

A biotecnologia aplicada ao melhoramento genético vegetal: controvérsias e discussões doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.101.339361

Resumo: O presente estudo aborda temas relacionados ao melhoramento genético vegetal, apresentando à biotecnologia em seus primórdios e avanços, quando é vista como “a nova revolução verde”, dando ênfase a biotecnologia agrícola brasileira, e o seu desenvolvimento relacionado à liderança da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (EMBRAPA), considerando os possíveis riscos tanto ao meio ambiente como à saúde humana, respeitando e praticando as leis e normas da biossegurança. Contextualiza também, assuntos da Genética Microbiana, Microbiologia, e Biologia Molecular para esclarecer as várias técnicas de clonagem gênica, que vão desde a escolha de características voltadas ao melhoramento de um determinado produto, até o processo de isolamento e transformação destes genes, utilizando as mais modernas tecnologias.
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Biotecnologia aplicada ao melhoramento genético do cafeeiro.

Biotecnologia aplicada ao melhoramento genético do cafeeiro.

A biotecnologia tem aplicações importantes na propagação de cafeeiros, como na multiplicação vegetativa in vitro de híbridos altamente heterozigotos de destacado valor agronômico. As técnicas de cultura de tecidos têm possibilitado a obtenção de grande número de plantas e a garantia da uniformidade genética do material (DUBLIN, 1984). Assim, a clonagem de plantas híbridas promete um fantástico avanço no melhoramento genético do cafeeiro. Plantas de cafeeiro podem ser propagadas por embriogênese somática e microcortes (DUBLIN, 1980), sendo que ambas as metodologias apresentam vantagens e desvantagens (DUBLIN, 1984). A primeira tentativa bem-sucedida de micropropagação de C. arabica por gemas axilares foi conduzida por CUSTERS (1980) em meio MS suplementado com 6,64µM da citocinina 6- benzilaminopurina (BAP) e meio de subcultivo com 13,29µM de BAP e 1,445µM de ácido giberélico.
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Perspectivas da biotecnologia para o melhoramento de plantas

Perspectivas da biotecnologia para o melhoramento de plantas

Esta tecnologia abriu perspectivas para a agricultura em áreas tão diversas como hibridação somá- tica entre espécies distintas ou incompatíveis, mutação e seleção em nível celular, ut[r]

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Análise espacial e de vizinhança no melhoramento genético de plantas.

Análise espacial e de vizinhança no melhoramento genético de plantas.

Observa-se que, nos casos estudados, a AE não trouxe vantagens sobre os delineamentos planejados. Os modelos PPD e MM, apesar de terem contribuído para melhorias, necessitam de adaptações aos métodos espaciais, por exemplo, quanto ao número de vizinhos considerado no cálculo da covariável, pois qualquer ganho no melhoramento é de grande valia, no sentido de se detectar diferenças genéticas e reduzir os custos. Cargnelutti Filho et al. (2003) avaliaram cinco formas diferentes no cálculo da covariável pelo método de Papadakis, com variações nas tendências geográficas (quanto à posição e ao número de parcelas utilizadas), e concluíram que a forma mais eficiente na redução do erro experimental é a que considera cinco parcelas: a de referência e as quatro mais próximas a ela.
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Evolução da biotecnologia da reprodução no Brasil e seu papel no melhoramento genético

Evolução da biotecnologia da reprodução no Brasil e seu papel no melhoramento genético

ram comportamento totalmente diferente ao serem sub- metidas à punção ovariana. Além de alcançarem números médios expressivos, acima dos 15 oócitos por sessão, na maioria delas o número médio de oócitos não decrescia na medida em que as sessões de colheita se sucediam. A visão empresarial de um jovem médico-veterinário brasi- leiro, André Dayan, associado à bióloga Ieda Watanabe, levou à fundação, em novembro de 1999, da Vitrogen, empresa que alavancou o emprego da técnica no Brasil. Em curto período de tempo multiplicaram-se as empresas dedicadas à prestação de serviços, fazendo com que o Brasil se tornasse uma liderança mundial na produção in vitro de embriões de raças zebuínas. Os dados referentes ao ano de 2007, reportados pelo Comitê de Estatística da IETS (Thibier, 2008), revelam que o Brasil produziu in vitro 211 mil embriões bovinos, colocando-se junto à China e ao Japão como líderes mundiais no emprego dessa biotécnica de reprodução. Nesse período, o Canadá pro- duziu mais de 300 mil embriões in vitro, que foram expor- tados para a China com o propósito de acelerar a seleção e o melhoramento animal da raça holandesa naquele país. Esse é um exemplo prático de como esta biotécnica de reprodução pode ser empregada como ferramenta para modificar, em curto espaço de tempo, o cenário da seleção animal.
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Armazenamento de sementes de cana-de-açúcar para o melhoramento genético

Armazenamento de sementes de cana-de-açúcar para o melhoramento genético

completos ou biparentais, isto é, situação na qual tanto o genitor masculino quanto o feminino são conhecidos; e as progênies de meios irmãos ou multiparentais, caracterizado pelo conhecimento apenas do genitor feminino e, portanto, na descrição do genitor masculino é empregado o sinal de interrogação “(?)”, ou seja, essa informação é, à princípio, desconhecida. Uma importante diferença entre estas formas de cruzamentos é que há maior variabilidade genética para progênies de meios irmãos, uma vez que vários genitores paternos colaboram para a formação da progênie, porém o conhecimento integral da genealogia é comprometido. Posteriormente, as sementes derivadas de cada cruzamento são semeadas e, após a germinação, as plantas são aclimatadas para a implantação de experimentos em condições de campo (MATUSOKA et al., 2005), em que os melhores indivíduos serão selecionados e clonados. Este processo é repetido de três a quatro vezes, em função da especificidade dos diferentes programas de melhoramento.
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Biotecnologia e Melhoramento das Variedades de Vegetais: Cultivares e Transgênicos

Biotecnologia e Melhoramento das Variedades de Vegetais: Cultivares e Transgênicos

O presente artigo faz breves considerações acerca da evolução da biotec- nologia e do sistema de proteção de variedades de plantas no Brasil, como as cultivares e as plantas transgênicas. Utilizou-se o método dedutivo de abordagem, partindo do sistema normativo disposto, chegando-se à con- clusão já prevista. Resultados apontam que mundialmente há dois tipos de sistema de proteção para a produção de variedades de vegetais. O Brasil adotou o sistema sui generis devido a suas peculiaridades. Analisando o presente artigo, percebe-se, na Lei de Cultivares, que o Brasil não adota o sistema de patente para a proteção das variedades de plantas, pois isso está expressamente proibido na lei, bem como a lei entra em contradição em alguns pontos. Apesar das boas intenções dos pesquisadores de se acabar com a fome no mundo ao produzir as plantas transgênicas, estas são ainda mal recepcionadas no Estado brasileiro devido à falta de estudos efica- zes que protejam os seres humanos e a natureza de modo geral. O artigo também demonstra que algumas empresas detêm o monopólio do setor de sementes e agrotóxicos, todavia não se acabou com a fome que assola a população mundial.
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Aplicação de técnicas de biotecnologia à cultura e melhoramento do maracujazeiro.

Aplicação de técnicas de biotecnologia à cultura e melhoramento do maracujazeiro.

Na micropropagação de plantas lenhosas é mais difícil obter a regeneração de plantas de ma- terial fisiologicamente maduro (BONGA & VON ADERKAS, 1992; KAWATA et al., 1995), en- quanto que o tecido jovem é também conveniente para o isolamento de protoplasto e seu uso em proto- colos de transformação de plantas. Essa característi- ca foi igualmente observada no caso do maracujazei- ro (D’UTRA VAZ et al., 1993; MANDERS et al., 1994; KAWATA et al., 1995). Entretanto, tecidos jovens são aproveitáveis somente por um período relativamente curto de tempo e/ou em quantidade limitada (Vaquero et al. apud KAWATA et al., 1995). MORAN ROBLES (1978) constatou que no caso do maracujá poucas espécies foram utilizadas nos estudos de cultura de tecido a partir de materiais jovens, os quais se iniciaram com a propagação vegetativa de brotos axilares de P. edulis. SCORZA & JANICK (1980) induziram o florescimento in vitro em explantes foliares, caulinares e de gavinhas em P. suberosa. A formação de brotos de discos foliares foi obtida em P. alata por Desai & Mehta, apud D’UTRA VAZ et al. (1993), e mais recente- mente, Kantharajah & Dodd, apud D’UTRA VAZ et al. (1993), descreveram a técnica de micropropaga- ção pela cultura direta de explantes nodais de mudas de P. edulis.
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Palavras-chave: Capsicum annuum L., melhoramento, biotecnologia,

Palavras-chave: Capsicum annuum L., melhoramento, biotecnologia,

Os resultados assemelham-se aos obtidos por Nervo et al. (1994), que al- cançaram altas frequências de embrióides, mas baixas taxas de conver- são em relação ao número de embrióides. Os autores afirmam que este é o ponto de estrangulamento da técni- ca, e sugerem maiores estudos de fato- res que possam estar relacionados com tal situação. Com base nesta considera- ção e de acordo com os resultados obti- dos, pode-se concluir que a taxa de con- versão em plantas está diretamente li- gada à produção e/ou inibição do etileno, tornando-se cada vez mais im- portante elucidar o real papel deste gás no controle, não só da embriogênese, mas principalmente na fase de maturação dos embriões obtidos.
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Melhoramento genético da bananeira: estratégias e tecnologias disponíveis.

Melhoramento genético da bananeira: estratégias e tecnologias disponíveis.

Em bananeira, a primeira etapa de seleção é realizada para caracteres que apresentam alta herdabilidade, uma vez que está restrita a apenas um local e com um número reduzido de plantas. Na Embrapa, esta etapa é denominada de fase de cova única, em que cada planta oriunda de uma semente é avaliada por três ciclos de produção, sendo men- surados dados sobre o ciclo, o número de frutos por cacho e a resistência à doença (Sigatoka-amarela). Na segunda etapa, denominada clonal, os melhores genótipos selecionados na fase única serão multi- plicados e avaliados por mais dois anos, agora com cinco repetições/clones por genótipo, também em apenas um local. Por ser uma doença muito impor- tante e necessitar de condições especíicas para sua avaliação, o mal-do-panamá é avaliado em outra etapa, em área infestada com Fusarium, onde os genótipos selecionados na fase clonal são observados por dois ciclos. A etapa seguinte consiste em avaliar os genótipos selecionados como resistentes ao mal- do-panamá, quanto à resistência à Sigatoka-negra. Esta etapa é realizada em Manaus (AM), devido à
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Melhoramento genético para tolerância ao frio em arroz irrigado.

Melhoramento genético para tolerância ao frio em arroz irrigado.

O método é bastante simples e consiste em submeter folhas (coletadas em plantas sob estres- se de frio) a um período de aclimatação no escuro, também sob frio, e após expor as folhas à radiação medindo a fluorescência de clorofila com o auxílio de um fluorímetro. Utilizando essa técnica, RHO (1985) avaliou cultivares Japônica e Indica submeti- das a 10°C por oito dias. As mudanças na fluores- cência de clorofila foram expressas como porcenta- gem do controle (mantido a 27 ° C) e comparadas com a estimativa visual do dano de frio feito na escala de 1 a 9. A fluorescência de clorofila de al- gumas cultivares Japônica aumentou durante o tra- tamento de frio, sendo 23 a 34% superior ao contro- le; e nas cultivares Indica ela decresceu em até 98%. Esse método permite aos melhoristas fazer um ”screening” rápido de grande número de plantas para tolerância ao frio, com a vantagem de ser sensível, reproduzível, não-destrutivo, econômico e permitir detectar o dano antes do aparecimento dos sintomas (WILSON & GREAVES, 1990).
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Estratégias de seleção no melhoramento genético do maracujazeiro azedo

Estratégias de seleção no melhoramento genético do maracujazeiro azedo

A cultura do maracujazeiro azedo tem se expandido consideravelmente, tornando o Brasil maior produtor e consumidor mundial da fruta. Várias estratégias têm sido aplicadas ao melhoramento do maracujazeiro azedo, visando à obtenção de progênies superiores em produtividade e qualidades físico-químicas de frutos. Contudo, visando adotar métodos mais precisos de seleção, tem-se empregado valores genéticos, como uma forma de aumentar os ganhos genéticos devidos a seleção. O presente trabalho teve como objetivo a comparação de estratégias de seleção utilizando a metodologia de modelos mistos (REML/BLUP) e métodos baseados em valores fenotípicos em uma população de meio irmãos de maracujazeiro azedo. Foram avaliadas 24 progênies de meio irmãos de maracujazeiro azedo em delineamento em blocos ao acaso com três repetições e quatro plantas por parcela, instalado no campo experimental da Universidade Federal de Viçosa/Campus de Rio Paranaíba. Os caracteres avaliados foram: número de frutos, comprimento longitudinal de fruto, diâmetro equatorial de fruto, massa de fruto, massa do pericarpo, massa da polpa, espessura do pericarpo, sólidos solúveis totais e acidez total titulável. Os parâmetros genéticos e fenotípicos foram estimados através da Anova e pela metodologia REML/BLUP. Os ganhos genéticos foram estimados por seleção direta, entre e dentro, combinada e índices de seleção obtidos por valores fenotípicos e por valores genotípicos para a seleção individual e índices de seleção. Foram realizados comparações entre as estratégias de seleção baseadas em valores fenotípicos e valores genotípicos por meio dos ganhos genéticos e coeficientes de coincidência. Os índices de seleção baseados em valores fenotípicos proporcionaram ganhos bem distribuídos em relação aos métodos univariados. O índice de soma ranks fenotípico proporcionou ganhos genéticos melhor distribuídos entre os caracteres. A seleção individual de progênies via BLUP equivale à seleção direta, entre e dentro e combinada obtida por valores fenotípicos. O índice de soma de ranks via valores fenotípicos é um bom índice comparado aos índices de seleção via BLUP.
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Melhoramento genético do Eucalipto: que impacto na realidade ?

Melhoramento genético do Eucalipto: que impacto na realidade ?

Tendo em conta que o acréscimo dos custos associados ao uso de plantas melhoradas é largamente compensado pelo acréscimo de rendimentos esperado (Quadro 1), é necessário conhecer as razões que levam a uma baixa proporção de utilização das plantas melhoradas por parte dos proprietários florestais privados. Podem apontar-se vários factores que influenciam esta situação: custo das plantas, disponibilidade no mercado, desconhecimento deste tipo de planta por parte do proprietário privado, falta de marketing e novidade do produto. Apesar de ao material melhorado corresponder um acréscimo no custo das plantas seminais na ordem de 25% e de 100% para as plantas obtidas por via vegetativa, o acréscimo dos encargos totais da arborização por hectare varia apenas entre 2 e 4% (planta seminal) e entre 8 e 16% (planta clonal) relativamente à utilização de plantas não melhoradas. No entanto, muitas vezes os agentes económicos intermediários valorizam um baixo custo de instalação em detrimento da utilização de material melhorado, apesar de o tipo e qualidade da planta condicionar o lucro final que o proprietário irá obter. A disponibilidade no mercado de plantas melhoradas e o investimento de marketing associado a este produto serão, no entanto, os principais factores limitantes a uma maior utilização por parte dos proprietários privados. A relativa expansão e sucesso da comercialização das plantas melhoradas de origem vegetativa, apoiam esta ideia, apesar dos maiores custos de produção destas plantas. Por fim, a adopção de novas técnicas ou introdução de novos produtos num meio florestal relativamente pouco dinâmico, é sempre um processo lento. Resulta, deste último facto, que seja fundamental esclarecer e divulgar as condições de uma boa utilização do material melhorado (sementes ou clones) nas arborizações, enfatizando a importância de esta estar associada a uma silvicultura adequada e dos seus benefícios económicos. É de referir que a comercialização de plantas melhoradas de origem clonal é acompanhada de um folheto informativo das regiões do país onde a sua adaptação é melhor e a sua utilização aconselhada. Esta opção é suportada por estudos de caracterização edafo-climática dos ensaios onde cada clone está presente.
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Aspectos do melhoramento genético da bananeira.

Aspectos do melhoramento genético da bananeira.

porém na prática tem-se observado que ocorre o surgimento de características in- feriores na maioria das vezes (croucH et al., 1998), assim como a frequência dos ti- pos de variação depende diretamente do genótipo (kHAYAt et al., 2004). A maioria das variações somaclonais observadas no subgrupo Cavendish (AAA) são para alte- rações no porte, o que está associado com a sensibilidade ao ácido giberélico (rEu- VENI et al., 1996). Também foram gerados variantes somaclonais resistentes à raça 4 de Fusarium oxysporum (HWANG; ko, 1988, 2004) e à sigatoka-amarela (ViDAl; GAr- cíA, 2000; truJillo; GArcíA, 1996). Este último, o somaclone CIEN BTA-03, além de ser resistente à sigatoka-amarela, apresen- ta frutos com características superiores aos do clone parental ‘Williams’ (EmAlDi et al., 2004). Em cultivares do grupo AAB, foram observados maiores variações na morfo- logia da inflorescência e do fruto (VuYlS- TEKE et al., 1991). A variação somaclonal originada do cultivo in vitro de meristemas pode representar apenas uma fração da va- riação que poderia ser gerada mediante a regeneração de plantas a partir de cultura de células e protoplastos de diferentes ex- plantes (croucH et al., 1998).
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Biofortificação: culturas enriquecidas com micronutrientes pelo melhoramento genético

Biofortificação: culturas enriquecidas com micronutrientes pelo melhoramento genético

A concentração dos fatores antinutricionais na die- ta depende da genética do material vegetal e das condi- ções ambientais em que ele foi cultivado. Os grãos con- têm fitatos que limitam a absorção de ferro e zinco ao nível intestinal (Mendonza, 2002; Welch, 2002). Existem vários mutantes de arroz, trigo, cevada e soja, com redu- zido teor de fitato, normalmente apresentando aumento nos teores de ferro, zinco e magnésio. Porém, o melhora- mento visando à redução desse fator antinutricional deve ser ponderado, uma vez que o ácido fítico apresen- ta benefícios para as plantas, como estoque de fósforo, reserva de grupos fosfatos reativos, estoque energético, fonte de cátions e iniciação da dormência, e para a saúde humana, como antioxidante ou agente anticarcinogênico (Brown & Solomons, 1991; Graf & Eaton, 1993; White & Broadley, 2005). Por outro lado, existem substâncias pro- motoras da biodisponibilidade, como frutas frescas, ve- getais, carne animal, leite, entre outras (Graham et al., 2001; Welch, 2002). Alguns prebióticos, como a inulina, aumentam a absorção de minerais, e a possibilidade de manipulá-los dentro dos programas de melhoramento tem sido estudada para culturas como mandioca, arroz, milho e trigo (Genc et al., 2005).
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