Top PDF Recria de bovinos de corte em pastagem de gramíneas de estação fria consorciadas com ervilhaca e/ou com suplementação energética

Recria de bovinos de corte em pastagem de gramíneas de estação fria consorciadas com ervilhaca e/ou com suplementação energética

Recria de bovinos de corte em pastagem de gramíneas de estação fria consorciadas com ervilhaca e/ou com suplementação energética

O déficit alimentar durante o período de outono/inverno em virtude da estacionalidade na produção de forrageiras estivais é uma limitação na produção de bovinos de corte no sul do país. Porém algumas estratégias podem ser utilizadas para suprir essa diminuição forrageira durante a estação fria. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência da suplementação energética e/ou da consorciação entre gramíneas e leguminosas no desempenho de bezerros Marchegiana x Angus mantidos em pastagem de aveia e azevém consorciadas ou não com ervilhaca. O trabalho foi conduzido no Núcleo de ensino e pesquisa de Bovinocultura de corte na fazenda experimental da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Dois Vizinhos, no período de maio e agosto de 2014. A área para realização do experimento foi de sete hectares, subdividida em nove piquetes com média de 0,655 ha. As cultivares utilizadas foram a aveia preta Embrapa 139 (Avena strigosa Schreb), azevém comum (Lolium multiflorum Lam.) e ervilhaca cv. ametista (Vicia sativa L.). O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, contendo três tratamentos sendo eles, AVAZ+S: aveia + azevém + suplementação, AVAZE+S: aveia + azevém + ervilhaca + suplementação e AVAZE aveia + azevém + ervilhaca, contendo três repetições por tratamento. Foram utilizados 27 bezerros mestiços do grupo genético 1/4 Marchegiana 1/4 Aberdeen Angus 2/4 Nelore chamados de animais testers, com idade inicial de 7 meses e peso médio de 190 kg. Para ajuste da taxa de lotação dos animais nos piquetes foi preconizado uma oferta de forragem de 10,0 kg de matéria seca para cada 100 kg de peso vivo. Para as avaliações de massa de forragem disponível por hectare foi realizada a técnica da dupla amostragem avaliando-se o ganho de peso médio diário por meio de pesagens realizadas a cada 28 dias, com período de jejum alimentar e hídrico de 14 horas. Foram analisadas as seguintes variáveis bromatológicas dos alimentos: matéria seca, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria seca. Os dados obtidos foram avaliados pela análise de variância e teste F. As médias quando distintas foram comparadas pelo teste Tukey em nível de 5% de significância. A suplementação energética associada a gramíneas hibernais consorciadas ou não com ervilhaca otimiza a produção de massa de forragem proporcionando maior ganho de peso vivo por área de bezerros de corte.
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Recria de bovinos em pastagem de inverno associada à suplementação e/ou ervilhaca

Recria de bovinos em pastagem de inverno associada à suplementação e/ou ervilhaca

O objetivo foi avaliar a recria de novilhos de corte em pastagem de aveia+azevém, consorciada com ervilhaca e/ou suplementação energética. O delineamento experimental foi de Blocos ao Acaso, com três tratamentos e três repetições. Os tratamentos avaliados foram: AS: aveia + azevém + suplementação, AES: aveia + azevém + ervilhaca + suplementação e AE: aveia + azevém + ervilhaca. Foi utilizado o sistema de lotação continua, com carga animal variável, a oferta de forragem preconizada de 9,0 kg de matéria seca/100 kg de peso vivo. Foram utilizados 27 bezerros mestiços não castrados do grupo genético 1/4 Marchegiana 1/4 Aberdeen Angus 2/4 Nelore, chamados de animais testes, com idade inicial de 7 meses e peso médio de 190 kg, recebendo suplementação de 1% do peso vivo de milho moído. As avaliações da forragem e dos animais foram realizadas a cada 28 dias. As avaliações de comportamento animal foram realizadas duas vezes por período, durante 24 horas. O consumo de matéria seca medido através do marcador externo Dióxido de Cromo. O comportamento ingestivo dos animais em pastejo não foi alterado pelo consórcio com ervilhaca ou pelo uso da suplementação. Animais não suplementados iniciaram o pico de pastejo mais cedo e apresentaram tempo de pastejo superior em relação aos suplementados, no entanto, o ganho médio diário foi semelhante entre os tratamentos. O ganho de peso vivo por hectare foi 32% maior quando em pastos cujos animais receberam suplementação em relação a utilização de consórcio com ervilhaca, 6,37 kg.dia - ¹ ha - ¹ contra 4,46 kg.dia - ¹ ha - ¹, respectivamente. Quando suplementados, os novilhos consumiram menor quantidade de forragem (AS+AES=5,57 kg MS dia -1 contra AE=8,35 kg MS dia -1 ).
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Recria de bovinos de corte e produção da pastagem de estrela africana sobressemeada com gramíneas e leguminosa com e sem uso de irrigação

Recria de bovinos de corte e produção da pastagem de estrela africana sobressemeada com gramíneas e leguminosa com e sem uso de irrigação

A maior produção de azevém com uso de irrigação possibilitou maior carga animal na primavera, o que pode ter retardado o crescimento de estrela-africana no verão. O aporte hídrico suprimiu os efeitos da estiagem na produção de azevém, aumentou a relação F:C da pastagem e permitiu incremento em carga animal. Devido à maior intensificação animal nessas áreas, podem ter ocorrido alterações físico-químicas no solo que prejudicariam a resposta do crescimento da pastagem de estrela nos módulos irrigados no verão. A compactação decorrente de pisoteio causa aumento de densidade no solo, eleva perdas de nitrogênio por desnitrificação e erosão e danifica os atributos físicos do solo que exercem papel determinante na produtividade das pastagens, de acordo com resultados de Nascimento et al. (2017). Alguns autores têm relatado a interferência do azevém na produção de outras espécies como festuca (CARAMESO et al., 2017) e em plantas invasoras na cultura do milho (CASTAGNARA et al., 2012; MORAES et al., 2009) por competição interespecífica e alelopatia. No entanto, tal fato não pode ser veementemente afirmado no presente experimento, pois seria necessário analisar este efeito segundo metodologia específica, a qual não foi objetivo do presente trabalho. Leguminosas também foram mais produtivas sob irrigação, sendo que a ervilhaca foi superior no inverno, e o trevo superior na primavera. O estímulo para produção de leguminosas via irrigação contribui para a sustentabilidade do sistema produtivo, pois em proporções ótimas, as leguminosas têm maior capacidade de fixação de nitrogênio via simbiose, o que eleva o N disponível para gramíneas e resulta em redução de custos com fertilização nitrogenada. Além disso, contribui para mitigação de gases de efeito estufa envolvidos neste processo.
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Recria de bezerras com suplementação no outono e pastagem cultivada no inverno.

Recria de bezerras com suplementação no outono e pastagem cultivada no inverno.

A grande meta para o rebanho comercial brasileiro é o primeiro acasalamento das fêmeas aos 24 meses de idade (Lobato, 1997). Nestas circunstâncias, uma boa recria é fundamental para animais mais leves ao desmame atingirem desenvolvimento adequado em tempo hábil. Vários traba- lhos no Rio Grande do Sul comprovam que a introdução de espécies de ciclo hiberno-primaveril sobre pastagens nati- vas é imprescindível para ganhos de peso satisfatórios no primeiro inverno, independentemente do peso à desmama das bezerras (Pereira Neto et al., 1999; Pio de Almeida & Lobato, 2004; Rocha et al., 2004).
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Efeito da suplementação no desempenho de bovinos de corte em pastagem de Brachiaria brizantha cv. Marandu.

Efeito da suplementação no desempenho de bovinos de corte em pastagem de Brachiaria brizantha cv. Marandu.

O incremento no peso observado nos bovinos suplementados em relação aos sem suplementação no período de 108 dias foi de 37 %. Pode-se atribuir o aumento no ganho em peso verificado ao maior aporte de energia, proteína total e proteína de baixa degradabilidade, fornecido pelo concentrado. Segundo Poppi & McLennan (1995), no período das águas a forragem disponível apresenta alta concentração de nitrogênio solúvel, ocorrendo desequilíbrio entre a disponibilidade de energia e do nitrogênio disponível. Nesse caso o fornecimento de energia prontamente fermentável pode melhorar a síntese de proteína microbiana.
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Lasalocida sódica suplementada via sal para fêmeas de corte mantidas em pastagem cultivada de estação fria.

Lasalocida sódica suplementada via sal para fêmeas de corte mantidas em pastagem cultivada de estação fria.

Foram utilizados seis piquetes com área de 1 ha cada, com pastagem composta pela mistura de aveia preta, triticale e azevém. A semeadura a lanço foi realizada no dia 21/04/95 utilizando 35, 70 e 35 kg/ha de semente de aveia preta cv. comum (Avena strigosa), triticale cv. CEP 23 (X Triticosecale) e azevém cv. comum (Lolium multiflorum), respecti- vamente. Adubação de base seguiu as Recomenda- ções de Adubação para o Estado do Rio Grande de Sul, sendo utilizados 200/ha da fórmula 05-30-15 e na adubação de cobertura utilizaram-se 175 kg de nitro- gênio/ha, sendo parcelada em quatro aplicações du- rante todo o ciclo da pastagem. O método de pastejo foi o contínuo com lotação variável, utilizando a técnica de put and take(MOTT e LUCAS, 1952), com oferta estimada de forragem de10 kg de matéria seca para cada 100 kg de peso vivo. A massa de forragem da pastagem foi avaliada nas datas de 08/09, 06/10, 03/11 e 15/11, com o corte rente ao solo de 10 amostras (0,25m 2 ) por piquete. Após a homogeneização, foi composta uma amostra final, em cada avaliação, para determinação do teor de matéria seca (MS), teor de proteína bruta (PB) e digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) por piquete. A taxa de acúmulo de matéria seca foi avaliada com o uso de três gaiolas de exclusão ao pastejo por piquete, atra- vés da equação descrita por CAMPBELL (1966).
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Recria de bezerras de corte em alternativas de uso da pastagem de azevém.

Recria de bezerras de corte em alternativas de uso da pastagem de azevém.

A variação dos componentes estruturais ocorreu prin- cipalmente em decorrência do ciclo das forrageiras, carac- terizado pela maior presença de lâminas foliares de azevém no início do ciclo e predominância de colmos e material morto no final. A participação de colmos e folhas de trevo- vermelho só foi representativa a partir do final do mês de agosto, que correspondeu ao final do primeiro período de avaliação. A participação de inflorescências de azevém e de trevo-vermelho não foi considerável e, por isso, não foi contabilizada. Na pastagem de azevém utilizada com suple- mento, houve maior quantidade de massa de lâminas de azevém no início e metade do ciclo da pastagem, o que pode ser explicado pelo manejo realizado anteriormente, de adap- tação dos animais ao suplemento, e pela menor seletividade de folhas de azevém no período de adaptação, que pode ser indicativo de menor dependência do pasto na dieta dos animais sob suplementação. Maior presença de lâminas foliares na pastagem utilizada com suplemento também foi observada por Rocha et al. (2004), no entanto, esse resul- tado difere do observado por Frizzo et al. (2003a), de menor participação de lâmina de azevém quando os bovinos rece- beram níveis elevados de suplemento durante todo o ciclo da pastagem, caracterizando maior seletividade para esse componente. Esses resultados divergentes indicam que a desfolhação é alterada quando os animais recebem suple- mento, criando oportunidades para que a estrutura da pastagem se modifique. O maior acúmulo de material morto na pastagem utilizada com suplemento provavelmente foi decorrente da senescência das lâminas foliares não consumidas. A menor cobertura do solo pelo azevém no início de seu estádio reprodutivo, com redução na partici- pação de lâminas foliares, propiciou espaço para o desen- volvimento de espécies oportunistas e “outras espécies” apresentaram maior predomínio na pastagem exclusiva de azevém. Essa participação ocorreu com menor intensidade
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Alternativas de utilização da pastagem hibernal para recria de bezerras de corte.

Alternativas de utilização da pastagem hibernal para recria de bezerras de corte.

Os resultados obtidos apontam a utilização de leguminosas em pastagem de inverno como a melhor remuneração por hectare, tendo por base de cálculo a venda da produção de peso vivo obtida durante a utilização da pastagem. A receita líquida (RL) apre- sentada por este tratamento foi superior às demais, sendo de 226,22 R$/ha. A relação custo/benefício (RC/B) também foi superior para ‘Leguminosa’, e, para cada real investido, o produtor poderá ter um retorno de R$ 1,39. A relação C/B foi de R$ 1,28 e 1,13 para ‘Nitrogênio’ e ‘Suplemento’, respectiva- mente. É importante salientar que, apesar do custo de implantação do trevo vesiculoso estar inserido nas despesas do tratamento, a produção animal, e conse- qüente renda bruta (RB) e RL, foram obtidas em uma pastagem sustentada basicamente por azevém, aveia e 150 kg/ha de N em cobertura. Os custos da uréia no ‘Nitrogênio’ e do sorgo no ‘Suplemento’ compromete- ram o desempenho econômico destes tratamentos, já que no primeiro a adubação nitrogenada representou 49,38% dos custos, e, no segundo, o suplemento foi o responsável por 37,58% das despesas por hectare. A escolha do sistema que melhor retorna o investimento realizado depende, principalmente, da situação e dos objetivos do produtor, bem como da situação do mer- cado, que oscila constantemente, modificando a rela- ção preço dos insumos/preço da carne bovina.
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Desenvolvimento de novilhas de corte recebendo ou não suplementação energética em pastagem com diferentes disponibilidades de forragem.

Desenvolvimento de novilhas de corte recebendo ou não suplementação energética em pastagem com diferentes disponibilidades de forragem.

Para o acasalamento de novilhas aos 14 meses de idade, é necessário alto desempenho individual pós- desmama. Nesse caso, a utilização de suplementação energética parece ser uma alternativa viável por garan- tir maior aporte de energia aos animais, em relação ao uso exclusivo da pastagem. A suplementação energética para animais em pastagem de aveia (Avena strigosa) + azevém (Lolium multiflorum) melhora a relação entre proteína e energia da dieta, podendo provocar mudanças na composição do ganho de peso e, conse- qüentemente, no escore de condição corporal (Lemenager et al., 1980). Novilhas que consomem maior quantidade de energia e apresentam maior taxa de ganho de peso diário atingem a puberdade com menor idade (Ferrel, 1991). Dietas com excesso de proteína bruta ou de proteína degradável no rúmen, por outro lado, têm sido associadas à redução no desempe- nho reprodutivo (Elrod & Butler, 1993).
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Avaliação nutricional de estratégias de suplementação para bovinos de corte durante a estação da seca

Avaliação nutricional de estratégias de suplementação para bovinos de corte durante a estação da seca

As frequências de suplementação estudadas não afetaram (P>0,10) a digestibilidade aparente total dos componentes. Resultados variados sobre os efeitos da frequência de suplementação sobre a digestibilidade total da MS têm sido observados na literatura. Farmer et al. (2001) observaram redução linear na digestibilidade quando forneceram os suplementos em menor frequência aos animais em menor frequência. De forma contrária, Beaty et al. (1994) verificaram maior coeficiente de digestibilidade nos animais sob suplementação três vezes por semana em comparação com a distribuição diária. De forma similar às observações deste estudo, Bohnert et al. (2002a) não verificaram efeito da frequência de suplementação sobre a digestibilidade da MS.
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Produção Animal em Pastagem com Gramíneas de Estação Quente.

Produção Animal em Pastagem com Gramíneas de Estação Quente.

RESUMO - Foi avaliado o desempenho de novilhos de corte, durante a fase de recria, em capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.) cv. Taiwan A-146, papuã (Brachiaria plantaginea (Link) Hitchc), sorgo forrageiro (Sorghum bicolor (L.) Moench) cv. AG 2501C e milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke) cv. comum. O período total de pastejo foi de 143 dias para a pastagem de capim-elefante e 98 dias para as demais pastagens. O sistema de pastejo foi o contínuo com lotação variável. O teor de proteína bruta na massa de forragem foi de 5,43; 10,08; 9,95; e 10,58% e a digestibilidade in vitro da matéria seca, de 50,93; 55,85; 54,56; e 54,81% para capim-elefante, papuã, sorgo e milheto, respectivamente. Houve diferença significativa no ganho de peso médio diário, que foi de 0,928; 1,054; 1,121; e 1,188 kg, para o capim-elefante, papuã, sorgo e milheto, respectivamente. Não houve diferença significativa na carga animal entre as pastagens, sendo de 1682, 1634, 1389 e 1514 kg de PV/ha, e no ganho de peso vivo, que foi de 774, 668, 570 e 640 kg de PV/ha para as pastagens de capim-elefante, papuã, sorgo e milheto, respectivamente. A utilização de pastagens cultivadas de verão, manejadas corretamente, permite altos ganhos de peso por animal e por área, constituindo-se em uma excelente alternativa para intensificar a produção de bovinos de corte.
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Manejo da pastagem de milheto para recria novilhas de corte.

Manejo da pastagem de milheto para recria novilhas de corte.

Foram utilizadas novilhas de corte da raça Charolês e também foram utilizados produtos do cruzamento Charolês-Nelore, com idade e peso médios iniciais de 15 meses e 230kg. O método de pastejo adotado foi contínuo com lotação variável (MOTT & LUCAS, 1952). Os animais foram pesados nos dias 31/12, 26/01, 24/02, 24/03 e 04/04, com jejum prévio de sólidos e líquidos de 12h. Em todas as pesagens as novilhas foram submetidas a uma avaliação subjetiva da condição corporal (ECC, adaptado de LOWMAN et al., 1976), com escores de 1 (magro) a 5 (gordo), atribuídos por observação visual. Em cada período experimental, o ganho de peso diário médio (GDM) foi obtido pela diferença de peso entre as pesagens, dividido pelo número de dias do período. A carga animal média (CA) foi calculada pelo somatório do peso médio dos animais-teste, mais o produto do peso médio de cada animal regulador com o número de dias que este permaneceu na unidade experimental, dividido pelo número de dias do período. A lotação média (LOT) foi obtida pelo quociente da carga animal com o peso médio das novilhas, 250kg. O ganho de peso vivo por área foi obtido pelo somatório do ganho de peso dos animais-teste, mais o produto do GDM dos animais reguladores com o número de dias em que estes permaneceram no piquete.
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Produção, valor nutritivo e produtividade estimada de leite de pastagens consorciadas de estação fria

Produção, valor nutritivo e produtividade estimada de leite de pastagens consorciadas de estação fria

de 80kg de N ha -1 , Carvalho et al. (2018) verificaram uma produção de 3827kg MS ha -1 de aveia-preta em três cortes, resultado muito próximo ao obtido neste trabalho. Em contrapartida, no consórcio com ervilhaca, o resultado dos autores foi substancialmente superior, com produção de 3010kg MS ha -1 . Em relação à participação das leguminosas no dossel forrageiro, a consorciação com trevo- branco está muito abaixo do percentual recomendado (Tab. 2) por Luscher et al. (2014), entre 30 e 50%. Esse resultado está associado ao fato de o trevo-branco ser uma espécie de estabelecimento lento; logo, a sua produção é mais concentrada na primavera (Fontaneli et al., 2012). Além disso, o trevo-branco é estolonífero e de crescimento prostrado, assim, a altura de corte de 10cm favoreceu a amostragem das demais espécies, que têm hábito de crescimento ereto.
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Suplementação de bezerras de corte lactentes e em recria e parâmetros nutricionais de vacas de corte em pastejo

Suplementação de bezerras de corte lactentes e em recria e parâmetros nutricionais de vacas de corte em pastejo

Entretanto, em média, não houveram diferenças (P>0,10) no GMD entre os animais que receberam sal nitrogenado e os que receberam suplemento múltiplo (Tabela 5). O sal nitrogenado apresentou alta concentração de PB, possibilitando que mesmo ocorrendo baixo consumo, ocorresse incremento na ingestão de PB, corrigindo a deficiência protéica da forragem e fornecendo PDR às bactérias fibrolíticas, que em situações onde há limitação de nitrogênio, esse suprimento eleva significativamente a atividade dessa população (Russell et al., 1992). Os menores níveis de suplementação múltipla, por serem fornecidos em baixas quantidades, proporcionaram ganhos de peso dos animais próximos aos valores encontrados quando foi fornecido sal nitrogenado. Entretanto, o maior nível de suplementação múltipla (Q3) proporcionou maior superioridade no ganho de peso em relação ao sal nitrogenado. Contudo, a média do ganho de peso para os níveis avaliados de suplemento múltiplo não apresentou grande diferença do valor obtido pelo sal nitrogenado.
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Suplementação de bovinos de corte em sistema de pastejo

Suplementação de bovinos de corte em sistema de pastejo

O objetivo deste trabalho é abordar o efeito da suplementação mineral- protéica no desempenho de bovinos de corte em sistema de pastejo. As pastagens estão inseridas no sistema de produção como um dos principais fatores produtivos. Porém um sistema de produção nos trópicos sofre muita influência da estacionalidade das pastagens, tendo uma grande oscilação de disponibilidade e qualidade da mesma. Quando a planta forrageira é a única fonte de proteína e energia para o desenvolvimento de bovinos, a taxa de crescimento destes pode ser menor do que a produção esperada devido ao fato das forrageiras não conterem todos os nutrientes essenciais nas proporções adequadas para atender às exigências dos animais, e devido a isto, a estratégia do uso de suplementos vem a ser uma grande alternativa a fim de minimizar este efeito.
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Aspectos da suplementação mineral de bovinos de corte.

Aspectos da suplementação mineral de bovinos de corte.

Este mIneral é o principal elemento no controle da pressão osmótIca, no equilTbrio áCido-base, age fornecendo base para neutralização de tecidos no e- qullTbrio Iô[r]

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Suplementação de bovinos de corte em sistema de pastejo

Suplementação de bovinos de corte em sistema de pastejo

Existem dois tipos de efeitos associativos, o positivo e o ne- gativo. O positivo, ocorre quando a suplementação promove um aumento no consumo de matéria seca e/ou na digestão, devido ao suprimento de nutrientes limitantes na forragem, como o ni- trogênio, em quantidades insuficientes para atender a exigência animal e da microbiota ruminal. Os efeitos associativos negativos, ocorrem quando a suplementação diminui o consumo de maté- ria seca e/ou a digestão da forragem e podem causar redução na eficiência de utilização dos suplementos (Dixom & Stockdale, 1999). Porém podem haver situações em que a diminuição do consumo de forragem seja desejável, para que o suprimento de forragem se estenda por um maior período ou que possibilite um maior numero de animais por um dado período de tempo na unidade de pastejo. Em geral, o consumo seria reduzido pelo concentrado, quando a qualidade da forragem é alta, outros nu- trientes não estão em balanço com energia e suplementos são fornecidos em grandes quantidades (Paulino et al., 2002).
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Dinâmica vegetacional em pastagem natural e pastagem sobre-semeada com espécies de estação fria com e sem o uso de herbicida.

Dinâmica vegetacional em pastagem natural e pastagem sobre-semeada com espécies de estação fria com e sem o uso de herbicida.

A participação de espécies perenes de ciclo estival de bom potencial forrageiro, responsáveis pela maior contribuição para a produção de matéria seca na pastagem natural, destacando-se as do gênero Paspalum e a espécie Axonopus affinis, foi reduzida ou essas espécies desapareceram da pastagem sendo substituídas por indesejadas de menor palatabilidade como Sporobolus indicus e Cyperus lanceolatus nos tratamentos com introdução de espécies e uso de herbicida glifosato (Tabela 1). Estes resultados seguem a tendência observada na revisão realizada por Reis (2009), no primeiro ano de avaliação deste trabalho, as espécies perenes que mais contribuíram para a produção de forragem, como Andropogon lateralis, Paspalum dilatatum, P. plicatulum e P. notatum quase desapareceram das áreas que receberam os tratamentos que utilizaram glifosato, sendo substituídas por espécies indesejáveis, como Chaptalia nutans e Apium spp. Segundo Sant’Anna e Nabinger citados por Reis (2009), os herbicidas totais sistêmicos alteram drasticamente e ocasionam desequilíbrios na vegetação natural, sendo o primeiro o aparecimento de espécies indesejáveis como Eragrostis plana (capim-annoni), caraguatá, entre outras. Estes autores atribuem à causa destas invasões a destruição da comunidade vegetal nativa,
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Morfometria testicular de bovinos mestiços jovens submetidos a diferentes estratégias de suplementação energética de pastagem de brachiaria brizantha

Morfometria testicular de bovinos mestiços jovens submetidos a diferentes estratégias de suplementação energética de pastagem de brachiaria brizantha

Os resultados do presente estudo sugerem que apenas as medidas testiculares não representam boa fer- ramenta para estimativas de desempenho em sistemas de suplementação a pasto de animais mestiços em idade pré-púbere. Após a puberdade, há ainda crescimento contínuo das medidas testiculares e, como nesta fase não há mais proliferação das células de Sertoli (PI- NHO et al., 2001), este crescimento é consequência do aumento da população de células germinativas no interior dos túbulos seminíferos. Segundo EVERLING et al. (2001), não são esperadas altas respostas corre- lacionadas para as características de crescimento de efeito direto, quando o perímetro escrotal for usado como critério único de seleção, em consequência da correlação positiva, no entanto, de baixa magnitude. TABELA 5. Coeficientes de correlação de Pearson entre as medidas da porção glandular dos testículos e ganho em peso médio diário
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Produção animal e retorno econômico em misturas de gramíneas anuais de estação fria.

Produção animal e retorno econômico em misturas de gramíneas anuais de estação fria.

respectivamente, para o primeiro e segundo período, mesmo a pastagem tendo apresentado elevado teor de PB e DIVMO (Tabela 3) na avaliação inicial. Certamente os baixos ganhos obtidos nos pastejos iniciais são o reflexo do elevado teor de água presen- te nestas espécies (Tabela 1), que, apesar de apre- sentar excelente qualidade, não conseguem suprir os requerimentos desta categoria animal para a obten- ção de elevados ganhos, pois a quantidade de MS ingerida pelos animais está ligada positiva e significa- tivamente à porcentagem de MS da planta (COMERON, 1997) e a água presente nas células da forragem apresenta poder de enchimento, havendo limitação de consumo por falta de capacidade física. Observa- se que na MTA o menor GMD foi obtido no primeiro período (489 g), ocorrendo aumen- to gradativo até atingir o valor máximo no terceiro período (832 g), que se manteve constante até o final do período de pastejo, já para o MAA e MTAA, houve redução no GMD do primeiro para o segundo período, aumentando nos períodos seguintes e che- gando nos valores máximos no quarto período sendo, respectivamente, de 968 e 784 g. A queda no GMD do primeiro para o segundo período, observada no MAA e MTAA, pode ser atribuída à diminuição mais acentuada na disponibilidade de forragem (Tabela 1), na DIVMO e no teor de PB (Tabela 3) da pastagem em relação ao MTA. O aumento no GMD da MTA do primeiro para o segundo período ocorreu, prova- velmente, em função do baixo ganho de peso obtido
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