Top PDF Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ramos caudais (Figs. 1, 2 e 4) subtriangulares, ambos equipados com uma seta longa e uma curta na margem distai, duas setas reduzidas na margem lateral extema e uma fileira de pequen[r]

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Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Perna IV (Fig. 10) com o endopodito bi-segmentado e ambos os segmentos com espínulos externos, atingindo até a metade da margem distai. O primeiro segmento com uma seta piumosa media[r]

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Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Peças bucais (Fig. 6): mandíbula longa, com uma base robusta, estreita na parte proximal, sem ornamentações, alarga-se até cerca de um terço, na re- gião mediana a margem anterior for[r]

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Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Os espécimens foram coletados dos filamentos branquiais de Laemolyta taeniata dos rios Jamari, Guaporé e Pacaás Novos do estado de Rondônia, Brasil.. A nova espécie tem um espinho fort[r]

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Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Endopódito triarticulado, ambos com borda externa serrilhada; primeiro artículo com uma seta plumosa na margem interna; segundo artículo com duas setas plumosas na margem interna; ar[r]

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Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

O primeiro segmento do exopodito com um espinho distai, espinhos pequenos na margem externa e cerdas internas; o segundo segmento com espinhos pequenos na margem externa e uma seta[r]

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Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Abdômen (pléon) (Fig.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Argulus chicomendesi zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA sp.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYX[r]

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Determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira

Determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira

A Amazônia, maior bioma de floresta úmida do mundo, contém quase 50% da biodiversidade conhecida do planeta e o maior manancial de água doce, que corresponde aproximadamente a um quinto das reservas mundiais. Entretanto, o uso sustentável deste bioma está ameaçado por vários fatores, e o desmatamento é seu principal problema. Este trabalho aborda o desmatamento da floresta amazônica brasileira, em especial busca os determinantes deste processo, utilizando-se para essa finalidade séries de dados temporais do desmatamento e de diversos fatores socioeconômicos, compreendendo o período de 1990 a 2012. A metodologia utilizada submeteu os dados obtidos à análise estatística de correlação seguida da aplicação da análise multivariada discriminante com o método stepwise. Os resultados obtidos apontaram que em ordem de importância as variáveis determinantes do desmatamento são: Bovinos, Malha Viária, População, Extração da Madeira e Área de Lavoura. Por fim, a partir das discussões foram relacionados alguns mecanismos com potencial para combater o desmatamento.
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Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

destes resultados encontrados, poderíamos admitir as seguintes conclusões sobre a hepatite fulminante na Amazônia brasileira: 1 ) não existem parâmetros epidemiológicos ( demográficos) , clínicos, laboratoriais e etiológicos que possam diferenciar uma hepatite fulminante clássica, sem o substrato histológico de células em mórula, de uma hepatite fulminante com cé lula s e m m ó rula ; 2) a única diferença estaria neste substrato patológico, ou seja, um determinado número de pacientes apresentaria um quadro histológico típico, no qual observa-se uma forma confluente de necrose lítica com esteatose microvesicular ( células em mórula) ; 3) em nossa região, existem dois padrões histopatológicos distintos de hepatite fulminante: um padrão de hepatite fulminante com cé lula s e m m ó rula e o outro padrão sem cé lula s e m m ó rula ; 4) o termo h e pa tite f ulm ina nte de Lá b re a deve ser lembrado, descrito e narrado apenas como um fato histórico; 5) a utilização de testes biológicos moleculares de última geração permitiram- nos identificar em 98% dos casos os fatores etiopatogênicos das formas fulminantes de hepatite em nossa região; 6) a coinfecção aguda viral ou superinfecção, observada freqüentemente entre pacientes com hepatite fulminante na Amazônia brasileira, é um indicativo de incrível risco para o desenvolvimento de formas graves de hepatite, com altas taxas de óbito, em torno de 9 5 %; 7 ) finalmente, poderíamos admitir que a presença das cé lula s e m m ó rula nas formas fulminantes de hepatite, observadas em nossa região, possa estar relacionada a um grande e severo bloqueio da função das células hepáticas, que poderia estar condicionado a um efeito mediado pela resposta imunecelular do hospedeiro ou através de um efeito citopático viral.
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Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Modernização agrícola na Amazônia brasileira

É no fim da década de 70 que surge um grandioso “[...] movimento migratório de camponeses até o sul da Amazônia. Milhares de pequenos agricultores sem terras, inclusive operários pobres ou sem trabalho – principalmente das regiões Sul e Sudeste [...]” (Dantas & Fonteles, 2004, p. 11). Portanto, a partir de então, se começa um avanço intenso de colonização, especialmente de sulistas ao interior do Norte brasileiro, com introdução inicial nos estados de Rondônia, Pará e Mato Grosso, depois se espalhando ao restante dos estados, como o caso do Acre e Amazonas. Esses migrantes tinham grande disposição de empreender novas atividades de produção agropecuária, em padrões técnicos superiores aos praticados ou mesmo ausentes nesses territórios, transformando-se no vetor de expansão e de deslocamento da fronteira agropecuária.
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CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Nessa perspectiva, a cartografia das hidroestratégias tende a suprimir do mapa essas comunidades, pois, a desterritorialização é a resultante imediata – na ótica do capital e do Estado - e expressa uma drástica mudança social desses grupos (SAQUET, 2007). Não se trata somente, numa perspectiva tecnocrática, de reassentamento dos atingidos ou deslocamento compulsório de ribeirinhos, mas de uma mudança social e territorial desses grupos sociais. Muito menos de resiliência (conceito e narrativa atenuante), mas de desterritorialização das comunidades em favor do capital, do controle da natureza e do território pelos agentes hegemônicos, sob o beneplácito do Estado. Portanto, a instituição de um outro domínio vertical, de uma hierarquia rígida, na medida em que não há elasticidade para a presença e convivência dos atingidos. Todavia, para a eficácia da ação do Estado e dos agentes hegemônicos, do capital industrial-hidroenergético, opera-se transformações no uso do território com a institucionalização de normas jurídicas, na perspectiva de recodificação do ordenamento e gestão do território. A ação hegemônica exige, no plano do Estado, uma configuração territorial regida por normas jurídicas (gestão do território) garantidora da ação do capital na territorialização de seus projetos. O argumento da “segurança jurídica”, expressamente reclamado na imprensa brasileira pelos porta-vozes dos setores neoextrativistas - formados pelo capital mineral, elétrico, petrolífero, madeireiro, agropecuário e agronegócio - requer do Estado, como principal gestor do território, garantias de que seus projetos territoriais e a acumulação do capital não sejam interpelados pelas ações políticas e jurídicas dos sujeitos e das comunidades afetadas pelo processo de desterritorialização promovido pelas grandes obras.
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O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

Estes estudos foram questionados por ministros e outras autoridades brasileiras (Amaral 2001; Goidanich 2001; Silveira 2001; Weber 2001), que argumentaram que uma premissa chave de ambos de que o passado poderia ser usado para prever o futuro da Amazônia seria criticamente insustentável. Isto é, eles sustentam que ocorreram mudanças fundamentais na legislação ambiental brasileira e na capacidade de implementação das mesmas, nas políticas de desenvolvimento, e nas atitudes públicas durante a última década. Os ministros argumentam que estas mudanças reduziriam muito os impactos de novas estradas e projetos de infraestrutura em relação aos efeitos notoriamente prejudiciais dos projetos desenvolvidos nos anos 70 e 80 (Fearnside 1987, 1990; Brown & Pearce 1994; Nepstad et al. 1997).
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O balanço de carbono da Amazônia brasileira.

O balanço de carbono da Amazônia brasileira.

carbono (CO 2 ) atmosférico. Estudos recentes do IPCC para a década de 1990 estimam a biota terrestre com sendo um sumidouro líquido de aproximadamente 1,4 gigatonelada de carbono por ano (assimilação líquida pela biota terrestre menos as emissões devidas às mudanças dos usos da terra). É provável que a maior parte desse suposto sumidouro aconteça nas florestas das latitudes médias e dos trópicos. Estudos do ciclo do carbono do Experimento LBA estão mostrando que as florestas não-perturbadas da Amazônia comportam-se com um forte sumidouro de carbono, com taxas na faixa de 1 a 7 tonela- das por hectare por ano, ao passo que as áreas inundadas e os rios podem estar agindo como fonte de carbono de até 1,2 tonelada por hectare por ano. O desmatamento e a queima de biomassa representam uma emissão líquida de aproximadamente 0,2 gigatonelada de carbono por ano na Amazônia brasileira. Ainda que se leve em conta as grandes incertezas existentes sobre essas medidas, o balanço das evidências observacionais aponta para a possibilidade de que as florestas tropicais da América do Sul estejam funcio- nando como sumidouros de carbono da atmosfera.
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GEOPOLÍTICA E RODOVIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

GEOPOLÍTICA E RODOVIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Proteger o território com rodovias foi uma das tentativas do Estado Nacional para enfrentar as políticas dos países lindeiros que estavam construindo, simultaneamente, outra rodovia denominada de Carretera Marginal de La Selva, artéria longitudinal que se estenderia pela face do Pacífico na América do Sul, interligando Bolívia e a Colômbia, “significando a possibilidade de vir a capturar a Amazônia continental para a órbita do Caribe e do Pacifico, reduzindo a influência” (Becker, 2001, p. 137) brasileira na Amazônia. Na busca de evitar essa possibilidade, o governo militar estruturou uma rodovia que seria a resposta brasileira à Carretera Marginal de La Selva, a Perimetral Norte ou Luso-brasiliana (Moretzsohn, 1971; Benchimol, 1977). Nesse momento, diversos países lindeiros, ou Pan- amazônicos, estavam construindo rodovias em suas respectivas Amazônias integrando-a aos seus respectivos países. Apesar do conjunto de rodovias projetadas, tanto do Brasil como dos demais países da América do Sul ser interligado, cada um buscava efetivar sua respectiva integração territorial.
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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.10 número1

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.10 número1

de pesquisa efetivamente realizada por brasileiros na Amazônia, tanto no MPEG e no Inpa quanto por cientistas de outras regiões do país. Os entrevistados qualificam a Amazônia como um “desafio”, uma região “extraordinária”, “riquíssima”, que detém “a maior biodiversidade do planeta”, e usam outros termos e expressões igualmente hiperbólicos. Fica evidente, no entanto, inclusive nas trajetórias cheias de altos e baixos dos dois institutos, que os cientistas brasileiros ainda não conseguiram enfrentar a enorme tarefa de pesquisar a região de maneira adequada. Na verdade, em seu conjunto, Conhecimento e fronteira talvez inadvertidamente mostre que a comunidade científica brasileira como um todo se interessou pela Amazônia muito menos do que seria de se esperar diante das grandiosas alegações sobre a sua importância
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Estudo da associação entre o sistema histo-sangüíneo ABO e a malária por Plasmodium falciparum na Amazônia brasileira

Estudo da associação entre o sistema histo-sangüíneo ABO e a malária por Plasmodium falciparum na Amazônia brasileira

O sistema sangüíneo ABO (sABO) é o mais importante sistema na compatibilidade de grupos sangüíneos. Muitas pesquisas têm mostrado associações deste sistema com várias doenças infecciosas, inclusive a malária. Este estudo avaliou a associação entre os genótipos do sistema histo-sangüíneo ABO e a malária não grave causada pelo Plasmodium falciparum. A genotipagem dos grupos sangüíneos do sistema ABO foi feita de acordo com o protocolo de PCR/ RFLP, em amostras de indivíduos maláricos e não maláricos de áreas da Amazônia brasileira. O genótipo homozigoto ABO*O01O01 foi prevalente tanto nos maláricos quanto nos doadores de sangue. O genótipo ABO*AB representou cerca de 3% da população infectada e 5% da não infectada. Não foram verificadas diferenças estatisticamente significantes na comparação das freqüências alélicas e genotípicas do sABO entre pacientes e grupo controle, mesmo quando foram analisados apenas indivíduos com infecções puras de P. falciparum. A freqüência do sABO na Amazônia brasileira pode estar relacionada com a baixa freqüência de malária grave pelo P. falciparum. Portanto, os genótipos encontrados no sistema ABO dos indivíduos
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A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SALVAGUARDA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS  Juliana Soares Viga, Cristine Cavalcanti Gomes

A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SALVAGUARDA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS Juliana Soares Viga, Cristine Cavalcanti Gomes

O cotidiano das comunidades localizadas no interior da Amazônia, rotineiramente, é objeto de pesquisas científicas que buscam compreender os mecanismos de organização interna, em seus diversos aspectos e a relação destes com outros ambientes. A compreensão e preservação das comunidades, principalmente as amazônicas, se insere em um movimento nacional, historicamente denominado socioambientalismo. Nesse contexto, Charles Wagley realizou uma minuciosa investigação acerca de uma comunidade, que intitulou Itá, do que resultou a obra Uma Comunidade Amazônica. O objetivo do presente artigo é fazer uma comparação entre aquela comunidade estudada por Charles Wagley e o movimento do socioambientalismo.
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Os reassentamentos involuntários em programas de urbanização e de saneamento: os casos Promaben, Prosamim e Probacanga.

Os reassentamentos involuntários em programas de urbanização e de saneamento: os casos Promaben, Prosamim e Probacanga.

Um exemplo que bem representa a questão dos RI em áreas urbanas da Amazônia é o caso de São Luís, com o Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga (PROBACANGA), que prevê um plano de reassentamento involuntário (PRI) da margem esquerda do rio. Trata-se da maior bacia hidrográfica na área da Ilha do Maranhão, com 10.475,61 hectares (Oliveira, 2008, p. 28). Além disso, é a segunda em concentração urbana da capital maranhense (Nascimento, 2010 , p. 26), ocupação que ocorreu de forma irregular (Martins, 2008).

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Description of Amazonian Theobroma L. collections, species identification, and characterization of interspecific hybrids

Description of Amazonian Theobroma L. collections, species identification, and characterization of interspecific hybrids

There are two important collections of Theobroma species in the state of Pará. The “George O’Neill Addison” collection at “Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária Amazônia Oriental/ EMBRAPA Amazônia Oriental” in Belém, and the “Basil George David Bartley “ collection, established at the “Estação de Recursos Genéticos do Cacau (ERJOH)”, at the “Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira” (CEPLAC), in Marituba, that contains natural and artificial interspecific hybrids between Brazilian Theobroma species. Nevertheless, most of the information about these collections have not been neither organized nor published. Unfortunately, some of the information has been completely lost, such as the original field map and the notebook of the “George O’Neill Addison” collection. Recently, this collection has been reinventoried by Silva & Venturieri (1998).
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