Top PDF BRIÓFITAS DA ILHA DE MARACÁ, RORAIMA, BRASIL.

BRIÓFITAS DA ILHA DE MARACÁ, RORAIMA, BRASIL.

BRIÓFITAS DA ILHA DE MARACÁ, RORAIMA, BRASIL.

Roraima, Ilha de Maracá, municipio de Alto Alegre, SEMA Estação 3°22'N, 61°20'W, primary forest of sandy soil, on fallen tree trunk, col.. Calymperes rubiginosum (Mitt).[r]

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Ectoparasitos de pequenos mamíferos da Ilha de Maracá, Roraima, Brasil. II. interação entre ectoparasitos e hospedeiros.

Ectoparasitos de pequenos mamíferos da Ilha de Maracá, Roraima, Brasil. II. interação entre ectoparasitos e hospedeiros.

Na espécie não identificada de Proechimys, essa mesma intens idade foi de 13,5- A considerar apenas 10 exemplares de Proechimys, capturados no período de 22-02-/05-03/88, que foram os [r]

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Ectoparasitos de pequenos mamíferos da Ilha de Maracá, Roraima, Brasil. I. Ectoparasitofauna, registros geográficos e de hospedeiros.

Ectoparasitos de pequenos mamíferos da Ilha de Maracá, Roraima, Brasil. I. Ectoparasitofauna, registros geográficos e de hospedeiros.

(**) Departamento de Parasitologia ICB, Universidade Federal de Minas Gerais, Caixa Postal 2486, 31.270 - Belo Horizonte/MG.. (***) Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA[r]

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Tabanidae (Diptera) da Ilha de Maracá e Serra Pacaraima, Roraima, Brasil, com descrição de duas espécies novas.

Tabanidae (Diptera) da Ilha de Maracá e Serra Pacaraima, Roraima, Brasil, com descrição de duas espécies novas.

Esenbeckia prasiniventris (Macquart) e Tabanus unimacula (Kroeber) são registradas pela primeira vez no Brasil e duas espécies novas são descritas: Catachlorops bindai e Stypomnisa vidal[r]

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Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Comentários: pertence ao subgênero Frullania Raddi e caracteriza-se pelos filídios assimetricamente ovalados, com ápice acuminado e anfigastros bífidos, alongados a oblongo-ovalados, ca. 1,5 a 2 vezes mais largos que o caulídio. Espécie semelhante a Frullania beyrinchiana (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb., porém F. breuteliana tem filídios conspicuamente acuminados, margem dorsal inteira a crenulada e brácteas e bractéolas denteadas. Geralmente encontrada como epífita e epífila no interior da mata, entre 0-2.250 m de altitude. Distribuição geográfica: Neotropical. Distribuição no Brasil: RJ, RS e SP. Novo registro para o Nordeste.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A indústria da cana sempre teve grande importância na economia e no processo histórico brasileiros. A atividade adquiriu dimensão ainda maior no Brasil com a cri- se internacional nos anos 70, que causou forte alta no mercado petroleiro e impulsio- nou o setor canavieiro, a partir da criação do Proálcool. De 1972 a 1995, o governo brasileiro incentivou o aumento da área de plantação de cana e a estruturação do com- plex o sucro- alcooleiro, com grandes sub- sídios e diferentes formas de incentivo. O Instituto do Açúcar e do Álcool, por ex em- plo, foi responsável durante quase 60 anos por toda a comercialização e a ex portação do produto, subsidiando empreendimen- tos, incentivando a centralização industri- al e fundiária sob o argumento da “mo-
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Briófitas da Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil.

Briófitas da Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil.

Ocorre nos estados do Amazonas, Amapá, Distrito Federal , Espírito Santo, Goiás , Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, [r]

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Briófitas de praias do Estado de São Paulo, Brasil.

Briófitas de praias do Estado de São Paulo, Brasil.

Para a elaboração dos dados referentes à distribuição geográfica mundial e no Brasil, utilizaram-se os trabalhos relacionados anteriormente para a identificação das espécies e as informações contidas em Bastos et al. (1998a; 1998b), Bastos & Villas Boas- Bastos (2000a; 2000b), Bastos & Yano (1993), Costa (1994), Costa & Yano (1995), Germano & Pôrto (1996; 1997), Giancotti & Vital (1989), Hell (1969), Hirai et al. (1998), Ilkiu-Borges (2000), Lemos-Michel & Yano (1998), Lisboa & Ilkiu-Borges (1995; 1996), Marinho & Mariz (1992), Michel (2001), Oliveira & Pôrto (1998), Oliveira-e-Silva & Yano (1998; 2000a; 2000b), Pôrto (1990), Pôrto et al. (1999), Rebelo et al. (1995), Vilas Bôas-Bastos & Bastos (1998), Visnadi et al. (1994), Visnadi & Vital (1995; 1997), Vital et al. (2000), Vital & Visnadi (1994a; 1994b; 1994c), Yano (1981; 1984; 1989; 1992; 1994; 1995), Yano & Carvalho (1995), Yano & Colletes (2000), Yano & Costa (1994; 2000), Yano & Lisboa (1988) e Yano & Santos (1993).
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JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

Esta dissertação analisa a política e o material de divulgação dos resultados da Prova Brasil, com o objetivo de propor um aprimoramento nas estratégias e no material elaborado para a disseminação desses resultados. A justificativa é que os mecanismos e o material de disseminação de dados da Prova Brasil ainda não são suficientemente compreendidos e utilizados pelos profissionais da educação. Como metodologia de pesquisa, adotaram-se análise documental, pesquisa bibliográfica, entrevistas de roteiro semiestruturado e questionários. A investigação empreendida evidencia, no primeiro momento, o contexto de surgimento das avaliações em larga escala no Brasil, cujo marco inaugural foi a implantação do Saeb. Na sequência, descreve o funcionamento deste sistema, englobando sua criação e sua reformulação, que resultou na incorporação da Prova Brasil. Expõe elementos como as matrizes de referência, as disciplinas avaliadas, as fases da política e as áreas responsáveis por sua execução. O foco é, sobretudo, a análise do processo e do material utilizado para a disseminação dos dados, trazendo à tona informações sobre esse modelo. Esta análise foi validada mediante um questionário respondido por gestores da área de avaliação educacional de alguns estados brasileiros. Os achados da pesquisa demonstraram que, embora a apreciação do material e do modelo de divulgação pelos gestores tenha sido positiva na maioria dos aspectos, algumas mudanças foram sugeridas e podem ser empreendidas com o intuito de uma eficiência maior no entendimento e no uso dos dados. Ao final, são propostas algumas alterações tanto nas estratégias de disseminação dos resultados da Prova Brasil (modificações no livreto e nos cartazes, instituição de um “Dia D”) quanto no material (criação de um vídeo explicativo e de uma revista) as quais poderão contribuir para facilitar a compreensão e a apropriação destes por parte de profissionais da área educacional.
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O movimento político indígena em Roraima: identidades indígenas e nacionais na fronteira Brasil-Guiana.

O movimento político indígena em Roraima: identidades indígenas e nacionais na fronteira Brasil-Guiana.

Os indígenas que habitam a Terra Indígena Raposa Serra do Sol exigem a garantia e a proteção integral de suas terras e dos recursos naturais, onde arrozeiros invasores continuaram, até o início de 2009, a explorar indevidamente as terras e os rios. Pressões por parte de políticos e empresários de Roraima tentaram reverter a demarcação e a homo- logação dessa Terra Indígena, para que fosse “julgada” novamente a sua legitimidade. Após três sessões, o Supremo Tribunal Federal (STF) man- teve a decisão favorável à demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, o que beneficia os povos indígenas e determina a saída dos fazendeiros da região. Em 19 de março de 2009, a decisão, por dez votos a um, dos minis- tros do STF derruba uma ação impetrada em 2005 por um senador de Roraima contra a criação da Terra Indígena de 1,7 milhão de hectares determi- nada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo ano. A demarcação foi aprovada com dezenove restrições, dezoito propostas por um dos ministros do STF em dezembro de 2008 e uma apresentada pelo presidente do STF em março de 2009.
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O MOVIMENTO POLÍTICO INDÍGENA EM RORAIMA: identidades indígenas e nacionais na fronteira Brasil-Guiana

O MOVIMENTO POLÍTICO INDÍGENA EM RORAIMA: identidades indígenas e nacionais na fronteira Brasil-Guiana

Os indígenas que habitam a Terra Indígena Raposa Serra do Sol exigem a garantia e a proteção integral de suas terras e dos recursos naturais, onde arrozeiros invasores continuaram, até o início de 2009, a explorar indevidamente as terras e os rios. Pressões por parte de políticos e empresários de Roraima tentaram reverter a demarcação e a homo- logação dessa Terra Indígena, para que fosse “julgada” novamente a sua legitimidade. Após três sessões, o Supremo Tribunal Federal (STF) man- teve a decisão favorável à demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, o que beneficia os povos indígenas e determina a saída dos fazendeiros da região. Em 19 de março de 2009, a decisão, por dez votos a um, dos minis- tros do STF derruba uma ação impetrada em 2005 por um senador de Roraima contra a criação da Terra Indígena de 1,7 milhão de hectares determi- nada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo ano. A demarcação foi aprovada com dezenove restrições, dezoito propostas por um dos ministros do STF em dezembro de 2008 e uma apresentada pelo presidente do STF em março de 2009.
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MYCOCINOGENIC YEASTS ISOLATED FROM AMAZON SOILS OF THE MARACÁ ECOLOGICAL STATION, RORAIMA-BRAZIL

MYCOCINOGENIC YEASTS ISOLATED FROM AMAZON SOILS OF THE MARACÁ ECOLOGICAL STATION, RORAIMA-BRAZIL

Yeasts were isolated from soil samples collected from the Maracá Ecological Station, located on Maracá Island 130 km from Boa Vista, in the Amazon state of Roraima, Brazil. The Ultisoils are the predominant soils on the Island, especially oxissoil, with the occurrence of red-yellow ultisoils, in euthrophic and distrophic forms. Yeast isolations were done by the spread plate method on acidified Y-M Agar medium (0.3% yeast extract, 0.3% malt extract, 0.5% peptone, 1% glucose and 2% agar) with 200mg/L of chloramphenicol, 0.15% sodium propionate, and pH adjusted to 4.5 with HCl and incubated 3 to 5 days at 25 ± 3ºC (2,22). Selected colonies were streaked on Y-M agar to obtain pure cultures and maintained at 8 ± 4ºC on 2% glucose- 0.5% yeast extract- 2% malt extract- 0.1% monosodium phosphate 2% agar slants covered with sterile mineral oil.
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Checklist de briófitas (Antocerotophyta, Bryophyta e Marchantiophyta) do estado de São Paulo.

Checklist de briófitas (Antocerotophyta, Bryophyta e Marchantiophyta) do estado de São Paulo.

Os nomes listados foram compilados dos trabalhos realizados para o Brasil ou Neotrópico e as famílias que tiveram suas espécies revisadas e, portando com alta confiabilidade taxonômica, foram: Amblystegiaceae (Hëdenas 2003), Aytoniaceae (Yano 1981b), Calymperaceae (Reese 1993), Cryphaeaceae - Cryphaea (Rao 2001), Dicranaceae - Campylopodioideae e Paraleucobryoideae (Frahm 1991), Erpodiaceae (Vital 1980), Fissidentaceae (Pursell 2007), Helicophyllaceae (Yano 1979), Hypnaceae (Ireland & Buck 2009), Lejeuneaceae - Ceratolejeunea (Dauphin 2003), Lejeuneaceae - Holostipae (Gradstein 1994), Lejeuneaceae - Prionolejeunea (Ilkiu-Borges 2005), Leucobryaceae (Yano 1992), Leucophanaceae (Salazar-Allen 1993), Marchantiaceae - Marchantiidae (Bischler- Causse et al. 2005), Metzgeriaceae (Costa 2008), Neckeraceae e Thamnobryaceae (Sastre-de Jesus 1987), Phyllogoniaceae (Yano & Mello 1989), Pilotrichaceae - Lepidopilum (Churchill 1988), Plagiomniaceae (Yano 1990), Plagiotheciaceae (Buck & Ireland 1989), Polytrichaceae (Peralta & Yano 2010). Racopilaceae (Yano 1984b), Rhachitheciaceae (Yano 1985), Rhizogoniaceae (Yano 1986), Ricciaceae - Ricciocarpus (Yano 1981c), Sphagnaceae - Sphagnum (Yano et al. 1985), Stereophyllaceae (Ireland & Buck 1994).
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Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Material examinado: Bahia, munic. de Santa Teresinha, Serra da Jibóia, epífita trilha no interior da mata, 15-V-1999, G. Britto 2 (SP 326898, HUEFS 37963). Mato Grosso do Sul, munic. de Selviria, Faz. do Cacildo, ± 40km de Ilha Solteira em direção a Três Lagoas, no solo argiloso, preto, próximo ao pântano, perto do cerradão, 24-X-1984, O. Yano & N. Taroda 9285 (SP 191906).

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Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Os dados obtidos foram comparados a outros registros de briófitas para fragmentos de Mata Atlântica no Estado da Bahia (Valente & Pôrto 2006, Valente et al. 2009) mostrando que 24% das hepáticas e 26% dos musgos são comuns com o presente estudo. Já para o Estado de Pernambuco essa correspondência chega a 22% das espécies (Costa et al. 2010). Considerando-se a listagem de briófitas para a Mata Atlântica (Costa et al. 2009a, b, c), evidencia-se uma correlação de 89% dos táxons.

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Atividades preliminares do programa de controle e tratamento da oncocercose no território Yanomâmi, Roraima, Brasil.

Atividades preliminares do programa de controle e tratamento da oncocercose no território Yanomâmi, Roraima, Brasil.

O r g a n i z a ç ã o P a n A m e r i c a n a d a S a ú d e (OPAS)/Organização Mundial da Saúde (OMS), junto a OEPA (Onchocerciasis Elimination Program for the Americas), em coordenar, estimular e apoiar os esforços de diversos países n a s A m é r i c a s q u e p o s s u e m f o c o s d e oncocercose, com o objetivo de eliminá-los completamente até o ano 2000, tal como é esperado com os focos africanos de oncocercose; e finalmente, no Brasil, a criação do Distrito Sanitário Yanomâmi (DSY)/FNS 4 .

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Briófitas de Manaus, Amazonas, Brasil

Briófitas de Manaus, Amazonas, Brasil

Para o Brasil, alguns trabalhos referem-se a briófitas que crescem nas áreas urbanas: de Visnadi & Monteiro (1990) elucidam-se as briófitas que crescem na cidade de Rio Claro, SP; de Bastos & Yano (1993) referem-se a musgos de zona urbana de Salvador, BA; de Hell (1969) realizou um levantamento de briófitas talosas de São Paulo e áreas vizinhas; de Vital (1980) mencionou coleta de representantes de Erpodiaceae em várias cidades, mas fazendo parte do levantamento de espécies da família; de Yano (1984b) sobre ocorrência de Aulacopilum glaucum coletado nas diferentes cidades brasileiras; de Lisboa & Ilkiu-Borges (1995) que relataram 22 espécies de briófitas de área urbana de Belém e ainda de Visnadi & Vital (1997) que tratam das briófitas da casa de vegetação do Instituto de Botânica, SP.
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Briófitas da Ilha de Germoplasma, reservatório de Tucuruí, Pará, Brasil.

Briófitas da Ilha de Germoplasma, reservatório de Tucuruí, Pará, Brasil.

RESUMO – (Briófitas da Ilha de Germoplasma, reservatório de Tucuruí, Pará, Brasil). A Ilha de Germoplasma, localizada no Reservatório de Tucuruí, Pará, é utilizada para manter espécies resgatadas de áreas que foram inundadas pelo represamento do Rio Tocantins em 1984. Neste trabalho foi estudada a brioflora dessa ilha, tendo sido identificadas 12 espécies de musgos e 13 de hepáticas. Estes resultados refletem baixa diversidade de briófitas ocorrendo nessa ilha, em comparação com outras áreas já estudadas no Estado do Pará. Palavras-chave: briófitas, diversidade, Tucuruí, Pará, Germoplasma
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Briófitas da Ilha do Bom Abrigo, Estado de São Paulo, Brasil.

Briófitas da Ilha do Bom Abrigo, Estado de São Paulo, Brasil.

Foram identificadas 36 espécies de briófitas pertencentes a 27 gêneros e 17 famílias, sendo 15 musgos e 21 hepáticas. Destas, 34 ainda não haviam sido citadas para a Ilha do Bom Abrigo. O número de espécies conhecidas era de 39, este estudo ampliou em 82% o conhecimento da brioflora da área (listas 1 e 2), sendo conhecidos agora 71 espécies para esta Ilha.

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Pipunculidae (Diptera) da Estação Ecológica de Maracá e da localidade de Pacaraima, Roraima, Brasil.

Pipunculidae (Diptera) da Estação Ecológica de Maracá e da localidade de Pacaraima, Roraima, Brasil.

Antena com escapo e pedicelo marrons a pretos, flagelo (fig. TÓrax: escudo e escutelo pretos com pruinosidade marrom; cerdas dorsocentrais in-.. conspícuas, escutelares diminutas. Mesopl[r]

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