Top PDF Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Linhas orientadoras do manual 12 F e relação com o Programa O manual 12 F é a continuação dos projectos 10 F e 11 F, cujas linhas orientadoras são: • cumprimento pleno do Programa com gr[r]

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Caderno de apoio ao professor 9.º Ano.pdf

Caderno de apoio ao professor 9.º Ano.pdf

ͻAnexo estatístico, que se encontra em , com atualizações periódicas de dois em dois anos. Pretende-se que este Caderno de Apoio ao Professor possa ser útil e facilitador da difícil missão dos professores de Geografia de, conciliando as inúmeras solicitações da escola e o elevado número de turmas, promoverem eficazmente a educação geográfica e o crescimento dos nossos alunos, enquanto pessoas e cidadãos do país e do mundo.

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Caderno de Apoio Ao Professor HGP 6

Caderno de Apoio Ao Professor HGP 6

ͻ , a componente multimédia do projeto, que disponibiliza uma grande quantidade e diversidade de recursos didáticos de apoio ao trabalho do professor e à construção das aulas. Permite uma boa interatividade e personalização de muitos materiais, incluindo a possibilidade de alterar planificações, instrumentos de avaliação e apresentações em PowerPoint®. Neste Caderno de Apoio, apresentam-se, de forma detalhada, as diferentes tipologias de recursos disponíveis, assim como o guia de exploração dos recursos disponibilizados na versão de demostração.
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Caderno de Apoio Ao Professor 7º Ano

Caderno de Apoio Ao Professor 7º Ano

O presente Manual foi delineado para alunos de nível sociocultural e cognitivo médio, grupo no qual julgamos poder incluir grande parte dos alunos que frequentam as escolas portuguesas. Todavia, entendemos ser oportuna a inserção de outros materiais no projeto, destinados a alunos com maior interesse e curiosidade sobre os con- teúdos das Metas Curriculares. Estes materiais estão incluídos no Caderno de Atividades, no Caderno de Apoio ao Professor e em 20 Aula Digital, podendo o professor explorá-los sempre que tal lhe parecer conveniente.

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Caderno de Apoio Ao Professor

Caderno de Apoio Ao Professor

É nesse contexto que Giacometti se dedica ao registo sonoro de um património imenso e praticamente desconhecido, percorrendo vilas e aldeias e gravando a música que integrava as festividades, o trabalho, o lazer, os momentos de transição social. Sem apoios financeiros, cria um projeto a que chama Arquivos Sonoros Portugueses e que, graças à cumplicidade e ao apoio de alguns entusiastas com quem vai estabelecendo contacto, chegará a ter edição parcial em alguns discos [...]. Durante os trinta anos em que percorreu o país para gravar a sua expressão musical, Giacometti experimentou também o modo de vida das pessoas que lhe serviram de matéria-prima. As descrições que podem ler-se, ou ouvir-se a quem conheceu Giacometti pessoalmente, sobre esse enorme empreendimento ajudam a justificar parte do fascínio exercido pela figura do corso de gravador ao ombro.
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Caderno de apoio ao professor.pdf

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As metas curriculares consagram, para cada descritor, diferentes níveis de desempenho, explicitados nos respetivos Cadernos de Apoio, em exercícios ou problemas que podem ser propostos aos alunos. Alguns descrito- res, assinalados nos cadernos de apoio com um ou dois asteriscos e assinalados no manual na banda estreita do professor, estão associados a níveis de desempenho progressivamente mais avançados. Tais desempenhos mais avançados não são exigíveis a todos os alunos, tendo portanto, caráter opcional.

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(10) MACS - Caderno de Apoio Ao Professor

(10) MACS - Caderno de Apoio Ao Professor

A utilização incorrecta do coeficiente de correlação O coeficiente de correlação é largamente utilizado, nomeadamente na comunicação social, para ex- primir o maior ou menor grau de associação entre duas variáveis. Nem sempre o uso do coeficiente de correlação é feito de forma correcta, sobretudo se não forem tomadas certas precauções. Veja-se o seguinte exemplo. Um professor decidiu registar as notas que os seus alunos tinham tido em dois testes, para averiguar se se teria verifi- cado consistência entre os resultados dos dois testes, no sentido que um aluno que tenha tido boa (má) nota no primeiro teste, também tenha tido boa (má) nota no segundo teste. Calculou o coeficiente de correlação e ficou desapontado com o valor obtido, 0,04! Resolveu fazer a repre- sentação gráfica dos dados, sob a forma de um diagrama de dispersão e obteve o Gráfico 1.
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Antropologia cultural: caderno de apoio

Antropologia cultural: caderno de apoio

1. Entende-se por “patrimônio cultural imaterial” as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais [r]

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Caderno Apoio Professor P-Virgula PORT7

Caderno Apoio Professor P-Virgula PORT7

Paralelamente, o manual contém toda uma série de actividades proporcionadoras do desenvolvimento das competências dos alunos ao nível do ouvir, do falar, do ler e do escrever, para o qual contribuem igualmente as pro- postas de reflexão e de análise do funcionamento da língua, incluídas de forma contextualizada ao longo das suas unidades e em articulação com o Caderno de Actividades. Este pretende possibilitar aos alunos a prática do conhecimento explícito da língua, dentro e fora da sala de aula, incluindo as soluções dos vários exercícios, por forma a permitir a auto-correcção e a autonomia no estudo.
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CN - Caderno de Apoio Ao Professor

CN - Caderno de Apoio Ao Professor

As atividades práticas contribuem para desenvolver o interesse e a aprendizagem das Ciências Naturais. Englobam todas as situações em que os alunos estão ativamente envolvidos na realização de uma tarefa, que pode ser de cariz experimental (com controlo de variáveis), de laboratório (sem controlo de variáveis) ou de campo (saída de campo). Através da realização de atividades práticas, os alunos têm a oportunidade de explorar o mundo que os rodeia e de desenvolver a sua curiosidade natural. O professor deverá proporcionar aos alunos um ambiente promotor da aprendizagem, capaz de criar uma visão positiva face à ciência, facilitando a construção de conceitos e o desenvolvimento de competências científicas. Desta forma, as atividades práticas têm como objetivo a promoção de capacidades inerentes ao trabalho de investigação em ciência, tais como: capacidade de observação atenta, espírito crítico, curiosidade, sensibilidade para o meio envolvente, cooperação, comunicação, entre outras.
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Caderno de Apoio Ao Professor

Caderno de Apoio Ao Professor

O início do ano letivo exige um imenso trabalho de planificação e calendarização por parte do professor. A elaboração de um plano é tão importante quanto a capacidade de se afastar criticamente dele se assim o exigirem as necessidades e/ou interesses da turma à sua frente. Uma aula deve ser viva e dinâmica, tendo em conta a trama complexa de inter-relações humanas, a diversidade de interesses e as características dos alunos. Mas tal não implica que se perca o fio condutor de uma planificação: significa que o plano deve ser flexível de modo que permita ao professor inserir novos elementos, mudar de rumo se assim o determinarem as circunstâncias de ensino-aprendizagem.
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Caderno de Apoio Ao Professor12

Caderno de Apoio Ao Professor12

Nasceu na aldeia de Eaglesfield, em Inglaterra, em 1766, numa família pobre. Aos 12 anos, já ensinava Matemática. Pouco depois, iniciava uma sequência de observações meteorológicas, que haveria de se estender por toda a sua vida. A partir de 1793, na cidade de Manchester, passou a ensinar também Física, Química e Meteorologia. Em 1794 descreveu uma anomalia da visão, de que ele próprio sofria, e que consiste na dificul- dade em distinguir as cores, especialmente o vermelho e o verde; tal deficiência viria a chamar-se daltonismo. Os seus estudos principais incluíram o comportamento de gases e sua dissolução em líquidos e a composição de óxidos de azoto. Em 1803 e 1804 estabeleceu as bases da teoria atómica, o que lhe grangeou, desde logo, uma grande reputação no seu país.
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caderno de apoio ao professor.pdf

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Considerando como competência estruturante o aluno ser capaz de selecionar a informação indicada, reconhecendo o essencial e identificando os elementos necessários para a pro[r]

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Coordenadoria de Educação II CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO. Língua Portuguesa -Professor 9ºANO

Coordenadoria de Educação II CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO. Língua Portuguesa -Professor 9ºANO

No cotidiano os alunos trocam opiniões, debatem idéias, mas muitas vezes o fazem de maneira desorganizada, de forma superficial. O trabalho com esses textos em sala de aula pressupõe a mediação do professor para que os alunos opinem sustentando seus pontos de vista com argumentos claros e bem construídos.

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Caderno de apoio para ensino de Física

Caderno de apoio para ensino de Física

! Modellus é um software que foi criado com a finalida- de de se tornar uma ferramenta de suporte ao ensino-a- prendizagem da Física e áreas afins. A construção das si- mulações é feita apenas com o conhecimento das equa- ções matemáticas que representam os fenômenos físicos analisados, não necessitando de conhecimentos prévios em alguma linguagem de pregramação. Vale ressaltar que modelos mais elaborados necessitam de conhecimento da disciplina Cálculo Diferencial e Integral, mas isso não se relaciona diretamente com a proposta desse trabalho, o que não exclui a construção desses modelos para exempli- ficar fenômenos de difício visualização experimental. O software pode ser utilizado tanto pelo professor quanto pelo aluno, como ambiente de observação dos fenômenos físicos, utilizando as bibliotecas disponíveis com o softwa- re, ou pode ser usado em sua forma mais plena, que é a de permitir que o aluno construa suas próprias simulações e possa visualizar a ligação entre o modelo matemático estu- dado e o fenômeno simulado.
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Caderno Apoio Professor

Caderno Apoio Professor

caderno : para uma leitura mais aprofundada sobre um assunto, para uma explicação mais visual da matéria ou, ainda, para uma exemplificação técnica específica; remetem ainda para as Fichas de Actividades e Exercícios. Esses ícones irão guiar o aluno ao longo de todo o manual e apresentam-se com um aspecto gráfico semelhante ao que lhe é já familiar, o dos ícones de aplicação informáticas.

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Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

trabalho em série promoveu a estandardização da produção: um produto em série, com uma qualidade definida e com um custo baixo para servir um mercado de massas – aumento de produção, [r]

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Caderno de Apoio Ao Professor Fq9

Caderno de Apoio Ao Professor Fq9

«Entre as duas agulhas temos alta voltagem, três mil volts. Essa alta voltagem perturba as membranas das células e dá origem a pequenos orifícios dentro da membrana das células. No fundo, trata-se de criar orifícios na estrutura que reveste as células», explicou Edward Leen, professor de Radiologia do Imperial College de Londres. «Quando os orifícios aparecem na membrana das células é como se as células se suicidassem. As células morrem. É como se tivéssemos vários buracos na pele e os fluidos saíssem, neste caso acontece a mesma coisa», acrescentou o investigador. O método está atualmente a ser testado no Hospital Privado Princess Grace em Londres. Não se trata de uma cura mas de um método que deve ser usado em conjunto com outras terapias. «Os dados que recolhemos demonstram que podemos controlar a doença mas não se trata de uma cura e, no caso do cancro do pâncreas, recomendamos que se faça também quimioterapia», indicou Edward Leen.
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9CN- Caderno de Apoio Ao Professor

9CN- Caderno de Apoio Ao Professor

A história desta doença perde-se no tempo. No século II, o grego Aretaeus da Capadócia descreveu doentes com um determinado tipo de diarreia usando a palavra koiliakos («aqueles que sofrem do intestino»). Tudo leva a crer que, já nessa altura, ele se referia àquilo que, em 1888, Samuel Gee, um médico inglês, observou em crianças e adultos e que designou por «afecção celíaca». Gee previa que «controlar a alimentação» era o factor principal do tratamento. Nos anos que se seguiram, vários médicos dedicaram-se a observar e a tentar compreender as causas desta doença, embora poucos avanços se tenham obti- do. Durante a 2. a Guerra Mundial, o racionamento de alimen- tos reduziu drasticamente o fornecimento de pão à população holandesa. O professor Dicke verificou então que as crianças com «afecção celíaca» melhoravam da sua doença apesar da grave carência de alimentos. Associou este facto ao baixo con- teúdo em cereais na dieta. Esta associação seria confirmada mais tarde com trabalhos laboratoriais que viriam finalmente a demonstrar que o trigo e o centeio continham a substância que provocava a doença: o glúten.
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Caderno de Apoio Ao Professor FQ9

Caderno de Apoio Ao Professor FQ9

Verifica-se, no entanto, que em muitos casos as escolas regulares não possuem os recursos ou os profissionais necessários para dar resposta às necessidades destes alunos, acabando por ficar maioritariamente e por vezes apenas nas mãos dos professores do ensino regular a responsabilidade de proporcionar uma resposta educativa adequada. Esta é uma tarefa muito exigente, especialmente tendo em conta as lacunas nesta área na formação inicial de professores, bem como a falta de tempo útil para o docente planificar uma intervenção educativa que contemple estratégias de diferenciação pedagógica e instrumentos de trabalho variados e adequados à especificidade de alunos tão diferentes. Pretende-se com este guia fornecer algumas orientações, bem como instrumentos de trabalho práticos (10 fichas de trabalho e 5 testes adaptados), que auxiliem o professor a dar resposta às necessidades de alunos integrados em PEI nas turmas que lecionam. Diferentes alunos, com diferentes NEE, exigem diferente atenção e atuação por parte do professor, pelo que o que aqui é apresentado, quer nas orientações, quer nos instrumentos de trabalho, não poderá ser aplicado indiscriminadamente a todos os alunos com NEE. No entanto, será certamente útil em muitos casos.
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