Top PDF Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

Ao longo dos três séculos da Era Moderna, a forma escolar foi-se impondo aos modos tradicionais de socialização, de aprendizagem e de transmissão cultural. Em meados do século XVIII, graças ao trabalho dos jesuítas e de outras congregações docentes, o modelo escolar encontra-se já razoavel- mente definido: a educação das crianças e dos jovens realiza-se num espaço próprio, separado da fa- mília e do trabalho, sendo da responsabilidade de um ou de vários mestres que ensinam um elenco de matérias previamente definidas através de determinados procedimentos didáticos. A expulsão dos je- suítas, em 1759, constitui um momento de grande significado na história da educação em Portugal e na Europa católica. Num curto período de tempo, o marquês de Pombal vê-se obrigado a substituir a Companhia de Jesus na direção e organização dos estudos. Através das reformas de 1759 e de 1772, lança as bases de um sistema estatal de ensino, antecipando a ideia de instrução pública, tal como ela se desenvolveria após a Revolução Francesa. (…) Dois aspetos merecem realce na ação reformadora de Pombal. Por um lado, a definição de uma rede de escolas, segundo um plano elaborado por «coró- grafos peritos», que prefigura um sistema de ensino em três níveis (primário, secundário e superior). Por outro lado, a imposição de um imposto especial, designado por «subsídio literário», exclusiva- mente em benefício das escolas régias e do pagamento dos seus mestres e professores.
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Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Linhas orientadoras do manual 12 F e relação com o Programa O manual 12 F é a continuação dos projectos 10 F e 11 F, cujas linhas orientadoras são: • cumprimento pleno do Programa com gr[r]

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Caderno Apoio Professor P-Virgula PORT7

Caderno Apoio Professor P-Virgula PORT7

6. Como a cigarra é um bicho que passa o Verão a cantar, o nome Cigarra indica-nos o poeta da aldeia, que se preocupa com o roubo da estrela, símbolo do sonho, e que fará uns versos para cantar a história de Pedro. O nome Governo é dado ao homem que é muito importante na aldeia por ser rico, que procura sempre um lugar de des- taque nas discussões em torno do roubo da estrela, mas que está mais preocupado com o seu prestígio pes- soal e a sua popularidade do que com o desaparecimento da estrela.

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Ensino de história e cultura afro-brasileira: uma análise do caderno do professor de história do ensino médio público paulista

Ensino de história e cultura afro-brasileira: uma análise do caderno do professor de história do ensino médio público paulista

No roteiro para aplicação da situação de aprendizagem, é proposto ao professor solicitar aos alunos uma pesquisa documental, levando em conta textos, pinturas, que mostrem as diferentes visões de pessoas que participaram desse encontro entre diferentes culturas, como dos europeus, americanos. A partir daí surge uma questão importante: colocam que “No caso da África, pode ser mais difícil encontrar documentos textuais, pois não há edições brasileiras dos relatos conhecidos.” (SÃO PAULO, 2009, 2ª série, volume 1, p.38). Então propõem o uso de livros paradidáticos para esse problema. Vendo mais uma vez esse discurso presente no material de que há muita dificuldade em encontrar materiais disponíveis sobre a África e sobre a história e cultura afro-brasileira, podemos entender que o material reformulado em 2009, não está acatando a obrigatoriedade de maneira efetiva da Lei nº 11.645/08 e de que muita coisa não mudou depois da obrigatoriedade desse conteúdo. Por meio desse discurso presente no material, a Secretaria procura se livrar do problema de não abordar o conteúdo por não existir material. Fato que nos remete a outra questão: porque os reconhecidos relatos não chegam até as escolas? Poderia ser uma importante questão para discussão na sala de aula a respeito da exclusão cultural e histórica dos africanos.
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Caderno de Apoio ao Professor (1).pdf

Caderno de Apoio ao Professor (1).pdf

As unidades do manual iniciam-se com o enquadramento social dos temas a tratar, a partir do qual se busca não só a motivação dos alunos, mas também significados e sentidos para a aprendizagem. Alguns textos complementares, incluídos nas atividades, aos quais se seguem questões, podem servir de ponto de partida para abordagens que mostrem o impacto que os conhecimentos da física e da química e das suas aplicações têm na compreensão do mundo natural e na vida dos seres humanos: casos da vida quotidiana, avanços recentes da ciência e da tecnologia, contextos culturais onde a ciência se insira, episódios da história da ciência e outras situações socialmente relevantes.
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Caderno de Apoio Ao Professor HGP 6

Caderno de Apoio Ao Professor HGP 6

A) Exploração das páginas 6 e 7 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador, através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. B) Contextualização da realidade proposta para estudo, através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o «Relembra...» da pág. 8.

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Caderno de Apoio Ao Professor -Manual Interações

Caderno de Apoio Ao Professor -Manual Interações

O jardim estava cheio de gente que a ocultava. Mas, de repente, como num filme, surgia dela um grande plano. Batia-nos no rosto, contente e cansada. Estava com os amigos, ou com os amigos dos amigos – e isso lhe bastava! Todos a queriam ver, todos lhe queriam falar, todos a queriam ouvir, todos a queriam tocar. Estava vestida como para uma peça de teatro em que fizesse de Paula Rego. A sua aura, o valor da obra, a ênfase da ocasião davam àquele dia o prestígio da História. Quem lá estava não queria esquecer que lá esteve. E queria levar consigo a frase ouvida, a mão agarrada, a face beijada, o quadro olhado. Queria levar isso na memória disso. Paula Rego estava ali e estava fora dali. Sabe aproximar-se com distância. E sabe distanciar-se com proximidade. Sabe falar com silêncios que a defendem. Sabe rir com risos que a protegem. Sabe andar com passos que a recuam. Em todo aquele dia, naquela peça, fazia de Paula Rego – Branca de Neve na casa da floresta. E nós éramos os seus anões. Não sete, nem setenta, nem setecentos – mas sete mil!
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Caderno de Apoio Ao Professor (5)

Caderno de Apoio Ao Professor (5)

Os domínios, bem como os subdomínios, são temas da física ou da química. Mas, dado o impacto que os conhecimentos da física e da química, assim como as das suas aplicações têm na compreensão do mundo natural e na vida dos seres humanos, sugere-se que a abordagem dos conceitos científicos parta, sempre que possível e quando adequado, de situações variadas que sejam motivadoras como, por exemplo, casos da vida quotidiana, avanços recentes da ciência e da tecnologia, contextos culturais onde a ciência se insira, episódios da história da ciência e outras situações socialmente relevantes. A escolha desses contextos por parte do professor deve ter em conta as condições particulares de cada turma e escola. Tal opção não só reforçará a motivação dos alunos pela aprendizagem mas também permitirá uma mais fácil concretização de aspetos formais mais abstratos das ciências em causa. Em particular, a invocação de situações da história da ciência permite compreender o modo como ela foi sendo construída.
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Caderno de Apoio Ao Professor (14)

Caderno de Apoio Ao Professor (14)

Relativamente a procedimentos, aquele que se revela conceptualmente mais simples é o que remete para a definição de velocidade (velocidade média), e que resulta da medida da distância e do intervalo de tempo que um pulso sonoro demora a percorrer essa distância. Igualmente correto, mas conceptualmente mais exigente, é o de medir diferenças de fase e distâncias ou períodos e comprimentos de onda. Outros envolvem ainda um assunto abordado com maior detalhe mais adiante no Programa, a reflexão do som, ou ainda as ondas estacionárias. Este de exigência conceptual ainda maior está fora do contexto do 11. o ano.
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Coordenadoria de Educação II CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO. Língua Portuguesa -Professor 9ºANO

Coordenadoria de Educação II CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO. Língua Portuguesa -Professor 9ºANO

Você pode usar os textos 1 e 2 para explorar as diferenças significativas entre o texto em prosa e o em verso. Uma boa opção é conversar com o professor de História para um trabalho integrado sobre a música “Casa no campo”, pois ele pode discutir com os alunos a ideologia revelada pela música e sua relação com a época histórica em que foi produzida.

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9CN- Caderno de Apoio Ao Professor

9CN- Caderno de Apoio Ao Professor

A história desta doença perde-se no tempo. No século II, o grego Aretaeus da Capadócia descreveu doentes com um determinado tipo de diarreia usando a palavra koiliakos («aqueles que sofrem do intestino»). Tudo leva a crer que, já nessa altura, ele se referia àquilo que, em 1888, Samuel Gee, um médico inglês, observou em crianças e adultos e que designou por «afecção celíaca». Gee previa que «controlar a alimentação» era o factor principal do tratamento. Nos anos que se seguiram, vários médicos dedicaram-se a observar e a tentar compreender as causas desta doença, embora poucos avanços se tenham obti- do. Durante a 2. a Guerra Mundial, o racionamento de alimen- tos reduziu drasticamente o fornecimento de pão à população holandesa. O professor Dicke verificou então que as crianças com «afecção celíaca» melhoravam da sua doença apesar da grave carência de alimentos. Associou este facto ao baixo con- teúdo em cereais na dieta. Esta associação seria confirmada mais tarde com trabalhos laboratoriais que viriam finalmente a demonstrar que o trigo e o centeio continham a substância que provocava a doença: o glúten.
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Caderno de Apoio Ao Professor

Caderno de Apoio Ao Professor

Lá vai a nau catrineta que tem tudo por contar Ouvi só mais uma história que vos vai fazer pasmar Eram mil e doze a bordo nas contas do escrivão Sem contar os galináceos sete patos e um cão Era lista mui sortida de fidalgos passageiros Desde mulheres de má vida a padres e mesteireiros Iam todos tão airosos com seus farneis e merendas Mais parecia um piquenique do que a carreira das indias Ao passarem cabo verde o mar deu em encrespar Logo viram ao que vinham quando a nau deu em bailar Veio a cresta do equador e o cabo da boa esperança Onde o velho adamastor subiu o ritmo da dança Foi tamanha a danação foi puxado o bailarico Quem sanfonava a canção era a mão do mafarrico Tinha morrido o piloto e em febre o capitão ardia Encantada pela corrente para sul a nau se perdia Subia a conta dos dias ficavam podres os dentes Eram tantas as sangrias morriam da cura os doentes E o cheiro era tão mau e a fé tão vacilante
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Caderno Apoio Professor

Caderno Apoio Professor

[Obra que apresenta um estudo sobre a criação artística e as suas relações com o acto de ver, no âmbito da história, da cultura e da psicologia da representação visual. São analisados, de uma forma muito ampla, tópi- cos tão diversos como a imitação da Natureza e os limites da verosimilhança, as relações entre forma e fun- ção, o papel da tradição, o papel do observador, o problema da abstracção, a validade da perspectiva e o poder da invenção e da descoberta na arte]

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Caderno de Apoio Ao Professor

Caderno de Apoio Ao Professor

«Alexandre António, ou melhor, Alex Ponto Com desaparece de casa quando estava a jogar no computador. Os seus amigos e o professor vão à sua procura e também desaparecem. Na verdade, vão parar ao mundo virtual e... Mais não digo, porque este é um livro giro para crianças que gostam de aventuras.», E., 11 anos. «Alex Ponto Com é um rapaz normal, mas um craque a informática. Um dia, Alex está no computador e desaparece... Paulo, o seu melhor amigo, foi investigar o com- putador de Alex e também desaparece. Mais tarde, acontece o mesmo ao resto do grupo e vivem muitas aventuras. Há uma bruxa malvada, a Maspúcia.», L., 9 anos.
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caderno de apoio ao professor.pdf

caderno de apoio ao professor.pdf

1.4 A   interdisciplinaridade   é   atitude   metodológica   indispensável   para   o   estudo  das  Famílias  que  constituem  um  fenómeno  social  por  decorre-­‐ rem   da   vida   em   sociedade.   Como   fenómeno   social   total,   complexo   e   pluridimensional,  interessa  a  todas  as  ciências  sociais  só  que  a  partir  da   perspetiva  própria  de  cada  uma  delas,  da  sua  terminologia,  conceitos,   método  e  teoria.  Como  vimos,  a  Economia  interessa-­‐se  pela  dimensão   económica  das  Famílias;  a  Sociologia  por  exemplo,  pelos  diferentes  ti-­‐ pos   de   famílias,   relações   dentro   delas,   papéis   sociais   das   mães,   pais,   crianças  e  avôs  e  a  igualdade  de  género  nas  Famílias;  e  a  História  pela   evolução   das   Famílias   e   pela   vida   privada   ao   longo   dos   tempos,   por   exemplo.  O  contributo  de  cada  ciência  social  é  fundamental  para  o  es-­‐ tudo   mais   aprofundado   dos   fenómenos   sociais   pois   todas   as   ciências   sociais  são  interdependentes  e  complementares  entrando  no  objeto  de   estudo  umas  das  outras.  
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Mat Caderno Professor

Mat Caderno Professor

O Caderno de exercícios e problemas inclui sínteses, itens resolvidos, itens de seleção e itens de construção.. Contém diversos itens de exame e testes intermédios.[r]

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Caderno de Apoio Ao Professor12

Caderno de Apoio Ao Professor12

Pelas mesmas razões, e sem prejuízo das relações contextuais apropriadas, criou-se um subtítulo «2.2 Ligação química e estrutura de hidrocarbonetos e outros compostos orgânicos» para dar[r]

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Caderno de apoio ao professor.pdf

Caderno de apoio ao professor.pdf

Na aula digital são-lhe disponibilizados os planos de aula em formato editável, para que os possa ajustar à medida das suas turmas. Como apoio à exploração de aulas, utilizando um projetor ou um quadro interativo, são-lhe ainda fornecidas as sequências de recursos digitais correspondentes aos planos de aula, que poderá per- sonalizar com os recursos do projeto ou com outros materiais criados por si.

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Port Caderno Professor

Port Caderno Professor

«No contrato de leitura cabe a ambas as partes – professor e aluno – estabelecer as regras fundamentais para a gestão da leitura individual, procurando fatores de motivação para que esta aconteça. Para além da leitura indi- vidual, o contrato pode estipular a agregação por pequenos grupos de alunos que manifestem interesse por um mesmo texto. O professor deve constituir-se como entidade facilitadora de práticas de leitura, oferecendo aos alunos a possibilidade de encontro com textos interessantes e motivadores, procurando, contudo, suscitar res- postas por parte dos leitores durante e após a leitura desses textos. Estas respostas poderão traduzir-se, por exemplo, nas seguintes atividades: apresentação oral dos textos lidos à turma, elaboração de fichas de leitura e fichas biobibliográficas de autores, bases de dados de personagens, propostas de temas para debates em aula, elaboração de ficheiros temáticos.»
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Caderno do Professor AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

Caderno do Professor AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

Caro professor, se seus alunos ou um grupo deles apresentou dificuldades nessa questão, então a sugestão é de que trabalhem, no momento que achar mais adequado durante o ano letivo, a sequência de atividades sobre Números Racionais. Nesta, como nas demais, forme grupos de alunos procurando aproximar aqueles com níveis de conhecimento próximos e proponha as atividades para que eles discutam entre si, busquem caminhos próprios para resolução e apresentem uns aos outros, suas descobertas. A intenção é de que sua ação seja de estimulador de descobertas e, só ao final das discussões, apresente uma síntese do abordado nas atividades.
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