Top PDF Capacidade e desempenho para a realização das atividades básicas de vida diária: um estudo com idosos dependentes

Capacidade e desempenho para a realização das atividades básicas de vida diária: um estudo com idosos dependentes

Capacidade e desempenho para a realização das atividades básicas de vida diária: um estudo com idosos dependentes

MACHADO, F. N. Capacidade e desempenho para a realização das atividades básicas de vida diária: um estudo com idosos dependentes. Belo Horizonte (MG), 2010. 129p. Dissertação (Mestrado) - Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais. Uma das consequências das transições demográfica e epidemiológica é a sobrevivência de idosos na dependência de uma ou mais pessoas que suprem as suas incapacidades. Apesar de, na velhice, o indivíduo requerer uma maior atenção e zelo por parte de seus familiares, a idéia de cuidar associada ao fazer pelo idoso, ao invés de ajudá-lo em suas incapacidades, o impede de desempenhar o autocuidado com autonomia e da forma mais independente possível. Este estudo transversal, observacional, com amostras selecionadas por conveniência, teve como objetivo geral comparar a capacidade e o desempenho de idosos dependentes para a realização das atividades básicas de vida diária (ABVD), considerando os fatores ambientais que repercutem em sua independência no contexto familiar. Nos meses de janeiro a março de 2010, foi aplicada a Medida de Independência Funcional (MIF) em 109 idosos atendidos em um Centro de Referência do Idoso localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais. Destes, 60 idosos preencheram o critério de dependência estabelecido e foram descritos de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde (CIF), por meio do Checklist da CIF. Os dados foram submetidos à análise descritiva, inferencial e pareada, utilizando os testes Kolmogorov-Smirnov, T de Student, Coeficiente de Correlação de Pearson, Kruskall-Wallis e Wilcoxon. A média de idade foi de 80,45±6,871, com predominância do sexo feminino (74,31%). 55,05% dos idosos foram considerados dependentes para as ABVD. Foi encontrada uma média de 2,9±1,3 diagnósticos médicos e da utilização 4,5±2,3 medicamentos por idoso. A diferença entre a capacidade e desempenho foi estatisticamente significativa (p<0,05) na maioria das tarefas e ações do cotidiano. A descrição dos fatores ambientais apontou uma grande divergência entre o apoio e as atitudes familiares. Enquanto o apoio de familiares é favorável em 96,6% dos casos, as atitudes são desfavoráveis em 55% das famílias. O estudo demonstrou que a dependência não é influenciada significativamente pelo número de diagnósticos médicos (p=0,669), pela idade (p=0,323) ou pelo número de medicações utilizadas (p=0,464). As dificuldades da família em se reorganizar para cuidar do idoso dependente não impediram que elas ofertassem o apoio necessário ao membro da família com dependência, mesmo que esta oferta significasse a sobrecarga de um único familiar nos cuidados com o idoso (55%). As atitudes dos familiares demonstraram não favorecer o desenvolvimento da funcionalidade do idoso.
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INCAPACIDADE FUNCIONAL EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

INCAPACIDADE FUNCIONAL EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

pendência em algumas das atividades da vida diária, apon- tando a importância da necessidade de cuidado para suas ati- vidades cotidianas. Da mesma forma, em certas entrevistas, o cuidador interviu, solicitando que o idoso falasse exatamente o quanto precisava ou não do cuidador para a realização das atividades básicas da vida diária. Em todas as situações, a pos- tura das entrevistadoras era de marcar a resposta dada pelo idoso, solicitando sempre a menor interferência possível do cuidador. A avaliação da associação entre incapacidade fun- cional e atividade física também precisa ser interpretada com cuidado, pois o presente estudo não permite o entendimento da temporalidade dos eventos. No entanto, importantes tra- balhos com desenho longitudinal vêm apontando para a rela- ção benéfica da prática de atividade física com a manutenção da capacidade funcional. 18, 21 O emprego da versão curta do
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Comparação entre a capacidade e desempenho: um estudo sobre a funcionalidade de idosos dependentes .

Comparação entre a capacidade e desempenho: um estudo sobre a funcionalidade de idosos dependentes .

Objetivo: comparar a capacidade e o desempenho para a realização das Atividades Básicas de Vida Diária em idosos dependentes, atendidos pelo Centro de Referência do Idoso. Método: trata-se de estudo transversal, observacional, com abordagem quantitativa. A Medida de Independência Funcional foi aplicada em 109 idosos atendidos em um Centro de Referência do Idoso. Desses, 60 idosos foram classificados como dependentes para as Atividades Básicas de Vida Diária e descritos de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. O processo de triangulação reforçou a fidedignidade dos dados obtidos, no qual se consideram as informações de pacientes e acompanhantes, em conjunto com o prontuário e avaliação objetiva. Resultados: a média de idade foi de 81,0±7,1, com predominância do sexo feminino. A diferença entre a capacidade e o desempenho foi estatisticamente significativa (p<0,05) na maioria das tarefas do cotidiano. Conclusão: a contribuição deste estudo na utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde foi a interpretação de seus qualificadores de maneira semiquantitativa, o que permitiu comparações e inferências mais objetivas e evidenciou clara distância entre o desempenho e a capacidade desses idosos em grande parte das atividades avaliadas.
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10.CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSOS EM REGIME DE ATENDIMENTO DOMICILIAR PELOS SERVIÇOS PÚBLICOS E PRIVADOS

10.CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSOS EM REGIME DE ATENDIMENTO DOMICILIAR PELOS SERVIÇOS PÚBLICOS E PRIVADOS

Analisar a capacidade funcional de idosos em regime de atendimento em domicílio nos programas de fisioterapia domiciliar do setor público e privado. Estudo transversal, realizado de abril a setembro de 2014, com aplicação do Índice de Barthel para avaliação da capacidade funcional, em 241 idosos (141 sujeitos atendidos no setor público de referência na capital do Maranhão e 100 atendidos por um plano de saúde privado). Verificou-se a predominância do sexo feminino, média de 82,1 anos, viuvez e aposentadoria como principal fonte de renda, em ambos os grupos. Encontrou-se 92% dos idosos do setor privado com algum grau de dependência funcional e, no setor público 87,9%, com associação significativa na classificação geral do grau de dependência (p=0.007). Na rede privada, a maioria (57%) apresenta dependência total para realização das atividades básicas de vida diária; na rede pública somente 36,9%. Nos idosos da rede pública, observou-se associação significativa entre o grau de dependência com a maior ocorrência de quedas (p=0.0391), consumo de medicamentos elevado (p=0.0192) e número de internações aumentado (p=0.0008); no grupo de idosos do setor privado também houve associação significativa com o consumo de medicamentos (p=0.0192) – destaca- se a associação negativa com a ocorrência de quedas (p=0.0391), por apresentar maior dependência. Os critérios de elegibilidade para atendimento nos programas possivelmente influenciaram nos resultados, uma vez que no serviço privado é assegurado atendimento aos idosos com vistas à desospitalização. O objetivo maior desses programas deve ser garantir qualidade de vida no ambiente domiciliar .
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Impacto do déficit cognitivo na saúde e capacidade funcional da populção idosa do distrito oeste da cidade do Natal-RN

Impacto do déficit cognitivo na saúde e capacidade funcional da populção idosa do distrito oeste da cidade do Natal-RN

A incapacidade funcional e o déficit cognitivo são condições relacionadas com o processo de envelhecimento humano. O déficit cognitivo é considerado um importante fator preditor de prejuízos funcionais em populações idosas. Este estudo teve um caráter multidisciplinar na sua elaboração e execução, contando com profissionais de distintas áreas da saúde. Trata-se de um estudo transversal que analisou a associação do desempenho cognitivo na capacidade funcional de uma amostra populacional idosa residente em Natal-RN. Foram avaliados 213 idosos pelo Questionário Multidimensional–BOAS e pelo Mini- Exame do Estado Mental (MEEM). Através de análise multivariada, mediante regressão linear, os resultados apontam a idade e o nível de escolaridade como fatores associados ao desempenho cognitivo nos idosos do estudo. O modelo explicativo final elaborado através de regressão logística apresentou o desempenho cognitivo como a única variável associada à incapacidade funcional para as atividades da vida diária, mesmo quando ajustado por variáveis sócio-demográficas. A identificação dos fatores, associados ao declínio do estado funcional dos idosos que vivem na comunidade, poderá reduzir o impacto dessas condições na capacidade funcional através da aplicação de medidas preventivas voltadas para este fim.
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Avaliação da capacidade de realização de atividades da vida diária em pessoas idosas estudo longitudinal comparativo

Avaliação da capacidade de realização de atividades da vida diária em pessoas idosas estudo longitudinal comparativo

Para analisar o decréscimo da capacidade de realização das tarefas descritas nos instru- mentos usados foi realizada a comparação das diferenças nas médias obtidas ao longo do estudo. Com esta análise é possível verificar que, em ambos os grupos, existe um aumento significativo nas pontuações para as AVD’s básicas em todas as comparações (T0/T1; T1/ T2; T0/T2), que é mais evidente no grupo 1. Nas AVD’s instrumentais existem diferenças significativas em todas as comparações no grupo 1, mas no grupo 2 a diferença apenas é significativa na comparação entre o momento inicial e final (Tabela 4).
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Funcionalidade global de idosos hospitalizados.

Funcionalidade global de idosos hospitalizados.

Objetivo: Identificar a funcionalidade global de idosos submetidos a internação, correlacionando o desempenho para as atividades de vida diária básicas (ABVD) e instrumentais (AIVD) com os principais sistemas funcionais (cognição, humor, mobilidade e comunicação). Métodos: Trata-se de estudo observacional transversal e analítico com a participação de 94 idosos internados em uma clínica médica. Os instrumentos utilizados foram: Escala de Katz, Escala de Lawton & Brody, Miniexame do Estado Mental (MEEM), Escala de Depressão Geriátrica 15 (GDS-15), Teste Timed Up and Go (TUG) e a Avaliação Funcional das Habilidades de Comunicação da Associação Americana de Fonoaudiologia (ASHA FACS). Resultados: Foram avaliados 94 idosos, cuja maioria apresentava algum grau de dependência para ABVD (61,71%) e para AIVD (52,13%). Nos sistemas funcionais, a autonomia mostrou-se preservada, com desempenho médio de 18,14 pontos no MEEM, e de 4,43 pontos na GDS-15; e a independência, alterada, por desempenho médio de 21,82 segundos no TUG, classificando-os com uma mobilidade regular, e de 5,27 pontos na ASHA FACS, considerando-os com a necessidade de auxílio moderado nessa função. Evidenciou-se moderada e significativa associação entre o desempenho para as ABVDs e AIVDs com quase todos os sistemas funcionais. Conclusão: A população estudada apresentou funcionalidade global alterada, devido a algum grau de dependência para as ABVDs e AIVDs, com autonomia preservada e independência prejudicada. As correlações evidenciaram que com o decréscimo dos principais sistemas funcionais, ocorreu declínio da funcionalidade global.
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Capacidade de idosos da comunidade para desenvolver Atividades de Vida Diária e Atividades Instrumentais de Vida Diária.

Capacidade de idosos da comunidade para desenvolver Atividades de Vida Diária e Atividades Instrumentais de Vida Diária.

Mesmo no envelhecimento saudável, a partir dos 80 anos se espera algum grau de comprometimento fisiológico na capacidade de realização das AVD. A intensidade e a freqüência deste comprometimento são muito variadas, dependendo das condições gerais de saúde, ao longo da vida, e do modo de vida das pessoas em cada contexto sócio-econômico-histórico-cultural. No estudo realizado na cidade de São Paulo, apenas 15% dos idosos com idade superior a 80 anos não necessitavam de auxílio de outras pessoas, enquanto 28% eram incapazes de desenvolver pelo menos cinco atividades da vida diária (9) .
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The frailty syndrome in institutionalized elderly persons

The frailty syndrome in institutionalized elderly persons

Objetivo: analisar a relação entre o nível de fragilidade e as características sociodemográficas e de saúde de idosos residentes em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) do município de Ribeirão Preto, SP, Brasil. Método: estudo descritivo e transversal, com 56 idosos residentes em ILPI. A coleta de dados foi realizada de abril a junho de 2016. Utilizaram-se um questionário para o perfil sociodemográfico e de saúde, o Mini Exame do Estado Mental, o Tilburg Frailty Indicator, o Índice de Barthel e a Geriatric Depression Scale (GDS-15). Foram realizadas análises descritivas. Para as variáveis numéricas foi testada a normalidade por meio do teste de Shapiro-Wilk. Utilizou-se a correlação de Spearman para as variáveis numéricas tendo a fragilidade como variável dependente. Resultado: a maioria era do sexo feminino (57,1%); média de idade 77,77 anos; 35,7% viúvos. Quanto à avaliação de saúde, 55,4% tinham deficit cognitivo, 62,5% apresentavam sintomas de depressão e 75,0% foram classificados como frágeis; 42,9% tiveram quedas nos últimos 12 meses; a média de pontos no Índice de Barthel foi 68,30. Observou-se correlação positiva entre a pontuação da fragilidade e da GDS-15 (r=0,538; p=0,00) e negativa entre a fragilidade e o índice de Barthel (r=-0,302; p=0,02). Conclusão: o aumento da fragilidade está correlacionado com a presença de sintomas depressivos e a diminuição do desempenho para as atividades básicas da vida diária do idoso institucionalizado. Espera-se que os resultados deste estudo possam subsidiar o planejamento do cuidado ao idoso residente de ILPI, além de fomentar avaliações mais amplas desses idosos.
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Quedas e capacidade funcional em idosos longevos residentes em comunidade.

Quedas e capacidade funcional em idosos longevos residentes em comunidade.

RESUMO: O objetivo foi veriicar associação entre quedas e capacidade funcional em idosos longevos residentes em comunidade. Trata-se de estudo transversal de base comunitária. A população foi composta por idosos com idade ≥80 anos, moradores da zona urbana do município de Lafaiete Coutinho-BA, Brasil. A coleta de dados, realizada em janeiro de 2011, foi domiciliar, através de questionário com informações sociodemográicas, ocorrência de quedas e capacidade funcional, pela escala de Katz. Realizou-se análise dos dados por regressão de Poisson, adotando-se nível de signiicância de 5%. Foram entrevistados 94 idosos, com média de 86,1 anos (±6,39), sendo 59,6% do sexo feminino. A prevalência de quedas foi de 27,7% e foram classiicados como dependentes para Atividades básicas da vida diária, 19,6% dos idosos. Identiicou-se forte associação entre quedas e capacidade funcional (RP=2,08; 1,17 - 3,70). Os resultados mostraram proporção de quedas signiicativamente maior entre idosos longevos funcionalmente dependentes do que entre idosos independentes.
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Avaliação das atividades instrumentais da vida diária em idosos da periferia de São Luis, Maranhão

Avaliação das atividades instrumentais da vida diária em idosos da periferia de São Luis, Maranhão

A avaliação funcional determina não só o comprometimento funcional da pessoa idosa, mas sua necessidade de auxilio. É uma tentativa sistematizada e objetiva de avaliar os níveis de funcionamento numa variedade de áreas. Buscando avaliar a dependência na realização de Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD), entre idosos da periferia de São Luis-MA, desenvolvemos um estudo descritivo de abordagem quantitativa. Prevaleceram idosos independentes as AIVD (variação 64,1% a 76,6%), “cuidar de suas finanças” apresentou a maior prevalência de ausência de limitação (76,6%) realizando essa tarefa sem ajuda. Entre os que apresentaram alguma dependência (parcial e total), a atividade “usar telefone” foi a mais predominante (35,9%). Em relação como cada idoso se apresentou (in)/dependente ao total das AIVD encontramos 56,3% dos idosos independentes a todas, enquanto 43,7% se mostraram com algum grau de dependência (parcial ou total). Predominaram idosos independentes, contudo entre os dependentes a maioria é de limitação a todas, representando os senis em situação crítica de dependência, que necessitam de assistência constante e especializada, polarizado por aqueles com dependência em apenas uma AIVD. O estudo revelou um diagnóstico de incapacidade funcional e a necessidade de integração dos diferentes profissionais na promoção da saúde e no apoio à comunidade.
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Capacidade funcional de idosos: análise das questões de mobilidade, atividades básicas e instrumentais da vida diária via Teoria de Resposta ao Item.

Capacidade funcional de idosos: análise das questões de mobilidade, atividades básicas e instrumentais da vida diária via Teoria de Resposta ao Item.

O objetivo deste estudo foi avaliar as questões sobre capacidade funcional utilizadas no Inqué- rito de Saúde da Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, realizado em 2010, utilizando a Teoria de Resposta ao Item. Foram analisados: dimensionalidade da escala, posição dos itens na escala, poder de discrimina- ção dos itens e precisão da estimativa da capa- cidade funcional. O estudo teve como base uma amostra de 2.174 idosos, com idades entre 60 e 99 anos, 61% mulheres e escolaridade mediana de 4 anos de estudos. O instrumento de 21 itens com 4 opções de respostas forneceu coeficiente alfa de Cronbach de 0,98; a análise fatorial mos- trou existir um fator explicando 92% da varia- bilidade entre as questões. Os resultados indica- ram: (i) redundância nas questões; (ii) precisão na estimação da capacidade funcional apenas para os idosos que estão abaixo da mediana na escala; e (iii) dificuldade dos idosos em discernir entre as opções de resposta. A análise sugere a necessidade de se discutir as questões a serem in- cluídas no instrumento, com vistas a uma maior cobertura da escala e melhor adequação das op- ções de respostas.
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O desempenho de idosos institucionalizados com alterações cognitivas em atividades de vida diária e mobilidade: estudo piloto.

O desempenho de idosos institucionalizados com alterações cognitivas em atividades de vida diária e mobilidade: estudo piloto.

sendo este um teste funcional simples e bastante utilizado na prática clínica. Nesse teste o paciente é solicitado a levantar- se de uma cadeira (altura do assento de 45cm e dos braços de 65cm), deambular 3 metros, retornar e sentar-se novamente, enquanto o tempo despendido na realização desta tarefa é cronometrado. A proposta do teste é avaliar o equilíbrio sentado, transferências de sentado para a posição de pé, estabilidade na deambulação e mudança do curso da marcha sem utilizar estratégias compensatórias. Indivíduos independentes sem alterações no equilíbrio realizam o teste em 10 segundos ou menos; com independência em transferências básicas gastam 20 segundos ou menos. Já os indivíduos que necessitam de mais de 30 segundos para realizar o teste são dependentes em muitas atividades de vida diária e na mobilidade, apresentando riscos aumentados de cair.
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Capacidade de execução das atividades instrumentais de vida diária em idosos: Etnoenfermagem.

Capacidade de execução das atividades instrumentais de vida diária em idosos: Etnoenfermagem.

Estudo de abordagem qualitativa, do tipo etnoenfermagem. Participaram do estudo 35 idosos que faziam parte de um projeto de extensão universitária. A coleta de dados foi pautada pelo modelo Observação-Participação-Reflexão, diário de campo e entrevista. A análise dos dados seguiu quatro fases. Resultados: As oficinas foram contextualizadas conforme as necessidades dos idosos para realização das atividades diárias. A autonomia e a independência emergiram como preditores de saúde. O grupo de convivência foi referido como promotor da cultura do envelhecimento ativo e saudável. Conclusão: Os grupos são espaços para possíveis problematizações das demandas dos idosos, em relação à execução das atividades de vida diária. Capacidade funcional, autonomia e independência foram fatores determinantes para a saúde e o bem-estar dos idosos, devendo ser focos da intervenção de enfermagem.
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Implicações da saúde bucal na esfera funcional de idosos brasileiros

Implicações da saúde bucal na esfera funcional de idosos brasileiros

Objetivo: Objetivou-se, por meio do estudo da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS-2013), identificar fatores com alto grau de associação com quadros de dificuldade funcional (DF) em idosos brasileiros. Material e método: Estudo transversal, quantitativo, com fonte de dados provenientes da PNS-2013, considerando a amostra total de indivíduos com 60 ou mais anos (n=23.815). Para a análise, foram consideradas duas variáveis dependentes nomeadas de: Atividades Básicas de Vida Diária e Atividades Instrumentais de Vida Diária, e 30 variáveis independentes, relacionadas a condições sociodemográficas e de saúde bucal. O software Waikato Environment for Knowledge Analysis foi utilizado para realizar as análises. Inicialmente, realizou-se o balanceamento do conjunto de dados e, na sequência, foi realizado o teste de redução de dimensionalidade, por intermédio do método de validação cruzada de 10 Fold. Finalmente, as variáveis relacionadas com as variáveis dependentes foram avaliadas por meio da regressão logística. Resultado: Os resultados apontam a direta associação de DF de idosos com aspectos etários, principalmente para octogenários (ABVD OR=2,19 e AIVD OR=2,82), seguidos de idosos sem escolaridade (AIVD OR=1,96), aqueles que não convivem com cônjuge ou companheiro (AIVD OR=1,65) e aspectos de saúde bucal, como: presença de dificuldade para se alimentar decorrente de problemas com dentes ou próteses (ABVD OR=1,73 e AIVD OR=1,59), não realização de consulta com cirurgião-dentista ao longo da vida (ABVD OR=1,69) e ausência de dentes naturais (AIVD OR=1,64). Conclusão: Com base nos achados, ressalta-se a importância do fortalecimento de estratégias preventivas voltadas à parcela de indivíduos com 60 ou mais anos, incluindo a saúde bucal.
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Atividades Avançadas de Vida Diária (AAVD) e desempenho cognitivo entre idosos.

Atividades Avançadas de Vida Diária (AAVD) e desempenho cognitivo entre idosos.

Dentre as limitações do estudo, aponta-se a ausên- cia do histórico de desempenho nas AAVDs, o que impossibilitou a identiicação de idosos que estariam reduzindo a participação em atividades. Adicional- mente, o número de AAVDs realizadas pode não ser a maneira ideal de avaliar o grau de envolvimento com ati- vidades. Frequência semanal ou mensal de engajamento nas atividades, número de horas de participação e o número de anos de realização das atividades poderiam ser informativos. Ademais, existem evidências de que o engajamento em AAVDs simbolizaria a disponibili- dade de uma gama considerável de recursos cognitivos e/ou socioeconômicos presentes no curso de vida, na meia-idade e na velhice, possivelmente não avaliados na presente pesquisa (Kareholt, Lennartsson, Gatz, & Parker, 2011; Wang et al., 2012). Quanto aos méritos do estudo, destaca-se o fato de ser de base populacional e ter incluído uma bateria cognitiva que avaliou aspectos diversos da cognição.
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Capacidade funcional e fatores associados em idosos longevos residentes em comunidade: estudo populacional no Nordeste do Brasil.

Capacidade funcional e fatores associados em idosos longevos residentes em comunidade: estudo populacional no Nordeste do Brasil.

RESUMO | O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência do comprometimento da capacidade funcional e os fatores associados em idosos longevos de um município do interior do Nordeste brasileiro. Trata-se de um estudo com delineamento transversal, de base populacional e comunitária. A opulação foi composta por idosos com idades ≥80 anos, moradores da zona urbana de Lafaiete Coutinho, na Bahia. A coleta de dados foi domiciliar por meio de questionário com informações da capacidade funcional, socioeconômicas e demográficas e condições de saúde/fatores comportamentais. A análise dos dados foi realizada a partir da regressão logística multinomial, adotando-se nível de significância de 5%. Foram entrevistados 94 idosos com média de 86,1 anos (±6,39), sendo 59,6% do sexo feminino. Dos idosos longevos, 19,1% foram considerados independentes para atividades instrumentais e básicas da vida diária, 56,2% dependentes apenas nas atividades instrumentais da vida diária e 24,7% dependentes em atividades básicas e instrumentais da vida diária. Verificou-se associação entre comprometimento da capacidade funcional, tanto para atividades básicas da vida diária quanto para as instrumentais, e as variáveis sexo e uso de medicamentos; e entre a variável raça/cor e dependência para atividades instrumentais da vida diária. Foi possível concluir que houve alta prevalência (80,9%) de idosos longevos dependentes para as atividades instrumentais
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Performance pattern of activities of daily living for older adults in the city of São Paulo in 2000, 2006, and 2010

Performance pattern of activities of daily living for older adults in the city of São Paulo in 2000, 2006, and 2010

RESUMO: Introdução: A funcionalidade no envelhecimento está associada à autonomia e independência das pessoas idosas. Objetivo: Identificar e hierarquizar as dificuldades referidas no desempenho das atividades de vida diária de idosos. Método: Estudo transversal e descritivo, de base domiciliar, que utilizou a base de dados do Estudo SABE (Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento) nos anos de 2000, 2006 e 2010. A funcionalidade foi avaliada por meio do relato de dificuldade no desempenho das atividades básicas (ABVD) e instrumentais de vida diária (AIVD). A hierarquização do comprometimento funcional foi avaliada pelo escalonamento de Guttman. Resultados: A prevalência de dificuldade referida no desempenho de uma ou mais AIVDs foi de 35,4; 45,8 e 41,0% e para as ABVDs foi de 16,3; 13,3 e 17,5%; respectivamente nos anos de 2000, 2006 e 2010. Em dez anos de acompanhamento observa-se, entre as mulheres, variabilidade na prevalência de 42,3 a 54,6% de comprometimento nas AIVDs e de 17,0 a 20,4% nas ABVDs e, entre os homens, de 25,6 a 33,1% em AIVDs e de 8,0 a 13,7% em ABVDs. Nas três ondas, as atividades com maior relato de dificuldade foram utilizar transporte, realizar tarefas pesadas e cuidar das finanças, enquanto o ato de comer foi a menos prevalente. Conclusão: Houve aumento na prevalência de comprometimento funcional no período de dez anos, com maior variabilidade entre as mulheres e com o avançar da idade. Esses resultados contribuem para o planejamento dos serviços e a distribuição adequada dos recursos existentes por desvelar as necessidades e os cuidados necessários.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - BACHARELADO PRISCILA FERREIRA DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - BACHARELADO PRISCILA FERREIRA DE OLIVEIRA

O estudo objetivou caracterizar a capacidade funcional e, verificar se existe relação entre esta variável e o estado de saúde em idosos institucionalizados. Estudo do tipo levantamento com abordagem quantitativa, realizado no período de outubro a novembro em duas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI). A coleta de dados ocorreu com 30 pessoas com idade igual ou superior a 60 anos residentes nas ILPI. Para mensurar a capacidade funcional foi utilizado o Índice de Katz e a Escala de Lawton e para coletar dados sobre o estado de saúde foi utilizado um questionário estruturado. Foram utilizados como tratamento estatístico a análise univariada, por meio de frequência absoluta e relativa e, o Teste de Qui Quadrado. Constatou-se a predominância do sexo feminino em situação de institucionalização, o crescimento de uma população idosa mais velha, solteiras, alfabetizadas e aposentadas. A maioria mostrou-se independente para Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD). A característica que se relacionou com a independência para ABVD foi o índice de quedas. Também foi encontrada associação com a semidependência para ABVD e a presença de artrite, artrose e reumatismo. Para a independência em AIVD encontrou-se relação entre a presença de artrite, artrose e reumatismo.
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Grau de dependência de idosos hospitalizados para realização das atividades básicas da vida diária.

Grau de dependência de idosos hospitalizados para realização das atividades básicas da vida diária.

A incapacidade funcional, ou disabilidade, deinida pela diiculdade ou dependência do idoso na realização individual das atividades de vida diária, limita a autonomia do idoso, reduz sua qualidade de vida e aumenta o risco de depen- dência, institucionalização e morte prematura. A diminuição da capacidade funcional é referida também como fator de aumento no risco de que- das, principalmente devido ao comprometimento na realização de tarefas do dia a dia, com limita- ções de força muscular, equilíbrio e mobilidade; no Brasil, 30% dos idosos caem pelo menos uma vez ao ano. A incapacidade funcional é um processo dinâmico e progressivo, consequência das doenças crônico-degenerativas e de mudanças isiológicas associadas ao envelhecimento, podendo também ocorrer de forma aguda, como, por exemplo, no acidente vascular encefálico e na fratura de fêmur, que ocasionam limitações funcionais. 7
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