Top PDF Capacidade Funcional e Qualidade de Vida dos Seniores Praticantes e não Praticantes de Hidroginástica

Capacidade Funcional e Qualidade de Vida dos Seniores Praticantes e não Praticantes de Hidroginástica

Capacidade Funcional e Qualidade de Vida dos Seniores Praticantes e não Praticantes de Hidroginástica

Segundo Lyra, Ramiro, Nunes-Júnior & Santos-Filho (2010) o sistema cardiorespiratório é dos sistemas mais afetados com o declive funcional, influenciando a capacidade de captar e transportar oxigénio, causando alterações cardíacas, como a diminuição da elasticidade, distensibilidade e dilatação das artérias, comprometendo o esvaziamento ventricular que ocorre durante a sístole dentro de uma aorta menos complacente, levando à hipertensão na população sénior. De salientar que, uma pessoa alcança o pico da capacidade aeróbia aos 25 anos. A partir desta idade ocorre uma redução de 5% a 15% no volume de oxigénio por década (Vasselai, Sgarabotto & Bagnara, 2012); esta evolução é mais acentuada nas mulheres, cerca de 15% a 30%, quando comparado com os homens (Carvalho & Mota, 2002); e este decréscimo torna- se ainda mais acentuado a partir dos 75 anos, devido a fatores cardíacos e periféricos (Carvalho & Mota, 2002; Miranda & Rabelo, 2006). As pessoas com patologias do foro cardíaco referem fadiga física, por vezes incapacitante. Neste sentido a principal preocupação de muitas pessoas é limitar as atividades que são suscetíveis de exacerbar os sintomas de fadiga (Sutherland, Andersen & Stoové, 2001). Contudo a prática de atividade física reduz a pressão arterial sistólica e a pressão arterial diastólica dos hipertensos, sendo um componente não farmacológico para a prevenção e o tratamento da hipertensão arterial (Mota, Ribeiro, Carvalho & Matos, 2006). A prescrição e prática de atividade física tem mostrado um predomínio na diminuição dos fatores de risco para as patologias cardiovasculares, cardiorrespiratória, assim como obesidade, distúrbios metabólicos, resistência à insulina e intolerância a glicose (Delevatti, Marson, & Kruel, 2014).
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Citocinas inflamatórias, capacidade funcional e qualidade de vida em homens idosos com baixa densidade mineral óssea praticantes de Tai Chi Chuan

Citocinas inflamatórias, capacidade funcional e qualidade de vida em homens idosos com baixa densidade mineral óssea praticantes de Tai Chi Chuan

O treinamento da força muscular é importante para o idoso manter a sua capacidade para realizar as tarefas cotidianas, que normalmente necessitam muito mais de força muscular, resistência muscular e flexibilidade do que de capacidade aeróbia (OKUMA, 2007). Em relação à capacidade funcional relativa às AVDs é importante trabalhar a força tanto dos membros inferiores quanto superiores. Ganhos na força e resistência dos membros inferiores ajudam o idoso a melhorar a realização de diversas tarefas tais como levantar-se da cama ou cadeira e sair caminhando, entrar e sair de veículos, subir e descer escadas, além de ajudar no controle postural e a prevenir quedas. Já os ganhos na força dos membros superiores são importantes nas tarefas de cuidados pessoais e cuidados com a moradia, além outras atividades corriqueiras como transportar objetos, carregar compras, malas e mesmo levar os netos nos braços (RIKLI, 2007).
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CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSAS USUÁRIAS DAS ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO

CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSAS USUÁRIAS DAS ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO

Para o restante dos testes não foram encontra- das diferenças significativas, o que hipoteticamente aponta para a necessidade de se intensificar e con- trolar os exercícios das idosas usuárias das ATIs, assim como de inserir, obrigatoriamente, o profissional de Educação Física nestes locais, a fim de prescrever e orientar adequadamente os exercícios a essa popula- ção. Além disso, foi observado uma correlação dos di- ferentes testes de capacidade funcional com os vários aspectos da qualidade de vida. Na Tabela 4 são apre- sentados esses resultados, e isso reforça a hipótese de que maiores níveis de funcionalidade, mobilidade, in- dependência física podem ser fatores determinantes para se obter um envelhecimento mais saudável, mais ativo. Esses resultados revelam tal situação, em que vários desses aspectos que constituem a qualidade de vida possuem correlação com a capacidade funcional, aqui representada por alguns testes específicos (OLI- VEIRA et al., 2017).
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Comparação da motivação, autoestima e imagem corporal de idosas praticantes de hidroginástica

Comparação da motivação, autoestima e imagem corporal de idosas praticantes de hidroginástica

perfil de qualidade de vida, no condicionamento físico e na autoavaliação em saúde – incluindo autoestima e autoimagem –, além de redução nas medidas antropométricas e no número de consultas médicas e internações hospitalares em idosas praticantes de hidroginástica. Diversos fatores podem prejudicar a satisfação com a vida por parte de idosos, tais como debilitação da saúde, estados depressivos, incontinência urinária, dor crônica e outras condições adversas decorrentes dessa fase da existência 16 .

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Indicadores cardiovasculares em idosos praticantes de exercícios físicos regulares e não praticantes, sua qualidade de vida e percepção quanto às modificações do estilo de vida

Indicadores cardiovasculares em idosos praticantes de exercícios físicos regulares e não praticantes, sua qualidade de vida e percepção quanto às modificações do estilo de vida

A presente pesquisa tem por objetivo estudar as diferenças entre os indicadores cardiovasculares (PAS, PAD, FR, FC, IMC e perímetros) com a prática de exercícios físicos regulares com idosos ativos participantes de programa supervisionado de exercícios físicos regulares e não participantes, relacionando a sua percepção de qualidade de vida, saúde e modificação de estilo de vida. Assim, é fundamental a promoção do envelhecimento saudável ou ativo, a manutenção e a melhoria da capacidade funcional, a prevenção de doenças, além de melhorar a qualidade de vida dos idosos. A prática de exercícios físicos corresponde à estratégia não farmacológica utilizada no tratamento e controle de indicadores cardiovasculares, bem como na melhora na qualidade de vida de idosos. Este estudo foca o papel dos exercícios no controle destes preditores cardiovasculares e suas percepções, sob o ponto de vista qualitativo nestes idosos. No método foi aplicado o estudo quanti- qualitativo longitudinal, em nível exploratório-descritivo, realizado com a participação de idosos, com idade igual ou superior a 60 anos, participantes do grupo de idosos da FEFID-PUCRS e do Ambulatório CEUVF-PUCRS, no período de março/2011 à janeiro/2012. Foram realizadas análises utilizando teste t-Student, de Mann Whitney, testes Qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher, análise de variância (ANOVA) e correlação de Pearson com significância de 5%. Participaram dessa pesquisa cento e oito investigados, distribuídos de forma homogênea entre os grupos que praticam exercícios regularmente (n=54) e os que não praticam atividade física (n=54). Após entrevistas e análise de conteúdo, observou-se que o grupo não praticante não se exercita regularmente em função da falta de tempo e de orientação e a presença de doença também é um fator relevante. Já o grupo de praticantes se exercita em função da saúde e para ter uma qualidade de vida melhor. Predominou o sexo feminino nos grupos, os não praticantes
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Orientação religiosa e qualidade de vida em idosos praticantes e não praticantes de exercício físico

Orientação religiosa e qualidade de vida em idosos praticantes e não praticantes de exercício físico

Este trabalho objetiva investigar as modalidades de orientação religiosa, tal como descritas por Allport, ou seja, se intrínseca ou se extrínseca e suas possíveis relações com a qualidade de vida, conforme define Ciconelli, em idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos. Foram sujeitos da pesquisa 200 idosos, todos residentes no Distrito Federal, sendo 70 (35%) homens e 130 (65%) mulheres, com idade entre 60 e 89 anos. Do total, 133 (66,5%) praticam exercícios físicos, sendo 45 (22,5%) homens e 88 (44%) mulheres. Aplicaram-se três instrumentos aos idosos pesquisados: a) entrevista orientada por um questionário semi-estruturado com perguntas relativas à prática de exercício físico do idoso, elaborada pela própria pesquisadora; b) escala de orientação religiosa intrínseca e extrínseca, de Gorsuch e McPherson, traduzida para a Língua Portuguesa do Brasil e adaptada para emprego em pesquisas com idosos e c) escala de Qualidade de Vida SF-36, adaptada e traduzida para o Brasil por Ciconelli. Os dados foram coletados em instituições de longa permanência, em centros de convivência para idosos e academias. Após lidos instrumentos obtiveram-se suas respostas, simultaneamente anotadas. Realizou-se a análise dos dados por meio de correlação de Pearson para verificar a correlação entre a orientação religiosa e a qualidade de vida. E, para análise das diferenças entre orientação religiosa e qualidade de vida em idosos, praticantes e não praticantes de exercícios físicos, utilizou-se o test t. Os resultados demonstraram que, dentre os oito domínios de qualidade de vida avaliados, dois apresentaram diferenças significativas em relação à prática de exercícios físicos: a Capacidade Funcional (t= 3,50; p= 0,001) e a Dor (t= 2,43; p= 0,017), de forma que, os praticantes de exercício físico, apresentaram maior capacidade funcional e maior nível de dor. Entre os idosos praticantes de exercícios físicos, observou-se correlação negativa entre a Saúde Mental e a religiosidade extrínseca, ou seja, quanto maior a religiosidade extrínseca, menor a saúde mental (r= -0,198; p= 0,021). Em relação aos não praticantes de exercícios físicos, verificou-se correlação
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Análise da capacidade funcional em idosas praticantes de hidroginástica / Analysis of functional capacity in older hydroginastic practice

Análise da capacidade funcional em idosas praticantes de hidroginástica / Analysis of functional capacity in older hydroginastic practice

Neste estudo composto por 19 idosas que praticam hidroginástica frequentemente, observou-se no teste de autonomia funcional um índice “fraco” no C10M e LPDV, corroborando com estudo de Caporicci, Neto 8 que teve como objetivo avaliar as atividades de vida diária e qualidade de vida em idosos ativos e sedentários. O grupo ativo obteve um escore “fraco” e no grupo de não praticante de atividades físicas obtiveram o mesmo resultado. O estudo de Jerônimo et al. 9 que também tem o mesmo objetivo, demostrou que tanto nos idosos ativos e inativos o escore do índice de GDLAM é “fraco”. Podemos observar que as idosas praticantes de hidroginástica do Projeto PROAFE neste estudo não se mostraram em relação ao teste com força de membros e articulações, demonstrando dificuldade em levantar-se do chão em decúbito ventral, o que demonstra que a mobilidade articular juntamente com a força muscular deve-se ser mais trabalhadas com estes sujeitos. Quanto ao teste C10M, podemos refletir que pelo resultado de um teste relativamente simples deste, possa ter causado um certo receio, vergonha, nos sujeitos por ser o primeiro teste e talvez por este motivo não alcançou- se o objetivo do teste.
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CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DA CIDADE DE BREJO SANTO-CEARÁ

CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DA CIDADE DE BREJO SANTO-CEARÁ

O objetivo do presente estudo é analisar possíveis associações entre a capacidade funcional e o nível de qualidade de vida de idosos praticantes e não praticantes de atividade física regular. A pesquisa caracteriza-se como sendo descritiva, comparativa, transversal e de campo com uma abordagem quantitativa. A amostra foi voluntária, composta por 121 (cento e vinte e um) idosos sendo 65 (sessenta e cinco) do sexo feminino e 56 (cinqüenta e seis) do sexo masculino residentes da cidade de Brejo Santo, Ceará. Os idosos responderam a um questionário de perfil sociodemográfico, bem como a Escala de Auto-avaliação da Capacidade Funcional de Rikli e Jones apud Matsudo (2004). A qualidade de vida foi avaliada através do questionário WHOQOL-BREF. Ao verificar os níveis de capacidade funcional e prática de atividade física regular observou-se que o grupo ativo obteve maior porcentagem nas classificações moderadas e avançadas, quando comparado com os sedentários. Em relação aos domínios da qualidade de vida, os idosos praticantes de atividade física regular também apresentaram melhor média em relação aos sedentários, exceto nas relações sociais, porém, a única variável que atingiu significância estatística foi o nível de capacidade funcional a favor do grupo que pratica atividade física regular. Portanto, é de suma importância a prática regular de exercício físico, como também a presença de profissionais capacitados para melhor assistir ao idoso, visto que estes carecem de um acompanhamento especializado.
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Percepção de saúde e qualidade de vida: um inquérito com praticantes de pilates

Percepção de saúde e qualidade de vida: um inquérito com praticantes de pilates

Introdução: Considerando o processo de modernização e desenvolvimento tecnológico, a população de hoje está buscando muitas maneiras para melhorar a qualidade de vida. Observa-se um aumento na diversidade de programas de atividade física, e entre eles destaca-se o Pilates, que é uma modalidade de atividade física que se baseia em princípios para manter corpo e mente saudáveis. Objetivo: Comparar a percepção de saúde e qualidade de vida entre praticantes de Pilates iniciantes e experientes. Metodologia: Realizou-se um estudo quantitativo, descritivo, com delineamento transversal. Participaram 85 pessoas, sendo 69 mulheres e 16 homens, das quais 37 (43,5%) formaram o grupo dos que praticam Pilates a menos de um ano e 48 (56,5%) os que praticam a mais de um ano. Para a coleta de dados foi utilizado o questionário de qualidade de vida SF- 36 e um formulário elaborado pela pesquisadora com o objetivo de identificar o perfil dos praticantes de Pilates e avaliar a autopercepção de saúde dos participantes. Os dados coletados foram analisados pelo software SPSS(versão 17.0), adotando nível de significância de 5%. Resultados: A autopercepção de saúde dos praticantes de Pilates é satisfatória, a maioria está praticando para melhorar sua qualidade de vida, ou seja, promoção de saúde; e percebem que seu estado de saúde está melhor do que outras pessoas e melhor do que antes da prática do Pilates. Conclusão: No geral, o nível de qualidade de vida não foi diferente entre os grupos, entretanto indivíduos com mais de um ano de prática no Pilates apresentam maior capacidade funcional.
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Investigação dos efeitos da hidroginástica sobre a qualidade de vida, a força de membros inferiores e a flexibilidade de idosas: um estudo no Serviço Social do Comércio - Fortaleza.

Investigação dos efeitos da hidroginástica sobre a qualidade de vida, a força de membros inferiores e a flexibilidade de idosas: um estudo no Serviço Social do Comércio - Fortaleza.

muscular é salientada com o envelhecimento, esse decréscimo é maior nos membros inferiores que nos superiores. Tendo em vista que a média da altura do salto registrada no teste de impulsão vertical no grupo das mulheres praticantes de hidroginástica foi signifi cativamente maior do que a média encontrada no grupo de mulheres sedentárias, pode-se concluir que a prática regular dessa atividade física teve efeito benéfi co sobre a manutenção e incremento de força de membros inferiores, possivelmente em resposta à resistência oferecida pela água. Esse aumento na força muscular das idosas ativas possibilita-as ter um maior grau de independência e autonomia, trazendo como consequência uma vida mais ativa, saudável e com qualidade.
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Comparação da força e capacidade funcional entre idosos praticantes de musculação, hidroginástica e não praticantes de exercícios físicos.

Comparação da força e capacidade funcional entre idosos praticantes de musculação, hidroginástica e não praticantes de exercícios físicos.

Introdução: As mudanças na força e na capacidade funcional decorrentes do envelhecimento podem ser melhoradas mediante a prática de exercícios físicos como a musculação e a hidroginástica. Objetivo: Comparar a força e a capacidade funcional entre idosos praticantes de musculação, hidroginástica e não praticantes de exercícios físicos. Métodos: Estudo descritivo de corte transversal com amostragem não probabilística voluntária. Participaram do estudo 36 idosos (63,6±4,1 anos), sendo 12 praticantes de musculação, 12 praticantes de hidroginástica e 12 não praticantes de exercícios físicos. O nível de atividade física foi avaliado pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). A avaliação da força máxima foi realizada pelo teste de uma repetição máxima (1RM) em membros superiores e inferiores. A capacidade funcional foi avaliada pelos testes de levantar da cadeira em 30 segundos e velocidade de caminhada habitual e máxima. Foi utilizada Anova One Way com post-hoc de Bonferroni para comparação das variáveis dependentes entre os grupos com α=0,05. Resultados: Todos os grupos foram classificados como ativos. O grupo praticante de musculação apresentou os maiores valores de força máxima, quando comparado ao praticante de hidroginástica e não praticante de exercícios físicos (p≤0,01). Além disso, os grupos praticante de hidroginástica e não praticante de exercícios físicos não apresentaram diferenças na força máxima (p=1,0). Já para o teste de levantar da cadeira, não foram observadas diferenças entre os grupos (p=0,07), o mesmo sendo observado no teste de velocidade de caminhada habitual (p=0,06) e máxima (p=0,22). Conclusão: A musculação mostrou- se mais eficaz para o aumento de força, mas o estilo de vida ativo é suficiente para a manutenção da capacidade funcional.
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Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso praticantes e não praticantes de atividade física.

Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso praticantes e não praticantes de atividade física.

Este é um estudo de corte transversal que foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos da Universidade do Estado de Santa Catarina, em 26 de novembro de 2009 (registro nº 245/2009). A amostra não- probabilística por conveniência foi constituída por 195 indivíduos praticantes e não praticantes de dança em salões, com média de idade de 63,7±9,6 anos, residentes na região da Grande Florianópolis-SC, sendo 119 dos salões de dança, 50 praticantes de atividade física (AF), e 26 que não realizam AF. Os sujeitos não praticantes de dança foram contatados em grupos de convivência da região mencionada. Para atender ao objetivo proposto neste estudo, a amostra foi separada em três grupos: a) grupo formado pelos praticantes de dança nos salões (119 pessoas); b) grupo composto pelos indivíduos que praticavam algum tipo de atividade física (como caminhada, natação, hidroginástica, entre outras - 50 pessoas), menos dança; e c) grupo constituído pelos que não praticam atividade física (26 pessoas). Todos os participantes assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido, concordando com a participação no estudo.
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Percepção de saúde e qualidade de vida : um inquérito com praticantes de pilates

Percepção de saúde e qualidade de vida : um inquérito com praticantes de pilates

Concluímos que os praticantes de Pilates avaliados em nosso estudo apresentam boa adesão ao método buscando melhorar a qualidade de vida. Os praticantes sentem mais relaxamento ao final da aula, menos dores e estresse. A percepção do estado de saúde comparativo antes e depois da prática do Pilates e com outras pessoas nos indica que os praticantes se percebem em melhor situação. Não houve diferença no nível de qualidade de vida entre os praticantes com mais ou menos tempo de prática no Pilates, entretanto quem pratica a mais de um ano apresenta uma maior capacidade funcional.
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ANÁLISE COMPARATIVA DA FORÇA MUSCULAR E FUNCIONALIDADE DE IDOSAS PRATICANTES DE HIDROGINÁSTICA E TREINAMENTO FUNCIONAL

ANÁLISE COMPARATIVA DA FORÇA MUSCULAR E FUNCIONALIDADE DE IDOSAS PRATICANTES DE HIDROGINÁSTICA E TREINAMENTO FUNCIONAL

Introdução: O processo do envelhecimento está associado às morbidades incapacitantes, e o exercício físico é uma intervenção eficaz para minimizar os efeitos deletérios na função e estrutura do corpo ao longo da vida. Especialmente as modalidades realizadas na água dentre elas a hidroginástica e os exercícios funcionais são benéficos com resultados efetivos para a saúde física e mental nesta população. Objetivo: Comparar a força muscular e capacidade funcional de idosas praticantes exclusivamente de hidroginástica ou treinamento funcional. Casuística e Métodos: Estudo transversal, realizado com 65 idosas, sendo 40 praticantes exclusivamente de hidroginástica (Grupo 1) e 25 praticantes do treinamento funcional (Grupo 2). As participantes foram avaliadas em relação às variáveis sociodemográficas; força muscular de membros inferiores e superiores e funcionalidade nas Atividades Básicas de Vida Diária e Atividades Instrumentais de Vida Diária. Utilizou-se o teste de U de Mann-Whitney para a comparação entre Grupo 1 e Grupo 2, além do teste de Spearman para análise da correlação entre força muscular e capacidade funcional. Resultados: Ambos os grupos apresentaram índices elevados de independência nas Atividades Básicas de Vida Diária e pontuaram desfavoravelmente para força muscular de membros inferiores. Entretanto, para as Atividades instrumentais de vida diária, a maioria foi classificada como independente e dependente parcialmente, em Grupo 1 e Grupo 2, respectivamente. Apenas a funcionalidade nas Atividades Instrumentais de Vida Diária apresentou diferença significativa com maiores escores para o Grupo 1 em relação ao Grupo 2 (p = 0.001). Conclusão: Idosas praticantes de hidroginástica apresentam melhor capacidade funcional nas Atividades Instrumentais de Vida Diária, comparadas às praticantes de treinamento funcional.
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Avaliação postural, dor e aptidão física de praticantes de hidroginástica.

Avaliação postural, dor e aptidão física de praticantes de hidroginástica.

problemas, ela pode tornar-se o foco principal da atenção do indi- víduo, limitando-o para uma série de atividades diárias e afetando a sua qualidade de vida (QV) e a de seus familiares. Fatores como depressão, incapacidade física e funcional, afastamento social, alte- rações na dinâmica familiar, desequilíbrio econômico, direcionam e limitam as decisões e comportamentos das pessoas 2 .

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Impacto da força muscular de membro inferior na capacidade funcional de idosas com osteoporose praticantes de hidroginástica

Impacto da força muscular de membro inferior na capacidade funcional de idosas com osteoporose praticantes de hidroginástica

Em nível de força muscular, as par- ticipantes deste estudo, apresentaram classificações “muito fraco”, “fraco” e “regular” da força. Essa redução influen- cia negativamente no dia a dia dessas idosas, pois, segundo Bandeen-Roche et al. (2006), a força nos membros in- feriores é requisito importante para locomoção, controle postural, equilíbrio, independência funcional, manutenção de atividades sociais e prevenção de quedas. E destaca-se na presente pesquisa, que 71,4% das idosas apresentaram indepen- dência nas ABVDs, enquanto 68,6% em dependências nas AIVDs. Para Bêta et al. (2016), idosos acima de 60 anos têm algum tipo de dificuldade para realizar tarefas diárias. Devido à diminuição da atuação do indivíduo no meio em que vive e à medida que a idade avança, há um aumento progressivo da necessidade de assistência na realização das ativida- des de vida diária (AVD).
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COMPARAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA DE IDOSAS HÍGIDAS EM RELAÇÃO A PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

COMPARAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA DE IDOSAS HÍGIDAS EM RELAÇÃO A PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

No estudo de Gonçalves et al. (2006), foram analisados 2 grupos de idosas, sendo um grupo de idosas praticantes de atividade física regular e o outro grupo de sedentárias. Foram realizados os testes de PImáx e PEmáx utilizando o manovacuômetro para mensuração, e, também, pôde ser observado que os sujeitos que praticavam atividade física apresentaram um aumento significativo nas pressões respiratórias máximas, quando comparados aos que não praticavam atividade física, concordando com os resultados deste trabalho. (GONÇALVES, 2008).
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3. DANÇA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA

3. DANÇA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA

Nas academias, a procura pela dança é muito grande. Um dos motivos é o fato de as pessoas estarem acima do peso normal e buscarem meios de alcançar resultados que promovam a autoestima, visando assim a uma boa aparência da sua imagem corporal. A disposição de quem pratica atividade física pode aumentar, facilitando a realização de tarefas diárias, sem dar espaço ao sedentarismo e até mesmo às doenças. “O exercício físico é recomendado para prevenir doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, além de aumentar a expectativa de vida”. GONÇALVES e VILARTA e, 2004, p.30).
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Percepção da qualidade de vida por mulheres praticantes de treinamento de força versus praticantes de atividade física habitual

Percepção da qualidade de vida por mulheres praticantes de treinamento de força versus praticantes de atividade física habitual

Particularmente, em relação à qua- lidade de vida, Monteiro et al. (2010) relatam que o termo foi empregado pela primeira vez em 1964, pelo então presi- dente dos Estados Unidos da América, à época, Lyndon Johnson. Ainda, esses mesmos autores, relatam que, desde então, qualidade de vida é um dos temas mais comentados e discutidos. Quanto ao conceito de qualidade de vida, Pereira, Teixeira e Santos (2012), afirmam que o mais aceito, é o preconizado pela Or- ganização Mundial de Saúde (OMS), o qual reflete a percepção dos indivíduos de que suas necessidades são/estão satis- feitas, ou ainda, que lhes estão negando oportunidades de alcançar a felicidade e a autorrealização independente de seu estado de saúde físico ou de suas condi- ções sociais e econômicas.
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Avaliação do equilíbrio estático e dinâmico de idosas praticantes de hidroginástica e ginástica.

Avaliação do equilíbrio estático e dinâmico de idosas praticantes de hidroginástica e ginástica.

Resumo – Este estudo avaliou o equilíbrio estático e dinâmico e valências motoras rela- cionadas em idosas praticantes de ginástica e hidroginástica. Participaram 31 mulheres na modalidade hidroginástica (GH, 69,32 ± 6,57 anos) e 28 na ginástica (GG; 65,57 ± 7,67 anos), com no mínimo seis meses de prática e frequência mínina de três vezes na semana. Foram realizadas medidas de estatura (cm), peso (kg) e circunferências de cintura, quadril e abdome (cm) e cálculos do índice de massa corporal (IMC) e relação cintura-quadril (RCQ). As habilidades físicas foram medidas pelos testes de “sentar e levantar em 30 segundos” (resistência de membros inferiores) e “8-feet Up-and-go” (equilíbrio dinâmico), ambos propostos por Rikli e Jones (1999), “sentar e alcançar” (lexibilidade) e teste de equilíbrio estático de Caromano (1998). A análise estatística empregou o teste t de Student e correla- ção de Pearson com nível de signiicância de 0,05. Em relação às medidas antropométricas (IMC e RCQ), não foi observada diferença estatística entre os grupos. Nos testes de aptidão física, foi encontrada diferença estatística apenas nos testes “8-feet Up-and-Go” e “sentar e levantar”, com melhores resultados para o grupo GG. Não foram observadas correlações intra e inter grupos, entre equilíbrios estático e dinâmico e as valências motoras estudadas. Conclui-se que não houve superioridade entre as modalidades, mas foi possível observar uma tendência de superioridade do grupo GG em parâmetros como agilidade, equilíbrio e lexibilidade.
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