Top PDF Caracteres morfoagronômicos e resistência parcial à ferrugem asiática em genótipos precoces de soja

Caracteres morfoagronômicos e resistência parcial à ferrugem asiática em genótipos precoces de soja

Caracteres morfoagronômicos e resistência parcial à ferrugem asiática em genótipos precoces de soja

solo, genética e problemas fitossanitários. Dentre eles está a doença ferrugem-asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi Syd. & Syd., uma das mais severas, com danos variando até 100%. Dentre as estratégias de manejo estão o uso de genótipos precoces, uso de fungicidas de forma preventiva e cultivares com resistência parcial e tolerantes ao fitopatógeno. Para a obtenção de cultivares resistentes, seis genes dominantes, que condicionam a resistência vertical (qualitativa), já foram relatados na literatura, mas a estabilidade desse tipo de resistência não é durável. Portanto, a identificação de genótipos que possam ser utilizados como fontes de resistência horizontal (quantitativa), é primordial para aumentar a longevidade das cultivares lançadas no mercado brasileiro. Este trabalho teve como objetivo avaliar a resistência de 12 genótipos de soja frente ao patógeno e respostas na produtividade. O presente trabalho foi desenvolvido na Fazenda do Glória, na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), localizada no município de Uberlândia, MG, Brasil. No ano agrícola 2015/2016 foi conduzido um experimento com subparcelas com ou sem fungicida AZOXISTROBINA + BENZOVINDIFLUPIR e subsubparcelas relacionadas a posição de avaliação na planta. Foram 12 genótipos de ciclo precoce, sendo 10 provenientes do laboratório de germoplasma da UFU (LAGER), uma testemunha comercial suscetível e uma testemunha do LAGER conhecidamente resistente, delineados em blocos casualizados, com quatro repetições. As parcelas experimentais foram representadas por duas fileiras de 6 m x 0,5 m, sendo que a área útil de 2,5 m² constituiu-se pelas duas fileiras centrais, eliminando- se 0,5 m em cada extremidade da parcela. Os genótipos LAGER-210 e LAGER-216 foram selecionados para estudos de valor de cultivo e uso (VCU) por apresentarem resistência parcial à ferrugem, tolerância, ciclo curto, boas características morfoagronômicas e maiores produtividades.
Mostrar mais

45 Ler mais

Caracteres epidemiológicos e uso da análise de agrupamento para resistência parcial à ferrugem da soja.

Caracteres epidemiológicos e uso da análise de agrupamento para resistência parcial à ferrugem da soja.

AACPD para severidade, verificou-se que os genótipos G4, G41 e G42, originários do cruzamento Cristalina e IAC 100, apresentaram maior resistência, porque foram os que mostraram somatória dos efeitos desses parâmetros analisados. O mesmo resultado foi encon- trado por Juliatti et al. (2005), em trabalho sobre a culti- var UFUS Impacta, proveniente de hibridações entre as cultivares Cristalina RCH e IAC 100, que apresen- tou resistência parcial a P. pachyrhizi, quando compa- rada aos demais genótipos.

5 Ler mais

CARACTERES EPIDEMIOLÓGICOS E USO DA ANÁLISE DE AGRUPAMENTO PARA RESISTÊNCIA PARCIAL À FERRUGEM DA SOJA

CARACTERES EPIDEMIOLÓGICOS E USO DA ANÁLISE DE AGRUPAMENTO PARA RESISTÊNCIA PARCIAL À FERRUGEM DA SOJA

O controle da ferrugem da soja exige a combinação de várias técnicas, a fim de evitar perdas de rendimento. Recomendam-se algumas estratégias, tais como: semear preferencialmente, cultivares precoces e no início da época recomendada para cada região; evitar o prolongamento do período de semeadura, pois a soja semeada mais tardiamente (ou de ciclo longo) irá sofrer mais dano, devido à multiplicação do fungo nos primeiros plantios. Nas regiões onde não foi constatada a ferrugem, deve-se iniciar a vistoria da lavoura desde o início da safra e, principalmente, quando a soja estiver próxima da floração; ao primeiro sinal da doença e, havendo condições favoráveis (chuva e/ou abundante formação de orvalho), poderá haver a necessidade de aplicação de fungicida (EMBRAPA, 2002c). Entre os métodos de controle, o químico, por meio de fungicidas, tem sido o mais eficaz.
Mostrar mais

66 Ler mais

Análise de gerações e estratégias de seleção em genótipos de soja visando resistência à ferrugem asiática e produção de grãos

Análise de gerações e estratégias de seleção em genótipos de soja visando resistência à ferrugem asiática e produção de grãos

A ferrugem asiática causa expressivos danos à cultura da soja, assim, o uso de cultivares que sejam precoces e resistentes tem sido alvo dos programas de melhoramento, para amenizar as perdas na produtividade de grãos. O processo de desenvolvimento de cultivares segue várias etapas, e, para a escolha do melhor método, o uso de estimativas de parâmetros genéticos, como os obtidos em análise de gerações, permite melhor estudo e definição das estratégias de melhoramento. Além disso, a seleção de genótipos superiores requer uma avaliação simultânea de todos os caracteres-alvo no melhoramento, por isso, o índice de seleção torna-se uma alternativa. Esta dissertação foi dividida em três capítulos, sendo o primeiro capítulo uma revisão bibliográfica sobre a importância da cultura, o melhoramento genético de soja e ferrugem asiática. O segundo capítulo teve como objetivo avaliar parâmetros genéticos e estimar ganhos de seleção em duas combinações envolvendo genitores com resistência a ferrugem asiática. Esse estudo foi realizado na fazenda experimental Capim Branco da Universidade Federal de Uberlândia. Foram avaliados caracteres agronômicos e severidade da ferrugem asiática para as duas combinações de F2 originárias das hibridações entre UFUS 6901 x TMG 801, UFUS 6901 x BRSGO 7560 e seus respectivos retrocruzamentos. As duas combinações possibilitaram estimar parâmetros genéticos e indicaram variabilidade para as populações segregantes F2, RC1 e RC2. A combinação de UFUS 6901 com TMG 801 possibilitou a seleção de indivíduos superiores quanto à produção de grãos e a combinação UFUS 6901 com BRSGO 7560 para severidade da ferrugem. No capítulo três, realizou-se uma pesquisa objetivando determinar parâmetros genéticos, estimar correlações fenotípicas e genotípicas em progênies F3 oriundos de duas populações com genitores resistentes a ferrugem asiática; selecionar progênies F3 de duas
Mostrar mais

106 Ler mais

Período latente e uso da análise de componentes principais para caracterizar a resistência parcial à ferrugem da soja.

Período latente e uso da análise de componentes principais para caracterizar a resistência parcial à ferrugem da soja.

genótipos para número médio de pústulas por folíolo e severidade da ferrugem, aos doze dias após a inoculação. O mesmo foi encontrado para área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) para severidade. Com base no período latente médio discriminaram-se dois grupos de genótipos: parcialmente resistentes e suscetíveis. Presume-se que a Resistência Parcial (RP) à ferrugem asiática da soja deve ser avaliada em condições de média epidemia, que aconteceu na segunda época de avaliação para todos os caracteres avaliados. O agrupamento de genótipos, pela análise multivariada de componentes principais, permitiu a discriminação de genótipos parcialmente resistentes. Três genótipos (números 4, 41, e 42), referentes aos parentais Cristalina e IAC 100, apresentaram maior resistência parcial á ferrugem da soja.
Mostrar mais

8 Ler mais

CONTROLE GENÉTICO DA RESISTÊNCIA PARCIAL, ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE FRENTE À FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA

CONTROLE GENÉTICO DA RESISTÊNCIA PARCIAL, ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE FRENTE À FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA

Segundo Mauro (1991), em função da grande importância dos reflexos da interação genótipo x ambiente no melhoramento de plantas, diversas metodologias vêm sendo desenvolvidas para a avaliação da estabilidade e adaptabilidade. Na maioria dessas avaliações, os genótipos são submetidos a diferentes condições de ambiente, sendo, posteriormente, efetuada uma análise de variância conjunta e verificada a ocorrência de significância na interação genótipo x ambiente. Cruz, Regazzi, Carneiro (2004) complementam que, pela importância da interação genótipo x ambiente, cabe ao melhorista avaliar a magnitude e a significância, quantificar os efeitos sobre as técnicas de melhoramento e estratégias de difusão de tecnologia e fornecer subsídios que possibilitem adotar procedimentos de minimização e aproveitamento. Por outro lado, estes autores enfatizam ainda a respeito da interação genótipo x ambiente, que, apesar de ser de grande importância para o melhoramento de plantas, não proporciona informações pormenorizadas sobre o comportamento de cada genótipo frente às variações ambientais. Por isso, as análises de adaptabilidade e estabilidade mostram a possibilidade de identificação de cultivares de comportamento previsível e que sejam responsivas às variações ambientais, em condições específicas ou amplas.
Mostrar mais

191 Ler mais

Avaliação de parâmetros monocíclicos e da intensidade da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) em diferentes genótipos de soja e posições de copa.

Avaliação de parâmetros monocíclicos e da intensidade da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) em diferentes genótipos de soja e posições de copa.

Lesões do tipo RB são típicas de materiais com genes dominantes de resistência ou de efeito principal a essa doença (1; 2, 3), também conhecida como resistência vertical ou qualitativa (4). Este tipo de lesão pode ser descrito como uma reação de hipersensibilidade. Nessa, as células do hospedeiro, próximas ao local de infecção do patógeno, morrem logo após a infecção. O patógeno P. pachyrhizi necessita de células vivas para sobreviver e se multiplicar e, com a morte dessas células, o crescimento do patógeno é limitado ao local de infecção. Do ponto de vista do melhoramento genético, a planta com reação de hipersensibilidade é extremamente resistente, devido ao patógeno nessas condições, ter sua reprodução limitada, cessando o processo epidêmico no campo (4). No entanto, foi verificado, em nível mundial, que a resistência qualitativa não foi duradoura, devido à grande variabilidade do patógeno (1), tendo sido identificadas 18 raças do patógeno no Japão (20). No Brasil, estudos realizados pela Embrapa Soja identificaram 11 cultivares com resistência à ferrugem (23), sendo essa resistência quebrada rapidamente com isolado do fungo proveniente do Mato Grosso. A necessidade de se encontrar formas de resistência mais eficientes para o controle da ferrugem asiática da soja é uma realidade cada vez mais premente. Neste sentido, a resistência horizontal, também chamada de parcial, incompleta ou quantitativa, condicionada por genes de efeitos menores, pode ser uma alternativa de controle viável neste patossistema (15). Neste tipo de resistência, os genótipos apresentam reações dentro de uma amplitude contínua de variação, podendo exibir de nenhum até bons níveis de resistência (16). O progresso lento é o resultado dos efeitos combinados de fatores, como baixa freqüência de infecção, período latente longo, pústulas pequenas, baixa produção de esporos por pústula e período infeccioso curto (9; 14; 19; 15; 24).
Mostrar mais

4 Ler mais

Metodologias para obtenção de resistência e/ou tolerância da soja à ferrugem-asiática.

Metodologias para obtenção de resistência e/ou tolerância da soja à ferrugem-asiática.

Ainda na Tabela 4, a comparação das produtividades de grãos dos experimentos inoculados com o patógeno e sem controle da ferrugem com fungicidas, com a dos experimentos tratados com fungicidas, nos anos agrícolas 2005/2006 e 2006/2007, observa-se que o parental BRSGO-7560 é o que possui a maior “resistência e/ou tolerância” à ferrugem, pois sofreu a menor redução de produtividade de grãos. Os cruzamentos em que a BRSGO-7560 participou também foram os que sofreram menores reduções de produtividade nas gerações F 2 e F 3 . Portanto, quando se usa a metodologia de parcela tratada e não tratada, sob pressão de ferrugem, para selecionar cultivares com genes menores para resistência e/ou tolerância à ferrugem-asiática, se genes maiores estiverem presente, estes poderão dificultar a seleção pelo melhorista dos genótipos possuidores de genes menores. Esta constatação está de acordo com o que foi observado por Parlevliet (13), o qual afirma que a seleção para resistência parcial ou horizontal, na presença de genes maiores para resistência (resistência vertical), pode ser ineficaz, uma vez que o efeito dos genes maiores dificulta a detecção dos efeitos dos genes menores.
Mostrar mais

6 Ler mais

DESEMPENHO AGRONÔMICO, DIVERSIDADE GENÉTICA E RECOMENDAÇÕES DE HIBRIDAÇÕES EM SOJA PARA RESISTÊNCIA À FERRUGEM ASIÁTICA

DESEMPENHO AGRONÔMICO, DIVERSIDADE GENÉTICA E RECOMENDAÇÕES DE HIBRIDAÇÕES EM SOJA PARA RESISTÊNCIA À FERRUGEM ASIÁTICA

A soja é a principal cultura do agronegócio brasileiro, sendo de grande importância para a economia do país. Entretanto, diversos fatores influenciam no desenvolvimento dessa cultura, dentre eles, a ferrugem asiática. Neste contexto, o objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho agronômico, diversidade genética, além de recomendar hibridações em soja para resistência à ferrugem asiática. O experimento foi realizado em uma área experimental da Fazenda Capim Branco pertencente à Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Avaliaram- se 32 genótipos, sendo 30 linhagens desenvolvidas pelo Programa de Melhoramento Genético de Soja da UFU e 2 cultivares (BRSGO 7560 e TMG 801) em delineamento de blocos completos casualizados, com três repetições. Verificou-se existência de variabilidade genética para todos os caracteres agronômicos analisados. O PCG, NDF e NDM apresentaram H 2
Mostrar mais

48 Ler mais

Tolerância de genótipos de soja à ferrugem-asiática.

Tolerância de genótipos de soja à ferrugem-asiática.

KAWUKI et al. (2004) avaliaram tolerância de genótipos de soja à FAS e verificaram que genótipos precoces foram mais tolerantes do que os genótipos de ciclo médio e tardio. De maneira semelhante, a não significância da redução em produtividade, detectada na cultivar ‘BRS 239’, pode ser um indicativo de tolerância à FAS. Esta tolerância pode estar relacionada à reação de resistência aparente ou escape, como destacado por AGRIOS (2005), pelo fato de esta cultivar ter sido uma das mais precoces. Por outro lado, a cultivar ‘BRS 320’, mesmo possuindo ciclo menor que a ‘BRS 239’, obteve uma das maiores médias de SEV (Tabela 1), principalmente na safra 2010/2011, e significativa redução no rendimento (Tabela 2), demonstrando que, apesar da precocidade, a ‘BRS 320’ comportou- se como intolerante à FAS. A cultivar ‘BRSGO 7560’ não apresentou redução de produtividade entre o tratamento sem aplicação e a média dos tratamentos com aplicação de fungicida (Tabela 2). Esse comportamento confirma os resultados discutidos acerca desta cultivar, perante os dados obtidos na tabela 2, indicando a reação de tolerância à FAS em condições de campo, associada à boa estabilidade produtiva. Neste trabalho, observou-se que a redução em P100 foi significativa para as cultivares ‘BRS 239’ e ‘BRSGO 7560’ e não significativa para a cultivar ‘BRS 245RR’. OLIVEIRA et al. (2005) também detectaram diferença na queda de P100 em cultivares sem redução expressiva de rendimento. Outrossim, CARNEIRO (2007) verificou que,
Mostrar mais

8 Ler mais

Interação entre resistência genética parcial e fungicidas no controle da ferrugem asiática da soja.

Interação entre resistência genética parcial e fungicidas no controle da ferrugem asiática da soja.

Nas cultivares de ciclo tardio, na primeira e segunda épocas de semeadura, não houve interação entre fungicidas e cultivares, para todas as características estudadas. Na primeira época, para as características epidemiológicas estudadas, a cultivar UFUS-Impacta apresentou os menores valores de AACPD. Em relação ao peso de mil sementes, a melhor cultivar foi a Garantia e, em produtividade, a cultivar Luziânia. A menor produtividade da cultivar UFUS-Impacta também se explica pelo prolongamento no ciclo no campo, em relação às demais cultivares. No entanto, ao se analisarem as características epidemiológicas, constata-se que a UFUS-Impacta apresentou bons resultados, o que evidencia certa resistência genética parcial na cultivar (Tabela 5). Resultado semelhante foi encontrado por Juliatti et al. (2005), em que a cultivar UFUS-Impacta, proveniente do cruzamento entre as cultivares Cristalina RCH e IAC-100, apresentou resistência parcial a P. pachyrhizi. Azevedo (2005) também constatou resistência genética parcial à ferrugem asiática, nas cultivares MSOY-8211, UFUS-Impacta, Coodetec-208 e Emgopa-313, ao avaliar 50 genótipos de soja, em dois experimentos em casa de vegetação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Boas práticas para o enfrentamento da ferrugem-asiática da soja.

Boas práticas para o enfrentamento da ferrugem-asiática da soja.

plantas vivas e essa estratégia tem como objetivo reduzir a quantidade de esporos do fungo durante a entressafra em razão da ausência do hospedeiro principal. O resultado esperado é o atraso nas primeiras ocorrências de ferrugem-asiática na safra, diminuindo a possibilidade de ocorrência da doença nos estádios iniciais do desenvolvimento da soja e, consequentemente, podendo reduzir o número de aplicações de fungicidas necessárias para o controle. Para mais informações, consultas podem ser feitas à Secretaria da Agricultura ou ao órgão de defesa fitossanitária estadual.
Mostrar mais

6 Ler mais

Identificação e validação de marcadores microssatélites ligados ao gene Rpp5 de resistência à ferrugem-asiática-da-soja.

Identificação e validação de marcadores microssatélites ligados ao gene Rpp5 de resistência à ferrugem-asiática-da-soja.

como resistentes e 18 suscetíveis. A proporção observada foi testada para verificar a conformidade com a proporção mendeliana esperada de 3:1. Na Tabela 1, pode ser observado o valor qui-quadrado 2,61, que confirma, satisfatoriamente, a segregação esperada para um único gene (Rpp5) com dominância completa. Resultados semelhantes foram encontrados por Garcia et al. (2007), que mapearam o gene Rpp5, em três genótipos exóticos. Dois outros genes de ação dominante (Rpp2 e Rpp4), que  condicionam  resistência  à  ferrugem-asiática,  foram encontrados nas linhagens PI 230970 e PI 459025, respectivamente, por Silva et al. (2008). Hyten et al. (2007) encontraram na PI 200429, um  gene dominante (Rpp1) condiciona resistência ao isolado de ferrugem India-73-1.
Mostrar mais

8 Ler mais

Diversidade molecular de Phakopsora pachyrhizi em genótipos de soja com diferentes genes de resistência a ferrugem

Diversidade molecular de Phakopsora pachyrhizi em genótipos de soja com diferentes genes de resistência a ferrugem

Figura 4: Alinhamento dos sítios variáveis a partir de 437 sequências de ITS do Brasil definindo 14 ribótipos de P. pachyrhizi. C+L+V indica a frequência de ribótipos obtidos nas três localidades Cascavel (C), Londrina (L) e Viçosa (V). C/L/V representam o número total de ribótipos de cada localidade. S e R referem-se ao número de ribótipos originados a partir de genótipos de soja suscetíveis e resistentes à ferrugem respectivamente. Cada sequência possui 564 bases. Pontos indicam similaridade com o ribótipo 1 e hífens indicam presença de gaps. Números ao alto indicam a posição do nucleotídeo na sequência de referência.
Mostrar mais

43 Ler mais

Espaçamento entre linhas e severidade da ferrugem-asiática da soja.

Espaçamento entre linhas e severidade da ferrugem-asiática da soja.

relação, e cada epidemia causada por um mesmo patógeno terá um desenvolvimento diferente, dependendo do local e do ano de sua ocorrência (1). Para a ferrugem-asiática da soja já foi observada relação entre duração do período de molhamento foliar com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença e também relação entre número de dias de chuva com o progresso da epidemia (24). O uso de espaçamento e densidade de plantas adequado a uma cultura evita a formação de micro clima favorável a doenças, ao promover boas condições de arejamento e luminosidade para as plantas e evitar acúmulo de umidade, que favorece o patógeno (1, 2); enquanto o adensamento de plantas promove aumento de temperatura e umidade do ar, podendo favorecer o desenvolvimento de doenças e influenciar na produtividade, como observado por Blad et al. (4) para o mofo branco no feijoeiro e por Buzzel et al. (5) para o mofo branco na soja. Estes autores avaliaram três espaçamentos (23, 45 e 69 cm) entre linhas de soja, no Sudeste do Canadá, e concluíram não haver diferença entre os espaçamentos, para severidade de mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum), no entanto observaram que nos menores espaçamentos a produtividade foi maior do que com 69 cm entre linhas. Joye et al. (14) observaram, no Sul dos Estados Unidos, que a severidade da mela (Rhizoctonia solani) e a produtividade de grãos de soja foram afetados pelos espaçamentos de 25, 50, 75 e 100 cm entre linhas. Hanna et al. (12) observaram, no Nordeste dos Estados Unidos, que o espaçamento entre linhas não afetou a penetração do fungicida no dossel das plantas; no entanto, maior produtividade foi obtida em espaçamentos menores (19 e 38 cm) do que em espaçamento maior (76 cm).
Mostrar mais

6 Ler mais

Controle da ferrugem asiática da soja com mancozebe um fungicida multissítio

Controle da ferrugem asiática da soja com mancozebe um fungicida multissítio

de progresso da doença (AACPD). As parcelas foram colhidas e o rendimento de grãos expresso em kg/ha. Os dados da AACPD e do rendimento foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p = 0.005). Os tratamentos com mancozebe foram superiores à mistura IDM + IQe, tanto no controle da ferrugem, como no rendimento de grãos. Quatro aplicações de 2.0 k/ha de mancozebe foram superiores a três aplicações da mistura usada como padrão. O mancozebe tem potencial para ser adicionado às misturas de fungicidas na implementação de estratégia antiresistência da ferrugem da soja.
Mostrar mais

4 Ler mais

Resistência de genótipos de videira à ferrugem.

Resistência de genótipos de videira à ferrugem.

Os componentes de resistência, com exceção do período latente, apresentaram grande variação quantitativa entre os genótipos (Tabela 2). Empregou-se a abordagem multivariada porque, pelo teste de Mauchly, rejeitou-se, a 1% de probabilidade, a condição de esfericidade para as matrizes de variância, entre os pares de intensidade de doenças; além disso os coe! cientes de correlação linear de Pearson observados entre os componentes foram signi! cativos, o que demonstra a associação (Tabela 3). A nulidade dos vetores de tratamentos mostraram-se signi! cativos (p<0.001), o que indica que um ou mais genótipos diferem entre si quanto à resistência genética à ferrugem.
Mostrar mais

6 Ler mais

Novos genes de resistência à ferrugem-asiática-da-soja: teste de alelismo para os locos Rpp2 e Rpp4.

Novos genes de resistência à ferrugem-asiática-da-soja: teste de alelismo para os locos Rpp2 e Rpp4.

The genetic material selected for allelic testing included 26 PIs or cultivars that were identi! ed as bearers of genes resistant to ASR, under greenhouse conditions at Embrapa Soja, Londrina, PR, Brazil: PI 197182, PI 230971, PI 417125, GC 84058-21-4, PI 408251, PI 379618 TC1, Nova Santa Rosa, PI 203398 (Abura), PI 423966, PI 416764, PI 417115, GC 84051-9-1, PI 398526, PI 416819, PI 339866, PI 340050, PI 417503, PI 417421, PI 203406, FT 87-17893, PI 417074, PI 408205, GC 84058-18-4, PI 416810, PI 200487 (Kinoshita) and PI 423962 (Hyuuga). A single plant harvested from each of resistant materials was used in crosses with the two testers PI 230970 and PI 459025 bearing the resistant genes Rpp2 and Rpp4, respectively. Parents, their F 1 generation and the experimental materials, which
Mostrar mais

7 Ler mais

Tamanho de amostra de caracteres de genótipos de soja.

Tamanho de amostra de caracteres de genótipos de soja.

Experimentos de campo com coeficiente de variação experimental (CVe) inferior a 10%, entre 10% e 20%, entre 20% e 30% e superiores a 30% são classificados, respectivamente, como de alta, média, baixa e muito baixa precisão experimental por GOMES (1990). Para a cultura de soja, LÚCIO et al. (1999) apresentam a seguinte classificação do CVe: muito baixo (CVe ≤ 5%), baixo (5% < CVe < 9%), médio (9% ≤ CVe ≤ 15%), alto (15% < CVe ≤ 19%) e muito alto (CVe > 19%), conferindo, respectivamente, muito alta, alta, média, baixa e muito baixa precisão experimental. Assim, 92% dos casos (cinco caracteres x cinco experimentos) apresentaram CVe superior a 15%, o que confere baixa e muito baixa precisão experimental (LÚCIO et al., 1999). Esse fato pode levar à seleção inadequada de genótipos. O coeficiente de variação experimental (CVe) médio dos cinco experimentos foi 24,97%, 24,08%, 23,70%, 55,46% e 36,62%, respectivamente, para os caracteres APM, APV, NNP, NRP e NVP. Já o coeficiente de variação amostral (CVa) médio dos cinco experimentos foi 12,91%, 21,09%, 15,84%, 42,56% e 25,83%, respectivamente, para os caracteres APM, APV, NNP, NRP e NVP. Esses resultados evidenciam menor variabilidade dentro de unidades experimentais do que entre unidades experimentais e mostram, de maneira geral, a necessidade de maior número de repetições para melhoria da precisão experimental (BARBIN, 2003).
Mostrar mais

9 Ler mais

Assistência de ar em barra de pulverização no controle da ferrugem asiática da soja.

Assistência de ar em barra de pulverização no controle da ferrugem asiática da soja.

No Brasil, novas técnicas de aplicação de produtos fitossanitários, têm sido desenvolvidas na Região Centro-Oeste (Cerrado) para controle da ferrugem asiática. Assim, o presente trabalho teve como objetivo comparar diferentes tecnologias de aplicação de produtos fitossanitários: barra de pulverização com e sem assistência de ar, sobre alvos artificiais, bem como o efeito dessas tecnologias no controle da ferrugem asiática, sobre parâmetros da produção e produtividade da cultura da soja.

8 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados