Top PDF Características estruturais de bosques de mangue do estuário do rio São Mateus, ES, Brasil.

Características estruturais de bosques de mangue do estuário do rio São Mateus, ES, Brasil.

Características estruturais de bosques de mangue do estuário do rio São Mateus, ES, Brasil.

O estuário do rio São Mateus caracteriza-se pela ocorrência de processos flúvio-marinhos que vêm acarretando sérios problemas de erosão na sua principal praia, localizada à margem esquerda, além de grandes alterações fisionômicas nos bosques de mangue de toda sua foz, as quais se devem ora a processos erosivos, ora a processos de acelerada sedimentação. Em função dessas alterações morfológicas, a cidade de Conceição da Barra enfrenta vários problemas sociais e econô- micos, relacionados à destruição de dezenas de residên- cias, bem como à dificuldade de navegação de embar- cações pesqueiras (C.C. Vale, dados não publicados). A caracterização estrutural da vegetação do manguezal constitui valiosa ferramenta no que concerne à resposta desse ecossistema às condições ambientais existentes, bem como aos estudos e ações que levam à conservação do ambiente (Soares 1999). O estudo da estrutura da vegetação analisa o grau de desenvolvimento da floresta, possibilitando a identificação e a delimitação de bosques com características semelhantes (Schaeffer-Novelli & Cintrón 1986).
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Composição química do sedimento e de folhas das espécies do manguezal do estuário do Rio São Mateus, Espírito Santo, Brasil.

Composição química do sedimento e de folhas das espécies do manguezal do estuário do Rio São Mateus, Espírito Santo, Brasil.

No manguezal, os metais pesados podem precipitar na forma de sulfetos, os quais são estáveis sob as condições anóxicas do sedimento e não disponíveis às plantas (Lacerda & Rezende 1987, Lacerda 1997). Os elementos Fe e Mn solúveis, precipitados na forma de óxidos, formam placas de ferro na superfície das raízes (Lacerda et al. 1993). Estas características explicam as baixas concentrações de metais pesados no tecido foliar das espécies de mangue. O elemento Mn não forma sulfetos estáveis, sendo solúvel nas condições anóxicas do sedimento do manguezal, e, portanto mais biodisponível (Aragon et al. 1986, Lacerda et al. 1988). Houve uma incorporação preferencial de Mn por Rhizophora mangle e de Fe por Laguncularia racemosa, confirmando os resultados descritos para outros manguezais (Lamberti 1969, Lacerda et al. 1985, Cuzzuol & Campos 2001). Rhizophora é um gênero sal-excludente enquanto que Avicennia e Laguncularia são considerados sal-includentes. Lacerda et al. (1985) demonstraram que o mecanismo de controle de entrada de sal pode afetar a absorção de metais pesados. Dessa forma, o mecanismo de exclusão de sal presente em Rhizophora mangle evitaria a entrada de metais pesados como Fe, Zn e Cu, causando menor concentração destes elementos no tecido foliar, como observado neste estudo.
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Estrutura da vegetação em florestas de mangue do estuário do rio Paraíba do Sul, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Estrutura da vegetação em florestas de mangue do estuário do rio Paraíba do Sul, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Na Tabela 9 é demonstrada a variação na estrutura da vegetação em diferentes manguezais do Brasil. As características estruturais observadas aqui não se equiparam àquelas encontradas no Estado do Maranhão, onde a amplitude das marés é maior e as temperaturas são mais altas. Observa-se, contudo, que os valores do presente estudo enquadram-se como similares a alguns parâmetros em manguezais dos Estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo (Peria et al. 1990; Schaeffer-Novelli et al. 1994; Carmo et al. 1995; Soares 1999; Silva et al. 2000), onde há regime de micro a meso-marés. Os resultados obtidos foram superiores aos dos manguezais das Baías de Guanabara e Sepetiba, RJ (Araújo & Maciel 1979; Silva et al. 1991). Entretanto, é importante ressaltar que a comparação entre manguezais diferentes é tarefa difícil, dada a falta de padrão metodológico e critérios
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SOLUÇÕES ESTRUTURAIS EM AÇO PARA TELHADOS COLONIAIS

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SOLUÇÕES ESTRUTURAIS EM AÇO PARA TELHADOS COLONIAIS

Em se tratando de projeto de estrutura metálica existe uma ampla gama de possibilidades que pode ser adotada. Normalmente, o projetista deve ser capaz de definir a solução mais adequada para o arranjo estrutural dentre as diversas soluções possíveis, mesmo sem realizar inúmeras simulações de projeto. Há algum tempo, isso só era viável com base em uma grande experiência do profissional. A informática, por meio do avanço no desenvolvimento de programas computacionais, tornou possível a simulação do desempenho de diversas tipologias estruturais, antes de se tomar uma decisão final sobre a melhor solução a ser adotada. (BRASIL, 2008).
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Ictiofauna associada às raízes de mangue do estuário do Rio Pacoti - CE, Brasil.

Ictiofauna associada às raízes de mangue do estuário do Rio Pacoti - CE, Brasil.

Nas Antilhas, as espécies Lutjanus apodus (Walbaum 1792) foi dominante em raízes de mangue (Nagelkerken et al. 2000). Vale ressaltar que L. apodus é bastante semelhante à espécie recém descrita L. alexandreie identificada incorretamente para o litoral brasileiro, sendo confundida com a primeira (Moura & Lindeman 2007). Ao que parece, a utilização deste habitat pelo gênero Lutjanus no nordeste brasileiro não é um fato isolado, mas um padrão ecológico de espécies desse gênero. Durante as observações foi verificada a formação de cardumes mistos de indivíduos de L. alexandrei e L. jocu, com tamanhos inferiores a 20 cm apenas na estação de coleta mais próxima ao mar (Estação 1). Provavelmente, os indivíduos que habitam áreas próximas ao mar estejam mais vulneráveis a predação, o comportamento de agregação contribui para a proteção dos indivíduos nos seus primeiros estágios de vida. Quando adultos, os indivíduos desta espécie mantém o comportamento gregário em ambientes recifais (Moura & Lindeman 2007).
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

integrar os novos servidores públicos efetivos da Secretaria de Estado de Educação – SEEDUC/RJ às atividades pertinentes ao concurso que fizeram, fornecendo orientações iniciais a serem utilizadas no trabalho que será desenvolvido (RIO DE JANEIRO, 2011a). Foi criado , desde então, o “Acolhimento” aos novos servidores. Trata-se de um encontro de 8h que tem como objetivos: informar os novos servidores sobre o Planejamento Estratégico da SEEDUC/RJ; promover interação e a troca de experiência entre os servidores públicos; dar orientações iniciais sobre as áreas em que estarão trabalhando e, além disso, enfatizar elementos da nova cultura organizacional que se pretende transformar. Nenhum servidor deve iniciar suas atividades laborais sem participar do Programa de Acolhimento, que é elaborado de acordo com o público alvo e, portanto, tem conteúdos e carga horária variáveis, podendo chegar a 40 h. Esta formação tem como objetivo instrumentalizar os novos servidores, ou os recém aprovados nos processos de seleção, com ferramentas iniciais para o trabalho. No caso do PSI, o curso de formação é obrigatório e é parte integrante do processo.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

No ano de 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) adotou a Gestão Integrada da Escola como sistema de gestão, com foco em resultados, a ser utilizado por todas as escolas da rede estadual. Para tanto, foram recrutados os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE), como profissionais responsáveis por monitorar a GIDE, em uma tentativa de fazer com que o sistema de gestão chegasse a todas as unidades escolares. Os AAGEs são profissionais que atuam diretamente nas Unidades Escolares, apoiando o trabalho dos gestores, orientando-os na coleta e na análise de dados, na avaliação das variáveis que causam impacto nos resultados da escola, e ainda, na elaboração do plano de ação das escolas e no acompanhamento da implantação das ações do plano de ação. Para monitorar a rotina dos AAGEs e a implantação da GIDE na rede estadual pela administração da SEEDUC/RJ, foi instituído o Comitê GIDE, que é o objeto de estudo da presente pesquisa. O Comitê GIDE é formado por técnicos que têm base na sede da SEEDUC, com rotinas específicas para garantir os resultados da finalidade de seu trabalho, a implantação da GIDE nas escolas através dos AAGEs. A pesquisa foi realizada procedendo-se ao estudo da rotina de trabalho dos técnicos, que apontou os principais desafios do Comitê GIDE.
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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa descreve o Projeto Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro em junho de 2012 e implementado em algumas escolas da rede. Inicia-se pela apresentação do cenário em que se encontrava a educação fluminense, sua estrutura e seu funcionamento, faz menção a políticas implementadas pelo atual Secretário de Educação com vistas à melhoria da qualidade de ensino do estado. Dentre as políticas adotadas elegeu-se para a presente pesquisa, o Projeto Reforço Escolar que tem por objetivo a diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no Ensino Médio, além de auxiliar na elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e Prova Brasil. O foco dessa pesquisa são as escolas da Diretoria Regional Metropolitana III. Autores como Luckesi (2000;2012) , Sant’anna (2011), Werneck (2000;2011;2012;2013), Ferreira (2006) e Freire (2006) sustentam teoricamente as reflexões sobre Formação Continuada de Professores, Avaliação da Aprendizagem e Direito de Aprender, conceitos relevantes para a presente pesquisa. Como instrumento da pesquisa foram utilizados: questionário aos docentes envolvidos no Projeto, entrevista com o órgão responsável pelo Reforço e observações de campo do próprio pesquisador. A análise dos resultados permitiu- nos traçar um diagnóstico para a elaboração de um Plano de Ação Educacional (PAE), que propõe estratégias de divulgação do Projeto e reforça as ideias da Formação Continuada, sugerindo algumas estratégias de aprimoramento e levantando questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

de identidade para o professor inspetor escolar. Quem será ela agora nas instituições privadas de ensino? Neste contexto, dois movimentos valem ser destacados: o conteúdo da legislação, que retira uma ação disciplinar do inspetor nas escolas, e a ausência de espaços de discussão entre o CEE e os inspetores, tornando esta, uma ação unilateral, contrariando, inclusive, dispositivos internos da SEEDUC/RJ, podendo ser citada aqui a Resolução SEEDUC/RJ Nº 5.160/2014 (RIO DE JANEIRO, 2014b) que, nas atribuições do inspetor escolar, prevê tais ações. Mesmo que determinadas atividades, em razão de sua relação com os interesses da coletividade, sofram os influxos da regulação, é certo que há uma preocupação com aspectos legais que, porventura, possam não ser cumpridos, mas que podem ser sanados, em boa parte, pela ação regular da inspeção nos estabelecimentos de ensino, pela orientação e acompanhamento dos registros educacionais durante todo o ano letivo, uma vez que a Deliberação não retirou da inspeção escolar esta competência. O que se observa é que, para alguns, este não era o interesse maior da inspeção, e sim o de verificar, no momento da certificação, e apor o seu carimbo e autorização na publicação de concluintes em Diário Oficial e emissão de certificados/diplomas. Com o advento da nova Deliberação, o caráter de atuação foi severamente alterado, passando de controle e fiscalização para acompanhamento e orientação, o que retira o direito à proibição e às sanções.
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A FORMAÇÃO CONTINUADA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE: O PAPEL DO FORMADOR DE PROFESSORES

A FORMAÇÃO CONTINUADA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE: O PAPEL DO FORMADOR DE PROFESSORES

A presente Dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). Este trabalho trata de um estudo que tem como objetivo a elaboração de um Plano de Ação Educacional com vistas ao aperfeiçoamento dos professores dos anos finais do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino do Recife – RMER, tendo como objeto de estudo o papel do formador de professores e os encontros de formação continuada. O estudo procede a uma análise qualitativa da formação continuada, através do trabalho dos formadores, a partir de uma base teórica assentada em fontes bibliográficas sobre o tema. Para conhecer os desdobramentos desta proposta formativa, o suporte empírico reúne dados coletados através de um grupo focal realizado com alguns profissionais da equipe de formação e a aplicação de questionário composto de perguntas fechadas e abertas aos professores que frequentam os encontros da formação. No início do estudo, são abordadas questões relacionadas ao processo de formação continuada de professores no Brasil, seguida de uma síntese histórica da formação continuada na RMER, a partir da promulgação da Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei nº 9394/96. São feitas considerações sobre as dimensões da Secretaria de Educação do Recife relacionada à formação continuada de professores, bem como a descrição da estrutura e do desenvolvimento dessa formação na Rede Municipal de Ensino do Recife. Na sequência, uma análise metodológica apresenta a trilha seguida pela investigação com seus respectivos procedimentos de coleta e análise de dados. Nessa perspectiva, os resultados foram analisados e discutidos a partir dos dados coletados. O produto obtido na pesquisa sugere uma reavaliação do programa de formação continuada da RMER, focada na evolução do trabalho desenvolvido pelos formadores da Rede e na melhoria dos encontros de formação dos professores, buscando os ajustes necessários à eficiência do programa.
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FABIANO VIEIRA TITO FLUXO INFORMACIONAL DO SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

FABIANO VIEIRA TITO FLUXO INFORMACIONAL DO SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

O questionário de sondagem foi aplicado juntamente aos servidores lotados nas escolas estaduais que são responsáveis pela folha de pagamento. Através desse instrumento, buscou-se identificar quais as suas dificuldades e também que sugestões apresentam para o aperfeiçoamento das suas funções. Os resultados, tanto qualitativos quanto quantitativos, de tal pesquisa exploratória já foram devidamente detalhados no capítulo primeiro deste trabalho. A pesquisa de campo exploratória teve início em 04 de agosto de 2016 com a disponibilização do questionário de sondagem, via formulário fornecido pela ferramenta Google Docs, às 73 escolas estaduais da SRE de Ubá pelo e-mail institucional de cada uma das unidades de ensino. Optou-se por essa ferramenta eletrônica em razão de ela facilitar o compartilhamento de informações com conforto e comodidade, além de ter como características o baixo custo e uma grande agilidade para produção das respostas. O término da análise das questões deu-se um mês após o seu início, ou seja, em 04 de setembro de 2016.
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O PROGRAMA DE CORREÇÃO DE FLUXO ESCOLAR: PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO PROJETO AVANÇAR

O PROGRAMA DE CORREÇÃO DE FLUXO ESCOLAR: PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO PROJETO AVANÇAR

Sendo assim, ao (re)pensar a prática do professor em uma sala de aceleração, dispõe-se sobre ações que envolvem o contexto gerencial e pedagógico do programa, bem como a[r]

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CORREÇÃO DE FLUXO DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS - PROJETO AVANÇAR EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE TONANTINS

CORREÇÃO DE FLUXO DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS - PROJETO AVANÇAR EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE TONANTINS

Vale ressaltar que, para direcionar os trabalhos da Coordenação Estadual do Projeto, é imprescindível que a mesma elabore seu Planejamento Estratégico, pois para Mintzberg (2006, p. 1[r]

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ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Partindo da análise da dicotomia burocracia versus pedagógico, o autor percebe que há um espaço para diálogo e estreitamento de relações entre os atores envolvidos no estágio, permitindo, assim, “construir concepções de estágio que atendam às características de cada área do conhecimento ou até mesmo de cada curso” (PERES, 2013, p.93). Ele também destaca que o curso de Enfermagem dedica maior cuidado aos aspectos pedagógicos assim como para os burocráticos, emergindo uma “necessidade de prática contínua de procedimentos técnicos aliados fortemente à formação humana, haja vista a forte relação de zelo entre os enfermeiros e pacientes” (PERES, 2013, p.93). Observa-se que o curso de Nutrição possui pontos em comum com o curso de Enfermagem, bem como pode se beneficiar de algumas ações tomadas pelo curso para aprimorar o estágio, como a busca por interação entre os atores do estágio. É importante ressaltar que o curso de Nutrição se diferencia da Enfermagem pois possui além do professor orientador um nutricionista membro da COE com a função de assessorar nas atividades de estágio, especialmente nas questões burocráticas e nas visitas nos locais de estágio.
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

- Identificar os fatores dificultadores da Certificação ISO 9001:2008 na Escola Estadual Eduardo Ribeiro, a partir da percepção de funcionários administrativos, professores, [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

São previstos cursos de formação continuada às equipes do PIP para que saibam analisar os dados das avaliações corretamente e elaborar instrumentos que possibilitem a evol[r]

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Avaliação da biodegradabilidade de petróleo utilizando microrganismos isolados do estuário do Rio Potengi (RN)

Avaliação da biodegradabilidade de petróleo utilizando microrganismos isolados do estuário do Rio Potengi (RN)

As espécies que habitam este ecossistema aprenderam a viver e se multiplicar em condições específicas: água salobra, solo lodoso, alagado, com difícil fixação para as raízes e baixo teor de oxigênio. Estas condições são bastante adversas para a maioria das espécies vegetais. Por isso no mangue preponderam poucas espécies, as que conseguiram se adaptar. Essas plantas apresentam adaptações típicas, como raízes escora, que facilitam a fixação nesse tipo de solo e raízes aéreas (pneumatóforos), que permitem a troca de oxigênio. Já a fauna encontrada nos manguezais é bastante diversa e rica: a grande quantidade de material orgânico presente nos mangues forma um vasto banco de alimentação para muitas espécies, desde os organismos marinhos jovens até as espécies visitantes, tanto marinhas como de água doce (Governo de São Paulo, 1999).
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POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Na primeira fase foram feitas entrevistas com roteiros semiestruturados, com três gestores escolares, sendo um do município de Manaus, um do município de Manacapuru e um do município de Rio Preto da Eva. Tal amostra abrange a capital e o interior do Amazonas. A seleção dos gestores entrevistados considerou que as escolas por eles geridas representam o perfil típico das escolas estaduais do Amazonas – cerca de 12 salas de aula, 400 alunos, 50 docentes, um gestor, um secretário, um pedagogo ou apoio pedagógico por turno. A amostra contempla ainda os dois cenários mais distintos do Estado: a capital, com melhores condições para uso de TICs e o interior, pois em muitos municípios, a utilização de TICs chega a ser uma atividade bem penosa, sobretudo pela baixa qualidade da internet.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Confrontando-se os dois documentos, tende-se a observar um caráter de levantamento de dados para alimentar os relatórios gerenciais. Apesar desse enfoque, a Equipe Regional, no início do Programa, criou expectativas de que um feedback acerca das informações e das medidas que a SEE tomaria em face dos quadros de dificuldades, inclusive estruturais relatadas, seria disponibilizado mas, a despeito disto, se aconteceram devolutivas elas se encerraram nas reuniões com as equipes gestoras das SREs, não alcançando, ao menos na SRE/JF, a equipe que cotidianamente comparece às escolas e realiza a articulação entre o que é proposto e o que de fato se efetiva nas instituições de ensino e salas de aula. Ter acesso a essas informações, na medida em que o Programa fosse sendo implantado e modificado, poderia propiciar um engajamento diferenciado dos atores que compõem o Sistema, o que é, inclusive, uma fragilidade apontada pelo Diagnóstico do Escritório 27 , quando questiona, em seu item 2.8, se o Projeto 28 possui
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