Top PDF Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

RESUMO – (Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) – Fabaceae). Este estudo teve como objetivo descrever e ilustrar as características morfológicas de frutos, sementes, fases iniciais da germinação e plântulas de Dalbergia cearensis aos 28 dias após semeadura. O fruto, sustentado por estipe de 3 a 5 mm, é seco, indeiscente, do tipo sâmara, oblongo, de ápice e base agudos, monospérmico, plano, com núcleo seminífero central, pericarpo tênue, aliforme, levemente reticulado. A Semente é exalbuminosa, oblonga, achatada, reniforme, com testa lisa, opaca, apresentando, quando madura, coloração acastanhada de tonalidade clara. A germinação é do tipo epígea com o tegumento aderido aos cotilédones na fase inicial do crescimento da plântula e tem início a partir do terceiro dia após a semeadura, em condições de laboratório. Verifi cou-se um percentual médio de germinação de 70%, aos 14 dias. Aos 28 dias de semeadura a plântula apresenta sistema radicular axial, raiz principal pivotante longa com 231,54 mm de comprimento, cilíndrica, fl exível, branco-amarelada. As plântulas são classifi cadas no tipo morfofuncional fanero- epígeo-armazenador (PER).
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

São escassas na literatura referências ao gênero Guibourtia J. J. Bennett. Segundo Barneby (1996), existem registros de cinco espécies de Guibourtia com distribuição neotropical. Entretanto, esse autor considerou tratar-se da mesma espécie, inferindo que há somente uma espécie de Guibourtia na América, com distribuição altamente descontínua nas florestas estacionais secas de Cuba, Regiões Nordeste e Oeste do Brasil e Oeste do Paraguai, sendo G. hymenaeifolia a espécie comum entre essas regiões. No entanto, Veiga Júnior e Pinto (2002) descreveram que esse gênero, na África Ocidental, tem sinonímia no gênero Copaifera L., sendo citada a ocorrência das espécies C. hymenaeifolia e C. chodatiana naquele continente. Descrições sobre a morfologia dos frutos e sementes de G. hymenifolia são encontradas em Lorenzi (1998) e Jardim et al. (2003); no entanto, não existem estudos sobre a caracterização morfológica das plântulas e plantas jovens dessa espécie. Porém, são comuns estudos dessa natureza sobre C. langsdorffii Desf. (CRESTANA; BELTRATI, 1988; OLIVEIRA, 1997; GUERRA et al., 2006) e espécies comumente conhecidas por jatobás, do gênero Hymenaea L. (OLIVEIRA, 1997; BOTELHO et al., 2000; CRUZ et al., 2001; MELO et al., 2004; KODAMA; SARTORI, 2007).
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

RESUMO – A caracterização morfológica de frutos e sementes fornece subsídios para diferenciar espécies e caracterizar aspectos ecológicos da planta, como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase da sucessão ecológica. São poucos os estudos sobre Erythrina variegata L. e na literatura não há informações sobre seu comportamento, principalmente sobre seu sistema de propagação no Estado do Espírito Santo. Objetivou-se estudar a morfologia de frutos, sementes e plântulas desta espécie, caracterizando-se os frutos externamente, as sementes interna e externamente e os processos de desenvolvimento e de diferenciação dos estádios das plântulas, além de se obter informações sobre a germinação das sementes, submetidos aos tratamentos de escarificação mecânica com lixa d’água nº 120, do lado oposto ao embrião; escarificação com lixa e posterior embebição em água à temperatura ambiente por 6, 12 e 24 horas; choque térmico; e embebição em água à temperatura ambiente por 12 e 24 horas. As sementes não se mostraram impermeáveis à entrada de água através dos tegumentos, dispensando a adoção de tratamentos pré-germinativos.
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

FERREIRA, G.C. et al. Contribuição ao conhecimento morfológico das espécies de Leguminosae comercializadas no estado do Pará, como “angelim”. Acta Amazônica, Manaus, v.32, n.4, p.219-232, 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0044- 59672004000200010&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 15 jun. 2010. doi: 10.1590/S0044-59672004000200010. FERREIRA, R.A. Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e mudas de espécies arbóreas do cerrado de minas Gerais. 1997. 109f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) – Curso de Pós-graduação em Engenharia Florestal, Universidade Federal de Lavras. GUERRA, M.E.C. et al. Morfologia de sementes, de plântulas e da germinação de Copaifera langsdorffii Desf. (Leguminosae- Caesalpinioideae). Cerne, v.12, n.4, p.322-328, 2006. Disponível em: <http://www.dcf.ufla.br/cerne/artigos/10-02- 200929v12_n4_artigo%2003.pdf>. Acesso em: 15 jun. 2010. HENDRICKS, S.B., TAYLORSON, R.B. Variation in germination and amino acid leakage of seeds with temperature related to membrane phase. Plant Physiology, Maryland, v.58, n.1, p.7- 11, 1976. Disponível em: <http://www.plantphysiol.org/cgi/ content/abstract/58/1/7>. Acesso em: 15 jun. 2010. doi:10.1104/ pp.58.1.7.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Para a descrição da morfologia das sementes foram utilizadas 50 unidades, escolhidas aleatoriamente. Foram descritas as características externas (comprimento, largura, espessura, tipo, forma, coloração, posição do hilo e da micrópila) e internas (embrião e tecido de reserva). Os valores de comprimento, largura e espessura foram determinados com auxilio de paquímetro digital com precisão de 0,01 mm. Para as observações morfológicas internas, as sementes foram previamente imersas em água destilada por 24 horas, para amolecimento e hidratação. Vencido este período realizaram-se cortes longitudinais com lâmina e em seguida estes foram observados em lupa INALH - MLS 250.
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Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

RESUMO – (Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae)). O objetivo deste trabalho foi descrever a morfologia do fruto, da semente e do desenvolvimento de plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. Os frutos foram coletados em setembro e outubro de 2003, na Fazenda Experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, no Município de Santo Antônio de Leverger. Para a descrição da morfologia dos frutos e das sementes foram utilizados 50 frutos e 50 sementes. Para a caracterização das etapas da germinação foram utilizadas quatro repetições de 20 sementes, colocadas sobre papel mata-borrão, umedecidas com ácido giberélico (400 ppm), em caixas de plástico transparente, mantidas em câmara para germinação, a 30 ºC e fotoperíodo de oito horas, durante 40 dias. O fruto de J. elliptica é seco, tricoca, endocarpo lenhoso e de deiscência explosiva. A semente é ovalada, endospérmica, de envoltório liso e marmoreado, com carúncula presa na parte ventral; o hilo é visível na base e a rafe é bem marcada longitudinalmente. A germinação é epígea e fanerocotiledonar. O tempo médio de germinação é de 13 a 25 dias. Foi possível descrever e ilustrar, de forma distinta, a morfologia do fruto, da semente e da plântula de J. elliptica, que se apresentou bastante homogênea e confiável para a identificação.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

O tipo de germinação constitui um dos caracteres relevantes para diferenciar as espécies, enquanto o conhecimento morfológico da plântula permite caracterizar famílias, gêneros e até mesmo espécies, podendo ser aplicado em trabalhos de inventário e de manejo florestal. Estes estudos, além das descrições e ilustrações, fornecem informações valiosas sobre a morfologia, germinação, hábitat e identificação de muitas espécies em fases juvenis de crescimento, além de constituírem subsídios para a compreensão do ciclo biológico e da regeneração natural da espécie. No estudo taxonômico, podem fundamentar a sistemática de um grupo e oferecer caracteres auxiliares na interpretação filogenética (Duke, 1965).
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Maturação e secagem de sementes de Peltophorum dubium (Spreng.) Taubert (CANAFÍSTULA).

Maturação e secagem de sementes de Peltophorum dubium (Spreng.) Taubert (CANAFÍSTULA).

deve ter estimulado o processo de germinação (BASKIN e BASKIN, 1998). A desidratação, natural ou imposta permanentemente, faz que a semente mude o programa de expressão de genes de maturação para o processo de germinação, acompanhado do redirecionamento do metabolismo para germinação e crescimento (KERMODE, 1995). Com o avançar da maturação, houve acréscimos da germinação nas sementes escarificadas até a colheita aos 77 DAE, seguidos de valores semelhantes nas colheitas seguintes, enquanto o número de sementes mortas diminuiu a partir daquela colheita (Tabela 3). Nas sementes não escarificadas não houve diferenças entre colheitas para germinação, plântulas anormais, sementes mortas e duras. Com a escarificação das sementes secas, o comportamento da maturação das sementes quanto à viabilidade pode ser mais bem avaliado, pois a dormência por impermeabilidade do tegumento restringe a germinação na maturidade (SIDHU e CAVERS, 1977; CHAVES e KAGEYAMA, 1980). Em sementes maduras e secas de canafístula, a superação dessa dormência é importante para se avaliar a germinação (PEREZ et al., 1999; OLIVEIRA et al., 2003; 2008).
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Envelhecimento acelerado de sementes de pinhão-manso.

Envelhecimento acelerado de sementes de pinhão-manso.

Para avaliar as melhores condições do teste de envelhecimento acelerado, para a espécie estudada, as sementes dos quatro lotes foram acondicionadas sobre telas de arame, em caixas do tipo gerbox, con- tendo 40 mL de água destilada, e, em seguida, foram submetidas a três temperaturas (41ºC, 42ºC e 45ºC) e quatro períodos de envelhecimento (24, 48, 72 e 96 horas), totalizando 12 tratamentos. Após o período de envelhecimento, as sementes de cada parcela foram submetidas à determinação do teor de água e ao teste de germinação, seguindo-se os procedimentos rela- tados anteriormente, sendo a contagem de plântulas normais realizada aos 7 dias após a instalação do teste.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Resumo: Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae). Guettarda platypoda DC., conhecida popularmente por angélica, é uma planta arbustiva, possui importância medicinal e distribuição neotropical. Por serem praticamente escassos trabalhos sobre essa espécie, o presente estudo tem como objetivo caracterizar morfologicamente as sementes, frutos e plântulas, acrescentando dados para subsidiar estudos sobre sua utilização e conservação. Os frutos maduros foram coletados manualmente de 10 árvores matrizes na restinga de Maracaípe, armazenados em sacos de papel-madeira e resfriados até o processamento em laboratório. Foram feitas análises morfológicas dos frutos, sementes e plântulas. Para avaliar o processo germinativo as sementes foram submetidas a tratamentos de quebra de dormência. Os frutos de G. platypoda são drupóides, com apenas um pirênio bilocular, embrião hipocotilar e cotilédones vestigiais. A taxa de germinação apresentou-se baixa, com germinação do tipo epígea e com cotilédones foliáceos. O tipo e as características do fruto, a morfologia da semente e da plântula de G. platypoda contribuem tanto para identificação quanto para ampliar o conhecimento sobre a biologia da espécie.
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Germinação, biometria de sementes e morfologia de plântulas de Guizotia abyssinica Cass.

Germinação, biometria de sementes e morfologia de plântulas de Guizotia abyssinica Cass.

RESUMO - O niger (Guizotia abyssinica Cass.) é uma herbácea anual com potencial para produção de biodiesel, porém com poucas informações referentes à qualidade de suas sementes. Com isso, objetivou- se determinar as temperaturas e substratos para a germinação e desenvolvimento inicial de plântulas, além de caracterizar morfologicamente as sementes e plântulas. Foram determinados o peso de mil sementes, grau de umidade, massa, comprimento, largura e espessura das sementes. No teste de germinação foram utilizadas quatro temperaturas constantes sob luz branca constante (15 °C, 20 °C, 25 °C e 30 °C) e uma temperatura alternada (20-30 °C) sob regime de 10 horas de escuro e 14 horas de luz branca para a temperatura mais elevada e dois substratos (entre papel e sobre papel). Foram determinadas as curvas de embebição das sementes, a germinação, o índice de velocidade de germinação, o tempo médio de germinação e o comprimento e massa seca de plântulas. As sementes de niger possuem dimensões semelhantes entre si, média de 4,54 mm de comprimento, 1,39 mm de largura, 1,15 mm de espessura e 0,0043 g de peso. As temperaturas 20-30 °C e 25 °C e ambos os substratos testados são eicientes para a condução do teste de germinação em sementes de niger.
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Biometria de frutos e sementes, emergência e avaliação de plântulas de Parkia gigantocarpa Ducke

Biometria de frutos e sementes, emergência e avaliação de plântulas de Parkia gigantocarpa Ducke

danificadas e vazias, a maioria dos frutos apresentou 18,7 % (16 a 20), 35,0 % (4 a 8), 78,4 % (2 a 4), respectivamente. As sementes apresentaram grandes variações em relação à biometria, com variação da massa de 0,7 a 1,6 g; o comprimento de 19,9 a 27,0 mm; a largura de 8,8 a 13,5 mm; e a espessura de 4,8 a 8,6 mm. Foram constatadas diferenças significativas (P≤0,05) entre as matrizes para todas as características avaliadas, exceto para dias de início da emergência de plântulas. Foi concluído que frutos e sementes de Parkia gigantocarpa, têm ampla variabilidade nas suas características biométricas e que as matrizes estudadas mostraram diferenças na capacidade germinativa das sementes e no desenvolvimento das plântulas, com superioridade daquelas designadas como HB 2, HB 3, HB 6 e HB 9.
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BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES, EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DE PLÂNTULAS DE Parkia gigantocarpa Ducke

BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES, EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DE PLÂNTULAS DE Parkia gigantocarpa Ducke

Entre as inúmeras espécies de leguminosas utilizadas para estes fins, Parkia gigantocarpa Ducke, popularmente conhecida como fava-barriguda, é uma espécie nativa da floresta de terra firme e várzea da Amazônia, muito importante para recuperação de áreas degradadas, devido seu rápido crescimento e por apresentar elevada taxa de sobrevivência em clareiras. Essa espécie também apresenta alto potencial econômico e ambiental, na qual sua madeira é usada para fabricação de móveis, assim como a planta pode ser empregada com sucesso para fins ornamentais de praças. No entanto, devido à existência de poucas informações a respeito da espécie, ela ainda é pouco explorada, necessitando de estudos adicionais principalmente com relação à biometria de frutos e de sementes e à seleção de plantas matrizes fornecedoras de sementes, pois, uma vez realizados possibilitam a caracterização da variabilidade genética dentro de populações e as relações entre essa variabilidade e os fatores ambientais.
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Caracterização biométrica, crescimento de plântulas e pega de enxertia de novos porta-enxertos de cajueiro anão precoce

Caracterização biométrica, crescimento de plântulas e pega de enxertia de novos porta-enxertos de cajueiro anão precoce

porém, entre si pelo teste de Tukey a 0,05% (Tabela 2). A importância da análise dessa variável reside no fato de que o peso da castanha é altamente correlacionado com a den- sidade e esta, por sua vez, está relacionada com o maior vigor e a maior velocidade de crescimento das plântulas (Northwood, 1967). Segundo Cavalcanti Júnior (1994), o critério de seleção de castanhas com base na densidade não é o único. Em seus ensaios, com o objetivo de seleci- onar sementes para plantio, fez opção pela variável peso das castanhas, empregando para semeio as que apresen- taram valores de peso intermediários, excluindo as semen- tes muito grandes, que, em geral, eram chochas, e tam- bém as muito pequenas, que apresentavam baixas taxas de germinação. Em concordância com essa metodologia, Argles (1976), em pesquisas desenvolvidas na Índia, relata que a melhor percentagem de germinação foi obtida em castanhas de peso médio, contra as castanhas leves ou pe- sadas. Por outro lado, Auckland et al. apud Johnson (1974) constataram que castanhas mais pesadas originam mudas mais vigorosas. Lima (1994), em estudos de influência do peso de castanhas na germinação, verificou que aquelas dentro da faixa de peso de 7,0 a 8,9 g superaram em percenta- gem de germinação às faixas de 5,0 a 6,9 g e de 9,0 a 11,0 g. Diante disso, comprova-se que o peso de castanhas é uma variável útil no processo de seleção de porta enxertos.
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Germinação de sementes de dalbergia nigra (Vell.) Allemao ex Benth. (Fabaceae-Papilionoideae) no armazenamento.

Germinação de sementes de dalbergia nigra (Vell.) Allemao ex Benth. (Fabaceae-Papilionoideae) no armazenamento.

As sementes de várias espécies podem ser armazenadas por longos períodos sem tratamento, como muitas leguminosas pioneiras, mas outras necessitam preparação para o armazenamento e condições ambientais especiais. Assim, além do tratamento da própria semente, são necessários embalagem e ambiente apropriados. Os principais meios utilizados para o armazenamento de sementes são: a câmara fria e/ou câmara seca, que se adaptam à maioria das situações (Vieira et al., 2001).

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Teste de envelhecimento acelerado em sementes de aveia preta

Teste de envelhecimento acelerado em sementes de aveia preta

RESUMO - Objetivou-se com este trabalho, estudar o teste de envelhecimento acelerado tradicional (com água), em sementes de aveia preta com e sem tratamento fungicida, e o envelhecimento acelerado com solução saturada de cloreto de sódio (NaCl), visando identificar o período de exposição e a temperatura para a classificação dos níveis de vigor de lotes dessas sementes. Foram utilizados cinco lotes de sementes, nos quais foram realizados testes para a caracterização da qualidade inicial de lotes (germinação, emergência de plântulas, condutividade elétrica, o comprimento de plântulas normais e massa de 1000 sementes), e estudado o envelhecimento acelerado tradicional (com água), com e sem tratamento fungicida, e o envelhecimento acelerado com solução saturada de sal (NaCl) por períodos de 24, 48, 72, 96 e 120 horas de condicionamento às temperaturas de 40, 43 e 45 o C. O
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MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

A alta probabilidade de classificação dos frutos coletados tanto em Bonito quanto em Nova Timboteua indica a precisão das três classes de morfotipos formadas (Tabela 5). A ocorrência destas três classes de morfotipos de frutos de inajá revela indícios de alometria, resultantes de modificações na forma e no tamanho dos frutos de Attalea maripa. Esta análise mostrou ser um método alternativo para classificação do tamanho do fruto da palmeira inajá, podendo ser empregada em pesquisas sobre morfometria para detectar variação em caracteres de frutos de espécies vegetais, sejam elas palmeiras ou não.
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DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em 2008 foram iniciadas na Faculdade de Educação Física e Desportos (FAEFID) as obras para a reestruturação de seu espaço físico. Foram investidos 16 milhões de [r]

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Biologia reprodutiva de Rourea induta Planch. (Connaraceae), uma espécie heterostílica de cerrado do Brasil Central.

Biologia reprodutiva de Rourea induta Planch. (Connaraceae), uma espécie heterostílica de cerrado do Brasil Central.

A população estudada apresentou padrão de floração do tipo “pulsed bang” (Proença & Gibbs 1994) com dois picos de aproximadamente uma semana ao longo dos meses de setembro a novembro. No primeiro pico todos os indivíduos floresceram intensamente, refletindo-se em altos valores de IFP. Nem todos os indivíduos floresceram durante o segundo pico e muitos destes indivíduos produziram pequeno número de flores e inflorescências, o que refletiu em valores mais baixos de IFP (figura 2). Dos 37 indivíduos reprodutivos amostrados em 2000, 31 indivíduos (83,8%; 15 brevistilos e 16 longistilos) iniciaram a produção de frutos entre setembro e outubro de 2000 e foi observada a presença de frutos maduros em 20 indivíduos (54,1%; nove brevistilos e 11 longistilos) entre dezembro de 2000 e fevereiro de 2001. Já em 2005, os 69 indivíduos reprodutivos acompanhados iniciaram a formação de frutos e 43 indivíduos (62,3%; 22 brevistilos e 21 longistilos) deram início à maturação dos frutos em janeiro de 2006 (figura 2).
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Avanços nos estudos sobre sementes e plântulas de cactos do Brasil

Avanços nos estudos sobre sementes e plântulas de cactos do Brasil

Os primeiros estudos que avaliaram o fotoblastismo das sementes de Cactaceae foram desenvolvidos nos Estados Unidos por Alcorn & Kurtz Jr. no final da década de 1950, os quais indicaram a sensibilidade à luz do cacto colunar Carnegiea gigantea (Engelm.) Britton & Rose (Alcorn & Kurtz 1959). Respostas semelhantes foram observadas em todos os cactos colunares citados nesta revisão (Tabela 1), como os representantes dos gêneros Cereus Mill., Facheiroa Britton & Rose e Pilosocereus Byles & Rowley, os quais germinaram apenas na presença da luz. Após essa primeira publicação em 1959, alguns estudos foram desenvolvidos para caracterizar a resposta fotoblásticas de outras espécies de cactos em todo continente americano e o requerimento de luz para a germinação de sementes também foi relacionado aos atributos biológicos das espécies, tais como o tamanho das sementes e a perenialidade das plantas (veja revisão em Rojas-Aréchiga & Vázquez-Yanes 2000). Então, em 1997, Rojas-Aréchiga et al. testaram a hipótese de que o fotoblastismo dos cactos estaria relacionado à forma de vida da espécie. De acordo com os autores, cactos globosos e em formato de barril sempre seriam fotoblásticos positivos e cactos colunares poderiam ser fotoblásticos positivos ou neutros. Esse padrão de resposta fotoblástica proposto por Rojas-Aréchiga et al. (1997) se deve às condições microclimáticas que prevalecem durante o desenvolvimento das sementes e promovem um efeito materno que gera diferentes requerimentos à luz (Rojas- Aréchiga et al. 1997). Cactos globosos e em formato de barril produzem seus frutos mais próximos ao solo, onde a temperatura é relativamente maior. Por outro lado, a produção de frutos em cactos colunares ocorre nas extremidades dos cladódios, o que proporcionaria temperaturas mais amenas durante a produção das sementes (Rojas-Aréchiga et al. 1997). Assim, as diferenças de temperatura que as sementes são submetidas durante a sua produção determinaria, segundo os autores, o fotoblastismo das diferentes espécies de cactos.
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