Top PDF Caracterização química parcial das sementes de Lecythis pisonis camb. (Sapucaia).

Caracterização química parcial das sementes de Lecythis pisonis camb. (Sapucaia).

Caracterização química parcial das sementes de Lecythis pisonis camb. (Sapucaia).

Paulo. As análises químicas foram realizadas segundo as "Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz (1985).  Os resultados obtidos mostraram altos teores lipídicos (63,5 g/100g), pro[r]

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Caracterização química parcial da semente de jatobá-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa Mart.).

Caracterização química parcial da semente de jatobá-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa Mart.).

As sementes estudadas, enviadas e identificadas pe- la Prof D Julia Geracila de Mello, da Universidade Federal do Piauí, foram obtidas na cidade de José de Freitas-PI. Por serem extremamente duras, foi necessá- ria a quebra mecânica das sementes para a obtenção da farinha, após congelamento em nitrogênio líquido. As se- mentes (aproximadamente 3kg) foram, então, moídas em moinho de rotor e martelos fixos, modelo MA 090 Marconi Equipamentos para Laboratório LTDA (Brasil) e a farinha obtida em peneira de 60mesh foi utilizada nas análises químicas e bioquímicas.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA REJANE MARIA DA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA REJANE MARIA DA SILVA

Muitas plantas das florestas tropicais fornecem frutos e sementes ricos em óleos, proteínas, carboidratos e bioativos, que servem a indústria de alimentos, de farmacêuticos, cosméticos e biocombustíveis. Porém, ainda existem muitas espécies cujo potencial é desconhecido. O conhecimento de plantas com esse potencial é importante para o planejamento de ações sustentáveis, a fim de se obter renda, seja através da conservação florestal, seja através do cultivo e reflorestamento. Considerando os aspectos mencionados acima, objetivou-se realizar a caracterização química, substâncias antioxidantes e aproveitamento biotecnológico de espécies de Lecythidaceae. Foi determinada a composição centesimal (umidade, cinzas, proteínas, carboidratos e lipídios) de Couroupita guianensis Aulb.; Eschweilera alvimii Mori; Eschweilera ovata Mart. ex Miers; Gustavia augusta L. e Lecythis pisonis Camb.; os compostos bioativos (carotenóides totais, vitamina E e fitosterois) de C. guianensis e o teor de amido, açúcares fermentescíveis e produção de etanol a partir de sementes e torta de E. ovata. As sementes de L. pisonis e C. guianensis são oleaginosas com respectivamente 58,76% e 35,5% de óleo. A semente de C. guianensis é uma fonte do ácido linoléico e seu óleo apresentou um teor de tocois de 25,1 mg/100 g dos quais 20,2 mg/100 g é de α-tocoferol, 4,0mg/100 g de γ-tocopherol. O total de fitosterois em C. guianensis foi de 79,81mg/100 g, entre os majoritários, β-sitosterol (15,28 mg/100 g), campesterol (0,58 mg/100 g) e ∆ 7-
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Isolamento, purificação e caracterização físicoquímica parcial de uma lectina presente em sementes de Andira sp

Isolamento, purificação e caracterização físicoquímica parcial de uma lectina presente em sementes de Andira sp

Lectinas são proteínas ubíquas na natureza, de origem não imune, que possuem ao menos um domínio não catalítico que se liga de forma específica e reversível a carboidratos. Em vegetais estão distribuídas em folhas, caules e sementes. A tribo Dalbergieae apresenta lectinas que mostram especificidade por diferentes carboidratos e apresentam atividades biológicas diversas como indução de edema em pata de rato, liberação de mediadores quimiotáticos por macrófagos, atividade vasorelaxante em aortas de ratos, dentre outras. Este trabalho teve como objetivo isolar, purificar e caracterizar físico-quimicamente uma lectina presente em sementes de Andira pisonis (tribo Dalbergieae). Sementes de Andira pisonis foram trituradas até obtenção de fino pó e as proteínas totais foram extraídas em sulfato de amônio 1M. As proteínas solúveis foram submetidas a atividade hemaglutinante, quantificação pelo método de Bradford e ensaios de inibição da atividade hemaglutinante. A lectina de sementes de Andira pisonis (APL) foi purificada através de cromatografia de afinidade em matriz de Sepharose-Manose, eluída em tampão glicina 0,1M pH 2,6 com NaCl 0,15M. A fração eluída foi dialisada contra água destilada, liofilizada e submetida a cromatografia de troca iônica em HiTrap SP XL 01. APL foi eluída com tampão acetato de sódio 20mM pH 4,5 em gradiente de NaCl 0-1M. APL hemaglutinou eritrócitos de coelho (tratados enzimaticamente), assim como outras lectinas da tribo Dalbergieae e apresentou especificidade por manose (25mM). Análise em PAGE-SDS mostrou que APL é composta por uma banda de 34 kDA e uma dupla banda de 8 e 9 kDA. APL apresentou termoestabilidade até 60°C. São necessários mais estudos de caracterização físico-química para melhor caracterizar esta proteína.
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ÓLEO DE SEMENTES DE SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA: CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E DETECÇÃO DE ADN AO

ÓLEO DE SEMENTES DE SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA: CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E DETECÇÃO DE ADN AO

Os tocoferóis e tocotrienóis, mais vulgarmente designados por vitamina E, são constituintes de grande interesse nos óleos vegetais. Estes compostos são potentes antioxidantes, e como tal, pretende-se que permaneçam em elevadas quantidades nos produtos alimentares. O óleo de soja é uma excelente fonte de tocoferóis, pelo que se torna essencial a sua preservação ao longo da refinação. Estes e outros constituintes podem ser perdidos ao longo das etapas de refinação dos óleos vegetais, especialmente se forem utilizadas condições menos adequadas. O processo de extracção e refinação a que o óleo é sujeito, influencia a quantidade de vitamina E no produto final. Pela Tabela 9, verifica-se que os teores de tocoferóis estão relacionados com o teor de gordura extraída. Os teores totais vão aumentando com a diminuição da granulação das amostras. As amostras são especialmente ricas em γ e δ tocoferóis, sendo possível, no entanto, detectar e quantificar os isómeros α e β (Tabela 9). Pelo contrário, não apresentam tocotrienóis na sua composição. Os valores para os tocoferóis obtidos estão de acordo os intervalos de referência definidos no Dec. Lei nº 106/2005. Tal como já foi anteriormente verificado, o facto de serem utilizadas sementes geneticamente modificadas na produção do óleo de soja não desviou o seu teor em tocoferóis relativamente aos intervalos definidos para a soja convencional.
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Caracterização parcial de uma prolectina funcional de sementes de Dioclea grandiflora Benth expressa em Escherichia coli.

Caracterização parcial de uma prolectina funcional de sementes de Dioclea grandiflora Benth expressa em Escherichia coli.

A pro-lectina de sementes de apresentou-se ativa quando expressa de forma recombinante (r-pro-DGL) no citoplasma do modelo procariótico . Obtida de forma solúvel a partir do vetor pET32a, a proteína recombinante apresentou massa aparente (25 kDa) e sequência (obtida por espectrometria de massas) idênticas à pro-lectina silvestre# mostrando-se atipicamente funcional em comparação a outras lectinas de leguminosas expressas de forma heteróloga, possuindo uma atividade específica de 134.217.728 (U.H./mg). Diferentemente de sua contraparte silvestre, a r-pro-DGL não reconheceu especificamente glicose, sendo apenas fracamente inibida por manose. Em decorrência da alta similaridade de sequência entre os precursores de lectinas na subtribo Diocleinae e lectinas ligantes de galactose pertencentes a outras tribos de leguminosas, há a hipótese de que o processamento pós-traducional peculiar dessa subtribo poderia influir de forma decisiva sobre a especificidade fina dessas proteínas. Entretanto, a r-pro-DGL não apresentou afinidade por galactose ou lactose, demonstrando ser a topologia do sítio de ligação, bem como a conformação das alças que o estruturam, os principais fatores determinantes da especificidade a monossacarídeos. Assim, pode-se afirmar que precursores de lectinas na subtribo Diocleinae apresentam-se ativos enquanto deglicosilados, sendo ainda capazes de formar oligômeros e estabelecer ligações cruzadas entre membranas celulares e glicoconjugados.
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Superação de dormência em sementes de Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (Fabaceae) / Overcoming dormancy in seeds of Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (Fabaceae)

Superação de dormência em sementes de Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (Fabaceae) / Overcoming dormancy in seeds of Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (Fabaceae)

O melhor entendimento relacionado à germinação e emergência de plântulas auxilia na previsão da distribuição potencial e fornece indicações para um manejo eficiente da espécie. Parkia pendula (Willd) Benth. ex. Walp, espécie arbórea da Família Fabaceae, conhecida popular e localmente como: visgueiro, possui função ecológica na recuperação de áreas degradadas, por seu rápido crescimento, pela fixação de nitrogênio no solo e atrair animais silvestres. Objetivou superar a dormência em sementes de P. pendula, através de diferentes métodos. Para análise de mensuração da eficiência dos tratamentos de superação de dormência, foram avaliados: teste de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento e massa fresca e seca de radícula, do hipocótilo e da plântula. O delineamento experimental adotado foi do tipo inteiramente casualizado, com quatro repetições de 25 sementes, em fatorial 3x2, totalizando 24 parcelas. Os dados foram analisados com o Software ESTAT, observando a significância pelo teste F e teste de Tukey, ao nível de 5%. As sementes de Parkia pendula possuem dormência física. O método de superação por escarificação mecânica, foi o mais eficiente, independente da temperatura testada.
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Purificação e caracterização parcial de uma lectina lactoseespecífica com ação proinflamatória de sementes de Dioclea reflexa dis cflóssio

Purificação e caracterização parcial de uma lectina lactoseespecífica com ação proinflamatória de sementes de Dioclea reflexa dis cflóssio

Lectinas com afinidade de ligação a lactose isoladas de sementes de espécies vegetais filogeneticamente próximas da sub-tribo Diocleinae apresentam diferentes características quando comparadas à outras lectinas extensivamente estudadas com afinidade de ligação a glicose-manose. Nesse estudo, uma nova lectina específica a lactose extraída a partir de sementes de Dioclea reflexa (DrfL II) foi isolada por dois passos cromatográficos em colunas de Sephadex G-50 e Sepharose-lactose. A SDS-PAGE revelou uma lectina como uma banda única em torno de 29 kDa, diferindo do perfil já conhecido de lectinas ConA-like específicas a glicose/manose. A sequência parcial da lectina foi obtida por espectrometria de massa com fonte ionizadora eletrospray cobrindo cerca de 30% da sequência total da proteína. DrfL II apresentou especificidade à α-lactose e alta estabilidade a um vasto intervalo de pH. DrfL II mostrou ausência de toxicidade contra Artemia nauplii e induziu inflamação aguda (edema de pata e hipernocicepção) em camundongos com a participação do domínio da lectina e óxido nítrico. Visto que poucas informações têm sido publicadas a respeito de lectinas lactose específicas de Diocleinae, se faz necessário, portanto, que o estudo seja continuado visando a determinação completa da estrutura primária e tridimensional da lectina, para comparação com os dados existentes de lectinas ConA-like e lactose específicas.
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Purificação, caracterização parcial e cristalização de uma lectina ligante de manose das sementes de Platymiscium floribundum Vogel.

Purificação, caracterização parcial e cristalização de uma lectina ligante de manose das sementes de Platymiscium floribundum Vogel.

O marco seguinte na história das lectinas vegetais foi a descoberta realizada por Renkonen em 1948 e Boyd e Reguera em 1949 de que algumas hemaglutininas exibem uma clara preferência a eritrócitos de um grupo particular de tipo sanguíneo dentro do sistema ABO. Observou-se que algumas proteínas vegetais obtidas de sementes de plantas podiam reconhecer um grupo específico e aglutiná-lo, onde hemácias do sistema ABO respondiam ao contato com essas hemaglutininas de maneira distinta, umas aglutinando e outras não (VAN DAMME et al. , 1998). A habilidade das aglutininas de plantas em distinguir eritrócitos de diferentes tipos sanguíneos levou Boyd e Shapleigh a propor em 1λ54 o termo “lectina” (do latim legere, que significa selecionar ou escolher) para nomear essas proteínas (SHARON E LIS, 2004).
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Purificação, caracterização parcial e  biotecnológica de três lectinas de sementes de espécies de Leguminosae da subtribo Diocleinae

Purificação, caracterização parcial e biotecnológica de três lectinas de sementes de espécies de Leguminosae da subtribo Diocleinae

O extrato das sementes de D. sclerocarpa revelou uma forte atividade de aglutinação tanto em eritrócitos de coelho nativo como tratado com enzimas proteolíticas. Os açúcares de ligação específicos do extracto bruto foram a glicose e manose, sendo a manose mais potente, com uma concentração mínima de 20 mM, enquanto a glicose foi de 25 mM. Este perfil hemaglutinante é semelhante aos de outras lectinas de Diocleinae tais como D. altissima, D. rostrata (DRL), D. violacea (DVL), D. virgata (Dvir), D. guianensis (Dgui) e D. grandiflora (DGL) (MOREIRA et al., 1983, 2006, 2013; CAVADA et al. 2006; VASCONCELLOS et al., 1981). Acredita-se que esta especificidade de ligação a carboidratos é uma característica comum de todas as lectinas Diocleinae (MOREIRA et al., 1991; CAVADA et al., 1993). No entanto, a hemaglutinação não foi inibida por até 100 mM de D- frutose, N-acetil-D-glucosamina, α-metil-D-glucopiranosideo ou sacarose.
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Adsorção de Ni2+ e Zn2+ em argila calcinada: estudo de equilíbrio em coluna de leito fixo.

Adsorção de Ni2+ e Zn2+ em argila calcinada: estudo de equilíbrio em coluna de leito fixo.

Convencionalmente, a remoção de metais pesados se dá pela precipitação química, embora este processo seja relativamente simples e econômico, gera um grande volume de lodo e, dependendo do metal e das características químicas dos efluentes, após a filtração final o efluente pode ainda apresentar concentrações residuais de metais em valores acima das condições ambientais aceitáveis, sendo necessária a aplicação de um processo complementar para o polimento final do efluente.

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Caracterização estrutural parcial e biológica de uma lectina de sementes de Dioclea reflexa Hook F.

Caracterização estrutural parcial e biológica de uma lectina de sementes de Dioclea reflexa Hook F.

O marco seguinte na história das lectinas vegetais foi a descoberta realizada por Renkonen em 1948 e Boyd e Reguera em 1949 de que algumas hemaglutininas exibem uma clara preferência a eritrócitos de um grupo particular de tipo sanguíneo dentro do sistema ABO. Observou-se que algumas proteínas vegetais obtidas de sementes de plantas podiam reconhecer um grupo específico e aglutiná-lo, onde hemácias do sistema ABO respondiam ao contato com essas hemaglutininas de maneira distinta, umas aglutinando e outras não (VAN DAMME et al. , 1998). A habilidade das aglutininas de plantas em distinguir eritrócitos de diferentes tipos sanguíneos levou Boyd e Shapleigh a propor em 1954 o termo “lectina” (do latim legere, que significa selecionar ou escolher) para nomear essas proteínas (SHARON; LIS, 2004).
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Caracterização química, atividade antioxidante e segurança de uso de sementes de Licania rigida Benth

Caracterização química, atividade antioxidante e segurança de uso de sementes de Licania rigida Benth

Radicais livres têm sido associados à etiologia e à progressão de diversas patologias crônico- degenerativas, e constituem um dos fatores de deterioração da qualidade de alimentos. Existe um crescente interesse em encontrar fontes naturais e seguras de antioxidantes capazes de neutralizar esses agentes nocivos sem alterar de forma negativa características sensoriais dos alimentos. Dentro deste contexto, extratos de plantas ricos em polifenóis têm sido investigados para esse fim. Este estudo objetivou caracterizar a composição fenólica do extrato etanólico (EELr) e frações derivadas de sementes de Licania rigida (aquosa, FALr; metanólica, FMLr; acetato de etila, FAELr; clorofórmica, FCLr; hexânica, FHLr) , estimar a capacidade antioxidante total e, paralelamente, avaliar a segurança de uso através de testes de toxicidade in vitro e in vivo . Foram detectadas através de prospecção fitoquímica qualitativa três classes de metabólitos secundários no extrato: taninos, flavonoides e saponinas. Além disso, foi determinada a quantidade de fenóis totais, flavonoides e taninos do EELr e das frações FAELr, FALr e FMLr (de 3,815 a 6,452; 0,006 a 0,135; 0,147 a 0,294 equivalentes em micrograma de ácido gálico, quercetina e ácido tânico por grama de amostra, respectivamente). Onze compostos fenólicos distintos, classificados como ácidos fenólicos e flavonoides, foram identificados via CLAE. O ácido cafeico e o ácido clorogênico foram os majoritários dentre os ácidos fenólicos, e a quercetina e o kaempferol dentre os flavonoides. Em geral, o EELr, FALr, FAELr e FMLr mostraram atividade antioxidante no ensaio DPPH com CN 50 variando de 2,79
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Caracterização física de frutos de pequizeiro (Caryocar brasiliense Camb) do cerrado.

Caracterização física de frutos de pequizeiro (Caryocar brasiliense Camb) do cerrado.

Estudos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens são frequentes para diversas espécies. Em geral são realizados visando auxiliar o conhecimento do sistema reprodutivo para auxiliar em programas de pré- melhoramento de espécies não domesticadas. A biometria de frutos e sementes, bem como o conhecimento da morfologia e desenvolvimento das plântulas, é fundamental para subsidiar estudos de germinação e produção de mudas auxiliando técnicas de cultivo para as espécies (BATTILANI et al, 2012). A existência de variabilidade em C. brasiliense para todos os caracteres de interesse, tanto os agronômicos, relacionados com a planta, como os de qualidade, relacionados com o fruto, permite esperar sucesso em um programa de melhoramento (OLIVEIRA et al., 2008). Dentro deste contexto, o presente trabalho teve como objetivo caracterizar fisicamente frutos de pequizeiros provenientes do Cerrado para subsidiar estratégias de prospecção, preservação e utilização da variabilidade genética da espécie.
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Colheita e armazenamento de sementes de gabiroba (Campomanesia adamantium Camb. - Myrtaceae) e implicações na germinação.

Colheita e armazenamento de sementes de gabiroba (Campomanesia adamantium Camb. - Myrtaceae) e implicações na germinação.

A relação do grau Brix da polpa corrigido para 20ºC com a germinação (Figura 3.4), mostrou a tendência de aumento da porcentagem de germinação, de 80 para 100%, quando o Brix passou de 14,18 para 20. Essa relação linear crescente significativa indicou que sementes colhidas de frutos mais maduros (polpa com maior concentração de açúcar) germinaram melhor. O Brix pode ser um parâmetro norteador do ponto de maturação dos frutos para colheita de sementes. Outras correlações de interesse para o melhoramento foram avaliadas, como tamanho do fruto x germinação e número de sementes por fruto x germinação, porém não apresentaram significância. Todavia, pela caracterização geral apresentada pode-se afirmar que a espécie apresenta variabilidade para os principais componentes de produção.
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AVALIAÇÃO DE TRÊS CULTIVARES DE COENTRO (Coriandrum sativum L.) SEMEADAS EM DUAS ÉPOCAS

AVALIAÇÃO DE TRÊS CULTIVARES DE COENTRO (Coriandrum sativum L.) SEMEADAS EM DUAS ÉPOCAS

Foram utilizadas sementes de três cultivares de coentro: Nacional Palmeira, Português e Verdão, fornecidas pela Isla Importadora de Sementes LTDA.. Para caracterização dos lotes de se[r]

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Caracterização parcial de um Tymovirus isolado de tomateiros.

Caracterização parcial de um Tymovirus isolado de tomateiros.

Para a detecção do vírus nas sementes de tomateiro, foram submetidas à inoculação com o isolado TyToRS08, toma- teiros das cultivares Alambra, Diva, Graziella, Romana e Thomas, posteriormente, transplantadas para solo, em uma estufa de cultivo protegido, localizada em Bragança Paulista (SP). No mm do ciclo, coletaram-se os frutos com e sem sintomas de todas as plantas infectadas e retiraram-se todas as sementes, com sintomas de necrose e sem sinto- mas. Para verimcar a porcentagem de sementes infectadas, 72 sementes de cada cultivar divididas em dois lotes de 36 sementes, um de sementes lavadas e outro de sementes não lavadas (solução de hipoclorito de sódio a 4%), foram avaliadas, individualmente, em PTA-ELISA, empregan- do-se o extrato-bruto das sementes diluído 1:10 (v:v) e o antissoro TyToRS08 na diluição 1:3000 (v:v).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MINERAL DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MINERAL DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Técnicas de tratamento como precipitação química, troca iônica, e degradação biológica, são métodos usados com o objetivo de ajustar as propriedades da água de acordo com a política ambiental e promover seu descarte na natureza de acordo com essas políticas. Também são utilizados tratamentos convencionais mecânicos para limpeza de águas poluídas que não são muito eficientes, porém, materiais de ação adsorvente, produtos mais econômicos e de maior eficácia vem sendo empregados com intuito de substituir estas técnicas tradicionais.
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FRACIONAMENTO, DEGLICOSILAÇÃO QUÍMICA, CARACTERIZAÇÃO PARCIAL E IDENTIFICAÇÃO DE ANTÍGENOS DE Strongyloides venezuelensis APLICADOS NO IMUNODIAGNÓSTICO DA ESTRONGILOIDÍASE HUMANA

FRACIONAMENTO, DEGLICOSILAÇÃO QUÍMICA, CARACTERIZAÇÃO PARCIAL E IDENTIFICAÇÃO DE ANTÍGENOS DE Strongyloides venezuelensis APLICADOS NO IMUNODIAGNÓSTICO DA ESTRONGILOIDÍASE HUMANA

e proteômica têm apresentado resultados promissores para o diagnóstico laboratorial de infecções parasitárias (VASOO; PRITT, 2013). Nematódeos, mesmo com tamanha diversidade, incluindo helmintos parasitos de humanos, têm, comparativamente, a outros grupos poucos estudos que empregaram técnicas proteômicas para estudar a Biologia destes (DOBOS et al., 2004). Além dos fatores que colocam tais doenças como negligenciadas (OLSEN et al., 2009), outra limitação para esses estudos é a falta de informação genômica disponível (SANCHEZ-FLORES, 2013). A combinação dos estudos imunológicos com a proteômica tem sido uma ferramenta importante para analisar respostas imunes, tanto no nível global dos organismos, quanto na caracterização de proteínas antigênicas individuais (HESS et al., 2005), e reconhecidas por anticorpos específicos (SOTILLO et al., 2008). Para identificar antígenos adequados para o imunodiagnóstico da estrongiloidíase, o extrato salino de larvas filarioides de S. venezuelensis foi fracionado em resina de gel filtração (S-100), resolvido em SDS-PAGE 1D, testado em imunoensaio e submetido à espectrometria de massas e ferramentas de bioinformática.
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POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

Outras implementações, que valem a pena destacar, referem-se à parametrização, ou seja, alguns campos do sistema passaram a permitir a entrada apenas de determinadas informações. Para isso elas devem estar dentro de um determinado limite. Por exemplo, o sistema não aceita número de faltas superior à quantidade de aulas dadas. Além disso, outras informações foram configuradas internamente no sistema pela SEEMG e pelo CAEd, de acordo com a legislação vigente, dispensando as escolas de fazerem os devidos lançamentos ou configurações. Como exemplo, pode ser citado o número de disciplinas não concluídas com aproveitamento satisfatório que permite o aluno dos anos finais do ensino fundamental ou do ensino médio avançar para a etapa seguinte estando em progressão parcial. Esse valor já foi configurado internamente no sistema, logo, não há necessidade de a escola fazer tal lançamento.
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