Top PDF Catálogos de editoras de literatura infanto-juvenil :: uma leitura

Catálogos de editoras de literatura infanto-juvenil :: uma leitura

Catálogos de editoras de literatura infanto-juvenil :: uma leitura

Nesse sentido, já manuseando os impressos, procurei encontrar os reflexos do que está acontecendo no mercado editorial destinado aos pequenos leitores. Algumas hipóteses foram levantadas: Para quem são pensados os catálogos? A quem eles se destinam? O foco dessa ou daquela editora é meramente comercial ou há intenção de divulgar a literatura prazerosa, da fantasia, do inusitado? Que mediações esse impresso está promovendo no meio escolar? Que marcas ele traz sobre as tendências atuais, sobre o que é a Literatura infanto-juvenil? Que leitores são vislumbrados e que mediadores de leitura são imaginados pelas editoras? Quais características apresentam um livro para estar em catálogo? Ser premiado? Fazer parte de uma coleção? De quais elementos visuais ou textuais os catálogos fazem uso para chamar a atenção do leitor? Quais livros estão em destaque?
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Catálogos de editoras e a circulação da literatura no contexto escolar.

Catálogos de editoras e a circulação da literatura no contexto escolar.

o impresso era novidade no mercado e traz a confirmação da existência de um catálogo com a presença de obras infantis. As décadas que se seguiram trouxeram consigo a crescente consolidação do mercado editorial brasileiro. Questões políticas e econômicas, como a II Guerra Mundial, influenciaram diretamente esse processo. Durante o conflito, a busca por obras cresceu e pressionou o incremento do mercado, influenciando o hábito de leitura, que se expandiu consideravelmente. Fruto disso, nesse período surgiram as editoras mais importantes da história do livro no país e, além do mais, vivenciou-se a época do fenômeno das livrarias: “Como era hábito, elas implantavam seus próprios locais de venda, uma espécie de ponto de referência, para a divulgação e a avaliação de suas edições [...]” (MACHADO, 2003, p. 44). O mercado em ascensão influenciava, também, o aparecimento de profissionais especialistas no ramo, como ilustradores de livros, de revistas, de caixas de brinquedos infantis e, certamente, de catálogos cuja circulação no período em questão pôde ser constatada por meio da pesquisa Embalagens de brinquedos no Brasil: 1940 a 1980, na qual a autora utilizou-se de “grande parte das embalagens, provas de prelo e catálogos de brinquedos” para realizar sua investigação. Vale ressaltar que se vivia um momento em que o aumento da taxa de câmbio desfavorecia a importação de produtos. Isso fez com que, pela primeira vez, o livro produzido aqui custasse menos que o do exterior. Nesse contexto, São Paulo tornava-se o maior centro industrial da América Latina e um dos maiores parques gráficos do Ocidente. Concentrava-se no Rio de Janeiro a produção editorial, mas as impressões eram feitas na capital paulista. Paixão (1996) nos informa que o número de editoras cresceu cerca de 50% entre 1936 e 1944. Apesar dos números, havia grande censura por parte do governo, exercida através do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP). Também merece nota que foi nesse período, em 1937, por meio do Decreto-lei n. 93, de 21 de dezembro, que se criou o Instituto Nacional do Livro (INL), por iniciativa do ministro da Educação Gustavo Capanema. A origem do INL resultou da incorporação das funções do Instituto Cairu, criado no mesmo ano para produzir a Enciclopédia Brasileira, e do Plano Nacional de Educação (PNE). O plano foi um documento que consolidava os intensos debates, que ocorreram nos anos 20 e 30, sobre o sistema educacional brasileiro. Debates objetivando ampliar o acesso da população à educação, definir as
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Ruptura e tradição na literatura infanto-juvenil brasileira e cubana

Ruptura e tradição na literatura infanto-juvenil brasileira e cubana

A partir da década de 1970, verifica-se que, nos dois países, há uma mudança na relação texto-leitor. Isso se explica por diversos motivos. Em Cuba, é o momento de organizar a educação que vinha sendo desenvolvida tendo em vista a alfabetização. O primeiro congresso sobre literatura para os jovens ocorre em 1972. Cuba, dispondo ainda de um bom parque gráfico e da subvenção estatal, consegue imprimir livros bons e baratos, para que a população pudesse adquiri-los. No caso do Brasil, foi o interesse do mercado editorial de vender mais livros para as escolas que proporcionou um investimento maior nesse setor. A partir da lei 5.692, de 1971, determinando a inclusão da leitura de textos literários nas escolas, esta passou a ser um ótimo mercado para o comércio das editoras. Escrever para os jovens tornou-se um filão excelente também devido ao maior número de alunos matriculados. Os catálogos eram distribuídos nas escolas que adotavam vários livros para o trabalho com a literatura. A propaganda que se fazia dos autores e dos livros junto à escola era lucro garantido. Tão certos estavam os editores de que esse era o seu momento, que passaram a incluir fichas de leitura como encartes nos livros literários.
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Ciberespacinho: o discurso intersemiótico na literatura eletrônica infanto-juvenil

Ciberespacinho: o discurso intersemiótico na literatura eletrônica infanto-juvenil

Este estudo pretende verificar o impacto das novas tecnologias de in- formação e comunicação sobre os mo- dos de produção e leitura do texto di- recionado ao público infanto-juvenil, tendo em vista o surgimento de uma literatura inteiramente eletrônica e um discurso baseado no diálogo entre a palavra escrita e a palavra dese- nhada-sonorizada-animada. Para isso, será considerado o site da escritora e ilustradora mineira Angela Lago, angela-lago.net.br, especialmente o link denominado ciberespacinhomyol- dhtmlsite, observando seu discurso intersemiótico e a apropriação de re- cursos hipertextuais potencializados pela tecnologia digital. Notou-se que o suporte eletrônico não extrai os as- pectos literários do texto, mas ocasio- na o emprego de uma linguagem hí- brida, potencialmente hipermidiática, que se incorpora à gênese do texto sem limitar as atualizações a serem feitas pelo leitor.
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Competência leitora de alunos do ensino  fundamental em textos da literatura infanto-juvenil

Competência leitora de alunos do ensino fundamental em textos da literatura infanto-juvenil

Embora seja o diagnóstico necessário para a identificação dos problemas, as soluções não chegam de imediato apenas por que foram localizados. E como a competência leitora continua sendo uma das grandes metas do ensino, os PCN-LP não poderiam deixar de enfatizar e apontar caminhos para que o professor conduza seu aluno à conquista dessa habilidade. Dentre os modelos interacionistas de leitura, o que fundamenta os PCN-LP é desenvolvido aqui no Brasil por Kato (1987, 1998); Kleiman (1989, 1992) – autora citada na referência bibliográfica dos PCN-LP – dentre outros. Esse modelo interacionista inclui fatores sociais no processo de compreensão ao enfocar as intenções de significação do autor para o texto em que a compreensão se processa à distância entre leitor e autor via texto (KLEIMAN, 1989, p. 65).
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Literatura infanto-juvenil africana no Brasil: um levantamento bibliográfico

Literatura infanto-juvenil africana no Brasil: um levantamento bibliográfico

Um catálogo com bons títulos, porém uma pequena variedade de autores africa- nos de língua portuguesa, é também o que possui a Pallas. Os títulos que constam em seu catálogo são: Kaxinjengele e o poder: uma fábula angolana, de José Luandino Vieira (2012); A bicicleta que tinha bigodes, de Ondjaki (2012); Uma escuridão bonita, de Ondjaki (2013); Ombela: a origem das chuvas, de Ondjaki (2014); Os vivos, o morto e o peixe frito, de Ondjaki (2015); A vassoura do ar encantado, de Zetho Cunha Gonçalves (2015); Há prendisajens com o xão: O segredo húmido da lesma & outras descoisas, de Ondjaki (2015) e O assobiador, de Ondjaki (2017). É a editora com a maior diversida- de de gêneros: há textos dramáticos, de poesia e narrativas em prosa. Há também edições com capa dura: nesse ponto é uma das únicas editoras a fazer isso. Os dados sobre os autores e ilustradores são bons e informativos, assim como excelentes e sugestivas ilustrações.
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Fios de significação reconhecidos e reorientados no processo de tradução de literatura - Português/Libras

Fios de significação reconhecidos e reorientados no processo de tradução de literatura - Português/Libras

Diferentes sistemas semióticos e dispositivos midiático-digitais convergem para múltiplas experiências estéticas. Este trabalho apresentou a tradução de trechos de livro de literatura infanto-juvenil, analisou-se a forma composicional e arquitetônica escolhida pelo tradutor como atividade estética e a importância a sua preocupação com a leitura em suporte digital, a fim de favorecer a compreensão do processo de incorporação dos personagens, das falas reportadas do particionamento do corpo como apropriados para manter o significado do texto-base criando um espaço para interpretação do leitor em potencial (criança surda).
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Literatura infanto juvenil: diálogos entre a cultura impressa e a cibercultura

Literatura infanto juvenil: diálogos entre a cultura impressa e a cibercultura

A segunda revolução se concretiza, a partir do século XVIII, com a criação de novos gêneros e novas práticas de leitura, como, por exemplo, a mudança da leitura comunal e respeitosa (textos religiosos impregnados de sacralidade e autoridade) para uma leitura mais irre- verente e desprendida, em que “os novos leitores devoravam um grande número e uma imensa variedade de impressos efêmeros” (CHARTIER, 2000, p. 25); o surgimento do romance, que propicia a realização de uma leitura mais intensi- va, no entanto a postura do leitor ainda é influenciada pelos moldes tradicionais de leitura de textos sagrados; como tam- bém o aparecimento no século XIX de novas categorias de leitores, tais como mulheres, crianças, e trabalhadores, que representam não só uma ampliação do número de leitores como também a diversidade de práticas de leituras em face das peculiaridades das diferentes comunidades de leitores.
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PRESENÇA DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL AMAZONENSE NA ESCOLA

PRESENÇA DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL AMAZONENSE NA ESCOLA

c) A hora do mito e da lenda em sala de aula: para o desenvolvimento desta oficina utilizou-se a história “Çaiçu-Indé: o primeiro grande amor do mundo”, do escritor indígena Rony Wasiry Guará. Mais uma vez projetou-se no quadro a narrativa e solicitou-se aos alunos que atentassem tanto para o texto verbal como para a ilustração. Após a leitura da narrativa, pediu-se aos alunos que citassem as lendas presentes na história. Depois foi provocada mais uma vez a participação dos alunos, perguntando-lhes se sabiam a diferença entre mito e lenda. Após da fala de alguns alunos, explicou-se para eles a diferença entre mito e lenda, enfatizando a presença e a importância dessas duas categorias na formação da cultura e do imaginário amazônico.
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LEITURA COLETIVA DE UM TEXTO DE LITERATURA INFANTIL NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS MEDIAÇÕES PENSANDO O ENSINO DAS CIÊNCIAS.

LEITURA COLETIVA DE UM TEXTO DE LITERATURA INFANTIL NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS MEDIAÇÕES PENSANDO O ENSINO DAS CIÊNCIAS.

Analisamos o funcionamento de um texto de literatura infanto-juvenil, como mediador, no ensino de ciências naturais para crianças de nove a dez anos de idade numa classe de quarta série do ensino fundamental de uma escola pública na cidade de Campinas - SP. A leitura coletiva do texto narrativo foi proposta com o intuito de incentivar a curiosidade dos estudantes e contribuir para a construção de concepções pertinentes à área de Ciências de maneira prazerosa. A análise de falas das crianças ocorridas durante essa leitura e de textos por elas escritos após o término da atividade evidenciou mediações do texto, mediações criança-criança, e criança-professora pesquisadora. Pudemos notar que, além de prazerosa, a atividade desempenhou um papel significativo como instigadora de conhecimentos sistemáticos abstratos .
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Rev. Inst. Estud. Bras.  número57

Rev. Inst. Estud. Bras. número57

Odette mantinha contato frequente com educadores e leitores, visitando escolas, realizando palestras em bibliotecas, participando de atividades de promoção e incentivo à leitura. Havia por parte da escritora grande preocupação em problematizar a produção de livros para crianças e jovens e se mobilizar em prol da literatura infanto- juvenil nacional. Tomando esta tarefa como integrante de seu ofício , foi uma das fundadoras do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil (Celiju) – ao lado de Giselda Laporta Nicolelis, Lúcia Pimentel Góes, Lenyra Fraccaroli, Idaty Brandão Onaga, Bárbara Vasconcelos de Carvalho, entre outras – no início da década de 1970, do qual foi presi- dente por alguns anos. O centro, que reunia pesquisadores, escritores, bibliotecários e professores interessados em discutir literatura infanto- juvenil, promovia palestras e seminários, incentivava a participação de seus membros em congressos nacionais e internacionais, era presença ativa nas bienais de livros, além de realizar ações sociais relacionadas à leitura, como a criação de bibliotecas em cidades interioranas.
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LETRAMENTO RACIAL MEDIADO PELA LITERATURA INFANTO-JUVENIL NA EDUCAÇÃO BÁSICA

LETRAMENTO RACIAL MEDIADO PELA LITERATURA INFANTO-JUVENIL NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Este artigo transdisciplinar, oriundo de uma pesquisa exploratória (Almeida, 1996; Gil, 1993; Marconi; Lakatos, 1990), objetiva indicar rumos, levantar possibilidades e favorecer discussões acerca do letramento racial mediado pela Literatura infanto-juvenil na educação básica nas escolas públicas brasileiras. Inspirados pelas leis federais 10.639/03 e 11.645/08 sobre o ensino de histórias e culturas africana, afro-brasileira e indígena, pelas ideias advindas das teorias de novos letramentos e multiletramentos (Cope; Kalantziz, 2000; Lankshear; Knobel, 2003; Rojo; Moura, 2013; Street, 2014; Rocha, 2012), Literatura infanto-juvenil (Abramovich, 1997; Aguiar et al, 1982; Arroyo, 1990; Coelho, 2000; 2002; Sousa, 2005), leitura e a prática (Lajolo, 2008; Lajolo; Zilberman, 1999; Martins, 2006; Zilberman, 2003) veem, nesse contexto, constituir proposta pedagógica capaz de indicar alternativas para a (re)construção da identidade racial dos aprendentes 3 e dos professores que se quer cidadãos-críticos conscientes de seus direitos e deveres nesse caleidoscópio racial que é o Brasil, segundo Silva (2015).
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Literatura infantil e juvenil, memória e identidade: Um estudo da obra infanto-juvenil, de Joel  Rufino

Literatura infantil e juvenil, memória e identidade: Um estudo da obra infanto-juvenil, de Joel Rufino

conhecimento histórico em principal recurso para a construção ficcional. Não há novidade na afirmativa de que o escritor Joel Rufino dos Santos, historiador reconhecido, autor de várias obras de inclinação didática, tem na história um eixo vital. Foi por ela, com ela e a partir dela que enfrentou o cotidiano difícil de jovem negro do subúrbio, interessado em leitura, que na juventude partilhou, com Nelson Werneck Sodré, no ISEB (Instituto Superior de Estudos Brasileiros), da implementação de uma nova maneira de ver e ensinar História. Também não seria novidade afirmar que a história deixou marcas “indeléveis” na existência de Rufino dos Santos, enquanto homem e intelectual, quando sofreu torturas no período da ditadura civil-militar. O que se apresenta aqui não é a demonstração de que o autor, que em determinado momento de sua carreira de professor de história, passou a militar no campo da literatura, usa os conhecimentos de historiador para tratar da literatura. Intenta-se, sim, investigar como a história, através de um de seus elementos fundamentais – a memória – é utilizada como argumento, como tema e, principalmente eixo de criação ficcional.
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A Literatura Infanto-juvenil na Contemporaneidade: um outro olhar para o literário em sala de aula

A Literatura Infanto-juvenil na Contemporaneidade: um outro olhar para o literário em sala de aula

Ricardo Azevedo, em seu artigo já comentado, reflete as condições materiais que possibilitam ou não a formação de uma criança leitora. É certo que o livro no Brasil é caro e que o texto didático que a escola apresenta para o aluno não é suficiente para transformá-lo num devorador de obras poéticas. E é claro que a realidade é bem diferente da classificação de leitores que faz Ruth Rocha, a criança que tem fome talvez nem consiga aprender a ler, não tenha forças, tampouco condições. Logo a importância de uma mudança de paradigmas do professor, não só na sua prática, como também na sua trajetória como leitor. Trabalho em uma escola privada frequentada por alunos de classe média. Como se trata de uma escola pequena, conhecemos bem os alunos e suas famílias. Há uma elite literária, alunos que leem muito. Leem Harry Potter, Crepúsculo, Marian Keyes, Percy Jackson, Thalita Rebouças, jornais, revistas e etc. Acredito que haja uma correlação entre ser leitor e liderança que se reflete diretamente na posição que os alunos leitores ocupam nos grupos, eles se destacam, são articulados e críticos. Há também aqueles que não podem nem ouvir falar em livros e leitura, que não conseguem ler, não conseguem nem decodificar um texto. Então tu te recordas da família e começa entender, um pouco, aquela repulsa literária. Não que este fato seja unânime e determinante, sabe-se que há muitos outros fatores influenciando este estudante a não gostar de ler, e o educador, verdadeiramente comprometido, deve tentar reverter esta situação.
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Tradução de literatura infanto-juvenil para língua de sinais: dialogia e polifonia em questão.

Tradução de literatura infanto-juvenil para língua de sinais: dialogia e polifonia em questão.

Atualmente, as crianças e jovens têm se apropriado de diferentes linguagens presentes em um texto, quer seja impresso ou digital. Há capacidades que se mobilizam na leitura de textos em que essas diferentes linguagens se fazem presentes – textos multimodais (BARROS, 2009). Para a autora (2009), cada linguagem dessas tem sua representação específica, produzida culturalmente, além de seu potencial comunicacional. Consideramos que materiais didáticos e de literatura infanto-juvenil para surdos são organizados em mídias digitais que congregam, na mesma página, a ilustração, o texto e a imagem do tradutor/intérprete enunciando em língua de sinais.
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Prostituição infanto-juvenil: revisão sistemática da literatura.

Prostituição infanto-juvenil: revisão sistemática da literatura.

A Análise Temática consiste na interpretação do con- teúdo da mensagem, buscando-se o significado do tema descrito na integra do trabalho e, posteriormente, proble- matizá-lo para entender devidamente o texto, questionan- do sobre O que o autor expressa sobre o tema?. Ao respon- der a esta pergunta, revela-se a idéia central, proposição fundamental ou tese que geralmente é única, tendo idéias associadas e complementares, ou secundárias, que ajudam a explicar o raciocínio sobre o tema. A análise temática serve de base para o resumo ou síntese de um texto, além de um roteiro de leitura, com a representação do raciocínio (10) .
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Conflitos, medos e dores na literatura infanto-juvenil israelense: análise de obras...

Conflitos, medos e dores na literatura infanto-juvenil israelense: análise de obras...

Além desta situação caótica em Israel, acopla-se o evento conhecido como holocausto (shoá), no qual foram eliminados, dentre milhões de vítimas, seis milhões de judeus pelo fato de pertencerem a este povo. Podemos perceber esta temática sendo abordada em algumas obras da literatura infanto-juvenil israelense, como forma de romper o pacto do silêncio que caracterizava esta literatura, mas agora tem sido conhecida por todos como resultado das circunstâncias difíceis deste evento, tornando-se cada vez mais um tema recorrente. A literatura infanto-juvenil israelense converteu-se em patriótica beligerante durante a Segunda Guerra Mundial até o estabelecimento do Estado de Israel, um assunto de investigação bastante negligenciado o qual não se encontra em diversas pesquisas como, por exemplo, de Uri Ofek, um importante crítico da literatura infanto-juvenil israelense (DAR, Yael 2006 Apud ESHED, 2007 29 ).
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Tatiana Belinky: a presença de suas obras em sala de aula

Tatiana Belinky: a presença de suas obras em sala de aula

Grande admiradora dos clássicos, a escritora faz uma crítica aos novos escritores, que escrevem livros vazios, achando que criança não tem capacidade para entender mais que duas ou três frases, assim como mostra o quarto período da literatura, abordado no primeiro capítulo, (Belinky in Roveri 2007, p. 179): "Clássico é uma coisa que é boa em todas as épocas. Os escritores atuais acham que tem que escrever frases com três palavras. Porque, coitada da criança, se tiver cinco palavras ela não vai entender." Para ela, é muito importante que, em uma poesia, por exemplo, haja ritmo para ser assimilada pelas crianças. "No caso da literatura e da poesia é preciso certo ritmo, é preciso dar a criança oportunidade de assimilar alguma coisa. É como engolir uma coisa trás da outra. Não digere, não assimila, não serve para nada." (BELINKY in ROVERI, 2007, p. 179)
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TCC INDUSTRIA EDITORIAL TRADUCOES ADAPTACOES LIVROS INFANTO JUVENIS

TCC INDUSTRIA EDITORIAL TRADUCOES ADAPTACOES LIVROS INFANTO JUVENIS

Outra questão que deve ser considerada em relação ao mercado editorial impresso, está ligada ao atrativo comercial que uma edição de Alice no País das Maravilhas pode oferecer. O texto enigmático de Carroll, dentro de invólucros fantásticos é por si só um chamariz para o leitor e, consequentemente, para as vendas. Literalmente, a “toca do coelho” que dá acesso às descrições e imagens que podem ser construídas na imaginação do leitor. Talvez esta tenha sido a intenção de Carroll: criar um mundo surreal, tão peculiar, que proporcione a cada leitor criar um mundo de fantasias e enigmas. Para Castro (2006) o que mais chama a atenção na literatura de Carroll é a capacidade de trazer o “logos fantástico”, imprimindo no texto um encadeamento de imagens e sensações. Segundo a autora, capítulos como a hora do chá ou o jogo do croqué com a rainha são de fundamental importância para que seja despertado e se realize o processo imaginativo do leitor. E as editoras demonstram estar dispostas a investir nesta roupagem para atrair o público. Ainda sim, a autora acredita na necessidade de explorar melhor esse lado do autor e do texto.
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O inter-relacionamento entre textos e ilustrações nos livros de literatura infanto-juvenil

O inter-relacionamento entre textos e ilustrações nos livros de literatura infanto-juvenil

Com seus 47 desenhos, Le Petit Prince pode ser considerado um livro pro­ fusamente ilustrado. Entretanto, se aceitarmos a hipótese anteriormente aventada de ser esse texto a história de[r]

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