Top PDF Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE®): uma revisão de literatura

Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE®): uma revisão de literatura

Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE®): uma revisão de literatura

A Classificação I nt er nacional par a a Pr át ica de Enfer m agem ( CI PE ® ) vem se consolidando m undialm ent e com o um a t endência par a a padr onização da com unicação e da t roca de infor m ações ent r e os enfer m eir os, visando à r epr esent ação da pr át ica de enfer m agem nos Sist em as de I nfor m ação em Saúde. Est a r evisão nar r at iva t em por obj et ivo per cor r er a t r aj et ór ia hist ór ica e descr ever a evolução dos conceit os nas diver sas ver sões da CI PE ® . Cont em pla um a abor dagem do sur gim ent o da CI PE ® e dos elem ent os const it uint es de cada um a das publicações, desde a CI PE ® ver são Alfa ( 1996) at é a ver são 2 ( 2009) . As m udanças ocor r idas r ecaír am , ent r e out r as, na apr esent ação dos t er m os nos m odelos m ult iaxiais, que evoluír am de dois Modelos de oit o ( 8) eixos par a um Modelo de set e ( 7) eixos, que r esponde as exigências da com posição dos elem ent os básicos a que se dest ina e, ao m esm o t em po, m inim iza a com plexidade sem per da de consist ência, fat or est e que poder á est im ular os enfer m eir os par a sua efet iva ut ilização. O ar t igo é um a cont r ibuição no sent ido de apr oxim ar enfer m eir os e acadêm icos a est e conhecim ent o, favor ecendo a incor por ação da CI PE ® ao Pr ocesso de Enfer m agem e possibilit ando a visibilidade das pr át icas de Enfer m agem ao univer so da infor m ação.
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Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem e a contribuição brasileira.

Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem e a contribuição brasileira.

A seleção do material bibliográfico, foi realizada de forma manual (livros-texto, periódicos, anais de congressos e dissertações e teses publicados no país e exterior) e nas bases de dados informatizadas da Biblioteca Virtual em Saúde: Literatura Latino-Americana e do Caribe (Lilacs) e Literatura Internacional em Ciências da Saúde e Biomédica (Medline); com o acesso a busca informatizada em 08 de setembro de 2008. Para a busca, sem limite de período, foram utilizados os descritores: classificação versus enfermagem versus a sigla CIPE ou a sigla: CIPESC nas línguas portuguesa, inglesa ou espanhola. Foram incluídos artigos publicados nestes três idiomas disponíveis na íntegra on-line, gratuitamente ou no acervo da Biblioteca Central do Campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e do acervo pessoal dos pesquisadores. Mediante a identificação das citações das referências, excluíram-se repetições presentes em bases de dados distintas.
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Sistemas de classificação de enfermagem e sua aplicação na assistência: revisão integrativa de literatura.

Sistemas de classificação de enfermagem e sua aplicação na assistência: revisão integrativa de literatura.

A enfermagem conta com alguns sistemas de classificação cujo desenvolvimento está relaciona- do a alguma fase do processo de enfer magem. Os mais conhecidos são: classificação de diagnósticos de enfermagem da N orth American N ursing Diag- nosis Association International (NANDA-I), que pas- sou a incorporar o termo inter nacional em 2002, classificação de inter venções de enfer magem – N ursing Interventions Classification (NIC); classi- ficação de resultados de enfermagem – Nursing Out- comes Classification (NOC); Classificação Inter na- cional para a Prática de Enfermagem (CIPE) e Clas- sificação Inter nacional das Práticas de Enfer ma- gem em Saúde Coletiva (CIPESC) (3,4) .
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Construção de um catálogo CIPE® (Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem)...

Construção de um catálogo CIPE® (Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem)...

A etapa de validação talvez seja a mais demorada, pois requer o recrutamento de peritos, o que envolve a escolha dos mesmos por critérios específicos e também acaba por depender da disponibilidade deles, visto que os peritos têm outras atividades. Há uma indicação de Fehring (1987) de, um mínimo de 25 peritos, sendo 50 um número ideal, porém não está descrita uma justificativa para tal número. Na prática, este número torna-se inviável dada a pouca disponibilidade e motivação dos peritos em participar dos estudos, já que quase sempre estão envolvidos com outros compromissos. Na literatura, o que se tem visto é uma escolha baseada no referido autor, porém quase sempre modificada. Assim, cabe a cada autor determinar seus critérios e grande parte deles publica seus estudos com número muito inferior ao recomendado (Guedes, 2011; Azzolin et al., 2012; Lopes, 2013a).
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Processo de enfermagem conforme a classificação internacional para as práticas de enfermagem: uma revisão integrativa.

Processo de enfermagem conforme a classificação internacional para as práticas de enfermagem: uma revisão integrativa.

A pesquisa nas bases de dados foi realizada em outubro de 2009. Os critérios adotados para a inclusão dos artigos foram: aqueles publicados nos idiomas português, inglês ou espanhol entre os anos de 1996 a 2009; que continham em seus títulos e/ou resumos as seguintes palavras-chave/descri- tores: International Classiication for Nursing Practice (ICNP), nursing assistance, nursing system, nursing process, nursing classiication, nursing terminology, nursing nomenclature e nursing diagnoses, e suas respectivas traduções em português e espanhol; que os textos completos estivessem disponíveis na íntegra para análise; e que a CIPE® fosse mencio- nada/utilizada como sistema de classiicação na aplicação/desenvolvimento do PE nos diferentes cenários do cuidado de enfermagem. Foram inclu- ídas as seguintes categorias de artigos: pesquisa, relexão, revisão de literatura/revisão sistemática e editorial. O recurso utilizado na pesquisa foi a expressão booleana “and”, sempre associando a palavra ICNP às demais palavras ou descritores.
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A terminologia CIPE® e a participação do Centro CIPE® brasileiro em seu desenvolvimento e disseminação.

A terminologia CIPE® e a participação do Centro CIPE® brasileiro em seu desenvolvimento e disseminação.

selho Nacional de Representantes (CNR) do Conselho Inter- nacional de Enfermeira(o)s (CIE) aprovou uma Resolução para o desenvolvimento de uma classificação dos elementos da prática profissional (diagnósticos, intervenções e resultados de enfermagem), que tivesse alcance internacional. A aprovação dessa Resolução acolhia preocupação expressa por grupos de enfermeira(o)s sobre a dificuldade para se nomear as situações ou problemas com que a Enfermagem lidava em seu cotidiano, por falta de um sistema de linguagem padronizada; e sobre as dificuldades para se descrever a contribuição específica da Enfermagem para a solução, alívio e prevenção de problemas de saúde, e para a promoção de modos saudáveis de vida (2) .
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Correntes de pensamento nacionais sobre sistematização da assistência de enfermagem.

Correntes de pensamento nacionais sobre sistematização da assistência de enfermagem.

Sobre as terminologias de enfermagem há que se considerar que são tentativas de uniformizar a linguagem utilizada pela enfermagem, mas a implementação das mesmas não prevê fases como num método de trabalho. As terminologias de enfermagem propõem estruturas classificatórias para diferentes etapas da metodologia da assistência. Considera-se ainda que o emprego das mesmas não é obrigatório, podendo cada unidade eleger a terminologia que melhor retrate a realidade de sua clientela. Ainda que não haja obrigatoriedade no emprego, cabe considerar que a enfermagem necessita discutir e aplicar suas terminologias com fins de crescimento e sustentação da prática profissional. Prática essa pautada no raciocínio clínico e crítico, bem como para acompanhar movimentos internacionais de padronização da linguagem de enfermagem tal como o da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE), defendida no âmbito internacional pelo International Council of Nursing (Conselho Internacional de Enfermagem) e na esfera nacional pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn).
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Uma visão da produção científica internacional sobre a classificação internacional para a prática de enfermagem.

Uma visão da produção científica internacional sobre a classificação internacional para a prática de enfermagem.

tura, conteúdo e apresentação hierárquica dos ter- mos. As versões Alfa (1996), a Beta (2000) e a Beta 2 (2001), eram experimentais e continham duas clas- sificações: de fenômenos e de ações de enfermagem. A versão 1.0 (2005) apresentou modificações sig- nificativas, relacionadas à reestruturação do mo- delo multiaxial e inclusão de uma ontologia, re- curso computacional que classifica conceitos hie- rarquicamente, viabilizando combinações e restri- ções entre termos. A versão 1.1 (2008) inova com a in- clusão de diagnósticos e intervenções pré-combi- nadas e, em 2009, a versão 2.0 é apresentada em resposta ao ajuste necessário para inclusão da CIPE ® na Família de Classificações Inter nacio-
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Perspectivas de incorporação da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE®) no Brasil.

Perspectivas de incorporação da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE®) no Brasil.

representação dos conceitos de enfermagem, quanto a integração desse modelo com outros da área da saúde. A proposta de um modelo de terminologia de referência para a Enfermagem, foi uma iniciativa empreendida por um grupo de peritos que fazem parte do grupo de funcionamento técnico do Comitê de Informática em Saúde, sob a liderança colaborativa da Associação Internacional de Informática Médica - Grupo de Interesse Especial da Informática em Enfermagem (IMIA- IMIA/NI) e do Conselho Internacional de Enfermagem (CIE). O modelo de terminologia de referência para a Enfermagem foi aprovado pela International Organization for Standardization – ISO (Organização Internacional de Normalização) em 2003, como ISO 18104: Integração de um modelo da terminologia de referência para cuidados de Enfermagem, que tem como uma das finalidades principais harmonizar as várias terminologias e classificações de enfermagem atualmente utilizadas, como a CIPE. Acredita-se que a ISO 18104 facilita a comparação sistemática entre conceitos e termos de distintas classificações mediante a análise de suas características e/ou atributos específicos (12-14) .
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Open Subconjunto terminológico da CIPE® para pessoas com diabetes mellitus na atenção especializada

Open Subconjunto terminológico da CIPE® para pessoas com diabetes mellitus na atenção especializada

Introdução: Os subconjuntos terminológicos da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE ® ) são apresentados como estratégia para simplificar o seu uso na prática, com o propósito de desenvolver dados consistentes que descrevam o trabalho da Enfermagem, constituindo-se numa referência de fácil acesso em particulares contextos de cuidados. Objetivo: Estruturar uma proposta de Subconjunto Terminológico da CIPE ® para pessoas com diabetes mellitus na atenção especializada, com base no Modelo de Atenção Crônica e na Teoria das Necessidades Humanas Básicas. Método: Pesquisa do tipo metodológica, estruturada em quatro etapas sequenciais e interdependentes: a) Identificação de termos e conceitos relevantes para a prática de enfermagem relacionada à pessoa com diabetes; b) Mapeamento cruzado dos termos identificados com os termos da CIPE ® Versão 2011; c) Construção dos enunciados de diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem; d) Estruturação do Subconjunto Terminológico da CIPE ® para pessoas com diabetes. Antes de ser executado, o projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário da UFPB (HULW/UFPB), sob CAAE nº 1938241300005183. Resultados: Na primeira etapa, foram identificados 1.036 termos em 134 prontuários de pessoas com diabetes atendidas em consultas de enfermagem no Ambulatório de Endocrinologia do HULW/UFPB, os quais foram submetidos a um processo de normalização que resultou em 582 termos. Na segunda etapa, os 582 termos identificados foram submetidos a um processo de mapeamento cruzado, em correspondência com os conceitos da CIPE ® Versão 2011. Evidenciara-se 213 termos constantes e 130 não constantes nessa classificação, que constituíram o banco de termos da linguagem de enfermagem relacionado à pessoa com diabetes. Na terceira etapa, o banco de termos, a CIPE ®
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Amamentação: a prática do enfermeiro na perspectiva da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Amamentação: a prática do enfermeiro na perspectiva da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Estudo descritivo exploratório que objeti- vou descrever os diagnósticos e as interven- ções de Enfermagem sob a perspectiva da Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva - CIPESC® na atenção à Saúde da Mulher, subtema Pré-Natal e Puerpério, correlacionando-os com as competências do Enfermeiro no Pro- grama Mãe Curitibana. Os dados utilizados foram os diagnósticos e intervenções gera- dos nas consultas de Enfermagem nos me- ses de abril a julho de 2005 e trabalhados em estatística simples. O diagnóstico Ama- mentação Adequada foi o mais frequente e as intervenções mais acionadas relacio- nam-se ao fortalecimento da usuária fren- te ao processo saúde-doença (68,9%). Ape- sar da atuação do Enfermeiro no puerpério, esta competência não consta do Protocolo do Programa. Concluiu-se que são neces- sários pequenos ajustes nos diagnósticos analisados e uma revisão do Protocolo para abrigar as competências do Enfermeiro que são desenvolvidas em sua prática nos ser- viços de saúde, conforme constam nos re- gistros da base CIPESC®.
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Termos da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem em reabilitação físico-motora.

Termos da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem em reabilitação físico-motora.

Cada um dos 226 termos passou por um processo de deinição teórica, em que foram utilizados livros-texto, ar- tigos cientíicos, dicionários da língua portuguesa e dicio- nários técnicos, da área da saúde e da Enfermagem. Res- salte-se que esse processo foi organizado de acordo com as orientações para a realização do trabalho terminológico, segundo as quais devem ser selecionadas as características distintivas que permitem a identiicação do conceito e o tipo de deinição que melhor se adapte ao peril dos usuá- rios, neste caso, pessoas em processo de reabilitação físico- motora (8-9) . Para deinir os termos, foram consideradas as
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Diagnósticos de enfermagem para idosos utilizando-se a Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem e o modelo de vida.

Diagnósticos de enfermagem para idosos utilizando-se a Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem e o modelo de vida.

Para a etapa de coleta de termos e conceitos relevantes para a assistência de enfermagem ao idoso, procedeu-se a um estudo de caráter descritivo documental, com abordagem quantitativa, em que foram identiicados os conceitos constantes no instrumento estruturado do “projeto mãe”, considerados relevantes clínica e culturalmente, para a construção de airmativas de diagnósticos de enfermagem e, consequentemente, importantes para a prática de enfermagem com idosos. O referido instrumento constituiu-se de cinco partes: 1) caracterização sociodemográica dos idosos, 2) Miniexame do Estado Mental (MEEM), 3) problemas de saúde autorreferidos, 4) Escala de Fragilidade de Edmonton (EFS) e 5) Escala de Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD).
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Classificações de enfermagem: mapeamento entre termos do foco da prática.

Classificações de enfermagem: mapeamento entre termos do foco da prática.

três etapas: a identificação dos termos no âmbito internacional; a conceitualização destes termos e a estruturação dos termos, hierarquizando-os em três pirâmides ou modelos. A pirâmide inicial, construída como uma classificação monoaxial em cujo ápice encontra-se um único princípio geral de divisão, descreve 292 fenômenos de enfermagem, que representa o domínio do cliente (ser humano ou meio ambiente). A segunda pirâmide, construída como uma classificação multiaxial na qual o termo subdivide-se em seis eixos, descreve as intervenções de enfermagem, que representa o domínio das ações realizadas pelos enfermeiros. A terceira pirâmide não foi desenvolvida e visava descrever os resultados clínicos do trabalho da enfermagem (9,15) .
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Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem: instrumental tecnológico para a prática profissional.

Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem: instrumental tecnológico para a prática profissional.

Segundo o Conselho Internacional de Enfermagem (CIE), neste início do século XXI, a saúde no mundo evolui em meio a uma grande agitação política e econômica. Os traumatismos, as enfermidades, as doenças endêmicas, as doenças crônico-degenerativas e os efeitos da pobreza, da fome, da guerra, entre outros, ameaçam a saúde e o bem-estar da população. Por outro lado, cada vez mais se dispõe de tecnologias de informação para processar e gerenciar dados que melhorem a prática profissional, a administração, a formação, a investigação e a divulgação dos conhecimentos, entre os quais os conhecimentos de enfermagem. Há muito tempo, tem-se considerado que a articulação clara do exercício da Enfermagem é essencial para que se reconheça plenamente a amplitude e a profundidade da profissão (1) .
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Os saberes da enfermagem.

Os saberes da enfermagem.

Trata-se de uma revisão de literatura sobre os conhecimentos da enfermagem, que toma como eixo principal a classificação dos os quatro padrões de conhecimento identificados e propostos por Carper: empírico, ético, estético e pessoal. O material de pesquisa foi composto por artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais nas últimas duas décadas do século vinte. A análise aponta na direção de uma ampliação dos padrões de conhecimento com inclusão de outros três, além dos propostos inicialmente: sócio-político, histórico e o desconhecer.
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PARA UMA POLÍTICA DE AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA NA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE MATO GROSSO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PARA UMA POLÍTICA DE AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA NA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE MATO GROSSO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A educação indígena, ofertada em 68 escolas, tem como objetivo proporcionar aos índios, suas comunidades e seus povos a recuperação de sua memória histórica, a reafirmação de sua identidade étnica, a valorização de sua língua e ciência. Objetiva, também, garantir aos índios o acesso às informações, ao conhecimento técnico e científico de sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não índias. Na oferta da Educação Básica para os indígenas, são necessárias adaptações às suas peculiaridades, mediante regulamentação e consulta ao CEI – Conselho Estadual Indígena e ao CEE – Conselho Estadual de Educação, considerando: conteúdos curriculares, metodologias, programas e ações que garantam autossustentação e autodeterminação às nações indígenas. A organização escolar é própria, incluindo a adequação do calendário escolar às atividades culturais. O ensino é ministrado em língua portuguesa, a partir do 5º ano de escolaridade, e assegura às comunidades indígenas o ensino da língua materna nos anos iniciais, garantindo uma educação bilíngue. Apesar dos avanços das discussões em torno da educação indígena, na prática, as escolas que atendem a essa modalidade não têm material didático específico, ou seja, os profissionais trabalham, ainda, com material monolíngue – em português – em todos os anos escolares. A maioria dos professores participou de vários projetos de capacitação e formação político-pedagógica, todavia há a necessidade de formação constante desses profissionais.
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DA PARTICIPAÇÃO AO ENVOLVIMENTO PARENTAL: UMA ESTRATÉGIA DE AÇÃO PARA A GESTÃO ESCOLAR NA BUSCA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DA PARTICIPAÇÃO AO ENVOLVIMENTO PARENTAL: UMA ESTRATÉGIA DE AÇÃO PARA A GESTÃO ESCOLAR NA BUSCA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

a categoria "envolvimento" como uma forma de participarem mais intensamente de atividades que estão relacionadas ao ensino e à aprendizagem escolar, em casa ou na escola (sala de aula). Estas atividades podem também ser iniciadas pelos próprios pais em casa, ou sugeridas pelos professores. Elas são bem abrangentes e tratam dos diversos procedimentos adotados pelos pais para auxiliar os filhos na aprendizagem, como, por exemplo, deveres de casa, leituras de livros que interessam aos pais e às crianças, jogos que estimulam o desenvolvimento cognitivo, etc., até a participação ativa dos pais na escola. Além dessas atividades desenvolvidas em casa, mencionaram a ajuda em sala de aula ou no uso da biblioteca, excursões a lugares culturais e outras atividades que os professores quisessem ou precisassem da participação deles (como falar das diferentes profissões). Ainda mais, alguns mencionaram sua participação na preparação de ambiente para as aulas, como a montagem de um laboratório simples para as aulas de ciências naturais, para educação física, revisão de textos e livros que serão usados em aula e destinados à biblioteca. (BHERING & BLATCHFORD,1999, p. 205)
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Hegemonia em tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial — Outubro Revista

Hegemonia em tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial — Outubro Revista

“Em meio a essas visões concorrentes de isolacionismo e polícia mundial, reside uma estratégia de segurança que é consistente com nossos interesses globais – uma estratégia nacional de segurança de engajamento. Uma estra- tégia de engajamento presume que os Estados Unidos continuarão a exercer uma liderança forte na comunidade internacional, utilizando todas as di- mensões de sua influência para adequar o ambiente de segurança internaci- onal. Isso é particularmente importante para garantir paz e estabilidade em regiões onde os Estados Unidos têm interesses vitais ou importantes e para estender a comunidade de democracias de livre mercado. Fortalecendo e adaptando alianças e coalizões que servem para proteger interesses e valores partilhados são a maneira mais efetiva de atingir esses objetivos”. 17
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Manual de Boas Práticas de Enfermagem em Tuberculose – Normas de Orientação Clínica

Manual de Boas Práticas de Enfermagem em Tuberculose – Normas de Orientação Clínica

Para desempenhar este papel com eficácia, estes profissionais devem conhecer os sinais e sintomas da doença, a abordagem da pessoa com suspeita e com diagnóstico de tuberculose, avalia[r]

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