Top PDF Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Partindo de dados obtidos no Arquivo da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e com a finalidade de montar um banco de dados sobre documentação típica de administração de projetos, duas metodologias de bases estatísticas são apresentadas para a definição de campos de informação. Uma, baseada na ordenação dos campos segundo sua freqüência nas consultas dos usuárias, seria cabível quando estes tivessem interesses e atividades comuns. A segunda metodologia — teste do x 2  — seria aplicável

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Como escolher os campos para um banco de dados

Como escolher os campos para um banco de dados

Considerando-se que, em banco de dados, as funções de indexação e de recuperação são dependentes da existência do campo no sistema, concluiu-se que a definição dos campos de maneira exaustiva é condição necessária, embora não suficiente, para uma recuperação precisa. Pode-se deduzir, então, que o modelo capaz de atender à precisão requerida pelos usuários de arquivos de administração de projetos ou de arquivos de quaisquer outras áreas com idêntica necessidade de precisão seria um sistema que abrigasse todos os campos de informação existentes nos documentos arquivados, a fim de permitir, nas fases posteriores do trabalho, a perfeita
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PERIODICIDADE DAS REVISTAS CIENTÍFICAS

PERIODICIDADE DAS REVISTAS CIENTÍFICAS

dois são os critérios principais para escolher as revistas que compõem o banco de dados do ISI, a periodicidade e o impacto da revista, que é medido pelo número de citaçõe[r]

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Do laboratório ao campo virtual: desenvolvimento de um banco de dados de venenos...

Do laboratório ao campo virtual: desenvolvimento de um banco de dados de venenos...

Para a criação de conteúdos específicos utilizou-se o módulo flexinode, que cria diferentes tipos de conteúdos de forma flexível, com administração no painel de controle juntamente com o gerenciamento dos conteúdos inseridos no portal, permitindo a criação de qualquer classe de conteúdo como, publicações, dados laboratoriais, seqüências, estruturas, além dos tipos já existentes, como matérias, páginas, e outros. O administrador pode definir os campos requeridos na inserção dos dados correspondentes ao conteúdo criado, editando-os de acordo com a necessidade específica do conteúdo, podendo ser um campo de texto simples, data e hora, imagem, área para composição de mensagem, lista de menus, caixa de seleção, URL, galeria de imagem, seleção de cores, endereço eletrônico, tabela, e recursos de mídia como MP3, além do campo de anexos de arquivos.
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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

O arquivo contém um registro para cada artigo submetido a congresso Lembre do exercício precedente, que um artigo é identificado pelo código do congresso ao qual foi submetido e pelo seu código. A descrição em COBOL nos informa que cada registro de artigo contém: o código do congresso, o nome do congresso, o código do artigo, o título do artigo, uma lista com os códigos e nomes dos diversos autores, uma lista com código e nome dos te- mas de que trata o artigo e uma lista com código, nome e status da revisão dos vários especialistas que estão julgando ou julgaram o artigo. As listas são es- pecificadas em COBOL na forma de cláusulas OCCURS. Os campos NO-DE- AUTORES, NO-DE-TEMAS e NO-DE-REVISORES apenas servem para con- trolar as respectivas listas de campos. Portanto, não devem ser considerados na normalização, já que são redundantes (ver Seção 6.5.6.3). O campo de sta- tus da revisão pode conter dois valores diferentes e informa se o artigo já re- cebeu parecer do revisor ou não.
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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

❏ Após o julgamento, o CP deve montar o programa do congresso, isto é, agrupar os artigos aceitos em sessões e escolher um moderador para cada sessão. Uma sessão é um grupo de artigos que tratam de um assunto co- mum e que são apresentados em um determinado horário. Por tratar-se de um congresso de trabalho, não há sessões em paralelo, isto é, em um con- gresso, em um momento no tempo, não pode ocorrer mais que uma ses- são. Assim, a sessão é identificada pelo congresso e pelo horário em que ocorre.

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Sistema de alerta de risco epidemiológico para análises zoossanitárias

Sistema de alerta de risco epidemiológico para análises zoossanitárias

Entende-se como fase de concepção tudo que se refere às regras de negócio que um sistema deve atender, contemplando as funcionalidades necessárias exigidas pelo cliente (usuário do sistema). Na fase inicial, conhecida como análise de requisitos, foi necessária a realização de diversas reuniões junto ao cliente, neste caso o IB, para o total entendimento das regras de negócio e mapeamento das funcionalidades que contemplariam o sistema. Uma regra de negócio omitida ou mal interpretada pode comprometer completamente a qualidade do sistema. Para evitar que isso aconteça foi necessário conhecer a rotina do cliente realizando visitas in loco com o intuito de documentar os processos e abstrair as funcionalidades que seriam implementadas no sistema. A partir do levantamento de dados no cliente (análise de requisitos) foi gerada uma documentação expondo as regras de negócio definidas e limitações do escopo do projeto que por várias vezes foram discutidas junto ao cliente para aprovação. As seções seguintes apresentam as etapas adotadas neste projeto, com respectivas documentações que serviram de suporte para o desenvolvimento do sistema SARE, contemplando aspectos técnicos desde o levantamento de requisitos até os diagramas que documentam o sistema; modelagem de dados e prototipação de telas contendo o design e layout gráfico do sistema para interação com o usuário.
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SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

Enquant o a álgebr a def ine um conj unt o de oper ações par a o modelo r elacional, o cálculo relacional pr ovê uma not ação declar at iva de nível super ior par a a especif icação de consult as r elacionais. Uma expr essão de cálculo r elacional cr ia uma nova r elação, que é especif icada em t er mos de var iáveis que abr angem as linhas das r elações ar mazenadas no banco de dados (em cálculos de t uplas) ou as colunas das r elações ar mazenadas (em cálculo de domínio). Em uma expr essão de cálculo, não há or dem nas oper ações par a especif icar como r ecuper ar o r esult ado de uma consult a — uma expr essão de cálculo especif ica apenas qual inf or mação o r esult ado dever ia cont er . Essa é a pr incipal car act er íst ica de dist inção ent r e a álgebr a r elacional e o cálculo r elacional. O cálculo r elacional é impor t ant e por que t em uma sólida base na lógica mat emát ica e por que a SQL (st andar d quer y language — linguagem de consult a-padr ão) par a os SGBDRs possui muit os de seus f undament os no cálculo r elacional de t upla. A álgebr a r elacional f r eqüent ement e é consider ada como uma par t e do modelo r elacional de dados e suas oper ações podem ser divididas em dois gr upos. Um gr upo inclui um conj unt o de oper ações da t eor ia de conj unt o mat emát ica — essas oper ações são aplicadas por que cada r elação é def inida como um conj unt o de t uplas no modelo r elacional f or mal. Os conj unt os de oper ações incluem UNI ÃO (UNI ON), I NTERSEÇÃO (I NTERSECTI ON), DI FERENÇA DE CONJ UNTO (SET DI FFERENCE) e PRODUTO CARTESI ANO (CROSS PRODUCT). O out r o gr upo consist e em oper ações desenvolvidas especif icament e par a os bancos de dados r elacionais — est as incluem SELEÇÃO (SELECT), PROJ EÇÃO (PROJ ECT) e J UNÇÃO (J OI N), ent r e out r as. Descr ever emos, pr imeir o, na Seção 6.1, as oper ações SELEÇÃO e PROJ EÇÃO, por que elas são operações unárias que at uam em r elações
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Puc-Campinas – Banco de Dados I – Projeto de Banco de Dados

Puc-Campinas – Banco de Dados I – Projeto de Banco de Dados

Enquanto no modelo relacional os dados e os relacionamentos entre dados são representados por uma coleção de tabelas, modelo de rede representa os dados por coleções de registros e os r[r]

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PRO-CITE: um software para gerenciamento de bases de dados bibliográficos

PRO-CITE: um software para gerenciamento de bases de dados bibliográficos

O usuário pode definir seus próprios arquivos de pontuação. Se um arquivo de pontuação não incluir instruções para determinado campo, esse campo não aparece; os campos podem ser apresentados em qualquer ordem na saída. A montagem de um arquivo de pontuação é simples. O usuário seleciona os campos de uma lista e digita a pontuação que deve aparecer antes e depois do campo. Os dados são apresentados em três colunas, pontuação anterior, nome do campo e pontuação posterior. Essa apresentação é extremamente clara e fácil de entender. Nesse ponto o PRO-CITE supera a maioria dos sistemas, onde as instruções para a saída são apresentadas como listas lineares de códigos e nomes de campo, de difícil compreensão.
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OS EFEITOS DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO: O DESAFIO PARA QUE TODOS OS ALUNOS LEIAM E ESCREVAM ATÉ OS OITO ANOS DE IDADE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS EFEITOS DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO: O DESAFIO PARA QUE TODOS OS ALUNOS LEIAM E ESCREVAM ATÉ OS OITO ANOS DE IDADE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Assim, considerando que um percurso escolar de sucesso pressupõe o pleno desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita nos anos iniciais do Ensino Fundament[r]

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Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados

Álvaro Sistemas Operacionais Carlos Banco de Dados INSTRUTOR ESTUDANDE Marcos Nair Nico Silas Altair Silas Saulo Silas Marcos Wilson Álvaro Wilson Carlos Wellington Nico Zenaide. ESTUDA[r]

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INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

O modelo em redes surgiu como uma extensão ao modelo hierárquico, eliminando o conceito de hierarquia e permitindo que um mesmo registro estivesse envolvido em várias associações. No modelo em rede, os registros são organizados em grafos onde aparece um único tipo de associação (set) que define uma relação 1:N entre 2 tipos de registros: proprietário e membro. Desta maneira, dados dois relacionamentos 1:N entre os registros A e D e entre os registros C e D é possível construir um relacionamento M:N entre A e D. O gerenciador Data Base Task Group (DBTG) da CODASYL (Committee on Data Systems and Languages) estabeleceu uma norma para este modelo de banco de dados, com linguagem própria para definição e manipulação de dados. Os dados tinham uma forma limitada de independência física. A única garantia era que o sistema deveria recuperar os dados para as aplicações como se eles estivessem armazenados na maneira indicada nos esquemas. Os geradores de relatórios da CODASYL também definiram sintaxes para dois aspectos chaves dos sistemas gerenciadores de dados: concorrência e segurança. O mecanismo de segurança fornecia uma facilidade na qual parte do banco de dados (ou área) pudesse ser bloqueada para prevenir acessos simultâneos, quando necessário. A sintaxe da segurança permitia que uma senha fosse associada a cada objeto descrito no esquema. Ao contrário do Modelo Hierárquico, em que qualquer acesso aos dados passa pela raiz, o modelo em rede possibilita acesso a qualquer nó da rede sem passar pela raiz. No Modelo em Rede o sistema comercial mais divulgado é o CA- IDMS da Computer Associates. O diagrama para representar os conceitos do modelo em redes consiste em dois componentes básicos: Caixas, que correspondem aos registros e Linhas, que correspondem às associações. A Figura 1.2 ilustra um exemplo de diagrama do modelo em rede.
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VERÔNICA DE SOUZA CRUZ OS DESAFIOS DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UM ESTUDO DA CORDENADORIA REGIONAL DE CAREIRO DA VÁRZEAAM

VERÔNICA DE SOUZA CRUZ OS DESAFIOS DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UM ESTUDO DA CORDENADORIA REGIONAL DE CAREIRO DA VÁRZEAAM

trabalhar as habilidades dos descritores em que seus alunos tiveram dificuldade. O gestor 4 foi o que demonstrou ter mais clareza sobre a apropriação, pois afirmou que as intervenções realizadas em sua escola se preocupam com toda a trajetória dos alunos e não somente com as turmas que são avaliadas. Para ele, o trabalho deve ser realizado como um todo na escola. Nesse sentido, percebemos aqui indícios de um trabalho realizado em conjunto na escola, o que caracteriza que o trabalho desenvolvido seja baseado nos princípios da gestão democrática. Pela declaração do gestor 3, percebemos que uma das ações que sua equipe gestora organiza são os simulados para trabalhar os resultados das avaliações externas. É importante ressaltar que os simulados podem não ser a melhor opção para trabalhar os dados, tendo em vista que podem levar os professores a treinarem os alunos e também ao estreitamento do currículo escolar (BONAMINO e SOUZA, 2012). Vale destacar, pela declaração do gestor 2, a preocupação em envolver a família, o que caracteriza uma gestão mais participativa.
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Um novo senhor da educação? A política educacional do Banco Mundial para a periferia do capitalismo — Outubro Revista

Um novo senhor da educação? A política educacional do Banco Mundial para a periferia do capitalismo — Outubro Revista

experiencia, contém as principais orientações para o setor. Situa a crise do ensino superior, num primeiro momento, como resultante da crise fiscal. Po- rém, ao longo do documento, os propósitos políticos vão sendo explicitados sobrepondo-se, portanto, à questão fiscal. Este documento é paradigmático: constitui-se na matriz das recentes medidas do governo federal. O documento apregoa uma maior diferenciação no ensino superior, demandando a supres- são da indissociabilidade entre o ensino e a pesquisa, nos termos do Decreto 2306/97 que distingue as instituições de ensino superior universitárias e os centros universitários, um eufemismo para legitimar as universidades exclu- sivamente de ensino, como poderá acontecer com a criação de universidades por área do conhecimento (como na transformação dos Cefet’s em universi- dades especializadas) e como já ocorre nas instituições privadas. O Banco indica os instrumentos para a implementação dessa política, enfatizando a importância de redefinir a autonomia universitária em moldes neoliberais, a saber, uma autonomia que signifique o afastamento do Estado da vida da instituição: “Uma maior autonomia institucional é a chave para o êxito da reforma no ensino público superior, especialmente a fim de diversificar e uti- lizar os recursos mais eficientemente. Uma meta indicativa poderia ser as instituições estatais de nível superior gerarem recursos suficientes para fi- nanciar aproximadamente 30% de suas necessidades totais de recursos”. 19
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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática SQL DML (revisão)

Banco de Dados Curso Técnico em Informática SQL DML (revisão)

 Prioridade da tabela à direita, isto é, todos os registros da segunda tabela serão mostrados independente se houver correspondente na outra tabela.  Pega todos os atributos da relaç[r]

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Normalização – Um exemplo prático

Normalização – Um exemplo prático

O primeiro passo necessário para a normalização em 1FN é obter uma forma tabular de representação dos dados. Isso implica dispô-los em formato de linhas e colunas. Para facilitar esse entendimento, e também a visualização do processo de normalização, iremos montar uma tabela contendo as linhas e colunas que servirão como exemplo. Esse procedimento não é um passo obrigatório durante a normalização. Ele serve somente como meio para facilitar a visualização do próprio processo.

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Banco de dados - SQL

Banco de dados - SQL

Para resolvermos a nossa consulta diretamente no banco de dados, podemos criar uma visão contendo as médias das notas das disciplinas e após, selecionarmos dessa visão o código da disciplina com maior média e assim obtermos o nome da disciplina com maior média de notas.

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

14) Obter a quantidade total de cada peça fornecida, somente para as peças com qtde total maior que 500: Select SUM (QTDE), cod-peça from fornecimento Group by cod-peça Having SUM (QTD[r]

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