Top PDF Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

As projeções do IBGE para o ano 2050 são de que a população com mais de 60 anos passará de 14,5 para 64 milhões, com expec- tativa de vida variando entre 62,97 a 73,59 anos. Assim, a avaliação da capacidade funcional vem se tornando um instrumento útil para averiguar o estado de saúde do idoso. Atualmente, houve progressos na qualidade de vida, tendo um declínio das incapacidades funcio- nais, aumentando assim, a perspectiva de longevidade em função de vários fatores, tais como o progresso nas áreas médica, nutricional e na prescrição de exercícios físicos, dentre outros. Este estudo teve como objetivo avaliar o nível de autonomia funcional entre idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado, entre contra-resistência e endurance. A população pesquisada foi de idosos, acima de 60 anos, moradores da zona norte e oeste do município do Rio de Janeiro, sendo 15 praticantes, que deveriam treinar a pelo menos 3 meses e 16 não praticantes. Para a realização da coleta de dados foi utilizado o protocolo de avaliação da autonomia funcional do idoso, desenvolvido pelo Grupo de Desenvolvimento Latino-Americano (GDLAM), composto pelos testes caminhar 10 metros (C10m), levantar-se da posição sentada cinco vezes (LPS), levantar-se da posição decúbito ventral (LPDV), levantar-se da ca- deira e locomover-se pela casa (LCLC) e vestir e tirar uma camiseta (VTC). Os dados obtidos através dos testes foram analisados a partir de estatística descritiva e tabelas. Verifi camos que os dois grupos de idosos conseguiram realizar os testes propostos, sendo que o teste LPDV foi realizado em menor tempo por ambos os grupos. Os re- sultados de todos os testes apresentaram diferenças signifi cativas nos tempos de execução, diferenciando a classifi cação entre os grupos. O grupo praticante obteve a classifi cação “muito bom” nos testes LPDV e VTC, bom no LPS e regular no C10m e LCLC. Os não praticantes apresentaram desempenho muito bom no teste VTC, regular no LPDV e fraco no C10m, LPS e LCLC. De acordo com o índice GDLAM, os praticantes foram classifi cados como regular e os não praticantes como fraco.
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Idosos praticantes de treinamento resistido em Florianópolis

Idosos praticantes de treinamento resistido em Florianópolis

Os benefícios dos exercícios de força, segundo Fleck e Kramer (2006) trazem consigo o aumento no tamanho das fibras musculares, a diminuição do percentual de gordura, o aumento da força muscular, a melhora nos aspectos neurais, a normalização nos níveis de pressão sanguínea, a diminuição das dores, principalmente causada por problemas nos ossos e a redução nos fatores que causam quedas nos idosos. Além disso, o treinamento de foça melhora a postura, a estética corporal, a autoestima e a integração e socialização. A musculação pode trazer ganhos de massa muscular, trazendo resultados para independência e autonomia, mantendo o idoso com uma boa capacidade funcional. (MAZO et al., 2009)
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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

A qualidade de vida (QV) tem relação com a percepção do indivíduo quanto à sua vida no que se refere ao contexto cultural e de valores nos quais vivencia, relacionado com suas expectativas, padrões, objetivos e preocupações. Embora tenha ocorrido o crescimento da população da terceira idade mundialmente, no qual percebemos um forte indicativo da melhoria da qualidade de vida, é notório que o processo de envelhecimento está relacionado a perdas significativas em inúmeras capacidades físicas, as quais culminam, inevitavelmente, no declínio da capacidade funcional e da independência do idoso. Ramos e Sandoval (2018) afirmam que o idoso perde sua capacidade funcional no decorrer da vida havendo uma depreciação física do mesmo que reflete no desempenho das atividades básicas ou complexas, limitando a autonomia funcional, devido à diminuição das funções dos sistemas nervoso, osteomuscular, cardiorrespiratório e somatossensorial. Há uma diminuição na força, potência muscular e no equilíbrio, o que dificulta a execução tanto das atividades básicas de vida diária (ABVD’s) como as atividades instrumentais de vida diária (AIVD’s), prejudicando assim a sua qualidade de vida (RAMOS, SANDOVAL, 2018, p.48).
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IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO APRESENTAM MELHOR MOBILIDADE DO QUE IDOSOS FISICAMENTE ATIVOS NÃO PRATICANTES

IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO APRESENTAM MELHOR MOBILIDADE DO QUE IDOSOS FISICAMENTE ATIVOS NÃO PRATICANTES

independência funcional. O declínio do tecido musculoesquelético interfere significativamente na capacidade funcional dos idosos. Porém, a prática regular de treinamento resistido (TR) pode postergar, minimizar ou até mesmo evitar estes declínios funcionais oriundos do processo de envelhecimento. O objetivo do presente estudo foi comparar variáveis de força muscular, mobilidade e independência entre idosos que praticam TR e idosos considerados fisicamente ativos pelo Questionário de Atividade Física Internacional (IPAQ), porém não praticantes do TR. Estudo transversal com grupo de comparação, observacional e não probabilístico. A amostra foi composta por 114 idosos, divididos em dois grupos: grupo TR (GTR), composto por 43 idosos praticantes de TR e grupo fisicamente ativos (GFA), composto por 71 idosos considerados fisicamente ativos, não praticantes de TR. As variáveis coletadas foram: sociodemográficas, de independência funcional, força e mobilidade. Os instrumentos utilizados para a coleta desses dados foram: questionário estruturado fechado, teste de sentar e levantar, teste de dinamometria de força de preensão manual, Escore de Lawton, Escala de Katz e TUG test, respectivamente. Aplicou-se o Test t de Student para amostras independentes para verificar diferenças estatisticamente significativas entre os grupos. Com relação às variáveis categóricas foi aplicado o teste do Qui-quadrado. O nível de significância mínimo para todos os testes estatísticos foi fixado em p<0,05. A amostra foi ajustada para sexo, idade, renda e escolaridade. Foram encontradas diferenças significativas entre os grupos em relação ao sexo, estado civil, renda e escolaridade (p<0,001). O grupo GTR apresentou média menor no tempo de deslocamento no TUG test (6,24±0,86 segundos) em relação ao GFA, que apresentou média de 11,24±4,26 segundos (p=0,035). Após serem realizados os ajustes estatísticos, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos em relação ao Escore de Lawton, à força de preensão manual e no teste de sentar e levantar. Concluiu-se que idosos praticantes do TR apresentaram desempenho significativamente melhor no TUG test, o que está diretamente relacionado com a prevenção de quedas e fraturas.
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A capacidade funcional de idosos fi sicamente independentes praticantes de atividade física

A capacidade funcional de idosos fi sicamente independentes praticantes de atividade física

traçaram valores normativos de aptidão funcionais gerais, baseados nos resultados obtidos na aplicação da bateria de testes da AAHPERD em idosos praticantes de ativi- dade física há pelo menos seis meses. Tais idosos apresentaram valores mais altos para fl exibilidade, força de membros superiores, agilidade e equilíbrio dinâmico. Esta última capacidade funcional foi avaliada num teste semelhante ao Sentar, levantar e locomover- se pela casa; porém, a distância percorrida foi inferior a utilizada no presente traba- lho, o que infl uencia os resultados, pois um percurso menor requer menor tempo para completá-lo. A difi culdade para comparação e interpretação do desempenho é devido aos diferentes tipos de exigência de treinamento e prescrições, o que são fatores intervenien- tes nos resultados, uma vez que a maioria dos testes foram os mesmos.
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Efeito de um programa de treino combinado, na aptidão física e funcional, postura e equilíbrio de idosos praticantes de hidroginástica

Efeito de um programa de treino combinado, na aptidão física e funcional, postura e equilíbrio de idosos praticantes de hidroginástica

Este estudo teve como objectivo avaliar os efeitos de um programa de treino combinado, desenvolvido, durante 10 semanas, 3 vezes por semana - em idosos de ambos os sexos praticantes de hidroginástica - sobre a aptidão física e funcional (AFF), postura e equilíbrio. A amostra foi constituída por 16 idosos aparentemente saudáveis e activos, dos quais 8 (média 62,9 + 2.23) eram do grupo de treino de força e flexibilidade (GTF2) e os restantes 8 (média 64,38 + 2,67), pertenciam ao grupo controlo (GC). Foi efectuada uma avaliação clínica multifuncional para determinar o IMC e a protusão da cabeça. Com o propósito de avaliar o desempenho do equilíbrio funcional aplicámos a Escala de Equilíbrio de Berg (1992) e recorremos à bateria de testes de Riklli & Jones (2001), para avaliar os parâmetros da AFF: força e flexibilidade dos membros superiores e inferiores, equilíbrio dinâmico/agilidade e capacidade aeróbia. A análise da aderência à normalidade foi verificada através do teste de Kolmogorov-Smirnov com a correcção de Lilliefors; para comparação das médias utilizámos o teste de t para amostras independentes e para averiguar as diferenças entre os dois grupos de estudo, nos dois momentos de avaliação, aplicamos o teste t para amostras emparelhadas. O nível de significância foi estabelecido em 5% (p ≤ 0,05). Os resultados evidenciam uma diferença significativa na interacção Pós-treino GTF2 versus GC em relação à Protusão da Cabeça, Escala de Equilíbrio de Berg, e em alguns testes da Aptidão Física e Funcional (força muscular dos membros superiores e inferiores, flexibilidade do membro superior e equilíbrio dinâmico). Concluímos que o treino combinado de força e flexibilidade é eficiente para melhorar a AFF, sendo o equilíbrio dinâmico e a força muscular as variáveis que apresentaram resultados mais significativos. Deste modo, julgamos fundamental o desenvolvimento de hábitos regulares de prática de exercício físico como meio de promoção da capacidade funcional, qualidade de vida e autonomia do idoso.
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Condições de saúde e qualidade de vida de idosos praticantes de treinamento funcional

Condições de saúde e qualidade de vida de idosos praticantes de treinamento funcional

Não foi encontrada diferença significativa nos domínios e nas facetas de qualidade de vida em função do sexo, do estado civil e da aposentadoria (p>0,05). Esses dados contradizem o estudo de Pereira, Alvarez e Traebert (2011), no qual foi observado que a baixa renda e a ausência de um companheiro contribuíram para pior percepção da qualidade de vida, pois o isolamento social e as doenças advindas com o processo de envelhecimento fazem com que os idosos se sintam desamparados e adquiram mais dívidas. Como os idosos deste estudo estão inseridos socialmente e possuem maior autonomia proporcionada pela prática do treinamento funcional, esses dados não foram associados à percepção de qualidade de vida da amostra.
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Comparação dos níveis de força e equilíbrio entre idosos praticantes de musculação e de hidroginástica

Comparação dos níveis de força e equilíbrio entre idosos praticantes de musculação e de hidroginástica

Na perspectiva de minimizar os efeitos do envelhecimento, destacando-se a queda dos níveis de força e a diminuição do equilíbrio, diversas modalidades de treinamento físico são realizadas pela população idosa. O presente estudo objetivou comparar os níveis de força e equilíbrio entre idosos praticantes de musculação, hidroginástica e não praticantes de exercício, além de correlacionar as diferentes variáveis. Foram selecionados trinta e seis indivíduos idosos, divididos em três grupos: praticantes de musculação (GM), praticantes de hidroginástica (GH) e não praticantes de exercício (GNP). Os desfechos avaliados fo- ram a força dinâmica máxima pelo teste de uma repetição máxima no exercício leg press (RMleg), o equilíbrio dinâmica por meio do teste funcional Time Up and Go (TUG) e o risco de quedas pela Escala de Equilíbrio de Berg (EEB). O grupo GM apresentou maior força máxima e menor tempo de execução no TUG (113,1 ± 18,2 kg e 8,0 ± 0,6 s, respec- tivamente) em comparação ao GH (77,9 ± 12,5 kg e 8,8 ± 0,4 s, respectivamente) e GNP (72,1 ± 16,4 kg e 8,9 ± 0,7 s, respectivamente). Estes dois testes apresentaram correlação significante moderada (r = - 0,61 e p≤0,01). Não foram observadas diferenças entre grupos na avaliação EEB. Conclui-se que a hidroginástica parece não ter a mesma eficiência no desenvolvimento de força e equilíbrio de idosos em relação a musculação.
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Comparação da força e capacidade funcional entre idosos praticantes de musculação, hidroginástica e não praticantes de exercícios físicos.

Comparação da força e capacidade funcional entre idosos praticantes de musculação, hidroginástica e não praticantes de exercícios físicos.

mulheres praticantes de hidroginástica e mulheres sedentárias e identificaram que a média dos escores obtidos para o domínio físico no grupo das mulheres praticantes de hidroginástica foi significativamente maior daqueles obtidos no grupo de mulheres sedentárias. O estudo explica que a prática de hidroginástica pode retardar algumas alterações corporais que fazem parte do curso normal do envelhecimento, melhorando a força e a flexibilidade, aumentando consequentemente a autonomia e a qualidade de vida. A realização de atividades que envolvam qualquer tipo de contração muscular de membros inferiores, além da execução de serviços domésticos vigorosos e moderados, parece exercer papel importante na manutenção da força muscular e da capacidade funcional dos idosos. 22,29
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ANÁLISE DA FORÇA MUSCULAR, FLEXIBILIDADE E EQUILÍBRIO DE IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO FUNCIONAL

ANÁLISE DA FORÇA MUSCULAR, FLEXIBILIDADE E EQUILÍBRIO DE IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO FUNCIONAL

Já se sabe que o idoso perde sua capacidade funcional no decorrer da vida há uma depreciação física do idoso que reflete no desempenho das atividades básicas ou complexas, limitando a autonomia funcional, devido á diminuição das funções dos sistemas; nervoso, osteomuscular, cardiorrespiratório e somato- sensorial. Há uma diminuição na força, potência muscular e no equilíbrio, o que dificulta a execução tanto das atividades básicas de vida diária (ABVD’s) como as atividades instrumentais de vida diária (AIVD’s), prejudicando assim a sua qualidade de vida.
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Correlação socioeconômica e antropométrica em idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos

Correlação socioeconômica e antropométrica em idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos

das atividades propostas pelos acadêmicos. Os dados deste estudo demonstraram que os idosos não praticantes do programa supervisionado de atividades físicas, optaram por atividades lúdicas, artesanais, e de convivência, ao invés de exercícios físicos. Apesar das atividades desenvolvidas neste grupo não exigirem níveis esco- lares elevados, e serem de fácil aprendizagem, eram igualmente valorizadas pelos idosos participantes. O grupo dos praticantes, que apresentou maior renda, pare- cia compreender a importância de sua participação no programa, a assiduidade, e influência no controle de patologias crônico-degenerativas. Assim, neste estudo contastou-se que os idosos mais escolarizados tiveram maior adesão e valorizaram mais a prática de atividades físicas, pois entendiam como método preventivo e não farmacológico contra o aparecimento de doenças.
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Estudo comparativo da autonomia de ação de idosas praticantes e não praticantes de exercícios físicos regulares.

Estudo comparativo da autonomia de ação de idosas praticantes e não praticantes de exercícios físicos regulares.

identificada diferença significativa entre a autonomia de ação das idosas de GE e GNE, houve ligeira vantagem absoluta em favor das primeiras (GE: 0,86 vs. GNE: 0,89; p = 0,55). O fato de, em termos estatísticos, as diferenças entre os valores médios do ISAC em grupos com caracterís- ticas diferentes não serem significativas, não é surpresa. Pela lógica do SysSen, é perfeitamente possível que sujeitos com aptidão física inferior sejam considerados mais autônomos (maior ISAC) do que outros com melhor condição atlética. Basta que essa maior aptidão (traduzida pelo IAP) fique aquém das necessidades levantadas pelo QSAP (refletida pelo IAE). No presente caso, a vantagem identificada para o IAP não foi su- ficiente para alterar de forma mais impactante o ISAC, provavelmente porque os valores do IAE compensaram a diferença. Mais importante do que a comparação entre médias do ISAC em GE e GNE, talvez seja o quadro ilustrado pelo Isacograma exibido na figura 4: em GNE, das 21 mulheres observadas, apenas seis (29%) situaram-se acima da linha demarcatória do ISAC ≥ 1,0. Dentre as 27 idosas do GE, por outro lado, 10 (37%) ultrapassaram esse ponto de corte. Considerando o conjunto dos dados, é plausível que esses resultados tenham decorrido de um déficit de aptidão físico-funcional mais frequente em GNE que em GE, já que os resultados obtidos para o IAE foram similares entre os grupos. CONCLUSÃO
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Carga interna de treinamento, desempenho e assimetria entre membros inferiores em praticantes de treinamento funcional de alta intensidade

Carga interna de treinamento, desempenho e assimetria entre membros inferiores em praticantes de treinamento funcional de alta intensidade

O treinamento funcional de alta intensidade (TFAI) é caracterizado por apresentar altos volumes e altas intensidades de treinamento. O TFAI tem como objetivo aumentar as capacidades físicas dos praticantes, no entanto é necessário estratégias para minimizar os índices de lesões e potencializar o desempenho. Portanto, o objetivo do presente estudo foi analisar a carga interna de treinamento, desempenho e assimetria entre membros em praticantes de treinamento funcional de alta intensidade. No primeiro estudo a amostra foi composta por 31 praticantes de TFAI (14 homens e 17 mulheres ) com diferentes níveis de condicionamento. No segundo estudo, a amostra foi composta por 24 atletas amadores (13 homens e 11 mulheres). Para o primeiro estudo a soma e média das cargas semanais foram registradas para o cálculo da monotonia, estresse do treinamento e carga de trabalho aguda: crônica (CTAC). Adicionalmente, os praticantes realizaram testes de salto, sprint e força de preensão manual (FPM). Para o segundo estudo testes de saltos e sprint foram realizados. No primeiro estudo a monotonia de treinamento reduziu apenas no grupo iniciante somente na semana 4 (IC95% = 0.006 a 0.292; p = 0.03) e 5 (IC95% = 0.038 a 0.396; p = 0.01) quando comparadas com a semana 1. Em adição, apenas o grupo iniciante apresentou aumento no desempenho somente no salto vertical contra movimento (IC95% = 0.005 a 0.047; p = 0.016) e potência relativa (IC95% = 0.181 a 2.607; p = 0.026). No segundo estudo foi observado que as assimetrias parecem não repercutir na atenuação do desempenho. Por outro lado, foi observado assimetria gerais de 9,5% em mulheres e 9,3% em homens. Concluímos que, a CIT apresentou variações de maior e menor magnitude entre as semanas com diferenças na monotonia apenas para iniciantes. Adicionalmente, somente o grupo iniciante apresentou aumento no desempenho. Foi observado que assimetrias entre membros parecem não estar relacionados a menor desempenho nos testes de desempenho. No entanto, assimetrias acima de 15% podem aumentar a chance de lesão.
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SONO E DESEMPENHO COGNITIVO DE IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

SONO E DESEMPENHO COGNITIVO DE IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

A propagação do mito de que o declínio cognitivo dos sujeitos idosos pode ser medido pelo tempo de reação, encontra opositores. Considerando o fato de que poucos trabalhos sobre TR são longitudinais e que existe uma variação individual muito ampla no TR em todas as idades, Spirduso (2005) relata que o tempo de reação simples (TRS) é um mecanismo primário do SNC. Se fatores como novidade, prática, qualidade do estímulo e expectativa do desempenho forem constantes, as diferenças de TR nas idades podem ser minimizadas. O TR representa a velocidade da resposta, ou seja, a velocidade com a qual uma pessoa consegue mover um dedo ou membro, quando quase não há necessidade de cálculo, integração ou tomada de decisão e é um parâmetro de avaliação do desempenho cognitivo amplamente utilizado quando se avaliam idosos.
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Diferenças nos aspectos cognitivos entre idosos praticantes e não praticantes de exercício físico.

Diferenças nos aspectos cognitivos entre idosos praticantes e não praticantes de exercício físico.

Os idosos pertencentes ao G1 foram selecionados por meio do Programa Floripa Ativa – Fase B, da Secretaria Mu- nicipal de Saúde, de Florianópolis, SC, Brasil. A fase “B” desse programa desenvolvia aulas de ginástica funcional, com in- tensidade moderada, três vezes na semana e com duração de 60 minutos/sessão em centros de saúde (CS) de Florianó- polis (Capoeiras, Córrego Grande, Ingleses e Saco Grande). Nessas aulas eram enfatizados diferentes componentes da capacidade funcional, principalmente a força, o equilíbrio, a lexibilidade, a coordenação e a resistência aeróbia.
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Comparação de diferentes arranjos de treino nas variáveis neuromusculares de praticantes de treinamento de força

Comparação de diferentes arranjos de treino nas variáveis neuromusculares de praticantes de treinamento de força

Um estudo inédito realizado por Soares (2013) verificou que os danos causados por um exercício específico (rosca bíceps) foram significativamente maiores que os danos causados por um exercício não específico dos flexores do cotovelo (remada supinada). Esse estudo foi composto por 11 indivíduos do sexo masculino (24,5 ±5,5 anos) experientes em treinamento de força (6,1 ±2,7 anos de prática). O protocolo consistia em oito séries de 10 repetições máximas realizadas em dois exercícios não simultâneos: rosca bíceps no banco scott e remada supinada na máquina (um braço realizou rosca bíceps e o outro braço realizou remada supinada em momentos diferentes). O pico de torque, a percepção de dor e a circunferência dos flexores do cotovelo foram avaliadas no pré-treino, dez minutos, 24, 48, 72 e 96h pós-treino. O pico de torque dos flexores do cotovelo que executaram o rosca bíceps apresentou uma queda significativa até 48h após o treino (p<0,001). Já o pico de torque dos flexores de cotovelo no exercício remada supinada retornou aos valores iniciais 24h após o treino (p>0,05). Portanto, quando o exercício não foi específico à musculatura a sua recuperação foi mais rápida. Esse achado inédito mostrou que talvez, de forma aguda, os indivíduos poderiam treinar grupamentos musculares sinergistas em dias consecutivos (ex: músculos grandes dorsais na segunda e músculos flexores do cotovelo na terça-feira) sem prejuízo no desempenho destes.
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Comparação das Classificações FitEscola entre Alunos Praticantes e Não Praticantes de Desporto Escolar

Comparação das Classificações FitEscola entre Alunos Praticantes e Não Praticantes de Desporto Escolar

As preocupações que tivemos na nossa intervenção em todas as modalidades por onde passámos no Desporto Escolar, foi perceber a interação do professor que estava a lecionar e os seus objetivos, de forma a poder intervir de encontro a esses objetivos. Por exemplo, no basquetebol, por falta de elementos, acabámos por participar diversas vezes no treino, e aquilo que eu procurava era dar muito feedback motivacional e corretivo, de forma a que conseguíssemos cumprir os objetivos. Esse feedback era essencialmente pequenas lacunas observadas, isto porque, muitos dos praticantes eram já federados e percebiam o jogo, bem como os seus erros. Na natação, o meu objetivo foi corrigir a técnica de alguns dos movimentos de crawl e costas, isto porque, o treino que assumi a liderança era dado pelo professor João Ferreira. Por fim, no badminton, existiam no máximo 2 a 5 alunos por treino, onde acabamos também por ser praticantes e o feedback dado era no decorrer do jogo.
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Comparação das cargas de treinamento nos testes de repetições máximas e 1RM em indivíduos praticantes do treinamento de força

Comparação das cargas de treinamento nos testes de repetições máximas e 1RM em indivíduos praticantes do treinamento de força

O objetivo desta pesquisa se destinou a identificar se há diferenças significativas entre os resultados preditivos de 1 repetição máxima (RM) com o teste de 1 repetição máxima em indivíduos intermediários e avançados praticantes do treinamento de força no exercício supino reto com barra. A pesquisa foi realizada com 10 homens (27,7 ± 6,65 anos) com no mínimo quatro meses de treinamento de força ininterruptos, os quais foram submetidos aos dois tipos de teste no período de 48 a 72 horas. Não houve diferença estatisticamente significativa quando comparados os testes de predição de 1 RM e o teste de 1 RM (p = 0,307). Com os resultados, verificamos que a fórmula proposta por Baechle e Groves pode ser considerada satisfatória para verificar a força muscular dinâmica de indivíduos intermediários e avançados no treinamento de força, com idade de 17 a 36 anos no exercício supino reto com barra.
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NÍVEL DE APTIDÃO FÍSICA EM ADOLESCENTES PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO SISTEMATIZADO NO FUTEBOL

NÍVEL DE APTIDÃO FÍSICA EM ADOLESCENTES PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO SISTEMATIZADO NO FUTEBOL

A aptidão física é um estado que se caracteriza pela capacidade de executar atividades de lazer e diárias com vigor, enfrentar emergências imprevisíveis sem fadiga excessiva e contribuir com o baixo risco de desenvolvimento prematuro das doenças hipocinéticas. O objetivo do presente estudo é comparar o nível aptidão física entre adolescentes praticantes e não praticantes de treinamento sistematizado no futebol. Foram avaliados dois grupos, um praticante e outro não, contendo 28 adolescentes. Realizaram-se cinco testes físicos avaliando o desempenho esportivo dos mesmos, sendo eles, força explosiva de membros superiores e inferiores, agilidade, velocidade e aptidão cardiorrespiratória. Para a classificação de cada parâmetro, utilizou- se o manual do PROESP. Com o intuito de verificar a distribuição dos dados, foi realizado o teste de Shapiro-Wilk. As possíveis diferenças das variáveis foram verificadas pelos testes t independente e Mann Whitney. Para todos os testes, foi adotado o nível de significância de p <0,05. Para o tratamento estatístico dos dados empregou-se o software SPSS (Statistical Package for Social Science) para Windows®, versão 20.0. O effect size com r de Pearson foi aplicado para verificar se houve um tamanho alto ou baixo do efeito. Os resultados demonstram que o grupo
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Aptidão física relacionada com a saúde de idosos : estudo comparativo entre idosos praticantes e não praticantes de boccia

Aptidão física relacionada com a saúde de idosos : estudo comparativo entre idosos praticantes e não praticantes de boccia

Quanto ao tipo de actividade aeróbia a ser realizada, é recomendada a prescrição de actividades de baixo impacto articular, que englobe grandes grupos musculares tais como o caminhar, nadar, andar de bicicleta, etc (ACSM, 1998). A intensidade da actividade deve ser suficientemente elevada para induzir alterações fisiológicas significativas (mínimo de 50% FCmáx.), sem, no entanto, induzir o risco de lesão sobre o sistema cardiovascular e locomotor, ou seja, deve ser adaptado às características de cada um. A duração do treino deve ser entre 20 a 60 minutos, dependendo da frequência do mesmo, devendo ser realizado, quer de forma contínua, quer intermitente. Recomenda- se a existência prévia de um trabalho de reforço muscular, para os Idosos mais debilitados do ponto vista do aparelho locomotor e/ ou obesos, no sentido de aumentar a força, a estabilidade articular e o equilíbrio (ACSM, 1998).
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