Top PDF Comparação da qualidade de vida em pessoas com amputação praticantes e não praticantes de atividade física

Comparação da qualidade de vida em pessoas com amputação praticantes e não praticantes de atividade física

Comparação da qualidade de vida em pessoas com amputação praticantes e não praticantes de atividade física

A atividade física há muito tem se mostrado benéfica, não apenas para o aspecto físico, mas também para o emocional, psicológico e social. Tais fatores tendem a ser prejudicados em indivíduos no período pós-amputação de membro inferior. O objetivo deste estudo foi investigar os fatores relacionados à prática de atividade física e qualidade de vida (QV) pós amputação de membro inferior. Foi realizado um estudo transversal, na qual utilizou-se uma ficha sócio demográfica para obter informações como idade, sexo, nível da amputação e protetização. Além disso, para verificar a QV foi aplicado o Outcomes Study 36-Item Short- Form Health Survey (SF-36) e para os níveis de AF o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Para avaliar o grau e qualidade de locomoção com a prótese foi usado o Índice da Capacidade de Locomoção (LCI). Participaram da pesquisa 11 indivíduos acima de 18 anos, de ambos os gêneros em diferentes períodos pós-amputados, estando ou não praticando atividade física. Os participantes tinham em média 49,64 anos (+10,86 anos), grande maioria do sexo masculino (81,8%), com amputação acima do joelho (54,5%) e motivada por causa traumática (72,7%). Cinco dos participantes (45,5%) praticavam algum exercício físico e/ou esporte. Ao comparar a QV e o LCI entre praticantes e não praticantes de exercícios e/ou esporte apenas o LCI mostrou-se superior para aqueles que praticavam. Porém ao calcular diferença percentual, os praticantes mostraram melhor qualidade de vida, em todos os domínios, quando comparados aos não praticantes. Outros domínios da QV e a capacidade locomotora foram diferentes quando considerou-se a renda e nível de amputação, sendo que aqueles de maior renda e com amputação abaixo do joelho percebem melhor alguns domínios da qualidade de vida. Ressalta-se também o número de reclamações por participantes sobre os encaixes de suas próteses de origem pública além do alto índice de indivíduos com dor (no coto e fantasma). Por isso afirma-se a necessidade de uma melhora no produto oferecido pelo poder público e incentiva-se a elaboração de um programa de exercício físico e/ou esporte para melhora na qualidade de vida e na locomoção.
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Comparação da qualidade de vida relacionada à saúde entre mulheres na pós-menopausa praticantes de atividade física com e sem osteoporose

Comparação da qualidade de vida relacionada à saúde entre mulheres na pós-menopausa praticantes de atividade física com e sem osteoporose

As voluntárias que aceitaram participar apresentavam-se com uma condição de saúde satisfatória, independentemen- te de terem ou não osteoporose. Pode-se sugerir que boa condição de saúde reflita maior tendência à participação de pesquisas deste gênero, ou seja, é mais provável que uma pessoa que esteja se sentindo bem aceite participar de uma atividade não corriqueira do que uma pessoa que acredita que a sua condição de saúde esteja aquém da média da população. Além disso, todas as voluntárias realizavam atividades voltadas à terceira idade, o que resultou em uma amostra de mulheres ativas fisicamente, o que não é comumente encontrado na população idosa, que apresenta elevada porcentagem de sedentários (1) .
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Comparação do nível de qualidade de vida dos indivíduos com Síndrome de Down praticantes e não praticantes de atividade física

Comparação do nível de qualidade de vida dos indivíduos com Síndrome de Down praticantes e não praticantes de atividade física

No presente estudo, após a aplicação do Questionário de Qualidade de Vida SF-36 observou-se que, dentre os oito domínios avaliados na pesquisa, apenas os domínios Capacidade Funcional e Saúde Mental apresentaram diferença significativa, beneficiando os indivíduos praticantes de atividade física. Tal resultado corrobora com o estudo de Reis (2010), onde foi observado que a atividade física, em diversos níveis, pode ajudar o deficiente a adquirir não só a mobilidade como também o equilíbrio emocional e a autoestima, sendo esta, significativa para a qualidade de vida e para a sua inclusão social.
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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E EQUILÍBRIO EM IDOSAS SEDENTÁRIAS E PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E EQUILÍBRIO EM IDOSAS SEDENTÁRIAS E PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

apresentou maior nível de instrução e uma condição financeira muito mais favorável que no GS. As idosas que apresentaram maior renda tiveram uma auto-percepção da saúde mais positiva. Este achado é semelhante ao encontrado por Rocha e Freire, (5) em que 32,1% das idosas fisicamente inativas possuia melhor percepção de saúde contra 67,9% das idosas fisicamente ativas, com significância de p=0,039. A situação socioeconômica desempenha um papel fundamental na determinação das condições de saúde das pessoas, (16) estando diretamente relacionada com uma autopercepção positiva da saúde. Por este motivo, as políticas de atenção à saúde do idoso visam conter ações voltadas à melhoria da condição de renda das pessoas. (5)
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Capacidade Funcional e Qualidade de Vida dos Seniores Praticantes e não Praticantes de Hidroginástica

Capacidade Funcional e Qualidade de Vida dos Seniores Praticantes e não Praticantes de Hidroginástica

Segundo a OMS (2005), o envelhecimento ativo é o processo de potencializar as oportunidades em saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem, tendo em conta as frágeis e/ou fisicamente inabilitadas, que precisam de cuidados. A atividade física tem como efeitos nos seniores a preservação da independência físico-funcional (Fibra, Sá, Fontes, Driusso & Prado, 2006). Assim as doenças crónicas não transmissíveis estão associadas à transição demográfica e representam um grande desafio para o desenvolvimento global nas próximas décadas. Estas doenças ameaçam a qualidade de vida de milhões de pessoas e terá um grande impacto económico em países com o produto interno bruto reduzido (Rica, et al., 2013). Mas a OMS manifesta preocupação com o aumento da esperança média de vida, pois os serviços de saúde não tem capacidade de resposta para todos com qualidade, pois o avançar da idade necessita de ser acompanhado pela melhoria ou manutenção da saúde e da qualidade de vida (Salicio, Shimoya-Bittencourt, Silva, Luz Rodrigues & Salicio, 2015).
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Análise da qualidade de vida de idosos praticantes e não praticantes de atividade física regular em um bairro da cidade de Campina Grande - PB

Análise da qualidade de vida de idosos praticantes e não praticantes de atividade física regular em um bairro da cidade de Campina Grande - PB

estar e independência na realização de atividades de vida diária (BLAIR et al, 2003). O processo de envelhecimento é uma realidade sem retrocesso na vida do ser humano. Pessoas envelhecidas, mesmo as que não possuem doenças, debilitam-se gradativamente devido às alterações fisiológicas que ocorrem com o passar dos anos e limitam suas funções, tornando- as mais susceptíveis a agravos diversos (MARIN et al., 2004). Sabe-se que, apesar de constituir um processo natural, o envelhecimento não ocorre de forma homogênea. Cada idoso é um ser único que, ao longo da sua vida, foi influenciado por eventos de natureza fisiológica, patológica, psicológica, social, cultural e econômica, os quais atuam sobre a qualidade de vida durante o envelhecimento (BRASIL, 2002). Mudanças em praticamente todos os órgãos e sistemas do organismo com tendência à diminuição das reservas funcionais são previsíveis com o aumento da idade cronológica. Estas modificações são inerentes ao processo de envelhecimento e são inevitáveis, embora atenuadas com a prática de atividade física e alimentação adequada (BRASIL, 2002).
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Estudo do controle postural e qualidade de vida em idosos praticantes e não praticantes de atividade física em Campina Grande – PB

Estudo do controle postural e qualidade de vida em idosos praticantes e não praticantes de atividade física em Campina Grande – PB

Nos dias atuais, o envelhecimento é um desafio universal característico tanto dos países desenvolvidos, como também de forma crescente, nos de terceiro mundo. Atualmente o Brasil apresenta um dos processos mais rápidos de envelhecimento populacional entre os países mais populosos (MOREIRA,1998). Na década de 50 o país estava no 16º lugar em número de pessoas acima de 60 anos. No entanto estimativas feitas para o ano de 2025 mostram que a população idosa será 15 vezes maior, enquanto que na população geral esse aumento será de apenas 5 vezes no mesmo período. Dessa forma o país passará de 16º para 6º lugar em termos de população idosa no mundo, tendo cerca de 32 milhões de pessoas acima dos 60 anos de idade (MADUREIRA, LIMA, 1998).
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QUALIDADE DE VIDA  EM PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE JUMP

QUALIDADE DE VIDA EM PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE JUMP

Atualmente, as pessoas estão cada vez mais se interessando pela prática de exercícios em busca de estética e principalmente pela qualidade de vida, dando prioridade para aulas coletivas que também proporcionam prazer. Assim, o presente estudo teve por objetivo comparar a qualidade de vida de praticantes e não praticantes de Jump de uma cidade no interior de Minas Gerais. Foi feita uma pesquisa de campo, descritiva, de corte transversal, com aplicação do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) versão curta, classificando as pessoas em sedentário, insuficiente ativo A e B, ativo e muito ativo, e, em seguida o World Health Organization Quality of Life/bref (WHOQOL/breve), versão em português. Tal questionário contém 26 questões fechadas e seu objetivo é verificar a qualidade de vida, através de 4 domínios: físico, psicológico, meio ambiente e relações sociais. Foram avaliadas 50 mulheres, entre elas 25 praticantes de jump com idade média de 33,82 + 6,69 anos e 25 não praticantes com idade média de 33,82 + 6,69 anos. Entre o grupo de não praticantes, 13 eram ativas, 1 insuficientemente ativa A, 8 insuficientemente ativas B e 3 sedentárias; já entre o grupo de
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Perfil da qualidade de vida de idosos praticantes de atividade física em uma academia no Rio de Janeiro

Perfil da qualidade de vida de idosos praticantes de atividade física em uma academia no Rio de Janeiro

O envelhecimento é um processo complexo que envolve diferentes variáveis e declínio progressivo de todos os processos fisiológicos (Nobrega e colaboradores, 1999), morfológicos, funcionais e patológicos nos grandes órgãos e sistemas (Souza, Schroeder e Liberali, 2007). Podem surgir como conseqüência a diminuição do desempenho motor (Andreotti e Okuma, 1999), e a dificuldade de realização de certos gestos e atividades da vida diária ou a incapacidade de fazê-las (Rosa e colaboradores, 2003). Desta forma métodos para melhorar a qualidade de vida dos idosos se tornam importantes (Hagerman e colaboradores, 2000), e vem se tornando um dos principais critérios na avaliação da saúde e da eficácia dos tratamentos, devendo qualquer intervenção ser revertida em benefícios e bem-estar para estas pessoas (Ferreira e Figueiredo, 2007).
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Atividade Física, Satisfação com a Vida e Felicidade dos Praticantes

Atividade Física, Satisfação com a Vida e Felicidade dos Praticantes

Diener e Lucas (2000) consideram sinónimos os termos qualidade de vida, satisfação com a vida, felicidade, bem-estar subjetivo, no entanto, outros investigadores defendem que há diferenças fundamentais entre estes conceitos (Hird, 2003 cit. in Coimbra, 2009). A Felicidade é vista como um valor importante e uma das principais dimensões que confere sentido à vida, sendo reconhecida como parte integrante de uma vida saudável (Diener, Scollon & Lucas, 2003). Por exemplo, Diener e Tay (2013) consideram que a prática de comportamentos saudáveis (e.g., praticar exercício, não fumar) bem como a boa saúde em geral estão associados ao conceito de felicidade. Os mesmos autores dizem que pessoas felizes apresentam níveis mais elevados de saúde. A avaliação da Felicidade surge como uma categoria mais ampla do bem-estar pois implica uma avaliação global do individuo (Lyubormisky & Lepper, 1999) feita através das emoções, isto é, as emoções que o individuo manifesta nos momentos de satisfação (Diener, 1984, Lucas et al., 1996).
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Estudo da qualidade de vida dos idosos praticantes de atividade física (body vive)

Estudo da qualidade de vida dos idosos praticantes de atividade física (body vive)

A presença de tecido conjuntivo no interior dos músculos e tendões desempenha o importante papel de manter a integridade estrutural dos elementos contráteis. Além disto, esse tecido depende dos movimentos, visto que o ciclo representado pelas forças de compressão e de relaxamento (devido à alternância de contração e relaxamento dos músculos em atividade) comprime o liquido sinovial e os nutrientes nele contidos, através da cavidade articular. O tecido conjuntivo está distribuído pelo corpo inteiro; e os efeitos da velhice se manifestam nele precocemente. A perda da elasticidade do tecido conjuntivo é responsável pelo aspecto rugoso da pele das pessoas de idade, perdendo o tônus, tornando-se flácida. O tecido conjuntivo de outras estruturas também é afetado, desde os pulmões aos músculos e às articulações.
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Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso praticantes e não praticantes de atividade física.

Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso praticantes e não praticantes de atividade física.

Quando se realiza uma comparação entre a percepção dos domínios da qualidade de vida entre os subgrupos, algumas questões emergem. Uma delas se refere a quão bem a amostra se sente em relação à questão ambiental e ao aspecto social, independentemente do subgrupo a que pertence. Por outro lado, os domínios físico e psicológico são, em ordem decrescente, os mais críticos para a amostra. Estes resultados sugerem que, ao refletir sobre as questões referentes à sua qualidade de vida, os indivíduos o fazem considerando não apenas o momento presente de suas vidas, mas em comparação com suas experiências ao longo de seu ciclo vital.
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Comparação antropométrica de idosos praticantes e não praticantes de atividade física de um centro recreativo do Recife/PE: uma associação com risco cardiovascular

Comparação antropométrica de idosos praticantes e não praticantes de atividade física de um centro recreativo do Recife/PE: uma associação com risco cardiovascular

Durante o século XX, as doenças cardiovasculares adquiriram uma maior importância com o aumento da expectativa de vida da população mundial. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, a população idosa em pleno crescimento no mundo aponta que até 2025, serão 1,2 bilhões de pessoas idosas. No Brasil a estimativa é que existirão cerca de 30 milhões de pessoas idosas, correspondendo à cerca de 15% da população, sendo o sexto país em números absolutos representados por idosos (Franchi e Montenegro Junior, 2005). Por outro lado, a urbanização que aconteceu nos países desenvolvidos neste século e que chegou ao Brasil, trouxe consigo alguns problemas, como uma menor atividade física, alteração nos hábitos alimentares, tabagismo e estresse. Contudo, o aumento da expectativa de vida, juntamente com os problemas decorrentes da mudança no estilo de vida das pessoas, acabou por determinar um crescimento na incidência das doenças cardiovasculares, que surgem mais freqüentemente após os 50 anos de idade (Tribess e Virtuoso, 2005).
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Qualidade de vida e capacidade de equilíbrio durante o processo de envelhecimento de mulheres praticantes de atividade física

Qualidade de vida e capacidade de equilíbrio durante o processo de envelhecimento de mulheres praticantes de atividade física

O termo é abrangente e diz respeito ainda ao modo como as pessoas vivem, sentem e compreendem seu cotidiano, relacionando, portanto, saúde, educação, transporte, moradia, trabalho e participação nas decisões que lhes dizem respeito e determinam como vivem o mundo. Compreendem desse modo, situações extremamente variadas, como anos de escolaridade, atendimento digno em caso de doenças e acidentes, conforto e pontualidade nas condições para se dirigir a diferentes locais, alimentação em quantidade suficiente e com qualidade adequada e, até mesmo, posse de aparelhos eletrodomésticos (VILARTA; GONÇALVES, 2004). Minayo, Assis e Souza (2005) complementa dizendo que qualidade de vida é uma noção eminentemente humana que aproxima-se do grau de satisfação encontrado na vida familiar, amorosa, social e ambiental.
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ASSOCIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

ASSOCIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

Os idosos praticantes de atividade física obtiveram médias de gordura corporal de 37,42 (±6,64) e 28,9 (±6,41) para mulheres e homens respectivamente. Quanto aos não praticantes, as médias encontradas foram de 33,43 (±7,94) para mulheres e de 23,42 (±6,08) para os homens. Os valores encontrados de massa magra foram de 41,98 (±5,36) para mulheres e 56,41 (±5,15) para os homens praticantes de atividade física. Já os nãos praticantes tiveram massa magra de 66,56 (±7,94) para mulheres e 76,58 (±6,08) para homens. Desconhece-se uma classificação específica para indivíduos idosos, mas para fins de comparação a classificação pelo percentual de gordura segundo Lohman (1992) 21 , indicaria que ambos os grupos seriam considerados obesos. Estudos semelhantes como o de Ferreira et al. (2014) 17 que contaram com uma amostra de 50 idosos, observa-se que teve uma maior gordura corporal no grupo dos não praticantes 33,7 (±2,8%) do que os praticantes 30,1 (±5,11%). Oliveira et al. (2012) 22 compararam a gordura corporal entre os idosos praticantes e não praticantes de atividade física e encontraram que a gordura corporal dos praticantes de atividade física era maior 29,4 (±5,5%) do que as do não praticantes 21,7 (±4,5%) sugerindo que aqueles que não praticam atividade física regular, possam evidenciar um gasto calórico elevado somente com as atividades de vida diária.
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QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS

QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS

através de média e desvio padrão ou mediana, valores máximos e mínimos de acordo com a distribuição dos dados. A comparação entre os grupos foi realizada pelo teste t Student e Mann- Whitney para as distribuições normal e não normal, respectivamente. O teste qui quadrado foi utilizado para comparar as categorias da autoavaliação da qualidade de vida e da da saúde entre os grupos de indivíduos ativos e não ativos. Para todos os tratamentos, adotou-se um nível de significância de p<0,05.O grupo de idosos ativos apresentou um maior tempo em atividade física, uma melhor autoavaliação da qualidade de vida, uma tendência a melhor autoavaliação da saúde, bem como uma melhor pontuação para o domínio psicológico, se comparado aos idosos não ativos. Conclui-se que idosos ativos avaliam melhor a qualidade de vida e tendem a ter uma melhor percepção de saúde; além disso, ressalta-se que a prática de exercício influenciou positivamente apenas o domínio psicológico.
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Avaliação da qualidade de vida, equilíbrio, força muscular e capacidade física em idosos praticantes de atividade física e não praticantes de atividade física

Avaliação da qualidade de vida, equilíbrio, força muscular e capacidade física em idosos praticantes de atividade física e não praticantes de atividade física

Nós estamos interessados em saber que tipos de atividade física as pessoas fazem como parte do seu dia a dia. Este projeto faz parte de um grande estudo que está sendo feito em diferentes países ao redor do mundo. Suas respostas nos ajudarão a entender quão ativos nós somos em relação às pessoas de outros países. As perguntas estão relacionadas ao tempo que você gastou fazendo atividade física na ÚLTIMA semana. As perguntas incluem as atividades que você fez no trabalho, foi de um lugar a outro por lazer, por esporte, por exercício ou como parte das suas atividades em casa ou no jardim. Suas respostas são MUITO
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Transtorno cognitivo em idosos praticantes de atividade física

Transtorno cognitivo em idosos praticantes de atividade física

Dessa forma, o presente estudo é fundamental, considerando a escassez de pesquisas sobre a frequência de transtorno cognitivo na população idosa no Brasil e especificamente em Florianópolis. A importância de identificar esses casos precocemente para uma possível intervenção terapêutica e outras estratégias para possibilitar uma melhor qualidade de vida a essas pessoas, torna esta uma necessidade do Projeto de Ginástica para Terceira Idade da UFSC, pois nenhum levantamento desta natureza, até o momento foi realizado, nos trabalhos de conclusão de curso da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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A influência da atividade aeróbica Zumba na qualidade de vida de seus praticantes

A influência da atividade aeróbica Zumba na qualidade de vida de seus praticantes

de um profissional, a fim de evitar problemas com lesões por estar realizando movimentos incorretos durante a prática. Possuem vários benefícios e atuam diretamente na saúde física das pessoas que os praticam, tais como: redução do peso e pressão arterial, melhoria do bem-estar, controle do estresse, melhoria da capacidade aeróbia e anaeróbia e, da força, além do fortalecimento de ossos e articulações, queima de calorias, ajuda também no tratamento da maior parte das doenças crônico-degenerativas, aumenta a expectativa de vida, entre outros (ALLSEN et al.,2001; MARIS, 2004; THEOBALD e DIETTRICH, 2007).
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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

O treinamento resistido vem sendo bastante utilizado em idosos que procuram centros de treinamento e já se sabe que o mesmo traz uma gama de benefícios aos seus praticantes. O objetivo do presente estudo foi comparar a qualidade de vida de idosos praticantes e não praticantes do treinamento resistido, utilizando como instrumento o questionário SF-36. A amostra foi composta por 30 sujeitos com idade igual ou superior a 60 anos, de ambos os sexos, alocadas em dois grupos: G1(praticantes) e G2(não praticantes). Foram caracterizadas as médias e variáveis da qualidade de vida em oito domínios que são eles: capacidade funcional, aspectos físicos, dor, estado geral de saúde, saúde mental, vitalidade, aspectos sociais e emocionais. Como procedimento de análise de dados, utilizou-se a estatística descritiva, utilizando-se nível de significância de 5% através do Test t. Os resultados evidenciaram qualidade de vida significativamente superior para G1 (p=0,0001) bem como na maioria dos domínios avaliados, exceto na saúde mental (p=0,2366). Conclui-se que o treinamento resistido realizado com acompanhamento de um profissional e prescrito de forma correta, pode influenciar diretamente na melhoria da qualidade de vida da população da terceira idade.
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