Top PDF Comportamento forrageiro da abelha africanizada Apis mellifera L. no decorrer do ano.

Comportamento forrageiro da abelha africanizada Apis mellifera L. no decorrer do ano.

Comportamento forrageiro da abelha africanizada Apis mellifera L. no decorrer do ano.

RESUMO. O objetivo deste experimento foi estudar o comportamento forrageiro das abelhas africanizadas Apis mellifera, no decorrer do ano. As coletas foram realizadas na área experimental do Centro Universitário Moura Lacerda, Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. Uma vez por mês, durante 12 meses, era realizada uma avaliação da atividade de coleta dessas abelhas anotando-se, das 7h às 18h, 10 min. em cada horário, o número de abelhas que entrava na colmeia carregando pólen ou néctar, com cinco repetições por mês. As abelhas A. mellifera coletaram néctar durante todo o dia aumentando sua frequência até às 12h, e para pólen, essas abelhas preferiram o período da manhã, até as 11h. Concluiu-se que não houve diferença significativa tanto para coleta de néctar quanto para de pólen, no decorrer do ano, porém os meses que as abelhas coletaram mais e menos néctar foram fevereiro de 2008 e julho de 2007, respectivamente. Para pólen, foram março de 2008 e setembro de 2007. A temperatura mínima para o início da coleta foi 12,42°C. A baixa umidade relativa do ar foi um fator limitante para a coleta de néctar, devendo estar no mínimo acima dos 40%. Essas abelhas preferiram coletar néctar (78,42%) comparado à quantidade de pólen coletado (21,58%).
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Produção de própolis por abelha melífera africanizada (Apis mellifera L.) na caatinga do médio jaguaribe cearense

Produção de própolis por abelha melífera africanizada (Apis mellifera L.) na caatinga do médio jaguaribe cearense

O objetivo do presente trabalho foi avaliar a produção de própolis por abelha melífera africanizada (Apis mellifera L.) e a influência da coleta de própolis na produção de mel, na caatinga do Baixo Jaguaribe cearense. Foram escolhidos aleatoriamente cinco núcleos apícolas com 25 colméias cada, padrão Langstroth, habitadas com abelhas melíferas africanizadas na caatinga cearense, no município de Limoeiro do Norte - Ceará, sendo sorteadas dez colônias para a coleta de própolis e mel e outras dez para a coleta de mel. As coletas de própolis foram realizadas sempre que os coletores estavam cheios ou decorridos trinta dias. As colheitas de mel foram procedidas sempre que os favos das melgueiras estivessem com operculação superior a 90%. Para a análise dos dados de produção de própolis, utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x5 (2 épocas do ano e 5 locais de produção), enquanto que para avaliar os efeitos da coleta de própolis na produção de mel, nos diferentes núcleos, os dados foram analisados segundo o modelo fatorial 2 x 5 (2 com ou sem retirada de própolis e 5 locais de produção). Para a produção de própolis, observou-se que não houve interação significativa entre os fatores época do ano e local do apiário e que não houve diferença na quantidade de própolis coletada no período seco e chuvoso do ano. Entretanto, observou-se diferença significativa entre a quantidade de própolis coletada nos diferentes locais, sendo que o Núcleo Altamira 2 apresentou a menor produção de própolis em relação aos demais, que não diferiram entre si. Sobre a influência da coleta de própolis na produção de mel, observou-se que não houve interação significativa entre os fatores local do apiário e a retirada de própolis, bem como dos efeitos isolados desses fatores na produção de mel. Concluiu-se que a produção de própolis na caatinga não sofre influência das estações seca e chuvosa, mas pode ser influenciada pelo local de instalação do apiário e que a coleta de própolis não interfere na produção de mel.
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A abelha melífera africanizada (Apis mellifera L.) na polinização e produção de óleo das sementes do pinhão manso (Jatropha curcas L.)

A abelha melífera africanizada (Apis mellifera L.) na polinização e produção de óleo das sementes do pinhão manso (Jatropha curcas L.)

RESUMO GERAL - O objetivo desta tese foi investigar a possibilidade da utilização de Apis mellifera L. na polinização e incremento de produtividade da cultura do pinhão-manso (Jatropha curcas L.). Para tanto, foram estudados a biologia floral e a polinização do pinhão- manso bem como o comportamento forrageiro e a eficiência polinizadora de Apis mellifera, mediante a introdução de quatro colônias em um hectare. O trabalho foi realizado em uma área de 10ha de plantio comercial já estabelecido, com cinco anos de idade, no Estado do Piauí, (08°32’19,0”S e 43°56’19,7”W e 220 metros de altitude), entre os meses de março e julho de 2009. As flores são produzidas em inflorescências protogínicas, e a antese, bem como a maior oferta de pólen, ocorrem basicamente no período matinal. As inflorescências duram, em média, 20 dias, com maior concentração de flores femininas no terço inicial e de masculinas no terço médio, com relação de 18,1:1,0 flores masculina/feminina. Embora esse fato favoreça a xenogamia, a receptividade do estigma dura, pelo menos, cinco dias, assegurando que a flor alcance o período de maior produção de pólen na própria inflorescência, facilitando a geitonogamia. As flores polinizadas até o quarto dia frutificam da mesma forma que aquelas polinizadas no primeiro, segundo e terceiro dias após antese, não havendo diferenças significativas. O forrageamento por A. mellifera ocorre durante todo o dia, com maior pico entre 13h00min e 15h00min, sendo típico de coleta de néctar tanto nas flores masculinas quanto nas femininas. Apenas uma visita da abelha às flores acarreta em 100% de vingamento, mostrando resultado semelhante (p>0,05) aos tratamentos de xenogamia manual (96%), geitonogamia manual (94%) e polinização aberta (93%). Uma visita apenas, no entanto, não é suficiente para produzir maior quantidade de óleo por semente (213mg), em comparação com o tratamento de polinização aberta, e por geitonogamia (250mg). Além disto, foi possível constatar que há maior produção de óleo por geitonogamia e não por xenogamia (237mg). Conclui-se que a Apis mellifera é um polinizador eficiente da cultura. Sua introdução, com quatro colônias por hectare, maximiza a produção de óleo e produz os melhores resultados para todos os parâmetros avaliados. Além disso, apenas uma visita da abelha melífera às flores do pinhão-manso é suficiente para prevenir défice de polinização.
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Estudos das alterações renais e vasculares induzidos pelo veneno e frações isoladas de abelha Apis mellifera

Estudos das alterações renais e vasculares induzidos pelo veneno e frações isoladas de abelha Apis mellifera

A Apis mellifera scutellata originária também do continente Africano, foi introduzida no Brasil na região de Rio Claro-SP, em 1956, para fins científicos, mas acabou escapando do apiário para a natureza, alastrando-se para todo o continente. No cruzamento com as raças européias aqui existentes, produziu um “híbrido” que passou a ser chamado de abelha africanizada. Assim como a Apis mellifera adonsoni, essas abelhas são agressivas, polinizadoras e enxameadoras. Como diferencial, a Apis mellifera scutellata é bastante produtiva e madrugareira, pois trabalha até o final do dia, mas são migratórias. Apresentam porte pequeno e cor amarelada nos zangões e nas operárias (BUCHMANN, NABHAN, 1996).
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Toxicidade de inseticidas para abelhas Apis mellifera L

Toxicidade de inseticidas para abelhas Apis mellifera L

1998). Nesse trabalho foi determinada de acordo com a metodologia descrita por Miranda et al. (2003), com modificações. Para isto, 10 abelhas campeiras foram anestesiadas em refrigerador (4°C). Em seguida, foram colocadas em caixas de madeira contendo telas nas laterais (25,0 x 15,0 x 10,0 cm) onde foi fornecido 1 mL de mel em alimentador (2cm x 1 cm) contendo as diferentes doses dos inseticidas; após três horas o alimento contaminado foi substituído por outro sem contaminação. De acordo com Thompson; Hunt (1999), a vesícula nectarífera das Apis mellifera tem volume de 50PL, portanto as diluições do alimento com inseticidas foram calculadas para que em 50PL contivesse as doses estimadas de cada princípio ativo. As abelhas permaneceram em temperatura ambiente. Um grupo controle recebeu apenas mel. Após 24h foi contabilizado o número de abelhas mortas em cada tratamento. Os experimentos foram realizados em triplicata e os resultados utilizados para os cálculos da DL 50.
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Análise de expressão e splicing alternativo do gene Mdh-1 de Apis mellifera L. (Hymenoptera: Apidae)

Análise de expressão e splicing alternativo do gene Mdh-1 de Apis mellifera L. (Hymenoptera: Apidae)

Análise de expressão e splicing alternativo do gene Mdh-1 de Apis mellifera L.. (Hymenoptera: Apidae) / Keize Nagamati Junior.[r]

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Avaliação dos efeitos do Imidaclopride, sobre o sistema nervoso de Apis mellifera africanizada, através da expressão da proteína FOS

Avaliação dos efeitos do Imidaclopride, sobre o sistema nervoso de Apis mellifera africanizada, através da expressão da proteína FOS

Decourtye et al. (2003) mostraram ainda que a ação do imidaclopride sobre as abelhas é alterada por diversos outros fatores. Em trabalhos com operárias de Apis mellifera de inverno e de verão, percebeu-se que a letalidade do imidaclopride se dava em doses menores para as primeiras (48 μg kg -1 e 96 μg kg -1 , respectivamente). Por outro lado, em testes de aprendizado olfatório as abelhas de verão se mostraram mais sensíveis ao inseticida. Tais fatos contraditórios os fizeram concluir que as diferenças comportamentais e fisiológicas entre essas operárias e a qualidade do pólen coletado alteram a ação do imidaclopride. Como por exemplo, nas abelhas de inverno o tecido adiposo é mais espesso e é nele que acontece a bioacumulação dos pesticidas; as abelhas de inverno emergem em câmaras mais internas da colônia e a estocagem de pólen na colméia é grande; e as abelhas de verão emergem em câmaras mais ventiladas e quase não há estocagem de pólen na colônia nesta estação. Dessa forma, a exposição à substâncias tóxicas por períodos longos induz a maior mortalidade das operárias de inverno, mas faz com que elas sejam tolerantes a alguns efeitos dos pesticidas.
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Efeito da cafeína no comportamento e na longevidade de operárias de abelhas africanizadas Apis mellifera L. (Hymenoptera: Apidae)

Efeito da cafeína no comportamento e na longevidade de operárias de abelhas africanizadas Apis mellifera L. (Hymenoptera: Apidae)

Com relação à atividade de limpeza, considerando simultaneamente as tarefas de autolimpeza, limpeza de células e limpeza de operárias, a análise estatística comparativa dos dados obtid[r]

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Toxicidade,  e ganho de peso da abelha Apis mellifera alimentada com ração proteica alternativa

Toxicidade, e ganho de peso da abelha Apis mellifera alimentada com ração proteica alternativa

Um dos entraves da apicultura é a falta de fontes proteicas de alimento no período de entressafra. Uma alternativa para manter as colônias nutridas nesses períodos é a alimentação artificial. Rações comerciais, no entanto, muitas vezes são caras, não atendem às necessidades nutricionais da abelha Apis mellifera ou não são bem aceitas pelas operárias. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi comparar os efeitos de duas rações proteicas, uma experimental, formulada com ingredientes facilmente adquiridos no comércio, e uma comercial, no desenvolvimento de colônias de Apis mellifera. O trabalho foi realizado no Apiário do Sítio Lagoinha, Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte, Brasil, no período de 21 de outubro a 16 de dezembro de 2016. O experimento constou de três tratamentos: testemunha (T1), que recebeu apenas o xarope de açúcar; ração comercial (T2); e ração experimental (T3). Cada tratamento foi aplicado em seis colônias e foram realizadas oito coletas de dados sobre o consumo das rações por colônia e medidas das áreas de crias. Não foi observada diferença estatística (p>0,05) no consumo semanal das duas alimentações até a quinta semana, quando o consumo da ração comercial foi superior ao da experimental. No entanto, no cômputo das oito semanas, o consumo total da ração comercial foi significativamente maior (p<0,05) do que aquele da ração experimental. Quanto ao desenvolvimento da área de crias, somente em duas semanas (segunda e última), foi observada diferença entre os tratamentos (p<0,05), com T1 apresentando maior média em relação a T2, que não diferiram estatisticamente de T3 (p > 0,05). Nas demais semanas, não foi observada nenhuma diferença estatística significativa (p>0,05) entre os tratamentos. Nenhuma das duas rações demonstrou capacidade para o aumento da área de crias e manutenção das abelhas no período de escassez de alimentos. Apesar do custo de produção mais elevado, a ração experimental demonstrou ser economicamente mais viável por apresentar um menor consumo para a manutenção da mesma área de cria.
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Estudo comparativo da polinização de Mangifera indica L. em cultivo convencional e orgânico na região do Vale do Submédio do São Francisco.

Estudo comparativo da polinização de Mangifera indica L. em cultivo convencional e orgânico na região do Vale do Submédio do São Francisco.

ABSTRACT-This study was carried out in 2005 and 2006, in a commercial mango Tommy Atkins plantation on Frutex Farm, in Petrolina-PE. The objective was to verify the floral biology as well as the comparative study of behaviour, the frequency and the seasonality of the floral visitors in both organic and conventional crops. The mango tree inflorescences present male and hermaphrodite flowers (2:1), with predominance of the first ones in the basis of the panicles. The anthesis is diurnal, asynchronic, with liberation of strong and sweat odour. The flowers present dicogamy, characterized by the anthers dehiscence 24 hours after the anthesis. The nectar production is continuous and in small amounts, on an average of 0,045µL/flower. Concerning the flower visitors, 21 species were registered, belonging to the orders Diptera, Hymenoptera, Lepidoptera and Odonata. Apis mellifera was the most frequent visitant in both types of crops. Among the Diptera, Belvosia bicincta (17,7%) and Musca domestica (10,2%) were the most frequent visitors in conventional and organic crops, respectively. The diversity and number of visitors were higher in the organic crop. The use of agrotoxics during the flowering period reduced the visit of bees (50%) and Diptera (20%). Because of its behaviour, frequency and active movement in the inflorescences, Apis mellifera was considered as the most efficient pollinator of the crop for the region of the São Francisco Submédio Valley.
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Efeito do número de visitas florais da abelha melífera (Apis mellifera L.) na polinização da goiabeira (Psidium guajava L.) cv. Paluma

Efeito do número de visitas florais da abelha melífera (Apis mellifera L.) na polinização da goiabeira (Psidium guajava L.) cv. Paluma

Abstract - The research was carried out in the farm FRUTACE, located in the County of São Gonçalo do Amarante, State of Ceará, Brazil. Data were collected and analyzed between September 1999 and March 2000 aiming to determine the minimum number of visits a honeybee (Apis mellifera L.) needs to pay a guava (Psidium guajava L.) cv. Paluma flower to maximize crop production. The experiment was made up of six treatments: open pollination, restricted pollination to emasculated flowers, and one, two, three and four A. mellifera visits to the same guava flower. Parameters used for evaluation were the number of fruits produced, fruit mass, pulp mass and number of seeds per fruit. Results showed that one single honeybee visit to a guava flower produced significantly (P < 0,05) more fruits than two, three or four visits per flower, although there had been no significant differences (P > 0,05) between treatments to fruit and pulp mass neither to the number of seeds per fruit. Two A. mellifera visits per flower produced the best pollination efficiency index (PEi).
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ANA CAROLINA DE SOUZA AGUIAR PANORAMA E PERSPECTIVAS DA CADEIA PRODUTIVA DO MEL NO BRASIL

ANA CAROLINA DE SOUZA AGUIAR PANORAMA E PERSPECTIVAS DA CADEIA PRODUTIVA DO MEL NO BRASIL

A outra prática, denominada meliponicultura, consiste na criação abelhas pertencentes à tribo Meliponini, chamadas popularmente de abelhas sem ferrão ou abelhas nativas. Historicamente, muitas dessas abelhas sofreram uma exploração predatória por meleiros, com a retirada do mel sem o manejo correto e consequente destruição das colônias, o que contribuiu para a diminuição das populações em algumas regiões. No decorrer do tempo, a exploração predatória cedeu espaço para a meliponicultura, que além de permitir a produção dos diversos tipos de mel, ainda contribui para a conservação das diferentes espécies. No Nordeste brasileiro, em especial nos estados do Maranhão, Rio Grande do Norte e Pernambuco, há diversos polos bem sucedidos de meliponicultura que exploram espécies locais como a tiúba, a jandaíra e a uruçu. (ASSOCIAÇÃO..., 2015?).
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Plantas visitadas por abelhas africanizadas em duas localidades do estado de São Paulo.

Plantas visitadas por abelhas africanizadas em duas localidades do estado de São Paulo.

CARVALHO, C.A.L. Diversidade de abelhas (Hymenoptera, Apoidea) e plantas visitadas no Município de Castro Alves, BA. Piracicaba, 1999. 104p. Tese (Doutorado) - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo. CARVALHO, C.A.L.; MARCHINI, L.C.; BOS, P.B. Fontes de pólen utilizadas por Apis mellifera e Meliponinae (Hymenoptera; Apidae). In: ENCONTRO SOBRE ABELHAS, 3., Ribeirão Preto, 1998. Anais. Ribeirão Preto: FFCL/USP, 1998, p.258.

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Estudos sobre atividade nociceptiva/antinociceptiva de peptídeos isolados do veneno bruto de abelha Apis mellifera

Estudos sobre atividade nociceptiva/antinociceptiva de peptídeos isolados do veneno bruto de abelha Apis mellifera

Lariviere e Melzack (1996), publicaram os primeiros dados experimentais utilizando veneno bruto de Apis mellifera em modelo animal. O experimento consistia em administrar diferentes doses deste veneno por via intraplantar em ratos. Esse trabalho mostrou que a injeção do veneno de abelha na pata traseira dos animais induz sinais de atividade nociceptiva mensurado através de escores, onde 0 indica que o animal não apresentou reação, 1 o animal apresenta elevação da pata sem lambida e no escore 2 o animal lambe, morde e bate a pata repetidas vezes. As doses utilizadas nesse trabalho foram de 0,01, 0,05, 0,1, 0,2, 0,3 mg por pata de veneno bruto de abelha. Lariviere e Melzack (1996), ainda mostraram que a atividade nociceptiva observada foi dose dependente. Também foi demonstrado que o comportamento de nocicepção apresentado pelos animais durou até uma hora após a injeção do veneno em todas as doses. Apenas a dose mais alta de 0,3 mg de veneno bruto teve efeito nociceptivo por mais de uma hora.
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Ocorrência e morfologia de glândulas tegumentares no abdome de algumas abelhas (Hymenoptera: Apidae): um estudo comparado.

Ocorrência e morfologia de glândulas tegumentares no abdome de algumas abelhas (Hymenoptera: Apidae): um estudo comparado.

As glândulas epiteliais são constituídas por um epitélio de cúbico a prismático resultante da diferenciação localizada da epiderme tegumentar (Tabela 2, Figs. 9 a 11). A saída da secreção dá-se pelos canais poro da cutícula do esclerito. Essas células, no pico da atividade secretora, são bem delgadas e altas e seu núcleo basal. Freqüentemente, seu citoplasma apresenta estriações longitudinais e espaços intercelulares abertos (Fig. 10). A altura das células pode variar nos diferentes segmentos de uma mesma abelha ou em glândulas de abelhas diferentes. A variação deve-se ao estado funcional da glândula, visto que, em espécimes diferentes da mesma espécie, as células podem se apresentar altas ou baixas. A extensão ocupada pela diferenciação epitelial também pode variar, podendo, às vezes, ocupar toda e outras uma pequena extensão do segmento. A presença de um tipo de glândula no segmento não exclui o outro (Figs. 1 a 3).
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Subamostragem de pólen apícola para análise melissopalinológica.

Subamostragem de pólen apícola para análise melissopalinológica.

ABSTRACT - (Sub-sampling of bee pollen loads for melissopalynological analysis). The aim of this study was to evaluate various criteria of sub-sampling used in melissopalynological analysis of pollen loads collected by the africanized Apis mellifera (L.) honeybees. The experiment included four different sub-sample weights (0,5; 1,0; 2,0; 5,0 g), taken from 60 g, 100 g and 200 g samples of heterofloral pollen loads. The richness of pollen types was higher in the heavier sub-samples (p = 0,006), however, the additional pollen types occurred with low representativity. The weight of the sub-sample did not influence the change of frequency class in the predominant pollen types (p = 0,263). There was a bigger shift of classification positions of the predominant pollen types with a reduction of the size of the pollen grain (p = 0,001). The results pointed to the use of sub-sample of 5 g for evaluation of the richness of the pollen types in heterofloral samples, however, sub-sample of 0,5 g did not limited the evaluation of the predominant pollen types.
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Caracterização físico-química do mel de abelhas proveniente da florada do cajueiro.

Caracterização físico-química do mel de abelhas proveniente da florada do cajueiro.

O presente trabalho teve como objetivos identificar e caracterizar o mel proveniente da florada do cajueiro (Anacardium occidentale L.). O estudo foi realizado a partir de 24 amostras de mel coletadas em apiários distribuídos num cajueiral de aproximadamente 1000 hectares, localizado no município de Cascavel, Estado do Ceará, Brasil. As mesmas foram submetidas a análises melissopalinológicas e físico- químicas (umidade, acidez total, cinzas, açúcares totais, Lund, pH, condutividade elétrica, HMF, atividade de água e densidade). Com base nas análises melissopalinológicas, o mel foi considerado monofloral, proveniente da floradado cajueiro. Os intervalos de variação dos parâmetros físico- químicos analisados foram: 16,5-19,2% (umidade), 22-40meq kg -1 (acidez total), 0,182-0,301% (cinzas), 80,8-83,5%
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Desenvolvimento e produção de pólen em colméias de Apis mellifera L. africanizadas mantidas em cultura de girassol

Desenvolvimento e produção de pólen em colméias de Apis mellifera L. africanizadas mantidas em cultura de girassol

O experimento foi conduzido no Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, situada na Depressão Central do Rio Grande do Sul, com altitude de 95m, 29° 43’ de latitude Sul e 53° 42’ de longitude Oeste. O clima da região é Cfa (Subtropical úmido) conforme a classificação de Köppen. As colméias foram alojadas em uma área de 5 ha de lavoura de girassol cv. 251 (Helianthus annuus L.), permanecendo por um período de 52 dias (5 de novembro a 27 de dezembro de 2005). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com dois tratamentos e quatro repetições. Foram utilizadas oito colméias Langstroth com coletor de pólen tipo alvado em uso contínuo.
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Biologia floral e produtividade de grãos de três híbridos de girassol (helianthus annuus l.) Em função do comportamento de pastejo e eficiência polinizadora da abelha apis mellifera.

Biologia floral e produtividade de grãos de três híbridos de girassol (helianthus annuus l.) Em função do comportamento de pastejo e eficiência polinizadora da abelha apis mellifera.

The research was carried out in the counties of Russas (Campo Federal) and Fortaleza (Universidade Federal do Ceará), both in the state of Ceara, Brazil, from August 2005 to January 2006. Floral biology and seed productivity of three sunflower (Helianthus annuus) hibrids, H250, H251 e H360, and foraging behavior and pollination efficiency of the honey bee (Apis mellifera) were investigated. One hectare of each hybrid was planted in Russas, with an interval of 40 days to avoid coincidence of flowering between one or more hibrid, aiming to collect data on seed productivity, foraging behavior and pollination efficiency of the honey bee. Data on the hibrid’s floral biology were obtained in Fortaleza, from two 5 x 10 m areas planted with the three hybrids. The analyses of data were carried out by ANOVA, means were compared a posteriori by Tukey test (5%) and, in the cases where interactions were found,
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