Top PDF Comportamento de ovinos da raça Santa Inês, de diferentes pelagens, em pastejo.

Comportamento de ovinos da raça Santa Inês, de diferentes pelagens, em pastejo.

Comportamento de ovinos da raça Santa Inês, de diferentes pelagens, em pastejo.

Na Figura 2 podem ser observados os padrões de comportamento andando, pastejando, ócio, ruminação e outras atividades durante o período diurno (6 às 17h). Dentro do tempo observado, os ovinos da raça Santa Inês passaram maior parte do dia pastejando e em seguida ruminando. A atividade andando teve pico no início da manhã, às 6h (33,7%). A atividade pastejando foi maior entre os horários das 6 e 7h (52,7 e 71,7%), entre 9 e 11h (72,0; 75,4 e 79,8%) e às 14 e 15h (78,0 e 87,9%), ocorrendo uma redução no final da tarde entre 16 e 17h (43,6 e 22,2%), culminando com o pico em ócio (12,0 e 19,8%). Quando diminuiu o pico de pastejo aumentou o pico de ruminação; esse comportamento está de acordo com a afirmação de Fraser (1980) em que a atividade de ruminação vem em seguida à atividade de pastejo. A atividade ruminando apresentou pico às 8h (36,8%), entre 12 e 13h (12,7 e 25,6%), e no final da tarde entre 16 e 17h (33,0 e 42,1%). Segundo os dados obtidos neste trabalho, houve um intenso pastejo no início e final da manhã e meio da tarde. Parente et al. (2007), em estudo conduzido com ovinos da raça Santa Inês em Teresina, Estado do Piauí, utilizando diferentes categorias de animais, afirmaram que as três categorias em estudo apresentaram picos de pastejo concentrados no início da manhã e no final da tarde, e com picos de ruminação concentrados logo após os picos de pastejo. Após os picos de pastejo observados entre 9 e 11h ocorreu uma redução desta atividade entre 12 e 13h (63,6 e 64,0%), que pode estar relacionada com os altos índices de conforto térmico nestes horários (Figura 1).
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Parâmetros fisiológicos e desempenho de ovinos Santa Inês submetidos a diferentes tipos de sombreamento e a suplementação em pastejo.

Parâmetros fisiológicos e desempenho de ovinos Santa Inês submetidos a diferentes tipos de sombreamento e a suplementação em pastejo.

Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito da disponibilidade de sombra e da suplementação com concentrado sobre o comportamento fisiológico e o desempenho de cordeiros Santa Inês em pastejo no semi-árido paraibano. Foram utilizados 27 ovinos machos da raça Santa Inês, com peso vivo médio de 21,5 kg e 120 dias idade. Os animais foram distribuídos aleatoriamente em três ambientes [sem sombra (SS), sombra natural (SN) e sombra artificial (SA)] e alimentados com três níveis de suplementação concentrada (0, 1,0 e 1,5 %PV). A análise de variância revelou efeito significativo do turno da tarde em relação ao da manhã sobre a temperatura retal (TR). Contudo, não se verificou efeito significativo dos fatores ambiente e dieta sobre a TR. A freqüência respiratória foi maior no turno tarde do que no da manhã nos ambientes de SS (35,28 e 61,64 mov/mim) e SA (30,28 e 51,76 mov/mim). A dieta influenciou a ingestão de matéria seca (IMS) no ambiente SS. A temperatura superficial foi mais elevada no turno da tarde do que pela manhã, independente dos fatores estudados. Os animais que receberam suplementação apresentaram um melhor desempenho em relação aos não suplementados. Concluiu-se com esta pesquisa que o uso de sombreamento nas pastagens melhora os índices de conforto térmico do ambiente, e que o desempenho de cordeiros da raça Santa Inês, em pastagem nativa enriquecida com capim buffel pode ser melhorado com a utilização de concentrado.
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Comportamento ingestivo de cordeiros alimentados com torta de macaúba.

Comportamento ingestivo de cordeiros alimentados com torta de macaúba.

Frequentemente são observadas alterações nos tempos despendidos nas atividades de alimentação e ruminação em pesquisas nas quais os tratamentos apresentaram dietas com variações nos teores de fibra (Carvalho et al., 2006). Carvalho et al. (2008) observaram semelhança entre os tempos despendidos com alimentação, ruminação e ócio ao se fornecer diferentes porcentagens de farelo de cacau a ovinos da raça Santa Inês. Os autores justificam esse resultado pelo fato das dietas fornecidas serem isonitrogenadas e apresentarem pequenas variações nos teores de fibra, diferentemente do presente estudo, em que o teor de fibra em detergente neutro nas dietas variou de 32,09 a 62,03% da MS.
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Características da carcaça de ovinos Santa Inês terminados em pastejo e submetidos a diferentes níveis de suplementação.

Características da carcaça de ovinos Santa Inês terminados em pastejo e submetidos a diferentes níveis de suplementação.

A perda de peso pelo resfriamento foi menor no tratamento 1,5% em relação ao tratamento 0,0%. Esse resultado pode ser explicado por uma maior deposição de gordura nos animais suplementados com 1,5% do PV. A gordura proporciona menores perdas de água da carcaça desses animais, quando colocados em resfriamento (SILVA SOBRINHO, 1999), pois confere proteção à carcaça. Com relação a AOL, observou-se que os animais do tratamento 1,5% apresentaram AOL maiores (p<0,05) que as observadas nos animais de 1,0%, seguidos dos obtidos nos animais de 0,0%, confirmando o mesmo comportamento observado para peso e rendimento da carcaça, ou seja, maiores níveis de suplementação conferindo PCF e RCF mais elevados e conseqüentemente maiores AOL.
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JOSÉ LINDENBERG ROCHA SARMENTO AVALIAÇÃO GENÉTICA DE CARACTERÍSTICAS DE CRESCIMENTO DE OVINOS SANTA INÊS UTILIZANDO MODELOS MULTICARACTERÍSTICAS

JOSÉ LINDENBERG ROCHA SARMENTO AVALIAÇÃO GENÉTICA DE CARACTERÍSTICAS DE CRESCIMENTO DE OVINOS SANTA INÊS UTILIZANDO MODELOS MULTICARACTERÍSTICAS

Resumo – Foram utilizados registros de pesos do nascimento aos 196 dias de idade de 927 cordeiros, filhos de 45 reprodutores e 323 matrizes, da raça Santa Inês, controlados de 1983 a 2000, com os objetivos de estimar parâmetros genéticos e predizer valores genéticos dos animais por meio de modelos de regressão aleatória e compará-los aos obtidos através de modelos bicaracterísticas. Os modelos de regressão aleatória foram ajustados por intermédio de polinômios de Legendre, usando o método da máxima verossimilhança restrita (REML). As estimativas de herdabilidade do efeito genético direto aumentaram do nascimento aos 196 dias de idade, com tendência de serem mais baixas nas idades em que as estimativas do efeito materno foram mais altas. As herdabilidades para o efeito materno aumentaram do nascimento aos 56 dias, decrescendo em seguida com a idade. As herdabilidades para o efeito direto obtidas pelas análises bicaracterísticas e regressão aleatória apresentaram tendência oposta. Enquanto as estimativas obtidas pelas análises bicaracterísticas decresceram do nascimento aos 196 dias de idade, as obtidas pelos modelos de regressão aleatória aumentaram. As herdabilidades para efeito materno estimadas pelos modelos de regressão aleatória e bicaracterísticas apresentaram o mesmo comportamento, porém em diferentes magnitudes. A correlação de ordem e entre os valores genéticos preditos pelos dois modelos foi baixa. As estimativas de herdabilidade e correlações genéticas obtidas pelo modelo de regressão aleatória foram biologicamente mais coerentes quando comparadas àquelas obtidas pelo modelo bicaracterística. Entretanto, estudos adicionais devem ser realizados com o objetivo de avaliar com mais acurácia os resultados obtidos por ambos os modelos.
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Comportamento de ovinos da raça Santa Inês em ambientes com e sem disponibilidade de sombra.

Comportamento de ovinos da raça Santa Inês em ambientes com e sem disponibilidade de sombra.

Com o objetivo de observar os efeitos do sombreamento propiciado pela tela de polipropileno sobre o comportamento de ovinos da raça Santa Inês em diferentes épocas do ano, montou-se um experimento em Petrolina, PE, no período de junho a novembro de 2010. Utilizaram-se 40 animais distribuídos em igual quantidade em dois tratamentos (Sombreado e Não sombreado) com oferta de pastagem (Tiffton 85) irrigada. Foram feitas aferições dos dados meteorológicos em todas as épocas, com a montagem de termômetros de globo negro e psicrômetros nas duas áreas e de uma mini-estação meteorológica na área sombreada. Nessas épocas foram realizados ensaios de comportamento tendo-se feito observações visuais pelo método da varredura instantânea em intervalos de 10 min no período diurno, veriicando-se o percentual de animais quanto à alimentação, ruminação e ócio, a partir da metodologia proposta por Johnson & Combs (1991) adaptada para o tempo de 12 h. O sombreamento não inluenciou no número de animais em referência às atividades avaliadas nos diferentes tratamentos. A procura por sombra foi intensa nos períodos mais quentes do dia para a atividade de ócio.
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Características do fluído ruminal de ovinos Santa Inês criados extensivamente em Pernambuco.

Características do fluído ruminal de ovinos Santa Inês criados extensivamente em Pernambuco.

The objective of this study was to determine normal standards to ruminal fluid characteristics of Santa Inês sheep under pasture conditions in the State of Pernambuco. Fifty samples were collected, using an esophageal tube, during winter (rainy season) and summer (dry season). The predominant colors were an olive green in the rainy season and a nut-brown in the dry season. The smell was aromatic, but was stronger in winter. A slight viscous consistence was found in most of the samples, with a greater proportion in winter. The sedimentation and flotation time was 6.73min (±1.63) in the rainy period and 3.15min (±0.72) in the dry period. In the biochemical tests, the average values found in winter and summer were, respectively: pH 6.76±0.21 and 6,59±0.14; methylene blue reduction, 3.20min (±0.76) and 7.76min (±3.00); chloride, 28.14±4,16mEq/L and 24.97±5.65mEq/L; acidity, 21.90±4.38UC and 13.68±2.97UC. Ruminal microbiotic analyses re- vealed abundant and moderate density of protozoa in winter and summer, respectively. The motil- ity was very active and there were almost 90% of live protozoa in both seasons. Protozoa numbers were 425.373±217.258/mL in winter and 155.375±83.113/mL in summer. There was a mixed popu- lation of bacteria with prevalence of Gram-negative forms in both seasons.
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Dietas com diferentes fontes de fibra para genótipos ovinos

Dietas com diferentes fontes de fibra para genótipos ovinos

The aim this work was evaluate the effect of four feedlot diets, with different sources of fiber (sugarcane bagasse- SC, lucerne hay- LH, citrus pulp- CP and soybean hulls- SH) on nutrition evaluation and production evaluation, and evaluate the effect of four genotypes (½ Dorper x ½ Santa Inês- DSI, ½ Texel x ½ Santa Inês- TSI, ½ Somalis x ½ Santa Inês- SSI e Santa Inês- SI) in production index of feedlot. In experiment 1, was used 5 males sheep, castrated, with body weight of 50 kg, housed in metabolic cages. In experiment 2, was used 80 males lambs uncastrated, housed in individual stall. Among diets, the lower values of pH and N-NH3 in rumen, ocurred in SH diet, but highest values of intake, productive performance and morphometric measurements was in diets with roughage sources of fiber (SB and LH). Among genotypes, highest growth curve and average daily gain occurred in DSI, highest measurements of animal height in SI, better measurements of legs and arm (circumference and length), longissimus dorsi area and feed conversion in TSI. It was concluded that all diets can be used in feedlot of lambs, and that DSI and TSI genotypes have better production index.
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Estimação de parâmetros genéticos para características de crescimento de ovinos Santa Inês utilizando modelos uni e multicaracterísticas.

Estimação de parâmetros genéticos para características de crescimento de ovinos Santa Inês utilizando modelos uni e multicaracterísticas.

(Tab. 4). Esses resultados não mostraram uma tendência esperada, isto é, de diminuir à medida que a distância em tempo entre as pesagens aumenta. Isso pode ter acontecido, provavelmente, devido ao pequeno número de informações disponíveis para estimar essas correlações. Os valores encontrados na literatura são na maioria inferiores aos obtidos neste estudo, como os verificados por Sousa et al. (1999), que estimaram correlações de 0,37 entre PN e P112; de -0,11 entre PN e P196; e de 0,28 entre P112 e P196. Quesada et al. (2002) obtiveram correlações positivas variando de 0,21 a 0,39 entre os pesos do nascimento aos 210 dias de idade em ovinos Morada Nova, as quais tenderam a diminuir, ao passo que as pesagens se distanciaram no tempo. Essa mesma tendência foi verificada por Boujenane e Kansari (2002), porém com valores de maior magnitude, variando de 0,69 a 1,00 para os pesos do nascimento aos 90 dias de idade.
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Caracterização fenotípica de ovinos da raça Santa Inês no Estado do Piauí.

Caracterização fenotípica de ovinos da raça Santa Inês no Estado do Piauí.

O estudo da diversidade é proposto pela análise de características morfométricas em conjunto através da análise multivariada, cuja vantagem é a aplicação em vários tipos de dados, podendo ser aplicada a diversos marcadores de diversidade. A análise de agrupamento permite relacionar a estimativa de uma medida de dissimilaridade entre os indivíduos. Assim, objetivou-se estudar a caracterização morfométrica dos ovinos Santa Inês criados em diferentes microrregiões do Estado do Piauí por meio de medidas morfométricas, de modo a contribuir com o melhoramento genético e conservação da raça.
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Genotipagem de polimorfismos no gene prnp em ovinos da raça Santa Inês no Estado de São Paulo.

Genotipagem de polimorfismos no gene prnp em ovinos da raça Santa Inês no Estado de São Paulo.

Scrapie ou paraplexia enzoótica dos ovinos é a mais antiga encefalopatia subaguda transmissível descrita na literatu- ra, sendo que os primeiros relatos cientíicos foram produ- zidos ainda no século 18 (Roels et al. 2004). Esta doença é caracterizada por lesões neurodegenerativas e vacuoli- zações no sistema nervoso central (SNC). Clinicamente os animais acometidos apresentam alterações comportamen- tais como ataxia, descoordenação motora, paralisia motora e tremores (McGavin 2006). Além de alterações nervosas, os animais apresentam prurido intenso que os levam a es- fregar-se contra tronco de árvores, troncos de contenção e cercas, alterações que deram origem ao termo “scrapie” que vem da expressão inglesa “to scrapie against some- thing”, que signiica esfregar-se contra alguma coisa (Mapa 2008).
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Estrutura e ultra-estrutura de membranas biológicas de ovinos da raça santa inês (Ovis aries, L., 1758) a fresco e conservadas em glicerina

Estrutura e ultra-estrutura de membranas biológicas de ovinos da raça santa inês (Ovis aries, L., 1758) a fresco e conservadas em glicerina

Figura 14- Fotomicrografia de amostra de túnica vaginal parietal conservada em glicerina 98%, aos 30 dias, de ovinos da raça Santa Inês, no qual se observa uma organização tecidual semelhante as Figura 13 - Fotomicrografia de amostra de túnica vaginal parietal conservada em glicerina 98%, aos 15 dias, de ovinos da raça Santa Inês, no qual se observa uma organização tecidual semelhante às preparações a fresco; verifica-se também a presença de mesotélio (seta); tecido conjuntivo denso não modelado (CNM); vasos sanguíneos (v) entremeados nas fibras de colágeno deste tecido, com fibras dispostas irregularmente (seta vasada); núcleo basófilos de fibrobrócitos (►) imagem negativa da substância fundamental amorfa (círculo). HE, 200x.
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Efeitos genéticos e de ambiente para características de crescimento em ovinos Santa Inês no Estado do Ceará

Efeitos genéticos e de ambiente para características de crescimento em ovinos Santa Inês no Estado do Ceará

Médias e desvios-padrão do peso ao nascer, aos 30, 60, 90 e 120 dias de idade são apresentadas na Tabela 2. As médias observadas são semelhantes às encontradas por Silva & Araújo (2000), em estudo conduzido com animais mestiços da raça Santa Inês na região Nordeste do Brasil, utilizando o método dos quadrados mínimos. Quesada et al. (2002), relataram peso ao nascer menor do que o obser- vado neste estudo, porém com maiores pesos à desmama. Os animais utilizados pelos autores foram criados no Dis- trito Federal, em condições ambientais distintas da região Nordeste, o que poderia explicar as diferenças no desem- penho dos animais, decorrentes de melhores condições de manejo e alimentação.
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Caracterização da diversidade genética de ovinos Santa Inês em fazendas do Estado do Piauí.

Caracterização da diversidade genética de ovinos Santa Inês em fazendas do Estado do Piauí.

A estrutura das amostras nos três grupos indicados pelos cálculos de K pode estar relacionada com a presença de animais pertencentes ao “Novo Santa Inês”, citado por Carneiro et al. (2010) e Paiva et al. (2005b). Estes autores concluíram que raças de ovinos nativos no Brasil eram intimamente relacionadas por terem ocorrido cruzamentos aleatórios no passado. Porém, a ação da deriva genética teria contribuído com o isolamento de algumas linhagens. Em Santa Inês foi observado que, em alguns casos, as distâncias genéticas entre populações da raça eram maiores do que a distância entre raças distintas, o que reforça a hipótese da existência de uma “velha raça Santa Inês” a “nova raça Santa Inês”. Criadores e técnicos classificam a “velha Santa Inês” como animais mais rústicos e menores, que eram predominantes nas décadas de 1980 e 1990. A “nova Santa Inês” é descrita com o fenótipo que temos atualmente, como um animal de grande porte e bem desenvolvido. A justificativa mais provável para o surgimento desta seriam os cruzamentos com a raça Suffolk (McMANUS et al., 2010; CARNEIRO et al., 2010). Entretanto, análises conjuntas das informações fenotípicas são necessárias para confirmar a discriminação dessas
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Avaliação dos parâmetros ecográficos de desenvolvimento gestacional de ovinos da raça Santa Inês

Avaliação dos parâmetros ecográficos de desenvolvimento gestacional de ovinos da raça Santa Inês

No presente trabalho, estimou-se o índi- ce de 50% de erro, caso a presença de líquido uterino fosse considerada como indicativo de gestação antes do 25° dia. Segundo GONZÁLEZ DE BULNES et al. (1998), o útero não gestante apresenta-se distendido, túrgido, com padrão hipoecogênico e presença de líquido em sua luz, na fase folicular durante o cio. As causas mais freqüentes de diagnósticos falso-positivos podem ser mortes embrionárias ou abortos, que chegam a 30% em rebanhos ovinos. Além disso, a condição de útero com hidrometra ou piometra ou a presença de fluidos abdominais ou intestinais podem direcionar a um diagnóstico falso-positivo, especialmente no estágio inicial de gestação (KAREN et al., 2004). A vesícula gestacional foi primeiramente mensurada no 18° dia (0,14±0,26) de forma similar aos achados de DOIZÉ et al. (1997). No entanto, AZEVEDO et al. (2001) observaram a vesícula entre 20° e 22° dias na mesma raça utilizada neste experimento. CHALHOUB et al. (2001) encontraram vesículas no 15° dia (0,5cm) utilizando transdutores line- ares de 7,5 MHz. No presente trabalho, a maior medida encontrada foi de 5,33cm no 45° dia. CHALHOUB et al. (2001) obtiveram 6,74cm no mesmo dia utilizando ovelhas Bergamácia. De forma diferente, ALVES (1992) obteve 9,6cm no 45° dia, com a raça Corriedale, utilizando um transdutor linear de 2,4MHz. Além da influência da raça, a utilização de transdutores de diferentes freqüências pode explicar as diferenças entre as medidas obtidas pelos vários autores.
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Parâmetros genéticos de características estimadas da curva de crescimento de ovinos da raça Santa Inês.

Parâmetros genéticos de características estimadas da curva de crescimento de ovinos da raça Santa Inês.

ABSTRACT - The aim of this work was to study the adjustment of Richards, Brody, Gompertz, Von Bertalanffy and Logistic functions on the growth curve of Santa Inês hair sheep and to estimate genetic parameters for the traits obtained from the best fitting function. Information from females of the Embrapa Tabuleiros Costeiros herd recorded between 1993 and 2004 and from the Embrapa Caprinos herd recorded between 1981 and 2004 was used. Functions were fitted for each herd, using NLIN procedure of Statistical Analysis System software (SAS), by GAUSS method. The coefficient of determination (R 2 ), residual mean square (QMR) and mean prediction error (EM) were the criteria used to determine the best fitting function.
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Zona de conforto térmico de ovinos da raça Santa Inês com base nas respostas fisiológicas.

Zona de conforto térmico de ovinos da raça Santa Inês com base nas respostas fisiológicas.

A taxa de sudação de borregas da raça Santa Inês submetidas às temperaturas de 35 e 40°C (Tabela 2) apresentam coeficientes de variação de 78,7 e 63,9% pelo teste de Tukey (P<0,05) nas regiões do pescoço e da escápula, respectivamente. Independentemente da temperatura de observação, a região do pescoço apresentou maior sudorese. A alta variabilidade dos resultados indica necessidade da adoção de metodologias que apresentem maior confiabilidade e precisão para a medida da sudorese. As taxas de sudorese à temperatura de 40°C, tanto na escápula como no pescoço, foram inferiores aos valores encontrados à temperatura de 35°C (Tabela 2). Era esperado aumento na taxa de sudorese com o aumento da temperatura ambiental. Entretanto, o aumento da frequência respiratória e a diminuição da frequência cardíaca podem ter influenciado na taxa de sudação ocorrida a 40°C.
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Modelos de regressão aleatória na avaliação genética do crescimento de ovinos da raça Santa Inês.

Modelos de regressão aleatória na avaliação genética do crescimento de ovinos da raça Santa Inês.

RESUMO - Utilizaram-se 17.767 registros de peso de 4.210 cordeiros da raça Santa Inês com o objetivo de comparar modelos de regressão aleatória com diferentes estruturas para modelar a variância residual em estudos genéticos da curva de crescimento. Os efeitos fixos incluídos na análise foram: grupo contemporâneo e idade da ovelha no parto. As regressões fixas e aleatórias foram ajustadas por meio de polinômios de Legendre de ordens 4 e 3, respectivamente. A variância residual foi ajustada por meio de classes heterogêneas e por funções de variância empregando polinômios ordinários e de Legendre de ordens 2 a 8. O modelo considerando homogeneidade de variâncias residuais mostrou-se inadequado. De acordo com os critérios utilizados, a variância residual contendo sete classes heterogêneas proporcionou melhor ajuste, embora um mais parcimonioso, com cinco classes, pudesse ser utilizado sem perdas na qualidade de ajuste da variância nos dados. O ajuste de funções de variância com qualquer ordem foi melhor que o obtido por meio de classes. O polinômio ordinário de ordem 6 proporcionou melhor ajuste entre as estruturas testadas. A modelagem do resíduo interferiu nas estimativas de variâncias e parâmetros genéticos. Além da alteração da classificação dos reprodutores, a magnitude dos valores genéticos preditos apresenta variações significativas, de acordo com o ajuste da variância residual empregado.
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Avaliação do comportamento de ovinos Santa Inês em sistema silvipastoril no norte fluminense.

Avaliação do comportamento de ovinos Santa Inês em sistema silvipastoril no norte fluminense.

Um estudo foi desenvolvido em Quissamã, RJ utilizando-se 20 ovelhas da raça Santa Inês com idade média de dois anos objetivando-se avaliar o comportamento dos animais em dois sistemas de criação. Os animais foram mantidos em piquetes com pastagem de capim-quicuio, sendo dez ovelhas alojadas em piquete sem sombreamento e outras 10 alojadas em piquete, com consórcio de pastagem e o cultivo de coco (Cocus nucifera). Durante o período de 10 dias consecutivos, os animais tiveram seus respectivos comportamentos observados de acordo com o tempo despendido com as atividades de alimentação, ruminação e ócio, aferidos de dez em dez minutos das 9:00 às 17:00 horas, período em que permaneciam a pasto. Os animais expostos ao sol despenderam menor tempo diário pastejando, aumentando atividade de ruminação e ócio, mantendo essas atividades menos constantes quando comparadas aos animais mantidos à sombra. O consórcio da cultura de coco com a pastagem influenciou positivamente o comportamento dos animais.
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Perfil de ácidos graxos no longissimus dorsi de ovinos Santa Inês em crescimento alimentados com diferentes níveis de energia

Perfil de ácidos graxos no longissimus dorsi de ovinos Santa Inês em crescimento alimentados com diferentes níveis de energia

O presente estudo objetivou avaliar a influência de rações com diferentes níveis de energia metabolizável sobre o teor de totais, colesterol e perfil de ácidos graxos no músculo longissimus dorsi de cordeiros Santa Inês. Foram utilizados 20 cordeiros, com idade e peso de 50 dias e 13,0 kg ± 0,56 kg, respectivamente, alimentados com rações contendo diferentes níveis energéticos: 2,08; 2,28; 2,47 e 2,69 Mcal/kgMS. As rações influenciaram os teores de totais, colesterol total e o perfil do ácido graxo cis 10-, heptadecanóico e eicosanotrienóico (P<0,05). As relações ácidos graxos poliinsaturados (AGPI): ácidos graxos saturados (AGS); AGPI: ácidos graxos monoinsaturados (AGM); AGM: AGS; ácidos graxos desejáveis, -6: -3, índice de aterogenicidade, índice de trombogenicidade, relação entre os ácidos graxos hipercolesterolêmicos e hipocolesterolêmicos e a relação (C18:0 + C18:1) : C16:0 não foram influenciadas pelos níveis energético (P>0,05). A manipulação dietética influencia o perfil lipídico no longissimus dorsi de cordeiros Santa Inês.
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