Top PDF Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Foram inventariadas todas as árvores, lianas e palmeiras com DAP ≥ 10 cm de um hectare (dois transectos paralelos de 500 x 10 m) de floresta densa de terra firme sobre platô de Latossolo, 90 km a nordeste de Manaus (02º35'45" S e 60º12'40" W). A fitofisionomia local é exuberante e homogênea, com grande número de árvores altas e finas. Foram encontrados 670 indivíduos distribuídos em 48 famílias, 133 gêneros e 245 espécies. Do total amostrado, 70% ou 467 indivíduos apresentaram DAP ≤ 22,1 cm. Abarema mataybifolia (Sandw.) Barneby & Grimes, Leonia glycycarpa Ruiz & Pav., Swartzia reticulata Ducke e Aspidosperma oblongum A. DC., foram as únicas espécies a apresentarem valores superiores a 90 cm de DAP. Fabaceae, Sapotaceae e Lecythidaceae constituíram as três famílias com maior riqueza de espécies e maiores índices de valor de importância aos níveis de família e espécie. Os índices de diversidade (H’ = 5,1) e de equitabilidade (E’ = 0,92), ambos de Shannon-Wiener, indicam que a floresta é bem diversificada, com uma abundância relativamente uniforme das espécies. Nesse ambiente florestal, as espécies não tem distribuição espacial uniforme, porém, quanto menor a distância geográfica entre as subparcelas, maior sua similaridade florística (teste de Mantel, p<0,001).
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Aspectos florísticos, fitossociológicos e ecológicos de um sub-bosque de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Aspectos florísticos, fitossociológicos e ecológicos de um sub-bosque de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

A análise da regeneração natural permite que sejam feitas inferências sobre a origem da floresta e previsões sobre seu desenvolvimento e aproveitamento, sob diferentes formas de tratamento (Carvalho, 1987). Por outro lado, o sub- bosque envolve a vegetação arbustiva e subarbustiva dos ambientes florestais. Essa vegetação forma um nicho ecológico de vital importância para o estabelecimento e desenvolvimento das espécies que irão constituir os demais estratos da floresta. Além disso, o sub-bosque representa 21 a 47% do total de espécies nas florestais tropicais (Gentry & Dodson, 1987); apesar disso, na maioria das vezes, os estudos em comunidades florestais avaliam apenas a composição estrutural do componente arbóreo, relegando o estrato herbáceo-arbustivo ao esquecimento ou ao segundo plano.
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Sustentabilidade ambiental e econômica do manejo em floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental

Sustentabilidade ambiental e econômica do manejo em floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental

RESUMO - O estudo teve como objetivos analisar a composição florística e as estruturas horizontal, interna e diamétrica da floresta. A pesquisa foi conduzida na Unidade de Manejo Florestal (UMF) da Fazenda Tracajás (02 o 35’53”S e 47 o 47’10”W), município de Paragominas, Estado do Pará, Brasil. A floresta foi estratificada em três áreas homogêneas, denominadas classes I, II e III de estoques volumétricos, empregando-se análise multivariada: análises de agrupamento e discriminante. Em cada classe de estoque foram instaladas aleatoriamente cinco parcelas de 100 x 100 m (1,0 ha) cada uma, para medição dos indivíduos com dap ≥ 15 cm. No centro de cada parcela de 100 x 100 m foi instalada uma subparcela de 10 x 100 m (0,1 ha), para medição dos indivíduos com 5 cm ≤ dap < 15 cm. Nas classes I, II e III de estoques volumétricos das árvores com dap ≥ 15 cm (nível I de inclusão), respectivamente, estimou-se uma densidade total de 322,4; 309,0; e 313,8 indivíduos por hectare, dominância total de 27,36; 27,45; e 25,88 m 2 /ha e volume de fuste total de 358,69; 328,33; e 308,69 m 3 /ha. Nas classes I, II e III de estoques volumétricos das árvores com 5 cm ≤ dap < 15 cm (nível II de inclusão), respectivamente, estimaram-se densidade total de 846; 854; e 886 indivíduos por hectare, dominância total de 4,80; 4,93; e 5,46 m 2 /ha e volume de fuste total de 93,98; 91,23; e 97,61 m 3 /ha. As espécies de maior valor de importância relativa, Lecythis idatimon (potencial), Rinorea guianensis (não comercial) e Pouteria guianensis (potencial), ocorreram em todos os níveis de inclusão e classes de estoque. As distribuições de diâmetros de todas as espécies e das espécies comerciais com dap ≥ 5 cm, estimadas pela equação de Meyer, confirmaram a tendência exponencial negativa (“J-invertido”). A análise da estrutura da floresta em classes de estoque permitiu melhor conhecimento da composição de espécies e da estrutura fitossociológica, sendo útil na tomada de decisões em planos de manejo de rendimento sustentado. Palavras-chave: Floresta tropical, diversidade, composição florística, estrutura
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JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

Além disso, pode-se ir mais longe, instituindo-se um momento específico para que escolas e Secretarias façam um estudo dos dados produzidos pela avaliação. Os gestores estaduais se manifestaram a respeito, ao serem indagados se, em seus estados, há um momento ou data específica para que os profissionais estudem os resultados da Prova Brasil. A maior parte, oito respondentes (61,5%), disse que há um momento específico e os outros cinco (38,5%) declararam que não. No entanto, entre os que afirmaram haver uma data definida, notaram-se respostas evasivas, como no “início do ano letivo e no decorrer dele”, “nas formações continuadas e nas reuniões pedagógicas”, “após a divulgação dos resultados [em] encontros com o propósito de discutir os resultados com as Secretarias Municipais e com as escolas”. Apenas o Gestor 8 citou uma data bem específica: “Dia 11 de agosto, o dia D”.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

Apesar de essa necessidade apresentar-se igualmente, tanto no âmbito público quanto no privado, o setor público possui uma realidade diferenciada, que torna o processo de alocação mais específico e, em alguns casos, mais complexo, devido a razões que vão desde questões salariais, como a falta de pessoal qualificado, conforme informações obtidas na Gerência de Lotação da Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (SEduc/AM), durante a realização da pesquisa.

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Diversidade, distribuição espacial e espécies arbóreas estruturantes em Floresta Ombrófila Densa na Amazônia Oriental / Diversity, space distribution, and structuring tree species in Dense Ombrophilous Forest in the Eastern Amazon

Diversidade, distribuição espacial e espécies arbóreas estruturantes em Floresta Ombrófila Densa na Amazônia Oriental / Diversity, space distribution, and structuring tree species in Dense Ombrophilous Forest in the Eastern Amazon

O arranjo espacial de populações vegetais tem sido classificado em três tipos: aleatório (localização de cada indivíduo independe da posição de qualquer outro); agregado ou agrupado (propensão dos indivíduos ocorrerem em grupos); e regular ou uniforme (a presença de um indivíduo impede a ocorrência de outro próximo). O estudo do padrão espacial das árvores pode auxiliar a caracterizar a dinâmica de regeneração das florestas tropicais oferecendo subsídios para a compreensão da estrutura horizontal e vertical da floresta, e avaliar como os processos ecológicos de cada bioma interferem nos estágios de vida das árvores (CAPRETZ et al., 2012).
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Plano anual de outorga Florestal

Plano anual de outorga Florestal

A FLONA localiza-se a sudoeste do Pará e apresenta logística intermodal. O acesso aéreo é realizado através do aeroporto de Itaituba em direção a Manaus ou Belém. Em relação ao modal rodoviário, Santarém é a principal rota de transporte e escoamento terrestre da região. Por meio da BR-163 e por meio das estradas secundárias, é possível acessar à FLONA. As distâncias da FLONA às sedes municipais são: Trairão – 40 km, Itaituba – 80 km e Rurópolis – 60 km. O acesso fluvial, a partir de Santarém, é feito pelo rio Tapajós. A temperatura média é de 26,7°C e a precipitação média anual está em torno de 1.950 mm. A FLONA encontra-se à margem direita do rio Tapajós e os rios Atapacurá, Tucunará, Branco, Cuparí e Jamanxinzinho encontram-se na área da floresta nacional. Foram identificadas 231 espécies. O volume estimado foi de 235 m³/ha e o volume comercial médio foi de 61,7 m³/ha. As principais espécies comerciais são: cedro-rosa, abiu, ipê-roxo, freijó, grão-de-galo, sucupira, cumaru e jutaí.
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PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

O CONSED, para estabelecer seus princípios, buscou parcerias com organizações como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Ministério da Educação (MEC), União Nacional dos Dirigentes Municipais (UNDIME), Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Instituto Natura, Fundação Itaú Social, Fundação Victor Civita, Gerdau, Fundação SM e Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Esperava-se, com tais parcerias, contribuir para a melhoria da qualidade da escola pública brasileira, para que as premiações fossem possíveis. A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil é um dos parceiros do CONSED desde o início e oferece como prêmio, uma viagem de 15 dias de duração, aos diretores das escolas selecionadas na fase nacional do Prêmio de Gestão Escolar. Essa iniciativa tem como intuito proporcionar visita técnica a estabelecimentos de ensino americanos para que tenham contato com outras experiências de gestão escolar.
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EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

Segundo Silva, pensar em qualidade na educação de forma mercadológica, como tem sido comum, significa atender ao desenvolvimento das bases capitalistas que precisam da composição da força de trabalho, da formação de consumidores e da preservação da ordem social para a sua manutenção. Nesse contexto, a política educacional brasileira se direcionou para a descentralização administrativa e para a avaliação dita classificatória de desempenho. Isso acarreta, segundo ela, uma inibição dos esforços na definição coletiva do PPP pelas instituições educacionais e fortalece os instrumentos de “controle, de fiscalização e de pressão externa nas decisões da escola”. Essas prerrogativas estariam associadas à noção de “administração racional ou racionalidade técnica, relacionada à teoria do capital humano 15 ” (SILVA, 2009, p. 222).
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Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Solar Radiation Interception and Spatial Leaf Area Distribution in 'Terra Firme' Forest of the Central Amazonia, Brazil. ABSTRACT — The occurrence of solar radiation in forest medium an[r]

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DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

A Constituição Brasileira de 1988 trouxe em seu texto o norteamento para a condução legal da educação brasileira para as décadas seguintes. Com a promulgação da lei nº 11.738, em 16 de julho de 2008, conhecida como a Lei do Piso Salarial, promoveu-se um redimensionamento na composição da jornada de trabalho do professor da educação básica, levando a SEDUC-AM a normatizar nos anos de 2013 e 2014 o compartilhamento de cargas horárias. Esta dissertação pretende apresentar esta experiência através da percepção dos professores que a vivenciaram. Desse modo, a pesquisa objetiva conhecer os efeitos da citada normatização lotacional no cotidiano relacionado às rotinas profissional e pessoal dos que atuaram em regência de classe. Ao apresentar a estrutura da Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (SEDUC-AM), o foco foi o Departamento de Gestão de Pessoas – DGP e o perfil profissional dos atores diretamente envolvidos nas ações lotacionais. Foram trazidas breves noções sobre lotação de servidores, fundamentadas em estatutos de funcionários públicos civis e em autores como Di Baccio (2012) e Alvares (2012a e 2012b). A metodologia utilizada foi uma pesquisa exploratória, com amostragem não probabilística por quotas e utilizou-se como instrumentos: questionário eletrônico por e-mail, análise documental de leis, pareceres e instruções normativas, além dos autores como Mont‟Alvão, Souza e Neubert (2011), Tardif e Raymond (2000), Malhotra (2011) e Vieira, Castro e Júnior (2010) no referencial teórico. A análise dos dados recolhidos das percepções apresentadas pelos professores respondentes não revelou alteração na rotina pessoal com relação às suas atividades de lazer, mas apontou alterações nas rotinas profissionais ao participarem de espaços escolares diferentes. O compartilhamento de cargas horárias incidiu em um quantitativo maior de professores contratados; interferiu negativamente nos planejamentos pedagógicos nas atividades docentes; e impediu que os professores participassem de todas as reuniões pedagógicas e atividades das escolas nas quais estavam lotados no mesmo turno em dias diferentes, mesmo tendo receptividade considerada normal dos gestores escolares. Foi predominante a não concordância dos professores com a normatização lotacional implementada nos anos letivos de 2013 e 2014 na SEDUC-AM. Finalmente, as percepções analisadas levaram à construção de um Plano de Ação Educacional (PAE) como proposta para a implantação de projetos de atividade escolar para complementação de determinadas cargas horárias envolvendo a comunidade escolar como um todo nos níveis macro e micro educacionais.
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Emprego do método BDq de seleção após a exploração florestal em Floresta Ombrófila Densa de Terra Firme, Amazônia oriental.

Emprego do método BDq de seleção após a exploração florestal em Floresta Ombrófila Densa de Terra Firme, Amazônia oriental.

em amplitudes relativamente estreitas, de maneira a manter proporções corretas de indivíduos nas classes diamétricas sucessivas (TROUP, 1966 e MATTHEWS, 1996). A aplicação desse método de manejo está diretamente relacionada ao conhecimento da composição florística, da estrutura fitossociológica e das distribuições diamétrica e espacial das espécies. A integração desses conhecimentos é fundamental para manejar a floresta para uma estrutura balanceada e que, ao mesmo tempo, harmonize os conceitos de fitossociologia com produção sustentável de madeira, bem como das regras impostas pela legislação florestal e ambiental. Embora o conceito de floresta balanceada já tenha sido bastante discutido (MEYER, 1952; ADAMS e EK, 1974; CAMPOS et al., 1983; DAVIS e JOHNSON, 1987; GULDIN, 1991; LEAK, 1996; SCHULTE e BUONGIORNO, 1998; GOODBRURN e LORIMER, 1999; HITIMANA et al., 2004), esse método de manejo em florestas tropicais naturais, em pré ou em pós-colheita, ainda tem pouca aplicação prática. Assim, este estudo teve como objetivos analisar a estrutura diamétrica pós-colheita seletiva em Floresta Ombrófila Densa de Terra Firme, aplicar o método BDq nas atividades de tratamento silvicultural e manejar a floresta em direção a uma estrutura balanceada dos diâmetros.
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Fenologia de espécies florestais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central

Fenologia de espécies florestais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central

Cedrelinga catenaeformis (Uma vez, Ago. A espécie Osteoph/oeum platysper· mum nunca foi observada desfolhada. Vê-se que a maioria dos pontos de ocorrência da floraçã[r]

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Resumen La interdependencia entre estado y MST en la constitución de un asentamiento de reforma agraria

Resumen La interdependencia entre estado y MST en la constitución de un asentamiento de reforma agraria

Em um campo permeado por disputas e conflitos acerca da ocupação e acesso da terra no Brasil, os movimentos sociais mobilizados em torno da questão fundiária também estão passando por determinados processos de mudança e ampliação tanto no seu repertório de pautas, quanto em suas formas de organização e atuação política. Nesse cenário, em âmbito nacional, estão ocorrendo disputas, conflitos e iniciativas mediante a ocupação de territórios e o planejamento de ações em desenvolvimento local em diversas regiões e localidades, como aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais, dentre outros espaços. Muitas dessas experiências e oportunidades são mediadas e desenvolvidas por diversos grupos de interesse social, em contraposição ou favoravelmente ao Estado, como as empresas que participam da cadeia produtiva do agronegócio tanto no meio rural, quanto no urbano.
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

PEREIRA (2004) ressalta que a liquefação é um dos principais mecanismos responsáveis por colapsos de diques, pilhas de rejeitos, barragens de terra e, particularmente, aterros hidráulicos. O autor relata que o fenômeno da liquefação está diretamente associado à perda repentina da resistência de solos de granulometria típica de areia fina, fofos e saturados, induzida por uma redução significativa das tensões efetivas e, conseqüentemente, por um desenvolvimento de elevadas poropressões, impostas por carregamentos estáticos ou dinâmicos. Deste modo, PEREIRA (2004) procura realizar uma investigação da susceptibilidade à liquefação de rejeitos de minérios de ferro através da utilização de ensaios triaxiais não drenados e com medidas de poropressões (ensaios CU). A análise da evolução das poropressões geradas durante os ensaios juntamente com o comportamento do material ao cisalhamento caracterizado pelas correspondentes trajetórias de tensões permitirá a avaliação final do potencial de liquefação dos rejeitos estudados.
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Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Higuchi et al. (2003) acrescentaram as variações de estações do ano e condições microclimáticas e afirmaram que para inferir sobre o padrão de crescimento individual em diâmetro de árvores da floresta amazônica, diversos outros fatores exercem influência e precisam ser considerados. Dentre esses fatores, o autor mencionou a grande heterogeneidade de espécies e ecossistemas, as características peculiares de cada espécie, fenologia dos grupos ecológicos associadas aos fatores ambientais bióticos e abióticos e as características climatológicas de cada região.
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Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

A grande maioria dos solos de terra firme da Amazônia são considerados pobres em nutrientes, ácidos e com baixa capacidade de troca de cátions (Vieira & Santos, 1987). Solos sob floresta primária de terra firme na Amazônia Central apresentam essas características (Ferraz et al., 1998; Ferreira et al., 2001), além de uma baixa capacidade de disponibilizar água para as plantas (Ferreira et al., 2002; Ferreira et al., 2004). O clima da região, quente e úmido, favorece os processos de intemperização de rochas e a lixiviação dos metais alcalinos e alcalino terrosos; a exposição do solo por longo tempo à ação das chuvas abundantes e de temperaturas elevadas, aliada às grossas texturas do substrato geológico, permite fácil drenagem da água de percolação, tornando o intemperismo mais intenso (Schubart et al., 1984).
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Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

A inclusão de invertebrados terrestres em inventários de biodiversidade e em relatórios de impactos ambientais aumentou rapidamente na última década (Oliver e Beattie, 1996; Ward et al., 2001; New, 2008). Dentre os invertebrados terrestres, as formigas são frequentemente usadas nesses estudos por representarem uma grande porção da diversidade de espécies animais nas florestas tropicais (Erwin, 1989), constituírem uma das maiores proporções da biomassa animal (Fittkau e Klinge, 1973; Ellwood e Foster, 2004) e serem localmente dominantes em relação a outros macro artrópodes (Stork, 1991). A eficiência de coleta de um grupo tão diverso e abundante, como das formigas, é um componente chave no desenho de inventários rápidos de biodiversidade ou de relatórios de impactos ambientais que visam atender em tempo hábil certas demandas da sociedade (Oliver e Beattie, 1993; New, 2008).
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS O CERRADO SENTIDO RESTRITO SOBRE DOIS SUBSTRATOS NO BRASIL CENTRAL: PADRÕES DA FLORA LENHOSA E CORRELAÇÕES COM VARIÁVEIS

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS O CERRADO SENTIDO RESTRITO SOBRE DOIS SUBSTRATOS NO BRASIL CENTRAL: PADRÕES DA FLORA LENHOSA E CORRELAÇÕES COM VARIÁVEIS

In Central Brazil, core portion of the Cerrado, savannic formations on plain relief and with deep soils (Typical Cerrado - CT) have been widely converted into agropastoral ecosystems. In contrast, savannic formations on steep relief with shallow and rocky soils (Rocky Cerrado - CR) have been considered as future biodiversity refuges in the region. In this study, we compared the floristic (presence/absence) and the floristic-structural (occurrence and abundance) composition and alpha diversity of woody species between CT and CR (each with 10 1-ha plots) and highlighted the implications of our findings for conservation these environments. Additionally, we investigated the relationship of variation in floristic-structural composition with edaphic, climatic, and spatial variables to understand the causes of this dissimilarity. We found that adjacent sites of CT and CR differ in floristic-structural composition, but not in occurrence and alpha diversity of species. Our results also showed that floristic-structural dissimilarity is correlated to the edaphic, climatic, and spatial variables and corresponds mainly to variations in soils (mainly nutrient availability) and topography (relief and altitude). These results have crucial implications for conservation because they clarify that CR and CT are complementary, but not equivalent, regarding their representation of savanna vegetation in Central Brazil. We suggest that it should be considered for improving conservation decision-making and initiatives and when expanding or creating new conservation units. Our findings also revealed that the edaphic component can, by itself, explain most of the floristic-structural variation between savannic environments of the Cerrado whose substrates are distinct.
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Florística e fitossociologia de uma floresta de vertente na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Florística e fitossociologia de uma floresta de vertente na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Comparando o número de indivíduos com outros estudos no Estado do Amazonas (Tello, 1995; Matos & Amaral, 1999; Oliveira & Mori, 1999; Amaral et al., 2000; Lima Filho et al. 2001; Oliveira et al., 2003), notou-se que a área amostrada possui maior densidade de espécimes por hectare. Contudo, essa alta densidade não se traduziu em alta diversidade florística, conforme observado em outros trabalhos na região (Amaral, 1996; Oliveira & Mori, 1999; Lima Filho et al., 2001). As famílias mais importantes, em ordem decrescente no número de indivíduos, foram: Lecythidaceae (118), Burseraceae (87), Sapotaceae (78), Chrysobalanaceae (72), Euphorbiaceae (62) e Fabaceae (43). Juntas, essas seis famílias responderam por quase 60% dos espécimes inventariados, ficando as 44 famílias restantes, responsáveis por 40,3% do total, evidenciando a baixa abundância relativa de indivíduos nestas famílias (Figura 1).
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