Top PDF Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudis alimentados com dietas de alto teor de concentrado

Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudis alimentados com dietas de alto teor de concentrado

Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudis alimentados com dietas de alto teor de concentrado

É preciso considerar que a taxa de ganho influencia a composição do ganho, acrescentando este aspecto à regressão do logaritmo do conteúdo corporal de energia em função do logaritmo do p[r]

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Exigências Líquidas de Energia e Proteína de Tourinhos de Dois Grupos Genéticos Alimentados com Dietas de Alto Teor de Concentrado.

Exigências Líquidas de Energia e Proteína de Tourinhos de Dois Grupos Genéticos Alimentados com Dietas de Alto Teor de Concentrado.

O objetivo deste trabalho foi obter dados de composição corporal e as exigências líquidas de energia e proteína de mestiços F 2 de tipos genéticos paternos Continentais e Britânicos filhos de vacas Caracu x Nelore (bezerros ¾ sangue Europeu, ¼ sangue Zebuíno e ½ sangue de animais adaptados) que possam parametrizar modelos como o CNCPS (Fox et al., 1992) e o RLM (Lanna et al., 1999). Os resultados obtidos podem ser utilizados para atualizar as equações destes modelos, permitindo a análise dos requerimentos nutricionais de forma dinâmica e cada vez mais acurada e precisa. Os animais foram ali- mentados com dietas de alto concentrado com três níveis de bagaço de cana-de-açúcar in natura com objetivo de avaliar o BIN como único volumoso.
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Exigências líquidas de proteína e energia para crescimento de tourinhos santa gertrudis em dietas de alto teor de concentrado.

Exigências líquidas de proteína e energia para crescimento de tourinhos santa gertrudis em dietas de alto teor de concentrado.

Diversos fatores alteram a eficiência de cresci- mento de bovinos, saber: peso, idade, nutrição, gené- tica (raça e tamanho corporal), sexo, utilização de hormônios exógenos e manipulação do genoma (Lanna, 1997). A eficiência de crescimento de ani- mais de corte é dependente, principalmente, de duas características básicas: taxa de ganho e composição química dos tecidos depositados. Quanto maior a taxa de ganho, maior a eficiência de conversão em função da diluição das exigências de mantença. As exigências de mantença podem variar em função do peso, raça, sexo, idade, estação do ano, temperatura, estado fisiológico e nutrição prévia (NRC, 1996). A determinação das exigências de mantença para ra- ças cruzadas Bos taurus x Bos indicus é necessária para o desenvolvimento de modelos matemáticos de simulação do processo de digestão e metabolização de nutrientes. O Santa Gertrudis é composto por aproxi- madamente 5/8 Shorthorn e 3/8 Brahman. Existe controvérsia na utilização de valores tabelados para exigências de mantença determinados para raças pu- ras em cruzamentos de Bos indicus com Bos taurus, pois alguns autores propõem que os requerimentos de mestiços seriam intermediários (Fox et al., 1992; , Lanna et al., 19956, 199792; Lana et al., 1992).
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Desempenho, composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos de dois tipos genéticos alimentados com dietas de alto teor de concentrado

Desempenho, composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos de dois tipos genéticos alimentados com dietas de alto teor de concentrado

Entretanto não houve diferença na eficiência alimentar, provavelmente em função da queda no consumo da dieta de maior teor de concentrado, sugerindo que dietas de alto concentrado e níve[r]

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Exigências líquidas de proteína e energia para ganho de peso de tourinhos Brangus e Nelore alimentados com dietas contendo diferentes proporções de concentrado.

Exigências líquidas de proteína e energia para ganho de peso de tourinhos Brangus e Nelore alimentados com dietas contendo diferentes proporções de concentrado.

no início do período experimental, para estimativa da composição corporal inicial, e os demais, alimentados sem restrição por 145 dias com dietas contendo 20, 40, 60 ou 80% de concentrado na matéria seca. Os pesos médios iniciais e finais foram de 238 e 402 kg para os Brangus e 230,7 e 361,9 kg para os Nelore, respectivamente. Os ganhos diários de peso vivo em jejum, peso de corpo vazio e peso de carcaça quente foram diferentes entre as raças e os níveis de concentrado, com maiores médias para os animais Brangus e para o nível de 60% de concentrado na dieta. Os animais Brangus apresentaram maiores valores de extrato etéreo e energia e os Nelore, maiores teores de água, proteína e cinzas no corpo vazio. As exigências líquidas de proteína e de energia para o ganho de peso vazio foram diferentes entre raças, com valores de 0,161 e 0,188 kg de proteína e 3,02 e 2,46 Mcal por kg de ganho de peso vazio para os animais Brangus e Nelore, respectivamente. Os animais da raça Brangus tiveram maior exigência de energia e os Nelore, maior exigência de proteína, mas não houve efeito do nível de concentrado na dieta, provavelmente em razão da pouca idade dos animais, que não haviam alcançado a fase de maior deposição de gordura.
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Desempenho de Tourinhos Cruzados em Dietas de Alto Teor de Concentrado com Bagaço de Cana-de-Açúcar como Único Volumoso.

Desempenho de Tourinhos Cruzados em Dietas de Alto Teor de Concentrado com Bagaço de Cana-de-Açúcar como Único Volumoso.

GALYEAN, M.L. Protein levels in beef cattle finishing diets: industry application, university research, and systems results. Journal of Animal Science, v.74, n.11, p.2860-2870, 1996. HENRIQUE, W.; LEME, P.R.; LANNA, D.P.D et al. Avaliação do milho úmido com bagaço de cana ou silagem de milho na engorda de bovinos. I. Desempenho animal e características da carcaça. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRA- SILEIRA DE ZOOTECNIA, 36., 1999, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Zootecnia, 1999. p.307. LANA, R.P.; FONTES, C.A.A.; PERON, A.J. et al. Composição corporal e do ganho de peso e exigências de energia, proteína e macroelementos minerais (Ca, P, Mg e K) de novilhas de cinco grupos raciais. Conteúdo corporal e do ganho de peso em gordura, proteína e energia. Revista da Sociedade Bra- sileira de Zootecnia, v.21, p.518, 1992.
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Exigências líquidas de proteína e energia para ganho de peso de novilhos Nelore alimentados com dietas contendo grão de milho úmido e gordura protegida.

Exigências líquidas de proteína e energia para ganho de peso de novilhos Nelore alimentados com dietas contendo grão de milho úmido e gordura protegida.

RESUMO - Neste trabalho, as exigências líquidas de energia e proteína líquidas para ganho de peso foram estimadas pela técnica de abate comparativo utilizando-se 56 novilhos Nelore com peso médio inicial de 432 kg. A análise da composição da 9ª-10ª-11ª costelas foi utilizada para estimativa da composição do corpo vazio. Oito novilhos foram abatidos no início do período experimental, para o cálculo da composição corporal inicial, e os demais, alimentados durante 70 dias com dietas contendo 60% de concentrado na MS, composto de grão de milho seco ou úmido, com ou sem gordura protegida da biohidrogenação ruminal. O peso médio dos animais ao abate foi 528 kg. Apenas o ganho de peso de carcaça quente foi maior nos tratamentos com gordura. Não houve diferença na composição do corpo vazio, nas taxas de deposição e na composição do ganho de peso vazio. As exigências de energia e proteína foram de 2,97 Mcal e 0,171 kg por kg de ganho de peso corporal vazio (GPVz), respectivamente, e o ganho de gordura foi de 0,215 kg por kg de GPVz. A utilização do grão de milho úmido e de 4% de gordura protegida na alimentação de novilhos Nelore não alterou a composição corporal e as exigências de energia e proteína.
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Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de bezerros da raça holandesa alimentados com dietas contendo diferentes níveis de volumoso.

Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína de bezerros da raça holandesa alimentados com dietas contendo diferentes níveis de volumoso.

Para determinação das exigências de energia e proteína, foram utilizados 52 bezerros da raça Holan- desa puros por cruzamento, da variedade preto e branco, todos não-castrados, com idade média inicial de 60 dias e peso vivo inicial médio de 78 kg. Ao início do período experimental, foram abatidos oito animais que serviram de referência no estudo da composição corporal inicial. Oito bezerros foram alimentados com dieta contendo 90% de volumoso e 10% de concentrado, com aproximadamente 8,12; 55,60; e 76,20% de PB, NDT e FDN, respectivamente, para atender às exigências ligeiramente acima da mantença (SIGNORETTI et al., 1999). Os 36 animais restantes foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos de nove animais, alimentados ad libitum, com dietas contendo os seguintes níveis de volumoso (feno de capim coast-cross, Cynodon dactylon): 10, 25, 40 e 55%, que constituíram os tratamentos 1, 2, 3 e 4, respectivamente. Os animais foram mantidos em
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Composição corporal e exigências nutricionais de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudes confinados, recebendo alto concentrado e subproduto da produção de lisina

Composição corporal e exigências nutricionais de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudes confinados, recebendo alto concentrado e subproduto da produção de lisina

RESUMO – Com o objetivo de determinar as exigências de energia e proteína para ganho de bovinos Santa Gertrudes, desenvolveu-se ensaio utilizando-se 33 animais com idade média de 10 meses e peso inicial de 242 kg, mantidos em baias individuais por 115 dias, após 56 dias de adaptação. Seis animais foram abatidos após o período de adaptação e determinada a composição química corporal inicial. Os animais receberam dietas contendo 80% de concentrado, sendo testadas a inclusão de 0; 4,5; e 9,0% do subproduto da produção de lisina (SPL) na matéria seca da dieta. O valor de energia e proteína para ganho de 1 kg foi estimado por meio de equação de regressão do logaritmo do conteúdo corporal de energia e de proteína, em função do logaritmo do peso de corpo vazio, sendo que para o cálculo da exigência de proteína metabolizável utilizou-se, ainda um fator de eficiência de utilização. A exigência de energia líquida encontrada para ganho de 1 kg foi de 3,65; 4,17 e 4,63 Mcal, e a exigência de proteína metabolizável foi de 218,55; 216,19 e 202,19 g, respectivamente para animais de 300, 400 e 500 kg. O valor de exigência líquida para mantença foi obtido por meio da regressão do logaritmo da produção de calor (PC), em função da ingestão de energia metabolizável, chegando-se ao valor de 75,6 Kcal/ PVz 0,75 / dia.
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Milho úmido, bagaço de cana e silagem de milho em dietas de alto teor de concentrado: 2. composição corporal e taxas de deposição dos tecidos.

Milho úmido, bagaço de cana e silagem de milho em dietas de alto teor de concentrado: 2. composição corporal e taxas de deposição dos tecidos.

RESUMO - Comparou-se o efeito do grão de milho colhido seco (87% MS) ou ensilado úmido (70% MS ), associado à silagem de planta de milho (20% MS da dieta) ou bagaço de cana de açúcar (12% MS da dieta), sobre a composição corporal e taxas de deposição dos componentes químicos corporais em 32 tourinhos Santa Gertrudis com idade média de dez meses e peso inicial médio de 245 kg. Os animais foram mantidos em baias individuais parcialmente cobertas por 124 dias , após adaptação de 33 dias. Quatro animais foram abatidos ao final da adaptação para determinação da composição inicial. Os outros 28 animais foram distribuídos nos quatro tratamentos. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso em arranjo fatorial 2x2 (dois volumosos x dois processamentos do milho grão), e testados os seguintes tratamentos: silagem de milho + milho úmido (Si-MU); silagem de milho + milho seco (Si-MS); bagaço cru + milho úmido (Ba-MU) e bagaço cru + milho seco (Ba-MS). Não houve interação entre volumoso e processamento do milho para nenhuma variável avaliada. Na comparação de volumosos, a silagem de planta de milho foi superior ao bagaço para ganho de peso vazio, taxa de deposição dos tecidos e de energia. O milho úmido aumentou o teor de gordura, a taxa de deposição de lipídeos e o teor de energia no ganho de peso. Estes resultados são consistentes com os dados de desempenho, demonstrando que a silagem de grão de milho aumentou o teor de energia líquida. Os resultados também sugerem que o bagaço de cana propicia um ambiente ruminal pior para o desempenho do animal que aquele obtido com uso da silagem de planta inteira de milho.
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Exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudes confinados, recebendo alto concentrado.

Exigências líquidas de energia e proteína de tourinhos Santa Gertrudes confinados, recebendo alto concentrado.

Com o objetivo de determinar as exigências de energia e proteína para ganho de tourinhos Santa Gertrudes, 33 tourinhos, com idade de 12 meses e peso inicial médio de 314,6±33,2kg, foram confinados durante 115 dias, após 56 dias de adaptação. Seis animais foram abatidos após adaptação, para determinação da composição química corporal inicial. Os animais receberam dietas contendo 80% de concentrado, avaliando-se a inclusão de 0; 4,5; e 9,0% do subproduto concentrado da produção de lisina na matéria seca. As exigências de energia líquida de ganho (EL g ) foram estimadas em função do peso de corpo vazio (PCVZ) e do ganho de PCVZ
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Open Composição corporal e exigências líquidas de minerais de cabras Moxotó em gestação, no semiárido nordestino

Open Composição corporal e exigências líquidas de minerais de cabras Moxotó em gestação, no semiárido nordestino

As concentrações de fósforo g/kg PCV não foram influenciadas pelos dias de gestação, número de fetos e níveis de restrição. Essa ausência de significância pode ser explicada pela elevação do consumo com o avançar da idade gestacional (Tabela 4), suprindo assim as necessidades desse mineral nas fases estudadas. Em relação aos níveis de restrição, o consumo de P foi diminuído (Tabela 4), porém essa diminuição não causou efeito significativo nas concentrações corporais. No entanto, observou-se efeito da interação entre dias x feto x restrição para esta variável, verificando-se que as cabras que foram abatidas aos 50 dias de gestação, com apenas um feto e consumindo ração ad libitum, tiveram a composição de P g/kg PCV semelhante à composição corporal das cabras que compuseram os demais tratamentos. É importante destacar que todas as cabras que foram abatidas aos 50 e 100 dias de gestação possuem composição semelhante para esta variável, sendo diferentes daquelas pertencentes ao grupo dos 140 dias de gestação. Porém, os efeitos foram significativos apenas nas cabras dos 140 dias que sofreram restrição alimentar, independente do número de fetos.
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Composição corporal e exigências líquidas e dietéticas de macroelementos inorgânicos (Ca, P, Mg, K e Na) de bezerros da raça holandesa alimentados com dietas contendo diferentes níveis de volumoso.

Composição corporal e exigências líquidas e dietéticas de macroelementos inorgânicos (Ca, P, Mg, K e Na) de bezerros da raça holandesa alimentados com dietas contendo diferentes níveis de volumoso.

A determinação dos requerimentos dos macroelementos inorgânicos para bovinos em cresci- mento é extremamente complexa, em virtude dos diversos fatores que influenciam a sua utilização pelo animal. Dentre os referidos fatores, os principais são: peso corporal, espécie ou raça, nível de produção, as inter-relações entre os minerais ou correlações entre as frações orgânica e inorgânica, a disponibilidade e a forma química do elemento nos ingredientes da dieta, o critério de estabelecimento de níveis adequa- dos, o melhoramento contínuo das raças, o melhora- mento de manejo e alimentação e os métodos de processamento dos alimentos (COELHO DA SIL- VA e LEÃO, 1979; ARC, 1980; MAYNARD et al., 1984; CONRAD et al., 1985; AFRC, 1991; BEEDE, 1991; e NRC, 1996).
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composição corporal e exigências de energia e proteína para ganho de peso de bovinos de quatro raças Zebuínas.

composição corporal e exigências de energia e proteína para ganho de peso de bovinos de quatro raças Zebuínas.

Os conteúdos corporais totais de proteína (PBT) e gordura (GT), bem como os conteúdos de proteína, gordura e energia por quilograma do corpo vazio, estimados por intermédio das equações de regressão para animais com pesos vivos de 300 a 500 kg, são apresentados na Tabela 2. Observa-se que o conteú- do total de proteína e gordura aumentou à medida que o peso vivo se elevou. Por outro lado, em termos de concentrações, ou seja, em g/kg de PCVZ ou Mcal/kg de PCVZ, com a elevação do peso corporal, há decréscimo no conteúdo corporal de proteína e aumento na concentração de gordura, com incremen- to paralelo no conteúdo de energia. Resultados seme- lhantes foram obtidos por REID e ROBB (1971), TEIXEIRA (1984), GONÇALVES (1988), LANA et al. (1992 a,b), PIRES et al. (1993 a,b), FREITAS (1995); FONTES (1995) e ESTRADA (1996). Estes resultados são concordantes com os resultados do ARC (1980), os quais indicaram variações nas pro- porções de gordura de 197 para 295 g/kg de PCVZ; de proteína de 167 para 158 g/kg de PCVZ; e de energia de 2,79 para 3,66 Mcal/kg de PCVZ, quando o PCVZ se elevou de 300 para 500 kg.
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Composição corporal e exigências líquidas de macroelementos minerais de bovinos F1 Simental x Nelore.

Composição corporal e exigências líquidas de macroelementos minerais de bovinos F1 Simental x Nelore.

Como discutido anteriormente, este fato está associ- ado ao efeito da diluição provocado pelo aumento da gordura corporal. Ainda para o magnésio e sódio, este decréscimo pode estar associado à redução da pro- porção de ossos na carcaça com a elevação do PCV, conforme verificado por JORGE et al. (1996). As exigências líquidas de Mg (g/kg de PCV), verificadas no presente trabalho, com base na média da equação geral (0,291g), foram 35,3% inferiores ao valor admi- tido pelo ARC (1980). As exigências líquidas, obtidas pela equação geral para um animal de 400 kg de PV, quando comparadas às encontradas por LANA (1991) e SOARES (1994), foram 30,4% superiores e 34,8% inferiores, respectivamente, situando-se muito próxi- mas às verificadas por PIRES (1991) para mestiços Nelore x Marchigiana. As exigências líquidas de potássio no presente trabalho variaram de 1,34 a 1,52g por kg de PCV. Estes valores foram inferiores ao preconizado pelo ARC (1980), que é de 2,0g. Por outro lado, FONTES (1995) estimou as exigências líquidas de potássio, variando de 1,76 a 1,87g por kg de PCV, para animais não-castrados e com PV de 300 a 500 kg. A exigência líquida de potássio, estimada pela equação geral, para um animal de 400 kg de PV (1,46 g/ kg GPCV), quando comparada ao valor observado por LANA (1991), foi 16,8% superior e praticamente igual
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Composição em ácidos graxos e qualidade da carne de tourinhos Nelore e Canchim alimentados com dietas à base de cana-de-açúcar e dois níveis de concentrado

Composição em ácidos graxos e qualidade da carne de tourinhos Nelore e Canchim alimentados com dietas à base de cana-de-açúcar e dois níveis de concentrado

RESUMO - O objetivo neste trabalho foi avaliar a composição de ácidos graxos e a qualidade do contrafilé (músculo Longissimus lumborum) de tourinhos das raças Nelore e Canchim. Os animais foram terminados em confinamento e alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar e dois níveis de concentrado (40 e 60% na matéria seca). Os concentrados foram compostos de grãos de girassol, milho, farelo de soja, levedura seca de cana-de-açúcar, uréia e núcleo mineral. O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 2 × 2 (grupo genético × nível de concentrado). Não foram observadas diferenças nos teores de umidade, proteína e extrato etéreo da carne. Os animais da raça Nelore apresentaram maiores concentrações de ácido linoléico conjugado (0,52%), ácidos graxos insaturados (46,82%) e também relações mais elevadas de ácidos graxos insaturados:saturados (1,02) e monoinsaturados:saturados (0,86) em comparação aos tourinhos da raça Canchim. Os tourinhos da raça Canchim apresentaram maior intensidade das cores vermelha e amarela no contrafilé e maior luminosidade da gordura de cobertura. Houve interação para força de cisalhamento, que foi menor nos tourinhos Nelore alimentados com 40% de concentrado. Tourinhos da raça Nelore apresentam carne com melhor composição de ácidos graxos na gordura intramuscular do ponto de vista da saúde humana.
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Como a casca de algodão influencia as características da carcaça e a qualidade de carne de bovinos precoces alimentados com dietas de alto teor de concentrado?

Como a casca de algodão influencia as características da carcaça e a qualidade de carne de bovinos precoces alimentados com dietas de alto teor de concentrado?

casca de algodão na MS da dieta) e diferentes tempos de maturação (24h; 3, 7 e 14 dias). A dieta CH27 apresentou menor teor de umidade na carne (p < 0,05). Os lipídios totais foram menores na dieta CH33 (p <0,05). Após 24h, a dieta CH21 mostrou menor perda por cocção no ML. O aumento no tempo de maturação reduziu a força de cisalhamento (p < 0,001) do ML. A dieta CH27 apresentou maior luminosidade (p < 0,05) e intensidade de amarelo (p < 0,001). Três ou sete dias de maturação proporcionaram menores valores de luminosidade no ML. O crescente tempo de maturação apresentou maior (p < 0,05) intensidade de amarelo no ML. A oxidação de lipídios foi menor na dieta CH21 (p < 0,001). A composição de ácidos graxos foi semelhante entre as dietas. O uso da casca de algodão em dietas de alto de alto teor de concentrado pode ser uma estratégia útil para melhorar a produção de carne magra e a qualidade de carne de bovinos.
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Exigências Líquidas e Dietéticas de Energia, Proteína e Macroelementos Minerais de Bovinos de Corte no Brasil.

Exigências Líquidas e Dietéticas de Energia, Proteína e Macroelementos Minerais de Bovinos de Corte no Brasil.

RESUMO - Foram utilizados dados parciais ou totais de vários experimentos sobre exigências nutricionais de bovinos, nos quais foi usada a técnica do abate comparativo, abate de uma amostra representativa dos animais experimentais no início do período de alimentação e determinação da composição do corpo vazio. Os conteúdos de gordura, proteína, energia, Ca, P, Mg, Na e K retidos no corpo dos animais de cada grupamento racial foram estimados por meio de equações de regressão do logaritmo do conteúdo corporal de proteína, gordura, energia, Ca, P, Mg, Na e K, em função do logaritmo do peso de corpo vazio (PCVZ). As exigências líquidas de proteína, energia, Ca, P, Mg, Na e K foram obtidas a partir de equação Y’ = b. 10 a . X b-1 , sendo “a” e “b” o intercepto e coeficiente de regressão, respectivamente, das equações de predição dos conteúdos corporais de gordura, proteína, energia, Ca, P, Mg, Na ou K. A energia líquida para mantença (ELm) foi obtida pelos valores médios, de todos os trabalhos, para os diferentes grupos raciais. As eficiências de utilização da energia metabolizável (EUEM) para mantença (k m ) e ganho de peso (k f ) foram estimadas a partir da relação entre os teores de energia líquida, para mantença ou ganho, respectivamente, em função da EM da dieta. Para a análise de todos os dados agrupados, entre animais zebuínos e F1 (E x Z) e entre animais mestiços leiteiros e Holandeses, aplicou-se o teste de identidade de modelos. A relação ganho de PCVZ/ganho de peso vivo em jejum (GPVJ) dos animais zebuínos, F1, mestiços leiteiros e Holandeses foi 0,96; 1,00; 0,94 e 0,86, respectivamente. As equações obtidas para estimativa da proteína retida (PR), em função do GPVJ e da energia retida (ER) foram: PR = - 17,6968 + 192,31 GPVJ - 3,8441 ER, para animais zebuínos e PR = 31,4045 + 107,039 GPVJ + 5,632 ER, para F1. As energias líquidas para ganho (ELg) podem ser obtidas pelas equações ELg = 0,0435 x PCVZ 0,75 x GDPCVZ 0,8241 , para animais zebuínos e ELg = 0,0377 x PCVZ 0,75 x GDPCVZ 1,0991 , para animais F1. A média dos valores de ELm para zebuínos, F1, mestiços leiteiros e Holandeses foram 71,30; 70,77; 79,65 e 88,97 kcal/PCVZ 0,75 , respectivamente. As EUEM para mantença (k m ) e ganho (k f ) variaram de 0,65 a 0,63 e de 0,25 a 0,37, respectivamente, para dietas com concentração de EM variando de 2,2 a 2,7 Mcal/kg de matéria seca. A exigência de P foi superior e as de Na e K, inferiores às recomendações do NRC (1996). As exigências de Ca e Mg foram semelhantes às do NRC (1996).
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Composição corporal e exigências líqüidas em energia e proteína para ganho em peso de chinchilas (Chinchilla lanigera).

Composição corporal e exigências líqüidas em energia e proteína para ganho em peso de chinchilas (Chinchilla lanigera).

O padrão de desenvolvimento corporal, assim como, a composição do ganho de peso corporal e ganho de peso vivo observados no presente estudo são concordantes com dados encontrados na literatura para outras espécies de animais, como, por exemplo, ovinos e bovinos. Todavia, não foram encontrados trabalhos de determinação da composição corporal e requerimentos nutricionais de chinchilas para uma comparação mais específica, justificando a realização deste e de futuros trabalhos nesta área.

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Características da Carcaça e Qualidade da Carne de Tourinhos Alimentados com Dietas de Alta Energia.

Características da Carcaça e Qualidade da Carne de Tourinhos Alimentados com Dietas de Alta Energia.

RESUMO - Foram alimentados 36 tourinhos ¾ Europeu ¼ Zebu com dietas contendo 9, 15 e 21% de bagaço de cana-de-açúcar in natura (BIN) na matéria seca. Os animais, com peso inicial de 257 kg, foram abatidos após 138 dias, com 435 kg de peso. Foram realizadas mensurações na carcaça e da composição física do corte das 9-10-11ª costelas. Amostras dos músculos Longissimus dorsi e Supraspinatus, maturadas durante 0, 7 e 14 dias, foram analisadas quanto à textura e cor. A quantidade de gordura renal e pélvica foi maior para os tratamentos 9 e 15% de BIN. Houve tendência para maior espessura de gordura subcutânea nos tratamentos 9 e 15% de BIN. Os diferentes níveis de fibra na dieta não alteraram a composição física e as características de carcaça, porém maior acúmulo de gordura nas regiões inguinal e pélvica foi observado em tratamentos com maior teor de concentrado. A textura objetiva (WB) apresentou diferença entre os três grupos de bifes maturados, nos dois músculos testados; o grupo com 14 dias de maturação foi mais macio que o tempo 7, e este, mais macio que o tempo 0. Não foram encontradas diferenças entre os tratamentos nutricionais para a característica de cor, entretanto, houve efeito significativo para o período de maturação. A carne maturada (tempos 7 e 14) foi mais macia e brilhante, e suas cores, mais realçadas. A maturação teve grande impacto sobre a maciez em touros jovens produzindo carcaças de 230 kg e com 4 mm de espessura de gordura.
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