Top PDF Composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil.

Composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil.

Composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil.

(Composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil). No município de Rio do Fogo foi registrada, em 1976, somente através de imagens de radar, uma comunidade de Cerrado para a qual, até então, não havia estudo in loco. Algumas questões foram elaboradas sobre essa comunidade: A região delimitada e descrita por meio de imagens de radar pode ser considerada Cerrado, do ponto de vista florístico? Qual a fitogeografia das espécies registradas nessa comunidade? Há ocorrência de espécies raras, endêmicas ou ameaçadas de extinção na composição florística dessa comunidade? Para responder a estas questões realizou-se o levantamento florístico em 400 ha, no período de agosto/2007 a setembro/2009. Os dados indicaram que das 94 espécies registradas em Rio do Fogo, 73 são associadas ao Cerrado, 69 também se distribuem na Caatinga, 60 na Floresta Atlântica, 47 na Floresta Amazônica, 14 no Pantanal e 11 no Pampa. Foram listadas pela primeira vez para o Rio Grande do Norte (RN) 39 espécies; Stylosanthes gracilis Kunth (Fabaceae) e Aristida laevis (Nees) Kunth (Poaceae) são citadas pela primeira vez para o Nordeste do Brasil. Aspilia procumbens Baker (Asteraceae) apresentou distribuição restrita ao estado e insere-se na categoria criticamente em perigo; já Stilpnopappus cearensis Hubber na categoria vulnerável à extinção. Concluiu-se que essa área pode ser classificada floristicamente como pertencente ao domínio do Cerrado, podendo ser apontada como área-chave para a conservação.
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Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) e leishmanioses no Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil: reflexos do ambiente antrópico.

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) e leishmanioses no Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil: reflexos do ambiente antrópico.

O crescimento de cidades em áreas originalmente endêmicas de leishmaniose visceral americana (LVA) resultou na expansão da doença no Nordeste ao mesmo tempo em que se evidenciou a adaptação de Lutzomyia longipalpis Lutz & Neiva (Diptera: Psychodidae), o mais importante vetor de Leishmania (L.) infantum chagasi Nicolle (Kinetoplastida: Trypanosomatidae) nas Américas, ao ambiente periurbano (Lainson & Shaw 1978, Walsh et al. 1993, Sherlock 1996, Lainson & Rangel 2005). Tanto a LVA quanto a leishmaniose tegumentar americana (LTA) vêm aumentando nos últimos dez anos, com descrição em áreas urbanas de importantes cidades no Brasil. Embora o número de casos de LVA notifi cados na região Nordeste tenha se reduzido, quando comparado à década de 90, cerca de 70% destes encontram-se ainda nessa região, enquanto a LTA é descrita em quatro das cinco regiões do país, com incidências mais elevadas no Norte e Nordeste (MS 2005). No Rio Grande do Norte, RN, a incidência de LTA é baixa quando comparada a outros estados do Nordeste e concentra-se em uma das oito zonas geográfi cas do estado.
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Caracterização e composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Brasil : subsídios para a conservação

Caracterização e composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Brasil : subsídios para a conservação

(A Savana do Rio Grande do Norte: Relações Florísticas com Outras Formações Vegetais do Nordeste e Centro-Oeste Brasileiro). No Rio Grande do Norte (RN), Nordeste do Brasil, foi registrada, somente através de imagens de radar em 1976, uma comunidade savânica que, até então, não havia estudos in loco. Questões foram elaboradas sobre essa comunidade. Essa comunidade pode ser considerada um cerrado floristicamente?; Qual a distribuição fitogeográfica das espécies vegetais registradas? Essas espécies são endêmicas? Para responder a estas questões realizou-se o levantamento florístico, agosto/2007 a setembro/2009, em 400 há, em Rio do Fogo; a distribuição das espécies e a similaridade florística da área estudada com trabalhos realizados nos cerrados do Planalto Central e do Nordeste, nas restingas e nas caatingas do Nordeste. Os dados obtidos apontaram que das 94 espécies registradas, 63 % estão associadas ao Cerrado com base em bibliografia especializada para esse domínio e 73 % segundo “Lista de Espécies da Flora do Brasil”; além disso, 69 % do total das espécies (94) registradas também se distribuem na Caatinga, 60 % na Floresta Atlântica, 47 % na Floresta Amazônica, 14 % no Pantanal e 11 % com o Pampa; e na análise do dendrograma de similaridade florística a comunidade savânica estudada se inseriu entre as restingas e as caatingas. Esses resultados apontam que esta comunidade do Rio do Fogo pode ser classificada como uma “Savana gramíneo-lenhosa do tabuleiro”, demonstrando a necessidade de estudos mais aprofundados principalmente nas áreas de ecologia de espécies e comunidades, que possivelmente, subsidiarão a compreensão de estudos relacionados á biogeografia do nordeste brasileiro, bem como, a adaptação de espécies e domínios fitoecológicos às mudanças climáticas.
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Ocorrência e fatores de risco associados às infecções por Toxoplasma gondii e Neospora caninum em cães no município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil.

Ocorrência e fatores de risco associados às infecções por Toxoplasma gondii e Neospora caninum em cães no município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil.

O objeti vo do presente trabalho foi determinar a frequência de anticorpos anti-Toxoplasma gondii e anti-Neospora caninum, bem como identifi car fatores de risco em cães do município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil. Para tanto, foram colhidas amostras de sangue de 476 cães atendidos em clínicas veterinárias no período de março de 2011 e maio de 2012. Para o diagnóstico sorológico das infecções, foi utilizada a reação de imunofl uorescência indireta (RIFI), adotando- se como pontos de corte as diluições 1:64 (T. gondii) e 1:50 (N. caninum). Das 476 amostras, 55 (11,5%; IC 95%=8,8%-14,8%) foram soropositivas para T. gondii, e 31 (6,5%; IC 95%=4,5%- 9,1%) para N. caninum. As variáveis idade > 48meses (OR=4,68) e acesso à rua (OR=4,91) foram identifi cadas como fatores de risco para T. gondii, enquanto que para N. caninum, os fatores de risco foram limpeza semanal/quinzenal/mensal do ambiente onde o animal vive (OR=2,77) e presença de ratos (OR=2,34). Conclui- se que as infecções por T. gondii e N. caninum, detectadas por sorologia, estão presentes em cães atendidos em clínicas veterinárias do município de Natal, bem como se recomenda a correção dos fatores de risco identifi cados.
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Sustentabilidade do turismo no Nordeste do Brasil: o diferencial do Rio Grande do Norte

Sustentabilidade do turismo no Nordeste do Brasil: o diferencial do Rio Grande do Norte

No final da década de 1920, o Rio Grande do Norte entrou na rota dos voos internacionais que vinham da Europa e dirigiam-se à América do Sul. Na década seguinte, havia escritórios de companhias aéreas francesas, italianas, alemãs e da Panair do Brasil, localizadas no bairro da Ribeira, local de origem da cidade e principal área de comércio. Motivado pelas necessidades do contexto, o interventor Rafael Fernandes Gurjão construiu o Grande Hotel, no bairro da Ribeira, no ano de 1939, primeiro equipamento hoteleiro do Estado.
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Composição e estrutura de uma comunidade savânica em gradiente topográfico no município de Corumbataí (SP, Brasil)

Composição e estrutura de uma comunidade savânica em gradiente topográfico no município de Corumbataí (SP, Brasil)

Nas regiões tropicais do mundo, ocorrem formações vegetais denominadas savanas. São definidas como ecossistemas compostos por estrato herbáceo, muitas vezes contínuo ou compartilhando o espaço com estratos arbustivos e arbóreos, que variam na intensidade de cobertura (Furley & Newey, 1983; Solbrig, 1996). Normalmente, as savanas ocorrem por influência edáfica ou pela ação do fogo, muitas vezes de origem antrópica (Richards, 1952). Além desses fatores, o clima pode ser determinante para o estabelecimento e definição de fisionomias savânicas (Solbrig, 1996). Na África, e.g., podem ser encontradas savanas em região mais seca no norte do continente, onde o predomínio de indivíduos arbustivo-arbóreos é menor (Furley & Newey, 1983). Os solos são altamente lixiviados e arenosos. Em geral, possuem baixa capacidade de troca catiônica, são pobres em fósforo e nitrogênio e ricos em alumínio e ferro. O clima das regiões savânicas tropicais apresenta variações sazonais com altas e baixas temperaturas, bem como estações chuvosa e de seca definidas (Solbrig, 1996). A composição florística das savanas tropicais é amplamente variável. A vegetação lenhosa é composta por espécies e gêneros característicos dos diferentes continentes, e.g., nas savanas africanas podem ser encontradas Commiphora africana (A. Rich.) Engl. (Burseraceae), Uapaca togoensis Pax (Euphorbiaceae) e Parinari mobola Oliv. (Rosaceae), e na Austrália, Cycas media R. Br. (Cycadaceae), Petalostigma quadriloculare F. Muell. (Euphorbiaceae), Grevillea parallela Knight (Proteaceae), Eucaliptus alba Reinw. Ex Blume, E. phoenicea F. Muell. e E. tetrodonta F. Muell. (Myrtaceae), havendo a prevalência de determinadas famílias. Todavia, o componente herbáceo de todas as savanas tropicais tem o predomínio de apenas duas famílias: Cyperaceae e Poaceae (Solbrig, 1996).
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Avaliação da atividade turística sobre a composição e a distribuição das macroalgas marinhas nos recifes de Pirangi (Rio Grande do Norte, Brasil)

Avaliação da atividade turística sobre a composição e a distribuição das macroalgas marinhas nos recifes de Pirangi (Rio Grande do Norte, Brasil)

As regiões frequentemente expostas a dessecação durante maré baixa (estações E5 e E6) apresentaram algas de pequeno porte com predomínio de Gelidiella acerosa e alta cobertura de Zoanthus sociatus. Destaca-se que a zona composta por essas duas estações de coleta está frequentemente sujeita ao pisoteio resultante de intensa atividade turística, principalmente E6. A presença de algas de pequeno porte e a importância de Gelidiella acerosa são características de áreas sujeitas a condições de emersão, o que já foi constatado em recifes no nordeste brasileiro (Gomes et al. 2001; Ribeiro et al., 2008). A presença marcante de algas de pequeno porte formadoras de tapetes (turf algae) nas áreas onde ocorre intensa visitação turística (estações E5 e E6) é característica de ambientes sujeitos à freqüente perturbação e pode ser considerado como um indicativo de degradação do recife (Bahartan et al., 2010). Outro agravante é a grande extensão sem cobertura de organismos vivos, o que evidencia o impacto da presença humana nessa área do recife.
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RIQUEZA E COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DA COMUNIDADE DE SAMAMBAIAS NA MATA CILIAR DO RIO CADEIA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.

RIQUEZA E COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DA COMUNIDADE DE SAMAMBAIAS NA MATA CILIAR DO RIO CADEIA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.

Este trabalho analisou a riqueza e a composição da comunidade de samambaias em fragmentos de mata ciliar do rio Cadeia, sob diferentes níveis de antropização, em Santa Maria do Herval, Rio Grande do Sul, Brasil. Foram alocadas 120 parcelas distribuídas equitativamente em três fragmentos (FI, FII e FIII), sendo inventariadas todas as espécies e registrada a riqueza por unidade amostral. A composição florística entre os fragmentos foi comparada empregando-se o índice de Jaccard e a distribuição espacial das parcelas foi avaliada por meio de escalonamento multidimensional. Os dados de riqueza foram apresentados utilizando-se curvas de rarefação baseadas em amostras e estimadores não paramétricos de diversidade. Foram encontradas 40 espécies, distribuídas em 13 famílias. A maior similaridade florística ocorreu entre o FI e o FII. As parcelas do FI formaram o agrupamento mais definido e apresentaram o maior número de espécies exclusivas. A curva de rarefação para a amostra total se aproximou da assíntota e os estimadores apontaram no máximo 45 espécies, evidenciando que a maioria das espécies foi inventariada na mata ciliar. Um gradiente decrescente de riqueza média por parcela foi observado à medida que aumenta a urbanização no habitat matriz dos fragmentos. Esses resultados constituem uma base de dados a ser utilizada em manejo, conservação e reflorestamento de matas ciliares degradadas. Eles podem ser comparados diretamente aos resultados obtidos em outros trabalhos que utilizam rarefação e estimativas de riqueza, o que não é possível com muitos dos inventários realizados no Brasil.
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Composição florística e fitossociologia de macrófitas aquáticas em um banhado continental em Rio Grande, RS, Brasil.

Composição florística e fitossociologia de macrófitas aquáticas em um banhado continental em Rio Grande, RS, Brasil.

Apesar da contribuição especial das espécies raras para a separação dos grupos, o grau de umidade do substrato, como já mencionado anteriormente, não foi mensurado, porém, visualmente parece contribuir para o agrupamento das parcelas em dois grupos. Percebeu-se que a maior parte das parcelas da margem do banhado ou próximas (grupo B) tem umidade reduzida e muitas espécies que colonizam o campo arenoso adjacente passam a compor esta comunidade. São típicas dessas formações campestres principalmente as espécies representantes de Asteraceae e Poaceae (Ritter & Batista 2005; Welker & Longhi-Wagner 2007). Por outro lado, as parcelas que constituem o grupo A, visivelmente em substratos mais úmidos e alagados, apresentam espécies bastante típicas de banhados (Irgang & Gastal Jr. 1996), especialmente as exclusivas deste grupo, conforme descrito acima, nos resultados.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

praticamente desconheceu o arado. Seu principal instrumento foi o enxadão pesado e resistente. Nas plantagens, a policultura era prática marginal, limitada à roça de subsistência. Apesar dos esforços empreendidos por importantes segmentos historiográficos, a vasta documentação conhecida comprova que, no contexto da produção escravista mercantil do Brasil, os produtores diretos escravizados não estabeleceram vínculos significativos de posse efetiva com a terra trabalhada. A produção autônoma de meios de subsistência, pelos próprios trabalhadores escravizados, nos domingos, em nesgas de terras, foi fenômeno extraordinário e assistemático no escravismo brasileiro.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

Esta pesquisa objetiva tratar do Processo de Prestação de Contas das Unidades Escolares subordinadas à Regional Metropolitana V, setor administrativo regional da Secretaria de Educação do estado do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ). Os recursos financeiros estaduais repassados às unidades escolares são destinados à manutenção e merenda, e os gestores escolares devem ter atenção quanto à sua origem, para a devida aplicação. A partir do momento que os recursos são repassados, há a necessidade da prestação de contas destes recursos por parte dos gestores das unidades escolares. Muitas vezes, entretanto, existem situações que acabam por dificultar uma prestação de contas com transparência e responsabilização. Nestes termos, este estudo tem como objetivo principal problematizar quais questões administrativas dificultam ou inviabilizam a prestação de contas por parte dos gestores nos prazos estipulados pela SEEDUC. Como objetivo geral esta dissertação pretende identificar as principais causas administrativas que levam os gestores escolares da Regional Metropolitana V a não cumprirem o prazo determinado para prestarem contas dos recursos financeiros estaduais. Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa, especificamente inserindo-se nas diversas possibilidades de abordagem, em um estudo de caso. No intuito de instrumentalização teórico-metodológica foi apresentada uma discussão teórica de conceitos da área da administração pública e escolar, tais como Descentralização, Administração Pública, Gestão Escolar, Transparência, Responsabilização, Accountability e Autonomia. Em seguida, foi realizada a coleta de dados através de entrevistas semiestruturada a gestores de quatro unidades escolares subordinadas à Regional Metropolitana V. A partir dos resultados da análise, que direciona a apreensão de que na maioria dos casos a inadimplência é decorrente de uma excessiva burocracia nos processos de prestação de contas, é proposto, por fim, um Plano de Ação Educacional que oriente os gestores nos processos de prestação de contas, no intuito de tornar este procedimento o mais célere e eficiente possível. Este Plano de Ação está orientado por duas frentes de trabalho, uma de proposição à SEEDUC e a outra de ações específicas da própria Regional – Implantação do Programa de Formação Financeira/PFF, implantação do Painel de Acompanhamento e visitas às unidades escolares.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Esta pesquisa tem como objetivo analisar os efeitos da política de bonificação, instituída pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ), a partir do ano de 2011, nas ações gestoras de oito escolas estaduais localizadas no município de Valença. As escolas foram selecionadas de acordo com o perfil dos gestores, sendo escolhidos aqueles que estão no cargo há mais de cinco anos. Esses, portanto, já ocupavam o cargo antes da execução da política, sendo possível, deste modo, verificar a mudança nas ações gestoras. As políticas públicas de avaliação e bonificação pelos resultados obtidos começaram a despontar no setor público a partir da década de 1980, modificando também as formas de gestão pública. Na década seguinte, as bases das reformas educacionais tiveram como foco a mensuração de resultados para uma posterior bonificação. O Estado do Rio de Janeiro criou, no ano de 2000, a primeira política de avaliação com objetivo de bonificar os servidores, o Programa Nova Escola. Em 2010, com uma nova gestão frente à Secretaria de Estado de Educação, findou-se o Programa Nova Escola e em 2011 foi criado o sistema de bonificação por resultados, o qual foi um dos enfoques da pesquisa. Os recursos metodológicos utilizados nesta pesquisa foram: entrevista com os gestores, aplicação de questionários aos docentes, pesquisa na internet e análise documental das atas de reuniões das escolas. Depois de realizadas as análises, detectou-se a necessidade de formação continuada para os gestores e modificação no desenho da política de bonificação, diante disso foi elaborado um Plano de Intervenção Educacional, com o objetivo de aperfeiçoar a prática gestora das escolas estaduais localizadas no âmbito da Regional Centro Sul, assim como aprimorar o Sistema de Bonificação no Estado do Rio de Janeiro.
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PROPOSTAS PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO REGULAR EM UMA ESCOLA DO CAMPO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTAS PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO REGULAR EM UMA ESCOLA DO CAMPO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Percebo imensos desafios em incluir os alunos com necessidades especiais, uma vez que, muitos deles ainda estão em fase de alfabetização, alguns têm muita dificuldade ou até mesmo simplesmente não conseguem reter os conhecimentos adquiridos; enquanto outros têm essa capacidade reduzida, não conseguindo alcançar mais do que operações e informações simples da linguagem tanto alfabética, quanto numérica. Essa realidade tão presente em nosso cotidiano, aqui na escola, torna muito difícil que tais alunos possam ,de fato, acompanhar a turma regular. Outro grande desafio é a produção de atividades simplificadas e adequadas tanto ao conteúdo trabalhado pelos professores com a turma regular, como atender à necessidade específica de cada aluno. E ainda que consigamos realizar tais adaptações, tem ainda a dificuldade do próprio professor em sala que precisa atender os demais alunos e ao mesmo tempo dar atenção especial aos que necessitam. Em algumas turmas da escola, esse trabalho é mais complicado, uma vez que nelas estão presentes mais de três alunos com necessidades diferenciadas. No momento de explicação de determinada matéria, o aluno consegue acompanhar e interagir, porém, quando há realização de atividades em salas, os mesmos são conduzidos a conteúdos totalmente desvinculados do planejamento da aula regular. (PROFESSORA DA SALA DE RECURSOS)
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COMPOSIÇÃO ICTIOFAUNÍSTICA DA LAGOA DO JIQUI, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

COMPOSIÇÃO ICTIOFAUNÍSTICA DA LAGOA DO JIQUI, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

BRITSKI, H.A.; SATO, Y.; ROSA, A.B.S. Manual de identificação de peixes da região de Três Marias (com chaves de identificação para os peixes da Bacia do São Francisco) . Brasília: Câmara dos Deputados, CODEVASF, (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), 143 p., 1984. CANAN, B. Cronologia alimentar de Metynnis roosevelti , Eigenmann, 1915 (Characidade, Myleinae) da lagoa do Jiqui, Parnamirim, RN. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 90 p., 1996.
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FATORES CONTRIBUTIVOS NO PROCESSO DE MELHORIA DOS RESULTADOS NAS AVALIAÇÕES DO SAERJ: o caso de uma escola no noroeste fluminense – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

FATORES CONTRIBUTIVOS NO PROCESSO DE MELHORIA DOS RESULTADOS NAS AVALIAÇÕES DO SAERJ: o caso de uma escola no noroeste fluminense – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão tem como problema central identificar os fatores que estão contribuindo para a melhoria dos indicadores, refletida nos resultados positivos nos exames do Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (SAERJ), em uma unidade escolar do noroeste do Estado do Rio de Janeiro. As hipóteses adotadas se desdobram sobre a influência das ações gestoras implementadas, favorecedoras da aprendizagem; o efeito da capacitação, envolvimento e práticas pedagógicas empregadas pelos professores em sala de aula e a articulação entre as práticas adotadas pela escola e as políticas educacionais vigentes. A pesquisa tem como objetivo geral, investigar as práticas pedagógicas adotadas pelos docentes e pelo gestor escolar, que estão contribuindo para os bons resultados nas avaliações do SAERJ. E, como objetivos específicos, descrever as ações implementadas na escola que levam a superação dos entraves e aos bons resultados, analisar os fatores que estão contribuindo para a melhoria no desempenho acadêmico dos alunos e propor o delineamento de uma política educacional à Secretaria de Educação, pautada nas experiências e estratégias exitosas implementadas em uma escola eficaz. A abordagem metodológica é de perspectiva descritivo-qualitativa e utiliza como instrumentos entrevistas semiestruturadas e a análise documental dos projetos e ações pedagógicas, dos resultados das avaliações externas e outros registros e documentos da escola pesquisada. O aporte teórico da investigação realizada está baseada em autores como Lück (2009) e seus estudos sobre Gestão Escolar, Soares e Collares (2006), Soares, Alves e Mari (2002), Bonamino, Bessa e Franco (2004), Franco e Bonamino (2005), e suas pesquisas sobre escolas eficazes e Pontes (2014), abordando as avaliações externas. Esta investigação confirmou a hipótese de que o alcance dos bons resultados, na avaliação externa do SAERJ, são decorrentes das práticas pedagógicas e gestora realizadas na escola, identificando-se achados de forte liderança pedagógica do diretor, capacidade de envolver o grupo no projeto pedagógico além de práticas de valorização e conhecimento dos processos ensino aprendizagem. Identificou-se também práticas de monitoramento dos resultados, o reconhecimento da avaliação como inerente ao planejamento, a apropriação e uso dos resultados das avaliações pelos profissionais da escola, o cumprimento do currículo, o enfoque no processo ensino aprendizagem e a existência de propósitos bem definidos e de uma unidade na prática pedagógica.
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REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

Até aqui este trabalho de pesquisa apresentou um panorama da Rede Estadual de Ensino do Rio de Janeiro, fazendo breve contextualização dos desafios enfrentados pela Secretaria de Educação para melhorar os resultados da qualidade da educação estadual. O ponto de partida utilizado como recorte foi a Lei 5.597/2009, ao sancionar o Plano Estadual de Educação, como forma de normatizar caminhos para o Estado melhorar seus resultados. O IDEB foi apresentado como um condutor de Políticas Públicas, utilizado como mecanismo para sustentar o processo de mudança desenvolvido a partir da divulgação dos resultados do IDEB de 2009 no qual o Rio de Janeiro ficou na 26ª no ranking. Como já destacado, o anúncio dos resultados do IDEB, em setembro de 2010, foi crucial, para que o Governo do Estado e a Secretaria de Educação desenvolvessem um Planejamento Estratégico divulgado em janeiro de 2011. Este planejamento provocou uma série de mudanças com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino ofertado pela rede de educação estadual.
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Composição e estrutura da comunidade arbórea de uma floresta estacional decidual sobre afloramento calcário no Brasil central.

Composição e estrutura da comunidade arbórea de uma floresta estacional decidual sobre afloramento calcário no Brasil central.

Segundo Prado & Gibbs (1993), a formação floresta estacional decidual deve representar um remanescente da floresta contínua, que foi interligada às caatingas do Nordeste e aos chacos argentinos num período seco do Pleistoceno. Nos últimos dois séculos estas florestas foram seriamente reduzidas a pequenos fragmentos, que estão severamente perturbados pela retirada indiscrimi- nada de madeira, pela pecuária extensiva e pelo fogo (Werneck et al., 2000).

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A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

No processo de construção da Educação do Campo no Brasil, as Escolas do Campo tem um papel e uma responsabilidade fundamental. Por isso é urgente uma ampla discussão, um sério debate e permanente aprofundamento nesta construção, sobretudo na perspectiva de elaboração de políticas públicas, com a participação dos povos do campo, para que a Escola não seja tratada de maneira isolada, mas como parte e como instrumento que possibilite um autêntico Projeto de Sociedade, onde a educação seja compreendida e concretizada na dimensão transformadora. Por isso estes temas – terra e trabalho, diversidade dos povos do campo, sustentabilidade, cidadania – são fundamentais para integrarem os conteúdos dos Projetos Pedagógicos das Escolas do Campo. Desta forma se constituirão Escolas verdadeiramente vinculadas à vida e à realidade dos povos do campo, ou seja, Escolas Vivas.
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Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

rurais do Nordeste e do Sudeste, por conta própria, adotaram estratégias que visavam à permanência dos cultivos tradicionais de café e cana-de-açúcar no interior de fazendas e engenhos. Analisar essas estratégias, anotando seus impactos diretos nas condições de vida e trabalho dos camponeses, poderia revelar como os atores envolvidos atravessaram a dupla crise do pós-1930. Na Fazenda Santo Inácio, em Trajano de Morais, região serrana do estado do Rio de Janeiro, foram introduzidas práticas com o intuito de minimizar as perdas econômicas, que de forma correlata aumentaram a exploração da mão-de-obra (Dezemone, 2004). Data desse período a inauguração de uma venda dentro da fazenda, um armazém em que os colonos poderiam adquirir produtos como instrumentos de trabalho e gêneros alimentícios. Tais produ- tos passaram, aliás, a ser adquiridos com cupons recebidos do fazendeiro ou de seu preposto, meio de pagamento substitutivo ao papel-moeda corrente. Os itens disponibilizados nesses armazéns eram vendidos aos camponeses com preços acima dos valores de mercado e exclusivamente com o uso dos cupons. Profunda semelhança é notada entre a venda no Sudeste e o barracão na região canavieira da Zona da Mata pernambucana, onde os produtos eram adquiridos por meio de vales. Como a aquisição de bens era possível apenas na venda ou no barracão, ocorria uma inversão na relação de pagamento entre patrão e empregado: o endividamento constante de colonos e moradores resultava na imobilização do trabalhador no interior da propriedade devido à incapacidade de saldar seu débito (Palmeira, 1970).
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POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

A concepção da gestão participativa no sistema educacional pressupõe a noção de gestão integrada, respeitando o papel e as responsabilidades de cada uma das instâncias do sistema. Para que a gestão se torne participativa, de maneira que os vários atores tenham vez e voz, a gestão da escola precisa ser integrada, reunindo-se para estabelecer prioridades, elencar as principais necessidades, analisar os resultados internos e externos, além de oportunizar à comunidade escolar o acesso às informações e, trabalhar com ela, além disso, a responsabilização, deve ser de todos, cada um no desenvolvimento de suas atribuições e, no envolvimento e integração das ações que são afins. E isso contribui para a implementação de Programas e Projetos. O planejamento e o Projeto Político Pedagógico da escola devem ser vistos como as ferramentas metodológicas que oferecem o apoio para a definição de objetivos e estratégias da organização e seus desdobramentos em metas e planos de ação.
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