Top PDF Composição florística de florestas estacionais ribeirinhas no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Composição florística de florestas estacionais ribeirinhas no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Composição florística de florestas estacionais ribeirinhas no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

(1994) que citam as famílias Fabaceae, Myrtaceae, Meliaceae, e Rutaceae como as mais representativas em número de espécies arbustivo-arbóreas nas matas ribeirinha. A família Myrtaceae sempre contribuiu com muitas espécies nas matas ribeirinhas (Nunes et al. 2003). Dados evidenciam a importância das Fabaceae nas formações vegetacionais do Mato Grosso do Sul e sudeste do Brasil. Nas florestas estacionais semideciduas submontanas e ribeirinhas do Mato Grosso do Sul, as Fabaceae são citadas como uma família que apresenta maior riqueza em Sciamarelli (2005) e Romagnolo & Souza (2000). O mesmo foi verificado para as florestas estacionais semideciduas do interior de São Paulo (Cavassan et al. 1984; Bertoni & Martins 1987; Pagano & Leitão Filho 1987; Rodrigues et al. 1989), nas florestas ribeirinhas da serra da Bodoquena (Damasceno-Junior et al. 2000) e por Pagotto & Souza (2006) no inventário biológico do Complexo Aporé-Sucuriú/MS. Leitão Filho (1982), descrevendo a estrutura das matas ciliares, relata que nos estratos superiores existe clara dominância de Fabaceae, principalmente por Mimosoideae. Nota-se o predomínio de famílias constituídas predominantemente por espécies de hábito arbóreo (Tab. 2). Nas florestas estacionais ribeirinhas estudadas, as espécies arbóreas representaram 68% do total de espécies amostradas, os arbustos totalizaram 17%, as lianas somaram 14%, e as palmeiras apenas 1%. O destaque de lianas na comunidade deve ser ainda maior do que foi constatado neste estudo, considerando que as lianas estão subamostradas, pois a grande dificuldade de coleta e visualização destas formas de vida em áreas com dossel em torno de 16 m. Os gêneros que mais contribuíram com o número de espécies foram Eugenia, com 11, Ficus com 10, Trichilia com oito, Piper com sete espécies, seguidos por Aspidosperma, Machaerium e Inga representados por cinco espécies cada. Ao longo de toda a área estudada foi observada elevada abundância de Attalea phalerata Mart. ex Spreng. (Arecaceae) e freqüentes agrupamentos de Guadua cf. chacoensis (Rojas) Londõno & P.M. Peterson (Poaceae). Estas espécies predominam em determinados locais devido principalmente as características edáficas, e topográficas e, possivelmente, como resultado de perturbações sofridas em passado recente (Battilani et al. 2005).
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Aspidosperma (Apocynaceae) no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Aspidosperma (Apocynaceae) no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Este estudo baseou-se nas análises das amostras depositadas nos herbários CGMS, COR, CPAP, MBM e UEC (acrônimos de acordo com Thiers, continuamente atualizado) e das coletas obtidas em 22 expedições realizadas entre abril de 2014 e setembro de 2015 no Mato Grosso do Sul, procurando abranger todas as formações vegetacionais do estado. A distribuição geral das espécies de Aspidosperma, que ocorrem no Mato Grosso do Sul, foi baseada em dados de coletas e análises de bancos de dados virtuais: Herbário Virtual Reflora, Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB), Lista de Espécies da Flora do Brasil, Species link, Tropicos ® , The New York Botanical
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Checklist de Simuliidae (Insecta, Diptera) do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist de Simuliidae (Insecta, Diptera) do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Dentre os novos registros de espécies para o estado do Mato Grosso do Sul, S. dinellii possui ampla distribuição geográfica com registros nas regiões Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro) e Sul (Santa Catarina) (Adler & Crosskey, 2015). Já S. virescens foi descrita recentemente por Hamada et al. (2012) com registro único no rio Correntina, na região Oeste da Bahia. Nosso dado amplia os registros de ocorrência da espécie em 5 graus de latitude em sentido sul do Brasil, uma vez que a coletamos no rio Sucuriú, município de Costa Rica, Mato Grosso do Sul, na divisa com o estado de Goiás. Das espécies registradas, Simulium exiguum Rouband, 1906, S. incrustatum Lutz, 1910, S. oyapockense Floch & Abonnenc, 1946 são incriminadas como vetores da Onchocerca volvulus Leuckart na região da Amazônia e Roraima (Cerqueira, 1959; Moraes & Chaves, 1974; Shelley & Shelley, 1976; Shelley et al., 1997; Shelley & Coscarón, 2001). Shelley et al. (2000, 2001) estudaram
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Checklist das esponjas do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist das esponjas do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Foram considerados para a elaboração da lista os registros de materiais oriundos do MS depositados na coleção de Porifera do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (MCN-POR); os respectivos números de catálogo constam nas referências pertinentes a cada espécie da lista. Adicionalmente, foi consultada e citada toda bibliografia referente a testemunhos sedimentares com conteúdo de espículas amostrados no MS. Consideram-no, no entanto, não pertinentes os resultados do estudo de uma coluna de sedimentos holocênicos recuperada no leque fluvial do rio Nabileque (Kuerten et al., 2013). Além de não conterem novos registros, configuram um depósito com alta probabilidade de carreamento de montante, tanto do leito do rio mesmo, quanto de lagoas marginais invadidas pelas cheias, impedindo a indispensável citação geográfica de suas origens. Insere-se ainda correção zoogeográfica indispensável referernte à menção da ocorrência de Heterorotula fistula na Nova Zelândia e Austrália (Kuerten et al., 2013). O texto a que os autores aludem (Volkmer-Ribeiro & Motta, 1995) explicita que Heterorotula tinha, até então, ocorrência na Nova Zelândia e Austrália, constituindo a descrição da nova espécie o primeiro registro desse gênero fora da Região Australiana. Heterorotula fistula mantém-se como endêmica de lagoas do Cerrado Brasileiro. Constituição, formas, cores e as características, inclusive dos conjuntos de espículas, de quase todas as esponjas aqui listadas, podem ser apreciadas em Volkmer-Ribeiro (1992) e Volkmer-Ribeiro & Parolin (2010), visando o reconhecimento em campo, a preservação de exemplares coletados e a preparação laboratorial necessária para identificação taxonômica e mesmo o ensino dessa fauna tão particular.
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Fatores inerentes à economicidade de sistemas de produção de bovinos de corte, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Fatores inerentes à economicidade de sistemas de produção de bovinos de corte, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Resumo: O artigo retrata a situação da produção de bovinos de corte no Estado de Mato Grosso do Sul e no Brasil, mencionando itens de relevância para o aumento da produtividade da cadeia produtiva, mercado de carne bovina e um estudo de caso sobre o efeito da castração sobre o desempenho produtivo e econômico de bovinos no município de Campo Grande, MS. No estudo de caso, o ganho de peso do animal não-castrado foi cerca de 10% maior, com custo semelhante entre os animais castrados e não-castrados, o que denota maior lucro com a não-castração, devido aos menores custos com medicamentos e perdas de peso. A pesquisa e a divulgação das mesmas são importantes para o desenvolvimento da produção de bovinos. Em conclusão, tem-se que a pesquisa, de campo e econômica, pode ser uma ferramenta para o incremento de produtividade e necessita da extensão para a realização de seu papel na sociedade produtiva.
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Checklist dos Siphonaptera do Estado do Mato Grosso do Sul

Checklist dos Siphonaptera do Estado do Mato Grosso do Sul

Em toda Região Neotropical, excetuando-se a porção mexicana, ocorrem 52 gêneros e cerca de 280 espécies de sifonápteros. O número de espécies e/ou subespécies assinalado no Brasil é pequeno, quando comparado com outros países do Novo Mundo de menor extensão territorial e ocorrência de biomas: 37 no Panamá (Tipton & Méndez, 1966), 52 na Venezuela (Tipton & Machado-Allison, 1972), 44 na Colômbia (Méndez, 1977), 134 no México (Morales-Muciño & Llorente-Bousquets, 1986), 108 na Argentina (Autino & Lareschi, 1998), 41 no Equador (DPMIAC, 1998), 94 no Chile (Hastriter, 2001) e 81 no Peru (Hastriter et al., 2002). Na Guiana Francesa, Beaucournu et al. (1998) estimaram a sifonapterofauna em, aproximadamente, 15 espécies. Até 1971, segundo dados de Hopkins & Rothschild (1953; 1956; 1962; 1966; 1971) e Johnson (1957), existiam na Bolívia e Paraguai, 29 e 17 espécies e/ou subespécies, respectivamente.
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Diversidade e composição da araneofauna do Mato Grosso do Sul, Brasil

Diversidade e composição da araneofauna do Mato Grosso do Sul, Brasil

A lista de espécies de aranhas do Mato Grosso do Sul, bem como seus registros de ocorrência no estado, foram compilados a partir de um banco de dados baseado na literatura taxonômica e em inventários publicados (mais detalhes em Brescovit et al., 2011). As informações do banco de dados foram complementadas com dados de inventários não publicados de duas localidades: Passo do Lontra (município de Corumbá) e Reserva Particular do Patrimônio Natural Engenheiro Eliezer Batista (Serra do Amolar), no Pantanal sul-mato-grossense. Na região do Passo do Lontra foram amostrados bancos de macrófitas aquáticas ao longo da Rodovia MS-184 entre 19°22’ a 19°33’S e 57°02’ a 57°03’W (Raizer, 1997) e em capões de mata na Fazenda São Bento (19°30’S, 57°01’W) e às margens do Rio Vermelho (19°36’S, 56°56’W; Raizer, 2004). Na Serra do Amolar as aranhas foram registradas ao longo de três trilhas em fitofisionomias de cerradão, floresta estacional semidecidual e savana gramíneo lenhosa, entre 18°05’ e 18°06’S e 57°28’ e 57°29’W (Raizer et al., 2013).
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A marcha para o Oeste e a colonização da fronteira sul do atual Mato Grosso do Sul: deslocamentos, políticas e desafios

A marcha para o Oeste e a colonização da fronteira sul do atual Mato Grosso do Sul: deslocamentos, políticas e desafios

RESUMO: Este artigo tem por objetivo fazer uma análise bibliográfica do processo de colonização da região sul do antigo Estado de Mato Grosso, atual Estado de Mato Grosso do Sul, especificamente através da criação do Território Federal de Ponta Porã em 1943, pelo então governo do Estado Novo de Getúlio Vargas, impulsionado pelo programa de nacionalização, e consequente colonização nacional das fronteiras do Brasil, denominado Marcha para o Oeste. A análise perpassa pela relação de poder estabelecida entre governo e Companhia Matte Larangeira, empresa criada por Thomaz Larangeira que, por volta de 1882, ainda no Brasil Império, conseguiu a posse das terras que compreendem na atualidade boa parte do cone-sul do Estado de Mato Grosso do Sul. E não obstante a relação que a própria Companhia estabeleceu com povos nativos da região, além dos fluxos migratórios de famílias que saíram do Rio Grande do Sul e chegaram na mesma região fugindo das consequências da Revolução Federalista (1893-1895).
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COMPOSIÇÃO E DIVERSIDADE NO CERRADO DO LESTE DE MATO GROSSO DO SUL, BRASIL.

COMPOSIÇÃO E DIVERSIDADE NO CERRADO DO LESTE DE MATO GROSSO DO SUL, BRASIL.

RESUMO – Neste estudo, avaliaram-se a composição e diversidade no Cerrado em três áreas do Leste de Mato Grosso do Sul, uma das regiões mais ameaçadas e menos estudadas do Cerrado brasileiro. Para tanto, levantaram-se as espécies vasculares em trilhas percorridas em diferentes fisionomias desse bioma, com enfoque especial para as espécies arbustivas e arbóreas. Adicionalmente, nas áreas de Cerrado sensu stricto foram instaladas 30 parcelas de 10 x 3 m, nas quais foram amostrados apenas indivíduos lenhosos > 1 m de altura. No geral, foram levantadas 220 espécies, 150 gêneros e 65 famílias de diferentes formas de vida, incluindo espécies consideradas raras nos Cerrados brasileiros e possíveis novas ocorrências nos Cerrados de Mato Grosso do Sul. A riqueza de espécies arbustivas e arbóreas no Cerrado sensu stricto foi alta (79-101 espécies por área). Houve baixa similaridade florística entre as áreas estudadas, de modo que apenas 50 espécies foram comuns a todas elas. O estudo da vegetação lenhosa por meio de parcelas (total de 651 indivíduos e 105 espécies) revelou uma diferença na riqueza média, diversidade (índice de Shannon) e dominância (Berger-Parker) entre as áreas estudadas. Adicionalmente, a densidade relativa das espécies e a composição florística foram bastante variáveis entre as áreas estudadas (similaridade entre 0,42 e 0,53). Tais resultados colocam as áreas estudadas entre as mais ricas áreas de Cerrado sensu stricto do Brasil, mostrando que áreas marginais de Cerrado podem ser tão ricas quanto suas áreas centrais, mesmo que através da contribuição de elementos florísticos de outras formações florestais. Os resultados reforçam ainda a existência de elevada heterogeneidade florística no Cerrado, mesmo em distâncias relativamente curtas ( 60 km), que pode ser desencadeada por diferenças entre fragmentos em relação à característica de solo, histórico de perturbação e proximidade de outras formações vegetais.
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Tratamentos para superar a dormência de sementes de Acacia mangium Willd..

Tratamentos para superar a dormência de sementes de Acacia mangium Willd..

Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil.. [r]

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Composição florística de trechos florestais na borda sul-amazônica.

Composição florística de trechos florestais na borda sul-amazônica.

As espécies nativas da flora matogrossense são pouco conhecidas, existindo grandes lacunas de coleta. Um breve histórico sobre as primeiras explorações botânicas realizadas no Mato Grosso podem ser encontradas em Sampaio (1916) e Ackerly et al. (1989). Revisões mais recentes foram realizadas a partir de 1992, quando o governo estadual implantou o plano de zoneamento do Estado (SEPLAN/MT, 1999), que teve como um dos seus objetivos mapear a cobertura vegetal de Mato Grosso, bem como a localização dos principais pontos de levantamentos florísticos e inventários florestais já realizados.
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Checklist dos escorpiões (Arachnida, Scorpiones) do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist dos escorpiões (Arachnida, Scorpiones) do Mato Grosso do Sul, Brasil

Dentre os butídeos, foram registradas duas espécies de Ananteris Thorell e dez de Tityus C. L. Koch. Ananteris balzanii é a espécie com a maior distribuição geográfica dentro do gênero, ocorrendo desde a Argentina, Paraguai, Bolívia até o norte e nordeste do Brasil (Lourenço, 2002; Pinto-da-Rocha et al., 2007), habitando apenas áreas abertas de vegetação tipo savana (Lourenço, 2002). Ananteris mariaterezae, embora não esteja listada como presente no estado do Mato Grosso do Sul no trabalho de Giupponi et al. (2009), ocorre neste estado, visto que um indivíduo procedente de Corumbá, na zona do Pantanal sul matogrossense, foi utilizado na descrição original desta espécie (Lourenço, 1982). Além disto, Lourenço (2002) reafirmou a ocorrência desta espécie nesta localidade, informando ainda que as duas localidades (Corumbá-MS e Ilha do Bananal-TO) com registros desta espécie estão inseridas no bioma Pantanal.
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Agricultura familiar e produção orgânica: uma análise comparativa considerando os dados dos censos de 1996 e 2006.

Agricultura familiar e produção orgânica: uma análise comparativa considerando os dados dos censos de 1996 e 2006.

Quanto ao PIB da agricultura familiar, pôde-se constatar que, em nível nacional, os percentuais mantiveram-se constantes, entre- tanto o estado de Mato Grosso do Sul apresen- tou melhores resultados com um crescimento consecutivo entre os períodos analisados. No entanto, pôde-se observar que, tanto no Brasil, como no estado de Mato Grosso do Sul, o nível de utilização da agricultura orgânica é muito baixo, o que pode ser entendido pela falta de incentivo e orientação adequada aos pequenos produtores a aderirem essa prática. Contudo é importante destacar o papel das políticas públicas para o desenvolvimento desse setor, de forma que continue avançan- do em cada programa, tendo condições de orientar e atender todas as necessidades da
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Prevalencia da toxoplasmose equina avaliada pela técnica de imunofluorescencia indireta, Mato Grosso Do Sul, Brasil

Prevalencia da toxoplasmose equina avaliada pela técnica de imunofluorescencia indireta, Mato Grosso Do Sul, Brasil

Pela primeira vez foi averiguada a pre- valencia da infeccão toxoplásmica eqüina no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil, entre 750 eqüinos sem raca definida, ut[r]

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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

É interessante notar que durante os últimos 40 anos os focos de emissão de GEE ao longo do território brasileiro acompanharam a expansão agrícola nacional. Nos anos 70, por exemplo, 60% das emissões de GEE brasileiras estavam concentradas nos esta- dos do Sul e Sudeste, dominados pelas produções de carne e leite nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. À medida que o Brasil expandiu sua fronteira agrícola, aproximadamente 30% das emissões nacionais foram deslocadas para a re- gião Centro-Oeste, especialmente para o estado do Mato Grosso, como mostram os mapas da Figura 10. Atualmente, esse estado é uma das principais fronteiras agrícolas do mundo, concentrando o maior rebanho bovino e a maior produção de soja nacional, produtos que são exportados principalmente para a Europa e Ásia.
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Caracterização das florestas ribeirinhas do rio Formoso e Parque Nacional da Serra...

Caracterização das florestas ribeirinhas do rio Formoso e Parque Nacional da Serra...

No entanto, são poucos os estudos florísticos e fitossociológicos sobre as florestas decíduas e semidecíduas no Brasil Central (FELFILI et al., 2001; MARIMON et al., 2001; PEREIRA, et al., 1996; RATTER et al., 1992; SCARIOT; SEVILHA, 2000, dentre outros), bem como os estudos efetuados especificamente na flora estacional sul matogrossense. Os estudos e as coletas botânicas se concentram nas matas ciliares do Pantanal e áreas florestais do Mato Grosso, como os trabalhos realizados por Ratter et al. (1973), quando estudaram aspectos florísticos e estruturais em áreas de cerrado, cerradão, matas decíduas e semideciduais em Poconé, Nhecolândia e arredores de Corumbá MT/MS; Prado et al. (1992), ao determinarem a transição do chaco-pantanal no sul de Mato Grosso do Sul; Damasceno (1997), ao estudar um trecho de mata ciliar do Rio Paraguai/MS; Campos e Souza (1997), pesquisas efetuadas na planície de inundação do alto rio Paraná/MS; Haase e Hirooka, (1998) estudando a estrutura e composição de uma floresta semidecidual/MT; Haase (1999) estudando a estrutura e composição de uma floresta no Pantanal/MT; Pinto e Oliveira-Filho (1999), descrevendo o perfil florístico e estrutural da comunidade arbórea de uma floresta de vale no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães/MT; Scremin-Dias et al. (1999), publicando o Guia para Identificação de Plantas Aquáticas de Bonito e Região da Serra da Bodoquena/MS; Romagnolo e Souza (2000) efetuando análise florística e estrutural das florestas ripárias do alto rio Paraná/MS.
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Estrutura e Padrões de abundância em duas Florestas Ribeirinhas da Sub- Bacia do Alto Rio São Francisco, MG

Estrutura e Padrões de abundância em duas Florestas Ribeirinhas da Sub- Bacia do Alto Rio São Francisco, MG

PEIXOTO, G.L.; MARTINS, S.V.; SILVA, A.F.; SILVA, E. 2004. Composição florística do componente arbóreo de um trecho de Floresta Atlântica na Área de Proteção Ambiental da Serra da Capoeira Grande, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Acta Botanica Brasilica, Rio de Janeiro, RJ, v.18, n.1, p.151-160. PINTO, J.R.R & OLIVEIRA FILHO, A.T.1998. Perfil Florístico e Estrutura da Comunidade Arbórea de um Floresta de Vale no Parque Nacional da Chapada dos Gumarães, Mato Grosso, Brasil. Ver. Brasil. Bot. V. 22, n 1. PIRES-O’ BRIEN, M.J. & O’ BRIEN, C.M. 1995. Ecologia e modelamento de florestas tropicais. Faculdade de Ciências Agrárias do Pará, Serviço de informação e documentação, Belém.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

‐constructed  due  to  the  alterations  in  the habitats.  In  this  trajectory,  we  elaborated  a  methodology  called  Social  Map  that  used  the  narratives  of  the  representatives  of  several  social  groups,  aiming  at  understanding the essence of the identities that build different meanings and act in the different  mato‐grossense biomes. Two seminars of Social Mapping with more than 500 participants from  54  municipalities;  were  held  in  2008  and  2010.  There  were  more  than  70  Indigenous  representatives  of  19  ethnicities,  of  Maroon  communities,  pantaneiro  peoples,  families  who  were  camping,  settlers,  family  farmers,  rubber‐tappers,  extractivist  workers,  gypsy  communities,  affected  by  dams,  people  from  Araguaia,  Morroquian  communities,  among  others. In an ethnographic approach field researches were also carried out. In this “becoming” of  several  groups  and  movements  we  expose  the  existence  of  old  and  new  social  protagonists,  totalizing  52  social  groups  /communities/movements  that  added  to  47  Indigenous  ethnicities  that resulted in a prognostic of 99 mapped identities. In the search for finding space for them, a  map of the social groups was made, an important result of this thesis. In this map the identities  built  in  traditional  dimensions;  of  the  place  of  culture  and  habitat;  of  labor,  work  and  production; of the driving forces and development; and, of the choices and philosophies of life  were  shown  and  circumscribed  in  the  territories.  The  expectation  is  that  with  information  provided by this research, there will be subsidies for articulations, partnerships and alliances so  that  the  social  groups  can  be  strengthened  in  their  struggle  for  the  protection  of  the  State’s  ecosystems and be attended by the public policies. The environmental education comes hand in  hand  in  this  circle  allied  to  the  valuing  of  culture,  in  the  daring  idea  of  reconstructing  the  sustainable  societies  that  re‐signify  values  such  as  environmental  justice,  belonging  and  democracy. There are loose dots and lines, but there is also, a territory of hopes that transcends  this tyrant time, rescuing the weavings of the collective dreams. 
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Diversidade e distribuição geográfica de Leguminosae Adans. na Amazônia Meridional, Mato Grosso, Brasil

Diversidade e distribuição geográfica de Leguminosae Adans. na Amazônia Meridional, Mato Grosso, Brasil

As fazendas, Continental e Iracema apresentam um histórico diferenciado de exploração vegetal (corte seletivo de madeira). As áreas onde estão alocados os módulos 1 e 2 seguiram padrões de manejo florestal sustentável, foram extraídas várias espécies de valor econômico, são áreas de floresta contínua, fragmentada por estradas onde a madeira era transportada algumas estão desativadas e outras são utilizadas para o acesso a sede da fazenda. No módulo 3 o corte seletivo ocorreu há 31 anos, foi retirada somente uma espécie (Mogno), é um corredor cercado por lavouras, ligando duas grandes áreas de vegetação nativa. Os impactos da exploração madeireira na composição vegetal ainda podem ser observados nas três áreas, há presença de pequenas clareiras, que segundo Costa & Magnusson (2003) podem desaparecer com o tempo, pois o dossel de florestas tropicais se desenvolve gradativamente em resposta ao índice de luz que aumenta, amenizando assim vários efeitos causados pela exploração de madeira.
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Desde 1990 só houve queda nas emissões do setor de energia em 2009, no auge da crise econômica global, e em 2015, durante a recessão brasileira. Existem elementos para prever novas reduções e emissão. A retração econômica tem reduzido a demanda de energia e as condições hidrológicas têm voltado a patamares mais elevados, o que permite priorizar a oferta de energia elétrica a partir das fontes renováveis. A seca de 2012/2014 foi suavizada em 2015 e aliviou a situação dos reservatórios especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Além disso, entre 2015 e 2020 entram em operação centenas de geradores eólicos contratados nos últimos anos e as primeiras usinas solares. No setor de transporte o aumento da oferta de etanol hidratado e o aumento da mistura de etanol na gasolina devem desacelerar o consumo de gasolina.
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