Top PDF A construção (re)construção do trabalho pedagógico de uma escola fundamental: um estudo de caso

ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DA RME-BH COM ÍNDICE SOCIOECONÔMICO BAIXO EM COMPARAÇÃO AO SEU GRUPO DE REFERÊNCIA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DA RME-BH COM ÍNDICE SOCIOECONÔMICO BAIXO EM COMPARAÇÃO AO SEU GRUPO DE REFERÊNCIA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A GAPED executou um trabalho de “garimpagem” para conseguir sistematizar todas as informações referentes aos indicadores educacionais, uma vez que as informações se encontravam diluídas nas diversas gerências e sem o devido rigor no tratamento das informações. A GAPED possui as seguintes atribuições: desenvolver e implementar o monitoramento da educação; avaliar e monitorar a educação das escolas municipais; produzir conhecimento em avaliação educacional; executar a logística da aplicação do PROALFA, do PROEB, da Provinha Brasil e da Prova Brasil; acompanhar a aplicação da Prova Brasil, do SIMAVE (PROALFA e PROEB) e da Provinha Brasil; elaborar estudos e análises de resultados das avaliações externas com outros indicadores da RME-BH; coordenar a política de avaliação da aprendizagem da Rede Municipal de Ensino – Avalia-BH (Ensino Fundamental e EJA); desenvolver e implementar metodologia de avaliação para todas as políticas educacionais desenvolvidas no Município, em consonância com as demais gerências da Secretaria; promover estudos comparativos com outras redes de ensino; aprimorar a cultura de avaliação de políticas públicas no âmbito da SMED; sugerir mudanças nas políticas educacionais do Município; avaliar a integração das políticas educacionais com as demais políticas públicas; e propor estratégias de ações interssetoriais (SMED, 2011).
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O SAERJINHO COMO AVALIAÇÃO FORMATIVA: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DA REGIONAL MÉDIO PARAÍBA/RJ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O SAERJINHO COMO AVALIAÇÃO FORMATIVA: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DA REGIONAL MÉDIO PARAÍBA/RJ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O estudo de caso apresentado neste trabalho tem como foco a apropriação de resultados da avaliação externa bimestral promovida pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro – o Saerjinho – em uma escola da Regional Médio Paraíba do estado do Rio de Janeiro (Escola X). O Saerjinho é um sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem, com caracteres diagnóstico e formativo, aplicado a alunos do 5º, 6° e 9º anos do Ensino Fundamental e das três séries do Ensino Médio. Este instrumento pretende acompanhar mais de perto o rendimento dos estudantes, detectando de maneira mais ágil e fiel as dificuldades de aprendizagem. Assumiu-se como hipótese inicial a de que os professores utilizam o instrumento de maneira somativa, apenas, sem propor, a partir de seus resultados, intervenções na prática pedagógica voltadas à aprendizagem dos alunos. Os objetivos definidos para este estudo são: descrever o Saerjinho como o caso de gestão em estudo no âmbito da Regional Médio Paraíba e da Escola X; analisar os usos feitos desse instrumento de avaliação pelos professores de Língua Portuguesa da Escola X; e propor ações que acompanhem e aperfeiçoem a apropriação de seus resultados para melhorar a aprendizagem e, consequentemente, o desempenho dos alunos dessa escola. Foi utilizada pesquisa qualitativa como metodologia e, como instrumentos de pesquisa, grupo focal e entrevistas semiestruturadas. Inicialmente, foram elaborados, por meio do grupo focal e à luz da teoria weberiana, dois tipos ideais de usos diferenciados do Saerjinho e de seus resultados: um que desvaloriza o instrumento, em que os resultados são apenas convertidos em notas; e outro que o supervaloriza, com práticas docentes voltadas quase que exclusivamente ao Saerjinho. Nenhum deles contempla o uso do Saerjinho como avaliação externa de caráter formativo
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PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

O tema Gestão de Pessoas é um dos mais complexos em uma instituição, pois envolve a capacidade de viver e conviver em comunidade, gerenciando conflitos e estimulando a aprendizagem e o crescimento coletivo, considerando e valorizando as características pessoais de cada membro da equipe. Porém, ele é importante, tanto para redes de ensino quanto para as escolas, uma vez que se fundamenta em aspectos imprescindíveis para a garantia de uma educação de qualidade, como a motivação, trabalho em equipe, comunicação, relacionamento interpessoal e capacitação profissional. Acredita-se que para criar uma cultura organizacional que aprende em uma rede de ensino é fundamental que ela esteja voltada para a busca sincronizada dos mesmos ideais, dos mesmos objetivos. Nesse sentido, cabe ao gestor da rede liderar sua equipe, desenvolvendo os conceitos de gestão de pessoas, exercendo influência sobre as pessoas que lidera, refletindo, coletivamente, sobre os objetivos a serem alcançados, sobre o desempenho de cada membro e da rede como um todo.
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MARCELO PINTO COELHO MOURA A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE ITABIRA- MG

MARCELO PINTO COELHO MOURA A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE ITABIRA- MG

Segundo Afonso (2014), Brooke (2006) e Limeira (2012) as críticas que vêm sendo realizadas ao conceito de accountability ou responsabilização imbricados nas políticas educacionais de avaliação em larga escala convergem principalmente para as consequências indesejáveis dos sistemas de responsabilização. As políticas públicas educacionais, com suas avaliações em larga escala, tendem a restringir o trabalho pedagógico das escolas determinando currículos e uma formação docente mais voltada para resultados. Limitam assim, ações diferenciadas e inovadoras que promovem uma formação mais humana e cidadã e menos competitiva. Uma crítica muito comum é o uso impróprio dos resultados das avaliações em larga escala pelo chamado Estado-avaliador aliados ao alcance da eficácia a partir de uma lógica empresarial e mercadológica de gerenciamento dos sistemas educacionais. Esses autores reconhecem que a resistência por parte de alguns profissionais aos sistemas de avaliação com base na responsabilização fundamenta-se no argumento de que a escola não pode ser responsabilizada por seus resultados se o Estado não assegurar as condições indispensáveis para um trabalho de qualidade. Nessa perspectiva é inegável que qualquer sistema de responsabilização também precisa determinar o papel do Estado.
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O RESGATE DA PROFISSIONALIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DO COLÉGIO ESTADUAL WALTER ORLANDINI

O RESGATE DA PROFISSIONALIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DO COLÉGIO ESTADUAL WALTER ORLANDINI

A experiência da feira multidisciplinar organizada pela Escola e o grande envolvimento dos alunos nas atividades propostas, evidencia que é possível desenvolver um trabalho pedagógico tendo o aluno como protagonista deste aprendizado, despertando nele o interesse pela descoberta. Além dos conhecimentos das várias disciplinas, as Metodologias de Projetos envolve a criatividade, o poder de organização, a elaboração de relatórios, a construção de hipóteses. Os alunos avaliam os professores como competentes e com bom domínio dos conteúdos ministrados. Portanto, a inclusão das aulas práticas e experimentais e o desenvolvimento de projetos irá fortalecer o aprendizado adquirindo capacidades e, à partir do conhecimento, inovar e empreender, transformando o saber em fazer, perfil que se espera dos jovens para atuar no mundo produtivo. A gestão, portanto, deve promover a capacitação dos professores para este novo enfoque e operacionalizar os horários de estudos teóricos e práticos.
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A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A proposta de formação a ser dinamizada inicialmente abrangerá somente a escola objeto de pesquisa nesta dissertação, envolvendo a participação do diretor, do professor coordenador e dos professores. Essa escola será utilizada como piloto para a implementação do programa de formação docente nos horários da HTPC e se comprovada a sua eficácia, poderá ser estendido para toda a rede municipal de ensino, haja vista a ausência de ações formativas voltadas para o trabalho dos profissionais citados. Visualizando a possibilidade de maior abrangência do programa, a formação contará ainda com a participação dos nove Agentes de Desenvolvimento Educacionais (ADEs), responsáveis pela supervisão das escolas da rede municipal e principais interlocutores na condução das questões pedagógicas na arena educacional. É importante ressaltar que na atualidade o setor dos ADEs está ligado à Superintendência Pedagógica e tem desenvolvido as suas funções, a fim de melhorar a qualidade do ensino municipal e, em tese, tem sido o elo entre a SME e as escolas.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

A presente dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). Esse estudo tem como objetivo geral analisar as dificuldades percebidas pelos professores de 14 escolas da SEDUC/AM de ensino fundamental regular, de tempo parcial, da cidade de Manaus na implementação da Hora de Trabalho Pedagógico (HTP) na escola. Para tal, foi feita uma contextualização sobre a Hora de Trabalho Pedagógico (HTP) por meio dos marcos normativos nacionais, estaduais e da própria rede de ensino. Também foi apresentada uma contextualização geral da SEDUC/AM e mais específica das escolas da capital por se tratar do recorte do público alvo da pesquisa. Trata-se de uma pesquisa de método misto, justificada pela necessidade de uma análise integrada dos aspectos qualitativos e quantitativos, resultante da pesquisa bibliográfica, documental, de campo, por meio da aplicação de questionário respondido por 85 professores, e entrevista com quatro gestores do macro sistema da rede estadual de ensino. Os autores principais que embasam o referencial teórico são: Duarte e Augusto (2007), Libâneo (2011) e Tardif (2014) sobre saberes e trabalho docente, Nóvoa (1992, 2012 e 2014), Perrenoud (2000) e Imbernón (2005 e 2009) como referencial de formação continuada de professores, Mainardes (2006) e Condé (2012) com a abordagem do ciclo de políticas, e referente à política da Hora de Trabalho Pedagógico (HTP), Czekalski (2008) e Borduchi (2013). Finalizando, no Capítulo 3 são apresentadas propostas de ações para melhoria na implantação e implementação da política na SEDUC/AM, por meio de um Plano de Ação Educacional (PAE) no modelo 5W2H. Os resultados obtidos na pesquisa revelam
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JEANE EDNA RUAS XAVIER E SOUZA A IMPLEMENTAÇÃO DO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA EM MONTES CLAROS – MG

JEANE EDNA RUAS XAVIER E SOUZA A IMPLEMENTAÇÃO DO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA EM MONTES CLAROS – MG

No mesmo período, a SEE/MG propõe a inovação do ensino médio através de uma reestruturação curricular estabelecida pelo Projeto Reinventando o Ensino Médio, que previa carga horária específica definida para o desenvolvimento da formação geral e de eixos de empregabilidade, pautada numa perspectiva de integração curricular. Implementado através da Resolução SEE nº 2.030/2012, foi concebido para, de forma gradativa, se estender a todas as escolas públicas estaduais de ensino médio de Minas Gerais, fato que se concretizou, no ano de 2014, com a universalização determinada pela Resolução SEE/MG nº 2.486/2013. O projeto tinha como objetivos consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos, compreender os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando teoria e prática, preparação básica para o trabalho e cidadania, além do aprimoramento do educando como pessoa humana, gerando competências e habilidades nas áreas de empregabilidade, tendo em vista a inserção do aluno no mundo do trabalho (MINAS GERAIS, 2013e).
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ROSANA MARIA CHRISTOFOLO DA SILVA A AÇÃO GESTORA E A RESPONSABILIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO ESTADO DO MATO GROSSO

ROSANA MARIA CHRISTOFOLO DA SILVA A AÇÃO GESTORA E A RESPONSABILIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO ESTADO DO MATO GROSSO

Observa-se também que, apesar de a diretora relatar que seu trabalho está entre o administrativo e o pedagógico, o acompanhamento das ações pedagógicas atualmente é feito de forma indireta, devido às atribuições administrativas, sendo então, as questões pedagógicas delegadas às coordenadoras. Porém, as coordenadoras pedagógicas, conforme citamos, também têm uma grande carga de trabalho, chamado por elas de burocrático. O referido trabalho consiste, mais precisamente, no acompanhamento pedagógico nos sistemas on-line, gerenciados pelo Sistema Integrado de Gestão Educacional do Estado de Mato Grosso (Sigeduca), dos quais podemos citar: diário de classe, SIGA 30 , PNAIC, PPP, PDE. Para as coordenadoras, são muitas as responsabilidades delegadas aos seus cargos. Segundo uma das coordenadoras pedagógicas, ―tem a formação continuada e os professores para orientar, tem o PNAIC, tem o SIGA, tem o diário on- line, tem os projetos. Tudo pra você trabalhar, então não é fácil‖ (Entrevista realizada no dia 02 de outubro de 2013 com a Coordenadora Pedagógica A).
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PRÁTICAS DE GESTÃO ESTRATÉGICA E SEUS EFEITOS NO SUCESSO ESCOLAR: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DA REGIONAL CENTRO SUL FLUMINENSE

PRÁTICAS DE GESTÃO ESTRATÉGICA E SEUS EFEITOS NO SUCESSO ESCOLAR: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DA REGIONAL CENTRO SUL FLUMINENSE

Podemos perceber que há um esforço para promover a participação da comunidade escolar nos momentos de planejamento e tomada de decisões, mas também há uma necessidade de fortalecer a comunicação interna, para que a participação seja efetiva e percebida por todos, considerando o olhar dos atores envolvidos e seus contextos, conforme apontado por Freitas (2006) e Soares (2012). Além do processo de planejamento pedagógico, outro fator importante é o acompanhamento das avaliações dos alunos. De acordo com Rosistolato e Viana (2014), a avaliação deve oferecer mudanças nas perspectivas que temos sobre o que a escola tem a oferecer aos alunos, sendo necessário criar uma cultura de avaliação e acompanhamento. Esta ideia é defendida, também, por Ferreira (2009). Esse acompanhamento é indispensável para direcionar o trabalho pedagógico, sendo necessário que aconteça de forma contínua, pois produz um diagnóstico do desempenho dos alunos e das turmas, possibilitando detectar alunos e/ou disciplinas críticas, e realizar um trabalho sistemático para corrigir possíveis desvios.
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ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA COM BAIXO ÍNDICE SOCIOECONÔMICO E ELEVADA PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA COM BAIXO ÍNDICE SOCIOECONÔMICO E ELEVADA PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A presente dissertação centra-se na análise do bom desempenho da Escola Municipal Sobral Pinto (EMSP) no Avalia-BH de 2010 na disciplina de matemática quando comparada com a Rede Municipal de Educação – RME-BH e algumas escolas da mesma rede. O objetivo desse trabalho é apresentar um Plano de Ação Educacional - PAE a partir das observações realizadas no estudo de caso da Escola Municipal Sobral Pinto. No primeiro capítulo apresentamos a escola em estudo, seus projetos, os índices da Unidade de Planejamento – UP em que a escola está inserida, o Avalia-BH – avaliação externa da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, o sistema de monitoramento das escolas, o acompanhante pedagógico e realizamos uma comparação entre os resultados da EMSP com a RME-BH e duas escolas da rede: uma com índice socioeconômico - ISE parecido com o da EMSP e outra com um ISE muito maior que o da EMSP. No segundo capítulo apresentamos os resultados da pesquisa de campo, os grupos focais de alunos e pais, os resultados das entrevistas do acompanhante pedagógico e gestor e os resultados dos questionários respondidos pelos professores. Realizamos uma análise destes resultados, mostrando a importância da participação das famílias na vida escolar do aluno, a necessidade de divulgar os resultados do Avalia-BH para alunos, professores, pais e comunidade escolar. Mostramos a importância de uma gestão democrática e participativa na escola. No terceiro capítulo, propomos um plano de ação com a proposta de apresentar para todos os gestores da RME-BH a experiência da EMSP.
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INFREQUÊNCIA DISCENTE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL DO CEARÁ

INFREQUÊNCIA DISCENTE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL DO CEARÁ

O Programa Mais Educação é uma ferramenta importante para que o processo de ensino/aprendizagem aconteça, e acreditando ser o acompanhamento pedagógico, a educação ambiental, o esporte e lazer, Os direitos humanos em educação, a cultura e artes, a cultura digital, a promoção da saúde, a comunicação e uso de mídias, a investigação no campo das ciências da natureza e educação econômica elementos fundamentais desse processo, a escola aderiu a este programa, que vem contribuindo largamente na construção de cidadãos críticos e conscientes da sua realidade social, política e econômica, percebendo a educação de tempo integral como um caminho para que a educação no Brasil possa atingir um patamar mais elevado de qualidade. (SECRETARIA DA EEFM. DONA CLOTILDE S. COELHO, 2013). Nessa perspectiva, acredita-se que os jovens participantes do programa sejam motivados a permanecerem presentes na escola. Sendo assim, não restam dúvidas de que a implantação deste Programa vem contribuindo significativamente tanto para aproximar os alunos de um universo maior de perspectivas de aprendizagem, como também serve como um mecanismo de aproximação entre comunidade e escola, permitindo assim uma interação maior entre esses segmentos. Atualmente, estão em funcionamento oficinas de letramento, música, teatro e esporte, com 100 alunos participantes no contra turno de sua série.
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SIRLEI ADRIANI DOS SANTOS BAIMA ELISIÁRIO POLÍTICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO INTEGRAL PARA O ENSINO MÉDIO NO AMAZONAS: UM ESTUDO SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO TEMPO INTEGRAL EM UMA ESCOLA DE MANAUS

SIRLEI ADRIANI DOS SANTOS BAIMA ELISIÁRIO POLÍTICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO INTEGRAL PARA O ENSINO MÉDIO NO AMAZONAS: UM ESTUDO SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO TEMPO INTEGRAL EM UMA ESCOLA DE MANAUS

[...] a escola funciona como se fosse uma escola normal. Está faltando uma adaptação, uma renovação [...]. Ela não está completa (PROFESSOR 6, entrevista concedida em 21 de março de 2017). Nessas passagens, os professores ressaltam um aspecto negativo acerca do desenvolvimento atual da proposta, pois a ampliação da jornada na escola trabalha maciçamente os conteúdos programáticos faltando “uma renovação”, segundo eles. Ao tratar das possíveis soluções, os professores apontaram respectivamente “a melhoria do tempo integral seria através dos projetos” (PROFESSOR 6, entrevista concedida em 21 de março de 2017) e “fazer o reforço dentro do horário de aula e não após a aula que já está todo mundo esgotado” (PROFESSOR 2, entrevista concedida em 21 de março de 2017). Outro ponto destacado pelos professores são os projetos no horário do almoço, que basicamente se resumem à oferta de reforço escolar, exibição de filmes no auditório da escola, distribuição de jogos (xadrez, dama, baralho, pebolim) para os adolescentes e jovens brincarem e jogos de futebol na quadra da escola sob a supervisão do professor de Educação Física. Essas atividades contemplam parte dos alunos sendo que os demais ficam nos outros ambientes da escola; no entanto, não há uma sistematização dessas atividades em um projeto.
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Resumen La construcción del camino para la conquista de la tierra: un espacio de transformación del Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra

Resumen La construcción del camino para la conquista de la tierra: un espacio de transformación del Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra

Na sociedade o conhecimento é passado de forma fragmentada. O espaço vivido é contraditório, a história social vai se desenvolvendo, relacionando o espaço concebido com o espaço percebido e assim criando possibilidade a construção da humanização do homem. É no espaço vivido que vai sendo construído o sentido para a vida do ser humano. No entanto, existe uma separação entre o homem e a sua produção social. Essa alienação entre possibilidade e realizações é transformada, os indivíduos se organizam numa práxis coletiva que gera uma nova realidade. Entretanto, existem, de acordo com Martins (2000, p. 122), relações residuais - concepções não são incorporadas pelo sistema - que possibilitam a práxis revolucionária. Nos espaços residuais, isto é, de insubordinação contra a opressão, vão sendo criadas pelos indivíduos utopias de transformação da sociedade:
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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A presente dissertação é desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão estudado discute os dilemas da terceirização regular de mão de obra no âmbito das IFES e, mais especificamente, na Universidade Federal de Juiz de Fora. Com efeito, a terceirização do trabalho desponta no cenário do serviço público como uma realidade em expansão e, no âmbito das Instituições Federais de Ensino Superior, a presença massiva de trabalhadores terceirizados é consequência da franca expansão pela qual as IFES passaram nos últimos anos. Não obstante a reconhecida necessidade desses serviços, tem-se observado graves falhas na gestão dos contratos de fornecimento de mão de obra terceirizada, bem como importantes lacunas na sua fiscalização, fatores responsáveis pela precarização do trabalho, em virtude do comprometimento dos direitos adquiridos pelos trabalhadores e, consequentemente, o alarmante crescimento do número de ações judiciais que culminam na corresponsabilização da Universidade (in casu) por questões trabalhistas relacionadas a esses funcionários terceirizados, o que tem gerado prejuízos financeiros relevantes para a instituição. Nesse sentido, com base nos dados preliminarmente apurados, na pesquisa comparativa com outras universidades federais de Minas Gerais e nas discussões teóricas sobre contratos administrativos e mecanismos de controle interno, as soluções propostas constituirão um conjunto de medidas institucionais para a melhoria das condições de trabalho dos funcionários terceirizados e resguardo da Universidade em questões patrimoniais e jurídicas.
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O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A SEE/MG lançou, em 2010, o “Caderno de Boas Práticas dos Professores para Ensino do Uso da Biblioteca das Escolas Estaduais de Minas Gerais” (MINAS, 2010) como instrumento para guiar o professor para o Ensino do Uso da Biblioteca na condução de um trabalho na biblioteca da escola organizado e voltado para a formação de leitores. O material é dividido em cinco eixos e subdivido com ações concretas em cada eixo, sugerindo boas práticas para a obtenção da excelência do ensino e, nas ações concretas, exemplos de como a prática foi implementada em outras escolas que obtiveram excelentes resultados. Este Caderno apresenta, no eixo três, uma ação concreta que é a divulgação dos Acervos recebidos e da listagem de livros,com sugestão de leituras para alunos e professores, bem como exposição das aquisições recentes.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir do objetivo geral desta pesquisa que é compreender de que maneira o perfil do gestor escolar pode facilitar a implementaçãodo modelo de Gestão Integrada da Escola(GIDE),tem-se como obetivos específicos: i) descrever o modelo de Gestão Escolar do Rio de Janeiro,tendo como aporte o panorama da Regional Metropolitana VII e das escolas do recorte do estudo de caso;avaliações externasii) analisar o perfil dos gestores das escolas do estudo de caso sob a luz da teoria e com base nos achados coletados através dos instrumentos aplicados no campo; e III) propor um plano de ação para ampliar a formação do gestor escolar,por meio de treinamentos de Gestão e Liderança, de modo a vislumbrar a formação do líder com um perfil capaz de promover melhorias contínuas nas escolas onde atuam como gestores, cujo resultado reflita no maior índice de desenvolvimento escolar dos alunos. Para o melhor entendimento do caso de gestão que aqui se delineia, é necessário dizer que o Plano Estratégico da Secretaria Estadual de Educação, é implementado a partir de 2011 e, em seu bojo, promoveu diversas mudanças estruturais no ensino, no cotidiano da sala de aulaena gestão escolar. Foram elaboradosum novo modelo denominado Gestão Integrada da Escola(GIDE), um currículo mínimo para cada disciplina, o processo seletivo para funções estratégicas da área pedagógica e a criação das carreiras de Gestor e Técnico de Educação. A SEEDUC, devido àpreocupação em garantir uma gestão escolar mais qualificada,buscou implementar um modelo de gestão escolar que utiliza a ferramenta gerencial (GIDE) e, por conseguinte, optou em padronizar esse modelo emtodas as escolas da rede estadual. Sua implementação é acompanhada por dois atores, que compõem os novos cargos estratégicos da Secretaria criados a partir da reestruturação, e atuam in loco na Regional: oDiretor Regional Pedagógico (DRP) e o Agente de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE).
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AFONSO ARAÚJO DE SOUZA OS DESAFIOS DA ESCOLA INDÍGENA: UM ESTUDO DE CASO DA ESCOLA ESTADUAL INDÍGENA TICUNA GILDO SAMPAIO MEGATANÜCÜ-AM

AFONSO ARAÚJO DE SOUZA OS DESAFIOS DA ESCOLA INDÍGENA: UM ESTUDO DE CASO DA ESCOLA ESTADUAL INDÍGENA TICUNA GILDO SAMPAIO MEGATANÜCÜ-AM

Conforme depoimento da Gestora, a escola foi criada a partir de reivindicações da comunidade da Aldeia Filadélfia através da OGPTB (Organização Geral dos Povos Ticuna Bilíngues) que pediam uma escola próxima da comunidade devido a crescente demanda de alunos que concluíam o Ensino Fundamental e que se deslocavam para uma escola da cidade que fica distante da aldeia, aproximadamente 3 km e durante parte do ano (janeiro a junho) somente é feito por canoa ou barco. Além da distância, as escolas da cidade não adotam uma proposta adequada para os alunos indígenas. Assim, a escola Gildo Sampaio tem 80% de alunos indígenas da etnia Ticuna e 20% de alunos indígenas de outras etnias e não-indígenas. O núcleo gestor da escola está constituído da seguinte forma: a Gestora escolar, indígena escolhida pela comunidade; um Secretário escolar não indígena, indicado pela SEDUC-AM; duas Pedagogas, não indígenas indicadas pela SEDUC-AM que atendem os turnos manhã e noite. Além disso, faz parte do quadro funcional da escola, 28 professores para atendimentos nos três turnos.
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