Top PDF Consumo e digestibilidade aparente de dietas com diferentes níveis de inclusão de torta de coco para alimentação de ovinos.

Consumo e digestibilidade aparente de dietas com diferentes níveis de inclusão de torta de coco para alimentação de ovinos.

Consumo e digestibilidade aparente de dietas com diferentes níveis de inclusão de torta de coco para alimentação de ovinos.

Neste experimento, ainda observou-se que os animais rejeitavam a ração a partir de 50% de inclusão de torta de coco e selecionavam o alimento, preferindo consumir a silagem e evitando o consumo de concentrado, demonstrando haver algum efeito reduzindo a palatabilidade ou a aceitação da torta de coco pelos animais. Este efeito pode estar associado ao elevado teor de gordura da torta de coco (19,05%), pois conforme Palmquist e Mattos (2006) ácidos graxos insaturados, como os encontrados nos vegetais, são tóxicos aos micro- organismos ruminais. Já Souza Júnior et al. (2011), utilizando 16 ovinos machos da raça Santa Inês e fornecendo separadamente Brachiaria humidicola e torta de coco trabalhando com quatro tratamentos em que os animais recebiam 0; 0,4; 0,8 e 1,2% do peso vivo de complemento na dieta de torta de coco, estabeleceu o nível “ótimo” de inclusão de torta de coco, para a variável consumo de FDN, em 0,89% peso vivo, com digestibilidade aparente de 59,39%, associando que a FDN limitou o consumo dos animais que receberam 1,2% do peso vivo em torta de coco.
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Valor nutritivo de subprodutos da agroindústria e utilização do LIPE® como indicador externo em ovinos

Valor nutritivo de subprodutos da agroindústria e utilização do LIPE® como indicador externo em ovinos

Com o objetivo de avaliar o valor nutritivo para ovinos do farelo de coco, da castanha de caju e da torta de babaçu, foram realizados ensaios de consumo e digestibilidade da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), celulose (CEL), hemiceluloses (HCEL) e carboidratos totais (CHOT) e também determina- dos os balanços de energia e de nitrogênio em borregos deslanados, castrados, alojados em gaiolas meta- bólicas providas de separadores de fezes e urina, com peso vivo médio de 21 kg, recebendo feno de tif- ton-85 e níveis crescentes dos subprodutos avaliados, sendo que na avaliação do farelo de coco foram empregadas dietas com zero, oito, 17 e 25% de inclusão de farelo de coco, sendo que não foi encontrada grande variação significativa no consumo e digestibilidade das frações analisadas, com exceção do con- sumo e digestibilidade do extrato etéreo que aumentou com a inclusão do farelo de coco, no entanto as regressões encontradas para as variáveis estudadas indicaram efeito negativo da elevação do farelo de coco sobre o consumo e digestibilidade especialmente da matéria seca e das frações fibrosas, sendo que indicou-se que os níveis máximos de inclusão de farelo de coco em dietas para ovinos deveriam ser de 17%. No caso da avaliação da castanha de caju, foram adotados os níveis de zero, 10, 15, 20 e 25% de inclusão de castanha nas dietas. Os resultados indicaram que não houve efeito inibitório da inclusão de castanha de caju sobre os consumos totais e coeficientes de digestibilidade da matéria seca, matéria orgâ- nica, FDN e FDA, mas houve efeito negativo no consumo relativo de matéria seca, FDN e FDA e efeito positivo no consumo de proteína bruta e extrato etéreo. Apesar disso as regressões indicaram que níveis mais elevados de castanha estariam causando depressão no consumo de digestibilidade das frações
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Ingestão de alimentos e digestibilidade aparente das frações fibrosas da torta de coco para ovinos.

Ingestão de alimentos e digestibilidade aparente das frações fibrosas da torta de coco para ovinos.

O trabalho foi desenvolvido com animais na unidade de pesquisa “Senador Álvaro Adolpho”, da Embrapa Amazônia Oriental (1º28’S e 48º27’W), em tipo climático Afi, segundo Köppen, com época mais chuvosa, de janeiro a junho; e menos chuvosa, de julho a dezembro, temperatura média anual de 26ºC, precipitação pluvial anual de 3.000,1 mm, umidade relativa do ar de 86% e 2.389h de insolação. Para estimativa do consumo voluntário e da digestibilidade aparente da fração fibrosa da torta de coco (Cocos nucifera L.) foram utilizados 16 ovinos machos da raça Santa Inês, não-castrados, com aproximadamente seis meses de idade e peso corporal médio de 28 ± 3,2 kg. em dietas com níveis crescentes de inclusão (0; 0,4; 0,8 e 1,2% PV). Os ovinos permaneceram confinados em gaiolas de madeira para ensaio de metabolismo, gaiolas providas de cochos para suplementação alimentar e mineral, além de bebedouros dispostos lateralmente. A torta de coco, oriunda da extração do óleo de coco, após extração mecânica, foi adquirida junto à agroindústria regional Sococo ® , localizada no distrito
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE MINAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE MINAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

No ensaio de resistência à compressão, foi observado que a resistência dos concretos contendo AOR, obteve desempenho melhor, aos 28dias, quando comparado a ANR e AIG, na classe de resistência C20, ou seja, com menor consumo de cimento. A AOR apresentou, aproximadamente, 40 MPa em todas as idades ensaiadas, sendo que a ANR, apresentou aos 3 e 7 dias valores relativamente mais baixos que o desejado, enquanto a AIG obteve o melhor desempenho na classe C40, ou seja, onde o volume de cimento utilizado foi bem elevado. O desempenho dos concretos em relação à resistência à tração mostrou-se em concordância com o esperado, que é a resistência à tração em torno de 10% da resistência à compressão simples. Nos traços menos resistentes, como C20 e C30, o desempenho de todas foi melhor que o esperado, assim como na compressão simples. A AOR obteve desempenho melhor que ANR e AIG, na classe C20 e, dentro do esperado, nas classes C30 e C40. Resumidamente, observa se que a AOR apresenta, no traço com menor consumo de cimento, não só o melhor desempenho, mas também um desempenho esperado para classes de resistência bem acima (C40), levando em conta que a classe C40 consome 37% a mais de cimento que a C20 e que, segundo Sousa (2013), uma tonelada de cimento libera em torno de uma tonelada de CO 2 , ou
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

Com a finalidade de obter uma relação da porosidade com o ângulo de atrito de pico, HERNANDEZ (2002) correlacionou este parâmetro, obtido para dois níveis de tensões, e a porosidade para cada um dos materiais obtidos, como representado na Figura 5.22. Nesta pesquisa o ajuste dos pontos amostrados foi feito utilizando linhas retas suportando esta tendência de variação linear nas observações feitas por BISHOP (1966). Baseado nestes ajustes verifica-se uma tendência diferente das normalmente encontradas para materiais granulares, pois é de se esperar uma redução no efeito do contato entre as partículas com o aumento da porosidade, diminuindo a sua influência na resistência do solo. Contudo, é importante ser ressaltado que HERNANDEZ (2002) utilizou o mesmo rejeito desta pesquisa, contudo seus parâmetros de resistência foram obtidos para dois níveis de tensões, de 0 a 50 kPa e de 50 a 500 kPa, além disso foram utilizados métodos diferentes para a obtenção das amostras comparados com o método adotado nesta pesquisa.
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Consumo, digestibilidade e balanço de nitrogênio em ovinos alimentados com torta de macaúba.

Consumo, digestibilidade e balanço de nitrogênio em ovinos alimentados com torta de macaúba.

Obtiveram-se a Energia Bruta (EB) das amostras do alimento fornecido, sobras, fezes e urina em calorímetro adiabático. As amostras de urina foram previamente desidratadas em copos descartáveis para possibilitar sua combustão. Anteriormente, foi realizada a queima de cinco copos de plástico vazios para referência da produção de calor do copo individualmente, servindo de branco. Utilizando-se a técnica direta de determinação de energia com bomba calorimétrica, calculou-se o valor de energia digestível (ED) e energia metabolizável (EM). Para o cálculo de ED e EM utilizaram-se as seguintes fórmulas: Energia Digestível = Energia Bruta Ingerida – Energia Bruta excretada nas fezes; a Energia Metabolizável = Energia Digestível – Energia Bruta da Urina + Energia dos Gases. A produção de metano foi estimada pela seguinte equação: Cm = 0,67 + 0,062D, onde Cm = produção de metano em kcal/ 100 kcal de energia consumida e D = digestibilidade aparente da energia bruta do alimento (SNIFFEN et al., 1992).
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DE TERESINA: APROPRIAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS PARA A ORIENTAÇÃO DE INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS

SISTEMA DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DE TERESINA: APROPRIAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS PARA A ORIENTAÇÃO DE INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS

Entretanto, mesmo depois de quase duas décadas de divulgação das escalas e, apesar da grande quantidade de material produzido, tanto pelos técnicos do INEP/MEC, secretarias de educação e equipes das Instituições responsáveis pelas avaliações nos diferentes níveis de abrangência, constata-se que os resultados das avaliações parecem não ter sido adequadamente incorporados à prática docente e capazes de promover a melhoria da aprendizagem dos alunos da Educação Básica, no Brasil. Em outras palavras, as tentativas de simplificar informações complexas, tanto nos materiais de divulgação de variados formatos, como, manuais, livretos, boletins, entre outros, quanto na realização de numerosos seminários, videoconferências, jornadas de capacitação de professores, coordenadores pedagógicos e gestores, parecem não ter sido bem sucedidas, pois não provocaram os impactos esperados na qualidade e equidade da educação oferecida às crianças e aos jovens brasileiros (FONTANIVE, 2015, p. 12).
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Avaliação nutricional da levedura torula (Candida utilis) de vinhaça em dietas para coelhos (Oryctolagus cuniculus) e cutias (Dasyprocta spp.)

Avaliação nutricional da levedura torula (Candida utilis) de vinhaça em dietas para coelhos (Oryctolagus cuniculus) e cutias (Dasyprocta spp.)

Este trabalho teve como objetivo a avaliação nutricional da dieta com 30% de nível inclusão de levedura torula seca de vinhaça (torula) para cutias em manutenção, e sua influência sobre a digestibilidade aparente dos nutrientes. Utilizando-se 20 cutias (Dasyprocta spp.), animal da fauna silvestre brasileira, de ambos os sexos, foi avaliado o nível de inclusão (controle ou 0% e 30 %) da torula em substituição a ração controle. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com dois tratamentos e dez repetições. Este ensaio de digestibilidade determinou os coeficientes de digestibilidade (%) da matéria seca (CDMS), da proteína bruta (CDPB), da fibra detergente neutro (CDFDN), do extrato etéreo (CDEE), da matéria orgânica (CDMO), da matéria mineral (CDMM) e da energia bruta (CDEB), bem como o consumo médio diário (CMD). Depois de quatro dias de coleta de fezes e controle do consumo de ração, para as dietas basal e a com torula, respectivamente, foram obtidos os resultados para consumo médio diário (84,48 e 90,48 g/animal/dia), CDMS (67,62 e 67,06 %) , CDPB ( 71,12 e 68,l9 %) , CDFDN ( 72,70 e 69,89 %) , CDMM ( 36,27 e 33,16 %) e CDMO ( 70,52 e 70,27 %) , e que submetidos a análise estatística não apresentaram diferença significativa entre os tratamentos (P>0,05) , enquanto que os resultados para CDEE ( 63,39 e 48,04 %) e CDEB (68,00 e 63,73 %) diferiram significativamente (P<0,05). O tratamento com torula foi bem consumido e a maioria dos coeficientes estudados não foram afetados pela inclusão do produto, o que demonstra ser esta levedura de vinhaça um produto adequado para ser usado como ingrediente protéico de rações para cutias em manutenção. Também foi determinada a energia digestível (ED) e a proteína digestível (PD) da torula (alimento teste) por dois métodos diferentes (Matterson et al.;1965) e (Villamide,1995) . Os valores estimados de ED (kcal/kg) da torula foram de 1714,22, quando utilizada a metodologia de Matterson et al.(1965) , e de 1663,69 , quando utilizada a de Villamide (1995). Os valores estimados de PD (g/kg MS) da torula foi de 259,1,quando utilizada a metodologia de Matterson et al.(1965) , e de 263,2, quando utilizada a de Villamide(1995). O alojamento desta espécie neste sistema intensivo de criação em gaiolas suspensas é possível, não causando problemas aos animais e nem mortalidade, e que a alimentação de cutias exclusivamente com ração peletizada comercial para coelhos permite manter os animais de forma satisfatória e sem comprometer o consumo.
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TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

Isso permite que se obtenha informações para a tomada de decisões referentes ao encaminhamento de estudantes para programas alternativos de ensino e para a proposição de novas formas de intervenção pedagógica, com o objetivo de assegurar que todos os educandos alcancem os mais altos níveis de aprendizado. Até 2007, o SAEPE teve periodicidade bienal, passando, a partir de 2008, a ser realizado anualmente em todas as escolas estaduais e municipais que apresentavam séries avaliadas. Pelas informações coletadas, o SAEPE permite disponibilizar dados diagnósticos sobre o contexto em que se realiza o processo pedagógico e as habilidades básicas demonstradas pelos estudantes 4 , sendo os resultados das avaliações classificados segundo quatro padrões de desempenho (Elementar I, Elementar II, Básico e Desejável), os quais qualificam os alunos com base no perfil das habilidades por eles demonstradas nos testes.
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“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção de Local Cirúrgico – Normas de Orientação Clínica

“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção de Local Cirúrgico – Normas de Orientação Clínica

b) Número de doentes submetidos a cirurgia hepatobiliar na unidade de tempo. 5) Taxa de adesão (mensal, trimestral, semestral, anual) à implementação do “feixe de intervenç[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Com base nestas afirmações e em outras observações, pode-se perceber que ainda há alguns problemas como a falta de servidores que apresentam perfil com habilidade em info[r]

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OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

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Por fim, destacamos que esta recomendação para o elemento Atividades de Controle tem o potencial de, após verificado êxito de atuação dos controladores adstritos a cada P[r]

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EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

Já o relato da coordenadora do curso de Ciências Biológicas faz destaque para três problemas que interferem na realização das atividades fora do campus: o financeiro, o logístico e a responsabilidade do professor. Este último, segundo a coordenadora, seria um motivo que os professores não falam, mas acredita que a questão de ter que se responsabilizar por todo mundo “acaba por diminuir a vontade de levar para locais mais distantes, pelo menos ”. Sobre o fator logístico, a coordenadora compara que para trazer duas pessoas para uma banca na pós- graduação já é um processo “muito confuso”, imagina, então, “administrar, alimentação, passagem, hospedagem para uma turma de trinta alunos, por exemplo”. Seguindo esse raciocínio, a coordenadora defende que é mais fácil fazer o trabalho de campo com grupos pequenos, de no máximo 10 alunos, em disciplinas eletivas. Mesmo assim, defende que é “muita responsabilidade e muita burocracia”.
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POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Pesquisadores como Fernando Abrucio (2009), na pesquisa Práticas Comuns dos Diretores Eficazes, promovida pela Fundação Victor Civita, reconhecem a capacitação profis[r]

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PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Entretanto, E2 enfatiza que ainda não é possível ter a participação da Pró- Reitoria de Apoio Estudantil e Educação Inclusiva nas ações realizadas pelos demais setores em função da equipe reduzida e dos recursos financeiros insuficientes. Contudo, apesar de E2 afirmar que a participação da PROAE nesses projetos é impossibilitada pela escassez de recursos humanos e financeiros, como solução para o problema, pode-se optar por realizar parcerias entre a PROAE e estes setores, com o intuito de que os últimos reservem vagas para a participação dos graduandos beneficiários do Apoio Estudantil nos projetos relacionados com a inclusão digital, esporte, cultura e com o acesso, participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação. Logo, os alunos beneficiários do Apoio Estudantil teriam acesso às ações nas áreas supramencionadas, mesmo que essas ações não sejam diretamente executadas pela PROAE.
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PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE NUMÉRICA AVANÇADA DE ESTRUTURAS DE AÇO E DE CONCRETO ARMADO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE NUMÉRICA AVANÇADA DE ESTRUTURAS DE AÇO E DE CONCRETO ARMADO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

Em Iu (2004) e Iu e Chan (2004), foi apresentado uma formulação para a análise de estruturas em aço em situação de incêndio via MEF e com base no Método da Rótula Plástica (MRP), também conhecido como um método de análise com plasticidade concentrada. Esses autores consideraram em suas análises os efeitos das não linearidades geométrica e física, bem como o encruamento do aço. A relação constitutiva do aço foi adotada com base nas normas europeias e na norma BS 5950 parte 8 (1990). Vale ressaltar que o programa computacional desenvolvido é capaz de realizar análises na fase de resfriamento da estrutura. Atentando para a importância de se considerar na formulação do material tanto os efeitos devido a flexão quanto a força axial, Iu et al. (2007) desenvolveram um modelo considerando ambas as rigidezes, axial e de flexão, sob elevada temperatura, baseado no MRP. Os autores destacam que a inclusão da rigidez axial da mola é importante para a incorporação da resistência residual, pois a partir da força axial é possível simular a deformação axial quando a ação da catenária é iniciada.
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DIFERENTES FORMAS DE DIZER NAO WEB VF

DIFERENTES FORMAS DE DIZER NAO WEB VF

As jazidas estão localizadas no município de Mirassol D’Oeste, onde, a despeito do acelerado avanço do agronegócio, existem projetos de produção de alimentos por meio de uma economia agrícola familiar. É o caso do Assentamento Roseli Nunes, onde 330 famílias vivem e trabalham. Nesse assentamento, um conjunto de famílias ligadas a Associação Regional de Produtores/as Agro- ecológicos (ARPA) realiza um processo de transição agroecológica, imple- mentando um modelo alternativo de práticas agrícolas sem o uso de insumos químicos e agrotóxicos. Essas famílias produzem uma diversidade de alimentos livres de agrotóxico para sua subsistência e, desde 2005, têm comercializado o excedente em mercados institucionais regionais através do Programa de Aqui- sição de Alimentos (PAA-Conab) do Governo Federal. Em 2010, elas começaram também a participar do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), abastecendo com alimentos saudáveis as escolas do município. Meses de- pois do anúncio da descoberta dos minérios em Mirassol, o Instituto Na-
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Análise de Incidentes e de Eventos Adversos – Normas de Orientação Clínica

Análise de Incidentes e de Eventos Adversos – Normas de Orientação Clínica

O desenvolvimento de competências para a implementação eficaz e eficiente de uma ACR é importante para as instituições de saúde como instrumento para a melhoria [r]

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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

Esta dissertação pretende explicar o processo de implementação da Diretoria de Pessoal (DIPE) na Superintendência Regional de Ensino de Ubá (SRE/Ubá) que conforme a [r]

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O CURSO EXTRAPOLANDO - DISCUTINDO A AÇÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DOS LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM DE JUIZ DE FORA

O CURSO EXTRAPOLANDO - DISCUTINDO A AÇÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DOS LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM DE JUIZ DE FORA

Este trabalho discute o curso Extrapolando a sala de aula: outros lugares para mediação da aprendizagem, enquanto processo de formação continuada para os professores que atuam nos Laboratórios de Aprendizagem (LAs) das escolas municipais de Juiz de Fora - MG. O objetivo deste estudo é analisar o funcionamento deste curso, investigando essa formação sob o olhar dos professores cursistas bem como dos gestores, responsáveis pela coordenação do curso, buscando compreender o seu papel na prática pedagógica destes educadores. Esta pesquisa visa a compreender os limites e possibilidades deste curso, para então propor ações alternativas que possibilitem ampliar os aspectos positivos dessa formação, bem como minimizar as dificuldades encontradas. Ao longo do estudo, foram apresentados aspectos do contexto educacional de Juiz de Fora, demonstrando a importância de uma política de formação continuada nessa rede de ensino, uma vez que ela ainda tem grandes desafios a serem superados, especialmente no que se refere à melhoria da qualidade do ensino das diferentes escolas, distribuídas pelo município de sua abrangência. A relevância deste estudo é contribuir para que a SE/JF, possa melhorar este processo de formação, que atua de maneira indireta, com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem e que estão nos LAs. Esta pesquisa traz também algumas considerações teóricas sobre formação docente, experiência profissional, gestão de escolas e gestão de redes e formação continuada, tendo suporte teóricos como Nóvoa, Pimenta e Lück. Adotou-se a metodologia de pesquisa qualitativa, com a utilização de questionários, entrevistas, bem como análise documental. Os dados coletados foram tratados e analisados à luz da teoria relacionada à questão investigada. Apuraram-se dados sobre a formação e tempo
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