Top PDF Contribuição ao estudo fitoquímico do Phoradendron latífolíum (SW) Griseb. (Erva-de-passarinho).

Contribuição ao estudo fitoquímico do Phoradendron latífolíum (SW) Griseb. (Erva-de-passarinho).

Contribuição ao estudo fitoquímico do Phoradendron latífolíum (SW) Griseb. (Erva-de-passarinho).

Diante desta composição química complexa, acreditamos que estes resultados pode rio contribuir também, para o auxílio na definição da posição taxonómica do género. 1967; Ellington, 1968[r]

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Contribuição ao estudo fitoquímico da espécie Piper arboreum aublet (piperaceae)

Contribuição ao estudo fitoquímico da espécie Piper arboreum aublet (piperaceae)

No século XX, o surgimento dos antibióticos produzidos por fermentação microbiana aliado ao desenvolvimento marcante de fármacos sintéticos produzidos pela indústria farmacêutica, foram causas marcantes no declínio do uso de plantas medicinais e conseqüentemente, no investimento em fármacos de origem vegetal. Em conseqüência, a fitoquímica, deu sua maior contribuição para o estudo dos metabólitos secundários e suas possíveis atuações nas plantas. O isolamento e a elucidação estrutural de metabólitos secundários, estruturalmente complexos, e os estudos de ecologia química, concomitantemente com estudos biossintéticos, impulsionaram vários campos da fitoquímica, como por ex., a quimiotaxonomia (MONTANARI & BOLZANI, 2001).
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Contribuição ao estudo fitoquímico do genero Croton:C. rhamnifolius

Contribuição ao estudo fitoquímico do genero Croton:C. rhamnifolius

furânico: 17-carboxihardwiickiato de metila (1) e 17-carbometoxi-3-hidroxi-3,4- dihidro-hardwiickiato de metila (2) e o 7-oxo-20-acetoxianoneno (3) e de um triterpeno pentaciclíco, o lupeol (4) (Fig. 1) (FILGUEIRAS, 1994); dois outros artigos estão relacionados a identificação dos constituintes químicos voláteis das partes aéreas (CRAVEIRO, 1981); e ao estudo farmacognóstico do extrato da referida espécie (RANDAU, 2004); o quarto trabalho, foi o estudo fitoquímico das raízes de C. rhamnifolius realizado pela autora desta tese, revelando o grande potencial químico da espécie através do isolamento de um alcaloide de esqueleto indólico denominado de rhamnifolina (5); de dois diterpenos do tipo beierano denominados estachenona (6) e 12 – oxoestachenona (7); e dois triterpenos pentacíclícos, um da série oleanano, o ácido acetilaleuritólico (AAA) (8) e o outro da série lupano, lupeol (4) (Fig. 2, p. 24) Dentre os compostos isolados, o diterpeno estachenona é inédito no gênero Croton, e o alcalóide rhamnifolina inédito na literatura. Ensaios farmacológicos indicaram as atividades tripanocida e leishmanicida para o alcaloide rhamnifolina (SILVA, 2008).
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Contribuição ao estudo fitoquímico de Dorstenia multiformis Miquel (Moraceae) com abordagem em atividade antioxidante.

Contribuição ao estudo fitoquímico de Dorstenia multiformis Miquel (Moraceae) com abordagem em atividade antioxidante.

Sugere-se que a atividade antioxidante observada para o extrato bruto e as frações não seja devida aos compostos psoraleno e bergapteno (presentes na amostra CRS1), uma vez que os va[r]

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Contribuição ao estudo fitoquímico de Richardia grandiflora (Cham.&Scltdl.) Steud.(Rubiaceae)

Contribuição ao estudo fitoquímico de Richardia grandiflora (Cham.&Scltdl.) Steud.(Rubiaceae)

As plantas medicinais constituem uma alternativa terapêutica para a prevenção e cura de doenças desde o início da humanidade. Tal relacionamento é tão íntimo que se confunde com a própria evolução do homem. O Brasil tem grande diversidade de plantas com potenciais medicinais, não-pesquisadas, e que são promissoras fontes de inovações terapêuticas e farmacológicas. A família Rubiaceae, considerada a maior da ordem Gentianales, possui cerca de 637 gêneros e 10.700 espécies. A espécie Richardia grandiflora (Cham. & Schltdl.) Steud., conhecida popularmente como ervanço, poaia ou ipeca-mirim, tem indicações etnofarmacológicas para uso contra hemorróidas e como vermífugo na forma de decocto. Visando a contribuir com o estudo quimiotaxonômico da família Rubiaceae e tendo em vista a pouca quantidade de dados na literatura acerca da constituição química da espécie Richardia grandiflora, esta foi submetida a um estudo fitoquímico para o isolamento de seus constituintes químicos, através dos métodos cromatográficos usuais, e posterior identificação estrutural dos mesmos, utilizando-se os métodos espectroscópicos de IV e RMN 1 H e 13 C, além de comparações com modelos da literatura. Deste estudo foram isolados e identificados três constituintes: o ácido oleanólico, o ácido ursólico, inéditos na espécie, e a 13 2 -hidroxi- (13 2 -S)-feofitina (a), inédita no gênero.
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Open Contribuição ao estudo fitoquímico de dalbergia ecastophyllum (l.) Taub. (fabaceae)

Open Contribuição ao estudo fitoquímico de dalbergia ecastophyllum (l.) Taub. (fabaceae)

Dalbergia ecastophyllum (L.) Taub., popularmente conhecida como rabo-de-bugio ou marmelo-do-mangue, é uma espécie da família Fabaceae, de significativa importância comercial, visto que a própolis vermelha tem origem do exsudato resinoso presente no caule desta espécie. Este trabalho objetivou contribuir o estudo fitoquímico do gênero Dalbergia (Fabaceae) através do estudo fitoquímico da espécie D. ecastophyllum. Para tanto, o material vegetal (partes aéreas e raízes) foi coletado em Rio Tinto – Paraíba e depositado no Herbário do Departamento de Sistemática e Ecologia – UFPB com o código 45738 (JPB). Para o estudo fitoquímico, o material vegetal, após secagem e pulverização, foi submetido a processos de extração, partição e cromatografia para isolamento dos constituintes químicos. As estruturas químicas dos mesmos foram determinadas por métodos espectroscópicos e comparações com modelos da literatura. Das frações das partes aéreas foram isoladas as substâncias 13²-hidroxi-17³-etoxifeoforbídeo A, feoftina A, fitol e isoquercitrina. Já das frações das raízes foram isolados o cedrol, acetato de ácido morolique, daidzeina, formononetina, β-sitosterol e estigmasterol; e 4-geranil- 3,5-dihidroxi- 4’-metoxi-trans-stilbeno. Sendo este último isolado pela primeira vez na literatura. A fração acetato de etila das partes aéreas apresentam uma excelente atividade antioxidante frente ao DPPH (CE 50 = 0,85 ± 0,236 µg/ml).
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Contribuição à quimiotaxonomia de Anacardiaceae : estudo fitoquímico e das atividades antifúngicas e antitumorais de Astronium fraxinifolium Schott ocorrente no cerrado

Contribuição à quimiotaxonomia de Anacardiaceae : estudo fitoquímico e das atividades antifúngicas e antitumorais de Astronium fraxinifolium Schott ocorrente no cerrado

Dos extratos mais ativos, selecionou-se o extrato acetato de etila da casca da raiz para o fracionamento cromatográfico, pois, além de exibir o maior espectro de ação antifúngica, sua média polaridade e a quantidade de material disponível eram adequadas para o estudo químico. O fracionamento rendeu o isolamento de dois triterpenos do tipo cicloartano (1) e (2). O uso na medicina tradicional do óleo extraído da casca e dos frutos de A. fraxinifolium como cáustico e irritante, e seu emprego no tratamento de calos (BRAGA, 1976), nos inspirou a avaliar a propriedade citotóxica dos compostos isolados. (1) e (2) apresentaram atividade antitumoral em células leucêmicas HL-60 com CI 50 de 10,8 μg/mL e 9,2 μg/mL,
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Contribuição ao estudo fitoquímico de Cróton rhamnifolius (Euphorbiaceae)

Contribuição ao estudo fitoquímico de Cróton rhamnifolius (Euphorbiaceae)

O estudo químico do extrato etanólico da raiz de Croton rhamnifolius, conduziu ao isolamento e caracterização estrutural de um alcalóide de esqueleto indólico denominado de rhamnifolina, de dois diterpenos do tipo beiereno, denominado de estachenona e 12-oxo-estachenona, e de dois triterpenos pentaciclícos, um da série oleanano, o ácido acetil aleuritólico (AAA) e o outro da série lupano amplamente conhecido como lupeol. Embora os terpenóides já tenham sido descritos na literatura, todas as substâncias são relatadas pela primeira vez na espécie, sendo o diterpeno estachenona inédito no gênero Croton e o alcalóide rhamnifolina, inédito na literatura.
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Contribuição para o conhecimento fitoquímico da Vismia guianensis (Hypericaceae)

Contribuição para o conhecimento fitoquímico da Vismia guianensis (Hypericaceae)

A família Lauraceae é constituída por aproximadamente 50 gêneros e 3000 espécies com distribuição pantropical, sendo bem representada na América, Ásia Tropical, Austrália e Madagascar. No Brasil, a família Lauraceae compreende 24 gêneros, dentre esses, encontramos o gênero Ocotea, possuindo cerca de 170 espécies distribuídas nas florestas fluviais, restingas e áreas de cerrado. O presente trabalho descreve os resultados do estudo fitoquímico das cascas do caule e folhas de Ocotea duckei Vattimo. O material botânico foi submetido a processos de extração, partição e cromatografia para isolamento dos constituintes químicos. A estrutura química dos mesmos foi determinada por métodos espectroscópicos de Ressonância Magnética Nuclear de 1 H e 13 C uni e bidimensionais e comparações com modelos da
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Open Contribuição ao conhecimento químico e biológico de espécies da flora paraibana: Xylopia  e Maytenus

Open Contribuição ao conhecimento químico e biológico de espécies da flora paraibana: Xylopia e Maytenus

Na década de 80 surgiu um novo estímulo para o estudo fitoquímico da família, isto foi devido ao isolamento de uma nova classe de substâncias naturais bioativas conhecidas como “acetogeninas de anonáceas” (RUPRECHT et al., 1990), que apresentaram uma gama de importantes atividades biológicas tais como: citotóxica, antitumoral, pesticida, vermicida, abortiva, antimicrobiana, imunossupressora, antiemética, inibidora do apetite e antibacteriana (NASCIMENTO et al., 2003; PIMENTA et al., 2005; LIAW et al., 2003; LI et al., 2010). Além das acetogeninas, a família também é caracterizada pela presença de terpenoides, principalmente diterpenos (MIYASHITA et al., 2010), alcaloides (FEITOSA et al., 2009; SETTE et al., 2000; PINHEIRO et al., 2009), flavonoides (SANTOS & SALATINO, 2000), e óleos essenciais cuja a composição química é predominantemente monoterpenos e sesquiterpenos (COSTA et al., 2008; HUMEIRAH et al., 2010).
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Open Contribuição ao conhecimento fitoquímico e biológico de duas espécies de rutaceae da flora paraibana

Open Contribuição ao conhecimento fitoquímico e biológico de duas espécies de rutaceae da flora paraibana

A espécie Metrodorea mollis Taub., conhecida popularmente como “avoação”, apresenta-se como um arbusto (Figura 4) e pode ser encontrada nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Ceará e Minas Gerais (Figura 5) (PIRANI, 2015b; LIMA et al., 2012). Apesar disso, em levantamento bibliográfico realizado nos principais bancos de dados, apenas um estudo fitoquímico envolvendo esta espécie foi encontrado, no qual foi relatado o isolamento da cumarina brailina a partir das raízes (SALES, 2012). Não foram encontrados estudos farmacológicos nem relatos de uso popupar.
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Estudo taxonômico das ervas-de-passarinho da Região Sul do Brasil: II. Viscaceae (Phoradendron).

Estudo taxonômico das ervas-de-passarinho da Região Sul do Brasil: II. Viscaceae (Phoradendron).

17. Phoradendron pellucidulum Eichler in Martius, Fl. bras. 5(2): 112. 1868. TIPO: BRASIL. AMAZONAS: San Carlos usque Rio Negro, Spruce 3480 (lectótipo, designado por Trelease (1916): W, destruído (= Trelease (1916) fig. 121); lectótipo, designado por Kuijt (1994): P[imagem!]; isolectótipos: K[imagem!] (2x)). Fig. 7a-f; 9 Ervas dioicas; ocorrem de forma isolada sobre o hospedeiro; ramificação percurrente, com dicotomias devido ao aborto do meristema apical; ramos eretos; coloração castanha ou pret in sicco; um ou poucos ramos emergindo do sistema haustorial. Caules elipsoidais ou rômbicos em seção transversal, achatados nos nós; 2–5 × 0,4 cm; os basais cilíndricos, atingindo até 1 cm diâm. Catáfilos presentes somente nos entrenós proximais dos ramos laterais; um par localizado a ca. 5 mm da base, ca. 3 mm compr., base tubular e ápice livre. Folhas carnosas; superfície brilhante in sicco; folhas jovens coriáceas e translúcidas; elípticas, ovadas ou obovadas; base aguda, decurrente, ápice agudo ou obtuso, arredondado; 3–5 × 1,5–3 cm; pecíolo 0,7–1 cm compr.; nervação palmada
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Estudo químico e atividade mutagênica e antiradicalar e Paepalanthus chiquitensis Herzog (ERIOCAULACEAE)

Estudo químico e atividade mutagênica e antiradicalar e Paepalanthus chiquitensis Herzog (ERIOCAULACEAE)

existentes na literatura. No estudo fitoquímico, foram utilizadas técnicas cromatográficas usuais, principalmente para substâncias polares, como (Cromatografia de Permeação em gel, Sephadex LH-20, Cromatografia Líquida de Alta Eficiência e Extração em Fase Sólida - SPE), que forneceram misturas de flavonoides identificados por métodos espectroscópicos (Espectrometria de Massas, Ultravioleta e Ressonância Magnética Nuclear). Foram, portanto, identificados dois flavonóides considerados inéditos na literatura (PGC2B e PGC3). A atividade antiradicalar dos extratos metanólicos e das frações acetato de etila foram avaliadas utilizando-se o ensaio DPPH (1,1-difenil-1-picril-hidrazila) e, como padrões, o ácido gálico e a quercetina. Este estudo revelou uma melhor atividade antiradicalar da fração acetato de etila (IC 50 = 1,82 ± 0,0374 μg mL -1 para escapos, e 2,05 ± 0,0133
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Espectalina, cassina e análogos semissintéticos como potenciais candidatos a fármacos para o tratamento da doença de Alzheimer

Espectalina, cassina e análogos semissintéticos como potenciais candidatos a fármacos para o tratamento da doença de Alzheimer

O desenvolvimento em paralelo das atividades relativas ao preparo dos derivados de espectalina e dos experimentos de farmacologia/toxicologia permitiu o avanço das pesquisas de maneira integrada, convergindo para a confirmação dos protótipos em estudo como potenciais candidatos a fármacos para o tratamento da DA. A realização desta primeira fase de estudo pré-clínico com os derivados semissintéticos só foi possível devido à pesquisa colaborativa envolvendo os laboratórios NuBBE- UNESP/LASSBIO-UFRJ/Laboratório de Farmacologia Molecular-UFRJ/Apsen, numa parceria Apsen/FINEP, em resposta ao edital FINEP bioprodutos , cujo financiamento foi importante para a primeira etapa de desenvolvimento dos protótipos. Os dados bastante promissores apontam para a continuidade desta pesquisa, cujo prosseguimento para uma fase clínica dependerá exclusivamente de financiamento da empresa Apsen, que no momento detém contrato de participação nas patentes depositadas em vários países. 37,38
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Estudo fitoquímico e busca de substâncias bioativas de Chrysophyllum flexuosum (Sapotaceae)

Estudo fitoquímico e busca de substâncias bioativas de Chrysophyllum flexuosum (Sapotaceae)

) como constituinte principal. Através de comparação dos cromatogramas em CLAE das fases FAc, FB e FM em vários comprimentos de onda e fases móveis, observou-se a presença do ácido gálico nas três fases. Conforme observado na literatura, o gênero Chrysophyllum apresenta substâncias com atividade antioxidante em potencial, o que foi verificado na espécie em estudo através do teste em CCDC revelada com solução de β-caroteno para as subfrações obtidas da fase em AcOEt do extrato etanólico das folhas e ramos de Chrysophyllum flexuosum. O ácido gálico deve ser a substância responsável pela atividade antioxidante observada para o extrato e fração AcOEt. Adiionalmente, a lactona triterpênica butanolídeo [1,3]-α-amirina (1) apresentou baixa atividade anticolinesterásica e frente ao fungo patogênico humano Candida albicans. Também apresentou moderada atividade frente ao fungo patogênico humano Cryptococcus neoformans. A substância 8 apresentou moderada atividade frente ao fungo fitopatogênico Cladosporium sphaerospermum
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Estudo fitoquímico de plantas das famílias Rutaceae e Meliaceae visando o isolamento de substâncias protótipos para o desenvolvimento de novos fármacos antichagásicos e antileischmanioses.

Estudo fitoquímico de plantas das famílias Rutaceae e Meliaceae visando o isolamento de substâncias protótipos para o desenvolvimento de novos fármacos antichagásicos e antileischmanioses.

A enzima APRT foi escolhida neste trabalho para a seleção de compostos protótipos no desenvolvimento de fármacos antileishmanioses. Entretanto, sabe- se que a inibição de uma dada PRTase pode não ocasionar a morte do parasita, pois a via de recuperação (FIGURA 1.9) é formada por “caminhos independentes”, que podem ser utilizados pelo parasita como alternativa para a obtenção de nucleotídeos. Este fato foi observado em um estudo de inativação genética da HGPRT (hipoxantina-guanina fosforribosiltransferase), no qual observou-se a sobrevivência in vitro de alguns parasitas (CRAIG III e EAKIN, 1997).
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ACÚSTICA APLICADA AO CONTROLE DO RUÍDO

ACÚSTICA APLICADA AO CONTROLE DO RUÍDO

O ruído deteriora a qualidade de vida, causa proble- mas à saúde, e impacta econômica e financeiramente a vida das pessoas e de organizações. Estima-se que a perda de audição induzida por ruído afete 10 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Naquele país, milhões de dólares são gastos anualmente em compensações a trabalhadores com perdas auditivas crônicas contraídas no ambiente do trabalho. Um estudo desenvolvido na Dinamarca mostrou que o preço das casas cai à medida que o ruído de tráfego aumenta. Aviões a jato antigos, mais barulhentos, já não podem mais operar em muitos aeroportos dos Estados Unidos e da Europa. Estudos em vários países demons- tram que o aprendizado nas escolas fica comprometido por atividades ruidosas intra e extramuros. Embora essas sejam algumas constatações de estudos desenvolvidos em outros países sobre os efeitos do ruído, são todos casos que se verificam igualmente no Brasil.
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Constituintes Químicos e Atividades Biológicas de Cnidoscolus phyllacanthus

Constituintes Químicos e Atividades Biológicas de Cnidoscolus phyllacanthus

O material insaponificável (229,4 g), obtidos no processo de saponificação, foi adsorvida em gel de sílica, pulverizada em gral de porcelana e devidamente acondicionada sobre gel de sílica em coluna cromatográfica. A eluição foi realizada empregando os solventes: hexano, AcOEt e MeOH, puros ou em misturas binárias, em ordem crescente de polaridade. A fração 43-49 (79 mg), eluida com Hex:AcOEt (6:4), quando submetida a nova cromatografia em coluna de gel de sílica, utilizando hex, AcOEt e MeOH, em gradiente crescente de polaridade, forneceu na fração 19, eluida com Hex:AcOEt (9:1). Desta maneira foi possível isolar um composto orgânico apresentado como um sólido branco e solúvel em clorofórmio na quantidade de 160,8 mg, codificado como CCF-1. É importante ressaltar que o metabólito codificado como CCF-1 também foi obtido a partir da cromatografia em coluna de algumas frações derivadas dos extratos brutos. Assim, a quantidade total obtida desse metabólito foi consideravelmente maior que 160,8 mg. Comparação desta substância com outras isoladas desta espécie em estudo anterior permitiu identificação de CCF - 1 como sendo o lupeol. Dados espectroscópicos incluindo RMN 1 H e 13 C, IV (infra-vermelho) confirmou a estrutura proposta.
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Open Estudo fitoquímico com fins farmacológicos da alga bentônica Caulerpa racemosa

Open Estudo fitoquímico com fins farmacológicos da alga bentônica Caulerpa racemosa

Caulerpa racemosa (Forssk.) J.Agardh é uma alga verde amplamente distribuída pelo nordeste brasileiro, crescendo sobre a rocha ou associadas a outras algas. Estudos farmacológicos relataram que os seus extratos atuam com atividade antimicobiana e repelente. Levantamento bibliográfico relatou a presença de alcalóides, terpenóides, esteróides entre outras classes de metabólitos. Este estudo teve como objetivo contribuir com o conhecimento fitoquímico e farmacológico, realizando teste que demonstraram significativa atividade antinociceptiva e antiinflamatória. O material fresco foi extraído por maceração, conforme gradiente crescente de polaridade utilizando os solventes hexano, clorofórmio, acatato e metanol. O extrato clorofórmico foi cromatografado por técnicas convencionais de cromatrografia em coluna e camada delgada levando ao isolamento de quatro substâncias, sendo três relatados pela primeira vez na família Caulerpaceae. Os constituintes químicos isolados foram identificados através da análise de dados obtidos por métodos espectroscópicos como Infravermelho e Ressonância Magnética Nuclear de 1 H, 13 C unidimensionais e técnicas bidimensionais (COSY,
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Estudo químico de Spiranthera odoratissima e atividades biológicas em formigueiros de Atta sexdens rubropilosa

Estudo químico de Spiranthera odoratissima e atividades biológicas em formigueiros de Atta sexdens rubropilosa

Esta tese apresenta o estudo fitoquímico da planta Spiranthera odoratissima (RUTACEAE), biomonitorado por ensaios biológicos com o fungo simbionte Leucoagaricus gongylophorus, a formiga cortadeira Atta sexdens rubropilosa e as enzimas pectinases do fluido fecal da formiga cortadeira. O estudo fitoquímico dos extratos ativos levou a identificação de 15 substâncias: lupeol, lupenona, sitosterol, estigmasterol, campesterol, dictamina, γ-fagarina, esquimianina, 4,8-dimetoxifuro[2,3-B]quinolina-5-7-diol, 2-fenil-1-metil- quinolin-4-ona, 2-fenil-1-metil-8-metoxi-quinolin-4-ona, limonina, ácido limonéxico, ácido iso-limonéxico e 23-hidroxi-21-oxo-diidroodoratina. Sendo 2- fenil-1-metil-8-metoxi-quinolin-4-ona, ácido iso-limonéxico e 23-hidroxi-21- oxo-diidroodoratina inéditas na literatura e 4,8-dimetoxifuro[2,3-B]quinolina-5- 7-diol, 2-fenil-1-metil-quinolin-4-ona, limonina e ácido limonéxico isoladas pela primeira vez no gênero Spiranthera. Os extratos dos galhos da planta S. odoratissima apresentaram 100% de inibição no desenvolvimento do fungo simbionte L. gongylophorus e ação sobre a sobrevivência média de 5,5 dias em um experimento de 25 dias com as formigas cortadeiras Atta sexdens rubropilosa. Os ensaios antimicrobianos mostraram a baixa potencialidade da planta S. odoratissima contra os microrganismos testados.
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