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Corpo do relatório final

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Na parte III 4 , na qual se enquadra os capítulos IV, V, VI, VII e VIII descrevemos a metodologia de investigação bem como o design de estudo adotado, os participantes do estudo, os procedimentos de pesquisa, a recolha de dados e a sua análise. Incluimos ainda os procedimentos desenvolvidos até ao final das observações dos alunos que foram completadas com os dados recolhidos na entrevista semiestruturada feita à educadora da sala da Educação Pré-Escolar e à professora do 1.º ano. Nesta parte são ainda abordadas as atividades implementadas, bem como as conclusões retiradas das resoluções dos alunos de cada uma delas. Para além disso, e numa fase final, serão tecidas algumas considerações finais e conclusões retiradas do presente estudo, que procuram responder às questões que inicialmente colocámos. Por fim, referimos também algumas limitações que envolveram o estudo e perspetivas para elaboração de futuras experiências.
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relatório final Dora corpo do relatório

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Parceria com o Cliente Idoso com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica/Cuidador na adesão à Oxigenoterapia de Longa Duração  . Dora Margarida Fragoso Santos[r]

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 Relatório Final

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Não existe cuidado se não existir uma relação terapêutica de qualidade com o cliente. Neste sentido, o profissional deverá ajudar o cliente a identificar o seu problema e auxiliá-lo a ter uma maior consciência de si, para poder mobilizar todos os seus recursos, para prevenir e solucionar os problemas que enfrenta (Chalifour, 2008). Para efetivar competências na área relacional, após vasta pesquisa bibliográfica, foi-me possível implementar estratégias de comunicação terapêutica visando o alívio do sofrimento, promover processos adaptativos e mudanças a nível comportamental e utilizar instrumentos de análise de interação (baseados em Chalifour, 2008) afim de monitorizar as reações emocionais e respostas comportamentais tanto do cuidador como da pessoa cuidada. O desenvolvimento destas competências relacionais e comunicacionais, que se assumiam como preponderantes para efetivar o projeto a que me propusera, só poderiam ser plenamente desenvolvidas num contexto onde a pessoa é o centro do cuidar, onde a relação é a principal instrumento terapêutico, e onde o profissional se assume, sem subterfúgios técnicos e procedimentais, como interveniente efetivo na relação que estabelece com o cliente. Ao longo do estágio, sempre que se deu o encontro intencional entre mim, cuidadora, e a pessoa cuidada, senti que a “transpessoalidade” que Jean Watson utiliza para adjetivar a relação estabelecida num contexto de cuidados, transcendeu o conceito e foi ganhando corpo em cada momento vivenciado entre ambos. O crescente processo de autoconhecimento em que me encontrava permitiu-me retirar maior benefício, do ponto de vista terapêutico, deste encontro de dois campos fenomenológicos divergentes.
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 RELATÓRIO FINAL

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A dança é uma arte performativa prevista na educação artística para o ensino básico. Segundo o Curriculum Nacional (ME, 2001), “ (…) dançar é humano, uma atividade mágica, baseada na beleza da energia humana, envolve o pensamento, a sensibilidade e o corpo, no seu agir, e explora a natureza do individuo, na sua propulsão para saltar, conquistar o ar, no seu impulso apara viver. A dança é uma matéria de confluência de vários aspetos identitários da natureza humana que só através da prática ganham forma visível e vivencial .” (ME, 2001; 183). Também Sousa (2003) define-a como uma manifestação de movimento natural, simples, abrangente, espontânea. Dança é movimentos que têm como finalidade o prazer na sua execução, caraterísticas expressivas e criativas.
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 Relatório final

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4) A toxoplasmose, causada pelo Toxoplasma gondii , um protozoário transportado pelos gatos, que contaminam os alimentos ao defecarem deles (Browning, 2006). As cabras são infectadas quando ingerem oócitos presentes nos alimentos ou água (Browning, 2006), ou por contacto directo com produtos de abortos contaminados (Mendonça, 2012). Este microorganismo entra na corrente sanguínea da cabra e espalha-se por todo corpo e multiplicam-se na placenta de cabras gestantes (Browning, 2006). Os principais sinais da toxoplasmose são febre e inercia (Mendonça, 2012). Quando a infecção ocorre no início da gestação há reabsorção, morte fetal e mumificação dos fetos (Mendonça, 2012; Browning, 2006). Se a infecção suceder no fim da gestação provoca abortos, nados-mortos e crias fracas (Mendonça, 2012; Browning, 2006). Alguns animais não apresentam sinais clínicos até ao aborto (Mendonça, 2012). A infecção pode provocar abortos em gestações consecutivas (Browning, 2006) pelo que é recomendado o abate destes animais (Mendonça, 2012). Os humanos podem ser contaminados ingerindo carne e leite de animais infectados (Browning, 2006).
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Particularizando a análise destes indicadores à pessoa com patologia da coluna vertebral, consta-te, segundo os autores Falavigna, Neto & Teles (2009) e Engelke (2014), citando McGregor et al (2011), que a produção de alguns destes indicadores - nomeadamente, o alívio da dor crónica, a satisfação e a qualidade de vida – não têm estado associado ao aumento substancial da realização de exames imagiológicos e de tratamentos farmacológicos e cirúrgicos, verificado nas últimas décadas. Tal pode ser justificado pelo seguinte “ a cirurgia não pode corrigir posturas pobres e mecânicas do corpo, nem pode aliviar a síndrome da dor miofascial ou corrigir padrões motores deficientes de atividades sinérgicas acompanhando a compensação do músculo que ocorrem em muitos pacientes com dor lombar” (Delamarter, Coyle & Pakozdi, 2003, p. 123). O exposto serve de apelo à comunidade científica de ER na identificação desta problemática como uma prioridade de intervenção e uma oportunidade de melhoria, selecionando as estratégias de intervenção mais adequadas às necessidades das pessoas submetidas a cirurgia da coluna. Esta linha de pensamento tem imperado no trabalho que é desenvolvido pelos EEER do serviço de NC, e que contribui para a existência de indicadores sensíveis aos cuidados de enfermagem: alívio da dor, prevenção de complicações, bem-estar, satisfação, readaptação e reeducação funcional. De todas as atividades desenvolvidas pretendo destacar as menos convencionais – a Massagem Terapêutica e a aplicação de Bandas Neuromusculares - e que por isso, não foram previstas no meu projeto de formação. O interesse em querer saber mais acerca destes recursos interventivos foi progressivamente dando lugar ao fascínio, o que motivou não só, as pesquisas bibliográficas que desenvolvi neste âmbito, bem como a minha frequência no Curso Avançado de Massagem Terapêutica e Aplicação de Bandas Neuromusculares (Anexo I). A sinergia destas duas atividades contribuíram para a aquisição de novos saberes e habilidades técnicas, e consequentemente, para o desenvolvimento de competências no domínio da melhoria da qualidade.
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 Relatório final

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A nível da Área do Conhecimento do Mundo, revelam curiosidade pelo meio que os rodeia, observam, exploram e descrevem vivências, conhecem as estações do ano, reconhecem o seu contexto familiar, apresentam curiosidade pelo desconhecido, contactam e identificam diferentes culturas, conhecem diferentes países, demonstram interesse pelas diferentes tradições, identificam os diferentes elementos da natureza, identificam diferentes espécies de animais, partilham conhecimentos, procuram entender a razão das coisas, conhecem regras básicas de socialização, identificam órgãos do corpo humano, diferenciam características dos alimentos, conhecem a roda
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 relatório final

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Esta actividade consistiu primeiramente na leitura e exploração da história “Babuska”, sendo uma estratégia de introdução da temática do Dia de Reis e estratégia de motivação para a actividade a desenvolver posteriormente. Para a leitura e exploração da história, utilizei a projecção em PowerPoint e apesar do grupo se ter demostrando bastante atento e interessado, poderia ainda ter apresentado outro material como, por exemplo, fantoches das personagens da história, fazendo o reconto da mesma através da sua dramatização. Após a exploração da história, o grupo foi repartido pelas diversas mesas de trabalho, sendo distribuído o material necessário para a construção dos três reis magos. O material consistia em: coroa de cartão dourado, cabeça em papel de lustro e no tronco, em forma de triângulo, em papel de lustro. A actividade consistiu na colagem deste mesmo material numa folha A3 de desenho e na elaboração das restantes partes do corpo (braços, pernas e pés) através da técnica do desenho. Durante a sessão, as crianças demonstraram bastante interesse e motivação, pedindo para escrever no desenho – Os Reis Magos. Apesar desta actividade se ter realizado com sucesso, indo ao encontro dos objectivos traçados e aos interesses dos alunos, poderia ainda ter desenvolvido outra estratégia: uma reunião de partilha de ideias, a seguir ao trabalho de expressão plástica, sobre o que cada criança pensa acerca da importância dos três Reis Magos, dando também a sua opinião sobre a actividade realizada anteriormente.
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 RELATÓRIO FINAL

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Nesta sala, existiam 4 mesas retangulares e 4 mesas em meio círculo, estando organizadas em 4 grupos, cada um com duas mesas iguais, sendo que cada grupo tinha o nome de uma cor: mesa azul, mesa verde, mesa rosa e mesa laranja. Os grupos estavam identificados através dos tabuleiros, de cor correspondente ao grupo, que se encontravam no centro de cada mesa, com material. As mesas estavam dispostas em quadrado, no centro da sala. Existia também uma secretária destinada à educadora que se encontrava junto à parede de fundo da sala. Esta dispunha de quatro placares e um quadro de ardósia com cerca de dois metros de altura por dois metros de comprimento. As paredes eram brancas e encontravam-se bastante preenchidas, não só pelos placares, mas também por informações acerca do grupo, como por exemplo, os seus aniversários. Tinha também um espelho de corpo inteiro e um espelho de rosto, junto a um lavatório de auxílio a trabalhos manuais. Dentro da sala laranja, podiam encontrar-se oito pequenos armários onde estava arrumado o material disponível para realização de trabalhos com as crianças e também para arquivo de trabalhos já realizados. A sala contava também com um rádio portátil. Em redor da sala, junto às paredes, encontravam-se os cantinhos a que as crianças tinham acesso para as atividades livres, sendo estes: o tapete, a casinha, o cabeleireiro, a garagem, o cantinho da leitura e dois armários com jogos de mesa, legos e um rádio. À entrada da sala, do lado direito, existia um canto onde cada criança tinha o seu cabide, onde eram guardados alguns bens (mudas de roupa), sendo que os casacos e as lancheiras ficavam guardados nos cabides existentes no exterior da sala, junto à entrada desta.
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 RELATÓRIO FINAL

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Basicamente estes equipamentos, apresentam no interior da gantry o tubo de raios x, o gerador de alta tensão e os detetores. Todo este conjunto gira 360º em torno do paciente para a aquisição de imagem. A radiação emitida pelo tubo de raios x é atenuada pelo corpo do paciente, a radiação que atravessa o paciente (emergente) é detetada e medida por detetores. Dos detetores sai informação analógica que se converte em sinal digital pelo conversor analógico digital (8,14), figura 8 (14). Os valores digitais são utilizados para a reconstrução da imagem numa matriz. A matriz é formada por filas e colunas formando pequenos quadradinhos, denominados pixéis. Cada pixel é uma representação bidimensional de um corte. Os volumes de tecido tridimensionais denominam-se voxeis. Os voxeis têm profundidade, largura e altura. A profundidade está relacionada com a espessura de corte. A cada pixel corresponde um número de TC, proporcional ao grau de atenuação, a cada número de TC corresponde um tom de cinzento. A imagem de TC é assim formada por vários tons de cinzento ver figura 9 (14). Atualmente os equipamentos de TC utilizam normalmente matrizes 512x512 (2,9,14).
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Relatório final final

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89 Como já referi no corpo deste trabalho, a utilização do feedback oral na prática letiva é uma ferramenta muito vantajosa, não sendo, no entanto, uma prática fácil. Inicialmente as dificuldades eram acrescidas, porque eu ainda estava a perceber que tipo de feedback resultava com cada criança e as estas ainda não estavam familiarizas com este tipo de trabalho, uma vez que a prática que estavam habituadas era a de copiar do quadro a resposta certa. Com o passar do tempo foram sendo dissipadas essas dificuldades e a utilização do feedback oral na minha prática pedagógica revelou-se muito frutuosa. Por um lado queria proporcionar aos alunos feedbacks motivadores, não podendo cair na tentação de tecer apenas elogios sem qualquer fundamento, pois, corria o risco das crianças desacreditarem da minha palavra. Tinha de lhes dirigir feedbacks positivos mas que tivessem fundamento, para que as crianças se identificassem e sentissem que eu estava a ser verdadeira.
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 Relatório Final

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Assim a primeira actividade consistiu na continuação da leitura do livro “ É assim que eu sou”, que já vinha a ser utilizado para a abordagem ao tema do corpo humano, pois trata-se de um livro que aborda vários aspectos desta temática, inclusive os cinco sentidos. Após a exploração do livro (com base na pergunta-resposta), seguiu- se uma apresentação em powerpoint que contemplava um conjunto interactivo de perguntas e respostas acerca do órgão correspondente a cada sentido, o que permitiu que as crianças através do lúdico compreendessem as funções de cada sentido e qual a sua função, motivando-as e despertando-lhes interesse, o que considero como benéfico para o processo de ensino-aprendizagem das crianças, pois “ (…) o carácter lúdico de que se revestem muitas aprendizagens”, faz com que as crianças demonstrem “o prazer de aprender e de dominar determinadas competências que exigem também esforço, concentração e investimento pessoal” (Silva e Núcleo de Educação Pré-Escolar, 1997, p. 18). O grupo demonstrou-se assim sempre muito interessado e atento, o que aconteceu também na actividade seguinte. Esta baseou-se na exploração de adivinhas acerca dos cinco sentidos, num momento em grande grupo. As adivinhas estavam escritas cada uma num cartão e eram colocadas oralmente ao grupo, para este tentar responder. Obtidas as respostas os cartões eram colocados numa cartolina (colocada num local visível), para que as crianças pudessem visualizar a imagem que acompanhava a adivinha (imagem essa correspondia ao órgão do sentido em causa nessa adivinha) e, assim poderem estabelecer uma relação entre o texto e a adivinha e da imagem.
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Assim, o presente documento encontra-se dividido em quatro partes distintas mas que se interligam e complementam entre si. Um primeiro capítulo onde procuro dar a conhecer a metodologia e respetivos resultados da Revisão da Literatura, pois estes fazem parte da evidência científica em que me baseei para a construção dos processos de cuidar à luz da Teoria do Cuidar de Swanson. Seguindo esta ordem lógica de pensamento, e na qual se baseou o projeto de estágio previamente desenvolvido, faço ainda referência à prática baseada na evidência e como ela norteou o estágio. O segundo capítulo incide sobre as competências, comuns e específicas do EESMOG, desenvolvidas à luz de um pensamento critico-reflexivo. Aqui é também retratada, mais concretamente, a implementação de processos de cuidar promotores das posições verticais no segundo estádio do TP dando a conhecer as atividades desenvolvidas. São ainda levantadas, num terceiro capítulo, as questões éticas pertinentes e por último, no quarto capítulo, é feita uma análise das limitações encontradas. A título conclusivo, apresentam-se as principais ilações deste relatório, explicitando os seus contributos e perspetivas futuras.
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com novos horários, novas rotinas e integração nas várias valências), a vida pessoal (filhas, casa, entre outros), aulas e estágios (de referir que em vários dias foram realizados horas nos dois locais de estágio, em horários distintos, por necessidade dos serviços), sendo que a gestão de prioridades tornou-se preponderante, para conseguirmos alcançar os objetivos traçados. A execução de variados trabalhos desenvolvidos ao longo do curso e em simultâneo ao longo deste relatório foram considerados por nós como aspetos constrangedores, devido à carga horária dispendida com a realização dos mesmos. Apesar de reconhecermos a importância em termos de aprendizagem formativa, acabámos por ter alguma dificuldade na gestão do tempo, podendo ter influenciado de alguma forma a execução deste relatório. As sugestões prendem-se essencialmente com a atualização dos dados de ITU cedidos pela CCI, no ínicio de 2014 e por uma monitorização a médio prazo dos cuidados de enfermagem e da equipa de assistentes operacionais, através das escalas de observação realizadas, para avaliar se existiram mudanças de comportamentos e até que ponto estas influenciam a taxa de ITU no serviço de Cirurgia e Especialidades Cirúrgicas.
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 Relatório final

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Posteriormente ao planeamento das sessões agendou-se com os respectivos directores de turma as datas para a implementação da intervenção de acordo com o previsto em cronograma de actividades, sendo que nesta fase a população é constituída por 41 alunos, uma vez que duas jovens foram transferidas para outra instituição escolar no período decorrido entre o diagnóstico de situação e a implementação da intervenção. Desta forma, e com recurso ao programa informático Microsoft Office PowerPoint 2010 (Apêndice IX) a primeira sessão de educação para a saúde teve um carácter mais informativo (domínio cognitivo). Pretendeu-se informar os jovens relativamente ao impacto do consumo de álcool e riscos inerentes recorrendo no entanto a técnicas que exigiam a participação dos mesmos (reflexão, discussão). No final da sessão foi distribuído um folheto informativo com o resumo da informação mais relevante (Apêndice X).
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Efetivamente, cabe ao enfermeiro promover “(…) um ambiente físico,.. Consultei o BSG, o processo de enfermagem, exames complementares de diagnóstico, efetuei uma avaliação i[r]

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 Observação das práticas da equipa de enfermagem e em especial do enfermeiro especialista do SUG e da UCC;  Prestação de cuidados, enquanto enfermeira especialista, implementado um con[r]

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Na fase de concepção do projecto realizei reuniões informais e formais com a Enfermeira Chefe da consulta externa, com o Director do serviço de pneumologia, com a colega que também irá implementar a referida consulta e com os médicos. Todos eles manifestaram interesse e realçaram a pertinência da implementação deste projecto. Posteriormente para dar cumprimento a um requisito legal e oficializar o pedido foi necessário um requerimento escrito à Administração da minha Instituição. (Apêndice X) O projecto foi autorizado pela Enfermeira Chefe das Consultas Externas, pelo Enfermeiro Director e pelo Presidente do Conselho de Administração. O cronograma para a implementação do projecto ainda não está definido, mas sê-lo-á após o término deste relatório e de acordo com a Enfermeira Chefe da Consulta Externa.
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 Relatório final

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A OMS identifica, no seu relatório global sobre prevenção de quedas na velhice, fatores de proteção de quedas nos idosos como estando às mudanças comportamentais e modificações ambientais, uma vez que defende serem estes os fatores passíveis de modificação. Identifica a mudança comportamental para estilos de vida saudáveis como ponto basilar para evitar quedas e promover um envelhecimento saudável e manutenção da independência, como sendo o consumo de álcool moderado, ausência de hábitos tabágicos, manutenção de peso adequado e manutenção de níveis adequados de atividade física. Relativamente aos fatores ambientais a ter em conta refere, degraus estreitos, piso escorregadio, tapetes soltos, iluminação deficiente, de entre outros. (WHO, 2007)
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 Relatório FINAL

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A OE, através dos conselhos de enfermagem regionais, ao iniciar o programa dos Padrões de Qualidade em Maio de 2013 na instituição onde presto cuidados, pretendeu fomentar a realização de projetos de melhoria contínua, pretendendo-se indicadores de qualidade sensíveis aos cuidados prestados. Estes projetos, como referido no relatório de avaliação de Junho de 2007, visam contribuir para a implementação e desenvolvimento de sistemas de melhoria contínua da qualidade do exercício profissional dos enfermeiros e consequentemente da qualidade da atividade de enfermagem. Neste âmbito, foi entregue às instituições, uma proposta de guião para organização dos seus próprios projetos, sendo proposta a utilização do ciclo de Pedro Salvada, constituído por oito fases (1- Identificar e descrever o problema; 2- Perceber o problema e dimensioná-lo; 3-Formular objetivos iniciais; 4- Perceber as causas; 5- Planear e executar as tarefas/atividades; 6-Verificar resultados; 7-Propor medidas corretivas, standardizar e treinar a equipa e por fim 8- Reconhecer e partilhar o sucesso.). Atentando nestas oito fases, compreende-se o trajeto que será percorrido na realização do projeto de melhoria contínua do departamento. As indicações da OE defendiam um esforço de objetividade, Sendo o foco da dor muito abrangente, optou-se pela hipótese de, nesta fase, se incidir sobre a temática: estratégias não farmacológicas e o controlo da dor.
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