Top PDF Correlação entre critério diagnóstico de diabetes mellitus gestacional e prevalência de desfechos adversos perinatais

Correlação entre critério diagnóstico de diabetes mellitus gestacional e prevalência de desfechos adversos perinatais

Correlação entre critério diagnóstico de diabetes mellitus gestacional e prevalência de desfechos adversos perinatais

orientação nutricional – e terapêutica medicamentosa efetiva diminuem os valores de glicemia maternos, reduzindo também o risco de pré-eclâmpsia, de peso de nascimento do RN acima do P90 e taxa de gordura corporal fetal (ACOG, 2015; Martis R et al, 2017). Isso leva também à diminuição de prematuridade e de partos cesáreas, com suas adversidades associadas, além de diminuir as complicações neonatais: hipoglicemia e icterícia (ADA, 2020). Dentro desse contexto, o critério diagnóstico recomendado por FIGO15 foi o primeiro baseado nestes desfechos adversos supracitados, possibilitando o diagnóstico de mulheres com HG que necessitam de intervenções precoces que influenciarão a morbimortalidade perinatal de mãe e neonato. Além disso, esse critério diagnóstico também propõe o diagnóstico de overt diabetes, condição com particularidades que exigem intervenções mais precoces e mais agressivas. Sabe-se, por exemplo, que nesses casos, valores de hemoglobina glicosilada abaixo de 6% no segundo e terceiro trimestres de gestação diminuem significantemente os riscos de macrossomia fetal, parto pré-termo e pré-eclâmpsia (ADA, 2020). Assim, a maior prevalência de HG encontrada através desse critério possibilita que maior número de mulheres tenha acesso a orientações sobre mudanças no estilo de vida e tratamento efetivo, que poderá influenciar seus desfechos perinatais e de sua prole e em futuras gestações. Outro ponto em que o critério FIGO15 se destaca é a associação com maior prevalência de primeira cesárea, o que poderia viabilizar o alcance de pacientes que podem ter benefícios em receber as intervenções terapêuticas.
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Análise dos critérios para rastreamento e diagnóstico de diabetes mellitus gestacional

Análise dos critérios para rastreamento e diagnóstico de diabetes mellitus gestacional

Até o momento não existe consenso sobre o rastreamento e diagnóstico da DMG, sendo feito por indicação de especialistas formados por uma opinião desprovida de avaliação crítica que se baseia apenas em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais (DIRETRIZ, 2017). Entre 1999 e 2013, a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou valores de glicemia em jejum maior ou igual a 126 mg/dl e/ou após 2 horas de sobrecarga glicêmica com 75g de glicose igual ou superior a 140 mg/dl (OMS, 1999) (Tabela 1). Em 2008, percebendo a escassez de estudos na área, foi publicado um estudo denominado “Hiperglicemia e Resultados Adversos na Gravidez (Hyperglycemia and Adverse Pregnancy Outcomes, HAPO)” que trouxe a conclusão de que há correlação positiva e linear entre os valores de glicemia materna e desfechos maternos e neonatais adversos, usando o Teste Oral de Tolerância a Glicose (TOTG) com 75g de glicose com duração de duas horas (HAPO, 2008). Após esse estudo percebeu-se que havia a necessidade de um consenso.
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Avaliação dos protocolos de diagnóstico e de controle da hiperglicemia materna: impacto na prevalência de Diabetes Melito Gestacional (DMG) e de Hiperglicemia Gestacional Leve (HGL) e nos resultados perinatais

Avaliação dos protocolos de diagnóstico e de controle da hiperglicemia materna: impacto na prevalência de Diabetes Melito Gestacional (DMG) e de Hiperglicemia Gestacional Leve (HGL) e nos resultados perinatais

JUSTIFICATIVA – desde agosto de 2011 o Serviço Especializado de Diabetes e Gravidez da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (SEDG-FMB/Unesp) adotou o novo protocolo diagnóstico para o DMG recomendado pela ADA/IADPSG. Entretanto, o Perfil Glicêmico (PG) continuou associado ao TOTG 75g, para diagnosticar a Hiperglicemia Gestacional Leve (HGL), reconhecida e tratada em nosso Serviço como se fosse DMG. A controvérsia sobre o custo-benefício do novo protocolo da ADA/IADPSG e a dúvida sobre a necessidade de manutenção do PG no protocolo do Serviço justificam o presente estudo. OBJETIVOS – avaliar o impacto do novo protocolo da ADA/IADPSG na prevalência de HGL e de DMG, na ocorrência de resultados perinatais adversos (RPNA) e na associação TOTG 75g e PG para diagnóstico de HGL no SEDG-FMB/Unesp. MÉTODO – estudo de corte transversal, incluindo gestantes, e seus recém-nascidos (RN), submetidas aos protocolos diagnósticos e que realizaram pré-natal e parto no Serviço, antes (janeiro de 2008 a 14 de agosto de 2011) e após (15 de agosto de 2011 a dezembro de 2014) à mudança do protocolo, definindo uma amostra por conveniência. Considerando os dois períodos, foram comparadas a prevalência de DMG e de HGL e a ocorrência de RN-GIG, macrossomia, primeira cesárea e tempo de internação dos RN. Na análise estatística foram utilizados análise de Poison e teste t-Student, teste do Qui- quadrado ou Exato de Fischer e cálculo de risco (RR e IC 95%) para os desfechos avaliados. O limite de significância estatística foi de 95% (p < 0,05). RESULTADOS – o NOVO protocolo resultou em aumento no número de mulheres com DMG e deixou de identificar 17,3% do total de gestantes, que mantiveram o diagnóstico de HGL, apesar do TOTG 75g normal. O novo protocolo ADA/IADPSG não influenciou o desfecho perinatal. CONCLUSÕES – esses resultados reforçam a validade da manutenção do PG no protocolo diagnóstico do SEDG-FMB/Unesp. Para concluir sobre o custo-benefício do NOVO protocolo, são necessários grandes estudos, multicêntricos e com tamanho amostral adequado.
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Diabetes mellitus: prevalência de alterações auditivas.

Diabetes mellitus: prevalência de alterações auditivas.

A perda auditiva atribuída ao D M (insulino- dependente ou não) geralmente é do tipo neurossen- sorial bilateral progressiva, com predomínio em agu- das, principalmente nos indivíduos idosos (1,8-11). Concordamos com esta afirmação uma vez que nos 36 pacientes avaliados neste trabalho observamos um pre- domínio de perdas neurossensoriais certamente pro- gressivas, pois quando nos reportamos aos indivíduos na faixa etária dos 33 aos 50 anos, podemos observar que existe uma prevalência de limiares auditivos den- tro dos padrões de normalidade com queda apenas nas freqüências agudas em relação às alterações neurossen- soriais, o que não ocorre nas idades superiores, nas quais a prevalência passa a ser das alterações neu- rossensoriais propriamente ditas.
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Preditores de sucesso da metformina no tratamento do diabetes mellitus gestacional.

Preditores de sucesso da metformina no tratamento do diabetes mellitus gestacional.

Métodos: estudo retrospectivo observacional (julho/2008-setembro/ 2010), com 104 gestantes com DMG que necessitaram de terapêutica complementar a dietoterapia e utilizaram metformina. Dividiram-se em dois grupos: sucesso terapêutico (n=82), onde a droga foi mantida até o parto; outro com falha terapêutica (n=22) onde a droga foi substituída por insulina. Variáveis maternas estudadas: idade, número de partos, ganho de peso na gestação, glicemia de jejum (GJ) e 2h no OGTT75g, idade gestacional de diagnóstico de DMG (IGDMG). Variáveis do recém nascido: incidência de RNs GIG e hipoglicemia neonatal. Foram comparadas as carac- terísticas clínico-metabólicas maternas e os resul- tados perinatais, o nível de significância utilizado foi de 5%.
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"Critérios de Diagnóstico da Diabetes Gestacional - O Caminho para um Consenso"

"Critérios de Diagnóstico da Diabetes Gestacional - O Caminho para um Consenso"

O International Association of the Diabetes and Pregnancy Study Groups (IADPSG), formado em 1998, é um grupo internacional de consenso, representativo de múltiplas organizações obstétricas e de diabetes de mais de 40 países, e foi a entidade responsável pela revisão dos resultados publicados, e não publicados, pelo estudo HAPO, bem como aqueles obtidos a partir de outros estudos, que analisaram possíveis associações entre a glicemia materna e complicações perinatais e a longo prazo, para a descendência. Assim, coube ao IADPSG estabelecer um consenso relativamente aos limiares de glicemia e sugerir novas recomendações para o diagnóstico da DG. Este grupo decidiu que as várias complicações não tinham a mesma importância na elaboração dos limiares diagnósticos e que algumas complicações, como a macrossomia e a cesariana, estavam interligadas. Desta forma, as complicações GIG, massa gorda neonatal e hiperinsulinémia fetal constituíram a base principal na proposta de novos critérios. Para isso, o IADPSG baseou-se nas associações lineares mais fortes, entre o risco de complicações perinatais e as glicemias em jejum, PTOG 75 g à 1 e às 2 horas (53). Os limiares propostos foram definidos num odds ratio de 1,75, isso significa que o risco de uma grávida ter um filho com peso à nascença, hiperinsulinémia e massa gorda neonatal, acima do percentil 90, é 1,75 vezes maior se elas tiverem glicemias iguais ou acima dos limiares, do que se tivessem uma glicemia dentro dos valores médios (3,10,53). Além da modificação dos limiares, o número de valores glicémicos alterados, necessários para o diagnóstico de DG, é diferente. Com estes critérios, um valor glicémico (jejum, PTOG à 1 hora ou às 2horas), igual ou superior ao limiar, é suficiente para o diagnóstico (3,53).
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Influência do diabetes mellitus gestacional na disposição cinética e metabolismo...

Influência do diabetes mellitus gestacional na disposição cinética e metabolismo...

Segundo a American Diabetes Association (ADA, 2008) e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD, 2008), o diabetes mellitus (DM) não é uma única doença, mas um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum a hiperglicemia. Esta hiperglicemia é o resultado de alterações na ação da insulina, na secreção de insulina ou em ambos. O DMG é caracterizado por intolerância à glicose de graus variáveis diagnosticado pela primeira vez durante a gestação, e que pode ou não persistir após o parto e está associado com o aparecimento de hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia de grau leve a grave (BRYSON et al., 2003; ÖSTLUND et al., 2004). O DMG representa aproximadamente 90 % de todas as gestações complicadas por diabetes, sendo sua prevalência estimada em 1 a 14 %, dependendo da população estudada (ADA, 2008).
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Diagnóstico laboratorial e monitorização da Diabetes mellitus

Diagnóstico laboratorial e monitorização da Diabetes mellitus

glucose na amostra é um problema subestimado mas que deve ser tido em conta. Esta diminuição deve-se à glicólise, em termos absolutos a perda de glucose é de cerca de 0,67 mmol/L (12 mg/dl) e ocorre à concentração de 5,55 mmol/L (100 mg/dl) após 2 horas à temperatura ambiente. O inibidor de glicólise mais utilizado é o flureto de sódio, mas este inibidor têm pouco efeito nas primeiras 1-2 horas após a colheita, sendo este facto um importante erro analítico. Para minimizar a perda de glucose na amostra é recomendado por David E. Bruns que se processe a amostra imediatamente ou que se coloque de imediato a amostra de sangue em gelo ou se centrifugue a amostra numa centrifugadora refrigerada e remover o plasma rapidamente (Sacks, et. al. 2011; Bruns&Knowler, 2009). A glucose pode ser determinada diretamente do sangue ou do soro e plasma, mas a organização mundial de saúde recomenda que o diagnóstico seja feito no plasma venoso. A molalidade da glicose no sangue sem centrifugação é idêntica à do plasma, apesar de os eritrócitos serem permeáveis à glucose (Sacks, et. al. 2011).
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Influência do Diabetes mellitus gestacional na disposição cinética e no metabolismo...

Influência do Diabetes mellitus gestacional na disposição cinética e no metabolismo...

gestacional na disposição cinética e no metabolismo enantiosseletivos do metoprolol em parturientes hipertensas. As parturientes hipertensas investigadas (n=35) com idade gestacional de 35-42 semanas e fenotipadas como metabolizadoras extensivas tipo metoprolol, foram distribuídas nos grupos controle (n=24) ou portadoras de Diabetes mellitus gestacional (n=11). As parturientes foram tratadas com dose única oral de 100 mg de tartarato de metoprolol racêmico 1-11 h antes do parto. Foram coletadas amostras seriadas de sangue materno (0-24h) e no momento do parto foram coletados simultaneamente sangue materno, sangue do cordão umbilical e líquido amniótico. Os enantiômeros do metoprolol e seus metabólitos foram quantificados por LC-MS/MS ou por detecção por fluorescência. A disposição cinética do metoprolol é enantiosseletiva em parturientes hipertensas com observação de maiores concentrações plasmáticas (AUC 0-∞ 113,42 vs 62,65 ng.h/mL) e menor clearance total aparente (344,21 vs 623,14 L/h) para o eutômero S-(-)-metoprolol. A formação do metabólito α-hidroximetoprolol também é estereosseletiva com favorecimento do novo centro quiral 1’R (AUC 0-∞ 1’R/1’S =2,84). O
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A INFLUÊNCIA DA DIABETES MELLITUS NO PERÍODO GESTACIONAL COMO FATOR DE RISCO

A INFLUÊNCIA DA DIABETES MELLITUS NO PERÍODO GESTACIONAL COMO FATOR DE RISCO

A prática de exercícios físicos aliados à dieta é uma das formas das gestantes portadoras de diabetes manterem seus níveis de glicose normais. Deve-se realizar os exercícios; mas, analisando os fatores de riscos para não comprometer mãe e feto: trabalho de parto pré-termo, sangramento uterino, ruptura prematura de membranas, restrição do crescimento intrauterino e hipertensão arterial grave. As gestantes que não têm contraindicações devem praticar atividades físicas cerca de 30 minutos por dia em três sessões, após as refeições, sendo as atividades aeróbicas moderadas as mais indicadas (COUTINHO et al., 2010).
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Dopplervelocimetria da artéria oftálmica em gestantes
com diabetes mellitus gestacional

Dopplervelocimetria da artéria oftálmica em gestantes com diabetes mellitus gestacional

Avaliar os padrões dopplervelocimétricos da artéria oftálmica em portadoras de Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), comparando-os com os achados em gestantes normais. Trata-se de um estudo observacional que analisou os índices Doppler das artérias oftálmicas em dois grupos: um constituído por 40 gestantes com diagnóstico de DMG e o outro por 40 gestantes normais, atendidas no Hospital das Clínicas da Universidade federal de Uberlândia. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Instituição sob o número 293/10. As pacientes foram submetidas a ultrassom com Doppler da artéria oftálmica a partir de 27 semanas. As variáveis analisadas foram: índice de pulsatilidade (IP), índice de resistência (IR), razão entre picos de velocidade (RPV), pico de velocidade sistólica (PVS) e velocidade diastólica final (VDF). Para análise de normalidade das amostras, foram empregados o teste de Lillefors e os testes t student e Mann-Whitney para comparação entre as médias e medianas, conforme normalidade dos dados. O nível de significância empregado foi de 95%. A idade média das gestantes com DMG foi 30,0 ± 5,5 anos e das gestantes normais 24,2 ± 5,5 anos. A média das idades gestacionais foram 33,7 ± 2,7 semanas e 33,9 ± 2,7 semanas nos grupos de DMG e gestantes normais. Não houve diferença significativa entre as médias de idade gestacional dos dois grupos analisados (p = 0,701). A mediana e as médias com desvio padrão das variáveis Doppler da artéria oftálmica do grupo de DMG e gestantes normais foram respectivamente: IP = 1,68 ± 0,60 / 1,64 ± 0,46 (p=0,695); IR =0,75 / 0,75 (p=0,980); RPV = 0,54 ± 0,11 / 0,50 ± 0,11 ( p=0,117); PVS(cm/s)= 33,05 / 31,91 (p=0,721) e VDF(cm/s)= 6,24 / 7,89 (p=0,485). Vinte e seis pacientes (65%) se submeteram ao mapeamento de retina com resultados normais. Não foram encontradas modificações significativas nos padrões de fluxo das artérias oftálmicas no grupo de gestantes portadoras de DMG, demonstrando que o tempo de exposição à doença durante a gestação foi curto para causar vasculopatias importantes no território materno central.
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Perfil de mães e recémnascidos na presença do diabetes mellitus gestacional

Perfil de mães e recémnascidos na presença do diabetes mellitus gestacional

Estudio cuantitativo con el objetivo de identificar el perfil de madres y recién nacidos (RNs) en presencia de diabetes melli- tus gestacional (DMG), en una maternidad escuela de Fortaleza-Ceará/2006. La muestra englobó 51 mujeres y sus recién nacidos. En relación a la madre, los resultados mostraron 60,7% con más de 30 años; 15,6% con hipertensión arterial y 29,5% con infección urinaria; 89,2% se sometió a parto cesáreo; 35,3% presentó historia familiar de diabetes; 21,5% tuvo parto prematuro; 35,2%, aborto anterior y 82,3% recibió acompañamiento médico durante el período prenatal. En cuanto a los RNs, 23,5% mamó en la primera hora de vida; 33,3% manifestó molestias respiratorias; 9,8% hipoglucemia; 25,5%, peso >4.000g; 47,0% ictericia; 5,9%, malformación fetal y 25,4%, sin otros problemas, fue encaminada al alojamiento conjunto. Ante esta situación, se señala la necesidad de que las mujeres con diabetes mellitus gestacional sean encaminadas a centros capacitados para que tengan asistencia adecuada, que garanta un acompañamiento apropiado al binomio madre-hijo. DESCRIPTORES: Madres; Trabajo de parto pematuro; Ictericia; Hipoglucemia.
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Prevalência de Diabetes Mellitus autorreferida entre trabalhadores de enfermagemPrevalencia de Diabetes Mellitus autorreferida entre trabajadores de enfermería.

Prevalência de Diabetes Mellitus autorreferida entre trabalhadores de enfermagemPrevalencia de Diabetes Mellitus autorreferida entre trabajadores de enfermería.

Em relação ao tempo de diagnóstico, os diabéticos do tipo 1 demonstraram ter conhecimento há mais tempo (média de 11,6 anos) do que os do tipo 2 (média de 5,3 anos), dados estes que confirmam a cronicidade da doença. O consumo alimentar constitui um dos principais fatores passíveis de modificação para o DM. Entre a população estudada, a maioria dos portadores do tipo 2 revelou que não costumava seguir a dieta adequadamente, embora tenha conhecimento dos hábitos alimentares considerados ideais para o controle da progressão da doença. Entre os trabalhadores com DM do tipo 1, o controle alimentar mostrou-se mais rigoroso, com adesão de 86% dos funcionários. Estudo que analisou as dificuldades do controle do DM refere que as principais razões citadas foram a dificuldade de controle dos impulsos e dificuldade de manter a dieta recomendada em razão dos hábitos adquiridos, horário definido, valor cultural do alimento, condições socioeconômicas e questão psicológica envolvida (30) .
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Movimentos respiratórios fetais em gestações com diabetes mellitus pré-gestacional.

Movimentos respiratórios fetais em gestações com diabetes mellitus pré-gestacional.

A gravidez em pacientes com diabetes mellitus está associada a maior risco de malformações fetais, complicações obstétricas e morbidade neonatal. São relatadas maiores taxas de prematuridade, parto cesá- rea, macrossomia e malformações fetais em gestantes complicadas pelo diabetes mellitus do tipo 1. A ocorrência de malformações congênitas e de macrossomia fetal tem correlação com os níveis da hemoglobina glicada durante a gestação, demonstrando a importância do controle glicêmico adequado para prevenção dessas alterações 25 . No presente estudo, recém-nascidos de
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Prognóstico obstétrico de pacientes portadoras de diabetes mellitus pré-gestacional.

Prognóstico obstétrico de pacientes portadoras de diabetes mellitus pré-gestacional.

OBJETIVO: Avaliar as alterações epidemiológicas, de peril clínico e de prognóstico obstétrico em pacientes portadoras de diabetes mellitus pré-gestacional. MÉTODOS: Estudo retrospetivo (coorte) de todas as gestações simples, com diagnóstico de diabetes prévio que foram seguidas num centro com apoio perinatal diferenciado entre 2004 e 2011 (n=194). Analisaram-se tendências relacionadas com dados demográicos e variáveis clínicas maternas, dados de indicadores de cuidados pre-concepcionais e durante a gravidez, e de controle metabólico. Dados do parto como a idade gestacional (IG) do parto, via do parto e peso do neonato foram variáveis também estudadas. RESULTADOS: A frequência global de diabetes prévia, durante o período estudado, foi de 4,4 por mil, não se veriicando variações signiicativas durante o período de estudo. Os casos de diabetes tipo 2 permaneceram constantes. Em 67% dos casos o parto foi de termo (máximo de 80% em 2010–2011), registrou-se uma redução signiicativa dos partos por cesárea eletiva (p=0,03) e na incidência de neonatos considerados grandes para a IG (p=0,04) ao longo dos anos em estudo. Apesar dos bons resultados relacionados com o controle metabólico ao longo da vigilância da gravidez não foi registrada nenhuma melhora ao longo do tempo. Da mesma forma a proporção de gestantes diabéticas com avaliação pre-concepcional permaneceu pouco animadora. CONCLUSÕES: O seguimento de gestantes portadoras de diabetes mellitus em unidades multidisciplinares parece permitir um ajuste metabólico tão precoce quanto possível, de forma a conseguir melhorar o prognóstico obstétrico. A melhora nos cuidados pré-concepcionais continua sendo um desaio.
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Associação entre periodontite e diabetes mellitus gestacional: estudo caso-controle

Associação entre periodontite e diabetes mellitus gestacional: estudo caso-controle

definida pela presença de quasro ou mais denses com no mínimo um sísio com PS ≥ 4 mm e NCI ≥ 3 mm associada à SS no mesmo sísio. A influência de variáveis de inseresse foi sessada por análise univariada, mulsivariada de regressão logíssica e mulsinomial. Mulheres do grupo caso apresensaram significasivamense maior IMC, hipersensão e elevada idade maserna que mulheres do grupo consrole. A prevalência de periodonsise foi alsa na amossra sosal, ensresanso sem diferença significasiva ensre os grupos. O diagnóssico de periodonsise foi realizado em 40% no grupo caso (DMG) e em 46,3% no grupo consrole. Adicionalmense, não foram observadas diferenças significasivas ensre casos e consroles para SS, percensual de sísios com PS = 4 mm, 5-6 mm e > 7 mm. Quando o grupo caso foi essrasificado por faixas de glicemia (96 e 105 mg/dl, 106 a 125 mg/dl e ≥ 126 mg/dl) para análise da prevalência e condição periodonsal não foi observada diferença significasiva ensre os grupos em relação a sodos os parâmesros clínicos periodonsais analisados. Foi enconsrada uma ausência de associação essasissicamense significasiva ensre DMG e periodonsise (OR = 1,29; IC = 0,80-2,10) nas análises de regressão logíssica e mulsinomial. No modelo logíssico de regressão mulsivariado permaneceram significasivas para o DMG as variáveis idade maserna (OR = 2,65; IC = 1,97 – 3,56; p < 0,001), hipersensão (OR = 3,16; IC = 1,35 – 7,42; p = 0,008) e IMC (OR = 1,99; IC = 1,41 – 2,81; p < 0,001). Uma alsa prevalência de periodonsise foi enconsrada em casos e consroles, com ausência de associação ensre periodonsise e DMG. Idade maserna elevada e also IMC foram significasivamense relacionadas ao DMG. O limisado número de essudos da associação ensre DMG e periodonsise e seus resulsados conflisanses convergem para a necessidade de essudos adicionais sobre essa associação.
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Função diastólica do Ventrículo esquerdo na presença da Diabetes Mellitus gestacional

Função diastólica do Ventrículo esquerdo na presença da Diabetes Mellitus gestacional

Esta dissertação de mestrado é composta por dois artigos, sendo o primeiro uma revisão sobre a função diastólica do Ventrículo Esquerdo (VE) na presença da Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). Já o segundo é um artigo original que versa sobre a avaliação da função diastólica de pacientes com DMG através da ecodopplercardiografia. Para o artigo de revisão, realizou-se uma busca nas bases de dados eletrônicas Lilacs, Medline, Cochrane e Scielo, considerando o período de 2000 a 2009. Os seguintes descritores foram utilizados: cardiomiopatia, diabetes, diástole, doppler, peptídeo natriurético cerebral e diabetes mellitus gestacional. Além disso, as referências dos artigos encontrados também foram revisadas. O artigo original é uma série de casos, tendo como base a população ambulatorial de gestantes atendidas no Hospital Dom Malan, em Petrolina/PE. Foram avaliadas aleatoriamente 50 gestantes, 30 sem DMG (Grupo I) e 20 com DMG (Grupo II), através da história clínica, do exame físico cardiológico completo, da eletrocardiografia (ECG) e da análise ecodopplercardiográfica (ECO). Não houve diferença entre os grupos em relação aos parâmetros clínicos, com exceção do peso, que foi maior no Grupo II (76,8 ± 11), em comparação ao Grupo I (70,1 ± 10) (p=0,034). Quanto aos parâmetros do ECO, houve diferença na dimensão do AE (Grupo I 36,1 ± 2,8 e Grupo II 38,5 ± 2,6 - p=0,004), no Triv (Grupo I 81,0 ± 11,4 e Grupo II 89,1 ± 10,2 - p=0,03) e na velocidade da onda A lateral (Grupo I 58,4 ± 8,2 e Grupo II 63,6 ± 10,5 - p=0,05). Quando se avaliou a função diastólica do VE, utilizando os parâmetros do ECO em conjunto, apesar de não haver diferença estatística significante entre os grupos, houve uma maior proporção da disfunção diastólica nos pacientes com DMG, sugerindo uma possível CMP diabética incipiente neste grupo.
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DIABETES MELLITUS GESTACIONAL E AS DIFICULDADES PARA O AUTOCUIDADO / GESTATIONAL DIABETES MELLITUS AND THE DIFFICULTIES FOR THE SELF-CARE

DIABETES MELLITUS GESTACIONAL E AS DIFICULDADES PARA O AUTOCUIDADO / GESTATIONAL DIABETES MELLITUS AND THE DIFFICULTIES FOR THE SELF-CARE

Objetivo: comprender como mujeres embarazadas diabéticas vivencian las dificultades en el autocuidado. Método: investigación cualitativa, de carácter descriptivo y exploratorio, realizada con cinco mujeres embarazadas con el diagnóstico de diabetes mellitus gestacional. Los datos fueron recogidos a través de entrevista grabada en una Clínica de Atención a Mujeres, ubicada en el municipio de Guarapuava, centro-oeste del Paraná y sometidos al análisis temático de Minayo. Resultados: cuatro categorías emergieron a partir del análisis de los discursos: 1) El control de la alimentación con el diabetes mellitus durante el embarazo, 2) Cambios en el patrón del sueño y reposo, 3) Dificultad en la práctica de actividad física y ocio y 4) Los cambios en las actividades de vida diaria. Consideraciones finales: se destaca la relevancia de la implementación de estrategias que norteen la mujer embarazada diabética para la comprensión de la importancia del autocuidado a partir de acciones diarias adoptadas por los profesionales sanitarios, con el objetivo de controlar la enfermedad, así como favorecer la evolución saludable del embarazo y del parto.
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Composição corporal de recém-nascidos e de mães com diabetes mellitus gestacional...

Composição corporal de recém-nascidos e de mães com diabetes mellitus gestacional...

Somente um estudo brasileiro, desenvolvido em Campina Grande por Franca Neto et al. (2014), avaliou a massa gorda de RNs por meio de ultrassonografia, controlando por variáveis maternas. Embora só tenha avaliado mães com TNG, foi encontrada associação da deposição visceral de gordura destes 116 RNs com o parâmetro bioquímico de insulina circulante no sangue venoso e do tecido adiposo subcutâneo com a medida da cintura materna, ratificando a relação existente entre a homeostase insulínica com a deposição fetal de gordura. Os Sul Coreanos Lee et al. publicaram em 2014 os resultados de uma coorte multicêntrica que constatou que a medida da circunferência abdominal acompanhada por ultrassonografia, especialmente durante o terceiro trimestre da gestação, foi preditora de macrossomia fetal ou RN grande para a idade gestacional, independentemente do grau de severidade da alteração glicêmica materna – subdividida em normais (n=819), DMG & (n=476) e DMG (243).
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A gravidez complicada pelo diabetes mellitus - análise dos resultados maternos e perinatais

A gravidez complicada pelo diabetes mellitus - análise dos resultados maternos e perinatais

Resultados: Foi observada a ocorrência de 8,1% de DM1, 13,0% de DM2 e 78,9% de DMG. O tratamento realizado foi somente dietético em 60,2% das pacientes. A necessidade de insulina ocorreu em 100,0% das pacientes com DM1, em 87,5% das com DM2 e em 25,8% das com DMG. As principais intercorrências foram DHEG (24,4%), macrossomia diagnosticada pelo ultra-som (13,8%) e HAS crônica (12,2%). O parto cesário ocorreu em 73,3 % dos casos e a necessidade de insulina no pós-parto ocorreu em apenas 19,5% das pacientes. A taxa de macrossomia foi 18,9% e a de RNs grandes para a idade gestacional (GIG) foi 29,5%, sendo que o uso de insulina alterou as taxas de macrossômicos, mas não de GIG. A hipoglicemia neonatal ocorreu em 9,0 % dos casos, a taxa de malformação congênita foi 3,3% e a mortalidade perinatal foi de 3,2%.
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