Top PDF Crescimento do cáudice e fenologia de Dicksonia sellowiana Hook. (Dicksoniaceae) no sul do Brasil.

Crescimento do cáudice e fenologia de Dicksonia sellowiana Hook. (Dicksoniaceae) no sul do Brasil.

Crescimento do cáudice e fenologia de Dicksonia sellowiana Hook. (Dicksoniaceae) no sul do Brasil.

aqueles com populações de Alsophila bryofila R.M. Tryon e de Cyathea arborea (L.) Sm. realizado por Conant (1976) e de Alspohila salvinii Hook. por Seiler (1981), na América Central. Posteriormente, foram realizados estudos sobre fenologia da fronde e/ou crescimento do cáudice de outras espécies de samambaias arborescentes (Tanner 1983; Ortega 1984; Seiler 1984; Bittner & Breckle 1995; Arens 2001; Mehltreter & García-Franco 2008), inclusive no Brasil meridional (Schmitt & Windisch 2001; 2003; 2006a; b; 2007). Porém, poucos estudos fenológicos têm sido realizados com Dicksoniaceae neotropicais (Wick & Hashimoto 1971; Walker & Aplet 1994; Durand & Goldstein 2001) ou de outras partes do mundo (Chiou et al. 2001). No Sul do Brasil, Dicksonia sellowiana Hook. (Dicksoniaceae) é a única espécie dessa família, sendo que existem poucos dados sobre o crescimento do cáudice (Sehnem 1978) e fenologia da fronde (Hoehne 1930) dessa espécie na literatura. Por outro lado, Rogge et al. (2000) estudaram a criopreservação, enquanto que Borelli et al. (1990), Filippini et al. (1999), Renner & Randi (2004) e Suzuki et al. (2005) estudaram a germinação de esporos e desenvolvimento inicial de D. sellowiana.
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Composição e distribuição vertical de pteridófitas epifíticas sobre Dicksonia sellowiana Hook. (Dicksoniaceae), em floresta ombrófila mista no sul do Brasil.

Composição e distribuição vertical de pteridófitas epifíticas sobre Dicksonia sellowiana Hook. (Dicksoniaceae), em floresta ombrófila mista no sul do Brasil.

Por outro lado, as pteridófitas arborescentes constituem microha- bitat distinto para a existência de várias plantas epifíticas, incluindo espécies exclusivas ou que crescem preferencialmente sobre elas. Estas plantas hospedeiras não apresentam crescimento secundário, porém fornecem um suporte mecânico formado por uma densa ca- mada de raízes adventícias ao redor de seu cáudice (Roberts et al. 2005). Na Costa Rica, Moran et al. (2003) encontraram maior riqueza e freqüência, além de sete espécies de pteridófitas exclusivas em cáudices de pteridófitas arborescentes. Na Venezuela, Cortez (2001) registrou 14 espécies de samambaias que crescem preferencial- mente sobre pteridófitas arbóreas, das quais apontou duas espécies de Hymenophyllaceae como sendo epífitos específicos. Da mesma forma, no sul do Brasil, Schmitt & Windisch (2005) registraram 16 espécies de epífitos vasculares sobre Alsophila setosa Kaulf., das quais três eram de pteridófitas preferenciais ou específicas de samambaias arborescentes.
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Época de semeadura, fenologia e crescimento de plantas de fisális no sul do Brasil.

Época de semeadura, fenologia e crescimento de plantas de fisális no sul do Brasil.

Conforme Lima et al. (2010), o cultivo de fisális em locais com temperaturas elevadas (aproximadamente 30ºC) tende a favorecer o crescimento vegetativo; já em condições de clima ameno (aproximadamente 14ºC), existe estimulação à loração, frutiicação e brotação, e o ciclo tende a ser mais curto. em relação ao crescimento de plantas, conforme pode ser veriicado na Tabela 03, na primeira época de semeadura, o comprimento médio do ramo principal das plantas de isális foi maior do que na segunda época. aos 300 Dats, o comprimento do ramo principal foi de 95 e 60 cm, respectivamente (Figura 02 a).
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OLIVEIRA 2009 SegurancaEnergeticanoAtlanticoSul AnalisecomparadaAfricaAmericadoSul ANPOCS

OLIVEIRA 2009 SegurancaEnergeticanoAtlanticoSul AnalisecomparadaAfricaAmericadoSul ANPOCS

Além da capacidade militar e da autonomia estratégica, é interessante notar que o crescimento do envolvimento dos EUA e de outras grandes potências (China, Inglaterra, França) em guerras por recursos naturais energéticos, como as já citadas small e local oil wars, está diretamente relacionado ao problema da necessidade de garantir a Segurança Energética. Este modelo, desenvolvido por Michael T. Klare em Blood and Oil (2004) para o caso americano, pode ser pensado para qualquer outra potência emergente. Conforme cresce a dependência de petróleo e gás importado, as grandes potências e países emergentes buscam diversificar suas fontes de suprimentos, muitas vezes modificando profundamente sua política externa e os alinhamentos diplomáticos. Conforme aumenta esta dependência, aumenta também a agressividade comercial, político-diplomática e até militar, na busca pela garantia do acesso a recursos energéticos estratégicos. O caso da busca chinesa por segurança energética, corrobora com esta tese (OLIVEIRA & PAUTASSO, 2008).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

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Camba. Este pressuposto estará orientando a construção das simulações e a modelagem na esfera das operações: basta que Brasil e Argentina impeçam o surgimento do Estado Camba para que vençam. As estimativas feitas neste trabalho se atêm ao pressuposto de que Brasil e Argentina não precisam ocupar integralmente a região conflagrada e de que a manutenção de paz em questão é realizada indiretamente, através da inviabilização da causa separatista – o que será feito não só por meios militares, mas também, sobretudo, políticos e diplomáticos. A exaustão e o atrito devem jogar em nosso favor, ao invés de desdobrar forças móveis em campanha. Sofrendo emboscadas e correndo o inevitável desgaste político junto à população local, teríamos uma estratégia de corte defensivo-ofensivo, baseada no controle de posições chave através de bases de fogo. O que realmente contará é o efeito da força da presença das duas grandes potências sul-americanas sobre os cálculos da opinião pública e dos formuladores de política acerca da viabilidade de uma empreitada separatista feita com o uso da força. Isto não quer dizer que não devamos aproveitar a oportunidade para reaparelhar as Forças Armadas, ressuscitar a indústria bélica, e remodelar o aparato militar de acordo com os imperativos da era digital. Em uma conjuntura em que o governo brasileiro projeta direcionar novos gastos a fim de reaparelhar as forças armadas brasileiras, faz-se necessário prospectar que tipo de ameaças se impõe.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

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A idéia da construção de um gasoduto entre a Bolívia e o Brasil remonta à Conferência de Paz da Guerra do Chaco em 1938. Combalida pela guerra, interessava à Bolívia fontes de recursos externos que, se planejava, poderiam ser obtidos pela exportação de hidrocarbonetos para o Brasil, país com quem mantinha, à época, boas relações diplomáticas em decorrência do apoio tácito que por ele lhe foi prestado durante a guerra. Durante a Conferência, chegou-se à formulação do Acordo de Roboré, por meio do qual o Brasil recebia direitos por vinte anos de exploração e importação dos hidrocarbonetos bolivianos. No entanto, até 1958, quando o acordo estava prestes a caducar, nada de efetivo havia-se realizado. O governo revolucionário de Paz Estenssoro, então, a fim de aumentar sua receita externa para amenizar suas dificuldades econômicas doméstica, pressiona o Brasil para que o acordo tivesse realização material. Novas negociações têm início levando à assinatura das Notas Reversais ao Acordo de Roboré. Contudo, o acordo não recebeu ratificação por parte do parlamento brasileiro, em virtude da grande celeuma interna que provocou em um momento de intenso nacionalismo econômico. Durante o governo militar brasileiro, estudou-se novamente a viabilidade da construção de um gasoduto entre Brasil e Bolívia em razão do aumento da vulnerabilidade energética do país, seguindo o primeiro choque do petróleo, sem que novamente se alcançasse algo de concreto. A outra opção que veio a se apresentar à Bolívia foi a exportação de gás para a Argentina, ainda na década de 1970. Uma vez que a Argentina já tinha um mercado de gás bem desenvolvido, as exportações bolivianas serviam apenas para complementar a oferta doméstica, em volumes não muito significativos. 35
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BRASIL E ARGENTINA EM PERSPECTIVA HISTÓRICA

BRASIL E ARGENTINA EM PERSPECTIVA HISTÓRICA

Mas é bem mais ao sul, onde o Uruguai, geograficamente meio brasi- leiro e meio platino, continua a viver e prosperar galhardamente em seu histórico papel de Estado-tampão, é aí onde La[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS DISSERTAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS DISSERTAÇÃO

A autora utiliza dois argumentos principais para ratificar a teoria do ambiente psicológico. O primeiro argumento refere-se ao distanciamento das teorias geopolíticas. Para a autora, Brasil e Argentina passaram a cooperar entre si não em virtude do cálculo racional de custo e benefício proveniente desta cooperação, mas por terem modificado a antiga percepção de que necessitavam disputar a preferência dos Estados Unidos na região como preconizavam os teóricos geopolíticos brasileiros. De fato, “autores como Golbery do Couto e Silva, Delgado de Carvalho, Therezinha de Castro, Lysias Rodrigues, e até Evardo Backheuser, (...) ressaltaram a importância atlântica na estruturação da defesa ocidental anticomunista, buscando dar um papel de destaque ao Brasil na defesa”. Para Golbery, existia “um conflito global e permanente Leste-Oeste, entre o “materialismo comunista” e um Ocidente idealizado que encarna os valores democráticos e cristãos”. Assim, o Brasil teria o destino manifesto de ser um aliado preferencial dos Estados Unidos para conter o expansionismo soviético. Portanto, “ao Brasil corresponderia o exercício de responsabilidades “monopólicas” e “excludentes” no Atlântico Sul”, cabendo à Argentina conformar-se com um papel secundário. Muitos argentinos (como alguns intelectuais ligados ao grupo da revista Estratégia, a exemplo de Juan Gugliamelli, Carlos Mastrorilli, Florentino Díaz Loza, A. Bianchi, Armando Alonzo Piñeiro, Oscar Camilión, dentre outros) criticavam o subimperialismo das teorias geopolíticas brasileiras. (DECUADRA, 1991, p.40) Alves entende que, apenas quando o Brasil e a Argentina deixaram de lado estas concepções geopolíticas e se perceberam como amigos e não como inimigos é que foi possível cooperar no âmbito nuclear.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS

O segundo impacto foi conseqüência do primeiro, porque ao reorientar suas diretrizes o Estado ficou incapacitado de manter o equilíbrio necessário das contas públicas o que somado a estratégia de usar as estatais para alavancar o crescimento levou a um aumento do déficit público. O baixo crescimento econômico externo e interno aliado à política adotada para manter a máquina pública (através da emissão de moeda e elevação da carga tributária) resultaram num quadro que persistiu durante toda segunda metade dos anos 80, a dita “década perdida”: altas taxas de inflação e desemprego aliados à baixa taxa de utilização da capacidade instalada, de investimentos e crescimento econômico (quadro comum, diga-se, a quase todos os países do então Terceiro Mundo). O sintoma imediato da crise do aparelho estatal foi o fracasso do II PND (Programa Nacional de Desenvolvimento) que previa investimentos mais intensivos em tecnologia por parte do Estado, seguido da crescente incapacidade de efetuar novos investimentos e na progressiva incapacidade do setor estatal em responder as demandas da sociedade em termos de saúde, educação e infra-estrutura.
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REVISTA BRASILEIRA DE POLÍTICA INTERNACIONAL

REVISTA BRASILEIRA DE POLÍTICA INTERNACIONAL

Por último, da visão de que se não se recupera a perspectiva “estrutural” do Mercosul (e se começa a vê-lo como um instrumento chave dentro da concepção do desenvolvimento e da articulação da cooperação para o progresso em termos científicos, tecnológicos e industriais), não haverá nem alianças nem integração que sirvam ao Brasil como instrumentos para seus objetivos de inserção internacional. Quanto às relações bilaterais, em ambas as capitais se considera que elas são fundamentais para o avanço do Mercosul; que as mesmas estão bem, mas que poderiam estar muito melhor. As percepções sobre as respectivas políticas fazem com que surjam dificuldades para a consulta e coordenação de políticas externas em distintos temas. Estas situações incomodam mais o Itamaraty do que o Presidente F. H. Cardoso. E, na medida em que ele é o condutor da política exterior, as relações bilaterais não sofreram impactos importantes, pois Cardoso privilegia a continuidade dessas relações sobre as leituras críticas provenientes de outros setores (Itamaraty, Congresso). Entretanto, é um claro e grosseiro erro dos condutores da política exterior argentina não levar em conta as mensagens provenientes destas duas instâncias, na medida em que, no Brasil, ambas têm um significativo poder e influência e que, em grande medida, dizem em seu discurso o que o próprio Presidente Cardoso pensa e não pode dizer. Tudo isso faz com que a tendência previsível seja a de um misto de confiança e desconfiança.
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VIZENTINI 2007 OBrasil,oMercosuleaintegraçãodaAméricadoSul

VIZENTINI 2007 OBrasil,oMercosuleaintegraçãodaAméricadoSul

90 Finalmente, o projeto interno do governo Lula também tem um significativo impacto internacional na medida em que suas propostas sociais vão ao encontro da agenda que busca corrigir as distorções criadas pela globalização centrada apenas em comércio e investimentos livres. A campanha de combate à fome, representa o elemento simbólico que sinaliza a construção de um modelo sócio-econômico alternativo, respondendo à crise da globalização neoliberal. Medidas anunciadas como a revalorização do mercado doméstico e da capacidade de poupança interna, de uma economia de produção e de combate aos fatores internos que debilitam uma ação internacional mais qualificada (como desigualdade social, desemprego, criminalidade, fraqueza e desordem administrativa e caos fiscal), são evidências da construção de tal projeto. As políticas social, energética, urbana, fundiária e produtiva representam uma vontade política neste sentido. Paralelamente, o carisma do presidente, parece haver sintetizado em sua figura franca e simples as características que o mundo admira no Brasil. Isso tem permitido que Lula desenvolva uma intensa agenda internacional como porta-voz deste projeto.
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Efeito de diferentes técnicas extrativas no rendimento, atividade antioxidante, doseamentos totais e no perfil por clae-dad de dicksonia sellowiana (presl.). Hook, dicksoniaceae.

Efeito de diferentes técnicas extrativas no rendimento, atividade antioxidante, doseamentos totais e no perfil por clae-dad de dicksonia sellowiana (presl.). Hook, dicksoniaceae.

família de fetos arborescentes encontradas em regiões tropicais do hemisfério sul, com espécies que podem chegar a 4 metros de comprimento (Joly, 1985; Mielke, 2002). Esta espécie é muito encontrada no Brasil nas regiões sul e sudeste, tendo registros também desde o sul do México até o Uruguai (Tryon & Tryon, 1982; Fernandes, 1997). O uso popular possui registros da utilização desta espécie de diversas maneiras (via oral, tópica ou por inalação) para o tratamento da asma, da pele, doenças cardiovasculares e doença parasitária (Corrêa, 1984; Marquesini, 1995). Entre os metabólitos secundários já identiicados destaca- se a presença de polifenóis (lavonoides e taninos) e as substâncias ácido gálico e ácido protocatecuico (Oliveira, 2012). Estudos demonstram que a espécie possui atividade antioxidante frente à oxidação lipídica, sem possuir toxicidade em modelos in vitro (Oliveira et al., 2015).
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A Guerra do Chaco

A Guerra do Chaco

substituiu-o por José Luis Cantilo. E a Conferência de Paz, que, na opinião de Aranha, até então não passara de uma “querela pessoal”, uma competição de chanceleres, mais do que um esforço real para a terminação da contenda do Chaco, alcançou, finalmente, um desfecho, com o Tratado de Paz, Amizade e Limites, que o Paraguai e a Bolívia assinaram em 21 de julho de 1938. Contudo, nenhum dos dois países realizou, efetivamente, seus objetivos. Nem o Paraguai conseguiu capturar a zona do petróleo, no rio Parapeti e adjacências, nem a Bolívia pôde expandir seu território até às margens do rio Paraguai, onde obteve apenas um porto franco e o livre trânsito para suas mercadorias. Assim, os grandes vencedores, na guerra entre o Paraguai e a Bolívia, foram o Brasil e a Argentina. Ao firmarem os tratados de vinculação ferroviária, Santa Cruz de la Sierra-Corumbá e Santa Cruz de la Sierra-Yacuiba, estes dois países receberam enormes concessões para explorar um petróleo, que, conforme se comprovou, jamais em grande quantidade comercial apareceu.
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REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

 Propor medidas, por meio de um Plano de Ação Educacional, para o aprimoramento da gestão do Projeto na escola estudada. A justificativa para a escolha do Colégio in[r]

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Precariado e sindicalismo no Sul global — Outubro Revista

Precariado e sindicalismo no Sul global — Outubro Revista

Resumo: O sociólogo britânico Guy Standing notabilizou-se pela ideia segundo a qual o precariado seria uma “nova classe perigosa” produto da deterioração da relação salarial “fordista” resultante do aprofundamento da globalização capitalista. Supostamente, essa nova classe classe em formação teria interesses hostis em relação ao sindicalismo fordista, mais interessado em defender os interesses corporativistas de seus associados do que apresentar soluções críveis às vicissitudes dos jovens trabalhadores em condições precárias de trabalho. Este artigo pretende apresentar uma problematização das posições sustentadas por Standing a respeito da relação entre o comportamento político do precariado e o movimento sindical a partir da análise de dois casos relacionados ao Sul Global: Brasil e Portugal.
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AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE REESTRUTURAÇÃO E CONTRATUALIZAÇÃO DOS HOSPITAIS FILANTRÓPICOS NO SUS

AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE REESTRUTURAÇÃO E CONTRATUALIZAÇÃO DOS HOSPITAIS FILANTRÓPICOS NO SUS

A saúde frequentemente aparece como umas das principais preocupações dos brasileiros e também como uma dívida do Estado para com a sociedade, sendo sempre motivo de incertezas para a população. Rodrigues (2016, p. 38) aponta que antes da criação de um sistema único de saúde as ações, de caráter universal, do Ministério da Saúde (MS) se resumiam em “algumas atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças com pouca assistência médico-hos pitalar”. Em nível nacional, Cotta et al. (1998), baseando-se em Buss (1995), ressaltam que no final da década de 1980 eclodiu uma crise na Previdência Social, e o Instituto de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS) intensificou uma discussão na tentativa de implementar programas com o objetivo de reestruturar as políticas de saúde do Brasil, dando início, portanto, à Reforma Sanitária.
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O Brasil e o Mundo: a política externa e suas fases

O Brasil e o Mundo: a política externa e suas fases

Para escapar à acen- tuada dependência frente aos Estados Unidos e para barganhar termos mais favoráveis para essa relação, o Brasil ampliou sua diplomacia para outros pólos capitalist[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Ao considerar a notável melhoria nos resultados do Idepe alcançados pelas escolas de Ensino Médio após a implementação do Programa de Educação Integral, situação [r]

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Coleção História Social do Campesinato no Brasil

Coleção História Social do Campesinato no Brasil

processo em direção à autonomia integral” das classes subalternas, “come- çando pelas fases mais primitivas” (Gramsci, 1978, p.52), é então preciso vincular o surgimento dos primeiros elementos de identidade coletiva do campesinato nordestino – o esboço de um início de “consciência” comunal, forjada na articulação do movimento contra o Registro de Nascimentos e contra a “Lei do Censo” – com a construção do sistema de poder político e de controle social que cresceu das cinzas do escravismo. Porque esse sistema foi desenhado e montado conforme apareciam as características que começavam a identifi car a instabilidade, a insatisfação e a revolta dos vastos segmentos de pobres livres que habitavam as cidades e os campos do interior próximo do Brasil. Em outras palavras, cabe dizer que a estru- turação do aparelho do Estado na transição ao “trabalho livre e ao regime republicano se fez em função, sim, das necessidades peculiares ao tipo de capitalismo que a demanda do mercado mundial impunha ao país, mas voltado, fundamentalmente, para enfrentar os primórdios de organização de movimentos sociais entre a população pobre do campo e sua realimentação com os distúrbios urbanos a partir dos anos iniciais da segunda metade do século XIX. Desse germe de organização popular derivou a necessidade imperativa da constituição de uma intrincada rede de relações hegemônicas que soterraram efetivamente essas primeiras tentativas de organização e diluíram a força das comunidades no isolamento do morador, na responsa- bilidade individual diante de Deus e na proteção do coronel. Que o Estado tenha, pois, em certa medida, adquirido, nas primeiras décadas do século XX, o adereço do seu objeto primordial – a feição de uma estrutura de poder fundamentada no rígido controle da população camponesa dependente que “movimentava” engenhos, fazendas e plantations, sob a forma de colonos ou de moradores – é apenas uma mostra da força do processo que constitui o campo limitado deste ensaio.
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