Top PDF Crescimento de plantas jovens de Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore submetidas a estresse hídrico.

Crescimento de plantas jovens de Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore submetidas a estresse hídrico.

Crescimento de plantas jovens de Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore submetidas a estresse hídrico.

Os frutos e as unidades de dispersão foram secos ao ar livre e armazenadas em câmara fria (15ºC e 40% de UR) na Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária (IPA), por dois meses. Foram selecionadas 400 unidades de dispersão, que foram distribuídas em bandejas plásticas de 30cm×50cm, contendo areia lavada suficiente para cobri-las (± 4cm) e após dez dias de germinadas, quando as plântulas estavam com aproximadamente 4cm alt. e o 1º par de folhas, foram selecionadas 144 e transplantadas para 48 sacos de polietileno de cor preta, preenchidos com solo do local de coleta das unidades de dispersão, de textura franco-arenosa (Tab. 1 e 2). Foram utilizados 24 sacos com capacidade para 6kg de solo (30cm alt. e 15cm diâm.), para os dois primeiros meses (30 e 60 dias) de avaliação, e 24 sacos com capacidade para 12kg de solo (40cm alt. e 25cm diâm.), para os dois últimos meses (90 e 120 dias), recebendo cada um três plântulas. Para minimizar a evaporação o solo foi coberto com uma superfície de polietileno de cor preta. A distribuição das plantas na bancada em casa de vegetação foi inteiramente casualizada.
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Crescimento inicial e morfologia foliar em plantas de Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong. E Erythrina velutina Mart. ex Benth, sob estresse hídrico

Crescimento inicial e morfologia foliar em plantas de Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong. E Erythrina velutina Mart. ex Benth, sob estresse hídrico

É necessário conviver com esta realidade e uma alternativa é pesquisar a exploração sustentável das espécies florestais da região. No entanto, apesar de estudos com espécies de ocorrência na Caatinga, como: Crescimento de plantas jovens de Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore submetidas a estresse hídrico; Desenvolvimento inicial de plantas de catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) submetidas ao estresse hídrico, ainda existe muito a ser realizado em relação a mecanismos de adaptação aos estresses ambientais, nas diversas espécies de importância econômica e ecológica para a este ambiente. Precisa-se de uma caracterização detalhada de como as plantas se adaptam aos vários estresses ambientais, entre eles à limitação hídrica. Nas últimas décadas vem se intensificando na Caatinga estudos ecofisiológicos da germinação e do crescimento em condições de laboratório, casa de vegetação e in loco (BARBOSA; PRADO, 1991; GAMA, 1992; BARROS; BARBOSA, 1995; BARBOSA et al., 2000).
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TROCAS GASOSAS EM PLANTAS JOVENS DE Tabebuia aurea (Bignoniaceae Juss.) SUBMETIDAS A ESTRESSE POR ALAGAMENTO

TROCAS GASOSAS EM PLANTAS JOVENS DE Tabebuia aurea (Bignoniaceae Juss.) SUBMETIDAS A ESTRESSE POR ALAGAMENTO

The Pantanal wetland, a flood plain, harbours different vegetation types that consist almost exclusively of one species (intercropping), which dominates vast expanses as a result of edaphic and/or hydrological factors. The paratudal, whose dominant tree species is the paratudo (Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook.f ex. S. Moore Bignoniaceae) (POTT et al., 2011), is an example of this type of environment found in the Pantanal of Miranda (between the different regions that make up the wetland), a flooded formation; its flooding time varies, but it remains flooded for 4 to 5 months, usually from December to March/April. However, few studies have examined the mechanisms e induziu a hipertrofia das lenticelas, ocorrendo a recuperação dos parâmetros avaliados após a supressão do alagamento, demonstrando tolerância da espécie ao estresse induzido, através da redução de suas atividades fisiológicas.
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Ecofisiologia de plantas jovens de mogno-africano submetidas a deficit hídrico e reidratação.

Ecofisiologia de plantas jovens de mogno-africano submetidas a deficit hídrico e reidratação.

Em consequência da redução em A, as plantas não irrigadas apresentaram expressivo decréscimo (70%) na concentração foliar de carboidratos solúveis totais, no dia 14 (Figura 3). Porém, não houve alteração signiicativa na concentração de amido, nessas plantas. Esses resultados são indicativos de que as plantas de mogno‑africano, sob condições de estresse hídrico, investem parte das trioses fosfatadas produzidas pela fotossíntese (mesmo com baixa A) para a manutenção dos conteúdos de amido, e utilizam a parte restante dessas trioses para a respiração foliar. Esta partição de assimilados pode constituir uma estratégia de sobrevivência da planta, pois garante reserva de carboidratos para a respiração, quando a produção de assimilados diminui, ao inal da tarde, ou cessa, durante a noite. Além da respiração, é comum que as plantas utilizem parte dos assimilados produzidos pela fotossíntese ou oriundos da degradação foliar do amido para estimular o crescimento do sistema radicular, sob condições de estresse, na tentativa de possibilitar uma maior exploração da água do solo (Pinheiro et al., 2005).
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Fotossíntese e potencial hídrico foliar de plantas jovens de andiroba submetidas à deficiência hídrica e à reidratação.

Fotossíntese e potencial hídrico foliar de plantas jovens de andiroba submetidas à deficiência hídrica e à reidratação.

O potencial hídrico foliar (#w) foi determinado entre 9 e 11h, utilizando-se uma bomba de pressão tipo Scholander. A determinação consistiu na coleta de amostras de folhas completamente expandidas e com bom estado " tossanitário, as quais foram colocadas na câmara da bomba de pressão, onde, em seguida, foi aplicada pressão até ocorrer a exsudação pelo corte feito no pecíolo da folha, para a leitura da pressão aplicada (Turner, 1981). As leituras foram realizadas após a aclimatação das plantas, quando as respostas fotossintéticas apresentavam valores próximos de zero (A @ 0), e no " m do experimento, após a reidratação das plantas.
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CRESCIMENTO E RELAÇÕES HÍDRICAS EM PLANTAS DE GOIABEIRA SUBMETIDAS A ESTRESSE SALINO COM NaCl.

CRESCIMENTO E RELAÇÕES HÍDRICAS EM PLANTAS DE GOIABEIRA SUBMETIDAS A ESTRESSE SALINO COM NaCl.

O potencial hídrico foliar (Ψ wf ) decresceu com o aumento dos níveis de NaCl na solução e com o aumento do período de estresse salino (Figura 7). As retas que relacionam o Ψ wf com os níveis de salinidade apresentam quedas mais rápidas para o primeiro, com o aumento do período de estresse a que as plantas foram submetidas. Estes resultados podem refletir o acúmulo de íons soluto nas células do tecido foliar, de modo a propiciar à planta a manutenção de um gradiente de Ψ w com a solução externa.

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METABOLISMO DO NITROGÊNIO ASSOCIADO À DEFICIÊNCIA HÍDRICA E SUA RECUPERAÇÃO EM GENÓTIPOS DE MILHO.

METABOLISMO DO NITROGÊNIO ASSOCIADO À DEFICIÊNCIA HÍDRICA E SUA RECUPERAÇÃO EM GENÓTIPOS DE MILHO.

plantas de milho com 15 dias de idade, sujeitas a estresse hídrico imposto pela adição de polietileno glicol à solução nutritiva, após 6 horas do início do tratamento. Entretanto após 12 horas, a atividade da enzima retornou aos níveis do controle. Embora a natureza do trabalho e a idade das plantas não permita comparação direta, os resultados obtidos por tais autores apontam para certa adaptação da atividade da enzima após determinado período de deficiência hídrica. Tal fato pode ter ocorrido neste trabalho, no qual foi observado que a atividade da enzima não diferiu entre as plantas controle e as do tratamento sob estresse.
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PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA EM PLANTAS JOVENS DE CANA-DE-AÇÚCAR SUBMETIDAS AO ESTRESSE SALINO

PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA EM PLANTAS JOVENS DE CANA-DE-AÇÚCAR SUBMETIDAS AO ESTRESSE SALINO

estresse oxidativo e a produção de espécies reativas de oxigênio (ERO), levando a peroxidação lipídica e, consequentemente, o estravasamento de eletrólitos, contribuindo com a redução da produtividade da planta. Os genótipos de cana-de-açúcar que mantêm baixa peroxidação lipídica e alta estabilidade de membrana sob salinidade podem ser considerados tolerantes. O objetivo deste trabalho foi verificar a resposta de plantas jovens de cana-de-açúcar (SP81-3250 e IAC 87- 3396)quanto àperoxidação lipídica e acúmulo de massa seca sob alta salinidade (0, 40, 80 e 160 mM de NaCl). Ambos os genótipos apresentaram peroxidação lipídica, no entanto, a cv. IAC 87- 3396 mostrou acúmulo de MDA 35% a mais que na cv. SP 81-3250, além da cv. SP 81-3250 ter apresentado produção de H 2 O 2 reduzida e maior biomassa.
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Aspectos da germinação e da conservação de sementes de espécies do gênero Tabebuia (Bignoniaceae).

Aspectos da germinação e da conservação de sementes de espécies do gênero Tabebuia (Bignoniaceae).

RESUMO – O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar substratos e identificar o mais adequado para uso no teste de germinação de sementes das espécies Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook., Tabebuia impetiginosa (Mart.) Standl., Tabebuia ochracea (Cham.) Standl., Tabebuia roseo- alba (Ridl.) Sand. e Tabebuia serratifolia (Vahl.) Nich. Os experimentos foram conduzidos no Laboratório de Sementes da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade Federal de Mato Grosso, avaliando-se os substratos sobre-areia, sobre-vermiculita, sobre-areia+vermiculita, sobre-papel (duas folhas de papel mata-borrão) e entre-papel (duas folhas de papel mata-borrão abaixo e uma sobre as sementes). As sementes foram distribuídas nos substratos em caixas de plástico transparente (gerbox) e incubadas em câmara de germinação a 27ºC e fotoperíodo de 8 horas. Os experimentos seguiram o delineamento inteiramente casualizado com seis repetições de 15 sementes, determinando-se as características porcentagem e velocidade de germinação. Para sementes de Tabebuia impetiginosa, os substratos avaliados são favoráveis para uso no teste de germinação. Para as demais espécies, os substratos mais adequados são: sobre- areia, sobre-papel e entre-papel para Tabebuia aurea; entre-papel para Tabebuia ochracea e Tabebuia roseo-alba e sobre-areia e entre-papel para Tabebuia serratifolia.
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Germinação de sementes e crescimento de plântulas de cultivares de milho-pipoca submetidas ao estresse hídrico e salino.

Germinação de sementes e crescimento de plântulas de cultivares de milho-pipoca submetidas ao estresse hídrico e salino.

RESUMO - A disponibilidade hídrica e o movimento de água para as sementes são importantes para a germinação e emergência das plântulas, sendo estes fatores influenciados pelo potencial hídrico do solo, textura do solo e área de contato solo-semente. Sabendo que a salinidade limita o crescimento de muitas plantas, o objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito do estresse hídrico e salino na germinação de sementes e no crescimento de plântulas de três cultivares de milho-pipoca (IAC 112, Zélia e BRS-Angela). As sementes foram semeadas em rolos de papel-toalha embebidos com soluções de cloreto de potássio (KCl), utilizando-se cinco níveis de potencial osmótico: 0,0 (controle); -0,1; -0,3; -0,6 e -0,9MPa. A qualidade fisiológica das sementes foi avaliada por meio da primeira contagem e da contagem final de germinação, do comprimento da raiz primária e da parte aérea das plântulas bem como da biomassa seca das plântulas. Os resultados indicam que a diminuição do potencial osmótico provoca redução no desempenho de sementes de milho-pipoca. Houve comportamento diferenciado das cultivares quanto à tolerância ao estresse provocado pelo KCl. As sementes do cultivar BRS-Angela apresentam melhor germinação e crescimento de plântulas em relação às demais, quando submetidas aos mesmos níveis de potencial osmótico de KCl.
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Germinação de sementes e formação de mudas de Caesalpinia echinata Lam. (Pau - Brasil): efeito de sombreamento.

Germinação de sementes e formação de mudas de Caesalpinia echinata Lam. (Pau - Brasil): efeito de sombreamento.

RESUMO – Caesalpinia echinata Lam. (pau-brasil) é a árvore nacional do Brasil, possui grande potencial ornamental, estando atualmente em perigo de extinção devido à exploração extrativista. O objetivo deste trabalho foi avaliar a germinação das sementes de C. echinata e o crescimento de mudas sob condições de sombreamento. Os experimentos foram conduzidos na Seção de Ornamentais do IBt/SMA, São Paulo, SP. As sementes foram coletadas de frutos maduros, de árvores-matriz no arboreto experimental de C. echinata em Mogi-Guaçu, SP. Os testes de germinação foram realizados nos anos de 1999, 2000 e 2003, com quatro repetições de 25 sementes cada, sendo avaliadas a porcentagem de germinação e o índice de velocidade de emergência (IVE), submetidas a cinco níveis de sombreamento (0, 20, 40, 60 e 80%). Mudas de C. echinata com nove meses de idade foram submetidas aos mesmos tratamentos de sombreamento das sementes, sendo as variáveis analisadas altura da planta, diâmetro do colo e número de folhas. O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições e 24 plantas por parcela, totalizando 96 mudas por tratamento. Os resultados indicaram que a germinação e o IVE não sofreram influência dos níveis de sombreamento testados. O diâmetro do coleto das mudas a pleno sol, a 20 e 40% de sombreamento, não diferiram significativamente entre si, mas dos tratamentos de 60 e 80%.
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Atividade fotossintética e peroxidação de lipídios de membrana em plantas de aroeira-do-sertão sob estresse hídrico e após reidratação .

Atividade fotossintética e peroxidação de lipídios de membrana em plantas de aroeira-do-sertão sob estresse hídrico e após reidratação .

Os valores de ETR mostraram relação direta com a condutância estomática (figura 1B), à semelhança do que foi relatado por Lemos Filho (2000) para espécies do cer- rado. Esses dados sugerem que o fechamento dos estômatos, ocorrido durante a suspensão da irrigação, tenha levado ao decréscimo na concentração intercelular de CO 2 e na redu- ção da assimilação desse gás e, por conseqüência, redução do fluxo de elétrons não cíclico. Há evidências de que gran- de proporção do fluxo de elétrons é desviada da assimila- ção de CO 2 para a redução de O 2 , sob condições de estresse com baixa concentração intercelular de CO 2 , com aumen- tos na peroxidação lipídica, conforme detectado nas plan- tas de aroeira sob estresse hídrico. A partir de medidas de parâmetros de fluorescência e cálculo do rendimento quântico do fluxo de elétrons, Cornic e Briantais (1991) concluíram que a alocação de elétrons para o oxigênio au- menta, durante a dessecação foliar, como conseqüência de decréscimo na concentração intercelular de CO 2 . A limita- ção da absorção de CO 2 pelo déficit hídrico pode, portan- to, aumentar a formação de espécies de oxigênio reduzido e, conseqüentemente seu potencial para danos no aparato fotossintético (Lawlor, 1995).
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Efeito da disponibilidade de água e de luz na colonização micorrízica e no crescimento de Tabebuia avellanedae Lorentz ex Griseb. (Bignoniaceae).

Efeito da disponibilidade de água e de luz na colonização micorrízica e no crescimento de Tabebuia avellanedae Lorentz ex Griseb. (Bignoniaceae).

A espécie Tabebuia avellanedae Lorentz ex Griseb (ipê-roxo), Bignoniaceae, ocorre na Floresta Tropical Atlântica, sendo considerada espécie secundária tardia na sucessão florestal (SOARES et al., 2003; ZANGARO et al., 2003). O estudo da regeneração do ipê-roxo é de grande importância, uma vez que, devido às suas propriedades medicinais e lenho de grande valor comercial, já esteve sob o risco de extinção. A regeneração natural das espécies das florestas tropicais é afetada pelas condições ambientais presentes durante o estabelecimento das plântulas e pela capacidade destas em resistir a esses estresses. Nesses ambientes, disponibilidade de luz, de água e de nutrientes varia no tempo e espaço e é considerado o fator abiótico que mais afeta o estabelecimento das plântulas (EVANS e EDWARDS, 2001). A capacidade da espécie em adequar- se morfológica e fisiologicamente às variações na disponibilidade de recursos e em associar-se com fungos micorrízicos arbusculares (FMA) favorece o estabelecimento de plantas em ambientes limitantes em água e luz (EVANS e EDWARDS, 2001; HURST et al., 2002). No entanto, também a associação micorrízica entre raízes e FMA é influenciada, entre outros fatores, pela intensidade de luz (GEHRING, 2003) e pela disponibilidade de água (ENTRY et al., 2002).
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Respostas morfológicas em Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae) e Genipa americana L. (Rubiaceae), submetidas ao estresse por deficiência nutricional e alagamento do substrato.

Respostas morfológicas em Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae) e Genipa americana L. (Rubiaceae), submetidas ao estresse por deficiência nutricional e alagamento do substrato.

minutos. Nenhum tratamento pré-germinativo foi realizado nas sementes de G. americana. As plântulas foram obtidas por semeadura direta em tubetes de polietileno contendo substrato agrícola Plantimax em viveiro com cobertura sombrite 50% e irrigação diária por microaspersão. Lotes de plantas (n = 20, por espécie com quatro repetições) foram submetidos a quatro tratamentos distintos. Lote A - capacidade de campo/nutrido (CCN) adubado com NPK 4:20:20 em solução aquosa a 10%, 1 mL por tubete, duas vezes por semana nos primeiros dois meses de desenvolvimento e 30% a partir do segundo mês, e 1 mL por tubete de solução de micronutrientes (de acordo com especificações do fabricante), quinzenalmente. Lote B - capacidade de campo/desnutrido (CCD), no qual as plantas foram mantidas em substrato drenado, mas sem nenhuma adubação ao longo do período experimental. Lote C - alagado/ nutrido (ALN), adubado ao longo do período experimental, nas mesmas dosagens que o lote CCN, e mantido nas condições de alagamento sem aeração. O alagamento foi induzido, em plântulas com trinta dias a partir da emergência em lotes homogênios (Santiago & Paoli 2003). Lote D - alagado/desnutrido (ALD), no qual as plântulas não receberam adubação e foram mantidas em substrato alagado ao longo do período experimental de seis meses. Realizou-se o rodízio periódico das bandejas, alterando-se a posição das plântulas nas bancadas. Não foi efetuada aeração em nenhum tratamento alagado, para a indução da hipóxia.
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RESPOSTA DE SABIÁ Mimosa caesalpiniaefolia Benth. A INOCULAÇÕES COM RIZÓBIO E MICORRIZA EM DIFERENTES NÍVEIS DE FÓSFORO EM SOLO DE RESTINGA DEGRADADO

RESPOSTA DE SABIÁ Mimosa caesalpiniaefolia Benth. A INOCULAÇÕES COM RIZÓBIO E MICORRIZA EM DIFERENTES NÍVEIS DE FÓSFORO EM SOLO DE RESTINGA DEGRADADO

Os teores de M, P, K, Ca, Mg e Fe foram maiores nos tratamentos Test. e M, nas duas fontes de P, indicando um efeito de diluição desses nutrientes nos tecidos das plantas, favorecido pelo crescimento vegetal nos tratamentos com inoculação com rizóbio. O Mn teve um maior teor nos tratamentos com rizóbio isolado ou em conjunto com micorriza. Os teores dos outros elementos não apresentaram comportamento diferenciado em relação aos tratamentos microbiológicos. Todos os nutrientes tiveram os maiores acúmulos nos tratamentos R e R + M, pelo fornecimento de N via rizóbio e, consequentemente, produziram uma maior massa seca da parte aérea vegetal. Apenas ocorreu interação significativa (Fonte x TM) no fósforo total acumulado em nível de 5% de probabilidade pela ANOVA.
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Efeito do estresse hídrico e envelhecimento precoce na viabilidade de sementes osmocondicionadas de paineira (Chorisia speciosa).

Efeito do estresse hídrico e envelhecimento precoce na viabilidade de sementes osmocondicionadas de paineira (Chorisia speciosa).

Adotou-se o delineamento estatístico inteiramente casualizado, com quatro repetições. Na análise dos dados referentes à avaliação do estresse hídrico, utilizou-se o fatorial 2x8, ou seja, dois grupos de sementes (condiciona- das ou não) e oito potenciais osmóticos. Na análise dos dados do teste de envelhecimento precoce utilizou-se o fatorial 2x6, isto é, dois lotes de sementes (condicionadas ou não) e seis períodos de permanência em câmara de en- velhecimento precoce. Na presença de interações signifi- cativas entre os fatores foram feitos os desdobramentos.
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Estresse hídrico induzido por soluções de peg e de nacl na germinação de sementes de nabiça e fedegoso

Estresse hídrico induzido por soluções de peg e de nacl na germinação de sementes de nabiça e fedegoso

O comportamento das sementes de fedegoso foi semelhante ao observado nas sementes de nabiça, obtendo melhor desempenho sob estresse salino. Os resultados referentes à porcentagem de germinação de sementes de fedegoso submetidas a estresse hídrico induzido por PEG 6000 e NaCl em diferentes potenciais osmóticos são apresentados na Figura 4. Observa-se que as sementes acondicionadas sob estresse induzido por NaCl apresentaram uma maior porcentagem de germinação quando comparadas ao estresse induzido por PG, porém, para ambas as soluções, à medida que o potencial osmótico diminuiu, verificou-se redução gradativa de todos os parâmetros avaliados e, no potencial osmótico -0,8
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Desempenho de sementes de soja tratadas com bioestimulante sob diferentes condições de potencial osmótico

Desempenho de sementes de soja tratadas com bioestimulante sob diferentes condições de potencial osmótico

Entretanto, em condições normais de água, os resultados obtidos são coerentes com os resultados obtidos (LEITE et al., 2003), os quais demonstraram o efeito positivo dos biorreguladores sobre o vigor, expresso através do crescimento de plântulas. Vieira & Castro (2001) observaram que a concentração de 1,3 ml de Stimulate para 0,5 kg de sementes de soja provocou crescimento radicular vertical máximo de 26,4 cm, o que significou incremento de 9,9 %, em comparação ao controle que obteve 24,0cm de comprimento. Para a massa seca de plântulas, o aumento foi de 55,3% na concentração de 4,1 ml de produto, o que proporcionou um acúmulo de massa seca máxima de 0,034g. Em um trabalho realizado com sementes de algodão em condição de estresse, foi verificado que o uso de Stimulate via sementes proporcionou aumento radicular total de plântulas (SANTOS; VIEIRA, 2005). Entretanto, outros trabalhos não obtiveram resultados significativos com o uso de bioestimulantes aplicados via sementes, sem condições de estresse, como o Stimulate em sementes de soja (MOTERLE et al., 2011) e interações hormonais (citocinina, giberelina e auxinas) em trigo (RAJALA; PELTONEN-SAINIO, 2001), os quais não proporcionaram efeito positivo sobre o comprimento da parte aérea e da raiz. Leite et al. (2003) verificaram que sementes de soja tratadas com os biorreguladores giberelina e citocinina apresentaram redução na emergência das plântulas e no comprimento das raízes, porém, com o decorrer do experimento a diferença no crescimento radicular desapareceu.
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MATERIAL E MÉTODOS Local de condução dos experimentos e procedências das sementes

MATERIAL E MÉTODOS Local de condução dos experimentos e procedências das sementes

A espécie florestal Toona ciliata var. australis possui madeira de alto valor econômico para móveis e seus plantios não são afetados pela Hypsipyla grandella, praga que ataca plantios de monocultura de espécies nativas semelhantes à Toona ciliata. Possui uma estreita relação com a água disponível, ocorrendo geralmente em florestas úmidas no seu ambiente natural. Em plantios comerciais, esse é um dos fatores que mais limita seu estabelecimento e crescimento inicial. Nas últimas décadas, sua área de plantio no Brasil foi ampliada, entretanto, é escasso o conhecimento sobre o efeito de ambientes adversos na germinação e crescimento inicial de plântulas. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do estresse salino e hídrico na germinação e crescimento inicial de plântulas de Toona ciliata, utilizando-se soluções contendo, ou NaCl, ou PEG 6000, nos potenciais osmóticos: -0,1; -0,2; -0,3; -0,4; -0,5; -0,6; -0,9; -1,2 e -1,5 MPa, mais a testemunha, com água esterilizada. As sementes foram submetidas ao teste de germinação sobre papel-germitest umedecido com a solução correspondente, e incubadas a 25 ± 2°C e fotoperíodo de 16 h por 21 dias. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, arranjado em esquema fatorial 2 × 10 (agentes osmóticos × potenciais osmóticos), com quatro repetições de 50 sementes cada. Conforme a redução do potencial osmótico observou-se menor germinação, número de plântulas normais, massa fresca, comprimento de plântula e maior número de sementes duras, sendo mais severo em PEG 6000. Portanto, houve mais sementes germinadas sob o efeito do NaCl do que do PEG 6000. Entretanto, apesar da germinação alta em NaCl, o número de plântulas anormais também foi maior que em PEG 6000. Conclui- se que a germinação e o crescimento inicial de plântulas de Toona ciliata são afetados tanto pelo estresse salino como hídrico, sendo as plântulas mais sensíveis ao estresse hídrico, e com maior probabilidade de desenvolver plântulas anormais sob estresse salino.
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GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Piptadenia moniliformis Benth. SOB ESTRESSE HÍDRICO.

GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Piptadenia moniliformis Benth. SOB ESTRESSE HÍDRICO.

O período de germinação e o estabelecimento de plântulas é um dos fatores mais importantes para a sobrevivência das espécies, principalmente nos locais em que a disponibilidade de água é limitada, como na região da Caatinga. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do estresse hídrico sobre a germinação de sementes de Piptadenia moniliformis Benth. Foram utilizados três lotes (L 1 , L 2 e L 3 ), correspondentes aos anos de produção de 2006, 2007 e 2008, respectivamente. Antes do teste de germinação, as sementes foram escarificadas com ácido sulfúrico concentrado durante 30 minutos. Para induzir o deficit hídrico, foi utilizado o polietileno glicol (PEG 6000), nos seguintes potenciais osmóticos: - 0,3; -0,6; -0,9, -1,2 e -1,5 MPa e a água (0 MPa) sob as temperaturas de 25 e 30ºC. As características avaliadas foram: porcentagem de germinação e de plântulas normais, índice de velocidade de germinação e massa seca de plântulas. O processo germinativo de sementes de Piptadenia moniliformis Benth. é comprometido a partir de potenciais hídricos inferiores a -0,6 MPa a 25 e 30 °C; potenciais hídricos iguais ou inferiores a -1,2 MPa inibem a formação de plântulas normais nas duas temperaturas; a tolerância ao estresse hídrico simulado com PEG 6000 é variável entre lotes de sementes e temperaturas de germinação.
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